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Nesta semana, a Netflix divulgou o primeiro trailer de “The Gray Man” (em português, O Agente Oculto), novo suspense protagonizado por Ryan Gosling (La La Land) e Chris Evans (Capitão América). Dirigido pela dupla conhecida pelos filmes da Marvel, os irmãos Joe e Anthony Russo, o filme estreia em 22 de julho no streaming, e em 15 de julho em cinemas selecionados.

A trama acompanha Court Gentry (Gosling), um habilidoso agente da CIA que descobre um importante segredo da agência. Lloyd Hansen (Evans) anuncia uma recompensa para quem encontrá-lo, Gentry acaba sendo perseguido por uma série de assassinos internacionais, e contará com a ajuda de Dani Miranda (Ana de Armas).

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O elenco também inclui Regé-Jean Page (Bridgerton), o brasileiro Wagner Moura, Billy Bob Thornton, Jessica Henwick, Dhanush, e Alfred Woodard.

Baseado no livro homônimo de Mark Greaney, o longa é uma homenagem aos thrillers dos anos 1970 que os Irmãos Russo cresceram assistindo “Nosso pai era um grande fã deles, então tínhamos uma dieta constante e uma conexão emocional com eles”, diz Joe Russo em comunicado da Netflix.

Por Maria Eduarda Veloso

O 75º Festival de Cinema de Cannes encara suas últimas horas de exibições nesta sexta-feira (27) antes da cerimônia de entrega da Palma de Ouro, sem um claro favorito após uma edição muito eclética, em temas e estilos cinematográficos.

Os dois últimos filmes a serem exibidos esta noite são "Un petit frère", de Léonor Serraille, e "Showing up", de Kelly Reichardt.

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O júri de nove membros, liderado pelo ator francês Vincent Lindon, dará seu veredicto na noite de sábado.

O festival de cinema mais importante do mundo também comemora seu 75º aniversário. Esta sexta-feira o ator espanhol Javier Bardem vai protagonizar uma das conversas organizadas por este motivo.

Em quase duas semanas de competição e 21 filmes, o júri pôde saborear cinema para todos os gostos.

Filmes sociais e de denúncia talvez tenham sido os dominantes.

Entre eles o iraniano "Holy spider", sobre um serial killer de mulheres, de Ali Abbasi, "Tori et Lokita", dos irmãos belgas Dardenne, sobre menores migrantes, e "RMN", do romeno Cristian Mungiu, sobre racismo e extremismo.

A meio caminho entre o espírito de denúncia e a sátira mais feroz, "Triangle of sadness", do sueco Ruben Ostlund, sobre o mundo dos mais privilegiados.

- Denúncia social -

Outros diretores mostraram sua face mais introspectiva, como "Nostalgia", do italiano Mario Martone, ambientado em uma Nápoles sob o controle da Camorra, ou "Armagedon time", de James Gray, a memória de Nova York nos anos 1980.

"Close", de Lukas Dhont, trata da amizade entre dois adolescentes separados de forma traumática.

Cannes também foi o local escolhido por alguns diretores para trazer à tona problemas familiares, que também serviram novamente para denunciar situações sociais injustas, principalmente das mulheres.

É o caso do iraniano "Leila's brothers", de Saeed Roustaee, que mostra uma família à beira da ruína, ou "Broker" do japonês Hirokazu Kore-eda, sobre o abandono de crianças na Coreia do Sul.

O júri também poderá escolher entre dramas policiais, desde "Holy Spider" até "Decision to Leave", do sul-coreano Park Chan-Wook, sobre um policial e seu romance com uma misteriosa suspeita de assassinato.

"Boy from Heaven", de Tarik Saleh, também é um thriller, ambientado no Egito contemporâneo.

Dramas históricos também estiveram presentes na Croisette.

A competição começou com "Tchaikovsky's Wife", do russo Kirill Serebrennikov, que narra as tribulações da esposa do grande compositor.

O cinema francês esteve bem representado com quatro filmes este ano. "Stars at noon", de Claire Denis, um romance tingido de mistério, "Les Amandiers" de Valeria Bruni-Tedeschi, uma homenagem exaltada ao teatro, e "Frère et soeur" de Arnaud Desplechin, um drama familiar, além de "Un petit frère", marcado para essa noite.

Por fim, para quem prefere cinema fantástico ou experimental, "Eo", de Jerzy Skolimowski, sobre as aventuras de um burro, "Pacification", do diretor espanhol Albert Serra, com uma pitada de espionagem em um exótico Taiti, e, finalmente, "Crimes of the future", sobre órgãos humanos como obras de arte, do canadense David Cronenberg.

No ano passado, o festival premiou um filme polêmico, sobre transexualidade e estilo futurista, "Titane", da diretora francesa Julia Ducournau.

A Disney anunciou uma nova série de “Star Wars” com Jude Law durante uma convenção de fãs nos Estados Unidos nesta quinta-feira (26), mas a empresa, focada em sua plataforma de streaming, não se referiu a futuros filmes da idolatrada franquia.

Ewan McGregor e Harrison Ford estavam entre as estrelas que apareceram no palco diante de uma plateia entusiasmada e vestida para a Star Wars Celebration, realizada em Anaheim, na Califórnia.

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O evento de quatro dias acontece de tempos em tempos, geralmente de acordo com o lançamentos de novos filmes, mas foram as séries que dominaram o dia de abertura.

Os fãs puderam ver novas imagens de “Andor” e da terceira temporada de “The Mandalorian”, além do anúncio surpresa da estreia mundial de "Obi-Wan Kenobi", protagonizado por McGregor.

Law aparecerá em "Skeleton Crew", a série criada por Jon Watts, diretor de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”.

“É a história de um grupo de crianças de uns dez anos de idade, de um pequeno planeta, que acidentalmente se perdem na galáxia de ‘Star Wars’”, explicou Watts.

Nesta quinta, os espectadores presentes também puderam assistir a dois episódios de "Obi-Wan Kenobi", um dia antes da estreia da série no Disney+.

- Apoio dos fãs -

A Disney comprou a Lucasfilm por 4 bilhões de dólares em 2012 e logo começou a estrear novos filmes, incluindo uma nova trilogia e os derivados como “Solo” e “Rogue One”, mas depois foi diminuindo os lançamentos de “Star Wars”.

Foi uma decisão motivada pelas críticas variadas e pelas bilheterias, além da atenção mais voltada para seu serviço de streaming.

O Disney+ conquistou mais de 130 milhões de assinantes desde que entrou no ar em 2019, desafiando as expectativas de muitos analistas.

Jon Favreau, criador do exitoso “The Mandalorian”, agradeceu aos fãs por terem impulsionado a rápida ascensão da plataforma. “Os seguidores de ‘Star Wars’ marcaram presença quando lançaram o Disney+”, disse.

Outra nova série, “Andor”, estreará cinco anos depois de “Rogue One”, e terá duas temporadas de 12 episódios, anunciou Tony Gilroy, roteirista dos filmes de ação de Jason Bourne.

O ator mexicano Diego Luna contou que a produção mostrará uma versão mais jovem e egoísta de seu personagem Cassian Andor, um piloto que se sacrifica no final do longa para lutar contra o Império. “O bom dessa série é que não tem como me matarem”, brincou.

Favreau confirmou ainda o início das gravações da série "Ahsoka", protagonizada por Rosario Dawson.

Nada foi dito sobre conteúdos para o cinema. A Disney tem três filmes de “Star Wars” já em seu calendário, e anunciou anteriormente produções com os diretores Taika Waititi, Rian Johnson e Patty Jenkins.

A abertura da Star Wars Celebration, que vai até domingo, terminou com uma aparição do compositor veterano John Williams, que comandou uma orquestra ao vivo com sua recente canção para "Obi-Wan Kenobi".

Enquanto isso, fora do centro de convenções, milhares de fãs de “Star Wars” balançavam sabres de luz coloridos, comentavam sobre as novas séries e posavam para fotos vestidos como seu personagens favoritos.

Nesta semana, a atriz Rita Moreno (One Day At Time) foi confirmada no elenco de Velozes e Furiosos 10. Ela irá interpretar a avó do personagem Dominic Toretto (Vin Diesel).

“Sempre foi meu sonho trabalhar com Rita Moreno e o fato dela estar aqui interpretando minha avó faz minha alma sorrir.” – disse o protagonista Vin Diesel,  em um vídeo no Instagram, com a legenda “Bênçãos”.

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“Você quer saber? Eu acho que minha idade avançada estava esperando você me convidar. Não é ótimo? A resposta é sim, eu estou aqui e vou fazer". – respondeu Moreno.

Rita Moreno é uma das poucas artistas a vencer o Oscar, Grammy, Emmy e Tony – o EGOT. Em 1962, ela se tornou a primeira mulher latina a ganhar um prêmio da Academia de Cinema, com Amor Sublime, Amor (1961). E em 2021, a atriz participou do remake do filme, dirigido por Steven Spielberg.

Além da ganhadora do EGOT, o décimo Velozes e Furiosos também contará com Brie Larson (Capitã Marvel), Jason Momoa (Aquaman) e Alan Ritchson.

Michelle Rodriguez (Letty) também aparece na publicação e completou com “Rita Moreno na casa, baby!”. Ela retorna ao elenco junto a Charlize Theron, Tyrese Gibson (Roman Pierce) e Scott Eastwood.

O longa terá direção de Louis Leterrier (Truque de Mestre) e está previsto para estrear nos cinemas em 2023.

Por Maria Eduarda Veloso

Ray Liotta, o ator que estrelou o clássico filme da máfia "Os Bons Companheiros" (Goodfellas), em 1990, morreu aos 67 anos na República Dominicana, informou a Direção Geral de Cinema da ilha nesta quinta-feira (26).

"Confirmaram sua morte, me disseram que ele estava acompanhado de sua esposa e que a esposa pede que respeitem sua dor", disse à AFP uma porta-voz da mais alta autoridade cinematográfica do país.

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O ator morreu na região colonial de Santo Domingo, onde gravava um filme, acrescentou a fonte. De acordo com a mídia americana TMZ e Deadline, Liotta morreu enquanto dormia.

Liotta estrelou "Campo dos Sonhos" em 1989 com Kevin Costner, mas foi sua interpretação do mafioso Henry Hill sob a direção de Martin Scorsese em "Goodfellas" ("Os Bons Companheiros"), que o lançou ao estrelato.

Compartilhando cenas com Robert De Niro e Joe Pesci, Liotta fez seu nome na telona e lançou uma carreira prolífica.

Com destaques na televisão, Liotta ganhou um Emmy em 2005 por um papel na série "ER: Emergency Room".

O ator, que era comprometido com Jacy Nittolo, deixou uma filha de um relacionamento anterior, a também atriz Karsen Liotta.

Vic é anunciado como pai de Garfield na nova animação. Portanto, Samuel L. Jackson dará vida a um novo personagem no universo do famoso gato, já que nunca vimos o pai de Garfield aparecer nos quadrinhos ou em filmes anteriores.Jackson se junta a Chris Pratt (Senhor das Estrelas do UCM), enquanto Garfield terá outra chance nas telonas após dois filmes mal recebidos, estrelados por Bill Murray. Pratt dará voz ao famoso gato que odeia segundas-feiras e adora lasanha.O roteiro do novo longa foi escrito por David Reynolds, que trabalhou anteriormente em Procurando Nemo. Além de Mark Dindal, de O Galinho Chicken Little e A Nova Onda do Imperador, como diretor do longa.  A Sony Pictures ficará com a distribuição do filme.

Johnny Depp prestou depoimento nesta quarta-feira, dia 25, em mais um dia de audiênia. Em seu testemunho, segundo o Daily Mail, o ator negou todas as acusações feitas por Amber Heard e ainda afirmou estar se sentindo humilhado com a batalha judicial.

- É insano ouvir acusações de violência sexual. Eu não acho que ninguém gosta de expôr a si mesmo e falar a verdade. Mas há momentos que é necessário, porque isso saiu do controle. É horrível. É uma humilhação dolorosa, selvagem, brutal, cruel e tudo é falso.

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E continua:

- Nenhum ser humano é perfeito, com certeza não. Nenhum de nós. Mas eu nunca, na minha vida, cometi estupro, abuso físico. Todas essas histórias sobre mim... Viver com isso por seis anos e poder trazer a verdade à tona [agora] não é fácil para nenhum de nós. Não importa o que aconteça, eu vim aqui e falei a verdade sobre o que eu carreguei nas minhas costas nesses anos.

Psicóloga contesta o diagnóstico de estresse pós-traumático de Amber Heard

Outro depoimento marcante foi o da psicóloga clínica e forense, Shannon Curry. A especialista, que participou de um exame com Amber, contestou o diagnóstico de estresse pós-traumático apresentado pela equipe da atriz no início do tribunal.

Este primeiro diagnósticado havia sido feito pela Dra. Dawn Hughes, que após analisar o história médico de Amber e passar 29 horas ao lado da atriz, afirmou que ela sofria com o transtorno, e que havia sido causado pela suposta violência sofrida durante o relacionamento com Depp.

Para realizar um novo diagnóstico, Dra. Shannon também analisou o histório de Amber e passou 13 horas ao lado da atriz. Mas, como conclusão, ela disse acreditar que a ex-esposa de Johnny apresenta transtorno de personalidade limítrofe e transtorno de personalidade histriônica.

Ela ainda acusou Dra. Hughes de ter deturpado os testes e resultados, e criticou as listas de verificação e metódos usados no exame. A piscóloga conta que este diagnóstico é frequentemente o mais fingido e reivindicado no tribunal civil.

Em sua análise, Amber não teria estresse pós-traumático:

- Eles [pessoas com a condição] conseguiriam manter um emprego? O estresse pós-traumático é um diagnóstico extremamente incapacitante. Quando uma pessoa tem de verdade, fica difícil para trabalhar. Ela ficará desempregada, a doença causa níveis extremos de angústia e prejuízo. Há divórcio, isolamento e distanciamento de crianças, membros da família, abuso extremo de álcool, muitas vezes uma série de violações da lei repentinas quando a pessoa nunca teve nenhuma antes. Eles ficam presos em casa, não podem ir à loja. Eles certamente não vão a eventos, não estão tendo sucesso em sua carreira cinematográfica geralmente, não estão se exercitando todos os dias, perseguindo seus hobbies, sendo leitores ávidos, obtendo o nível três treinamento de sommelier, jantares com amigos, falar em grupos públicos, são apenas indicações de funcionamento muito alto e quando você procura uma diminuição no funcionamento ao longo do tempo, isso é inconsistente com essa diminuição.

"Elvis", a superprodução de Baz Luhrmann sobre o rei do rock, concentra nesta quarta-feira (25) as atenções no Festival de Cannes, enquanto a francesa Claire Denis concorre à Palma de Ouro com "Stars at Noon", ambientada na Nicarágua.

Sete dias depois da estreia espetacular de "Top Gun: Maverick", caberá ao jovem (30 anos) e pouco conhecido ator americano Austin Butler a difícil tarefa de competir com Tom Cruise.

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Butler interpreta Elvis Presley no longa de Luhrmann ("Moulin Rouge: Amor em Vermelho", "O Grande Gatsby"), que retrata, ao longo de duas décadas, o início, a glória e a decadência do rei do rock, que morreu em 1977 aos 42 anos.

Butler não está sozinho no tapete vermelho, pois tem como companhia o veterano Tom Hanks, ganhador de dois Oscars, que interpreta o empresário do "rei", o misterioso "coronel" Tom Parker.

O filme chegará em junho às salas de cinemas de diversos países. No Brasil, a estreia está prevista para o dia 14 de julho.

Além de um luxuoso teaser de aproximadamente três minutos, pouco se sabe de "Elvis", exceto que Butler se atreve a interpretar com a sua própria voz as canções do músico.

- Um ano de ensaios -

Californiano, com um tipo físico parecido com o do Elvis do fim dos anos 1950, Butler é um produto clássico dos estúdios Disney.

Participou em uma dezena de filmes, entre eles "Era Uma Vez... Em Hollywood", de Quentin Tarantino, e "Os Mortos Não Morrem", de Jim Jarmusch.

Foi o ator Denzel Washington quem recomendou ao australiano Luhrmann que desse uma oportunidade a Butler para este papel, segundo o site americano Entertainment Weekly.

"Recebi um vídeo deste jovem interpretando, cheio de lágrimas, 'Unchained Melody' [canção que Elvis fez uma versão] e perguntei a mim mesmo: o que é isso?", explicou Luhrmann.

"E logo recebi uma mensagem de Denzel Washington, a quem não conhecia. Ele me disse: 'acabo de trabalhar com esse rapaz, nunca vi alguém tão comprometido'."

Butler ensaiou durante um ano para imitar a voz aveludada de Elvis.

"Elvis" causa expectativa porque Luhrmann é um diretor que não costuma se intimidar diante de gigantes da história, seja Shakespeare, de quem se atreveu a fazer uma versão de "Romeu e Julieta", ou "O Grande Gatsby", uma das referências da literatura americana.

O longa-metragem, com 2h39 de duração, é "uma experiência intensa", garantiu em Cannes a neta de Elvis, Riley Keough. Sua avó, Priscilla Presley, viúva do cantor, também elogiou a cinebiografia.

- Suspense e romance durante a revolução sandinista -

Enquanto isso, a corrida pela Palma de Ouro está em seus metros finais.

"Stars at Noon", de Claire Denis, é um filme baseado em um romance de 1986 de Denis Johnson. A história segue os passos de uma mulher de negócios misteriosa, interpretada pela jovem Margaret Qualley, durante a revolução sandinista na Nicarágua.

A atriz é acompanhada por Joe Alwyn, que assume o papel de um repórter americano com quem ela mantém um romance.

Claire Denis é uma das cinco mulheres que concorrem este ano à Palma de Ouro, que será entregue no sábado pelo júri presidido por Vincent Lindon.

A cineasta francesa obteve na última Berlinale o prêmio de melhor direção com "Avec Amour et Acharnement".

Outro longa da mostra competitiva que será apresentado nesta quarta é "Leila's Brothers", do iraniano Saeed Roustayi.

O novo trailer do próximo filme do Thor foi exibido durante o playoff da NBA entre o Boston Celtics e o Miami Heat e deixou os fãs animados com a continuação.

Em Thor: Amor e Trovão teremos o reencontro de Jane Foster com o deus nórdico, mas agora, ela é uma heroína e estará empunhando o mítico Mjölnir, o martelo do deus Thor. Com bastante humor, os personagens prometem interações que arrancarão risadas do público. Será que o romance ainda está no ar entre Thor e Jane?

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Mas o maior destaque ficou para o vilão, Gorr the God Butcher, que será interpretado por Christian Bale. Será a primeira aparição do personagem no Universo Marvel, e ele promete um impacto bem forte para a trama, dificultando a vida de nossos queridos super heróis e ajudando a provar que a nova Jane, Poderosa Thor, é uma heroína incrível.

Zeus também fará uma aparição bem humorada em uma cena que arrancará as roupas do deus nórdico em frente a uma audiência que fica bastante impressionada, mas sem dúvidas causará risadas nos fãs do Universo Marvel. Com cenas características da Marvel Studios, easter eggs e muitas brincadeiras, o filme do Thor promete conquistar ainda mais o público já apaixonado por esse universo.

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Na última semana ocorreu vazamentos de um possível novo filme de Missão: Impossível, com Tom Cruise no papel de Ethan Hunt. Com isso, a Paramount anunciou na manhã desta segunda-feira (23) o trailer oficial do novo longa-metragem. Missão: Impossível - Acerto de Contas Parte 1 chega em 2023 nos cinemas.

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O cinema sul-coreano entrou na disputa pela Palma de Ouro nesta segunda-feira (23) com “Decision to leave”, um complexo thriller que inclui um romance entre policial e suspeita, filmado com elegância pelo diretor Park Chan-wook.

Park deixa desta vez a violência de “Oldboy”, longa que marcou em Cannes em 2003, para propor uma história de amor entre um agente policial e uma imigrante chinesa na Coreia do Sul.

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Seo-rae (Tang Wei) não parece muito afetada pela morte de seu marido durante uma viagem. O investigador Jang Hae-joon (Park Hae-il), encarregado do caso, começa a suspeitar da mulher.

O caso logo se torna uma complicada história de amor para o policial, desconcertado com os avanços de Seo-rae.

“Não sou um romântico, mas estava muito interessado na expressão dos sentimentos" dos dois personagens, declarou Park em entrevista à AFP.

É um filme de planos muito cuidadosos, cheio de acertos visuais e um mise-en-scène impecável, que ajudam o espectador a navegar em uma história repleta de reviravoltas e pistas falsas.

Em 2019, o sul-coreano “Parasita”, de Bong Joon-ho, encantou Cannes e a crítica, e levou a Palma de Ouro. No ano seguinte, venceu o Oscar de melhor filme, a primeira vitória de uma produção de língua não-inglesa.

A série “Round 6”, por sua vez, se tornou um sucesso mundial no fim de 2021 graças à Netflix. E justamente seu protagonista, Lee Jung-jae, apresentou na semana passada em Cannes seu primeiro longa, “Hunt”, uma história de espionagem e guerra entre Seul, Washington e Bangkok.

“É uma espécie de era de ouro para o cinema sul-coreano, e está apenas começando”, explicou Lee na semana passada em entrevista à AFP.

Graças a uma modernização do país sustentada por décadas de crescimento econômico, a Coreia do Sul desenvolveu uma potente indústria cinematográfica. Mas esse ambiente que lembra Hollywood veio acompanhado de mudanças sociais polêmicas.

“A história contemporânea foi conturbada e isso mudou o caráter dos coreanos, passamos por muitos acontecimentos trágicos”, explicou Park.

Junto a ela também foram confirmados no elenco Bruno Montaleone (Diários de Intercâmbio, Verdades Secretas 2), Bia Arantes (Carinha de Anjo), Nathália Falcão (Desalma), e Luciana Paes. 

A trama segue a história de Sofia (Grigio), uma garota moderna que mora na metrópoles, só acredita em romances literários e aparentemente não consegue viver sem celular. Após utilizar um telefone misterioso, ela acaba sendo teletransportada para o século 19. Onde a jovem é acolhida pela família Clarke, e conhece o prestativo Ian (Montaleone), rapaz que tentará ajudar Sofia a encontrar um jeito de voltar para casa. 

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Com direção de Katherine Chediak Putnam e Dean Law; roteiro de Karol Bueno e Luiza Shelling Tubaldin. O filme é uma parceria da Disney Brasil com a Filmand e tem previsão de estreia em 2023. 

Publicado em 2013, ‘’Perdida” é o best-seller e título de estreia da autora Carina Rissi. A série também possui mais quatro livros: “Encontrada”, “Destinado”, e “Prometida”.

Por Maria Eduarda Veloso

Johnny Depp e Amber Heard seguem na luta judicial que carrega acusações de violência doméstica e difamação, de ambos os lados. Porém, na terceira semana de julgamento, uma terceira figura tem chamado a atenção do público em meio a toda essa confusão: Camille Vasquez. A advogada do astro de Piratas do Caribe levantou suspeitas de que exista um affair rolando entre ela e o artista.

Tudo começou quando, depois de interrogar Amber, Vasquez foi vista abraçando e segurando a mão do ator de forma afetuosa. A internet foi a loucura com as demonstrações de carinho e já começou a especular sobre um possível relacionamento entre os dois. Fãs de Depp chegaram inclusive a fazer vídeos no Tiktok com compilados de supostos momentos românticos entre os dois.

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Mais tarde, um paparazzi decidiu tirar a limpo a dúvida dos fãs.

- As pessoas querem saber: você está namorando o Johnny Depp?, indagou o fotógrafo.

Camille não respondeu a pergunta e apenas riu, criando ainda mais expectativas sobre um possível relacionamento. No entanto, ela já estaria comprometida - para a tristeza dos apoiadores do casal, o site TMZ noticiou que ela estaria namorando há alguns meses um britânico que trabalha no setor imobiliário. Fontes próximas da advogada também declararam à revista que Vasquez acredita que receba de Depp o mesmo tratamento que o resto da equipe, e que o afeto entre eles serve apenas para manter a união do time.

No décimo nono dia de julgamento, Johnny segue mais popular entre o público que sua ex-esposa. Ao chegar no tribunal na manhã desta quinta-feira, dia 19, o astro foi recebido com muito carinho pelos fãs.

- Fiz waffles de café da manhã para eles, o artista brincou com um repórter ao responder o motivo de tanta euforia dos presentes.

Amber, por outro, não recebeu o mesmo apoio. Quando chegou no local, não houve comoção alguma por parte do público e a atriz seguiu em silêncio para a sala de julgamento.

O Festival de Cannes iniciou a corrida pela Palma de Ouro nesta quarta-feira (18) com o filme "Tchaikovsky's Wife", do cineasta russo Kirill Serebrennikov, crítico a seu governo, e com Tom Cruise que garante o glamour ao tapete vermelho, com seu novo "Top Gun".

O filme do cineasta russo, sobre a tumultuada relação entre o famoso compositor e sua esposa Antonina Miliukova, é um dos 21 longas em disputa neste ano.

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"Toda obra de arte, atualmente, tem um conteúdo político (...) Nossa declaração é sobre arte, liberdade e também fragilidade da natureza humana, de cada vida", disse Serebrennikov, de 52 anos.

A arte "é estritamente contra a guerra", acrescentou o cineasta, conhecido por se posicionar a favor da comunidade LGBTQ+.

Sua presença era muito esperada, já que em outras edições, nas quais disputou com "Petrov's Flu" (2021) e "Leto" (2018), não pôde comparecer porque cumpria pena por desvio de fundos, em um caso denunciado por seus defensores como uma manobra política.

Serebrennikov, filho de uma ucraniana, relatou recentemente à AFP seu "horror, tristeza, vergonha e dor" diante da invasão russa da Ucrânia.

Os organizadores do concurso se posicionaram desde o início da ofensiva russa, no final de fevereiro, e anunciaram que não receberiam "representantes oficiais russos, instâncias governamentais ou jornalistas da linha oficial".

A participação por videoconferência do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na cerimônia de abertura na terça-feira confirmou o tom político desta edição.

- "Um novo Chaplin" -

"Precisamos de um novo (Charlie) Chaplin que demonstre que o cinema não está mudo", disse Zelensky a um auditório de estrelas.

O festival incluiu em sua programação vários diretores ucranianos, como o veterano Serguei Loznitsa e o diretor Maksim Nakonechnyi. Também apresenta o filme "Mariupolis 2", do lituano Mantas Kvedaravicius, morto em abril nesta cidade ucraniana.

O presidente do júri, o ator francês Vincent Lindon, declarou na terça-feira que espera que o clima "seja digno, respeitoso (...) e que seja uma homenagem aos que vivem dias muito mais difíceis que os nossos".

Outro filme com apresentação nesta quarta-feira é "The eight mountain", dos belgas Felix Van Groeningen e Charlotte Vandermeersch, sobre a amizade de dois garotos, um que vive na cidade, outro na montanha.

Sem dúvida, o momento mais esperado do dia será durante a tarde, com "Top Gun: Maverick", de Tom Cruise.

A chegada ao tapete vermelho do astro de Hollywood, de 59 anos, promete ser espetacular. A Patrulha da França, esquadrão de acrobacias da Força Aérea, sobrevoará a Croisette durante a festa. Cruise, que visitou o grupo pela manhã, "inspirou uma geração de pilotos", tuitou a patrulha, junto com uma foto com o ator.

Cruise esteve em Cannes pela última vez em 1992 com "Um sonho distante", ao lado de sua esposa à época, Nicole Kidman. Agora, ele retorna na pele do veterano aviador, encarregado de treinar uma equipe para uma missão perigosa.

Ao contrário de outros grandes nomes de Hollywood, como Kevin Costner, Mel Gibson e Bruce Willis, o ator conseguir se manter em alta na maior parte de seus 40 anos de carreira, inclusive nos tempos atuais, quando os super heróis dominam o setor.

Com sua presença, o festival mantém a tradição de receber um grande número de estrelas da sétima arte em seu tapete vermelho, pode onde passaram recentemente Brad Pitt, Leonardo Di Caprio e Cate Blanchett.

Nesta terça-feira (17), o primeiro filme do Homem-Aranha completa 20 anos desde seu lançamento. O longa dirigido por Sam Raimi (mesmo diretor de Doutor Estranho No Multiverso da Loucura) foi um sucesso comercial e abriu portas para produções da Marvel e Sony. O LeiaJá selecionou cinco curiosidades sobre filme de 2002:

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O filme popularizou o jovem Tobey Maguire para o estrelato. Maguire já revelou que não conhecia muito sobre o personagem, que nunca tinha lido nenhuma HQ do herói, mas o roteiro do filme lhe agradou. Porém, Tobey não foi a primeira opção para interpretar Peter Parker. 

Entre os atores cotados estavam: Leonardo DiCaprio, Ben Affleck (que mais à frente daria vida ao Demolidor da Sony), Heath Ledger, Colin Farrell, Chris Klein, Jay Rodan, entre outros.

O mundo foi impactado pelo atentado ocorrido em 11 de setembro. Como consequência, todas as produções de filmes, jogos, séries e afins, do início dos anos 2000, também tiveram impactos. Em Homem-Aranha não foi diferente, o primeiro trailer do filme mostrava o herói prendendo ladrões por uma teia entre as Torres Gêmeas, além de existirem cartazes do Aranha entre as torres.

Após o atentado, todos os cartazes e trailers foram removidos e substituídos. O filme também foi adiado, já que sua estreia era para novembro de 2001, mas com o ocorrido e com a Sony entendendo que precisava de mais tempo para concluir o longa, a data de lançamento ficou para maio de 2002.

O longa teve muito uso de CGI, porém, diversas cenas foram improvisadas para não usar tecnologia. O Duende Verde, vilão do filme, teve seu traje composto por 580 peças e levava meia hora para ser colocado, além disso, Willem Dafoe performou mais de 90% de suas acrobacias, algo que o ator fez questão de continuar na sua volta no filme "Homem-Aranha: Sem Volta para Casa" de 2021.

As teias lançadas pelo Homem-Aranha foram feitas com espuma e linha de pesca, materiais fortalecidos com o uso de CGI. Em algumas cenas, foi usada uma cola especial para prender os dedos de Tobey Maguire em objetos.

A cena do Dia de Ação de Graças, na qual Tia May coloca o peru de Natal na mesa, foi baseada na pintura "Liberdade de Viver sem Penúria", parte da série "Quatro Liberdades" (1943) de Norman Rockwell.

Antes do filme ser lançado, uma grande briga jurídica ocorreu em torno dos direitos para a adaptação cinematográfica do personagem Homem-Aranha, algo que adiou  em vários anos a realização do projeto. Entre os envolvidos na briga estavam a Century Fox, Sony, Marvel, MGM, Viacom entre outros. Após uma longa disputa, os direitos ficaram com a Marvel e a Sony.

Melhor Som

Melhores Efeitos Especiais

- Indicação

Melhores Efeitos Especiais

- Ganhou

Melhor Atriz - Kirsten Dunst

Melhor Beijo - Tobey Maguire e Kirsten Dunst

- Indicações

Melhor Filme

Melhor Ator - Tobey Maguire

Melhor Vilão - Willem Dafoe

O único festival de cinema do Brasil e pioneiro na América Latina dedicado à temática do futebol, adentra o gramado para a sua edição número 13 seguindo firme na sua missão de abrir espaços para a difusão da cinematografia futebolística mundial com amplo destaque para a produção brasileira.

O 13˚ CINEFOOT acontecerá em novembro, às vésperas da Copa do Mundo, no clima que irá anteceder o mundial do Catar. E irá disponibilizar ao público uma programação pautada pela rica diversidade audiovisual que o esporte mais popular do planeta oferece dentro e fora das quatro linhas.

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O CINEFOOT 13 aceita trabalhos produzidos em qualquer suporte, gênero ou formato e não há restrições quanto ao ano de realização da obra. Sua programação inclui mostras competitivas internacionais, mostras especiais, debates, homenagens, dentre outras atividades.

Regulamento e inscrições através do site www.cinefoot.org.

Da assessoria

O Festival de Cinema de Cannes estende nesta terça-feira (17) seu tapete vermelho para celebrar seu 75º aniversário, com o americano Forest Whitaker como o primeiro astro convidado e um filme de zumbis para abrir o evento.

O maior festival de cinema do mundo está de volta com desejo de diversão e de deixar as restrições sanitárias para trás, mas sem esquecer a tragédia na Ucrânia, país que terá várias oportunidades de levantar a voz.

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Tom Cruise subirá mais uma vez as escadas de Cannes de volta ao papel de piloto em "Top Gun: Maverick", um filme emblemático da década de 1980, o diretor Baz Luhrman revelará sua visão do rei do rock'n'roll com "Elvis" e David Cronenberg deliciará os fãs do cinema sangrento com "Crimes of the future".

Os 21 filmes selecionados para diisputar a Palma de Ouro são o reflexo de um equilíbrio entre cinema comercial e cinema autoral.

Um equilíbrio muito menos óbvio em termos de paridade, com apenas cinco diretoras competindo pelo prêmio, um recorde para Cannes de qualquer maneira.

"As instâncias do Festival, suas equipes, o júri... tudo é paritário", defendeu-se na segunda-feira o delegado-geral do festival, Thierry Frambux.

O júri, presidido pelo ator francês Vincent Landon, entregará a Palma de Ouro em 28 de maio.

- Whitaker, Palma de Ouro honoráriaro honorífica -

O ator afro-americano vencedor do Oscar Forest Whitaker receberá uma Palma de Ouro honorária aos 60 anos.

Protagonista de filmes emblemáticos como "O Último Rei da Escócia" ou "Bird" (com o qual ganhou o prêmio de melhor atuação no Festival de 1988), Whitaker receberá o prêmio após a cerimônia de abertura, marcada para as 19h (14h00 de Brasília).

O filme "Corten!", do francês Michel Hazanavicius, sobre zumbis, mas com um tom humorístico, abrirá a festa.

Quarta-feira será a hora de decolar com "Top Gun: Maverick", sequência de um filme de grande sucesso e que teve o lançamento adiado devido à covid-19.

Cruise, que interpretou um piloto da Força Aérea dos EUA na primeira parte (1986), retorna ao seu papel de personagem rebelde.

Então começará a festa do cinema internacional.

Do russo Kirill Serebrennikov à francesa Claire Denis, passando pelos veteranos irmãos belgas Dardenne, ou o espanhol Albert Serra - o único representante do cinema ibero-americano na corrida pela Palma de Ouro -, o evento dará voz aos criadores mais singulares.

O sul-coreano Park Chan-Wook compete ao lado do japonês Hirokazu Kore-eda, assim como do americano James Gray.

O ator americano Tom Hanks interpreta o empresário de Elvis Presley, Viggo Mortensen um artista que se deixa ser aberto até as tripas na companhia de Léa Seydoux e Kristen Stewart e o ator britânico Anthony Hopkins interpreta um magnata em Nova York na década de 1970.

Também estará presente o ator espanhol Javier Bardem, que participará de um encontro com o público.

Todos devem percorrer o famoso tapete vermelho, ao lado de cineastas, produtores, estrelas da música e até figuras de destaque das redes sociais.

- Aproximar-se do público jovem -

Cannes anunciou novos parceiros para seus eventos mais glamourosos e conversas com diretores e atores.

Entre os parceiros está o aplicativo chinês TikTok, que está na moda em todo o mundo. A ideia é se aproximar de um público jovem, que prefere usar o celular para filmar e ser filmado.

Cannes também abre suas portas aos criadores ucranianos, uma forma de mostrar sua solidariedade com o país em guerra.

O diretor lituano Mantas Kvedaravicius foi morto por tiros russos no mês passado na Ucrânia. Seu filme "Mariupolis 2", sobre a cidade martirizada, terá sua estreia póstuma em Cannes.

O festival conta com um grande mercado cinematográfico, que celebrará um dia especialmente dedicado a este país.

O diretor ucraniano Serguei Loznitsa apresentará "The natural history of destruction", sobre os bombardeio aliado às cidades alemãs durante a Segunda Guerra Mundial.

E do lado ibero-americano haverá, sobretudo, a participação de jovens, como a espanhola Elena López Riera ("El agua"), os colombianos Andrés Ramírez Pulido ("La jauría") e Fabián Hernández ( "Um homem") e a chilena Manuela Martelli ("1976").

De Park Chan-Wook a David Cronenberg, dos irmãos Dardenne a Albert Serra, esta é a lista dos 21 filmes que disputam a Palma de Ouro no 75º Festival de Cannes, que começa nesta terça-feira (17).

- "Crimes of the future", David Cronenberg

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O diretor canadense ("Crash", "Marcas da violência") volta à competição aos 79 anos com um filme sobre transumanismo e metamorfose de órgãos, com Léa Seydoux, Kristen Stewart e Viggo Mortensen como protagonistas.

- "Holy Spider", de Ali Abbasi

O diretor de origem iraniana, vencedor da mostra "Un Certain Regard" em 2018 com "Border", está de volta com um suspense ambientado no Irã.

- "Triangle of Sadness", de Ruben Ostlund

O diretor sueco mordaz aspira a segunda Palma de Ouro (venceu em 2017 com "The Square") com uma comédia satírica que narra as aventuras dos passageiros de um cruzeiro de luxo em uma ilha deserta.

- "Broker", de Hirokazu Kore-eda

Depois de vencer a Palma de Ouro em 2018 com "Assunto de Família", o diretor japonês apresenta uma nova história sobre famílias, mas desta vez rodado na Coreia do Sul e com a estrela de "Parasita" Song Kang-ho.

- "Decision to leave", de Park Chan-Wook

Em 2004, o violento "Oldboy" venceu o Grande Prêmio. Desta vez o sul-coreano segue as buscas de um investigador sobre o assassinato de um homem encontrado nas montanhas, cujo principal suspeito é sua esposa.

- "Showing up", de Kelly Reichardt

O novo filme da cineasta independente americana ("First cow") aborda a vida de uma artista antes de uma exposição que vai mudar sua carreira. Com Michelle Williams como protagonista.

- "Boy from Heaven", de Tarik Saleh

O diretor sueco de origem egípcia, que ganhou fama com "Cairo Confidencial" (2017) retorna com seu ator favorito, Fares Fares, para retratar o Egito contemporâneo.

- "Tchaikovsky's wife", de Kirill Serebrennikov

O "enfant terrible" da cena russa, atualmente morando em Berlim depois de deixar a Rússia pouco depois do início da ofensiva contra a Ucrânia, retorna a Cannes ("Leto", "Petrov's Fever") com um filme histórico sobre a vida do compositor Pyotr Tchaikovsky. Pela primeira vez comparecerá ao evento.

- "Les amandiers", de Valeria Bruni Tedeschi

O novo filme da atriz e diretora franco-italiana mostra uma escola de teatro fundada por um conhecido diretor e dramaturgo, Patrice Chéreau, com a aids como pano de fundo.

- "Tori et Lokita" de Jean-Pierre e Luc Dardenne

Os irmãos belgas, duas vezes laureados com a Palma de Ouro em Cannes, narram a amizade de dois adolescentes procedentes da África exilados na Bélgica.

- "Armageddon Time", de James Gray

O diretor americano relembra a vibrante Nova York dos anos 1980 com um filme sobre uma escola dirigida pelo pai do ex-presidente Donald Trump. Com Anne Hathaway e Anthony Hopkins.

- "Nostalgia", de Mario Martone

O primeiro filme em competição em Cannes do diretor italiano, que adapta um romance do mesmo título, ambientado em Nápoles.

- "Stars at noon", de Claire Denis

A diretora francesa, premiada em fevereiro no Festival de Berlim com "Avec amour et acharnement", apresenta desta vez um romance ambientado na Nicarágua.

- "Close", de Lukas Dhont

O diretor belga, vencedor do Camera d'Or em 2018 em sua estreia em longa-metragem "Girl", trata neste filme da amizade entre dois adolescentes que são separados de forma traumática.

- "Frère et soeur", de Arnaud Desplechin

Depois de participar na mostra oficial em 2019 com o policial "Roubaix, une lumière", o cineasta francês apresenta um drama familiar que narra o reencontro dos filhos de um casal que acaba de falecer. Com Marion Cotillard e Melvil Poupaud.

- "RMN", de Cristian Mungiu

O diretor romeno, vencedor da Palma de Ouro por "4 meses, 3 semanas, 2 dias", volta a analisar as mazelas que afligem o seu país com um filme rodado na Transilvânia.

- "Leila's Brothers", de Saeed Roustaee

Depoos do celebrado policial "A Lei de Teerã", pouco se divulgou sobre o novo filme deste jovem diretor iraniano.

- "Eo", de Jerzy Skolimowski

Aos 83 anos, esta grande figura do cinema polonês voltou a seu país depois de morar na Califórnia para narrar uma história com participação da francesa Isabelle Huppert.

- "Pacifiction" de Albert Serra

O iconoclasta diretor espanhol, premiado na mostra "Un Certain Regard" por "Liberté" em 2019, narra uma história de amor e literatura que se passa no Taiti. Com Benoît Magimel e Sergi López.

- "Un petit frère" de Léonor Seraille

"Caméra d'Or" por "Montparnasse Bienvenüe" em 2017, a francesa conta a história de uma família de migrantes no subúrbio de Paris.

- "Le otto Montagne" de Felix Van Groeningen e Charlotte Vandermeersch

O diretor belga de "Alabama Monroe" e a atriz de "Bélgica" adaptam o livro do italiano Paolo Cognetti sobre a amizade de dois jovens, um que vive na cidade e outra em uma região de montanhas.

Katharine Hepburn (1907-2003) - quatro Oscars de Melhor Atriz

“Manhã de Glória” (Morning Glory) - 1933

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“Adivinhe Quem Vem Para Jantar?” (Guess Who's Coming to Dinner) - 1967

“O Leão No Inverno” (The Lion in Winter) - 1968

“Num Lago Dourado” (On Golden Pond) - 1981

Daniel Day-Lewis - Três Oscars de Melhor Ator 

Em 1990 por “Meu Pé Esquerdo” (My Left Foot: The Story Of Christy Brown)

Em 2008 por  “Sangre Negro” (There Will Be Blood)

E em 2013 por "Lincoln”

Meryl Streep - Dois Oscars de Melhor Atriz e um de Melhor Atriz Coadjuvante

Em 1982 por “A Escolha de Sofia” (Sophie’s Choice)

Em 2011 por “A Dama de Ferro” (The Iron Lady)

E em 1979 por  “Kramer vs. Kramer”

Jack Nicholson - Dois Oscars de Melhor Ator e um de Melhor Ator Coadjuvante

Em 1976 por “Um Estranho no Ninho” (One Flew Over the Cuckoo's Nest)

Em 1998 por “Melhor É Impossível” (As Good As It Gets) 

E em 1984 por “Laços de Ternura” (Terms of Endearment)

Ingrid Bergman (1915 - 1982) - Dois Oscars de Melhor Atriz e um de Melhor Atriz Coadjuvante

Em 1945 por "À Meia Luz” (Gaslight)

Em 1957 por "Anastacia - A Princesa Esquecida” (Anastasia)

E em 1975 por “Murder on the Orient Express”

Frances McDormand - Dois Oscars de Melhor Atriz e um de Melhor Filme

Em 1997 por “Fargo”

Em 2018 por “Três Anúncios Para Um Crime” (Three Billboards Outside Ebbing, Missouri)

E em 2021 por “Nomadland”

Walter Brennan (1894 -1974) - três Estatuetas de Melhor Ator Coadjuvante

Em 1937 por Meu Filho é Meu Rival (Come and Get It)

Em 1939 Romance do Sul (Kentucky)

E em 1941 A Última Fronteira (The Westerner).

Por Maria Eduarda Veloso

 

E as polêmicas não param! Nesta segunda-feira, dia 16, Amber Heard testemunhou contra Johnny Depp. Os artistas estão se enfrentando desde o dia 11 de abril por conta de uma declaração da atriz para o The Washington Post em 2018, acusando o astro de violência doméstica. Segundo informações do Daily Mail, desta vez, a Heard aproveitou o tempo que tinha no tribunal para desmentir uma das acusações do ex-marido.

Em audiências anteriores, Depp contou que ela sempre fazia pegadinhas de mal gosto e o colocava em posições comprometedoras. Aquela situação aconteceu após uma discussão que o ator teve com a atriz e ela supostamente fez cocô em cima da cama do casal. Porém, ao ser perguntada se havia feito uma pegadinha com o ex-marido, ela negou:

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- Eu não estava com humor para brincadeiras. Minha vida estava desmoronando. Eu estava em uma encruzilhada na minha vida e acabara de ser atacada no meu aniversário de 30 anos pelo meu marido violento por quem estava apaixonada. Eu não acho isso engraçado, ponto. Isso é nojento.

A justificativa dada por Amber foi a maconha de Johnny. Segundo a atriz, um dos cães comeu a droga quando filhote e desenvolveu problemas intestinais. Além disso, ela revelou que quando brigavam, a dupla ficava em casas separadas.

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