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Na tarde de hoje (4), a editora de Histórias em Quadrinhos (HQs) Panini realizou uma apresentação da CCXP Worlds 2021, que neste ano ocorre de forma totalmente virtual. Durante a live, a empresa anunciou todas as novidades sobre Marvel, Disney e Mangás que chegará nas bancas no primeiro semestre de 2022.

Uma das maiores surpresas foi voltada para os leitores de mangás e animes shounen (histórias voltadas ao público adolescente), já que “Bleach”, do escritor japonês Tite Kubo, terá um relançamento, com 26 volumes, divididos por arcos.

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Vale lembrar que em 2022, o anime de “Bleach” retorna com episódios inéditos. A nova saga será uma adaptação do arco “Iferno” e, promete ser uma das mais violentas de toda a série.

Além de “Bleach”, a Panini também anunciou os mangás “Blue Period”, “Kaijuu No.8”, e “Demon Slayer Gaiden”, além de um álbum de figurinhas do anime “One Piece”.

Novidades Marvel

Uma importante revelação que ocorreu hoje, envolve um importante personagem da Marvel, o Doutor Estranho. Ele terá papel fundamental no esperado “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” e também terá um segundo filme em 2022.

Para aproveitar a evidência do personagem, a Panini anunciou que resgatará uma clássica história do super-herói “Doutor Estranho – Shamballa”, em formato maior e em capa dura.

“Doutor Estranho” também receberá outro encadernado em capa dura, pertencente à coleção Nova Marvel Deluxe, do autor e quadrinista Jason Aaron. Dentro da mesma coleção, também será lançado em 2022 “Guerra Civil 2”, a clássica história que mostra um conflito entre os super-heróis mais famosos da Marvel.

Outra surpresa, é que “A Saga do Demolidor”, da autora Ann Nocenti, será lançada pela primeira vez no Brasil, em modelo de capa papel cartão.

Os fãs dos mutantes também podem comemorar, pois a Panini confirmou que “Uncanny X-Force Omnibus” do quadrinista Rick Remender, também será lançado na editora durante o primeiro semestre de 2022.

Além dos quadrinhos, foi revelado a chegada do álbum de figurinhas “Marvel Versus”, que conterá fichas dos principais super-heróis da Marvel.

Revelações Disney

Por meio do selo BD Disney, a Panini anunciou a releitura de “Mickey: Uma Misteriosa Melodia”, uma história que apresenta o famoso camundongo como um roteirista cinematográfico, além de narrar o momento em que ele conheceu a sua amada namorada Minnie.

A Panini também apresentou o encadernado “Pato Donald e Pluto: O Melhor de Silly Symphonies”, que trará uma coletânea de tirinhas clássicas dos personagens que compõem o universo do Mickey Mouse.

A Bienal do Livro Rio, considerada a maior festa literária do país, terá sua 20ª edição aberta nesta sexta-feira (3), às 10h, no Riocentro, Barra da Tijuca, zona oeste da capital fluminense. A solenidade de abertura prestará homenagem ao escritor Zuenir Ventura pela importância de sua obra e por ter marcado presença em toda a história da Bienal.

Durante a cerimônia, também será homenageada pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel) e pela GL events, realizadores da Bienal, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia, com a entrega do Prêmio José Olympio que, desde 1983, reconhece personalidades e instituições com notáveis contribuições ao mercado editorial brasileiro. O presidente do Snel, Marcos da Veiga Pereira, disse que a ministra, "com seu histórico voto cala boca já morreu, garantiu aos autores do país a plena liberdade de publicar biografias não autorizadas, permitindo que os leitores conheçam melhor a história".

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A 20ª edição da Bienal do Livro Rio vai festejar o reencontro do público apreciador de livros. A programação foi especialmente elaborada por um coletivo curador, visando a atender aos mais diferentes gostos e estilos, com o objetivo de proporcionar reflexões e debates, de forma democrática, sobre o tema "Que histórias queremos contar a partir de agora?".

Todos os protocolos sanitários serão observados para preservar o bem-estar dos visitantes. Haverá limite de capacidade de público por turno; será necessária apresentação de comprovante de vacinação, além de uso obrigatório de máscara.

Programação

Para discutir o que as pessoas têm vivido e participar da construção dessas novas narrativas, a Bienal vai lançar a Estação Plural, reunindo autores, artistas e formadores de opinião. Este ano, estão confirmados 85 editoras e 140 selos, além de livrarias, distribuidores e lojas de comércio eletrônico, como Submarino.

A programação conta com debates sobre juventude e fé, poesia, desenvolvimento sustentável, política e democracia, feminismo, jornalismo investigativo, adaptações audiovisuais, cultura geek (fãs de tecnologia) e pop, LGBTQIAP+, saúde mental, ancestralidade e tendências do mercado literário, além da conexão de música e streaming (tecnologia de transmissão de dados pela internet, sem baixar conteúdo).

Entre os autores internacionais, estarão os norte-americanos Matt Ruff, Julia Quinn e Beverly Jenkins, a argentina Mariana Enriquez, a australiana Monica Gagliano e o japonês Junji Ito, um dos mais conceituados no universo dos mangás. A Bienal receberá ainda nomes como Conceição Evaristo, Itamar Vieira, Aílton Krenak, Caco Barcellos e Lázaro Ramos, entre outros.

Crianças

Para os pequenos leitores, o programa Petrobras Cultural oferece o Espaço Metamorfoses, inspirado nas mudanças do mundo e da leitura, que traz uma exposição imersiva com cenários interativos e lúdicos, que proporcionarão a cada visitante mirim a possibilidade de vivenciar uma viagem literária em diversas linguagens.

Nesse espaço, crianças com deficiência visual poderão fazer uma visita guiada. Além disso, todas as sessões da programação oficial terão tradução simultânea em libras. A Bienal deste ano terá formato híbrido, com o conteúdo transmitido em tempo real pelo site www.bienalrio.com.br.

Os ingressos podem ser adquiridos no site e também estarão disponíveis em bilheteria física, com número limitado, durante o festival. A diretora da GL events, responsável pela Bienal, Tatiana Zaccaro, disse que essa edição da Bienal é muito especial porque, ao mesmo tempo que demonstra a responsabilidade que o momento atual, ainda de pandemia, exige, traz “a energia do reencontro e a potência das conexões com o universo literário e as diferentes linguagens e temas. Nosso propósito de estimular a leitura para transformar o país está ainda mais presente, com uma programação plural e de bastante qualidade", afirmou.

Serviço

A Bienal se estenderá até o próximo dia 12, nos horários das 9h às 21h, de segunda a quinta-feira; das 9h às 22h, às sextas-feiras; e das 10h às 22h, aos sábados e domingos. O ingresso custa R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada).

De acordo com os organizadores, a meia-entrada é válida para estudantes, idosos, portadores de necessidades especiais e acompanhantes, jovens de 15 a 29 anos pertencentes a famílias de baixa renda, menores de 21 anos e professores e profissionais da rede pública de ensino do Rio de Janeiro. Crianças com até um metro de altura terão direito à gratuidade, além de guias de turismo com carteira emitida pelo Instituto Brasileiro de Turismo ( Embratur) e acompanhados de caravanas de turistas e grupos escolares. Autores, bibliotecários, profissionais de livros e professores também terão direito à gratuidade no dia e turno escolhido para visita à feira, mediante cadastro online prévio no site oficial da Bienal.

A solenidade de abertura terá com a presença do prefeito do Rio, Eduardo Paes, e dos secretários estaduais e municipais da Cultura e da Educação.

A UNAMA - Universidade da Amazônia realizou nos dias 23, 24 e 25 de novembro o XXII Fórum Paraense de Letras, organizado pelo curso de Letras e com apoio do Programa de Pós-Graduação em Comunicação, Linguagens e Cultura (PPGCLC). Essa edição ocorreu remotamente, pela plataforma da Editora Mezanino, com mesas-redondas, palestras, grupos de trabalhos e saraus poéticos.

O tema abordado, “Vozes fraturadas e questionadoras Vozes: o não canônico como forma de resistência”, provocou debates a respeito do reconhecimento de novas vozes, novos escritores e literaturas. Durante a abertura do evento, o Fórum também contou com a participação da reitora da UNAMA, Betânia Fidalgo, além de outros convidados.

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A coordenadora do curso de Letras, Terezinha Barbagelata, falou sobre os homenageados desta edição do evento, os professores Amarílis Tupiassú, Silvio Augusto Holanda (UFPA) e João Carlos Pereira (UNAMA/APL), os dois últimos in memoriam, que contribuíram de forma significativa para a área e para as edições anteriores do Fórum de Letras.

A coordenadora afirmou que o Fórum não é realizado somente para os alunos e docentes, mas para toda a comunidade que se interessa pela literatura. “Estou extremamente feliz e os nossos professores também estão totalmente engajados”, relatou.

Uma das mesas-redondas, “Literatura, entrelugar do cânone”, mediada pela professora Elaine Oliveira, debateu a importância da produção contemporânea no Pará. “Temos três jovens escritores, Josy Shaira, Marcos Samuel Costa, Roberta Tavares, que escrevem a contrapelo do contexto social que muitas vezes nem dá a oportunidade para que esses escritores possam divulgar sua obra”, afirmou.

Para o professor Paulo Nunes, o Fórum é uma reunião de muitas pessoas e conjunções para tratar da literatura canônica e não canônica. “A UNAMA consegue, neste encontro, reunir cinco universidades que atuam no Pará, e se orgulha muito desse evento que traz para nós o ânimo de que a literatura tem uma função social fundamental e o Fórum só reforça essa ideia”, concluiu.

Por Alessandra Nascimento e Isabella Cordeiro (com produção de Alessandra Nascimento e Dinei Souza).

 

O serviço postal do Canadá homenageou nesta quinta-feira (25) a prolífica carreira de seis décadas da escritora Margaret Atwood, autora de "O Conto da Aia", exibindo sua imagem em um selo.

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Em uma cerimônia realizada em uma livraria de Toronto, a escritora nascida em Ottawa reagiu com bom humor a esta "honra inesperada", recebendo amigos, parentes e "aqueles que tentam debochar de mim por aparecer em um selo".

"Em um selo, verdadeiramente, é o cúmulo", brincou. "Como vou poder esquecer disso? Que vergonha, que incômodo", emendou.

"Preparem-se para um monte de piadas sobre lamber e colar, sem mencionar o cancelamento e, especialmente, a filatelia", disse, mencionando a coleção de selos que teve quando menina, arrancados de envelopes tirados do lixo.

O novo selo traz uma foto de Atwood com os olhos fechados e uma mão no rosto, com a frase "Uma palavra, seguida de uma palavra, seguida de uma palavra é poder", de seu poema "Spelling".

Atwood também usou a apresentação para defender causas, contando a promessa de uma amiga de colar selos com seu retrato em cartas a ser enviadas a parlamentares no Canadá e nos Estados Unidos, pedindo ação frente às mudanças climáticas e pelo fim da discriminação de gênero.

A premiada escritora tem um repertório de 50 obras, incluindo romances, ficções curtas e poesia, e vendeu milhões de livros, que foram traduzidos a mais de 30 idiomas.

"O conto da Aia", uma distopia que conta a história de um regime totalitário que obriga as mulheres férteis a se reproduzir e entregar os filhos para casais da elite estéreis, foi publicado em 1985, mas se tornou mundialmente conhecido após a adaptação para a televisão pela plataforma Hulu em série homônima, premiada no Emmy, o Oscar da TV.

Os escritores africanos ganharam este ano três grandes prêmios internacionais: o Prêmio Nobel, o Booker Prize no Reino Unido e o Goncourt na França.

"Vemos um renascimento da atenção do mundo literário sobre a África", declarou à AFP Xavier Garnier, professor de Literatura Africana francófona e suaíli na universidade Sorbonne Nouvelle. Um fenômeno "singular".

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Historicamente, os escritores africanos são sub-representados no cenário internacional.

Mas neste ano o senegalês Mohamed Mbougar Sarr se destacou, aos 31 anos, como o primeiro escritor da África Subsaariana a levar o Prêmio Goncourt, o Graal da literatura francesa, pelo seu livro "La plus secrète mémoire des hommes" (A mais secreta memória dos homens, em tradução livre).

No mesmo dia, o sul-africano Damon Galgut ganhou o Booker Prize, o prêmio máximo para os romances escritos em inglês.

E a coroação aconteceu com o Nobel de Literatura concedido ao tanzaniano Abdulrazak Gurnah.

Mas a lista não acaba: o Booker Prize International coroou o franco-senegalês David Diop, o renomado Prêmio Neustadt (Estados Unidos) foi atribuído ao senegalês Boubacar Boris Diop e o Prêmio Camões (que premia um autor de língua portuguesa) foi vencido pela moçambicana Paulina Chiziane.

Esses prêmios chegam após o "renascimento da literatura africana nos últimos dez anos", explica à AFP Boniface Mongo-Mboussa, doutor em Literatura Comparada.

- Ecologia e afrofuturismo -

A literatura africana está cada vez mais dominada por "escritores profissionais, o que não aconteceu com nossos antecessores", explica este especialista.

Outro fenômeno coincidente: "a entrada em cena das mulheres", como Tsitsi Dangarembga (Zimbábue), Paulina Chiziane (Moçambique) ou a já premiada várias vezes Chimamanda Ngozi Adichi (Nigéria).

Os assuntos também mudaram, explica Mongo-Mboussa, escritor e crítico literário.

Mohamed Mbougar Sarr, premiado com o Goncourt, "escolheu falar de literatura" em seu livro, o que significa "tomar distância" dos temas mais comuns das histórias africanas "que falam por exemplo de violência, guerra, das crianças soldados".

O feminismo, a homossexualidade, a ecologia, o afrofuturismo (corrente da ficção científica) também aparecem na produção literária do continente.

No entanto, no mundo francófono persiste a distinção entre literatura francófona e francesa, destaca Boniface Mongo-Mboussa.

Vários escritores africanos levaram o prêmio Renaudot, outro grande prêmio literário francês. O franco-congolês Alain Mabanckou deu aulas no prestigioso Collège de France.

Mas os escritores francófonos africanos continuam sendo vistos como "produtos do antigo Império" e não realmente como atores no mesmo patamar, acrescenta este doutor em letras.

A UNAMA - Universidade da Amazônia promove nos dias 23, 24 e 25 de novembro o XXII Fórum Paraense de Letras, organizado pelo curso de Letras e com apoio do Programa de Pós-Graduação em Comunicação, Linguagens e Cultura (PPGCLC). O tema dessa edição é “Vozes fraturadas e questionadoras vozes: o não canônico como forma de resistência”. O evento será realizado remotamente durante os três turnos.

O Fórum vai homenagear a professora Amarílis Izabel Alves Tupiassú, intelectual renomada, memorialista e incentivadora na formação de leitores. A temática desse ano é a maior novidade, como afirma a coordenadora do curso de Letras, Terezinha Barbagelata.

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“Nesse momento em que o mundo se torna mais conservador, o colegiado de Letras optou por questionar o cânone da literatura ocidental, uma vez que ele é o grande referencial para nós, como parte expressiva do ensino da literatura no Brasil”, disse.

Além das palestras e mesas de debates, nos dias 23 e 24, o evento terá a presença da reitora da UNAMA, Betânia Fidalgo, que vai prestar uma homenagem à memória dos professores João Carlos Pereira e Sílvio Augusto Holanda, vítimas da covid-19.

As inscrições podem ser feitas no site:

https://extensao.unama.br/DetalhesEvento.aspx?EventoId=38589

Confira a programação completa do XXII Fórum Paraense de Letras: 

Dia 23/11 – 16h às 18h 

Mesa 01: Reedição e Memória da Literatura no Pará: Eneida de Moraes e Dalcídio Jurandir. Palestrantes: Profª Josebel Fares, CUMA/UEPa; Jorge Panzera/Imprensa Oficial; Prof. Dênis Girotto Brito /Editora Pará.Grafo e SEDUC-PA. Mediação: Prof. Dr. Paulo Maués Corrêa (SEDUC-PA, Makunaíma/UFPa e editora PakaTatu). 

Abertura oficial – 19h

Profª Drª Maria Betânia Fidalgo Arroyo – Reitora UNAMA

Profª Drª Terezinha Barbagelata – Coordenadora do curso de Letras

Prof. Dr. Edgar Monteiro Chagas Júnior – Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação, Linguagens e Cultura (PPGCLC)

Profª Dr. Paulo Nunes – Docente UNAMA

Profª Mª Ermelinda Báez Mateus – Docente UNAMA

Dia 24/11 - 09h às 11h30 

Educação Sensível em Poéticas na Amazônia

Palestrantes: Profª Drª Josebel Akel Fares – CUMA/PPGED/ UEPA.  

Dia 24/11 – 09h30 às 12h30 

Academia do Peixe Frito - Literatura e Movimentos Modernizantes – Palestrantes: Prof. Dr. Paulo Nunes (Letras, PPGCLC/UNAMA), Prof. Mª Elaine Oliveira (Letras/UNAMA e FCP-PA) e Profª Raimunda Berenice (PPGCLC/UNAMA e SEDUC-PA). 

Dia 24/11 – 09h às 11h30 

Reflexões sobre as línguas, reconhecimento cultural e globalização – Palestrantes: Profª. M.ª Ermelinda Báez (UNAMA) e Profª Mª Vera Pimentel (UNAMA): reúnem pesquisas da área de investigação das línguas estrangeiras.  

24/11 – 16h às 18h 

As Academias de Letras difundem a Literatura? – Mesa em homenagem a João Carlos Pereira.

Palestrantes: Profª Drª Maria Betânia Fidalgo (UNAMA/Academia Paraense de Letras), Prof. Franciorlys Vianzza (ACL), Prof. M. Airton Souza (ALSSPA). Mediação: Paulo Nunes (UNAMA). 

24/11 – 19h às 21h 

Vozes em contraponto ao patriarcado

Palestrantes: Giselle Ribeiro, Nathália Cruz, Monique Malcher. Mediação: Profª Mª Elaine Oliveira (UNAMA/FCP-Pa).  

25/11 – MESAS - 9h às 12h

Pesquisa, Saberes e Práticas Educativas das Populações Quilombolas – EDUQ/UEPA.

Palestrantes: Profª Drª Ana D’Arc Azevedo (UNAMA/UEPa) e Profª Mª Neilce Coelho S. Santos (SEDUC-PA).  

Literatura Brasileira de Expressão amazônica, séc. XIX e XX, entre prosa, poesia e epistolografia

Palestrantes: Profª  Drª Alessandra Greyce  Gaia Pamplona (IFPA) e Profª Mª Nellihany Soares Melo (IFPA).  

Makunaima: Cultura e Resistência em Tempo de Necropolítica

Palestrantes: Prof. Dr. Luis Heleno Montoril del Castilo (PPGL-UFPa) e Prof. Dr. Paulo Maués Corrêa (SEDUC-Pa/ editora PakaTatu). 

Leituras Intersemióticas e Literárias

Palestrantes: Profª Drª Lucilinda Teixeira (UNAMA), Profª Drª Rosângela Darwich (UNAMA) e Prof. Dr. José Guilherme de Oliveira Castro (UNAMA). 

Leitura e Letramentos Literários

Palestrantes: Profª Drª Lourdes Ferreira (UNAMA) e Profª Drª Terezinha Barbagelata (UNAMA) 

25/11 –15h às 17h

Literatura, entrelugar do cânone

Palestrantes: Mana Josy Shaira, Marcos Samuel Costa, Roberta Tavares. Moderador: Marcílio Caldas Costa (poeta e editor da Mezanino Editorial). 

25/11 –16h às 18h  

Globalização linguística: outras reflexões sobre as línguas

Prof. Dr. Raimundo Tocantins (UNAMA), Profª Drª Tânia Resende (UFG), Prof. Me. Marcus Vinicius (UFRR). Mediação: Prof. Dr. Welton Lavareda (UNAMA/Fibra).  

Encerramento – 19h

Roda de Conversa com a homenageada Profª Drª Amarílis Tupiassú

Convidados entrevistadores: Prof. Dr. José Guilherme de Oliveira Castro, Prof. ª M.ª Elaine Oliveira, Profª M.ª Ermelinda Báez, Profª Drª Lourdes Ferreira.

Por Isabella Cordeiro.

 

A britânica J. K. Rowling, autora da saga de sucesso Harry Potter, revelou nesta segunda-feira (22) que recebeu ameaças de morte, segundo ela, de ativistas dos direitos dos transgêneros que a acusam de transfobia.

"Recebi tantas ameaças de morte que agora poderia colocar de papel de parede", disse a romancista em uma série de tweets.

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Nessas mensagens, Rowling, de 56 anos, afirma que três militantes "se fotografaram em frente à (sua) casa" na semana passada, "posicionando-se expressamente de forma que (meu) endereço fosse visível", e postaram as imagens no Twitter.

Contactada pela AFP, a polícia escocesa afirmou que o caso estava sendo investigado.

No ano passado, a autora das histórias do bruxo compartilhou um artigo sobre "pessoas que menstruam" no Twitter. "Tenho certeza de que costumava haver uma palavra para essas pessoas. Que alguém me ajude", ela indicou, ironicamente.

Vários internautas responderam que homens transgêneros podem menstruar e que há mulheres trans que não podem.

O status das pessoas trans é objeto de debate nos últimos anos no Reino Unido.

Rowling afirmou na segunda-feira que foi contatada por muitas mulheres que foram vítimas de "campanhas de intimidação", variando de assédio a ameaças de estupro.

E acusou essas três ativistas que divulgaram seu endereço de terem feito isso para "intimidá-la e impedi-la de defender os direitos das mulheres com base no sexo" biológico.

O cantor e compositor Otto faz sua estreia na literatura com a publicação de “Meu livro vermelho”. A obra é uma compilação de textos, fotografias e reflexões do artista, antes publicados em seu Instagram, e agora reunidos em livro editado e publicado pela Impressões de Minas Editora.

O livro reúne alguns escritos e fotografias feitos por Otto entre os anos de 2014 e 2019. São manifestações que passeiam por temas subjetivos, abordando sentimentos cotidianos, e esbarram, também, na realidade vivenciada pelo país nos últimos cinco anos. Todo o material foi retirado do Instagram do artista, onde ele os publicava como se fosse um diário de suas expressões.

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Também pelo Instagram, Otto falou sobre enveredar pelo mundo da literatura e mostrou-se muito feliz em apresentar ao mundo o seu primeiro livro. “Estou emocionado em poder dividir com vocês meus escritos. Escrever para mim é transformar meu pensamento em palavras escritas. Esse meu desafio… É contextualizar meu inconsciente em consciente ou vice versa. São emoções que margeiam meu universo e que se misturam com a dor e o amor que é viver”. A publicação está em pré-venda no site da Impressões de Minas Editora. 

Entre as mais de 100 atividades previstas na programação deste ano da Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô), que começa nesta quarta-feira (17),  há espaço também para a música, o teatro, artesanato e a gastronomia.

De hoje (17) a domingo (21), quase uma centena de escritores, artistas, chefes e quituteiras convidadas pela Fundação Casa de Jorge Amado ocuparão os 123 espaços do Centro Histórico de Salvador (BA), destinados a celebrar a cultura, estimular a leitura e incrementar o turismo e o comércio na capital baiana. Este ano, o evento homenageia o escritor alagoano Graciliano Ramos (1892-1953), autor de Vidas Secas, São Bernardo e outros clássicos brasileiros.

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Entre os escritores que confirmaram presença nas mesas de debates, bate-papos, saraus e apresentação de novos livros estão Itamar Vieira Júnior, autor do romance Torto Arado, que se tornou um recente fenômeno de vendas, e a ensaísta e crítica literária Heloísa Buarque de Hollanda, de Explosão Feminista e vários outros títulos, além de Ronaldo Correia de Brito, que, este ano, publicou o livro de crônicas A Arte de Torrar Café.

As atrações musicais estarão a cargo de Margareth Menezes, Paulinho Boca de Cantor (Novos Baianos), Jau (ex-Olodum) e a banda Sertanília, conhecida por fundir ritmos tradicionais do sertão (coco, maracatus, sambadas e terno de reis) à música erudita.

O acesso a todos os eventos presenciais será gratuito, mas quem não puder ir ao Pelô poderá acompanhar pelo canal do evento no YouTube – incluindo parte da programação infantil que, entre outras atrações, reservou espaço para a contação de histórias.

Vinte e oito bares e restaurantes do Centro Histórico vão integrar a chamada Rota Gastronômica Amados Sabores, oferecendo pratos exclusivos, inspirados no tema Amado Sertão – Comida Sertaneja da Bahia, a preços entre R$ 23 e R$ 69. A programação culinária contará ainda com oficinas gastronômicas a cargo do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). Uma das oficinas, Vidas Secas: Comida de Sustança, tem relação com a obra mais famosa de Graciliano Ramos, abordando o preparo de pratos típicos como efó, farofa d´água, rabada e sarapatel. A conversa acontecerá na plataforma Microsoft Teams, nos dias 18 e 19.

Já a Rota das Artes será composta por dez ateliês de artistas visuais que atuam e vivem no Centro Histórico de Salvador. Percorrendo-a, o público interessado poderá apreciar, gratuitamente, pinturas, mosaicos e esculturas, com diferentes técnicas. Os ateliês participantes ficarão abertos ao público durante todos os dias da Flipelô, a partir das 10h.

programação completa do evento está disponível em https://flipelo.com.br/programacao/.

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O escritor Alfredo Guimarães Garcia lança novo livro. “O homem que falava com Deus e outros contos assombrosos”, 60ª obra do autor, está em pré-venda na internet, no site da Editora Pará.grafo e nas redes sociais, até o dia 30 deste mês. Custa R$ 45,00, mais a taxa dos Correios de R$ 10,00. O livro será entregue autografado e com dedicatória do autor.

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“O Homem que falava com Deus e outros contos assombrosos” é dedicado ao escritor paraense Walcyr Monteiro, autor do livro Visagens e assombrações de Belém”. “Fui beber nessa fonte para redigir esses contos”, diz Alfredo sobre Walcyr. A obra de Alfredo Garcia expoe a riqueza da escrita, e enaltece a cultura do Estado.

O livro não estará nas livrarias físicas. Será diretamente enviado para o leitor, da mesma forma realizada na pré-venda. O valor será o mesmo. O comprador ainda leva como brinde outro livro de Alfredo Garcia,“Contos do amor em Flor”.

Por Alessandra Nascimento.

 

Mauro Sousa, filho do cartunista Maurício de Souza, Mauro de Souza, defende a criação de um personagem homossexual na Turma da Mônica ventilada pelo seu pai. Durante entrevista, ele disse que a diversidade sempre esteve presente nas histórias do grupo e que seria um “carinho” da parte dele a criação de um personagem gay inspirado no próprio filho. 

Mauro falou sobre a possível criação do novo personagem, durante entrevista à Revista Veja.. “É uma ideia linda e um gesto de amor e carinho do meu pai. A diversidade sempre esteve presente na Mauricio de Sousa Produções. São mais de 400 personagens de várias idades, etnias, enfim, cada um do seu jeitinho. Não será diferente agora, mas, com certeza, sinto que falta um personagem gay.”

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O filho de Maurício de Souza disse também que cresceu um tanto “solitário” pela falta de representatividade LGBTQIA+ nas histórias em quadrinho, quando era criança, e afirmou que a presença do tema nos mais diversos espaços não é capaz de influenciar ninguém em suas escolhas e preferências. “É simples: a sexualidade não é influenciável, nem dá para se converter. Eu não virei gay. Eu nasci gay. Argumentos como esses não têm fundamento algum.  Uma referência bem-feita e bem pensada sobre sexualidade e suas ramificações teria feito com que eu fosse uma criança mais feliz e tranquila”. 

 

A famosa franquia de videogames da Capcom, “Mega Man”, receberá uma nova adaptação em mangá, que será uma sequência direta da história contada em “Rockman.EXE” (2001-2006), conhecida no Brasil como “MegaMan NT Warrior”. O anúncio foi feito ontem (11), no Twitter oficial do mangaká da saga, Ryo Takamisaki.

De acordo com Takamisaki, a nova história abordará o rival do protagonista, Forte, conhecido nos Estados Unidos e no Brasil como Bass. Personagem fez sua primeira estreia em “Mega Man 7” (1995), lançado para o console Super Nintendo.

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Posteriormente, Forte se tornou um personagem jogável em outros games da saga, como “Mega Man & Bass” (1998) e “Mega Man 10” (2010).

Takamisaki não divulgou uma previsão de lançamento para o mangá, mas revelou que, diferente das edições anteriores publicadas no periódico “Coro Coro Comic”, as novas histórias contarão com uma nova editora, ainda não revelada.

“MegaMan NT Warrior” se baseia nos jogos da saga “Mega Man Battle Network”, lançados a princípio para o portátil Game Boy Advance da Nintendo, no início dos anos 2000. O mangá também contou com uma adaptação em anime, que no Brasil foi transmitido nas manhãs da Globo por volta de 2005.

Com o enfraquecimento da pandemia, as atividades econômicas por todo o país voltam a ganhar fôlego. Neste momento, profissionais e empreendedores buscam maneiras de retomar seus negócios e carreiras ou criar novos. Pensando nos que desejam construir uma jornada de prosperidade e sucesso, o empreendedor Janguiê Diniz, fundador e presidente do Conselho de Administração do grupo Ser Educacional e presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, está lançando seu novo livro, intitulado “O código secreto da riqueza – as 12 chaves que lhe trarão sucesso, prosperidade e riqueza financeira”, publicado pela Editora Gente.   

Na obra, seu 27º registro, o autor discorre sobre os diversos tipos de riqueza e dá orientações sobre como obtê-los, principalmente a riqueza financeira, e desenvolver-se pessoal e profissionalmente. O livro chega às livrarias a partir do dia 01 de dezembro, mas a pré-venda já iniciou pelas principais plataformas de venda do país, como Amazon, Americana e Livraria Vanguarda.   

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Em especial neste momento de retomada econômica, Janguiê defende que é possível buscar novas oportunidades e dar um salto de desenvolvimento. “Sabemos que muitos empreendedores foram fortemente prejudicados pelas restrições dos últimos dois anos. Agora que podem voltar a atuar com mais força e tranquilidade, é imperativo que eles procurem se munir das habilidades e competências necessárias para que superem as adversidades atuais e construam um futuro promissor. É esse caminho que trago no livro”, esclarece. 

Partindo dessa premissa, o autor costura “O código secreto da riqueza” a partir das 12 principais chaves que ele chama de chaves mestras que levam alguém a obter os mais variados tipos de riquezas na vida. “O código de que falo no livro é composto por 12 chaves que toda pessoa que quer ter sucesso e prosperidade e alcançar as mais diversas formas de riquezas deve usar”, pontua. “Essas chaves são baseados nas trajetórias de diversos empreendedores com quem convivi e convivo, e na minha própria. São pontos em comum e de grande valia para todo empreendedor”, completa. 

Com uma trajetória empreendedora de sucesso, Janguiê Diniz decidiu dedicar seu novo livro ao tema da riqueza, mas ressalta: não existe apenas a riqueza material, como muitos pensam. “Em nossas vidas, podemos amealhar uma grande diversidade de riquezas que são de extrema importância para nosso desenvolvimento pessoal e profissional. Entre elas, podemos citar as riquezas da saúde, da família, a espiritual, do conhecimento, do propósito, do networking, da reputação e, por fim, a material. Esta, no entanto, é, em suma, um reflexo do equilíbrio de todas as outras, a consequência de uma vida plena”, explica. 

“O código secreto da riqueza” é o 27º livro de Janguiê Diniz, que tem outras obras sobre empreendedorismo e carreira como “A arte de empreender”, “Fábrica de vencedores”, “Vem Ser S.A.”, além de sua biografia, “Transformando sonhos em realidade: a trajetória do ex-engraxate que chegou à lista da Forbes”.   

A partir de todo o conhecimento condensado no livro, Janguiê lançará, em janeiro de 2022, o Método Especial “O código secreto para a criação de riqueza”, com base em mentorias e imersões presenciais e on-line, em que o autor explicará na prática todos os passos que o levaram ao cume da carreira profissional e pessoal. A pré-reserva já pode ser feita por meio do site www.janguiediniz.com.br e as vagas são limitadas. 

Sobre Janguiê Diniz: empreendedor que figura na lista da Forbes, é mestre e doutor em Direito, fundador do grupo Ser Educacional e presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo. Nasceu em Santana dos Garrotes, no Sertão da Paraíba, mas, ainda criança, viveu também em Naviraí, no Mato Grosso do Sul, e Pimenta Bueno, em Rondônia. Aos 8 anos, montou seu primeiro “empreendimento”: uma caixa de engraxate. Pouco depois, passou a vender laranjas, depois de picolés de porta em porta. 

A trajetória de vida de Janguiê foi baseada na educação. Formou-se em Direito pela UFPE e em Letras pela Unicap. Foi professor na Faculdade de Direito de Olinda e, aprovado em diversos concursos públicos, exerceu os cargos de juiz federal do Trabalho do TRT 6ª Região e de procurador do Trabalho do Ministério Público da União, além de professor efetivo da Faculdade de Direito do Recife, da UFPE. 

Em 1994, fundou o Bureau Jurídico, um dos cursos preparatórios para concursos públicos de maior sucesso na região e que obteve altos índices de aprovação. Em 2003, criou, no Recife, a Faculdade Maurício de Nassau, hoje UNINASSAU, mantida pelo grupo Ser Educacional, que hoje é um dos maiores do Brasil no setor de educação superior privada, atendendo a mais de 300 mil alunos e com mais de 11 mil colaboradores. O Grupo inclui as marcas UNINASSAU, UNINABUCO, UNIVERITAS, UNG, UNAMA, UNINORTE, UNIFACIMED, UNIFASB, UNESC e UNIJUAZEIRO. 

Janguiê fundou, em 2019, junto com mais 33 grandes empreendedores nacionais, o Instituto Êxito de Empreendedorismo, que já conta com mais de 450 sócios que compactuam do propósito de fazer do empreendedorismo a turbina para alavancar vidas e histórias. Também se dedica a investir em startups e empresas inovadoras, por meio de seu family office Epitychia e da Bossanova Investimentos, da qual é sócio. 

Janguiê Diniz já tem 27 livros publicados, entre eles, sua autobiografia, intitulada “Transformando sonhos em realidade – a trajetória do ex-engraxate que chegou à lista da Forbes”.

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Morreu na manhã desta quarta-feira (10), aos 71 anos, em Belém, o cartunista paraense Ubiratan Nazareno Borges Porto, mais conhecido como Biratan, uma das maiores referências do humor e da cultura do Pará. Segundo informações da família, o artista estava em tratamento contra o câncer.

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Biratan nasceu no dia 29 de outubro de 1950, em Castanhal, e era formado em Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal do Pará – UFPA. Ele era escritor e compositor, foi cartunista profissional por mais de 40 anos e teve suas charges publicadas diariamente no jornal “A Província do Pará”, a partir de 1978.

O cartunista tem vários livros publicados, sendo um deles a coletânea “Biratan, Um Traço no Tempo – 40 anos de humor & Artes Visuais”, lançado em 2020. Ao longo da carreira, Biratan também conquistou prêmios no Brasil e no exterior, além de ter trabalhos exibidos em diversos países da Europa, como a França, Itália, Bélgica, Holanda, entre outros.

Biratan Porto foi o idealizador do Salão Internacional de Humor da Amazônia, festival de exposição de cartuns e charges que teve dez edições, entre os anos de 2008 e 2018. Até o fechamento deste texto, informações sobre o velório e o sepultamento do cartunista ainda não foram divulgadas.

Na galeria de fotos estão alguns dos premiados cartuns de Biratan. Conheça mais nos links abaixo.

http://biratancartoon.blogspot.com/

https://brazilcartoon.com/biratancartoon?language=

Por Isabella Cordeiro.

As mais diversas linguagens artísticas estarão presentes na Festa Literária de Serra Talhada - FLIST, de 23 a 26 de novembro, na Estação do Forró da cidade sertaneja. A quarta edição do evento reunirá literatura, música, dança, cinema e teatro. A literatura estará na base da produção e vai transpassar toda a programação da FLIST, que já tem nomes como Ivanildo Vila Nova e Rogério Menezes confirmados.

De acordo com Cleonice Maria, uma das coordenadoras do evento, a FLIST vai ser realizada de forma presencial e virtual, por meio dos sites da Fundação Cabras de Lampião e da Prefeitura de Serra Talhada. "O evento vai ser realizado nos horários da manhã, tarde e noite, e haverá higienização completa do ambiente nos intervalos entre uma sessão e outra”. Cleonice ressalta ainda que, com a pandemia da Covid-19, a FLIST seguirá as recomendações dos órgãos sanitários competentes.

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O encontro contará com diversas palestras, mesas de diálogos, conferências, contações de histórias, lançamentos de livros, além de apresentações com artistas de reconhecimento local e nacional. Jorge Filó, Marcos Godoy, Vera Ferreira, Anildomá Willans de Souza, Ferreira Júnior e Adriano Marcena, Clênio Sandes, Sebastião Dias, e Zé Carlos do Pajeú são alguns dos grandes nomes com participações já confirmadas no evento.

A FLIST ainda abre espaço para os shows de Assisão, As Severinas, Jéssica Caitano e Coco Trupé de Arcoverde. Grupos de dança e teatro também estarão na programação como Filhos do Sol, Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, Cia. Artística Pajeú de Danças, Trupe Teatral Espantalho com A Peleja De Severo para Enganar A Morte, As Beatas do Pau Oco, O Casamento, A Chegada de Lampião no Inferno, Decripolou Totepou. Além disso, performances serão apresentadas durante todos os dias da festa.

A Mesa de Glosa não pode faltar numa programação sertaneja que se preze e chega com uma trupe de grandes poetas. Já no Cine Clube Lampião, serão exibidos filmes produzidos na região, com artistas e técnicos do sertão.

"A proposta é comunicar a percepção de que a criação, em suas diversas linguagens e interpretações, surge a partir da necessidade de soltar as amarras da realidade. Por meio do fazer artístico, a realidade é transformada e recriada. E, com isso, a natureza humana passa a ser vista em suas singularidades”, concluiu Cleonice Maria.

Além de ser um ambiente para vivenciar a arte, a FLIST será um espaço de construção de políticas do livro, da leitura, da literatura e de bibliotecas, onde haverá momentos de escuta da sociedade e das entidades envolvidas com a área. A ideia dessa miscelânea artística é valorizar a cultura local, onde há tantos poetas que lidam com a literatura por meio da oralidade.

A Secretaria Municipal de Educação irá disponibilizar um bônus para os professores adquirirem livros, como forma de incentivar os escritores e também de contribuir com a leitura e os estudos dos docentes. Durante o evento, a organização vai espalhar obras literárias pela cidade, com o mesmo objetivo, ou seja, de incentivar a leitura. Ao final, os livros deverão ser entregues na Biblioteca Pública Municipal Cecílio Tiburtino.

A FLIST é uma produção da Fundação Cultural Cabras de Lampião, em parceria com a Prefeitura Municipal de Serra Talhada, com a Secretaria Municipal de Educação e com a Fundação Cultural de Serra Talhada. O evento tem incentivo do Funcultura, da Fundarpe, da Secretaria Estadual de Cultura e do Governo de Pernambuco. A programação completa da FLIST já está disponível nos sites: www.cabrasdelampiao.com.br e www.serratalhada.pe.gov.br .

*Da assessoria de imprensa

O Shopping ETC, localizado no bairro dos Aflitos, Zona Norte do Recife, promove uma nova edição da ‘Feira Troca de Livro’. O evento será no próximo sábado, das 10h às 17h, no stand montado no piso principal do estabelecimento. Para participar da iniciativa é necessário que o livro esteja em bom estado de conservação.

A dinâmica da feira, de acordo com a organização, não permite a reserva ou venda de livros. Além disso, não serão aceitos exemplares como didáticos, acadêmicos, de poesia, em outros idiomas ou que a distribuição tenha sido gratuita.

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Serviço

Feira de Troca de Livro

Shopping ETC - Avenida Conselheiro Rosa e Silva, 1460, Aflitos, Recife

Sábado (6), 10h às 17h

Informações: 3243.8212

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O advogado e atual secretário de Estado de Administração Penitenciária, Jarbas Vasconcelos, fará palestra sobre o seu novo livro, intitulado "Portugal: Um Estado com Certidão de Nascimento", nesta quarta-feira (3), às 16 horas, no auditório Davi Mufarrej, da UNAMA - Universidade da Amazônia, na avenida Alcindo Cacela, em Belém. Na quinta-feira (4), Jarbas Vasconcelos apresenta o livro em um colóquio no Instituto Histórico e Geográfico do Pará (IHGP), e no dia 8 de novembro fará o lançamento do livro na Livraria da FOX, na Travessa Dr. Moraes. Os dois últimos eventos serão às 17 horas. 

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O livro "Portugal: Um Estado com Certidão de Nascimento" trata, em três artigos, sobre importantes documentos, fundamentais para a construção do Estado de Portugal:

Artigo 1. Portugal: um Estado com certidão de nascimento;

Artigo 2. A importância da Cúria de Coimbra de 1211 para a formação do moderno Estado português;

Artigo 3. Da bula Manifestis Probatum à Restauração: traços da formação do moderno Estado português.

O autor, que é mestre e doutrando em Direito, pesquisou e escreveu sobre como aconteceu a ocupação da região de Portugal, desde os anos 868 até a Idade Moderna, e como o Estado e a igreja trataram os fatos em documentos oficiais para a formação do Estado Português. No prefácio do livro, Filipe de Arede Nunes, doutor e professor da Universidade de Lisboa, escreve: “A obra que agora se apresenta corresponde a uma colecção de três estudos elaborados pelo Mestre Jarbas Vasconcelos do Carmo no âmbito da parte curricular do Doutoramento em ciências Histórico-Jurídicas – especialidade de História do Direito – na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa durante o ano lectivo de 2018/2019".

Segundo o jurista, para além de se integrarem no vasto tema da investigação jurídico-histórica, os textos partilham em comum (numa perspectiva mais estrita) o debate no âmbito da controvérsia acerca da fundação, desenvolvimento e consolidação do Estado – e em particular do Estado português. "Nos três estudos agora coligidos desenha-se o quadro evolutivo da constituição do reino de Portugal durante o período de transição da Alta para a Baixa Idade Média, assumindo particular realce (embora a investigação desenvolvida se prolongue até ao início da Idade Moderna) o intervalo que vai desde criação do segundo condado portucalense por Afonso VI de Leão e Castela, à emissão da Bula Manifestis Probatum pelo Papa Alexandre III em 1179, documento através do qual D. Afonso Henriques foi confirmado pelo Sumo Sacerdote como rei de Portugal", escreveu Arede Nunes.

No entanto, destaca o professor, a coletânea de estudos não se restringe a compilar e analisar a legislação que permitiu a construção do edifício do Estado do Portugal nascente, uma vez que, como resulta claro da leitura de Portugal: um Estado com certidão de nascimento, também participa no debate em torno do significado jurídico-político de documentos e acontecimentos, como a Batalha de Ourique e o Tratado de Zamora. 

Da assessoria da Sedap.

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos entrou com uma ação nesta terça-feira (2) para bloquear uma fusão entre duas grandes editoras, afirmando que reduzirá a concorrência e prejudicará autores e consumidores.

A Penguin Random House, a maior editora do mundo, anunciou no ano passado que planejava comprar a rival Simon & Schuster, o que o Departamento de Justiça disse que permitiria "exercer influência indevida" no setor.

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"Autores e consumidores americanos pagariam o preço por essa fusão anticompetitiva - com menos adiantamentos para os autores e, em última análise, menos livros e variedade para os consumidores", disse o procurador-geral Merrick Garland em um comunicado.

Observando que apenas cinco empresas controlam a indústria editorial nos Estados Unidos, Garland disse que "se a maior editora do mundo pudesse adquirir um de seus principais rivais, ela teria um controle sem precedentes sobre essa importante indústria".

O grupo de mídia ViacomCBS anunciou em novembro de 2020 que planejava vender sua unidade Simon & Schuster para a Penguin Random House, uma subsidiária da empresa alemã Bertelsmann, por 2,2 bilhões de dólares.

Mas o Departamento de Justiça disse que o pacto prejudicaria a concorrência, permitindo que as empresas controlassem cerca de metade do mercado de direitos de publicação e prejudicaria editoras independentes menores que não podem pagar tanto aos autores, enquanto os escritores teriam menos poder de barganha.

O comunicado destaca que a Penguin Random House em seus próprios documentos "considera o mercado editorial americano um 'oligopólio'" e busca "'cimentar' sua posição como editora dominante nos Estados Unidos".

Em nota a seus funcionários, o CEO da Simon & Schuster, Jonathan Karp, disse que as empresas "discordam veementemente do Departamento de Justiça sobre o fato de que essa transação prejudicará a concorrência".

"A Penguin Random House lutará vigorosamente para que essa transação se concretize e faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para ajudar nesses esforços", disse.

Alguns grandes autores de Simon & Schuster são Stephen King e Doris Kearns Goodwin, enquanto Barack e Michelle Obama e John Grisham publicaram com a Penguin Random House.

Os criadores da HQ Superman: Son of Kal-El, que mostra o Superman como uma pessoa bissexual, estão sendo ameaçados de morte. Por conta disso, policiais estão patrulhando as casas de alguns dos ilustradores e funcionários da produção que criaram a série de quadrinhos.

Ao site TMZ, policiais de Los Angeles, nos Estados Unidos, afirmaram que, além dos funcionários, também precisaram fazer patrulhas nos escritórios da DC, ameaçados pelos "fãs" do Superman que não aceitam a bissexualidade do herói - que, vale lembrar, é totalmente ficcional -. 

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Mesmo com as ameaças não se consolidando, os policiais continuam com as suas rondas nas residências das pessoas ameaçadas como forma de precaução. 

Sobre a HQ

A série em quadrinhos, que deve chegar nas bancas americanas no próximo dia nove de novembro, traz Jon Kent, filho de Clark Kent, se descobrindo bissexual e engatando um romance com o repórter Jay Nakamura.

Nesta sexta-feira (29) comemora-se o Dia Nacional do Livro, data instituída como uma homenagem à fundação da Biblioteca Nacional do Livro, em 1810. As obras literárias, também consideradas como fontes de conhecimento, acompanham a vida de muitas pessoas, seja em momentos de entretenimento ou de profissionalização.

De acordo com um levantamento realizado pela Nielsen BookScan e divulgado pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) na 7ª edição do Painel do Varejo de Livros no Brasil, o mercado de livros encerrou o primeiro semestre de 2021 com um total de vendas de 28 milhões. O número representa um aumento de 48,5%, quando comparado ao mesmo período de 2020, que registrou 18,9 milhões de unidades, devido a possíveis reflexos causados pela pandemia do Covid-19.

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Para celebrar a data, o LeiaJá conversou com a jornalista, professora, escritora, mestre e doutora em Literatura, Miriam Bevilacqua, que recomendou cinco livros voltados para o público de 18 a 25 anos. Acompanhe:

“O Gigante Enterrado” (2015): Obra concebida pelo autor Kazuo Ishiguro, ganhador do prêmio Nobel de Literatura de 2017. Segundo Miriam, o livro se utiliza de simbologias para abordar temas como velhice, lutas perdidas e memórias. “É a história de um casal que parte em busca do filho, em meio a uma névoa, lutando contra o esquecimento”, explica.

“O Germinal” (1885): Escrito pelo autor Émile Zola (1840-1902), para Miriam, a obra é um clássico indispensável no repertório de qualquer leitor. Sua narrativa aborda a luta dos mineiros e retrata as primeiras tentativas de organização das pessoas menos favorecidas, em meio a uma greve. “O próprio autor trabalhou como mineiro na extração de carvão, em condições precárias, para poder dar mais fidelidade ao romance”, comenta.

“Todas as Crônicas” (2018): Este livro reúne as crônicas da escritora e jornalista Clarice Lispector (1920-1977). “São textos curtos, de fácil leitura, mas que, com toda a maestria de uma das maiores autoras brasileiras de todos os tempos, fazem-nos pensar sobre quase todos os aspectos da vida”, afirma Miriam.

“Torto Arado” (2019): Do autor Itamar Vieira Junior, Miriam define este livro como um dos melhores romances brasileiros da atualidade. A obra foi vencedora do Prêmio Jabuti de melhor livro, em 2020. “No contexto de uma realidade pós-escravidão, através de uma história sensível e original de duas irmãs e tendo sempre as mulheres como protagonistas, o romance caminha falando de amizade, da vida e da morte”, descreve.

“O Livro do Desassossego” (1982): De acordo com Miriam, a obra do autor Bernardo Soares é uma coletânea de versos e fragmentos. “Uma boa porta de entrada para a obra do maior poeta português de todos os tempos. A principal característica de Fernando Pessoa é seu poder de síntese, assim seus versos são curtos, mas capazes de transmitir com profundidade os sentimentos humanos”, finaliza.

Para mais recomendações de livros, acompanhe o canal da professora Miriam Bevilacqua: https://www.youtube.com/channel/UC_iOqKfJs8vLH8leB7frIew

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