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Na última semana, se completaram 95 anos desde que o Ford Model T, o primeiro carro popular da história, deixou de ser fabricado. O veículo revolucionou a indústria automotiva de uma vez por todas. Dessa forma, o LeiaJá preparou um conteúdo especial sobre este veículo:

Preço

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O Modelo T foi lançado em 1908, vendido a 850 dólares. Era muito barato, até mesmo para a época, embora até o para-brisa fosse um opcional. Porém, o valor ainda não agradava a Henry Ford, que gostaria de vender um carro acessível para todos. Ao longo de 19 anos de mercado, o valor do carro caiu para menos de 300 dólares, em 1922 - o equivalente a cerca de 5.000 dólares hoje.

Mudanças e Confiabilidade

A popularização do veículo impulsionou a indústria de autopeças e incentivou o governo americano a pavimentar ruas e avenidas. Além de fazer com que os trabalhadores procurassem os grandes centros na busca de empregos na indústria.

A importância do veículo e sua confiabilidade era tanta, que foi apelidado de "Tin Lizzie" (empregado de lata).

Sua resistência era mérito de sua engenharia e o material usado, o aço vanádio, liga mais leve desenvolvida pela própria Ford. O Modelo T também ajudou a certificar o volante do lado esquerdo nos carros padrões americanos (e de quase todo o mundo).

Pedais

O Ford Model T ficou conhecido por ser muito difícil de se conduzir, principalmente com os padrões de carros que foram chegando depois. O carro possuía três pedais, porém, não era como hoje em dia (o da esquerda para embreagem, meio para o freio e o da direita para acelerar). O pedal da esquerda acionava as duas marchas, o central o acionamento da ré e o da direita o freio.

No Brasil, o carro ficou conhecido como "Ford Bigode" pois existiam duas alavancas atrás do volante, uma controlava o acelerador e a outra o avanço da ignição.

Brasil

Em 1919, o veículo começou a ser montado em São Paulo, tornando-se o primeiro carro feito no Brasil. A fábrica se tornou atração turística na época. A montadora chegou ao Brasil após uma das principais revoluções no Modelo T: a carroceria do veículo começou a ser de metal e não de madeira.

Evolução

O Modelo T foi recebendo diversas tecnologias da época, como a partida elétrica. Porém, em 1927 a concorrência já era grande e o Model T não era mais exclusividade ou a primeira opção do público. Com isso, o filho de Henry Ford, Edsel, convenceu o pai a investir em um carro mais moderno, o Modelo A. O Modelo T vendeu mais de 15 milhões de unidades, recorde que o Fusca só superaria em 1972.

Ficha Técnica:

- Motor: 4 cilindros em linha, 2,9 litros;

- Potência: 22 cv;

- Câmbio: semiautomático de 2 velocidades;

- Dimensões: comprimento, 340 cm; largura, 168 cm; altura, n/d; entre-eixos, 255 cm;

- Carrocerias: touring, roadster, runabout, tudor, entre outras, variando de acordo com o ano;

- Desempenho: 72,4 km/h de velocidade máxima;

Até o mês de junho, os usuários do aplicativo de mobilidade Uber poderão pagar as corridas por PIX. A opção contemplará todo território nacional e será realizada na própria plataforma. Ou seja, o valor não deve ser pago diretamente aos motoristas. Ateriormente, a forma de pagamento era apenas para inclusão de créditos no Uber Cash.

Para quem optar pelo Pix deve ficar atento ao funcionamento. Ao solicitar uma viagem, o usuário deve escolher essa opção de pagamento. No momento de escolha, o passageiro será direcionado para a página que contém o código PIX. Em seguida, deve-se copiar e colar o código na área destinada no aplicativo do banco que utiliza. Após a confirmação da transação, a plataforma direciona o motorista. 

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O aplicativo da Caixa Econômica Federal para celulares ficou fora do ar ou com acesso intermitente nesta sexta-feira, 6. Desde o início da manhã, clientes do banco reclamam que não conseguem utilizar o aplicativo, que exibe mensagem de erro.

No site DownDetector, onde internautas podem reportar falhas em serviços digitais, centenas de reclamações foram registradas nesta sexta-feira.

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As principais reclamações são problemas para entrar no aplicativo, realizar transferências por Pix e operações no internet banking.

A Caixa ainda não retornou o contato da Redação sobre a falha em seus serviços até o fechamento deste texto.

A migração dos clientes da Oi para a TIM vai começar em junho, com usuários dos planos pré-pago e controle, depois chegando aos de pós-pago, informou o diretor operacional, Leonardo Capdeville, durante teleconferência com investidores e analistas.

No começo, a transferência deve rodar em torno de 50 mil pessoas por mês, acelerando gradualmente. A previsão é de conclusão desse processo em 12 meses, conforme já informado antes.

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Ao todo, serão migrados 16,4 milhões de clientes - o equivalente a 40% da base de assinantes das redes móveis da Oi.

Isso permitirá à TIM ampliar sua participação no mercado móvel de 20% para 27%, reduzindo a distância para Claro e Vivo.

O presidente da TIM, Alberto Griselli, destacou que a operadora terá crescimento em mercados importantes, como São Paulo (de 18,9% para 25,7%) e Rio de Janeiro (de 20,8% para 34,7%).

A Uber vai suspender temporariamente o recurso que permite dividir os valores das viagens entre os passageiros. A decisão vai valer em todo o mundo, incluindo o Brasil. 

Segundo o site 'Mashable', a Uber informou, através de email, que o serviço será interrompido temporariamente a nível mundial. A ideia é tirar um tempo para aperfeiçoar o recurso, muito popular entre os usuários. 

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Ainda de acordo com o Mashable, a empresa disse que o serviço será interrompido a partir do próximo mês de abril. "Todos os outros recursos continuarão funcionando como parte da sua usual experiência com a Uber", diz o email enviado pela plataforma. 

Os veículos elétricos de decolagem e pouso vertical (eVTOLs, na sigla em inglês), também conhecidos como "carros voadores", são um conceito ainda distante da população. No entanto, para a Eve, subsidiária da Embraer criada exclusivamente para esse fim, o negócio já é tratado como uma realidade.

Além do desenvolvimento do veículo, a empresa já começou a fechar parcerias para criar um ecossistema de mobilidade aérea urbana e assim tornar o uso dos eVTOLs acessível, afirma o co-CEO da startup, André Stein, em entrevista ao Estadão/Broadcast.

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Na semana passada, a Eve formalizou um consórcio para desenvolver essas soluções em Miami, na Flórida. A ideia, segundo Stein, é desenvolver um modelo que possa ser usado para além do universo da empresa. A startup vem utilizando uma ferramenta desenvolvida com o Massachusetts Institute of Technology (MIT) para modelar de forma detalhada qual seria a melhor malha para operação na cidade americana.

"Em Miami, chegamos a 88 rotas e 32 ‘vertiportos’ (locais destinados à operação dos eVtols). Estimamos que (a cidade de) São Paulo tenha quase o dobro desse potencial de mercado", calcula Stein. "Estamos mapeando diversas cidades para criar uma planta baixa de como seria a operação e podemos aplicar esse conceito para várias comunidades."

Segundo Stein, a cidade tem potencial para ter de 400 a 500 eVTOLs nos próximos 15 anos. "A ideia é trazer mais uma opção de mobilidade, mas não vamos ter uma mancha no céu."

HELIPONTOS

A Eve está desenhando o eVTOL para caber nos helipontos atuais, mas com especificidades como estrutura de carregamento.

Há uma preocupação estratégica de que os "vertiportos" específicos precisam estar distribuídos nos melhores pontos das cidades, o que não acontece com os helipontos tradicionais.

De acordo com Stein, existem várias razões para o helicóptero não ter um grande nível de penetração, como custos de combustível e manutenção, além do ruído, que limita a operação. "Nos últimos anos, a aviação comercial vem sendo democratizada, e a ideia é que o eVTOL chegue bem próximo (do custo) do transporte terrestre. A viagem vai ser acessível", prevê.

A intenção é que o modelo do negócio seja parecido com o da aviação comercial e executiva, no qual uma empresa opera os aviões. "Com isso, o eVTOL fica automaticamente mais acessível. Com o avanço do trabalho remoto, por exemplo, esse conceito se torna mais interessante", afirma o executivo.

IPO. Stein afirma que o cronograma para a abertura de capital (IPO, na sigla em inglês) da Eve está "dentro do planejado", com as tratativas com a SEC (a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos) indo "muito bem".

A listagem da Eve em Nova York vai ocorrer por meio de uma combinação de negócios com a Zanite - empresa de propósito específico de aquisição (Spac, na sigla em inglês) -, com valor implícito de US$ 2,4 bilhões. Após o IPO, a Embraer permanecerá como acionista majoritária. A estimativa de receita da Eve é de US$ 4,5 bilhões (cerca de R$ 22 bilhões) em 2030. A carteira de pedidos atual é de 1.785 unidades.

Mas há desafios à frente. Concorrentes da Eve que abriram capital em Nova York no ano passado, como Archer e Joby, tiveram quedas acentuadas de suas ações em meio às incertezas do mercado global, com o investidor buscando opções mais tradicionais.

Em relatório publicado no início do mês, os analistas do Citi Stephen Trent, Brian Roberts e Filipe Nielsen demonstraram ceticismo em relação ao IPO planejado pela Eve e a sua estimativa de receita.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Baterias de estado sólido são a nova paixão da indústria automotiva. Elas permitem menos tempo de recarga, são mais seguras e simples do que as líquidas e entregam mais alcance. Além disso, não carregam tantos metais pesados, fazendo com que o seu descarte seja mais tranquilo. 

A transição da tecnologia para o mercado ainda não se concretizou, mas a Mullen, startup da Califórnia (EUA), acredita ter encontrado uma forma de comercializar a bateria com eficiência. 

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Depois de estrear no mercado com crossover elétrico Five, a empresa começou a testar uma bateria de estado sólido e obteve bons resultados. Com capacidade de 150 kW e feita de polímero, a bateria possui alcance de 966 km e uma carga suficientemente rápida para adicionar 483 km em 18 minutos. Para a startup, é um avanço significativo em relação às atuais baterias de íon-lítio, que continuarão sendo utilizadas nas primeiras unidades do Five, previsto para lançamento em 2014. 

De toda forma, os resultados da bateria superam todas as expectativas. Agora, o próximo passo é desenvolver o pacote, como bem explica o CEO e presidente da fabricante, David Michery. “Testamos nossa célula de 300 Ah [ampera-hora] que rendeu 343 Ah a 4,3 volts. Podemos dizer que, com quase toda certeza, esta tecnologia, uma vez implementada no Mullen Five, fornecerá mais de 966 km de alcance com carga completa”, detalhou. 

Estreado no Salão do Automóvel de Los Angeles, o Mullen Five tem o preço salgado de US$ 55 mil (cerca de R$ 279 mil). A atual bateria do SVU elétrico tem alcance estimado de 523 km, quase metade do que a nova bateria de estado sólido planejada pela fabricante americana. A última deve ter seu primeiro protótipo apenas em 2015, segundo a Mullen.

Na mira

Várias montadoras já começaram a desenvolver baterias de estado sólido, firmando parceria com empresas especializadas. O grupo Volkswagen planeja introduzir a tecnologia em 2015. A Nissan, por sua vez, com o intuito de lançar a novidade no fim da década, colocou o ano de 2028 como meta de lançamento de BMW e Mercedes-Benz.

Já a Toyota saiu na frente com a tecnologia. A empresa planejou um carro com bateria de estado sólido para 2025. No entanto, o modelo não seve ser um veículo elétrico, mas um carro híbrido para manter os custos da produção baixos.   

O 99 Pop lançou um recurso com o interesse de garantir mais segurança aos motoristas e passageiros. Em casos de perigo ou ameaça durante as viagens, o Patrulha 99 envia equipes especializadas em motocicletas ou carros para prestar o suporte necessário. O serviço já é testado em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Diante de uma situação de emergência identificada, o patrulhamento é acionado pela inteligência artificial que monitora a plataforma. Exemplos de ocorrência são: desvio de percurso, paradas longas ou trajeto com tempo acima do previsto.

Em seguida, a Central de Atendimento compartilha informações da viagem com a Polícia e encaminha um veículo para o local onde está o carro parceiro. O patrulhamento presta o apoio e também pode acionar outros serviços de emergência.

Um homem do estado de Massachusetts, nos Estados Unidos, está processando a Uber em US$ 63 milhões (aproximadamente R$ 340 milhões, na cotação atual) depois que ficou paralisado permanentemente após um acidente de carro em que se envolveu enquanto usava o serviço. 

William Good pediu um Uber para voltar para casa em abril de 2021. Na corrida, o motorista colidiu com um carro estacionado. Em uma ação movida na terça-feira (25), Good alega negligência em nome da Uber e diz que a empresa é responsável por seus ferimentos e por conduzir "práticas comerciais inseguras", disse seu advogado à NBC Boston. 

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O processo também acusa a Uber de falhar "em rastrear, contratar e supervisionar adequadamente seu motorista, resultando em ferimentos graves e que mudaram a vida de Good, que agora é tetraplégico", informou a Associated Press. 

A advogada de Good, Victoria Santoro Mair, da Sweeney Merrigan Law, escreveu em um comunicado à imprensa que, durante sua viagem, Good sentiu o motorista do Uber desviar antes de bater o carro e que ele pediu a Good, que estava paralisado, para se levantar repetidamente e depois o mudou de lugar. 

Mair também teria dito que o motorista do Uber havia sido contratado mesmo tendo um "longo histórico de direção e retreinamento prévio do motorista". 

“Luto diariamente com o conhecimento de que esse funcionário do Uber foi contratado como motorista profissional – a última coisa que ele deveria ter sido contratado para fazer”, disse à imprensa. Um porta-voz da Uber disse ao The Boston Globe que a empresa não poderia comentar sobre litígios pendentes. 

Imagine seu próximo carro sendo branco nos dias quentes e preto nos dias frios. Basta apertar um botão. É o que propõe o BMW iX Flow em sua estreia mundial na CES 2022, em Las Vegas, Estados Unidos.

O BMW iX Flow pode mudar sua aparência digitalmente. O corpo é laminado com um filme contendo microcápsulas do diâmetro de um fio de cabelo humano. Cada cápsula contém partículas brancas, pretas ou coloridas com cargas diferentes que se tornam visíveis quando um campo elétrico é aplicado. Isso cria o que é conhecido como Electronic Paper Display (EPD).

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É um projeto pioneiro no design e personalização de carros. Combinar a cor do carro com seu humor atual? Influenciar o clima no carro de uma forma que economize energia com a cor externa certa?

Confira a apresentação do carro na CES:

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Com informações do site oficial

A montadora automotiva Tesla está fazendo o recall de cerca de 500 mil carros elétricos no Estados Unidos. Os modelos 3 e S apresentaram um problema no porta malas e na sua câmera retrovisora, que aumenta o risco de acidentes.

Segundo a BBC dos Estados Unidos, 356 mil veículos Tesla Model 3 de 2017 – 2020 e 119 mil Tesla Model S serão recolhidos, mesmo com apenas 1% destes apresentando o defeito que foi averiguado pela Administração Nacional de Segurança de Tráfego Rodoviário (NHTSA) dos Estados Unidos.

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O problema observado com as câmeras é que com a abertura e o fechamento do porta malas desses modelos de carros, com o tempo, pode ser causado um desgaste e eventual rompimento de um cabo que fornece alimentação à câmera de ré, aumentando riscos de colisão.

Também foi observada uma possível falha no porta-malas dianteiro, que pode abrir sem aviso e obstruir a visão do motorista.

Mesmo com as probabilidades, os relatórios afirmam que a Tesla não teve conhecimento de nenhum acidente, ferimento ou morte causado por um dos defeitos apontados.

O capotamento de um ônibus fretado pela startup Buser, que organiza viagens intermunicipais, deixou ao menos dois mortos e 34 feridos em um trecho da rodovia BR-381 que corta a cidade de João Monlevade, região central de Minas Gerais. O veículo, que transportava 47 pessoas, despencou de uma ribanceira de aproximadamente 40 metros de altura na madrugada desta quarta-feira, 29.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que o motorista disse ter tido um "mal súbito", o que teria feito com que ele perdesse o controle do veículo. Organizada pela Buser, a viagem partia de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, com destino a Guarapari, cidade litorânea do Espírito Santo.

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A startup afirmou em nota que aguarda as investigações e informou que, "juntamente com a parceira Jundiá, vem prestando todo o apoio aos envolvidos, além dos esclarecimentos necessários às autoridades policiais". "A plataforma esclarece que as causas oficiais do acidente estão sendo apuradas em perícia por órgãos competentes", acrescentou a Buser.

Dona do veículo envolvido no acidente, a transportadora Jundiá informou que o ônibus estava com a documentação e manutenção em dia, com licença para viagem expedida e aprovada pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres). "Os motoristas são registrados pela empresa e também na ANTT, com testes e exames em dia", apontou a empresa.

Conforme o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, a corporação foi acionada por volta das 6h e, ao chegar ao local do capotamento, encontrou alguns passageiros já fora do ônibus. Eles contaram com auxílio de serviços voluntários e de pessoas que passaram pelo local.

Os militares atuaram na remoção de dez pessoas feridas e mais dois corpos de vítimas que estavam entre as ferragens e não resistiram ao impacto. Os óbitos foram de um homem e de uma mulher, sem identificação confirmada até a publicação desta matéria.

Ao todo, segundo os bombeiros, 34 vítimas ficaram feridas e 11 pessoas não tiveram lesões aparentes. Todos foram conduzidos em um ônibus ao Hospital Margarida, em João Monlevade, para avaliação.

Foram utilizadas na ação de socorro quatro guarnições de bombeiros, além do apoio da Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Polícia Civil, além de socorristas e brigadas locais.

A Uber anunciou nesta terça-feira (19), iniciativas para proporcionar ganhos extras para os motoristas parceiros. A primeira se chama Grana Extra, que oferece um valor adicional para todos os motoristas que completarem um número mínimo de viagens a cada semana.

A promoção tem duração de 11 semanas, e os valores adicionais podem variar de R$ 150 a R$ 500 por semana, de acordo com a missão proposta em cada etapa. Os motoristas que completarem todas as etapas podem receber em um mês até R$ 1.500 em valores adicionais, além dos ganhos com as viagens em si.

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A segunda iniciativa anunciada é a Campanha "Indique-e-Ganhe", em que motoristas que já dirigem com a plataforma ganham um valor pela indicação de novos parceiros. A promoção oferece aos motoristas até R$ 1.500 por cada novo parceiro que se cadastrar e realizar viagens a partir de uma indicação. 

À medida que o novo parceiro completa as primeiras viagens, quem fez a indicação já recebe uma parte do valor, assim como o novo motorista, que pode ganhar até R$ 500. Ao completar 100 viagens, a indicação resulta no valor integral para o indicado e para quem indicou.

A campanha da empresa tenta atender ao rápido crescimento da demanda pelos serviços, normal para esse período do ano. As iniciativas, segundo a empresa, também buscam preservar o equilíbrio de oferta e demanda no curto e longo prazo. 

Pela primeira vez fora de São Paulo, o Festival Welcome Tomorrow Experience ocorre em Salvador, capital da Bahia, a partir da próxima segunda-feira (4). Com programação híbrida até a quarta (6), o evento internacional debate a proposta de 'cidades inteligentes' com foco em tecnologia e mobilidade.

As experiências presenciais serão distribuídas em diversos pontos ao ar livre da capital com passeio ciclístico e teste drive de carros elétricos, o que confere maior segurança sanitária. Também são esperados shows musicais e palestras gratuitas para convidados em locais fechados. O Festival retoma o circuito de eventos presenciais em Salvador.

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“Será uma mescla entre shows culturais, apresentações de conteúdo e interação com a cidade. As interações são voltadas a criar um ambiente de conexão para a gente pensar de que forma podemos construir uma cidade melhor do que ela já é, e mostrar, também, o que Salvador pode ensinar ao mundo”, anunciou o fundador do festival, Flávio Tavares.

Já o formato remoto disponibiliza palestras e apresentações gratuitas referentes à temática. Todo Welcome Tomorrow será transmitido para mais de 20 países, incluindo Dubai na Expo 2020, uma das maiores feiras sobre mobilidade e sustentabilidade no mundo.

“Salvador é um local de grande efervescência cultural, capital das startups no Nordeste, segundo Associação Brasileira de Startups, reconhecida como a cidade da música pela Unesco e a primeira capital com plano diretor de tecnologia [...] A ideia é mostrar Salvador como referência para os países que a gente vai transmitir. É mostrar que é uma cidade que vibra, efervescente, se conecta e tem propósito”, explicou o idealizador sobre a escolha de Salvador para sediar o evento após nove anos em São Paulo.

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As duas principais empresas de transporte por aplicativo, Uber e 99 anunciam reajustes nos ganhos dos motoristas. A mudança é uma forma de compensar os impactos causados pela alta dos preços do combustível. Com esse reajuste, a tarifa da 99 terá um aumento entre 10% a 25%.

De acordo com uma publicação da CNN Brasil, a Uber afirmou que não repassará o aumento para os usuários do aplicativo. No entanto, haverá reajuste de até 35% destinado aos colaboradores que atuam na Região Metropolitana de São Paulo. Ainda é esperado que outras cidades também realizem a mesma mudança.

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Nas últimas semanas, muitos clientes dos aplicativos de mobilidade compartilharam queixas sobre cancelamentos e demora na aceitação de corridas nas redes sociais. A alta do combustível, que em algumas regiões do país chega a R$ 7 o litro, teria motivado essa reação dos motoristas. 

A Eve Urban Air Mobility, empresa da Embraer, e a Ascent Flights Global anunciaram nesta segunda-feira, 23, o aprofundamento da parceria para desenvolver um "ecossistema robusto" de mobilidade aérea urbana na região da Ásia-Pacífico. A partir de 2026, a Eve fornecerá à Ascent até 100 mil horas de voo no veículo elétrico de decolagem e pouso na vertical (eVTOL), o "carro voador". A Eve planeja colocar até 100 aeronaves para serem comercializadas pela plataforma da Ascent em suas rotas atuais e futuras.

A empresa de Cingapura, que atua como um aplicativo sob demanda, pagará pelo tempo de voo nas aeronaves da Eve ao mesmo tempo em que vai operar em conjunto com outros parceiros na Ásia-Pacífico e de outros mercados.

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A aeronave será utilizada em grandes cidades como Bangcoc (Tailândia), Manila (Filipinas), Melbourne (Austrália), Tóquio (Japão), e também em Cingapura.

O acordo é parte da estratégia abrangente de mobilidade da Eve para se posicionar como líder na indústria. A implementação das aeronaves da Eve na rede da Ascent está sujeita à celebração de acordos finais entre as partes.

"A Ascent é uma das maiores empresas de mobilidade aérea urbana na Ásia-Pacífico e sua forte presença na região a torna a parceira ideal para as operações da Eve. A região possui uma enorme demanda por soluções inovadoras de transporte, que pode ser atendida com nossa aeronave de baixa emissão. Este é o caminho certo para um crescimento sustentável", disse o presidente e CEO da Eve, Andre Stein, em nota.

"A tecnologia inovadora de Eve, combinada com sua experiência em manufatura e serviços de cobertura global por meio da Embraer, nos dá a certeza de que teremos uma solução adequada aos complexos requisitos da região", disse o fundador e CEO da Ascent, Lionel Sinai-Sinelnikoff.

Em comunicado, a fabricante brasileira destaca que a Eve apresenta "proposta de valor única", apoiada em mais de 50 anos de experiência da Embraer na fabricação de aeronaves e na expertise em certificação.

Segundo a companhia, o veículo aéreo de zero emissões e baixo ruído, com design simples e intuitivo, continua a atingir marcos relevantes de desenvolvimento, incluindo o primeiro voo do simulador de engenharia em julho de 2020 e o modelo em escala em outubro de 2020.

Além disso, o projeto de Gerenciamento de Tráfego Aéreo Urbano da Eve atingiu uma nova marca em sua colaboração com a Autoridade de Aviação Civil do Reino Unido (CAA, Civil Aviation Authority na sigla em inglês), para o desenvolvimento das condições necessárias para voos UAM com alto potencial de expansão.

Para contribuir com o controle da Covid-19 no Brasil, a Uber disponibilizou um banco de dados próprio às secretarias de Saúde para facilitar o rastreio de casos. O manual com informações de acesso ao levantamento feito pelo aplicativo já está sendo distribuído aos gestores.  

"Por meio do portal, as autoridades de saúde podem obter dados de usuários ou parceiros que possam ter sido contaminados em poucas horas, ajudando na rastreabilidade dos casos de uma forma escalável", explica o gerente de Relações com Autoridades Policiais e de Saúde Pública para o Brasil, Marcello Simões.

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O gerente da empresa ressaltou que os dados pessoais de usuários, motoristas e parceiros serão preservados. "Estamos sempre à disposição para colaborar com o poder público, respeitando sempre a legislação de privacidade", acrescentou.

Devido a iminência da variante Delta no país, a Uber destaca que mantém uma equipe de profissionais com experiência em Saúde Pública para auxiliar os órgãos públicos a qualquer horário e em qualquer dia da semana.

O fundador da Amazon e homem mais rico do mundo, Jeff Bezos, se tornou nesta terça-feira (20) mais um bilionário a chegar ao Espaço com recursos próprios.

Ao lado de outros três passageiros, incluindo seu irmão Mark, o magnata embarcou no veículo suborbital New Shepard, de sua empresa Blue Origin, e chegou a uma altitude de 100 quilômetros, quase 20 a mais do que seu rival nessa corrida espacial dos bilionários, Richard Branson.

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Além dos irmãos Bezos, a cápsula levou a pioneira americana da aviação Wally Funk, de 82 anos, e o holandês Oliver Daemen, 18, que se tornou a primeira pessoa a ir ao Espaço com um bilhete comprado - o voo foi realizado de forma autônoma, sem necessidade de pilotos a bordo.

Além disso, Funk e Daemen se tornaram, respectivamente, a mais velha e o mais jovem na história a cruzarem a fronteira espacial. Se Branson foi ao Espaço em uma nave levada inicialmente por um avião, o lançamento da New Shepard foi mais tradicional, feito na vertical e com auxílio de um foguete.

A cápsula se desacoplou a cerca de 75 quilômetros de altitude e continuou subindo até ultrapassar a Linha de Kármán, 100 quilômetros acima do nível do mar.

Para a maior parte das organizações internacionais, essa linha imaginária delimita a fronteira espacial, embora os EUA considerem que o Espaço inicia a 80 quilômetros de altitude, patamar alcançado por Branson com a VSS Unity, da Virgin Galactic, em 11 de julho.

Tanto o foguete quanto a cápsula New Shepard pousaram em segurança em um deserto no Texas, concluindo um voo que durou pouco menos de 10 minutos e meio. Assim como Branson, Bezos também pretende explorar o turismo espacial.

Nos dois casos, os voos foram suborbitais, ou seja, sem velocidade suficiente para escapar da gravidade da Terra. O terceiro concorrente nessa corrida é o bilionário Elon Musk, da SpaceX, que usa foguetes orbitais e já levou astronautas para a Estação Espacial Internacional (ISS). 

Da Ansa

Os carros voadores serão uma realidade nas cidades ao redor do mundo até 2030 e ajudarão a reduzir o congestionamento e as emissões dos veículos. Essas declarações foram feitas por Michael Cole, o chefe executivo das operações europeias da marca sul-coreana Hyundai, uma das maiores fabricantes do mercado mundial. O CEO disse que a empresa fez alguns “investimentos muito significativos” em mobilidade aérea urbana, acrescentando: “Acreditamos que realmente faz parte do futuro”.

Cole admitiu que “ainda falta algum tempo até que possamos realmente fazer isso decolar”, mas que a mobilidade aérea urbana oferecerá uma grande oportunidade para liberar o congestionamento nas cidades, para ajudar com as emissões, seja na mobilidade intra-urbana no ar ou mesmo entre as cidades.

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As informações foram passadas em uma conferência do grupo da indústria Society of Motor Manufacturers and Traders: “É parte da nossa solução futura oferecer soluções de mobilidade inteligentes e inovadoras”, acrescentou.

A Hyundai apresentou seu conceito de carro voador, desenvolvido em conjunto com o Uber, no Consumer Electronics Show realizado em Las Vegas em janeiro de 2020. A empresa também está envolvida no projeto do primeiro aeroporto sem pistas convencionais, projetado para veículos elétricos capazes de decolar e aterrissar verticalmente (eVTOL), que tem inauguração prevista para este ano e fica em Coventry, Inglaterra.

O “aeroporto urbano” poderia ser usado por aeronaves, incluindo táxis aéreos e drones de entrega autônomos.

A confirmação de negociações pela Embraer com a americana Zanite para uma combinação de negócios visando à capitalização da subsidiária Eve, responsável pelo desenvolvimento de seu "carro voador" (ou eVTOL, na sigla em inglês), foi vista como uma bem-vinda injeção de ânimo para a fabricante brasileira após longo período de dificuldades. O mercado reagiu positivamente à negociação, que analistas veem como um possível "ponto de virada" para a brasileira. As ações da empresa subiram 15,61% ontem, na B3, a Bolsa paulista, cotadas a R$ 20.

A informação vem depois de uma fase difícil. Logo no início da pandemia de covid-19, a companhia assistiu à demolição da combinação bilionária de negócios que havia firmado com a americana Boeing, após um longo período de negociações e aprovações regulatórias em todo o mundo.

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Em meio a um mercado em crise, por causa da redução dos voos naquele início de pandemia, a Embraer se viu sozinha e tendo de arcar com os custos de reunificar suas operações: isso porque o contrato com a Boeing se concentrava no segmento comercial, com as áreas militar e executiva ficando na companhia "velha". O fim do negócio virou uma briga na Justiça entre as duas fabricantes.

As dificuldades ficam transparentes nos resultados recentes da Embraer. Em 2020, a empresa acumulou prejuízo líquido de R$ 3,6 bilhões, uma alta de 174% sobre as perdas de R$ 1,3 bilhão do ano anterior. No ano passado, a empresa entregou 148 aeronaves, ante 208 de 12 meses antes. Em relação aos pedidos, a carteira somava US$ 14,4 bilhões em dezembro último, ante US$ 16,8 bilhões um ano antes.

Diante das dificuldades, a busca de parceiros para novos projetos virou uma necessidade, e não uma opção. O projeto do eVTOL, iniciado em 2017, não previa inicialmente aportes financeiros de terceiros. A intenção era que parcerias fossem criadas apenas para ajudar no desenvolvimento de tecnologias que fogem do escopo da Embraer.

Hoje, a Embraer tem um endividamento alto (US$ 4,4 bilhões) e uma geração de caixa baixa que dificulta a criação de novos empreendimentos de forma independente. O presidente da companhia, Francisco Gomes Neto, afirmou ao Estadão, em 2020, que até o projeto de uma nova aeronave turboélice que vinha sendo programado não se concretizará se não houver um parceiro.

Credibilidade

O interesse de um estrangeiro pelo "carro voador" da Embraer foi visto por analistas como uma boa notícia em um período difícil. Ele também pode ajudar a reavivar na memória do mercado a grande capacidade de engenharia que a empresa tem - com a vantagem de um viés de inovação. Além disso, com a economia se recuperando mais rapidamente do que o esperado, há a expectativa de que a demanda por novas aeronaves cresça, favorecendo também o negócio principal da companhia.

Analista da Terra Investimentos, Régis Chinchila destaca que a busca por novas oportunidades em tecnologia tem sido um movimento crescente dentro da Embraer. "Soluções disruptivas de mobilidade aérea urbana podem trazer o mesmo tipo de benefício que a aviação já trouxe para viagens mais longas, dando aos passageiros urbanos mais opções para se deslocarem pela cidade", afirma.

"A notícia pode ajudar a companhia a recuperar valor de mercado enquanto seus mercados tradicionais ainda se encontram sob condições disfuncionais (por causa da pandemia)", comenta o analista da Ativa Investimentos Ilan Arbetman.

Previsto para ser uma alternativa para trajetos curtos, o eVTOL vinha ganhando tração ao longo das últimas semanas. Recentemente, a Embraer anunciou duas encomendas: uma de 50 veículos para a Helisul Aviation, que opera helicópteros na América Latina, e uma de 200 unidades para a Halo, que fornece serviços de helicópteros e mobilidade aérea urbana privada nos EUA e no Reino Unido.

A Embraer confirmou ontem a negociação com a Zanite, sem dar detalhes sobre o projeto.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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