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Entre a quarta-feira (26) e o domingo (30), o Centro de Convenções de Pernambuco, recebe o 7° Salão Imobiliário. Quem comparecer ao evento, poderá conferir opções de imóveis que variam entre R$ 100 mil e R$ 3,8 milhões. O horário de funcionamento será das 15h às 22h (quarta-feira a sexta-feira - 26, 27 e 28) e 10h às 22h (sábado e domingo - 29 e 30).

Vinte oito firmas ligadas à Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE) estarão espalhadas numa área de 11 mil metros quadrados. O diretor de Relações Trabalhistas e de Recursos Humanos da entidade, Gildo Vilaça, espera o patamar de vendas continue estável em relação as edições anteriores. “Geralmente quem vai (ao Salão Imobiliário) no ano não vai no próximo. A pessoa chega, escolhe o apartamento, fecha negócio e vai embora. Então todo ano tem gente nova visitando o evento, então espero que o número de pessoas sejam próximos ao das edições anteriores”. Nos últimos seis anos, cerca de 65 mil visitantes passaram no Salão, número considerado bom pelo diretor.

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Sobre o valor mais vendido, Gildo contou que os últimos anos, os imóveis com preços entre R$200 mil e 300 mil são os mais procurados. “As construtoras não nos fornecem os valores dos imóveis, mas como acompanhamos o mercado, sabemos aproximadamente a estimativa dos valores”. Estarão disponíveis para o público, 400 cosultores e 800 expositores.

O presidente da associação, Eduardo Moura, contou como a empresa está se encarado a Copa do Mundo no Brasil. “Estamos encarando a Copa como um evento qualquer. Não acredito que isso irá afetar as vendas”. Sobre a localidade preferida, Eduardo revelou que o bairro de Boa Viagem, localizado na Zona Sul do Recife, deverá liderar a lista de imóveis comprados. “Boa Viagem deverá ter uma procura maior. Geralmente as pessoas compram casas onde tem uma estrutura melhor, como padarias, colégios e segurança. Você compra um apartamento em Boa Viagem em uma rua onde tem colégio, você fica mais tranquilo deixando até seu filho ir sozinho, ao contrário de um lugar onde tem muito terreno baldio e pouca infraestrutura”.

Para participar do evento, os interessados deverão fazer uma pré-inscrição gratuita no site www.salaoimobiliariodepe.com.br. Nos dias do evento, basta dirigir-se ao balcão para receber o crachá. Também será possível realizar o cadastro na hora. No local, ficarão dois bancos a disposição do cliente para fazer o financiamento e um cartório para auxiliar o visitante dos documentos necessários para fechar negócio.

Com o objetivo de ampliar o debate sobre o Projeto de Lei nº 13/2013, que propõe alterações no cálculo do Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), o prefeito Geraldo Julio (PSB) reuniu, na tarde desta quarta-feira (15), representantes da Câmara Municipal do Recife e de entidades do mercado imobiliário e da construção civil. Participaram do encontro, representantes da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Sindicato da Construção (Sinduscon) e Sindicato da Habitação (Secovi). Após a discussão de propostas apresentadas pelos parlamentares e segmentos da sociedade civil, o prefeito anunciou que encaminhará emendas ao projeto que tramita no Legislativo.

Entre os principais pontos a serem incluídos no projeto, figura a proposta de pagamento do ITBI para imóveis novos, que poderá ser feita com alíquota reduzida (1,8%) após o "habite-se". Além disso, o limite de valor financiado pelo Sistema Financeiro da Habitação, com alíquota de 1%, seria estendido até R$ 500 mil. O teto de isenção para aquisição de imóvel para residência própria de valor venal até R$ 63 mil também seria elevado, beneficiando a população menos favorecida economicamente.

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O prefeito destacou que a Prefeitura está cumprindo o seu papel institucional. “São modificações que favorecem aquele contribuinte que tem, de fato, a intenção de fazer o pagamento do imposto. E é claro, aperta para aqueles que tiverem a intenção de fazer a evasão fiscal, que tira dinheiro do povo. Vamos favorecer para aqueles que querem contribuir, que vão pagar a segunda menor alíquota do País, já que estamos reduzindo de 2 para 1,8%”, argumentou Geraldo. "O contribuinte é quem sai favorecido", avaliou.

O principal objetivo da iniciativa é incentivar os proprietários de imóveis a regularizarem pendências com o fisco municipal, evitando os chamados “contratos de gaveta”, quando o comprador possui a escritura particular de compra e venda, mas não assinou a escritura pública nem efetivou o registro em cartório. “O espírito da lei é o de beneficiar o contribuinte que pagar o ITBI antecipadamente, razão pela qual a alíquota deve ser de 1,8%. Além disso, a medida traz segurança jurídica para quem vende ou compra imóveis no Recife”, explicou o secretário de Finanças, Roberto Pandolfi.

Para os presidentes do Sinduscon, José Antônio Lucas Simon; e do Secovi, Luciano Novaes; o projeto incentiva a formalização. Já o presidente da Ademi, Eduardo Moura, ressalta a “importância do parcelamento do tributo em até 10 vezes, favorecendo a legalização dos imóveis”. Na avaliação do vereador Jayme Asfora (PMDB), que participou da reunião, a segurança jurídica propiciada pela regularização de contratos e a ampliação do limite de isenção como os maiores benefícios para o contribuinte.

Também participaram da reunião os secretários municipais Ricardo Correia (Assuntos Jurídicos), Fred Oliveira (Relações Institucionais) e Carlos Percol (Imprensa). As propostas de emenda ao Projeto de Lei nº 13/2013, discutidas na reunião desta quarta-feira, serão apresentadas à Comissão de Finanças da Câmara Municipal do Recife amanhã (16), às 10h30, pelo secretário Roberto Pandolfi, que não participou da audiência promovida hoje pela Câmara porque estava na reunião realizada na PCR.

 

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