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Fazendeiros utilizam macacos para colheita de coco na Tailândia. A justificativa dos exploradores de animais é a necessidade de suprir a demanda de produtos oriundos da fruta, típica da região do sul asiático, como leite, óleo, farinha, entre outros.

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Foto: Reprodução/PetaAsia

Os animais são amarrados por cordas e controlados pelos seus tratadores, que os fazem passar horas no topo dos coqueiros. Segundo o britânico The Times, eles têm os dentes arrancados para evitar que se mordam ou que mordam os humanos. Além de serem mantidos em cativeiro, muitos foram retirados do seu habitat natural ainda filhotes, quando foram separados da mãe. Outras práticas de maus tratos são listadas e denunciadas por grupos de ativistas em todo o mundo.

Foto: Reprodução/PetaAsia

A organização de pessoas pelo tratamento ético de animais (Peta) vem se manifestando contra a prática desde 2019. Além das denúncias contra os fazendeiros, a Peta organizou um boicote contra marcas que utilizam produtos do coco importado da Tailândia, como a HelloFresh, uma empresa especializada em preparar refeições completas por encomenda, e tem como proposta utilizar ingredientes frescos e não-industrializados.

Crítica à indústria “vegana”

Uma das pautas levantadas pela Peta é a de que a demanda pelo consumo do leite de coco vem da popularização dos leites vegetais, que o mercado vende como “vegano”. No entanto, quando se utiliza de outros animais em algum processo da linha de produção, o produto deixa de ser vegano, sendo apenas um leite vegetal, mas que ainda fomenta a exploração animal.

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