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Chamado de “NOSEiD” (ou “identidade do focinho”, em tradução livre), o aplicativo de celular tenta conectar cachorros perdidos aos donos de uma maneira inusitada: por meio do escaneamento do nariz do animal. A ideia funciona pois essa parte dos cães tem traços singulares, tal qual a digital humana.

Criado por uma marca de ração norte-americana, o software se soma às iniciativas crescentes que buscam prevenir a perda de animais, a exemplo das coleiras de rastreamento. O NOSEiD se difere por não gerar custos, já que precisa apenas que o tutor tire a foto do cachorro e anexe à plataforma.

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Após o download do app, os usuários criam um perfil com informações pessoais, dados que, em caso de desaparecimento do pet, ajudam a contactar os responsáveis. Ademais, informações sobre os animais também são solicitadas, mas só serão reveladas caso a imagem do focinho do cachorro encontrado seja equivalente à do animal perdido.

Quando alguém perde um pet, torna-se possível atualizar o status do aplicativo, funcionando quase como uma rede social onde donos de animais das proximidades podem se conectar. Da mesma maneira, quem encontrar um animal perdido pode procurar pelo proprietário.

A invenção está disponível somente nos Estados Unidos, na região de Nashville, mas de acordo com o site da empresa, os criadores estudam expandir o alcance.

Nascido sem focinho, com duas línguas e apenas um olho, um filhote de cachorro surpreendeu a tutora e foi batizado como Ciclope. Sua ninhada nasceu no último dia 6, nas Filipinas, com outros filhotes que também sofreram uma má-formação ao longo da gestação.

A dona dos cachorros Amie de Martin teria tentado alimentá-lo com um conta-gotas e leite em pó, segundo o Metro World News. No entanto, o filhote morreu cerca de duas semanas, pois não conseguia comer, nem respirar direito.

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Ele foi batizado como Ciclope, em referência ao ser da mitologia grega retratado na Odisseia de Homero. Uma das passagens da narrativa retrata a existência de gigantes imortais com apenas um olho no meio da testa.

A má-formação de ciclopia pode ocorrer em todos os seres vertebrados, inclusive em humanos. “Apesar da baixa incidência de ciclopia na população, fetos humanos com esta má-formação não são viáveis e morrem durante o desenvolvimento ou logo após o nascimento”, esclareceu o pesquisador Sinc Paul Palmquist-Gomes, da Universidade de Málaga, na Espanha.

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