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O deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) criticou nesta quinta-feira, 10, no Twitter o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), por uma suposta "falta de coragem". "Estou desapontado com Eduardo Campos. Todos os predicados que eu imaginava que ele tivesse foram anulados pela absoluta falta de coragem", escreveu Caiado.

Em seguida, o deputado democrata fez críticas ainda mais duras e chegou a chamar Campos de fraco. "Eduardo Campos revelou-se pessoa tíbia, fraca. 'Novo' se faz com ações, agrega o melhor de diferentes segmentos. Com menos discursos".

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As críticas acontecem um dia após o governador de Pernambuco ter declarado que não tem aliança com o deputado goiano. Caiado pretendia apoiar a candidatura à Presidência de Campos, mas a aliança do presidente do PSB com a ex-senadora Marina Silva esfriou as intenções do deputado ruralista.

Na terça-feira, 08, em entrevista ao Broadcast Político, Marina afirmou que "história e trajetória de vida diz que Ronaldo Caiado, se a aliança prospera, ele mesmo vai pedir para sair, porque é completamente contrário às minhas ideias".

Em nota divulgada pela bancada do DEM na Câmara, na noite desta quarta-feira (9), o líder do partido na Casa, Ronaldo Caiado (GO), reagiu às declarações da ex-senadora Marina Silva (PSB-AC) de que não aceitaria uma aliança com ele por incompatibilidade de ideias. De acordo com Caiado, que defende no Congresso as bandeiras do setor agropecuário, Marina é "intolerante". "É preocupante que alguém, que postula a Presidência da República, seja intolerante e hostil exatamente ao setor mais produtivo da economia, responsável por 23% do PIB (Produto Interno Bruto) e por mais de um terço dos empregos formais do País", diz ele, na mensagem.

Segundo Caiado, o veto da "candidata Marina" não é a ele, mas ao setor que representa. "Lamento que alguém, com tais pretensões, demonstre tamanho desconhecimento da realidade agropecuária brasileira e veja no produtor rural - o maior empregador do País - um inimigo do trabalhador. É um colossal contrassenso. Em meu Estado, Goiás, o agronegócio emprega nada menos que a metade da mão de obra ativa e responde por 67% do PIB", afirma. Caiado diz concordar com ela num ponto: na coerência dos dois.

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Conforme Caiado, que passou o dia evitando dar declarações, a visão de "inimigo histórico" é ultrapassada e preconceituosa. O líder do DEM na Câmara ressalta que foi "um dos primeiros" a defender a candidatura a presidente do governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos (PSB), porque considerava que haveria pluralidade e não "radicalismos". "Foi em nome do pluralismo e do diálogo que dei boas-vindas à candidata, que agora me exibe a face da intolerância", afirma.

O apoio dos Democratas (DEM) em alguns Estados para a candidatura do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), à Presidência da República já não existe mais. É o que disse ,nesta quarta-feira (9), o líder do partido na Câmara dos Deputados, Ronaldo Caiado (GO).

O parlamentar, que havia anunciado o apoio a Campos há mais de seis meses, anunciou a decisão após tomar conhecimento de uma declaração feita por Marina Silva, nova aliada de Eduardo Campos, em entrevista ao Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. A ex-senadora afirmou que "história e trajetória de vida diz que Ronaldo Caiado, se a aliança prospera, ele mesmo vai pedir para sair, porque é completamente contrário às minhas ideias".

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"Ela não tem que me dizer se devo sair ou se devo entrar. Isso já está decidido. No momento em que ela declara intolerância ao setor rural, passe bem", afirmou, depois de dizer que, inicialmente, não foi contrário à parceria de Marina com o PSB. "Ao receber a notícia de que ela se filiaria, eu dei boas vindas, disse que o governador do Estado estava praticando uma política moderna, que ele estava dando espaço a todas as tendências poderem participar do debate e que ele, como presidente, definiria o eixo. É isso que eu esperava", disse.

Caiado faz parte da bancada ruralista da Câmara, que recebeu críticas de Marina na discussão do Código Florestal de que pressionava para diminuir as exigências de preservação ambiental. "É espantoso que alguém que pretende governar o País tenha uma postura tão preconceituosa com o setor produtivo primário. Eu não conspiro contra o meu Estado, eu não conspiro contra uma classe que eu tenho o maior orgulho do mundo em defender. Se tem o veto ao produtor rural, não cabe o Ronaldo Caiado nesse espaço", concluiu o deputado, defendendo "o setor que é o responsável por tudo que deu certo no Brasil".

Depois do anúncio da parceria entre a Rede Sustentabilidade e o PSB, Caiado tentou falar com Eduardo Campos, mas não teve retorno. "Infelizmente, ele não me respondeu. Recebi telefonema no sábado, 05, do Pedro Valadares e do Márcio França. Todos dois dizendo da alegria dele (Eduardo Campos) de me ter como um parlamentar que já havia apoiado desde quando a campanha dele era embrionária e que ele tem um carinho enorme por mim", afirmou.

Tomada a decisão, o líder do partido não adiantou qual seria a outra possibilidade de apoio em 2014. Segundo ele, a escolha ainda será discutida na Executiva do partido.

O líder do DEM na Câmara dos Deputados, Ronaldo Caiado (GO), entrou nesta terça-feira (16) com uma representação junto à Comissão de Ética Pública da Presidência da República contra a ministra da Secretaria dos Direitos Humanos, Maria do Rosário. Caiado acusa a ministra de "caluniar a oposição" no episódio dos boatos sobre o fim do programa Bolsa Família, em maio passado. Na ocasião, a ministra usou sua conta no Twitter para relacionar a boataria a uma ação dos partidos de oposição.

Em nota divulgada por sua assessoria, o deputado pede apuração da conduta da ministra e alega que "a representante do primeiro escalão do governo infringiu o artigo 3º do Código de Conduta da Alta Administração Federal". Caiado aponta que as autoridades devem se pautar "pelos padrões da ética, sobretudo no que diz respeito à integridade, à moralidade, à clareza de posições e ao decoro, com vistas a motivar o respeito e a confiança do público em geral".

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"A ministra afastou-se da liturgia do cargo ao declarar, por meio do Twitter, sua 'opinião' a respeito dos responsáveis pela disseminação do boato de extinção do Bolsa Família. Sem provas e sem medir as consequências de sua declaração, afirmou que: 'boatos sobre fim do bolsa família devem ser da central de notícias da oposição'", afirmou, por meio de nota.

O líder do Democratas na Câmara dos Deputados, Ronaldo Caiado (GO), defendeu nesta segunda-feira a convocação extraordinária do Congresso Nacional durante o recesso parlamentar, marcado para começar em 17 de julho. "É inaceitável que o Congresso Nacional entre em recesso diante desse cenário", disse Caiado a jornalistas, em referência aos protestos que tomaram o País nas últimas semanas.

Caiado defendeu que a convocação extraordinária do Congresso para debater temas relacionados à educação, saúde e mobilidade urbana, que estão na pauta das manifestações. Essa convocação precisa vir da presidente da República ou dos presidentes da Câmara e do Senado. Ela depende, ainda, de aprovação com maioria absoluta nas duas Casas do Parlamento.

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O líder dos Democratas na Câmara dos Deputados, Ronaldo Caiado (GO), classificou nesta quarta-feira (29) de "fraude legislativa" a solução encontrada pelos líderes da base para garantir a redução da tarifa de luz, mesmo depois que a Medida Provisória (MP) 605 tenha perdido a validade. A MP 605, que foi aprovada nesta terça-feira (28), pela Câmara dos Deputados, permite o uso de recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para compensar descontos concedidos a alguns setores e viabilizar a redução da tarifa de energia. Como não será apreciada pelo Senado por não ter chegado àquela Casa com o prazo mínimo de sete dias antes de perder a validade, uma exigência feita pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), a MP vai caducar na próxima segunda-feira, 3.

Os parlamentares da base decidiram nesta quarta-feira incluir a MP 605 na MP 609, que trata da desoneração da cesta básica, com o objetivo de garantir os descontos na conta de luz. Na avaliação do deputado Caiado, esse procedimento é um artifício que não tem como se sustentar. "(Isso) faz com que qualquer MP que a Câmara venha a derrubar não tenha mais cancelamento de reedição no mesmo ano", afirmou o deputado.

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Como foi editada no início deste ano, o governo não poderia editar uma medida provisória com o mesmo tema em 2013, uma das razões pela qual optou por transferir o conteúdo da proposta para outra MP. "Se cada MP que caducar virar uma emenda (de outra MP), não é mais um processo legislativo. É uma fraude".

O parlamentar também criticou o que considera falta de conexão temática entre as duas medidas. "O que é que cesta básica tem a ver com energia elétrica? Deveria haver uma concordância." Ele avaliou ainda que o governo deveria ter optado por mandar ao Congresso um projeto de lei com urgência constitucional para lidar com a questão.

O líder do DEM na Câmara, Ronaldo Caiado (GO), ingressou na Procuradoria-Geral da República (PGR) com representação contra o ministro de Segurança Institucional, José Elito Carvalho, e contra o diretor da Abin, Wilson Roberto Trezza. Na petição, Caiado pediu que a PGR apure a ocorrência de crime de responsabilidade e improbidade administrativa por parte dos dirigentes do setor de inteligência do governo.

Caiado lembrou que, conforme notícias do jornal O Estado de S. Paulo dos dias 4 e 8 de abril, a Abin monitorou trabalhadores portuários, particularmente no Porto de Suape, em Pernambuco, e a ligação deles com o governador Eduardo Campos (PSB), que lidera o movimento contra a aprovação da Medida Provisória dos Portos. Campos é potencial candidato à Presidência da República no ano que vem.

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Caiado qualificou de "muito grave" a ação do governo, "porquanto o episódio revela, à primeira vista, a utilização política do aparato estatal de inteligência contra manifestações de trabalhadores".

Reproduzindo, na íntegra, as duas reportagens do Estado, o líder do DEM afirmou, na representação, que os dirigentes do setor de inteligência do governo federal cometeram crime de responsabilidade e de improbidade administrativa.

Antes, Caiado havia apresentado à Mesa da Câmara pedido de explicações ao ministro do Gabinete Institucional e à direção da Abin sobre o fato de monitorarem o movimento sindical nos portos, principalmente no Porto de Suape (PE).

Com o requerimento, Caiado quer esclarecimentos sobre quem pediu e quais os motivos de se deflagrar uma operação da Abin para monitorar os trabalhadores. Ele lembrou que há hoje uma mobilização para fazer mudanças na MP 595, conhecida por MP dos Portos, movimento encabeçado pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos, provável candidato à Presidência da República em 2014.

O líder indagou ainda qual a justificativa para usar a estrutura de inteligência federal para o monitoramento, visto que, segundo a Lei 10.683/2003, a Abin deve ser acionada quando há risco de grave crise e iminente ameaça à estabilidade institucional. Caiado acrescentou que não vê, no movimento dos sindicalistas, grave ameaça à estabilidade institucional.

Caiado perguntou ainda ao ministro se a Abin grampeou os telefonemas entre Eduardo Campos e o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, movimento muito presente nos portos e também contrário à MP. "A situação descrita na reportagem (do Estado) é extremamente grave, pois sugere que a atuação do Gabinete de Segurança Institucional e da Agência Brasileira de Inteligência foi motivada com finalidade político-eleitoral", disse Caiado.

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