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Uma das bandas mais revolucionárias da música brasileira, a Nação Zumbi vai festejar os 30 anos do movimento Manguebeat no evento Manguezassa, que acontece no Cais da Alfândega, em frente ao monumento Caranguejo Manguebeat 2, nesta quarta-feira (11). A entrada será gratuita ao público em geral.

Com as participações especiais de Lia de Itamaracá, Jéssica Caitano e Lirinha, a Nação Zumbi vai apresentar seus maiores sucessos e versões de músicas importantes na história da banda formada por Jorge Du Peixe (vocal), Dengue (baixo) e Toca Ogan (percussão), além dos músicos convidados Marcos Matias e Da Lua (alfaias), Tom Rocha (bateria) e Neilton Carvalho (guitarra).

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O evento “Manguezassa”, que celebra a trajetória do movimento cultural que revolucionou a cena musical do Brasil, vai contar também com shows das principais bandas expoentes da cena Mangue, como Devotos, comemorando 35 anos de carreira, banda Eddie lançando seu novo trabalho, o álbum “Carnaval Chanson”, e Mundo Livre S/A, uma das fundadoras do movimento manguebeat, além do DJ Damata tocando nos intervalos dos shows.

O Manguebeat, também conhecido como Manifesto Mangue, é um movimento cultural que surgiu no Recife, na década de 1990. Liderado pelo carismático Chico Science, o Manguebeat fundiu elementos da cultura nordestina, como o coco e o maracatu, com o rock, o hip-hop e a música eletrônica, criando uma sonoridade única e inovadora. Além de sua inovação musical, o movimento tinha uma forte carga política e ambiental, abordando questões sociais e ecológicas da região costeira. Chico Science & Nação Zumbi e Mundo Livre S/A foram figuras centrais desse movimento, que influenciou profundamente a música brasileira e deixou um legado duradouro de criatividade e consciência cultural.

Programação do Manguezassa

Data: 11/10/2023

Local: Cais da Alfândega, em frente ao monumento Caranguejo Manguebeat 2 - Recife, PE

Entrada: Gratuita

Shows:

21h – DJ Damata

21h20 – Banda Eddie

22h10 – Mundo Livre S/A

23h – Devotos

00h00 – Nação Zumbi e convidados: Lia de Itamaracá, Jéssica Caitano e Lirinha.

 

*Da assessoria de imprensa

 

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Atingir a maioridade é uma data importante e, ao que parece, em 18 anos de carreira a banda brasiliense de reggae Natiruts conquistou um público bem diversificado – dos mais jovens aos mais experientes. Durante o show em comemoração ao seu aniversário, realizado nesse sábado (31) no Baile Perfumado, o grupo encheu a casa com fãs.

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A abertura da apresentação ficou por conta da banda Homem do Mato, que subiu ao palco com seu projeto paralelo Beatles'n Reggae - em que eles tocam músicas do grupo inglês em ritmos ligado ao reggae, como ska e rockstead. Logo em seguida, o DJ Damata colocou o público para dançar com reggae e hip-hop.

Braços levantados e olhos atentos. Assim que os meninos do Natiruts apareceram, os fãs estavam prontos para cantar junto com a banda, e não decepcionaram. As canções foram entoadas em uníssono, o público tinha cada letra na ponta da língua. Além dos grandes hits como Liberdade Pra Dentro da Cabeça e Natiruts Reggae Power, a banda também tocou novas músicas que irão entrar em seu próximo DVD, ainda em produção. 

O líder do Natiruts, Alexandre Carlo se mostrou muito feliz com o show e agradeceu pela presença do público. “Muito obrigado! É bom estar em Recife”, gritou o cantor. Em 18 anos de carreira, o Natiruts já lançou 14 álbuns e dois DVDs ao vivo – o último foi gravado em 2012, no Rio de Janeiro.

 

No próximo sábado (31) a música reggae volta ao Baile Perfumado, Zona Oeste do Recife, com shows das atrações Beatles’n Reggae, DJ Damata e Natiruts, que comemora 18 anos de trajetória. As apresentações devem ter início às 23h e os ingressos custam R$ 100 (com direito a open bar), à venda nas lojas Nagem do Shopping Recife, Rio Mar, Plaza e Guararapes e no Eventick

A Beatles’n Reggae, primeira a subir ao palco do Baile Perfumado, é um novo projeto do grupo recifense Homem do Mato, e o resultado é um show que com fortes pegadas de ska e rockstead, ritmos ligados ao reggae. No repertório, clássicos como And I Love Her, Don’t let me Down e Hard Day Night não ficarão de fora. No intervalo, enquanto a produção organiza o palco para a Natiruts, o DJ Damata agitará a plateia com 'pedradas' da música reggae. 

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Considerada uma das principais bandas reggae do país, a brasiliense Natiruts, comandada pelo vocalista Alexandre Carlo, promete comemorar a maioridade no palco do Recife. A apresentação vai levar ao público um apanhado da carreira da banda, que tem nove álbuns lançados e dois DVDs. No setlist, Supernova, Dentro da Música II, Já Chorei Demais e Groove Bom, do segundo DVD Natiruts Acústico no Rio de Janeiro, além das clássicas Quero Ser Feliz, Deixa o Menino Jogar, Liberdade Pra Dentro da Cabeça e Natiruts Reggae Power. 

Serviço

Baile Reggae Power - Natiruts, Beatles’n Reggae e DJ Damata

Sábado (31) | 23h

Baile Perfumado (Rua Carlos Gomes, 390 - Prado)

R$ 100 

 (81) 3222 4717

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As pessoas que foram ao Baile Perfumado, no Prado, na noite desta sexta-feira (25), tiveram a oportunidade de conferir shows de atrações que marcam a música brasileira. De um lado, Criolo apresentou os novos singles e seu rap com batidas orgânicas - o grande estilo do artista. Do outro, a Mundo Livre S/A fez um show no melhor manguebeat, transitando pelos 25 anos de carreira e nas músicas do último trabalho produzido em parceria com a Nação Zumbi - lançado no ano passado.

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Durante os intervalos, o DJ Damata levou ao público hits de Jorge Ben Jor, Racionais, Damian Marley e Thayde, entre outros grupos. Das atrações principais, a primeira a se apresentar seria a Mundo Livre S/A, mas de acordo com a produção a programação foi alterada a pedidos dos artistas. Criolo subiu ao palco ao lado do MC Dandan e de sua banda de apoio às 0h e foi logo direto ao ponto com o single Duas de Cinco, lançado gratuitamente pela internet em outubro passado. A música, que traz a essência do rapper paulista, com pitadas de crítica social às instituições políticas e às classes mais favorecidas, ainda não havia sido tocada ao vivo no Recife.

“Agradeço pela presença de todos vocês. Essa cidade é maravilhosa. Tem várias coisas acontecendo hoje, muita coisa boa, mas vocês estão aqui. Muito obrigado”, disse Criolo, para em seguida emendar com músicas do premiado disco Nó na Orelha (2011), como Subirusdoistiozin, Freguês da Meia Noite, Não Existe Amor em SP, Sucrilhos e Samba Sambei. “O que eu posso dizer de Criolo é que ele é a renovação no cenário do hip hop nacional. Um cara que traz uma proposta diferente e que é boa, não é ruim para o movimento nem é ruim para os artistas. Muito pelo contrário, iusso significa que com o decorrer dos anos o rap brasileiro evoluiu e continua a evoluir, obedecendo, claro, os estilos próprios”, disse o rapper pernambucano Tiger, ex-vocalista do grupo Face dos Subúrbios. 

O rapper paulista, que fez 1h20 de apresentação com direito à paródia da música Cálice, de Chico Buarque, seguiu com Mariô, Grajauex, Bogotá e faixas do primeiro álbum da carreira, o Ainda Há Tempo, lançado em 2006, como Demorô e a canção que leva o mesmo nome do disco – última música do show. No meio do espetáculo teve tempo de divulgar a música Cóccix-ência, também divulgada em outubro na internet. “Eu acompanho a carreira de Criolo desde o lançamento do álbum Ainda Há Tempo. O cara tem apresentado um trabalho perfeito, ainda mais após o Nó na Orelha. Desde muito tempo atrás eu curto muito rap e Criolo é um precursor do bom rap brasileiro”, comentou o fã Germano Brito, 24 anos.

Mundo Livre S/A começou a tocar às 2h mas um bom público ficou para conferir a performance dos mangueboys, que deram início ao show com Meu Maracatu Pesa Uma Tonelada, versão do projeto Mundo Livre S/A vs Nação Zumbi. Depois seguiram com Free World e Constelação Carioca. “Essa música faz parte do disco Novas Lendas Da Etnia Toshi Babaa (2011) e é uma parceria com o grande parceiro carioca, meu brother BNegão”, explicou Fred Zeroquatro, vocalista da banda, durante a apresentação. A banda prosseguiu com Pastilhas Coloridas, Ela é Indie, e outras faixas do trabalho em parceria com a Nação Zumbi, como Etnia e No Olimpo

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