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Nesta sexta-feira (7), sete de setembro, é comemorado o Dia da Independência do Brasil, mas você sabe como isso aconteceu? O assunto pode cair no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e pensando nos candidatos que vão encarar a prova em novembro, o LeiaJá traz algumas dicas sobre o tema, e como o Enem pode abordar o assunto na parte de história da prova.

Tudo começou quando a família real portuguesa veio ao Brasil, fugindo do império napoleônico, o que agravou a crise no sistema colonial brasileiro, pois demonstrava certa fraqueza da pátria lusitana, que poderia estar ameaçada por outras nações. A partir desse momento, o Brasil começa a ganhar uma certa autonomia, caracterizada pela quebra do Pacto Colonial, em 1808, que permitiu a comercialização de produtos brasileiros com outros países além de Portugal.

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De acordo com o professor  de história Everaldo Chaves, as questões que tratam o assunto costumam vir com imagens acompanhadas de um pequeno enunciado contextualizando a figura exposta. “O fera deve relacionar a Independência do Brasil com a chegada da família real e com a revolução Liberal do Porto. A Independência é um fato histórico essencial para o Brasil e pode ser abordada em uma ou duas questões no Enem”, destacou.

Com o fim da era napoleônica, Portugal viu-se, em 1820, tomada pela revolução Liberal do Porto, onde as recém convocadas Cortes Gerais exigiam o retorno imediato do monarca dom João VI à pátria portuguesa. Com isso, Dom Pedro, filho de Dom João VI e príncipe regente do Brasil, se alinha às elites locais e começa a conspirar pela Independência. 

Com risco de perder o domínio da maior colônia portuguesa, as Cortes de Lisboa promulgam uma série de decretos anulando os poderes do então príncipe e exigem a volta de Dom Pedro a Portugal. Pressionado pelas Cortes de Lisboa, Dom Pedro recebe, em janeiro de 1822, uma petição com oito mil assinaturas, que garantia sua permanência no Brasil.

Ao tomar sua decisão de continuar no Brasil, Dom Pedro declara a seguinte frase: “Se é para o bem do povo e felicidade geral da nação, estou pronto, diga ao povo que fico”, o episódio ficou conhecido como o “Dia do Fico”.

Diante do cenário imposto, e cada vez mais pressionado pelas lideranças portuguesas pelo retorno a Portugal, não havia outra alternativa a não ser proclamar a Independência do Brasil. No dia sete de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga, em São Paulo, Dom Pedro declara a célebre frase relatada pelos livros de história: “independência ou morte”. Coroado imperador do Brasil em dezembro do mesmo ano, Pedro 1º dá início ao império e primeiro reinado. Vale ressaltar que para alguns professores, o episódio é abordado no Enem pela lógica positivista brasileira.

Exemplo:

A Independência do Brasil, em 1822, foi fruto de uma série de fatores cujo ponto de partida se pode loca­lizar na vinda da família real para o Brasil, em 1808. Com a Corte no Brasil e a sede da monarquia para cá transmutada, deflagrou-se uma verdadeira inversão de papéis, tornando-se Portugal uma “colônia de uma colônia sua”. A tentativa de Portugal de reverter essa situação e tornar-se novamente metrópole do Brasil foi revelada de forma mais contundente através da:

a) Inconfidência Mineira

b) Revolução do Porto

c) Revolução Pernambucana

d) Revolução Francesa

e) Revolução Praieira

Gabarito - B

O LeiaJá também entrevistou o professor de história Luiz Neto. No vídeo a seguir, o docente destaca mais detalhes da Independência do Brasil:

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Por Fernanda Avelar

Após o empate em 2X2 contra o Lurvedense, o Paysandu desembarcou em Belém satisfeito com o resultado, pois os pontos conquistados na partida fora de casa serviram para a equipe voltar ao G4. O próximo jogo do time paraense será no próximo sábado (8) contra o Guarani de Sobral.



Na chegada do time ao aeroporto, uma cena chamou a atenção. No momento que o técnico Givanildo Oliveira se dirigia da sala de desembarque, um torcedor fez uma homenagem ao treinador, com um cartaz escrito “Givanildo proclama Papão na segunda divisão” e completava a homenagem gritando. “Assim como Dom Pedro declarou a independência, Givanildo proclamará o Paysandu na segunda divisão”



Em entrevista concedida ao jornal Diário do Pará, o torcedor Walter Rodrigues afirmou que  assim como os protestos são feitos para cobrar, as homenagens devem ser feitas nos momentos apropriados.

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