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O estoque de sangue da Fundação Hemope está muito abaixo do necessário para este fim de ano. Devido as festividades, o número de viagens aumenta e consequentemente a quantidade de acidentes também. Para suprir as necessidades dos pacientes, a única unidade pública de hemoterapia de Pernambuco precisa, no mínimo, de 450 doações por dia. 

“Tivemos uma queda grande de doadores no natal refletindo negativamente no estoque de sangue. A média de 300 doações por dia com o crescimento da demanda não é suficiente. Precisamos aumentar em pelo menos 30%”, apela a Diretora de Hemoterapia do Hemope, Elizabeth Vilar. 

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A diretora lembra que por ser universal, o tipo de sangue O- tem a maior baixa e precisa ser urgentemente reabastecido. “Esse tipo de sangue é muito utilizando nos procedimentos cirúrgicos com grandes hemorragias. É muito importante repor esse estoque”, afirmou.

Para garantir o aumento do estoque e estimular os doadores o Hemope reforçou sua coleta do Hemocentro Recife e nas unidades do interior. Em Recife, a fundação funcionará como de costume no feriado do Reveillon. 

A coleta de sangue será realizada normalmente no sábado (29), segunda (31) e terça-feira (1º). O Hemocentro Recife fica localizado na Rua Joaquim Nabuco, 171, no bairro do Derby. A unidade funcionará das 7h15 às 18h30. 

Para doar, basta ser maior de 16 anos (doadores de até 17 anos devem estar acompanhados por um responsável), pesar mais de 50 kg, estar em boas condições de saúde e apresentar um documento de identificação oficial com foto.  Pessoas que ingeriram bebida alcoólica só podem doar sangue 12h após a ingestão. “Mais do que nunca, precisamos da ajuda e da solidariedade do nosso doador para repor o estoque de sangue para este feriadão de fim de ano”, concluiu a diretora. 

A falta de produtos nas gôndolas é comum quando se trata do setor varejista. Essa ruptura reflete diretamente na redução das vendas, uma vez que um produto não exposto não pode ser adquirido. De acordo com o último estudo da Nielsen, empresa especializada em pesquisa de mercado, o índice médio da falta de produtos nos supermercados em 2011 foi de 10,2%.

A causa do desabastecimento muitas vezes não é identificada facilmente. Erro operacional ou de quem abastece pode ser o motivo, pois às vezes o produto está no estoque, mas não foi reposto na prateleira. Não estar atento à falta de um produto também pode ser a causa, pois um novo pedido não é feito a tempo de suprir a demanda. 

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Para não perder a venda e fidelizar o cliente, as empresas varejistas têm investido mais no controle dos produtos das gôndolas. Exemplo disso são os supermercados Deskontão, do Grupo KarneKeijo. “Você pode perder até um cliente, porque ele não encontra na loja aquele mix que ele está procurando”, diz Inácio Miranda, superintendente do Grupo KarneKeijo. Para que isso não ocorra, a empresa realiza nas três lojas da rede inventários diariamente – com produtos de alto risco -, semanalmente e mensalmente. Uma checagem total também é feita a cada três meses, quando são elaborados relatórios analíticos sobre as perdas.

Terceirização

Ainda é pouco comum no mercado, mas a terceirização e a automação do serviço são alternativas para quem deseja agilizar a checagem dos equipamentos nas gôndolas. “A automação faz com que o empreendedor possa ter a dimensão total dos produtos, o que não acontece rapidamente quando a contagem é feita com pranchetas. Através dos coletores, os itens que estão na prateleira são lidos e no final há o cruzamento dos dados com o mix de vendas”, afirma Adalberto Novaes, da Contagem Inventários, empresa especializada em inventário automatizado de estoque. Os produtos são computados e no final é elaborado um relatório que será a base de informações e da construção do plano de melhorias. 

Com informações da assessoria de imprensa.

Brasília – O faturamento real da indústria cresceu pelo quinto mês consecutivo. O indicador dessazonalizado de outubro foi 1,4% maior que o de setembro, segundo a pesquisa Indicadores Industriais, divulgada hoje (5) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). “O faturamento real mantém uma trajetória de crescimento e se descola das demais variáveis de atividade industrial”, informou o documento.

Os números positivos do faturamento não acompanharam os demais indicadores. A utilização da capacidade instalada diminuiu 0,3 ponto percentual em relação a setembro. O índice caiu de 81,7% para 81,4%, o menor percentual desde fevereiro de 2010. As horas trabalhadas também recuaram pelo segundo mês consecutivo, apresentando queda de 0,3% em outubro.

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Os indicadores da CNI mostram ainda que o mercado de trabalho da indústria voltou a apresentar números favoráveis. A variável dessazonalizada aumentou 0,2% em outubro, quando comparada ao mês anterior. No entanto, “essa movimento não se sobrepôs à queda de 0,3% em setembro, na mesma base de comparação”, apontou a pesquisa.

Esse desempenho da oferta de vagas não foi acompanhado pela evolução da massa salarial, que apresentou retração dos rendimentos reais. O indicador teve queda de 1,1% (sem ajuste sazonal) em outubro frente a setembro. “Mesmo com a expansão do emprego, a queda desse indicador foi resultado da forte contração dos rendimentos reais”, informou a CNI.

Segundo o gerente executivo da CNI, Renato da Fonseca, os números positivos do faturamento real divergem dos outros indicadores pela alta quantidade de estoques. “Há um desaquecimento da indústria, a produção industrial enfrenta dificuldades. As vendas ainda estão crescendo, mas a produção não acompanha, claramente pelor excesso de estoques, que estão acima do desejado desde o início do ano”, informou.

Edição: Vinicius Doria

O American Petroleum Institute (API) informou que os estoques comerciais de petróleo dos Estados Unidos cresceram 2,712 milhões de barris na semana até 21 de outubro, para 340,010 milhões de barris. As importações de petróleo subiram 619 mil barris por dia, para 9,554 milhões de barris por dia no período.

Os estoques de petróleo em Cushing - ponto de entrega física dos contratos futuros negociados na Nymex - aumentaram 1,004 milhão de barris, para 32,095 milhões de barris. Os estoques de gasolina cresceram 153 mil barris, para 209,717 milhões de barris.

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Os estoques de destilados - categoria que inclui o diesel e o óleo para calefação - tiveram uma redução de 1,822 milhão de barris, para 147,884 milhões de barris. A taxa de utilização da capacidade das refinarias caiu 0,2 ponto porcentual, para 83,2%. As informações são da Dow Jones.

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