Tópicos | mamas

Eliezer abriu o coração e contou algo que vem lhe incomodando na internet. Isso porque o ex-BBB tem recebido diversas mensagens de internautas fazendo brincadeiras maldosas sobre o crescimento de suas mamas.

Nos Stories, o parceiro de Viih Tube explicou que sofre com o desequilíbrio hormonal chamado ginecomastia, algo que fica ainda mais evidente conforme perde ou ganha peso, piorando após o nascimento da filha, Lua.

##RECOMENDA##

"Por mais que eu sempre tenha levado isso muito de boa, com pessoas que me zoam, principalmente quando eu estava no BBB, é uma coisa que me incomoda muito e que piorou agora durante a gestação da Lua. [...] Minha testosterona está quase no mínimo, ou seja, alguma coisa aconteceu no meu corpo que meu organismo reduziu [e muito] o hormônio masculino no meu corpo. E isso está me preocupando, já que é um dos fatores que causam a ginecomastia no homem. Emagreci oito quilos já e até agora meu peito não diminuiu", escreveu.

E continuou:

"Eu sempre tive isso, mas acho que as minhas decisões pioraram o grau, porque quando eu estava magro, consigo disfarçar, mas, para isso eu tomava hormônio, bomba para tirar a gordura do meu corpo (muitas vezes sem acompanhamento médico). Mas, quando eu parava de tomar e engordava, o peito voltava o dobro. Na época, quando eu tomava os hormônios eu só pensava no presente, hoje eu vejo que me lasquei".

O pai de Lua ainda falou sobre os comentários que vem recebendo dos seguidores e mostrou prints de alguns exemplos:

"Rapaz, o cara tem mais peito do que muitas meninas", escreveu um.

"Está com peito de quem dá mamá", mandou outro.

"Gente, mas que tamanho de peito é esse? Parece silicone", debochou o terceiro.

Ele, então, respondeu:

"Sei que muitos desses comentários são feitos na zoeira, brincando comigo e eu super aceito e entro na brincadeira, mas a verdade é que a ginecomastia afeta muitos homens. Vocês podem rodar meu feed, eu posso contar na mão o número de fotos sem camisa que eu tenho. Mesmo quando eu estou magro, as que tenho na praia sempre coloco uma blusa de botão aberta para esconder o meu peito, porque realmente me incomoda muito e agora estou na luta para ver se consigo diminuir ou tratar".

Eliezer finalizou dizendo que cogita fazer cirurgia para redução de mama.

"Eu tinha medo, mas depois de fazer a rinoplastia perdi esse medo e agora tenho pensado bastante em fazer. Fico mais tranquilo em saber que resolve".

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) elevou de R$ 60 mil para R$ 220 mil a indenização por danos morais e estéticos em favor de paciente que, após diagnóstico incorreto de câncer, foi submetida a cirurgia para a retirada das duas mamas. Os valores devem ser pagos, de forma solidária, pelo médico responsável pelo diagnóstico, pelo hospital no qual foram realizados os procedimentos e pela operadora do plano de saúde.

Para o colegiado, o aumento da indenização é adequado em vista de casos semelhantes já julgados pelo STJ e em virtude da situação de angústia, aflição e sofrimento vivida pela paciente, que teve danos físicos após a cirurgia e sofreu limitação de movimentos que a impede parcialmente de exercer sua atividade profissional.

##RECOMENDA##

Além disso, a turma determinou que a pensão mensal em favor da paciente, no valor de um salário mínimo, seja devida não a partir da data da citação dos réus – como fixado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) –, mas a partir da data da cirurgia.

De acordo com perícia juntada ao processo, os exames aos quais a paciente foi submetida não permitiam concluir a existência de neoplasia mamária maligna ou a presença de indicadores de alto risco de desenvolvimento da doença. Mesmo assim, segundo a perícia, o médico adotou o tratamento mais agressivo, retirando ambas as mamas da mulher.

Em primeiro grau, a condenação dos réus havia sido fixada em R$ 30 mil, a título de compensação por danos morais, mais R$ 30 mil como ressarcimento dos danos estéticos – valores mantidos pelo TJSP. Entretanto, o tribunal elevou para um salário mínimo a pensão mensal devida à vítima.

Paciente sem c​ulpa

Relatora do recurso especial da paciente, a ministra Nancy Andrighi listou julgamentos do STJ nos quais foi estabelecida indenização superior a cem salários mínimos para os danos morais decorrentes de cirurgia baseada em diagnóstico equivocado. Nessas hipóteses, apontou, foram pesadas condições como a gravidade da ofensa e o porte econômico do médico causador do dano.

No caso dos autos, além do sofrimento vivido pela paciente, a relatora lembrou que ela não contribuiu para o dano, tendo sido a responsabilidade atribuída ao médico, ao hospital e ao plano de saúde.

"A despeito das peculiaridades de cada situação concreta, certo é que os mencionados julgados são aptos a evidenciar, num primeiro momento, que a quantia arbitrada na origem é irrisória, de tal modo a se configurar a ofensa ao artigo 944 do Código Civil de 2002", afirmou a ministra, ao fixar a indenização por danos morais em R$ 120 mil.

Danos estéticos grav​​es

Em relação aos danos estéticos, Nancy Andrighi também mencionou julgamentos do STJ nos quais foram fixadas indenizações entre R$ 30 mil e R$ 40 mil, porém em situações de prejuízos menores após os procedimentos cirúrgicos indevidos, como flacidez nas mamas e cicatrizes visíveis.

"As circunstâncias dos autos revelam danos estéticos muito mais severos, com sequelas bem mais graves que as descritas nos mencionados arestos, tendo em vista que, além das cicatrizes, a recorrente terminou mutilada em suas duas mamas e com limitação nos movimentos dos membros superiores", afirmou a relatora. A indenização por danos estéticos ficou em R$ 100 mil.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acaba de aprovar um novo tratamento para pacientes com câncer de mama do tipo HER2-positivo em estágio inicial que apresentam doença residual invasiva mesmo depois de ter passado por terapia medicamentosa prévia à cirurgia.

O medicamento injetável chamado T-DM1, produzido pela Roche, reduziu em 50% o risco de recorrência do câncer ou morte nessas pacientes, de acordo com os dados do estudo Katherine, publicados em dezembro no New England Journal of Medicine e que embasaram a decisão da agência regulatória brasileira.

##RECOMENDA##

A novidade é considerada pela comunidade científica o maior avanço em 15 anos para essas pacientes.

Ao contrário da quimioterapia convencional administrada de forma sistêmica e que pode agir em todas as células do organismo, a quimioterapia do T-DM1 é liberada seletivamente no interior das células cancerígenas.

A precisão desse mecanismo de ação permite que as pacientes apresentem menos efeitos colaterais, como a queda de cabelo, em comparação com a quimioterapia tradicional. No estudo Katherine, em três anos, 88,3% das pacientes tratadas não tiveram retorno do câncer de mama ou morte comparados a 77% tratadas com a terapia padrão anterior.

"Esta é a primeira terapia anti-HER2 aprovada especificamente para essas pacientes, que possuem maior risco de recorrência do tumor. Os resultados são promissores e colocam o T-DM1 como o novo padrão de tratamento para esses casos. É a principal mudança na prática clínica em face da doença HER2 superexpressa desde o lançamento do trastuzumabe no contexto adjuvante (após a cirurgia), há quase 15 anos", ressalta o oncologista clínico Max Mano, do Hospital Sírio-Libanês, que participou do estudo.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), cerca de 60 mil novos casos de tumores de mama são diagnosticados ao ano no Brasil. O tipo HER2-positivo é uma forma particularmente agressiva da doença, quando não tratada adequadamente, e afeta em torno de 15% a 20% das pacientes.

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando