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O empreendedor Janguiê Diniz, fundador do grupo Ser Educacional e presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, acaba de lançar seu novo livro. Intitulada “Vem Ser S/A: Lições de empreendedores de sucesso”, a obra, dividida em dois volumes, traz entrevistas com 38 empreendedores de renome nacional – incluindo o próprio autor – que contam suas vidas, desafios enfrentados em suas carreiras e as lições que aprenderam na trajetória. Com o lançamento, o autor chega ao marco de 24 obras lançadas que se diversificam entre as áreas do Direito, da Educação e do Empreendedorismo.

As entrevistas contidas nos livros foram extraídas das três primeiras temporadas do programa de mesmo nome, “Vem Ser S/A”, exibido no canal de Janguiê Diniz no YouTube e apresentado por ele próprio. “O programa trouxe diversos grandes nomes do empreendedorismo nacional que contaram, em conversas informais e muito proveitosas, grandes lições para quem também quer empreender e se desenvolver pessoal ou profissionalmente. É um conteúdo tão rico que decidi transformar em livro”, conta o empreendedor.

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O primeiro volume do livro “Vem Ser S/A” tem entrevistas com nomes como o cantor e empreendedor Wesley Safadão (que escreve o prefácio do tomo); o presidente do Grupo 3corações, Pedro Lima; o empreendedor serial Ricardo Bellino; o estilista Ricardo Almeida; o CEO da Sambatech, Gustavo Caetano; o fundador da JR Diesel, Geraldo Rufino; além do próprio Janguiê Diniz. Já o segundo volume traz como convidados o fundador da Hapvida, Candido Pinheiro; o CEO da Forbes Brasil, Antonio Camarotti; o fundador e presidente da Polishop, João Appolinário; o presidente do Google Brasil, Fábio Coelho; a CEO da Atom, Carol Paiffer; o especialista em criatividade Murilo Gun; Chaim Zaher, CEO do grupo SEB (Sistema Educacional Brasileiro), entre outros.

Ao fim de cada entrevista, o autor elenca as lições que o convidado deixou, condensando os principais pontos da conversa. “Ao transformar as entrevistas realizadas em livro, Janguiê Diniz procura oferecer, principalmente aos jovens que buscam a realização de seus sonhos, exemplos de empreendedorismo bem-sucedidos cujas trajetórias constituem um roteiro para o sucesso. Cada entrevista está focada em um tema específica por meio do qual o empreendedor descreve os desafios encontrados na transformação de seus sonhos em realidade”, relata Candido Pinheiro, prefaciador do volume 2 do livro e um dos entrevistados.

Os dois volumes de “Vem Ser S/A” estão disponíveis no site da Amazon (www.amazon.com.br). O projeto ainda terá novas temporadas no YouTube e novos livros com mais entrevistas e ensinamentos sobre empreendedorismo.

Da assessoria

A autora best-seller Carina Rissi está em turnê com o seu novo livro, "Prometida", quarto volume da série "Perdida". No Brasil, a autora já vendeu mais de 200 mil exemplares. A história do livro se passa no século XIX e o enredo se desenvolve a partir do casal Elisa e Lucas, dois jovens que já se conhecem há algum tempo e entre visitas e trocas de cartas, a amizade acaba se transformando em um amor as escondidas.

A autora também começa a caminhar na carreira internacional. O primeiro livro da saga, "Perdida", foi lançado recentemente em Portugal e os seus direitos também foram vendidos para Rússia, Ucrânia e Itália. "Perdida" é a série de maior sucesso de Carina Rissi e os fãs também poderão conferir a história nas telas do cinema. "Perdida- O Filme" terá Carina como co-roteirista. O longa ainda está em fase de captação de recursos, mas promete arrastar grande público para o cinema.

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Carina Rissi tem um fascínio pelo tema "amores impossíveis" e além de se considerar uma leitora voraz, também é grande fã das obras de Jane Austen, no qual vê grande fonte de inspiração para seus livros. "Prometida", o quarto volume da série, é lançado pela editora Verus e a autora visita cerca de treze cidades para a turnê de lançamento. Entre elas estão Recife, Natal e João Pessoa.

Chico Buarque está de volta à literatura. O escritor, cantor e compositor vai lançar pela Companhia das Letras, em novembro, O Irmão Alemão, seu primeiro livro desde Leite Derramado, de 2010.

Como de costume, a editora faz certo mistério na divulgação da obra de Chico: na sexta-feira passada, 31, foi prometido um vídeo em que ele leria um trecho, assim como o título e a capa do livro. O romance deve chegar às livrarias no próximo dia 14 de novembro.

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Este será o primeiro título de Chico Buarque desde que Leite Derramado venceu o Prêmio Jabuti de livro do ano em 2010.

Chico estreou na literatura no Suplemento Literário do jornal O Estado de S. Paulo em 1966, com o conto Ulisses, mais tarde incorporado ao songbook A Banda. Fazenda Modelo é o primeiro livro, de 1974, seguido por Chapeuzinho Amarelo (1979), A Bordo do Rui Barbosa (1981), Estorvo (1991), Benjamin (1995) e Budapeste (2003).

Leia o trecho de O Irmão Alemão divulgado pela editora:

"Calma, Ciccio, disse minha mãe, quando já crescido lhe perguntei por que meu pai não escrevia um livro, uma vez que gostava tanto deles. Ele vai escrever o melhor libro del mondo, disse arregalando os olhos, ma prima tem que ler todos os outros. A biblioteca do meu pai contava então uns quinze mil livros. No fim superou os vinte mil, era a maior biblioteca particular de São Paulo, depois da de um bibliófilo rival que, dizia meu pai, não havia lido nem um terço do seu depósito. Calculando que ele tenha acumulado livros a partir dos dezoito anos, posso tirar que meu pai não leu menos que um por dia. Isso sem contar os jornais, as revistas e a farta correspondência habitual, com os últimos lançamentos que por cortesia as editoras lhe enviavam. A grande maioria destes ele descartava já ao olhar a capa, ou após uma rápida folheada. Livros que jogava no chão e mamãe recolhia de manhã para juntar no caixote de doações à igreja. E quando porventura ele se interessava por alguma novidade, sempre encontrava algum pormenor que o remetia a antigas leituras. Então chamava com seu vozeirão: Assunta! Assunta!, e lá ia minha mãe atrás de um Homero, um Virgílio, um Dante, que lhe trazia correndo antes que ele perdesse a pista. E a novidade ficava de lado, enquanto ele não relesse o livro antigo de cabo a rabo. Por isso não estranha que tantas vezes meu pai deixasse cair no peito um livro aberto e adormecesse com um cigarro entre os dedos ali mesmo na espreguiçadeira, onde sonharia com papiros, com os manuscritos iluminados, com a Biblioteca de Alexandria, para acordar angustiado com a quantidade de livros que jamais leria porque queimados, ou extraviados, ou escritos em línguas fora do seu alcance. Era tanta leitura para pôr em dia, que me parecia improvável ele vir a escrever o melhor libro del mondo. Por via das dúvidas, quando ao sair do quarto eu ouvia o toque-toque da máquina de escrever, tirava os sapatos e prendia a respiração para passar ao largo do seu escritório. E me encolhia todo se por azar naquele instante ele arrancasse num ímpeto o papel do rolo, achava que em parte era de mim a raiva com que ele esmagava, embolava a folha e a arremessava longe. Outras vezes a máquina cessava para meu pai pedir socorro: Assunta! Assunta!, era alguma citação que ele precisava transcrever urgentemente de um determinado livro. Com isso levava meses para redigir, rever, rasurar, arremessar bolotas, recomeçar, corrigir, passar a limpo e certamente contrafeito entregar para publicação o que seriam rascunhos do esqueleto do grande livro da sua vida. Eram artigos sobre estética, literatura, filosofia, história da civilização, que ocupariam uma coluna ou um rodapé de jornal. Quando papai morreu, apareceu um editor disposto a publicar uma coletânea dos artigos assinados por ele ao longo da vida. Fui contra, cheguei a mostrar à minha mãe a profusão de correções e emendas ilegíveis que meu pai sobrepusera ao texto ou anotara à margem dos próprios artigos, recortados dos jornais. Mas mamãe estava convencida de que o livro seria aclamado no meio acadêmico, quiçá editado até na Alemanha, graças aos escritos de juventude concebidos naquele país. E ainda insinuou que desde a infância eu procurava sabotar meu pai, haja vista aquele ensaio que por minha culpa desfalcaria suas obras completas. Meia verdade, porque era ao meu irmão que de tempos em tempos meu pai confiava um envelope a ser entregue na redação de A Gazeta, do outro uma quantia suficiente para uma semana de milk-shakes. Mas volta e meia meu irmão me repassava o dinheiro do bonde e o envelope, que eu levava a pé à redação. Não me movia o dinheiro poupado, que mal pagava duas mariolas, eu ficava era todo prosa com tamanha responsabilidade. Ainda ganhei a simpatia dos funcionários do jornal, e não me importava de passar por um suado estafeta do meu pai, em cujas mãos despejavam mais umas moedas. Mas certa vez, a caminho da redação, parei para jogar um futebol de rua, era comum naquele tempo. Carros circulavam só de quando em quando, e ao avistá-los ao longe os meninos gritavam: olha a morte! Logo recolhíamos as lancheiras, as pastas, os agasalhos que representavam as balizas e aguardávamos na calçada a passagem do carro para recomeçar a partida. Mas nesse dia não foi o trânsito, foi uma chuva súbita que nos obrigou a apanhar depressa nossas coisas e buscar abrigo sob a marquise de um empório. Chegou a cair granizo, que catávamos do chão, chupávamos, atirávamos uns nos outros, uma festa. Mas de repente calhou de eu me lembrar do envelope do meu pai, que eu deixara debaixo de um pulôver e agora estava ali no meio do aguaceiro. Corri para salvá-lo e por pouco não fui atropelado, pois naquele segundo passou um Chevrolet que agarrou o envelope com o pneu e só o soltou duas quadras adiante. Fui colher seus restos, e não havia remédio, o artigo do meu pai era uma estranha massa cinzenta, uma maçaroca de papel molhado."

O novo romance de Chico Buarque - que ainda não teve título ou temática revelados pela editora Companhia das Letras - deve sair no próximo dia 14 de novembro. A editora ainda prometeu para segunda-feira, 3, um vídeo em que o cantor, compositor e escritor vai ler um trecho do livro, e também a capa e o título.

Este será o primeiro título de Chico Buarque desde Leite Derramado, vencedor do Prêmio Jabuti de livro do ano em 2010. Chico estreou na literatura no Suplemento Literário do jornal O Estado de S. Paulo em 1966, com o conto Ulisses, mais tarde incorporado ao songbook A Banda. Fazenda Modelo é o primeiro livro, de 1979. Estorvo (1991), Benjamin (1995) e Budapeste (2003) também estão na sua produção literária.

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Dan Brown está mergulhado novamente no universo de Robert Langdon e seus mistérios históricos. É que o próximo romance do autor - intitulado Inferno - é inspirado na Divina Comédia de Dante e promete levar o leitor em uma viagem através de códigos, símbolos e segredos, segundo a editora norte-americana Doubleday.

Brown é escritor do best-seller mundial O Código da Vinci. O livro alçou ele para patamares raramente vistos no mundo da literatura. A expectativa em torno do lançamento da nova obra é tão positiva que, ainda segundo a editora da publicação, Inferno terá uma primeira tiragem de quatro milhões de unidades.

Além da enorme tiragem de livros físicos, também sairá simultaneamente a edição digital e em áudio. O lançamento ocorre dia 14 de maio, nos Estados Unidos e Canadá, ainda não se tem uma data confirmada para o Brasil segundo a editora Sextante (responsável pelos lançamentos do autor nacionalmente).

A escritora britânica J.K.Rowling, mundialmente conhecida pela saga Harry Potter, publicada entre 1997 e 2007 pela Bloomsbury, assinou contrato com a editora Little, Brown para escrever o seu primeiro romance adulto. Os livros serão inicialmente publicados nos Estados Unidos e na Inglaterra, e a autora já afirmou que eles nada terão a ver com a série do bruxinho.

"Embora eu tenha gostado de escrever cada pedacinho dos livros, o meu próximo será bem diferente de 'Harry Potter'. A liberdade de explorar um novo território é um presente que o sucesso de Harry me deu, e por estar neste novo território parecia uma evolução lógica buscar uma nova editora", afirmou a escritora, em comunicado oficial, na quinta-feira (23). O título e outros detalhes do livro deverão ser divulgados ainda este ano.

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