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Está aberta ao público a exposição Re-ver, Re-encontrar, Re-fazer do pintor Francisco Villa Chan, em seu ateliê, que fica localizado no bairro da Várzea. Ao todo, são 40 telas inéditas retratando paisagens pernambucanas e pinturas abstratas que seguem expostas até o dia 10 de novembro, das 10h às 17h.

A mostra, que faz parte do projeto O artista em seu atelier, da curadora da mostra, Beth Araruna, tem como destaque a versão da tela Paisagem inacabada, do paisagista pernambucano do século 19 Jerônimo Telles Júnior. Villa Chan é bisneto dele e inspirou-se na tela para desafiar-se a concluir o quadro, completando, assim, a obra do bisavô. 

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Toda a exposição também pode ser conferida através da galeria virtual da Barte Virtual da BArte - Brasil Arte Contemporânea  que leva ao público um conceito democratização da arte. O site também orienta os compradores de arte na escolha de obras de artistas contemporâneos e promove a divulgação dos artistas que fazem parte do seu elenco de exposições em qualquer parte do mundo.

Nascido no Recife em dezembro de 1937, Villa Chan já na infância demonstrava interesse pela natureza e mostrava habilidade artística. Gostava de trabalhos manuais, artesanais, principalmente em madeira, e de desenhar figuras de revistas e jornais. Aos 18 anos viajou para estudar em galerias e museus da Europa por seis meses e aos 20, em 1958, ingressou na Escola de Belas Artes (EBA) de Pernambuco, tendo, entre os professores, Vicente e Fédora do Rego Monteiro, Fernando Barreto e Lula Cardoso Ayres.

Serviço

Exposição Re-ver, Re-encontrar e Re-fazer

Até 10 de novembro l 10h às 17h 

Espaço Villa-Chan (Rua São Francisco de Paula, 371 - Várzea) 

Gratuito




A história da Escola de Belas Artes em Pernambuco inspirou os alunos da primeira turma de museologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) a realizar uma exposição coletiva. Belas Artes: uma história em Pernambuco é uma realização de 12 alunos, coordenados pela doutora em História e professora do Departamento de Antropologia e Museologia da UFPE Emanuela Ribeiro. A mostra abre para visitação na próxima terça (19) e segue em cartaz no Centro Cultural Benfica até o dia 19 de março.

A Escola de Belas Artes em Pernambuco foi criada em 1932 por artistas que buscavam ter no Estado uma instituição de maior peso para as artes plásticas. No fim da década de 1970, a EBA foi transferida para o Centro de Artes e Comunicação da UFPE.

Durante seu período de funcionamento, a Escola de Belas Atrs foi importante para o desenvolvimento do ensino formal das artes plásticas em Pernambuco, participando da criação, em 1946, da Universidade do Recife, que viria a se tornar a Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. A exposição reúne telas de alguns dos artistas que fundaram a Escola, fotografias da época e depoimentos de ex-alunos.

Serviço
Belas Artes: uma história em pernambuco
Terça (19) até 19 de março
Centro Cultural Benfica (Rua Benfica, 157 Madalena)
Segunda a sexta, das 8h às 17h
Gratuito

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