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A Indústria de Material Bélico do Brasil (Imbel) está com processo seletivo aberto para ocupação de 10 postos de trabalho. Os interessados precisam enviar currículo atualizado para o e-mail curriculos.fpv@imbel.gov.br até esta sexta-feira (28). No campo do assunto, os candidatos precisam informar a vaga a qual querem concorrer. Não há taxa para participação no processo seletivo.

As vagas disponíveis são de auxiliar técnico industrial: mecânico de manutenção; eletricista de manutenção; soldador; pedreiro; e instrumentista. Sendo duas para cada cargo. São 44 horas de trabalho semanais e a remuneração é de R$ 1.314,47.

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A seleção ocorre em duas etapas. A primeira é a avaliação curricular e depois os candidatos passarão por testes práticos, conforme ocupação de interesse. Entre os pré requisitos está nível médio e profissionalizante na área especifica. Além de experiência comprovada de no mínimo 6 meses.

Os aprovados na seleção vão atuar na Fábrica Presidente Vargas, em Piquete, São Paulo. Os contratos são inicialmente de 12 meses, podendo ser renovados por período igual.

A Imbel é uma empresa Federal vinculada ao Ministério da Defesa e é responsável pela produção de produtos destinados prioritariamente às Forças Armadas, Força Nacional de Segurança Pública, Polícia Federal e Polícia Civil e Polícia Militar.

O governo americano começou a fornecer armamentos diretamente para as forças curdas do Iraque que combatem os militantes islâmicos no norte e no oeste do país, segundo informações de um oficial norte-americano nesta segunda-feira.

Anteriormente, os EUA admitiam apenas o envio de armas para o governo de Bagdá, mas as forças curdas Peshmerga têm perdido terreno nas últimas semanas para os militantes do Estado Islâmico (antigo Estado Islâmico no Levante e no Iraque).

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As fontes dos Estados Unidos não informaram que instituição é responsável pela distribuição de armas, mas negaram que seja o Pentágono. A agência de inteligência CIA já realizou operações similares. O oficial falou em condição de anonimato.

A assistência norte-americana ocorre após ataques aéreos realizados pelo exército dos EUA no norte e oeste do país e a libertação de duas cidades iraquianos pelas forças curdas. O secretário de Defesa dos EUA, Chuck Hagel, disse a repórteres em conferência com o ministro da Defesa da Austrália que "os ataques têm sido muito efetivos" e que as forças americanas continuarão a dar "todo o suporte possível" ao Iraque. Fonte: Associated Press.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta segunda-feira que não recuará em seus esforços para conseguir que o Congresso aprove leis mais severas sobre a compra e a posse de armas de fogo, ao discursar em Connecticut sobre o massacre na escola primária de Newtown, que deixou 26 mortos em dezembro passado.

"Não recuaremos em nossas promessas", afirmou Obama na Universidade de Hartford, a poucos quilômetros de Newtown, onde um jovem com diversas armas, incluindo um fuzil de assalto, matou 20 crianças e seis adultos no dia 14 de dezembro.

Após o massacre na escola Sandy Hook, o estado de Connecticut aprovou o endurecimento de suas leis sobre armas de fogo, convertendo-as nas mais rígidas dos Estados Unidos.

Em Connecticut, a lei agora exige a verificação dos antecedentes de todos os compradores de armas de fogo para vendas no atacado ou varejo. Mais de 160 tipos de armas - especialmente fuzis de assalto - foram proibidos, assim como a compra e a revenda de carregadores de mais de 10 balas.

Além disso, a idade exigida para comprar uma arma semiautomática passa de 18 a 21 anos.

"Vocês, as famílias de Newtown, as pessoas de Newtown, nos ajudaram a aprovar isto", assinalou Obama, recordando que outros estados, como Colorado e Nova York, também adotaram leis mais severas.

Precedido por um familiar de uma das vítimas do massacre de Newtown, Obama pediu ao povo americano que mantenha a pressão sobre os congressistas para se obter leis mais severas de restrição às armas em nível federal. "Chegou o momento do Congresso agir".

Todas estas medidas "têm o apoio da maioria dos americanos. Todas merecem ser votadas" pelo Congresso. "Não se trata de uma questão política, este é um assunto de interesse para nossas famílias".

Mas o projeto defendido por Obama já sofreu uma série de modificações no Congresso em Washington diante da oposição de diversos legisladores, inclusive democratas.

A proposta para proibir os fuzis de assalto, que Obama mencionou nesta segunda-feira, já foi retirada do debate em uma comissão do Senado, inclusive com o apoio de legisladores democratas.

Vários congressistas manifestam reticências sobre modificar a segunda emenda da Constituição americana, que garante o direito à posse de armas.

A discussão sobre o projeto deve ser retomada nesta terça-feira, no Congresso dos Estados Unidos, que volta à atividade após um recesso de duas semanas.

Obama se reuniu nesta segunda-feira com parentes das vítimas de Newtown, e prevê levar onze deles no avião presidencial Air Force One para Washington, como forma de sensibilizar o Congresso.

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