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Ana Hickmann e Alexandre Correia estão travando uma batalha na Justiça em meio ao polêmico divórcio, pedido pela apresentadora. O empresário chegou a acusá-la de alienação parental e alegar que a ex-esposa não entregou o filho para passar as férias com ele na data estipulada pela Justiça, mas a assessoria da famosa rebateu e esclareceu o ocorrido logo após as acusações serem feitas.

Alexandre chegou registrar nova denúncia, que fez com que Ana fosse comunicada pelo Conselho Tutelar e comparecesse no local para prestar esclarecimentos. A acusação de alienação parental não foi para frente e o Ministério Público de São Paulo sugeriu uma multa caso a apresentadora não cumprisse o acordo. Mais uma vez, a equipe da apresentadora lamentou as polêmicas.

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Nesta quarta-feira (10), a assessoria de Hickmann enviou um comunicado se pronunciando sobre os últimos acontecimentos.

"O Judiciário e o Ministério Público rejeitaram, corretamente, todos as solicitações infundadas de Alexandre Correa, ou seja, foram negados tanto o pedido de busca e apreensão do filho, quanto o pagamento de multa diária em caso de descumprimento da ordem de visitação da criança com o pai, uma vez que a apresentadora está atendendo rigorosamente todas as decisões. Conforme havia sido previamente combinado com os advogados de Alexandre, desde a última terça-feira (9), ele está passando as férias com o filho. Haverá a audiência de Conciliação no próximo dia 31 e esperamos um desfecho positivo para todos os envolvidos, sempre priorizando o bem-estar da criança", diz a nota.

Procurada, a equipe de Alexandre Correia ainda não se pronunciou sobre o assunto.

 

O advogado de Aung San Suu Kyi rejeitou nesta sexta-feira (12) as acusações de corrupção da junta militar contra a líder civil destituída de Mianmar por considerá-las "infundadas", ao mesmo tempo em que as chamou de "difamação ilegal" por parte dos generais que tomaram o poder.

O país está em um cenário de caos desde o golpe de Estado de 1º de fevereiro, que provocou a destituição de Suu Kyi, detida e acusada por várias acusações penais, incluindo a de possuir "walkie-talkies" sem licença e de violar as restrições impostas pelo coronavírus.

Na quinta-feira, um porta-voz da junta apresentou novas acusações de corrupção contra ela, afirmando que um ministro-chefe agora detido admitiu que repassou 600.000 dólares e mais de 10 quilos de ouro para Suu Kyi.

Esta acusação "não tem fundamento, especialmente no que diz respeito aos dólares e aos lingotes de ouro, é a piada mais engraçada de todas", declarou à AFP seu advogado Khin Maung Zaw. "Nunca vi uma difamação tão ilegal", completou.

A Prêmio Nobel da Paz também foi acusada de violar uma lei de comunicações e de tentar incitar os distúrbios. Uma audiência está prevista para 15 de março, mas até agora Khin Maung Zaw não se reuniu de maneira privada com a cliente.

Suu Kyi não é vista em público desde que foi detida em 1º de fevereiro.

A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, saiu em defesa da presidente Dilma Rousseff durante o anúncio do Plano Safra 2016/17 nesta quarta-feira, 4, em Brasília. Afirmou que as acusações que constam no processo de impeachment são infundadas e que, caso responsabilizem a presidente por conceder crédito ao agronegócio, ela, Kátia, é corresponsável. "Muito me entristece ver as acusações à sua pessoa, de lutarem para tentar tomar o seu mandato", disse a ministra.

Para ela, uma das razões apontadas para afastar Dilma é de ela "ter acreditado na agricultura brasileira". "Se isso for verdade e se isso se concretizar, quero ser corresponsável nesses atos porque fui eu que disse para que investisse na agricultura e teria resposta."

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Kátia Abreu, que está na linha de frente de defesa da presidente, fez um balanço dos seis anos de governo da Dilma e em tom de despedida disse que tem muito orgulho de participar do governo. A ministra disse que os seres humanos têm o hábito de lembrar apenas do que não conseguiram e esquecem os feitos. "A presidente Dilma entregou aos produtores R$ 905 bilhões de crédito de custeio e investimento, um aumento de 102% em seis anos", afirmou.

A ministra citou outras ações da presidente e disse confiar e ter convicção de que Dilma vai deixar um importante legado para o Brasil e para a agricultura. "Popularidade vai e vem, mas a honra nunca mais volta", afirmou. "Tenho orgulho de ter a senhora como presidente do Brasil."

Prédio evacuado

O prédio do Ministério da Agricultura em Brasília foi evacuado na manhã desta quarta-feira, depois de uma ameaça de bomba. O Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar fazem uma varredura no local para identificar se a ameaça é real.

A equipe da ministra Kátia Abreu, que iria passar pelo ministério antes de se dirigir ao Palácio do Planalto, onde ocorreu o anúncio do Plano Safra, foi direto para a sede do governo federal.

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