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Quem passou nessa quarta-feira (25) pelo litoral ipojucano, na Região Metropolitana do Recife (RMR), pôde contemplar o nascimento de dezenas de tartarugas. Ao todo, 128 filhotes da espécie Pente eclodiram na praia de Merepe, em Porto de Galinhas.

O tempo entre a desova e a eclosão foi de 60 dias. Durante todo esse tempo, o ninho foi monitorado pela Organização Não Governamental (ONG) Eco Associados. Em Ipojuca, existem 38 ninhos sendo acompanhados em toda orla – desde Muro Alto até a praia de Maracaípe.

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Para evitar que turistas e banhistas pisem ou retirem os filhotes do local, agentes ambientais realizam no entorno ações educativas com palestras sobre conscientização ambiental.

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A população de tartarugas gigantes da ilha Espanhola, no arquipélago equatoriano das Galápagos, tem muito a agradecer a Diego, o super macho que tirou a sua espécie do perigo de extinção ao reproduzir em cativeiro cerca de 800 descendentes.

"É um macho reprodutor muito sexualmente ativo. Contribuiu enormemente com o repovoamento da ilha", diz à AFP Washington Tapia, assessor para a restauração de quelônios do Parque Nacional Galápagos (PNG).

Este 'sex symbol' da espécie tem mais de 100 anos e divide com seis fêmeas um curral no centro de criação de tartarugas terrestres do PNG em Puerto Ayora, capital da ilha de Santa Cruz, uma das principais do arquipélago localizado no Pacífico.

Repatriado em 1976 do zoológico americano de San Diego - de onde vem seu nome -, este exemplar é o mais dominante de três longevos machos reprodutores originários de Espanhola, pesa cerca de 80 quilos e pode medir até 1,50 metro de comprimento com as patas e o pescoço bem esticados.

"Não se sabe exatamente como nem quando chegou aos Estados Unidos. A tartaruga foi retirada de Espanhola entre 1900 e 1959 por uma expedição científica", afirma Tapia. Há quase cinco décadas em Espanhola, no sul das Galápagos - a 970 km da costa do Equador -, foram encontrados apenas dois machos e 12 fêmeas dessa espécie, que eram então os últimos sobreviventes nativos do local.

"Estavam dispersos por toda a ilha, de modo que era impossível que pudessem se reproduzir", conta Tapia, que se refere a Diego como o "macho 3". "Não sou amigo de dar nome às tartarugas porque isto não é um zoológico; é uma ferramenta de conservação", afirma.

Pai de 40% dos filhotes

Ante a descoberta de poucos exemplares, uma campanha internacional permitiu localizar Diego no zoológico californiano e incorporá-lo a um programa de reprodução em cativeiro. A comunidade científica não imaginava, porém, que a tartaruga repatriada fosse se converter em salvadora da sua espécie.

"Há cerca de seis anos fizemos um estudo genético e descobrimos que ele era o pai de quase 40% das crias repatriadas a Espanhola", indicou Tapia, diretor da Iniciativa para a Restauração das Tartarugas Gigantes da ONG americana Galapagos Conservancy.

Cerca de 2.000 quelônios foram devolvidos a Espanhola, o que permitiu que os deixassem de estar em perigo de extinção.

"Não diria completamente saudável, porque os registros históricos mostram que provavelmente nessa ilha habitaram mais de 5.000 tartarugas, mas é uma população que está em muito bom estado, e em crescimento, que é o mais importante", disse.

Em uma manhã com céu nublado e vento frio, Diego demora a sair da sua carapaça, e com passo de tartaruga avança em direção a uma porção de folhas para se alimentar.

"Olha, olha... já saiu. Que lindo", diz uma menina ao observar o "pai" de centenas de tartarugas gigantes pertencentes a uma das 15 espécies de quelônios nas Galápagos - Patrimônio Natural da Humanidade -, das quais três se extinguiram pelas ações de piratas e bucaneiros no século XVIII.

Diego, contraparte do Solitário George

Quelônios da variedade de Diego foram levados também para a ilha de Santa Fé, onde há mais de 150 anos desapareceu a espécie . Os dois tipos têm semelhanças morfológicas e genéticas, de acordo com especialistas do PNG.

Diego é a contraparte de George, o último exemplar da espécie , que morreu em 2012 após se negar a acasalar em cativeiro com fêmeas de subespécies relacionadas.

George, emblema do arquipélago que leva o nome das gigantescas tartarugas galápagos e cujo corpo embalsamado será exibido em Puerto Ayora, foi encontrado "muito tarde", em 1971 na ilha de Pinta, e "nunca pôde se reproduzir", aponta Tapia.

No entanto, cientistas encontraram híbridos com genes da variedade desaparecida, e por isso o PNG - criado em 1959, quando passou a ser proibida a saída de espécies de flora e fauna - planeja repovoar Pinta com tartarugas não puras da espécie de George - conhecido como Solitário George devido à sua rejeição às fêmeas.

Há um ano, o PNG anunciou a identificação de uma nova espécie de tartaruga gigante na ilha de Santa Cruz, que tem "poucas centenas" de exemplares, e a batizou .

O nome donfaustoi é uma homenagem a Fausto Llerena, que cuidou de George durante três décadas.

Uma nova espécie de tartaruga de água doce foi descoberta em Papua-Nova Guiné, anunciou nesta quarta-feira à AFP o professor Arthur Georges, da Universidade de Camberra.

Esta nova espécie, batizada 'Elsya rhodini', foi descoberta na ilha de Nova Guiné, a terceira maior do mundo, após a Austrália e a Groenlândia.

A ilha, dividida entre a Indonésia e a Papua-Nova Guiné, é um território de grande riqueza no plano da biodiversidade e relativamente pouco explorada pelos naturalistas graças a sua vegetação e topografia acidentada.

A tartaruga 'Elsya rhodini' pertence ao gênero Elsya, cujas três espécies vivem há milhões de anos no território que forma hoje a Nova Guiné.

"As três espécies evoluíram de um ancestral comum há cerca de 17 e 19 milhões de anos", declarou Georges à AFP, responsável por uma equipe de pesquisadores que publicou recentemente a descoberta na revista Zootaxa.

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Uma tartaruga marinha da espécie “Oliva” passou por uma cirurgia inédita em Paulista, na Região Metropolitana do Recife (RMR). O animal teve a cabeça reconstituída depois de ter sido resgatado com ferimentos graves na praia de Maria Farinha.

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Funcionários da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMA) conseguiram socorrer o animal e leva-lo a uma clínica especializada no bairro do Janga. A tartaruga passou pelo procedimento e se recupera na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).

A expectativa é de que nesta sexta-feira (25) ela seja submetida a uma nova avaliação, e dependendo da situação, poderá fazer outra cirurgia. Essa foi a primeira vez que um bicho desse porte passou por uma cirurgia de reconstituição na cidade.

A equipe envolvida no resgate acredita que o ferimento na cabeça do animal pode ter sido provocado por uma moto aquática (Jet-ski). 

Saiba mais

A tartaruga Oliva é uma espécie carnívora e alimenta-se de peixes, moluscos, crustáceos, águas-vivas, ovos de peixe e eventualmente algas. Seu habitat natural é principalmente nas águas rasas, mas também aparecem em mar aberto. 

A área de desova está localizada entre o litoral sul do estado de Alagoas e o litoral norte da Bahia com maior densidade de desovas no estado de Sergipe. Segundo o Projeto Tamar, existem cerca de 800 mil fêmeas em idade reprodutiva.

Com informações da assessoria

Uma tartaruga que havia sido liberada ao mar no dia 3 de setembro em Porto de Galinhas foi encontrada morta na Praia de Maracaípe. O animal, da espécie verde, já era adulto, com aproximadamente 30 anos de vida e 103 quilos, e havia ganhado o nome de Rafael após votação na internet e em uma escola municipal de Ipojuca.

A tartaruga foi encontrada na última segunda-feira (14) já em estado de decomposição e sem cabeça. Segundo a ONG Eco Associados, responsável por reabilitar e devolver o réptil, esses são indícios claros de acidente com rede de pesca.

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Rafael havia sido encontrado no dia 15 de julho em Maracaípe, durante ronda matinal da ONG. O animal estava com quadro de pneumonia, anemia e taxas sanguíneas alteradas, que são resultantes do alto índice de poluição marítima. Foram gastos cerca de R$ 5 mil em remédios, transporte, alimentação e exames para a tartaruga.

A pesca com redes de arrasto é uma prática ilegal, prejudicial à vida marinha seja pela pesca acidental ou pelo rastro de poluição deixado pelos pescadores. Segundo a bióloga da Eco Associados, Aldenise Cavalcante, as tartarugas costumam ser pescadas sem querer e, para que saíam da rede, os pescadores costumam matá-la. “Nós temos um trabalho de educação bem forte junto à comunidade e aos pescadores. Eles são parceiros do projeto e já arrumaram outras estratégias de pesca. Por isso acreditamos que Rafael não tenha sido morto por pescadores dessa localidade”, suspeita Aldenise.

Devido ao estado avançado de decomposição, não é possível fazer a necropsia para afirmar que Rafael foi vítima de crime ambiental. A tartaruga da espécie verde vive de 90 a 120 anos. Esses animais, quando encalham na praia, geralmente foram vítimas da rede de pesca ou dos resíduos sólidos, especialmente o plástico.

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Uma tartaruga da espécie verde, encontrada na faixa de areia da praia de Maracaípe, foi devolvida ao mar de Porto de Galinhas nesta quinta-feira (3). O animal, um macho adulto com idade aproximada de 70 anos, havia sido resgatado no dia 15 de julho.

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Após os primeiros socorros, a tartaruga foi levada à sede da ONG Eco Associados, entidade conveniada com a Prefeitura, onde foi acompanhada pela equipe de biólogos da entidade. Ela apresentava sintomas de inflamação, pneumonia e apresentando rins paralisados.

Com 103 kg e medindo 1,1 m de comprimento, a tartaruga recebeu o nome de Rafael, após enquete realizada com alunos da Escola Municipal Manoel Uchôa, localizada no balneário. 

A tartaruga-verde (Chelonia mydas) é uma tartaruga marinha da família Cheloniidae. A espécie é herbívora e está distribuída por todos os oceanos, nas zonas de águas tropicais e subtropicais. Seu nome deve-se à coloração esverdeada da sua gordura corporal.

Com informações da assessoria

Há 240 milhões, os ancestrais das tartarugas tinham costelas, em vez de cascos. A descoberta foi feita por um grupo de cientistas americanos e alemães, a partir do fóssil de uma tartaruga primitiva - até agora desconhecida - encontrado perto de Stuttgart, na Alemanha. A tartaruga primitiva, que viveu no período Triássico, foi descrita em artigo publicado nesta quarta-feira, 24, na revista Nature.

Segundo os autores do estudo, a descoberta trará novas pistas sobre a evolução da carapaça protetora das tartarugas, que é pouco conhecida. A explicação para isso, de acordo com os cientistas, é que existem poucos fósseis das espécies intermediárias entre as tartarugas modernas com casco e outros répteis mais primitivos.

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O animal, que ganhou o nome de Pappochelys rosinae (derivado das palavras gregas "avô" e "tartaruga") media cerca de 20 centímetros e, embora fosse desprovido de casco, tinha amplas costelas que os cientistas acreditam ter dado origem à carapaça das tartarugas modernas. O estudo conclui também que, pelo formato de seu crânio, o animal está mais próximo do grupo dos lepidossauros - que inclui lagartos e cobras - que do grupo dos arcossauros, que abarca os dinossauros e aves.

De acordo com um dos líderes do estudo, Hans-Dieter Sues, curador do Museu Nacional Smithsonian de História Natural de Washington (Estados Unidos), a tartaruga possuía patas delgadas, uma longa cauda, pescoço e "uma região torácica estranhamente quadrada". Além das largas costelas nas costas, o animal também tinha uma dura parede de ossos cobrindo a barriga.

"Ela realmente tinha o início de um casco abdominal se desenvolvendo. Estruturas semelhantes a costelas começavam a se fundir em placas mais largas", disse Sues.

O fóssil, de acordo com o estudo, tinha duas aberturas no crânio atrás das órbitas dos olhos. O fato é considerado importante pelos cientistas, porque sugere que as tartarugas estão estreitamente ligadas à linhagem dos répteis que deu origem aos lagartos e serpentes. Até agora, os pesquisadores pensavam que as tartarugas haviam evoluído a partir do grupo de répteis já extinto, que inclui dinossauros.

O fóssil da primeira tartaruga conhecida com um casco completamente desenvolvido tinha cerca de 214 milhões de anos, segundo Sues. Mas havia uma imensa lacuna nos registros de fósseis de um período anterior a esse. De acordo com o cientista, pesquisadores registraram em 2008, na China, a descoberta de fósseis de um animal semelhante a uma tartaruga - sem carapaça e com costelas expandidas -, com cerca de 220 milhões de anos. Um animal semelhante, com 260 milhões de anos, havia sido descrito na África do Sul.

Segundo Sues, a Pappochelys é um intermediário entre as duas espécies, do ponto de vista cronológico e estrutural. Para os cientistas, a nova descoberta preenche a lacuna e dá consistência à hipótese de que as carapaças surgiram a partir da expansão das costelas. "Estudos modernos de desenvolvimento indicam que a carapaça da tartaruga se formou a partir da expansão óssea de costelas e vértebras", disse Sues.

Para os autores do estudo, a descoberta sugere que as tartarugas não desenvolveram sua carapaça exclusivamente para proteção dos órgãos internos. Segundo eles, as costelas têm um papel fundamental na respiração. Assim, modificar as costelas para criar uma carapaça pode significar que as tartarugas tenham desenvolvido uma maneira inteiramente nova de respirar. "A configuração das costelas pode tê-las imobilizado e as levado a desenvolver uma maneira inteiramente nova de respirar".

De acordo com o estudo, é provável que a Pappochelys vivesse nas proximidades de lagos, mergulhando neles com frequência. "Em um cenário no qual o casco da tartaruga tenha inicialmente evoluído em um contexto aquático, a carapaça pode ter se desenvolvido como uma proteção e como um lastro para controlar a capacidade de boiar, tornando o animal mais pesado", diz o artigo. Segundo Sues, as espessas costelas do animal são coerentes com hábitos aquáticos ou semiaquáticos. "Embora as mais antigas tartarugas com cascos completos fossem provavelmente terrestres, as espécies mais primitivas possivelmente viviam em regiões de deltas e lagoas, junto à costa", disse.

Durante as últimas 24 horas, 241 tartarugas nasceram no Litoral de Ipojuca. Do total de animais que eclodiram, 112 na praia de Maracaípe e 129 na orla de Merepe, em Porto de Galinhas. O monitoramento está sendo realizado pela Secretaria de Meio Ambiente do Ipojuca. A eclosão vai ser sistemática em vários pontos da região.

De acordo com a Secretaria, ainda existem 68 ninhos sendo monitorados e distribuídos em toda a orla da cidade, desde a praia de Muro Alto até Maracaípe. Além do trabalho de proteção e monitoramento, os agentes ambientes da Prefeitura também realizam no local ações educativas com palestras sobre conscientização ambiental para evitar que turistas e banhistas acabem pisando ou retirando os filhotes do local.

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Com informações da assessoria de imprensa

As tartarugas marinhas saem do mar para colocar seus ovos na orla no período de setembro a março. A Secretaria executiva de Meio Ambiente e Gestão Urbana de Jaboatão dos Guararapes está realizando um trabalho de monitoramento para garantir que o processo de desova seja concluído sem nenhum tipo de vandalismo. Na última segunda-feira (23), foi confirmada a localização de um ponto de desova da espécie Pente, na praia de Piedade, na altura do Hotel Golden Beach, com cerca 130 ovos. A área foi sinalizada e gradeada.

Durante os fins de semana, equipes da secretaria percorrem a orla entregando folders explicativos para os banhistas, moradores e comerciantes. Os informativos alertam sobre o que fazer quando encontrarem uma tartaruga na orla. De acordo com a secretaria, esses animais preferem realizar a desova no horário da noite por conta da areia mais fria. Na orla de Jaboatão é comum a desova das espécies Cabeçuda, Pente, Verde e Oliva. O período de eclosão dos ovos gira em torno de 45 a 70 dias.

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Para a Secretaria de Meio Ambiente e Gestão Urbana, uma das maiores dificuldades é a interferência de pessoas no momento em que o animal sai do mar em direção à orla. Desde janeiro, 17 tartarugas de algumas espécies foram interrompidas no ato. “As pessoas tiram foto, fazem barulho, tentam ajudá-las a cavar ou até mesmo devolvê-las pro mar. Isso as leva a procurar outros lugares para desovar. É preciso deixá-las realizar o processo, que muitas vezes dura horas”, explica o chefe de núcleo de defesa dos animais, Adriano Artoni. As tartarugas costumam desovar no lugar onde nasceram. 

Crime – É proibido destruir ou danificar ninhos de tartaruga, de acordo com a Lei Federal 9.605. A multa para esse crime pode chegar a R$ 5 mil.

Com informações da assessoria

 

 

A maior tartaruga de água doce, uma serpente de seis metros e outros 28 espécimes vivos estão em exibição em Porto de Galinhas e Tamandaré, no litoral sul, dentro da terceira edição da exposição “Mundo dos Répteis”, organizada pelo Centro Operacional Brasileiro de Répteis, Anfíbios e Aracnídeos (COBRA). O evento segue até o dia 31 de janeiro em Porto de Galinhas e até o dia 17 de fevereiro em Tamandaré. As entradas custam R$ 10 inteira e R$ 5 a meia.

As serpentes trazidas para a exposição são originárias do Brasil, Estados Unidos, Austrália, África e Ásia. Duas tartarugas dos Estados Unidos completam a lista dos répteis. Em Porto de Galinhas, o destaque é a serpente píton-reticulada, com seis metros de comprimento, considerada a maior espécie do mundo, podendo atingir os 11 metros. Já Tamandaré recebe a tartaruga-alligator, maior tartaruga de água doce do mundo, que preserva características de animais pré-históricos. 

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Além dos animais vivos, a mostra traz um museu com esqueletos e peles, cascos de tartarugas, guizos, ovos, peças em epóxi e animais conservados em álcool, como lagartos e peçonhentas. Segundo a coordenação do COBRA, o objetivo é desmistificar o temor que este tipo de animal desperta nas pessoas, mostrando que nem todos são perigosos.

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Serviço:

“Mundo dos Répteis” - Porto de Galinhas

Local: Sede da ONG Ecoassociados – Rua Caraúnas, s/n Praça 4, Porto de Galinhas/Ipojuca

Período: 3 a 31 de janeiro de 2015

Horário: das 9h às 21h

Informações: (81) 92323313 / 88338420 / 35522465

 

“Mundo dos Répteis” - Tamandaré

Local: Forte Santo Inácio de Loyola

Período: 3 de janeiro a 17 de fevereiro de 2015

Horário: das 8h às 17h

Informações: (81) 88522292 / 92323313

Preço: R$ 10 inteira e R$ 5 a meia

Com informações da assessoria

necrópsia realizada em tartaruga encontrada morta na Praia do Pina, na Zona Sul do Recife, nesta terça-feira (8), constatou que o animal morreu após a ingestão de saco plástico. A tartaruga, da espécie verde, era fêmea, pesava três quilos, e ainda era jovem, possuindo menos de um ano de idade.

O animal foi encontrado por banhistas por volta das 13h, nas proximidades da base da Aeronáutica. Segundo o ambientalista Adriano Artoni, assim que o animal foi inspecionado, já estava clara a intervenção humana na causa da morte. “Não havia marcas de ferimentos e ela possuía boa saúde física. Ou o réptil teria morrido afogado, preso a uma rede, ou sufocado por ingestão de lixo”, esclarece Artoni.  O corpo da tartaruga foi enterrado na praia.

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Ainda na terça, outra tartaruga-verde foi encontrada morta na Praia do Janga, no município do Paulista, na Região Metropolitana do Recife (RMR). De acordo com Artoni, o animal foi encontrado já morto por pescadores da área.           

Um crime ambiental foi cometido na noite da sexta-feira (7) na Praia de Boa Viagem. No total, 120 ovos de tartaruga da espécie tartaruga-verde foram furtados do local, nas proximidades do Hotel Vila Rica. A desova havia ocorrido no dia 12 de fevereiro e a expectativa era que os ovos eclodissem no dia 29 de março.

A Brigada Ambiental era responsável pela fiscalização da desova, visitando o ponto duas vezes ao dia, no período da manhã e final da tarde. Segundo o ambientalista Adriano Artoni, responsável pelo isolamento da área, o  órgão não tem culpa pelo ocorrido. “A Brigada fez o papel dela, foi perfeita, mas preciso que a população contribua, brigue e denuncie. ”, critica o ambientalista. “A grande dificuldade é que a desova estava colada à parede, ficando em um local muito escuro, difícil de enxergar”, lamenta. Artoni também ressalta que roubar o material é ato de pura maldade, pois os ovos não são comestíveis.  

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Há apenas mais uma desova na orla do Recife, também na praia de Boa Viagem, na altura da Rua Bruno Veloso, em frente ao Internacional Palace Hotel. De acordo com Artoni, este local é mais seguro, com câmeras de vigilância nas proximidades. 

Danificar ou destruir ninho constitui crime ambiental e o infrator pode pegar de seis meses a um ano de detenção, além de pagar multa – neste caso, de R$ 5 mil para cada ovo roubado. Apesar da possibilidade do ladrão pagar R$ 600 mil, o ambientalista não acredita que isso ocorra. “Não há mais o que fazer, não havia câmera no local”, conclui.

Uma tartaruga da espécie tartaruga-verde desovou por volta de 0h30 desta terça-feira (28) na praia de Boa Viagem. Uma equipe do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) de Pernambuco está no local para realizar o isolamento da área. 

Com o apoio inicial da Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana (Emlurb), a área da desova já foi protegida. A Brigada Ambiental colocará grades de madeira de dois metros de altura, para evitar que os ovos sejam danificados ou roubados. 

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De acordo com Adriano Artoni, ambientalista do IBAMA, o número de desovas no litoral do estado vem diminuindo devido ao movimento nas praias e os trabalhos de engorda. Esta é a primeira desova do ano na praia de Boa Viagem que registrou 19 no ano passado.

A área, na altura da Rua Bruno Veloso, em frente ao Internacional Palace Hotel, ficará isolada de 45 a 72 dias. A tartaruga-verde põe entre 120 e 150 ovos e de três a seis vezes por ano. Destruir ou furtar os ovos constitui crime ambiental e a pessoa pode ser multada e apreendida.

Uma tartaruga foi encontrada gravemente ferida pelo veterinário alemão Dr. Panagiotis Azmanis e teve uma das suas pernas amputadas. Para que a tartaruga conseguisse ainda se locomover, Azmanis implantou uma peça de Lego no lugar da perna que faltava. 

O veterinário prendeu a peça do brinquedo no casco inferior do animal. Azmanis entregou "Schildi" (nome de batismo da tartaruga) a um abrigo de animais, mas afirma que pretende visitá-la com frequência para check-ups, pois a peça do Lego deve ser trocada pelo menos uma vez ao ano.

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ALAGOAS - Foi resgatada na noite desta segunda-feira (22), na praia da Lagoa do Pau, em Coruripe, município de Alagoas, uma tartaruga conhecida como “tartaruga de couro”, que mede dois metros e pesa cerca de uma tonelada. O animal foi encontrado pelos técnicos do Instituto Biota.

Nove técnicos, após serem informados da aparição do animal na praia, se dirigiram ao local onde iniciaram o resgate de um dos animais mais ameaçados de extinção no mundo debaixo de chuva. A tartaruga foi levada para a sede do instituto, localizado no bairro Riacho Doce, em Maceió.

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Segundo o biólogo que participou do resgato, Bruno Stefanis, a ação foi complicada. “Foi difícil primeiro pelo peso do animal que pesa uma tonelada e por conta da praia ser distante da capital, quase uma hora e meia de viagem e também por poucas pessoas ajudarem no resgate”, afirmou.

O técnico também contou que a tartaruga foi achada sem uma das nadadeira. O animal se encontra sob cuidados de veterinários na sede do Biota.

O Tamar Cultural realiza a sua segunda edição do projeto, neste sábado (16), com o show do compositor e pianista João Donato, no centro de Visitantes do Projeto Tamar, na Praia do Forte. O autor dos clássicos A rã e Bananeira traz para a Bahia a suíte sinfônica que embalada o seu show de verão, inspirado em trechos da obras de Claude Debussy e Maurice Ravel.

Além da atração principal, a banda Tamarear abre a noite com um repertório que traz mensagens sobre a importância de conservar as tartarugas marinhas. O projeto conta ainda com a participação especial dos cantores Ana Mametto e Yacoce Simões.

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Serviço

Projeto Tamar Cultural

Local: Centro de visitantes do Projeto Tamar, na Praia do Forte

Horário: 21h

Preço: R$ 20 (interira) e R$ 10 (etudante com carteira e pessoas a partir de 60 anos)

Por Daniele Vilas Bôas

 

Uma tartaruga marinha foi encontrada na manhã desta quinta-feira (4) na praia de Boa Viagem, zona sul do Recife. O animal foi achado morto próximo ao Parque Dona Lindu.

A tartaruga, de uma espécia ainda não identificada, pesava cerca de 40 kg e estava com a cabeça machucada. O animal foi levado para estudo na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), na Várzea.

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