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O Centro de Estudo de Línguas (CEL) oferece cursos gratuitos de idiomas para os alunos da rede estadual de ensino. São cerca de 27 mil vagas para cursos de inglês, espanhol, alemão, francês, italiano e japonês.

Para se inscrever os candidatos devem comparecer ao CEL mais próximo e apresentar cópia do documento de identidade (RG) e declaração de matrícula em escola estadual com o número do registro de aluno (RA).

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De acordo com o governo do estado de São Paulo, os cursos são realizados em módulos semestrais, exceto o de inglês, que é oferecido anualmente. As aulas acontecem no contraturno escolar ou aos sábados e os alunos aprovados receberão um certificado de conclusão.

O governo alerta que se o aluno for menor de idade os pais ou responsáveis deverão estar presentes no momento da matrícula. Para os cursos de inglês ou japonês, os interessados devem estar cursando o Ensino Médio. Já para o restante, basta estar matriculado em uma das turmas a partir do 7° ano do Ensino Fundamental, Educação de Jovens e Adultos (EJA) ou Centro Estadual de Educação de Jovens e Adultos (CEEJA).

Para mais informações acesse o site do Centro de Estudo de Línguas.

O Centro de Estudo de Línguas (CEL) está com as inscrições abertas para estudantes da rede estadual de São Paulo que queiram aprender um novo idioma. São mais de 200 unidades do CEL distribuídas pelo estado, que oferecem cursos gratuitos de alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e japonês.

A lista completa de instituições pode ser conferida no Portal da Educação (http://www.educacao.sp.gov.br/ ). As turmas variam de acordo com a região e o nível do candidato. A matrícula é presencial e os alunos menores de 18 anos precisam estar acompanhados dos pais.

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Os cursos são organizados em três anos (ou seis semestres), com aulas quatro vezes por semana. O plano de estudo do CEL tem foco na conversação em situações do cotidiano e mercado de trabalho.

A proximidade da Copa do Mundo fez com que alunos da rede pública de ensino do estado de São Paulo se interessem mais pelo aprendizado de novos idiomas. Inglês e espanhol ganharam destaque nos cursos oferecidos pelos centros de Línguas (Cel) da Secretaria de Educação, com o objetivo de ajudar os alunos a interagir com turistas que virão para o evento.

"A ideia é que eles tenham capacidade de dar informações básicas, que eles consigam receber alguém. Alguns alunos que já se dedicam um pouco mais aos estudos em casa, que tem nível mais avançado, vão poder até trabalhar na Copa. A gente está tentando trabalhar diálogos mais extensos para que eles possam saber como se comunicar, dar uma informação, receber a pessoa, direcioná-la ao lugar certo”, destaca o professor de inglês Luís Antonio da Cruz Júnior do Centro de Línguas Presidente Roosevelt, que fica na Liberdade, região central de São Paulo.

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De acordo com ele, a Copa incentivou os alunos a aprenderem idiomas e fez com que as aulas tivessem foco na parte oral, para facilitar o contato com os estrangeiros. “Eles estão na adolescência, já pensam na possibilidade de conhecer outras pessoas, ficarem com outras pessoas de outros idiomas. Pensando nessa possibilidade de conhecer pessoas e dialogar com elas é que muitos deles entraram no curso”, conta.

Alanes Ferreira, de 14 anos, aluna do centro, pretende aprofundar seu conhecimento em línguas estrangeiras para ter um diferencial no mercado de trabalho. “Meu pai sempre me disse que se eu aprendesse as línguas mais faladas eu teria mais oportunidade de conhecer mais pessoas, outras culturas e ampliar minhas chances no mercado de trabalho. O inglês por si só já é uma língua essencial, espanhol, e francês adicionam ainda mais”, disse.

Rebeca Frei Yamashita, 17 anos, quer trabalhar como voluntária na Copa do Mundo e pretende atuar como guia. “Futuramente eu quero fazer letras, para estudar português e inglês. Trabalhar na Copa vai expandir bastante minha experiência, porque eu vou poder interagir com as pessoas. Como guia eu posso interagir bastante, ter contato, falar bastante com as pessoas e posso aprimorar mais o meu inglês”, ressaltou.

Dois dias após o encerramento da Copa das Confederações 2013, que aconteceu de 15 a 30 de junho, o presidente da Comissão de Esportes e Lazer (CEL) da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), o deputado Vinícius Labanca (PSB), afirmou que as principais dificuldades da competição em Pernambuco foram resultado da aceleração das obras de mobilidade e da inflexibilidade da Fifa.

"Os problemas na Copa das Confederações vieram a princípio devido o adiantamento das obras em um ano. Para que recebêssemos a Copa das Confederações era preciso que todos se doassem e foi o que aconteceu em todos os canteiros. Outra questão foi o padrão Fifa que é inflexível e isto nos dificulta, tanto é que todas as vezes que eles cederam as nossas ações foram de sucesso", refletiu o socialista.

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Segundo Labanca, o Recife está preparado para receber os jogos da Copa do Mundo no próximo ano e a CEL vai continuar fiscalizando tudo para que em 2014 o único problema que assombre Pernambuco seja a chuva, já que o mundial acontece quando o clima predominante no estado é o inverno. "Como Comissão nós fizemos um acordo para fiscalizar e sermos parceiros do governo do estado, e é o que estamos fazendo. O nosso papel é importante e vamos continuar atentos e fiscalizando o executivo", afirmou, destacando ainda a situação da Espanha que encontrou dificuldades para treinar por causa das chuvas.

Ainda de acordo com o parlamentar, Pernambuco tem uma das melhores estruturas do País para a Copa. "Fui a Fortaleza, Salvador e Rio, mas tenham certeza que nenhuma delas ficou melhor do que a Arena Pernambuco. E tudo será visto com mais amplitude quando o corredor Leste/Oeste estiver pronto, juntamente com o Ramal da Copa. Será um conjunto de ações próximas ao estádio", concluiu.

 

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