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O governador Paulo Câmara fez, nesta terça-feira (16.02), uma visita técnica ao Centro Integrado de Ressocialização (CIR - unidade 2), em Itaquitinga, Mata Norte do Estado. O novo estabelecimento penal tem capacidade para mil presos do gênero masculino, recolhidos sob regime fechado. É mais um investimento do Governo de Pernambuco, orçado em R$ 10,6 milhões, para desafogar as unidades prisionais da Região Metropolitana do Recife. 

“É um equipamento modelo, que vai transformar o sistema. Nessa nova unidade vamos suprir uma boa parte do déficit do sistema que nós precisamos, oferecendo uma unidade segura, moderna e extremamente eficiente ao Estado”, destacou Paulo Câmara.

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O secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico, anunciou que o Governo do Estado deve iniciar em breve a construção da terceira unidade prisional. “Já temos recursos para isso, inclusive, do Fundo Penitenciário Nacional, que também se associa ao Governo de Pernambuco”, enfatizou Pedro Eurico. 

Numa área total de 13.725 metros quadrados, o novo complexo abrange celas em tamanhos distintos, seis salas de aula, setor de saúde - com quatro celas de observação e duas para espera -, portarias de triagem e principal, administração geral, minifórum, área de vivência coletiva, instalações para a Polícia Militar, heliponto e central de videomonitoramento, além de um módulo de serviços com cozinha, lavanderia e padaria, canil central, subestação central, duas estações de tratamento de esgoto e 28 guaritas elevadas. Há também sala para a OAB e três parlatórios, bem como celas para concessionados (detentos trabalhadores) e para deficientes físicos. 

VAGAS - Novas 3.794 vagas no sistema prisional adulto estão em andamento, sendo 2.754 no Presídio de Araçoiaba, 532 no Presídio de Palmares, 156 na Penitenciária Juiz Plácido de Souza, em Caruaru, e 352 no Presídio de Igarassu. Ao todo, foram criadas 3.374, sendo 676 na Penitenciária de Tacaimbó; Presídio de Santa Cruz (186); Cotel (512); Unidade I de Itaquitinga (1.000) e Unidade II de Itaquitinga (1.000), totalizando 7.168 entre vagas em andamento e já concluídas. Essas obras são financiadas com recursos do Governo de Pernambuco e do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen).

*Da Secretaria de Comunicação de Pernambuco 

 

A Polícia Federal já instaurou 1.659 inquéritos e 11 termos circunstanciados para apurar possível crimes eleitorais desde janeiro. Com 533 investigações em andamento, o Rio lidera o ranking seguido do Ceará (108), São Paulo (92) e Rio Grande do Sul (82). As apurações em andamento já resultaram em 120 apreensões que somadas alcançam a cifra de R$ 10,7 milhões.

Os números foram divulgados pela PF durante a inauguração do Centro Integrado de Comando e Controle das Eleições (CICCE), criado para acompanhar em tempo real todas as demandas de investigações de crimes eleitorais autorizadas pela Justiça.

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O CICCE fica instalado em Brasília, mas vai centralizar as informações sobre apurações de todo Brasil, entre elas, as que envolvem a produção e disseminação de fake news, as notícias falsas.

Além da PF, integram o CICCE representantes do Tribunal Superior Eleitoral, Procuradoria-geral Eleitoral, Conselho de Controle de Atividade Financeira (COAF), Tribunal de Contas da União, Agência Brasileira de Inteligência e outros nove órgãos públicos.

O espaço funcionará nas datas de 1.º a 8 de outubro e de 22 a 28 de outubro.

"A instituição do CICCE objetiva, dentre outros aspectos, garantir a realização das eleições de forma pacífica e segura; zelar pela liberdade de escolha do eleitor; garantir a eficiência e a eficácia da atuação das instituições envolvidas por meio da integração, garantir a execução do planejamento de segurança para as eleições gerais 2018 e reduzir o tempo de resposta nos atendimentos às urgências e emergências", afirma a PF.

Em coletiva de imprensa após a inauguração, o ministro da Segurança Pública Raul Jungmann, o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro, e os delegados Èlzio Vicente da Silva e Thiago Borelli, este último coordenador do CICCE, falaram sobre a importância do espaço e a atuação da PF durante o pleito.

Segundo os delegados, os principais crimes investigados no período eleitoral são propaganda eleitoral falsa, crime contra a honra de candidatos, caixa 2, transporte ilegal de eleitores e boca de urna. A produção e disseminação de notícias falsas, as fake news, também estão na mira da PF. Em todos os casos, explicou o delegado Borelli, a PF só pode atuar provocada e com autorização do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).

Segundo o diretor-geral Rogério Galloro, o centro integrado repete o modelo utilizado na segurança de grandes eventos realizados na última década, como a Copa do Mundo e Olimpíadas. Para Galloro, a integração entre as instituições vai reduzir o tempo de resposta para casos de urgência e emergência relacionados a crimes eleitorais.

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