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Pacientes que precisaram ser transferidos após o incêndio nesta sexta-feira, 28, no Hospital do Coração (HCor), zona sul de São Paulo, já retornaram aos seus quartos. Por medida de segurança, eles haviam sido realocados para o edifício Adib Jatene, que fica em frente à unidade incendiada.

Ainda na sexta, segundo a assessoria de imprensa da unidade hospital, a Defesa Civil já havia liberado o edifício. Não houve vítimas. Neste sábado, 29, o atendimento no HCor foi normalizado.

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Durante o incêndio, os pacientes foram transferidos como medida de precaução. O fogo não atingiu quartos ou andares. Mas, por causa da fumaça, a decisão foi mudar os pacientes de prédio.

O fogo começou no fim da tarde no edifício localizado na Rua Desembargador Eliseu Guilherme. As chamas atingiram resfriadores de ar-condicionado na cobertura do prédio.

De acordo com o HCor, a brigada de incêndio do próprio hospital combateu o fogo. Doze viaturas do Corpo de Bombeiros também foram enviadas ao local.

Segundo o superintendente médico do hospital, Carlos Buchipiguel, o prédio afetado pelo incêndio tem alarme silencioso para não causar pânico. O acionamento, explicou, leva os funcionários a atuarem conforme o protocolo para prestar assistência e eventualmente evacuar pacientes e acompanhantes.

Segundo Buchipiguel, pacientes que poderiam ser evacuados nesse caso, segundo a condição de saúde, foram retirados do local. Outros, como os da unidade coronária e parte da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), ficaram no local acompanhados por equipe médica. Já os acompanhantes eram orientados a deixar o edifício.

Popularmente conhecida como pressão alta, a hipertensão arterial é o prolongamento anormal da pressão que o sangue faz para circular pelas artérias do corpo. A doença crônica que, em 90% dos casos é hereditária, faz com que o coração precise se esforçar mais do que o habitual para distribuir o sangue por toda a estrutura física e é a principal causadora de problemas como acidente vascular cerebral (AVC), enfarte, aneurisma arterial além das insuficiências renal e cardíaca. Dados do Ministério da Saúde em 2018, mostram que um em cada quatro brasileiros adultos foram diagnosticados com hipertensão arterial.

O médico cardiologista do Hospital do Coração (HCor) Aezio de Magalhães Junior, alerta para um dos principais fatores da hipertensão entre os brasileiros: o estilo de vida. "A maioria da população é sedentária. Por não praticar atividade física, a pessoa geralmente está acima do peso e pode apresentar outros fatores associados, como diabetes e o consumo excessivo de sal na dieta", comenta.

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Membro da Equipe de Ergometria e Reabilitação Cardiopulmonar do Hcor, Junior ressalta a importância de unir alimentação saudável e atividade física para prevenção. "Uma dieta com mais frutas, verduras, hortaliças e menos gordura aliada a pelo menos 150 minutos de atividades físicas semanais, impacta na redução dos níveis de pressão arterial", orienta o cardiologista, que reforma a relevância do cuidado com o peso. "Se a pessoa conseguir diminuir 5% do seu peso corporal, é possível conseguir uma redução de 20 a 30% nos níveis de pressão".

O costureiro Paulo Borges, 37 anos, conta que foi diagnosticado com hipertensão aos 32, e que por isso passou a ter mais atenção com a saúde. "Hoje evito alimentos gordurosos, processados e uso menos sal. Nunca passei por uma complicação grave, mas tomo medicamentos para controlar a pressão. Apesar da caminhada que pratico de duas a três vezes na semana, ainda faço o uso de atenolol, losartana, alodipino e esperolactona", conta.

De acordo com números do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL) de 2017, a tendência é a de que a hipertensão atinja níveis mais elevados conforme a idade. Sobre a hipertensão antes dos 30 e depois dos 50 anos, o cardiologista do HCor reforça a importância do acompanhamento médico. "Nestes casos temos que ir atrás de causas específicas, é o que chamamos de hipertensão secundária que pode não estar tão relacionada só com os hábitos de vida", conta Junior. "Pode ser um problema renal ou alguma disfunção hormonal, por isso é importante fazer as avaliações de rotina na população", complementa.

Sintomas

Os sintomas da hipertensão são silenciosos, por isso a prevenção é importante. Os indícios só aparecem quando a pressão sobe muito podendo ocorrer dores no peito, dor de cabeça, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento nasal.

O cuidado ao portador de hipertensão, com exames e procedimentos mais profundos a complicações oriundas da doença, é executado pelo SUS no âmbito da média e alta complexidade. Quem precisa de tratamento deve ser encaminhado para pontos de atenção e com estrutura tecnológica preparadas para os cuidados.

Depois de se submeter a uma cirurgia cardíaca, em São Paulo, o vice-governador João Lyra Neto (PDT) retornou ao Recife nessa quinta-feira (16). No desembarque, Lyra recebeu as boas-vindas do governador Eduardo Campos, que o aguardava junto com a esposa Renata Campos e vários secretários de Estado. Também presentes os familiares do vice-governador, entre esses, as filhas Nara, Paula e Raquel, alem dos irmãos Fernando, Gilberto e Angelice.

Em seguida, o vice-governador seguiu direto para a residência em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. Por recomendação medica, Lyra permanecerá de repouso por, pelo menos, 30 dias.

Intervenção cirúrgica - O vice-governador, de 65 anos, foi internado no Hospital do Coração (HCor), em São Paulo, no dia 30 de janeiro passado, para uma avaliação cardiológica anual. Após os primeiros exames, os médicos indicaram a necessidade de um cateterismo, exame que avalia a circulação coronariana. O resultado desse procedimento apontou para um tratamento cirúrgico por meio de ponte de safena. O vice-governador foi submetido a cirurgia cardíaca no último dia 6, em que foram colocadas três pontes de safena e uma mamária.

O vice-governador de Pernambuco, João Lyra Neto, deve receber alta médica até a próxima quarta-feira (15), do Hospital do Coração (HCor), em São Paulo. João Lyra foi transferido da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para um quarto no HCor na tarde desta quarta-feira (8).

Na segunda-feira (6), o vice-governador foi submetido a uma cirurgia para a colocação de três pontes de safena e uma mamária.

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O vice -governador do Estado, João Lyra Neto, deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), nessa quarta-feira (8), as 16h (horário do Recife), e foi transferido  para um apartamento do Hospital do Coração (Hcor), em São Paulo. De acordo com os médicos, o paciente não pode receber visitas. Mas é considerado estável o estado de saúde dele.

João Lyra Neto foi internado no Hospital do Coração, em São Paulo, na última segunda-feira (30) para a realização de exames cardiológicos. O resultado da avaliação anual apontou para um tratamento em que o paciente de 65 anos foi submetido a uma cirurgia para a colocação de três pontes de safena e uma mamária.

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A previsão é que o vice-governador receba alta até quarta-feira (15) da próxima semana.

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