Tópicos | Jackie Kennedy

A atriz Natalie Portman interpretará a ex-primeira-dama dos Estados Unidos Jacqueline Kennedy em um filme dirigido pelo chileno Pablo Larraín sobre os quatro dias posteriores ao assassinato de seu marido, anunciou nesta quinta-feira o produtor.

O filme "Jackie" começa quando o presidente John F. Kennedy é assassinado em Dallas em novembro de 1963.

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"'Jackie' mostra os dias em que Jackie Kennedy se converte em um ícone e ao mesmo tempo perde tudo", disse à revista Variety o empresário Vincent Maraval da produtora Wild Bunch.

O filme deve receber uma enxurrada de ofertas no mercado de Cannes por seus direitos de exibição.

A previsão é que entre em produção neste ano, com o comando do diretor chileno Larraín, aclamado por seu filme "No" sobre o fim da ditadura de Augusto Pinochet.

Será produzido por Darren Aronofsky, que já conduziu Portman a um Oscar em 2010 com "Cisne Negro".

Portman está em Cannes nesta semana apresentando seu primeiro filme como diretora, "A Tale of Love and Darkness".

A diva americana Marilyn Monroe, amante do então presidente John Fitzgerald Kennedy (JFK), telefonou para a rival Jackie Kennedy e garantiu que se casaria com seu marido, revela o jornalista Christopher Andersen em seu livro These Few Precious Days, lançado nesta terça. Impassível, a primeira-dama respondeu que Marilyn seria bem-vinda à Casa Branca, segundo a pesquisa feita pelo jornalista sobre o último ano de um dos casais mais famosos do mundo.

"Ótimo (...) Eu vou me mudar, e você ficará com todos os problemas", teria dito Jackie.  O livro conta ainda que a primeira-dama disse ao marido que não o abandonaria em Washington no caso de um ataque nuclear. Durante a chamada "Crise dos Mísseis", em Cuba, quando a temperatura da Guerra Fria subia perigosamente, em 1962, Jackie soube dos planos de ser enviada para um bunker com os filhos. "Por favor, não me mande para lugar nenhum se algo acontecer. Ficaremos todos aqui com você", pediu ela. "Prefiro morrer contigo, e as crianças também, a viver sem você", completou a então jovem esposa, que faleceu em 1994, aos 64 anos.

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Andersen relata também como o casal vivenciou a morte do terceiro filho, Patrick Bouvier, dois dias depois de seu nascimento, em 7 de agosto de 1963. Sem surpresa, o livro These Few Precious Days. The Final Year of Jack with Jackie explora os inúmeros casos extraconjugais do presidente e tenta responder se "Jack" Kennedy e sua mulher, Jackie, então com 46 e 33 anos, respectivamente, de fato se amavam.

A pesquisa de Andersen, que termina no assassinato do presidente em novembro de 1963 em Dallas (Texas), mostra por exemplo que, de todas as amantes de JFK, a única que preocupava Jackie era Marilyn.  A primeira-dama, que sabia das aventuras do marido, não se sentia pessoalmente ameaçada pela atriz, mas temia que o escândalo a expusesse ao ridículo diante da opinião pública - explica Andersen.

"Aos 36 anos, (Marilyn) se deu conta de que seus dias como símbolo sexual estavam contados e começou a buscar um novo papel para representar: o de segunda mulher do presidente", escreve o autor. "Marilyn estava convencida de que JFK estava a ponto de abandonar Jackie por ela", completa o jornalista.

Segundo colaboradores próximos de JFK na Casa Branca, o presidente nunca pôs a atriz à altura de Jackie, que se casou com o magnata grego Aristóteles Onassis, cinco anos depois de ter ficado viúva. Andersen é colaborador de revistas como "Time", "People" e "Vanity Fair".

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