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Donald Trump, ex-presidente dos Estados Unidos, "exigiu" um pedido de desculpas da revista Forbes após ter sido excluído pela segunda vez em três anos da lista dos 400 americanos mais ricos. "Eu exijo formalmente um pedido de desculpas da falida revista Forbes", escreveu Trump na quarta-feira, 11, no Truth Social, rede social ele mesmo criou depois de ser expulso das plataformas devido ao ataque ao Capitólio em 6 de janeiro. As informações são de reportagem do jornal britânico The Guardian.

Trump sempre esteve na lista desde 1990, com exceção de 2021. Na semana passada, a lista divulgada pela Forbes afirmou que a fortuna líquida do ex-presidente diminuiu em US$ 600 milhões em relação ao ano passado. Na rede social, Trump criticou "escritores realmente burros designados para me atacar".

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Ele também reclamou do editor sênior da revista, Dan Alexander, pelas "muitas matérias falsas e difamatórias [da Forbes] que escreveu sobre mim". Alexander também é autor do livro de 2020, Casa Branca Inc: Como Donald Trump Transformou a Presidência em um Negócio (em tradução livre para português).

Trump também disse na postagem que a Forbes "cooperou" com Letitia James, a procuradora-geral democrata do estado de Nova York que processou Trump, seus filhos adultos e seu negócio. Ele ainda a chamou de "racista e incompetente".

O post de Trump ainda cita uma desinformação de que a Forbes é "propriedade do governo comunista chinês, e a China fará qualquer coisa para impedir Maga", uma referência ao seu slogan de campanha, "Tornar a América grande novamente".

A Receita Federal avalia a possibilidade de propor a criação de uma nova faixa de Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) para os mais ricos - superior à atual alíquota máxima de 27,5%. Segundo o secretário da Receita, Jorge Rachid, a ideia seria adotar uma tributação diferenciada para quem está em "patamares bastante superiores" de renda, ganhando mais que R$ 30 mil mensais.

A escada do IRPF hoje termina em quem ganha a partir de R$ 4.664,68 mensais. Esses trabalhadores são os que pagam a alíquota máxima.

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"Hoje nossa maior alíquota é 27,5%, mas poderia se introduzir outra alíquota, mas não em patamares próximos, eu diria para patamares bastante superiores, para renda superior a R$ 30 mil. Mas isso passa por um processo de estudo. A ideia é que essa mudança não resulte em alteração da carga tributária", afirmou Rachid após evento no Tribunal de Contas da União (TCU) sobre simplificação tributária.

O secretário fez questão de destacar que esses estudos ainda estão sendo conduzidos internamente pelos técnicos da Receita e ainda não foram apresentados ao ministro da Fazenda, Eduardo Guardia.

Orçamento

Proposta semelhante chegou a ser cogitada em agosto do ano passado para ajudar a equilibrar o Orçamento de 2018, como revelou o Broadcast (plataforma de notícias em tempo real do Grupo Estado) à época, mas acabou não avançando diante da forte resistência de entidades empresariais e sindicatos.

"Queremos atualizar nossa legislação de (imposto de) renda, mexer na questão de alíquotas se for o caso, mexer na base de cálculo e dar maior progressividade na renda", afirmou Rachid. "No mundo, a tributação das corporações tende a ser menor. Por sua vez, quem paga imposto ao fim e ao cabo é a pessoa física", acrescentou.

O secretário informou ainda que já existe hoje dentro da Receita um grupo de trabalho analisando o impacto das mudanças na legislação internacional, principalmente na questão de tributação da renda. Recentemente, os Estados Unidos cortaram as alíquotas do imposto de renda para empresas, o que deflagrou a mesma medida em outros países. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estar numa lista dos mais ricos em qualquer lugar é para poucos. Mas estar na lista dos principais bilionários de um país com uma das maiores rendas médias do mundo é para pouquíssimos. Essa é a situação do empresário brasileiro Jorge Paulo Lemann, que está na segunda posição entre os mais ricos da Suíça.

Numa classificação publicada pela revista suíça Bilan, a fortuna de Lemann é estimada em US$ 27 bilhões. Ele, porém, teria perdido US$ 1 bilhão neste ano. Ainda assim, continua como o segundo homem mais rico do país, que acumula US$ 6 trilhões em depósitos em seus 266 bancos. A liderança é da família Kamprad, dona da rede de móveis Ikea, com US$ 45 bilhões.

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Mas o brasileiro superou as famílias Hoffmann e Oeri, donas de uma fortuna no setor farmacêutico calculada em US$ 23 bilhões - eles são os principais acionistas da Roche. No quarto lugar vem outra família com ligações com o Brasil. Com US$ 17 bilhões, a família de Joseph Safra teria ficado US$ 1 bilhão mais rica no ano.

A Suíça, apesar de concentrar grande parte das fortunas do planeta, está perdendo alguns de seus próprios bilionários. Benjamin Steinmetz, por exemplo, trocou Genebra por Israel, enquanto a família Elkhereiji optou por Mônaco. Já o cantor Phil Collins, com fortuna estimada em US$ 300 milhões, deixou a Suíça e retornou aos EUA, enquanto a cantora Shania Twain, com US$ 500 milhões, mudou-se para o Canadá.

A ascensão de Lemann chama a atenção até mesmo dos suíços. Até 2011, ele ocupava o nono lugar entre as pessoas mais ricas da Suíça. Em 2013, o brasileiro passou a figurar entre as três maiores fortunas do país.

'PIB'

Hoje, se Lemann fosse um país, ele seria a 101ª maior economia do mundo, superando o PIB inteiro de El Salvador, Bósnia ou Paraguai. O brasileiro seria três vezes mais rico do que toda a economia do Haiti.

Entre seus ativos está a Heinz, empresa de alimentos que ele comprou com Warren Buffet, a rede Burger King e 15% das ações da maior empresa de cervejas do mundo, a Anheuser-Busch InBev.

Filho de um fabricante de queijos que abandonou a região de Emmental e tentou a sorte no Brasil, Lemann vive parte de seu tempo à beira do lago de Zurique.

Jorge Paulo Lemann é o único brasileiro a aparecer na lista dos 50 mais ricos do mundo da revista Forbes. Lemann aparece na 34ª posição, com fortuna estimada em US$ 19,7 bilhões. Também na lista, que inclui 1.645 bilionários, aparecem os nomes de mais 64 brasileiros, com destaque para Joseph Safra, em 55º lugar, e Marcel Herrmann Telles, em 119º.

Bill Gates, com fortuna de US$ 76 bilhões, voltou a liderar o ranking da Forbes no lugar do mexicano Carlos Slim, que liderou a lista nos últimos quatro anos e agora aparece em segundo lugar, com US$ 72 bilhões.

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Em seguida, aparecem o empresário espanhol Amancio Ortega, com US$ 64 bilhões, o megainvestidor norte-americano Warren Buffet, com US$ 58,2 bilhões, e o também norte-americano e fundador da Oracle, Larry Ellison, com US$ 48 bilhões.

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, foi, de acordo com o ranking da Forbes, o bilionário que mais faturou em dólar no ano passado, cuja fortuna saltou de US$ 15,2 bilhões para US$ 28,5 bilhões, após o IPO da rede social. Zuckerberg aparece em 21º lugar.

Juntos, os 1.645 bilionários da lista da Forbes somam fortuna de US$ 6,4 trilhões, valor superior aos US$ 5,4 trilhões somados em 2012. No total, existem 172 mulheres entre os mais ricos do mundo ante 138 registradas um ano antes.

O cofundador da Microsoft, Bill Gates, voltou a ocupar o título de homem mais rico do planeta, seguido do guru das finanças norte-americanas Warren Buffett e do fundador da Inditex, proprietária da Zara, Amancio Ortega, segundo uma lista de fortunas elaborada pela revista chinesa Hurun.

O magnata mexicano das telecomunicações, Carlos Slim, caiu da primeira posição para a quarta, segundo a lista divulgada nesta terça-feira que inclui 1.867 fortunas superiores a um bilhão de dólares.

Todas essas fortunas possuem juntas mais de 6,9 trilhões de dólares, mais que o Produto Interno Bruto do Japão, a terceira economia do mundo. Os Estados Unidos lideram a lista de multimilionários com 481, seguido da China com 358.

A Ásia em sua totalidade soma 824 multimilionários. Apenas no ano passado foram incorporados 216 novos membros a este seleto clube desta região, um pouco mais da metade dos 414 novos 'sócios'.

Bill Gates, o cofundador da Microsoft, voltou ao número um da lista dos riquíssimos ao ver sua fortuna aumentar em 26%, a 68 bilhões de dólares, no dia 17 de janeiro.

Com 64 e 62 bilhões de dólares cada um, Warren Buffett e o espanhol Amancio Ortega estão na segunda e terceira posição da lista de Hurun, que rivaliza com a elaborada pela norte-americana Forbes.

A inclusão na lista da Hurun, contudo, pode ser uma faca de dois gumes para os riquíssimos chineses, já que são submetidos a um intenso escrutínio público e privado, assim como a suas companhias.

Alguns foram objeto de investigações ou presos, entre eles Huang Guangyu, que foi declarado o homem mais rico da China em três ocasiões, a última em 2008. Huang foi condenado a 14 anos de prisão em 2010 por negócios ilegais, informação privilegiada e subornos.

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