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As vendas de motos tiveram alta de 24% em outubro frente ao volume de igual mês do ano passado, chegando a 120,3 mil unidades. Na comparação com setembro, mês com um dia a mais de venda, houve leve queda de 2,7% no mercado de motocicletas novas, informou nesta quinta-feira (3) a Fenabrave, associação que representa as concessionárias.

Nos dez primeiros meses do ano, 1,1 milhão de motos foram vendidas no Brasil, o que corresponde a uma alta de 17,9% frente a igual período de 2021.

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Ao comentar o balanço, o presidente da Fenabrave, José Maurício Andreta Jr., observou que o mercado segue aquecido, com espera de consumidores em algumas categorias, apesar da seletividade dos bancos nas análises de crédito. "O mercado de modelos de até 250 cilindradas está bastante aquecido. São, em sua maioria, veículos usados para o trabalho e deslocamentos urbanos e que têm tido boa procura nas concessionárias", afirmou o executivo.

Máquinas agrícolas

As vendas de máquinas agrícolas, entre tratores e colheitadeiras, tiveram crescimento de 19,9% em setembro na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo a Fenabrave. No total, 6,2 mil unidades foram entregues a produtores rurais em setembro, o que, na comparação com agosto, representa uma alta de 12,3%.

Ao contrário das vendas de carros, que podem ser atualizadas diariamente com base nos licenciamentos diários de veículos, os números de máquinas agrícolas precisam ser levantados pela Fenabrave com os fabricantes. Por isso, as estatísticas têm defasagem de um mês em relação ao balanço das vendas de carros, cujos resultados divulgados hoje pela associação já são relativos a outubro.

Nos nove primeiros meses do ano, as vendas de máquinas agrícolas somaram 49 mil unidades, alta de 23,1% em relação a igual período do ano passado.

A tecnologia empregada no campo foi determinante para que a agricultura brasileira alcançasse a produtividade atual. Em quase 30 anos, o rendimento das plantações de soja do País aumentou 70,8%, bem acima do incremento de 41% registrado no mesmo período pelos Estados Unidos, maior produtor da oleaginosa. A evolução é contínua e agora se consolida uma nova era de tecnologia agrícola: a da agricultura digital. O que move essa guinada, além do ímpeto dos produtores de alcançar maior eficiência nas lavouras, é a revolução digital provocada pela expansão da telefonia móvel e da internet no Brasil e no mundo.

As montadoras de máquinas agrícolas têm exercido papel decisivo nessa nova etapa da agricultura, já que a mecanização das lavouras tirou das mãos do agricultor todas as etapas do processo de produção. Associadas a outras ferramentas de transmissão de dados, como GPS e sinal de rádio, estas máquinas estão transmitindo informações que já eram coletadas no campo para a tela do computador, celular ou tablet de agrônomos e produtores, de forma muito mais rápida agora.

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E a agricultura de precisão, que abarca os novos sistemas digitais, concentra hoje a atenção de todas as fabricantes. "Nos próximos três anos, a CNH investirá em pesquisa e desenvolvimento o triplo do que foi investido nos últimos três anos e só a agricultura de precisão absorverá mais de 10% dos recursos para P&D no período", disse ao Broadcast Agro o diretor da Agricultura de Precisão da CNH Industrial, Gregory Giordan.

Gestão de máquinas

Na última Agrishow (Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação), realizada em abril em Ribeirão Preto (SP), os lançamentos das montadoras se concentraram em sistemas de gestão de máquinas ou de frota que permitem aos produtores monitorar e alterar, em tempo real, a velocidade e a forma de operar da máquina.

Tais sistemas, de forma geral, transmitem do computador de bordo da máquina para softwares ou aplicativos, via sinal GPRS, de telefonia celular e internet, se a máquina está colhendo ou plantando na velocidade programada, a quantidade de sementes ou de adubo aplicada por hectare, a umidade do grão, além de sinalizar eventuais problemas técnicos.

O Fuse Connected Services, apresentado pela AGCO na feira, pode gerar economia de cerca de R$ 110 mil em uma safra em uma propriedade de 1 mil hectares, graças às perdas evitadas na colheita e ao ganho de produtividade no plantio, segundo o gerente de marketing de produto Crop Care e ATS da AGCO América do Sul, Rafael Antonio Costa.

Integração

A John Deere fez o pré-lançamento de sistema semelhante na Agrishow, o JD Link, que deve começar a sair de fábrica a partir de janeiro de 2017 em grande parte das máquinas da marca. A CNH, por meio da marca New Holland, lançou o PLM Connect, enquanto a Case IH, do mesmo grupo, passou a oferecer o AFS.

A era da agricultura digital também está levando à integração de diversos setores, como o de máquinas agrícolas, agroquímico e de tecnologia, a fim de buscar soluções conjuntas e ofertar sistemas mais completos para os produtores. AGCO, CNH Industrial e John Deere têm parcerias para sincronizar seus sistemas com o de outras empresas e dar aos agricultores condições de controlar à distância um número maior de operações, além das atividades da máquina. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A queda nas vendas de máquinas agrícolas levou montadoras a adotar estratégias para tentar minimizar o impacto nos resultados. A AGCO, grupo que detém as marcas Massey Fergusson e Valtra, pretende neste mês começar a negociar máquinas por meio de barter, sistema pelo qual o produtor usa soja, milho ou outra colheita como moeda de troca. A CNH, por intermédio do Banco CNH Industrial, agente financiador de parte dos negócios das marcas New Holland, Case IH e máquinas de construção do grupo, dará um maior prazo de carência para o pagamento dos produtos. Já a John Deere, assim como a AGCO, tem trabalhado para ampliar as exportações, aproveitando a melhor remuneração em real proporcionada pelo dólar valorizado.

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) informou no início deste mês que as vendas de máquinas agrícolas e rodoviárias caíram 6,8% em setembro em relação a agosto. Nos primeiros nove meses do ano, a redução nas vendas é de 30% na comparação com igual período de 2014. Já as exportações subiram 11% em setembro ante agosto mas no ano são 39% menores.

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"Em um momento tão complicado no Brasil e no mundo temos adotado dois focos: escutar mais os clientes para nos adaptarmos ao que precisam e utilizar nosso banco de fábrica para entender melhor as condições do produtor e buscar novas alternativas para ele", disse ao Broadcast Agro o vice-presidente de marketing, pós-venda, gestão de produtos e desenvolvimento de concessionárias AGCO para a América do Sul, Bernhard Kiep.

Seguindo esta perspectiva, a AGCO finaliza os detalhes para dar início à venda de máquinas agrícolas com pagamento atrelado à produção. O mecanismo já é usado por revendas de insumos, que fornecem adubo, defensivo e/ou sementes para o produtor e recebem da trading, para quem será vendida a colheita, valor equivalente ao negócio. A AGCO pretende fornecer a máquina agrícola para o produtor e receber o pagamento da trading que adquirirá a colheita do cliente, em um acordo que envolverá também o departamento financeiro da companhia e a concessionária responsável pela venda.

Segundo Kiep, alguns negócios já foram fechados de forma "embrionária". É a partir de novembro que ele espera ver deslanchar a iniciativa. As cooperativas, em especial as de café, podem ter interesse no barter, já que contam com estoques que poderiam ser empregados na aquisição de máquinas.

"Transformaríamos um ativo que não está rendendo em dinheiro", disse Kiep. Produtores de soja, milho e cana-de-açúcar também podem vir a recorrer à alternativa. O executivo espera que as vendas por barter representem, em 2016, de 2% a até 5% do total comercializado pela companhia.

A AGCO também vem explorando mais a venda por meio de consórcio, dada a dificuldade dos produtores em acessar crédito nos bancos, que têm exigido mais garantias. No consórcio, o produtor adquire uma carta de crédito, também chamada de cota, paga parcelas mensais sem juros e leva a máquina quando sua cota for sorteada pela companhia. Segundo Kiep, as vendas por consórcio vêm aumentando e hoje, de cada dez vendas de tratores, quatro são feitas via consórcio. O executivo não informou a proporção de negócios na modalidade no ano passado.

Ações para ampliar as exportações também vêm sendo adotadas pela companhia. Responsável por 74% das vendas externas de máquinas agrícolas do Brasil, a empresa mira agora regiões mais distantes, como África, Europa e Ásia, e não descarta ampliar a participação dos produtos da filial brasileira na América do Norte. "Estamos olhando para todo mundo que nos interessa e para nossas fábricas irmãs. A ideia é ampliar a exportação 'inter company', ou seja, vender para a fábrica irmã da AGCO, não para um concessionário daquele país", explicou Kiep. Com marcas que atendem desde pequenos até grandes produtores, ele avalia que pode atender cerca de 60% destes mercados. "Temos meta já para o primeiro semestre do ano que vem. Estamos bem focados em aproveitar essa janela no curto e médio prazo", afirmou, sem divulgar perspectiva de aumento.

Mesmo com as diversas medidas, o executivo afirmou ao Broadcast Agro que a empresa deve repassar para o preço das máquinas agrícolas o aumento dos custos de produção atrelados a itens importados, que ficaram mais caros com a depreciação do real diante do dólar. Mas Kiep lembrou que cerca de 90% das máquinas da empresa são financiadas pelo Finame, o que limita o conteúdo internacional das máquinas, no caso da AGCO, de 10% a até 20%. O reajuste, portanto, será correspondente a esta parcela.

Dólar

A John Deere também vem explorando a oportunidade dada pelo dólar valorizado ante o real para contornar a queda nas vendas internas de máquinas. "Vemos grandes oportunidades de ampliar exportações e já estamos trabalhando há algum tempo nisso", afirmou o diretor de Assuntos Corporativos da América Latina da John Deere, Alfredo Miguel. As exportações da companhia têm aumentado crescentemente para países como Venezuela, Paraguai, Uruguai e Chile, segundo o executivo - sem dizer em que proporção. "Isso sem falar de China. O país vai crescer menos, em torno de 7%, mas continuará a crescer. A Índia também", afirmou.

Miguel, contudo, reforçou que o trabalho voltado às exportações não foi determinado pela depreciação do real. Para vender para outros países, disse ele, é preciso prever as demandas de diversos segmentos da cadeia. "Tem que oferecer uma tecnologia adequada àquele país, ter estrutura de concessionários e de vendas, cuidar para que toda essa demanda seja atendida. É algo no qual temos trabalhado há alguns anos", explicou. Como exemplo, ele lembrou que desde 2010 a empresa investiu US$ 153 milhões em ampliações de fábricas da divisão agrícola e do Centro de Distribuição de Peças para América do Sul da empresa, em Campinas (SP), assim como no lançamento de novas linhas de produtos. "Temos uma estratégia de longo prazo. Não será o dólar de hoje que mudará a visão de longo prazo da empresa", complementou.

O diretor da John Deere disse, ainda, que é preciso colocar a crise "em seu devido lugar". "O setor agrícola tem crescido de forma descolada de outros setores, em função da demanda global crescente por alimentos. Continuamos enfatizando que é preciso reduzir custos, aumentar a produção e criar um sistema, como o de integração lavoura-pecuária-floresta, onde se produz mais com a mesma área", afirmou.

Financiamento

O grupo CNH, por meio do Banco CNH Industrial, começou uma campanha durante a Expointer, em setembro no município gaúcho de Esteio, divulgando a possibilidade de produtores começarem a pagar máquinas financiadas por linhas do BNDES somente após dois anos da data de compra. "O BNDES já permite dar até dois anos de carência ao cliente. O mercado, de forma geral, fixa o prazo de seis meses a um ano. Nós passamos a oferecer a carência de dois anos como produto de prateleira", disse o diretor comercial, de marketing e de seguros do Banco CNH Industrial, Jucivaldo Feitosa.

O critério para a aprovação do tempo de carência, explicou o diretor, continua sendo o fluxo de caixa previsto para as safras seguintes, assim como o histórico do cliente no mercado. O banco também avaliará outros aspectos para balizar a decisão, como os preços internacionais das commodities, a média de produtividade da região e o clima. "Conseguimos montar um arquivo com a área do cliente, o histórico de produtividade da propriedade e fazer uma previsão do fluxo de caixa", explicou o diretor.

Vendas nestas condições, até então, eram feitas de forma esporádica pela companhia. Com a campanha, fixada para o período de setembro a dezembro deste ano, Feitosa acredita que o banco poderá fechar 2015 com 20% a 25% das vendas realizadas nesta modalidade.

As vendas internas de máquinas agrícolas e rodoviárias no atacado atingiram 4.007 unidades em julho, queda de 9,1% na comparação com junho e recuo de 37,5% ante o mesmo mês do ano passado, informou nesta quinta-feira, 6, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Com o resultado, as vendas do segmento acumulam retração de 27,5% nos primeiros sete meses de 2015.

As vendas internas de tratores alcançaram 3.237 unidades, queda de 13% em relação a junho e de 39,7% comparado a igual mês do ano passado. No acumulado do ano, a redução nas vendas internas de tratores chega a 25,4% em relação ao mesmo período de 2014. Já as vendas de colheitadeiras cresceram de junho para julho, chegando a 376 unidades, alta de 18,6%. No comparativo com julho de 2014, contudo, o recuo chega a 22%. De janeiro a julho, a queda nas vendas de colheitadeiras chega a 30,8% ante o mesmo período do ano passado.

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A produção de máquinas agrícolas e rodoviárias somou 5.119 unidades em julho, alta de 41,6% na comparação com junho e retração de 41,8% ante o mesmo mês do ano passado. De janeiro a julho, a fabricação de máquinas agrícolas acumula recuo de 27,7% na comparação com igual período de 2014. A receita com as exportações de máquinas agrícolas totalizou US$ 746,9 milhões em julho, queda de 25,7% na comparação com junho e de 24,7% ante igual mês do ano passado. Com o resultado, as vendas externas de máquinas agrícolas apontam recuo de 10% neste ano até julho.

O total de máquinas agrícolas exportadas no mês passado foi de 843 unidades, queda de 23,4% na comparação com junho e recuo de 35,7% ante julho do ano passado. No acumulado do ano até julho, as vendas externas recuaram 21,3% ante igual período de 2014. Em julho, 609 tratores foram exportados, 23,4% menos que as 1.100 unidades vendidas em junho. A queda chega a 35,7% ante o mesmo mês do ano passado e a 21,3% de janeiro a julho, ante igual período de 2014. As vendas externas de colheitadeiras somaram apenas 6 máquinas em julho, ante 15 no mês passado. De janeiro a julho de 2015, o recuo nas exportações chega a 56,7% comparado ao mesmo período do ano passado.

As vendas internas de máquinas agrícolas no atacado atingiram 6.610 unidades em setembro, alta de 2,2% na comparação com agosto e recuo de 10,4% ante setembro de 2013, divulgou nesta segunda-feira, 06, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Com o resultado, as vendas acumulam retração de 18% no acumulado do ano até setembro sobre igual período de 2013, para 52.449 unidades.

Já a produção de máquinas agrícolas chegou a 6.567 unidades em setembro, queda de 18,5% na comparação com agosto e recuo de 25,2% ante mesmo mês do ano passado. De janeiro a setembro, a produção de máquinas agrícolas acumula queda de 15,8% sobre igual período de 2013, para 63.815 unidades.

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As exportações de máquinas agrícolas em valores totalizaram US$ 203.842 milhões em setembro, queda de 3,1% na comparação com o oitavo mês do ano e recuo de 35,6% ante setembro de 2013. No acumulado do ano até o mês anterior, as exportações de máquinas agrícolas em valores caíram 18,4% em relação a igual período do ano passado, para US$ 2.164.909 bilhões.

O total de máquinas agrícolas exportadas chegou a 1.354 unidades em setembro, alta de 1,8% na comparação com agosto e recuo de 16,1% ante setembro de 2013. Já no acumulado de janeiro a setembro deste ano sobre igual período do ano passado, as exportações de máquinas agrícolas caíram 8,1%, para 10.559 unidades.

As vendas internas de máquinas agrícolas no atacado atingiram 6.464 unidades em agosto, alta de 1,4% na comparação com julho e recuo de 17,1% ante agosto de 2013, informou a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Com o resultado, as vendas acumulam retração de 18,9% no acumulado do ano até agosto sobre igual período de 2013, para 45.838 unidades.

Já a produção de máquinas agrícolas chegou a 8.065 unidades em agosto, queda de 8,4% na comparação com julho e recuo de 11,8% ante mesmo mês do ano passado. De janeiro a agosto, a produção de máquinas agrícolas acumula queda de 14,6% sobre igual período de 2013, para 57.254 unidades.

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As exportações de máquinas agrícolas em valores totalizaram US$ 210,396 milhões em agosto, queda de 6,3% na comparação com julho e recuo de 33,8% ante agosto de 2013. No acumulado do ano até o mês passado, as exportações de máquinas agrícolas em valores caíram 16,1% em relação a igual período do ano passado, para US$ 1,9 bilhão.

O total de máquinas agrícolas exportadas chegou a 1.309 unidades em agosto, queda de 0,2% na comparação com julho e recuo de 13,4% ante agosto de 2013. Já no acumulado de janeiro a julho deste ano sobre igual período do ano passado, as exportações de máquinas agrícolas caíram 7%, para 9.184 unidades.

As vendas internas de máquinas agrícolas no atacado atingiram 5.533 unidades no mês de março, baixa de 1,2% na comparação com fevereiro e recuo de 24,4% sobre março de 2013, divulgou Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). As vendas acumulam queda de 21,3% de janeiro a março deste ano sobre igual período de 2013, para 14.906 unidades.

Já a produção de máquinas agrícolas chegou a 6.632 unidades em março, baixa de 13,8% na comparação com fevereiro e recuo de 22,5% ante março de 2013. A produção de máquinas agrícolas acumula queda de 13,0% de janeiro a março deste ano sobre igual período de 2013, para 19.521 unidades.

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As exportações de máquinas agrícolas em valores totalizaram US$ 254,316 milhões em março, baixa de 2,2% na comparação com fevereiro e recuo de 12,1% ante março de 2013. As exportações de máquinas agrícolas em valores caíram 4,5% no acumulado de janeiro a março deste ano sobre igual período do ano passado, para US$ 727,669 milhões.

O total de máquinas agrícolas exportadas chegou a 1.062 unidades em março, alta de 1,9% na comparação com fevereiro e recuo de 7,5% ante março de 2013. As exportações de máquinas agrícolas caíram 9,8% no acumulado de janeiro a março deste ano sobre igual período do ano passado, para 2.661 unidades.

As vendas internas de máquinas agrícolas no atacado atingiram 5.615 unidades em fevereiro, alta de 48,9% na comparação com janeiro e recuo de 9,6% ante fevereiro de 2013, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). As vendas acumulam queda de 19,1% de janeiro a fevereiro deste ano sobre igual período de 2013, para 9.387 unidades.

Já a produção de máquinas agrícolas chegou a 7.854 unidades em fevereiro, alta de 51,2% na comparação com janeiro e avanço de 1,4% ante fevereiro de 2013. A produção de máquinas agrícolas acumula queda de 6% de janeiro a fevereiro deste ano sobre igual período de 2013, para 13.049 unidades.

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Exportações

As exportações de máquinas agrícolas em valores totalizaram US$ 260,165 milhões em fevereiro, alta de 22% na comparação com janeiro e queda de 4,4% ante fevereiro de 2013. Em valores, as exportações de máquinas agrícolas subiram 0,2% no acumulado de janeiro a fevereiro deste ano sobre igual período do ano passado, para US$ 473,353 milhões.

O total de máquinas agrícolas exportadas chegou a 1.040 unidades em fevereiro, alta de 86,7% na comparação com janeiro e avanço de 5,5% ante fevereiro de 2013. As exportações de máquinas agrícolas caíram 11,4% no acumulado de janeiro a fevereiro deste ano sobre igual período do ano passado, para 1.597 unidades.

A indefinição sobre as taxas de juros e o volume de recursos para o Programa de Sustentação do Investimento (PSI) em 2014 farão com que os bancos financiadores de máquinas agrícolas deixem de aprovar e liberar o crédito na próxima semana, segundo o vice-presidente da Anfavea e representante do setor, Milton Rego. "Na prática, os pedidos de financiamento para janeiro têm de ser feitos até o dia 13 próximo. Se o mês for perdido, será um problema grande, porque estamos no pico de vendas de colheitadeiras para a safra", afirmou.

O executivo comemorou o recorde histórico de vendas de máquinas agrícolas e ainda a alta de 20% este ano no volume comercializado, para 77,2 mil unidades entre janeiro e novembro, mas ponderou: "o volume de máquinas agrícolas poderia ser maior em novembro, o que não ocorreu por causa da indefinição do PSI", disse "O soluço no mês passado preocupa devido ao período de vendas (de colheitadeiras); maior que o apetite por linha de crédito só mesmo o apetite da Helicoverpa armigera", disse o executivo, referindo-se à lagarta considerada a principal praga na safra brasileira 2013/2014.

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As vendas internas de máquinas agrícolas no atacado em abril apresentaram uma alta de 0,5% sobre março e avanço de 32,3% ante igual mês de 2012. Ao todo, foram vendidas 7.356 unidades, informou nesta terça-feira, 07, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). No acumulado dos quatro meses de 2013 as vendas somam alta de 29,6% sobre o igual período de 2012.

Já a produção de máquinas agrícolas subiu 6,4% em abril na comparação com o mês anterior e chegou a 9.100 unidades. O resultado significa um aumento de 28,3% sobre abril de 2012. No acumulado de 2013 foram produzidas 31.531 máquinas agrícolas, número 10,1% maior que o de igual intervalo do ano passado.

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As exportações de máquinas agrícolas totalizaram US$ 339,45 milhões em abril, um aumento de 17,4% na comparação com março e alta de 29,2% quando comparadas com igual mês de 2012. Em 2013 até abril, as exportações em valores recuaram 2,8% ante os quatro meses de 2012.

Foram exportadas, ao todo, 1.557 máquinas agrícolas em abril, alta de 35,4% sobre março e avanço de 7,8% sobre o mesmo mês de 2012. No acumulado do ano, as exportações de máquinas agrícolas somaram 4.513 unidades, queda de 27,3% sobre igual período de 2012.

Empregos estáveis

O setor encerrou abril com 153.029 empregados, o que representa uma alta de 0,5% em relação a março. Na comparação com abril de 2012, houve avanço de 5,4% no contingente de empregados, considerando autoveículos e máquinas agrícolas.

O segmento de autoveículos registrou crescimento de 0,6% ante março no total de empregados, totalizando 132.562. Em relação a igual mês do ano passado, o avanço em abril foi de 5,8%.

O segmento de máquinas agrícolas teve diminuição de 0,2% no número de empregados na comparação com março e registrou 20.467 funcionários. Na comparação com abril de 2012, a alta foi de 2,9%.

A Anfavea informou também que a fatia de automóveis e veículos comerciais leves bicombustíveis (flex) atingiu 88,7% em abril, abaixo da participação registrada em março, de 88,9%. Ao todo, os veículos flex somaram 281.017 unidades. Em abril do ano passado, a participação das vendas dos veículos flex foi de 85,7%.

As vendas internas de máquinas agrícolas no atacado no mês de outubro registraram alta de 18,9% sobre setembro e avanço de 17,6% ante o mesmo mês de 2011. Ao todo, foram vendidas 7.500 unidades, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). No acumulado do ano até outubro, as vendas acumulam alta de 2,5% sobre o mesmo período de 2011.

Já a produção de máquinas agrícolas subiu 18,9% em outubro na comparação com o mês anterior e atingiu 7.713 unidades. O resultado representa aumento de 3,4% sobre outubro de 2011. No acumulado de 2012, foram produzidas 71.059 máquinas agrícolas, número 2,6% maior do que o de igual intervalo do ano passado.

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As exportações de máquinas agrícolas em valores totalizaram US$ 248,728 milhões em outubro, um aumento de 19,8% na comparação com setembro, mas uma baixa de 16,2% se comparadas a igual mês de 2011. Em 2012, até outubro, as exportações em valores recuaram 6,0% ante os dez primeiros meses de 2011.

Foram exportadas, ao todo, 1.480 máquinas agrícolas em outubro, alta de 30,1% sobre setembro, mas recuo de 14,5% sobre o mesmo mês de 2011. No acumulado do ano, as exportações de máquinas agrícolas somaram 13.613 unidades, queda de 11% sobre o mesmo período de 2011.

Depois de passar a semana realizando reuniões de monitoramento, no Palácio do Campo das Princesas, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos volta a cumprir agenda junto com a população. Nesta quinta-feira (19), Eduardo entrega máquinas agrícolas para 46 cidades pernambucanas.  O ato ocorrerá no município de Bonito, Agreste do Estado.

Nesta quarta-feira (18) o Governo do Estado recebeu a notícia de que foi autorizado a obter um empréstimo de UU$ 100 milhões do Banco Interamericano do Desenvolvimento (Bird), que serão investidos no programa Pequeno Produtor Rural de Pernambuco (ProRural).

A aprovação do projeto aconteceu em 24 horas, com o parecer favorável dos três senadores pernambucanos: Jarbas Vasconcelos (PMDB), Armando Monteiro (PTB) e Humberto Costa (PT).

ProRural – O projeto tem como finalidade coordenar, implementar e apoiar os programas de desenvolvimento local integrado e sustentável, voltados para a melhoria da qualidade de vida e geração de renda das comunidades rurais em situação de vulnerabilidade social do Estado de Pernambuco.





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