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Morreu, na última segunda-feira (30), a atriz Jandira Martini, aos 78 anos. Sucesso como Zoraide, em O Clone, a atriz faleceu em decorrência de complicações de um câncer de pulmão. A morte foi confirmada pelo amigo e também ator, Marcos Caruso. Jandira estava internada em São Paulo, no Hospital 9 de Julho.

Caruso lamentou a morte da amiga em publicação no Instagram. "Minha maior amiga e prova de que os opostos se atraem e se completam. Juntos escrevemos peças, roteiros de cinema, séries e novelas. Minha grande confidente, conselheira e responsável pelas minhas maiores gargalhadas. Minha mestra. Sabe quando você passa pela escola na qual você estudou e vê que o prédio foi demolido? Assim me sinto com a sua partida", escreveu.

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Assim como o ator, outros famosos também enalteceram o profissionalismo de Jandira e demonstraram pesar.

"Perda lamentável. Uma professora de artes cênicas, uma querida e atriz maravilhosa!", escreveu Solange Couto.  Veja outros posicionamentos:

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Uma foto deu o que falar! Marcos Caruso viu o seu nome viralizar nas redes sociais após o seu companheiro, Marcos Paiva, postar uma foto em Lisboa e exibir uma aliança de compromisso. A publicação, que confundiu seguidores e imprensa, repercutiu e muitos colegas famosos chegaram a parabenizar o casal pelo suposto casamento.

Horas após todo o auê, o ator falou com a Globo e explicou o que de fato aconteceu. Segundo ele, tudo não passou de um mal entendido, já que não houve cerimônia e os anéis foram comprados em uma feirinha:

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"Não houve cerimônia nenhuma de casamento. Estivemos em Lisboa para assistirmos ao sucesso que minha peça está fazendo por lá (lotado até 20 de janeiro) e postamos as mãos para o alto, com anéis comprados numa feirinha no Bairro Alto, e já acontece a repercussão de que houve casamento", explicou ele.

Caruso ainda aproveitou para falar sobre a vida pessoal:

"Continuo com a discrição de sempre quanto à minha vida pessoal. Estamos muito felizes e, na medida do possível e do querer, discretos."

A notícia de que Marcos Caruso teria assumido sua bissexualidade, durante live com a drag Suzy Brasil, ganhou manchetes dos jornais e muita repercussão na internet, na última quarta (12). Espantado com a repercussão, o ator resolveu esclarecer a história e, em nova entrevista, afirmou que as pessoas se precipitaram e interpretaram de maneira errada o que ele havia dito. 

A confusão se deu após uma fala de Caruso, durante a live com Suzy, ter sido compartilhada. Na conversa com a drag, o ator falou sobre o que o atrai numa relação e mencionou “parceiro” e “parceira”. Em entrevista ao Extra, no entanto, o ator negou que tenha assumido sua orientação sexual. “Eu não assumi coisa nenhuma e não tenho nada a dizer. Fiz uma live com uma pessoa que eu admiro, que é Suzy Brasil, falando sobre várias coisas. A minha vida pessoal nunca foi exposta. Eu fiz a live na maior brincadeira e alegria. Em nenhum momento falei de bissexualidade. Se alguém está interpretando assim, problema é da pessoa”.

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O ator parece ter se incomodado com o mal entendido, mas deixou claro o quão reservado é e afirmou não haver necessidade ou vontade de esclarecer qualquer assunto que tenha sido abordado durante a live. “as pessoas são maldosas e os jornalistas querem sempre um furo onde não existe. Em nenhum momento foi falado em bissexualidade e muito menos agora eu quero esclarecer. Se fosse para ficar claro, eu teria esclarecido alguma coisa. A live foi muito clara. Se a pessoa quer intuir sobre o que eu falei, é um problema da pessoa”. 

Marcos Caruso sempre teve uma conduta mais discreta em relação À sua vida pessoal, no entanto, resolveu abrir o jogo durante uma live com a drag queen Suzy Brasil. O ator de 68 anos revelou ser bissexual e até contou algumas de suas preferências quando está entre quatro paredes. 

Caruso já foi casado com a atriz Jussara Freire e tem dois filhos dessa relação. Porém, o ator revelou não ter preferência de gênero na hora de namorar e assumiu ser bissexual durante a entrevista com Suzy Brasil. Discreto, como de costume, ele não se aprofundou no tema, mas não fugiu das perguntas da entrevistadora respondendo tranquilamente à todas as perguntas.

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Apesar da discrição, Marcos também falou um pouco sobre como se comporta entre quatro paredes. Ele falou que aposta sempre no básico, não faz a linha “fetichista” e faz questão de focar em um detalhe de seus parceiros: os olhos. “Sempre fui papai e mamãe. Eu brinco que essa coisa mais violenta, de fantasias sexuais, eu estou guardando para a próxima encarnação. Eu sou muito certinho, sabe? E é gostoso ser assim. Eu me satisfaço assim. Não tem essa coisa de me fantasiar, assistir alguma coisa, ou de imaginar um personagem, eu, o parceiro ou a parceira".

Marina Ruy Barbosa usou o Instagram neste sábado (20) para homenagear o seu novo parceiro em mais uma produção da teledramaturgia. A atriz fez questão de elogiar o colega Marcos Caruso, seu avô na novela "O Sétimo Guardião", agradecendo pela entrega profissional que o ator tem dentro e fora dos estúdios de gravação.

"Eu gosto de você, Marcos Caruso, pelo simples fato de você ser você. Obrigada por me deixar aprender", escreveu a ruiva. Na rede social, os fãs concordaram com a declaração de Marina. "Duas gerações, dois talentos maravilhosos", comentou um dos seguidores. Na nova trama da Globo, que irá substituir "Segundo Sol" em novembro, Marina Ruy Barbosa dará vida à protagonista Luz.

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LeiaJá também

--> Marina Ruy Barbosa será neta de Marcos Caruso em novela

No ar desde janeiro, "Deus Salve o Rei" ainda não está com data definida para chegar ao fim, mas o andamento para a novela das 21h passa por ajustes bem acelerados. Interpretando a doce Amália, no horário das sete, Marina Ruy Barbosa será - novamente - a protagonista da nova aposta de Aguinaldo Silva "O Sétimo Guardião".

De acordo com a colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, o ator Marcos Caruso será o avô de Marina na trama que tem previsão para estrear em novembro. Caruso dará vida ao Sóstenes, mas estará fora de atuação cômica que já o acompanha há muito tempo. A preparação do elenco, que também terá Bruno Gaglisasso como par romântico da ruiva, começa em julho.

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As atrizes Susana Vieira e Deborah Secco se reuniram com o diretor cinematográfico Daniel Filho. No encontro, a participação das globais em Obra Prima, novo filme diretor, ficou acertada. 

As duas já contracenaram juntas como mãe e filha em 1995, na novela A Próxima Vítima. Deborah publicou uma foto do encontro com a legenda: “Novidades? Será? Juntas de novo! Vem coisa boa. Felicidade!! Daniel Filho, meu mestre!”, comentou.

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Thiago Martins, Marcos Caruso, Roberta Rodrigues, Otávio Augusto, Lázaro Ramos e Thiago Rodrigues aparecem em foto da leitura da sinopse do filme.

A capital da Argentina, Buenos Aires, parou nesta segunda (7) para assistir ao capítulo final da novela brasileira Avenida Brasil, de João Emanuel Carneiro. O miniestádio do Luna Park ficou lotado e cerca de seis mil assistiram ao 'gran final', como foi veiculado na chamada do canal Telefé.

Foram 28 pontos de audiência, um número considerado elevado para a TV aberta argentina. Para se ter uma noção, com uma média de 20,5 pontos (picos de 25,5), Avenida Brasil superou o concorrente Show Match, um líder histórico de audiência.

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Na ocasião, a novela foi representada por Leleco (Marcos Caruso), Carlitos (Alexandre Borges, que na versão original se chama Cadinho), Lucinda (Vera Holtz), Nina (Débora Falabella) e Jorgito (Cauã Reymond, Jorginho, no original). A novela começou sendo exibida numa espécie de Sessão da Tarde argentina e depois passou para o horário nobre. Avenida Brasil foi traduzida para 19 idiomas e licenciada para ser exibida em 130 países.

"Vai parecer meio bobo o que vou dizer", ressalva Marcos Caruso, antes de começar a falar. Ele responde a perguntas que dão conta de sua trajetória profissional: a história de quem, há 40 anos, trocou o diploma da Faculdade de Direito do Largo São Francisco pelos palcos.

Mas, afinal, como dar conta de décadas em palavras? "Se tivesse que resumir tudo isso eu diria o seguinte: o teatro é a minha praia. Eu posso pegar uma onda na televisão, no cinema, como autor de novelas. Mas, depois que essas ondas todas passam, o lugar para onde eu volto, onde finco a minha prancha e coloco os meus pés na areia é nessa praia", comenta o ator. "Não saio dessa praia porque a fiz um lugar enorme, em que atuo, escrevo, dirijo. É nela que eu faço os meus túneis. Nela que construo e destruo os meus castelos de areia. Minha vida nesses 40 anos? Foi basicamente e absolutamente o teatro."

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Marcos Caruso está sentado no foyer do Teatro Guaíra. Veio para a capital paranaense apresentar "Em Nome do Jogo", espetáculo selecionado para a mostra oficial do Festival de Curitiba e que abre temporada quinta-feira, em São Paulo.

Escrito em 1970, o texto de Anthony Shaffer é uma peça policial que estreou em Londres. Dois anos depois, chegou à Broadway e aos cinemas, dando origem ao filme estrelado por Laurence Olivier e Michael Caine. No Brasil, o título ("Sleuth", no original) também já embasou montagens renomadas: Antunes Filho dirigiu uma versão com Ney Latorraca, em São Paulo. No Rio, o público acompanhava Paulo Gracindo e Gracindo Jr. nos papéis principais.

Com a estrutura intrincada própria dos romances policiais, a obra retrata o perigoso jogo estabelecido entre o reconhecido escritor Andrew Wyke (Marcos Caruso), e o amante de sua mulher, Milo Tindolini (Erom Cordeiro). A proposta que Milo recebe é estranha: deve roubar as joias de seu antagonista para que ele receba o seguro. Como prêmio, leva a mulher de Andrew, Marguerite, e uma quantidade de dinheiro mais do que suficiente para bancar seus luxos e extravagâncias. "Milo vem para resolver a sua situação e acaba envolvido nesse jogo. É humilhado. Mas, depois, volta para dar o troco, duelar com as mesmas armas do outro", comenta Erom Cordeiro sobre o seu personagem.

Para livrar-se dos anglicismos e de todas as referências que pudessem soar desnecessárias, Caruso assina, ao lado do diretor Gustavo Paso, uma adaptação do texto. "Mas nunca poderia imaginar que uma história como essa faria sucesso hoje", comenta o ator. "Primeiro, porque não temos a tradição do teatro policial no Brasil. Depois, porque vivemos em uma época de imagens. Hoje, o que se vê é sempre mais importante do que o que é dito."

Caruso tornou-se notório por sua habilidade com papéis e tramas cômicas. Começou no engajado Teatro Popular União e Olho Vivo, em 1973. Em 1985, estreou, em parceria com Jandira Martini, "Sua Excelência, o Candidato". "Porca Miséria", "Operação Abafa", "Jogo de Cintura": por todos esses títulos Caruso alcançou reconhecimento como autor. Nenhum deles, porém, teve a repercussão ou a lucratividade de "Trair e Coçar, É Só Começar". "Matematicamente programada para fazer o público rir de 30 em 30 segundos", a peça segue em cartaz há 27 anos. Caso único na história do teatro nacional. E difícil de conceber em uma época em que as temporadas se tornam cada vez mais curtas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

EM NOME DO JOGO

Teatro Jaraguá (R. Martins Fontes, 71). Tel. (011) 3255-4380. 6ª., 21h30. Sáb., 21 h, dom., 18 h. De R$ 70 a 30. Até 30/6. Estreia 4/4.

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Inspirada no livro homônimo de Nelson Motta, O Canto da Sereia surpreendeu a todos com uma boa trama policial em um horário ocupado nos últimos anos por séries biográficas. O enredo prende o telespectador que acompanha a trama para buscar o responsável pelo tiro que levou a cabo a carreira de uma cantora de axé que em três anos havia se transformado numa estrela da música nacional.

Com inspirações na vida real, o livro narra à trajetória de uma moça baiana que tinha o sonho de se tornar uma grande estrela da música nacional. Apoiada por um marqueteiro corrupto e produzida por um ex-presidiário, Sereia consegue conquistar o Brasil e se igualar a outros nomes do axé music como Ivete Sangalo, Daniela Mercury e Claudia Leitte.

Se no livro, Sereia é a responsável por sua morte, os autores da série prometem um final diferente e surpreendente. O LeiaJá, que também acompanhou cada capítulo da minissérie, lista os principais suspeitos.

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Só Love (João Miguel)
Ele declarava seu amor imenso a Sereia, sempre junto à cantora, seu maquiador e assistente pessoal foi presidente do fã-clube da diva e mostrava-se bastante próximo a ela, uma proximidade forçada e que beirava o doentio. Outro fator que o inclui na lista dos suspeitos pelo assassinato da diva, é o fato dele ter participado da festa promovida por Tuta (Marcelo Médici), marqueteiro da cantora e do governador, e ter ficado com ciúmes quando Tuta entrou na piscina acompanhado de outro rapaz, logo depois ele foi encontrado morto, amarrado e com diversos cortes no corpo.

Mara (Camila Morgado)
Ex-namorada de Sereia, empresária, razão da separação da cantora com Paulinho de Jesus (Gabriel Braga Nunes). Ela lucraria mais com a morte da estrela baiana que os outros, mas esta não seria o único motivo que a levaria a dar cabo à vida dela: traída, Mara poderia ter planejado a vingança e inventado toda a história do tumor cerebral para desviar as suspeitas de seu rastro.

Paulinho de Jesus (Gabriel Braga Nunes)
Assim como Mara, Paulinho é um ex-namorado de Sereia. Trocado por uma mulher, o produtor da cantora se mostrou frustrado e extremamente magoado com a situação. As suspeitas aumentam por ele ter escrito um livro de duzentos páginas encontrado em seu computador com a seguinte frase: Eu vou calar o canto da Sereia.

Jotabê Bandeira (Marcos Caruso)
Governador da Bahia, ofendido por Sereia em dois momentos, Jotabê poderia ter mando um de seus capangas assassinarem a cantora assim como mandou eles invadirem a casa de Mara para procurar o diário de Sereia. Ele é um dos que mais poderia lucrar com a morte dela, pois a opinião pública estava de olho em seus mandos e desmandos devido comentários da cantora em uma revista de grande circulação.

Mãe Marina de Oxum (Fabíula Nascimento)
Poderosa mãe de santo da Bahia, Mãe Marina era mentora espiritual de Sereia e teoricamente não teria motivos para assassiná-la, mas a fogosa cantora não se fez de rogada ao ficar com o namorado da mãe de santo, Jorge de Ogum (Guilherme Silva). Outro fator que aponta para a direção de Mãe Marina é o diário de Sereia, que foi encontrado no terreiro comandado por ela.

Jorge de Ogum (Guilherme Silva)
Jorge foi amante de Sereia enquanto ela namorava Mara (Camila Morgado) e ele se relacionava com Mãe Marina (Fabíula Nascimento). Ao ser descoberto, foi expulso do terreiro e também da vida da cantora baiana. No primeiro capítulo da série ele volta ao terreiro para implorar o perdão de sua amada e jura eliminar da vida deles aquela que os separou.

Tuta Tavares (Marcelo Médici)
Marqueteiro de Sereia e do governador Jotabê, Tuta foi acusado por ela minutos antes de sua morte de mamar nas tetas do Governo quando a cantora parou seu trio elétrico em frente ao camarote do governador. Tuta também poderia lucrar bastante com a morte de Sereia por ser seu principal investidor e detentor dos direitos de seus royalties. No último episódio apareceu morto em sua residência depois de oferecer uma festa.

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