Tópicos | Nasdaq

As bolsas de Nova York fecharam em direções divergentes nesta segunda-feira, 06, com o Dow Jones, que se manteve próximo da estabilidade durante toda a sessão, caindo para o território negativo no fim do dia. Já o S&P 500 continuou o rali de sexta-feira e fechou em novo nível recorde. Em dia sem indicadores ou balanços corporativos relevantes, não houve grandes movimentações nos índices.

O Dow Jones perdeu 5,07 pontos (0,03%), fechando a 14.968,89 pontos. O S&P 500 teve alta de 3,08 pontos (0,19%) e fechou a 1.617,50 pontos, em novo nível recorde. E o Nasdaq avançou 14,34 pontos (0,42%), encerrando a sessão a 3.392,97 pontos.

##RECOMENDA##

Em um dia sem indicadores relevantes nos EUA, os índices pareciam continuar o rali iniciado na sexta-feira, com o relatório do governo sobre o mercado de trabalho (payroll), que veio melhor do que o esperado. No entanto, o Dow Jones acabou revertendo a direção no fim da sessão.

Enquanto isso, a temporada de balanços começa a perder força. Segundo uma pesquisa da FactSet, 81% das empresas do S&P 500 já divulgaram seus resultados do primeiro trimestre. Desse total, 72% superaram as previsões dos analistas para o lucro, mas só 47% bateram as estimativas de receita.

Mesmo assim, John Fox, diretor da Fenimore Asset Management, acredita que os resultados do primeiro trimestre foram sólidos. "Acredito que estamos caminhando para um saudável crescimento de lucros. Alguns dos números de vendas vieram abaixo da expectativa, mas isso se deve à movimentação cambial."

Entre as blue chips, os bancos lideraram os ganhos (Bank of America +5,23%, Morgan Stanley +2,28%, Goldman Sachs +2,12% e JPMorgan +1,28%).

As empresas de tecnologia também registravam bom desempenho, com destaque para a Apple, que fechou com alta de 2,38%, e Google, que teve valorização de 1,87%. Nesta segunda-feira as ações do Google superaram pela primeira vez a marca de US$ 850,00, enquanto a empresa se prepara para sua grande conferência anual de desenvolvedores, que será realizada em San Francisco na próxima semana.

As ações da BMC Software fecharam estáveis após a companhia anunciar que um grupo liderado pelas empresas de private equity Bain Capital e Golden Gate Capital alcançou um acordo para comprar a BMC por US$ 6,9 bilhões.

Na Europa, as bolsas fecharam em baixa quase generalizada nesta segunda-feira, após mais uma rodada de dados fracos da zona do euro, com a liquidez reduzida por um feriado em Londres, cujos mercados financeiros não operaram. As informações são da Dow Jones.

As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta sexta-feira, 03, após a divulgação de dados melhores do que o esperado sobre o mercado de trabalho nos EUA em abril. Com isso, os índices Dow Jones e S&P 500 fecharam em níveis recordes, ignorando outros indicadores negativos sobre a economia norte-americana.

O Dow Jones ganhou 142,38 pontos (0,96%), fechando a 14.973,96 pontos, uma nova máxima histórica. A máxima intraday, de 15.009,59 pontos, também é recorde. O Nasdaq avançou 38,01 pontos (1,14%), encerrando a sessão a 3.378,63 pontos. O S&P 500 teve alta de 16,83 pontos (1,05%) e fechou a 1.614,42 pontos, patamar inédito. O índice também registrou uma nova máxima intraday nunca antes vista, a 1.618,46 pontos. Na semana, o Dow Jones acumulou ganho de 1,78%, o Nasdaq subiu 3,03% e o S&P 500 subiu 2,03%.

##RECOMENDA##

O S&P 500 só conseguiu fechar acima de 1.600,00 pontos 13 anos depois de bater a marca dos 1.500,00 pontos. "Alguns meses atrás, as pessoas achavam que atingir 1.600,00 pontos era impossível. Esse nível é muito importante. Ele só foi batido graças a dinheiro novo que está entrando no mercado", comenta Howard Silverblatt, analista sênior da S&P Dow Jones Índices.

O Departamento do Trabalho dos EUA anunciou nesta sexta-feira que a economia do país gerou 165 mil empregos em abril, superando a previsão dos analistas, que esperavam a criação de 148 mil vagas. Além disso, estatísticas de meses anteriores foram revisadas para cima. O resultado de março foi revisado de 88 mil para 138 mil, enquanto o de fevereiro foi de 268 mil para 332 mil. Já a taxa de desemprego caiu de 7,6% em março para 7,5% em abril, o nível mais baixo desde o fim de 2008. A expectativa era de que a taxa tivesse ficado inalterada no mês passado.

O relatório de emprego acabou ofuscando os demais indicadores dos EUA, que ficaram aquém das expectativas. As encomendas à indústria caíram 4,0% em março, ante uma estimativa de queda menor, de 3,0%, e o índice de atividade dos gerentes de compra (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços, medido pelo Instituto para Gestão de Oferta (ISM), caiu para 53,1 em abril, de 54,4 em março, ficando abaixo da leitura esperada de 54,0.

"O relatório sobre o mercado de trabalho acabou com os receios dos investidores sobre uma desaceleração da economia no verão (no Hemisfério Norte). Eu tenho vistos alguns fundos mútuos de bom tamanho comprando ações de empresas financeiras. Também tenho visto compradores para papéis de empresas de materiais de construção e tecnologia. Quando essas áreas estão em alta, geralmente é um indicador antecedente de que a economia está avançando", comenta Sahak Manuelian, diretor-gerente de negociação de ações da Wedbush Securities.

Entre as notícias corporativas, as ações da AIG subiram 5,67%, após a seguradora anunciar na noite de quinta-feira, 02, um resultado melhor do que o esperado para o primeiro trimestre. Entre as blue chips, os destaques de alta foram Caterpillar (+3,23%), Morgan Stanley (+2,11%) e Ford Motor (+3,13%).

As ações da rede social de profissionais LinkedIn despencaram 12,93%. Na quinta-feira a empresa informou seus resultados do primeiro trimestre, que foram positivos, mas as projeções para a receita no restante do ano decepcionaram. As informações são da Dow Jones.

O mercado norte-americano de ações fechou em alta forte, com o índice S&P-500 chegando ao fim do dia em nível recorde e menos de 3 pontos abaixo do nível psicologicamente importante de 1.600 pontos. O mercado reagiu ao indicador de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA, que caiu na semana passada ao nível mais baixo desde janeiro de 2008, à decisão do Banco Central Europeu (BCE) de reduzir sua taxa básica de juros e a informes de resultados de empresas, especialmente do setor de tecnologia.

O índice Dow Jones fechou em alta de 130,63 pontos (0,89%), em 14.831,58 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 41,49 pontos (1,26%), em 3.340,62 pontos. O S&P-500 fechou em alta de 14,89 pontos (0,94%), em 1.597,59 pontos.

##RECOMENDA##

"Para este rali continuar, as ações têm de mostrar força suficiente para que o S&P-500 rompa os 1.600 pontos. Se o informe sobre o nível de emprego em maio não conseguir fazer isso, é muito possível que o mercado recue sob seu próprio peso", disse o estrategista Alan Gayle, da Ridge Worth Investments. Sobre a decisão do BCE, ele comentou que "estamos vendo uma perda de impulso econômico global, e o mercado está sendo apoiado pelas reações monetárias globais; prevalece a noção de que no fim das contas, o estímulo por parte dos bancos centrais vai dar certo".

Entre os destaques da sessão estavam as ações de empresas de tecnologia que divulgaram resultados do primeiro trimestre, como Facebook (+5,62%) e Yelp (+27,35%). Também divulgaram resultados a General Motors (+3,25%) e a Visa (+5,65%). As ações da Intel, que nomeou um novo executivo-chefe, subiram 0,50%. As informações são da Dow Jones.

As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta terça-feira, 30, revertendo as quedas do início da sessão provocadas por dados negativos. No entanto, os índices acabaram ganhando força com o avanço da Apple, que liderou um rali nas ações de tecnologia. Na quarta-feira, 1º de maio os investidores estarão atentos à decisão de política monetária do Federal Reserve.

O índice Dow Jones ganhou 21,05 pontos (0,14%) e fechou a 14.839,80 pontos, avançando 1,79% no mês. O S&P 500 teve alta de 3,96 pontos (0,25%), fechando a 1.597,57 pontos, uma nova máxima histórica. No mês, o índice subiu 1,81%, o sexto ganho mensal consecutivo, o que não acontecia desde setembro de 2009. E o Nasdaq avançou 21,77 pontos (0,66%), encerrando a sessão a 3.328,79 pontos, o maior nível desde novembro de 2000. O índice teve alta de 1,88% em abril.

##RECOMENDA##

O dia havia começado em tom negativo após um balanço decepcionante da gigante farmacêutica Pfizer e a queda no índice ISM de atividade do setor industrial de Chicago para 49,0 em abril, de 52,4 em março, contrariando a previsão dos economistas de avanço para 52,8.

Por outro lado, o otimismo começou a aparecer após o índice de confiança do consumidor, medido pelo Conference Board, subir para 68,1 em abril, de uma leitura revisada de 61,9 em março, superando a previsão de uma avanço mais modesto do indicador, para 62,0.

No noticiário corporativo, a Pfizer anunciou que teve alta de 53% no lucro no primeiro trimestre, para US$ 2,75 bilhões. O crescimento nos ganhos foi puxado pelas operações na China. A companhia, porém, reduziu suas projeções de resultados para 2013. Com isso, suas ações fecharam em queda de 4,53%.

As ações da Avon subiram 4,16% após a empresa anunciar que passou de lucro de US$ 26,5 milhões no primeiro trimestre de 2012 para prejuízo de US$ 13,7 milhões em igual período deste ano, em função da desvalorização da moeda da Venezuela e custos de reestruturação. Os números, porém, vieram melhores que o esperado e o Brasil foi citado como um país onde as operações crescem.

Já o papel da Apple avançou 2,94%, para US$ 442,59, o maior nível em um mês. A companhia lançou nesta terça-feira uma emissão de US$ 17 bilhões em um bônus dividido em seis partes, segundo fontes ouvidas pela Dow Jones. Se o volume se confirmar, será o maior na história de dívidas corporativas nos EUA, superando a emissão de US$ 16,5 bilhões da farmacêutica Roche Holdings, em 2009. As ações da Apple já subiram 14% desde o início da semana passada.

A Microsoft, cujos papeis avançaram 10% no mesmo período, fechou com alta de 1,47% nesta terça-feira. IBM e Intel subiram 1,69% e 0,80%, respectivamente. "Estamos começando a ver uma busca por pechinchas no setor de tecnologia e, se isso for sustentável, pode impulsionar o mercado de ações", disse Jason Ware, estrategista do Albion Financial Group.

Para alguns investidores a recente força do mercado acionário reflete a crença entre muitos no mercado de que qualquer onda de vendas terá vida curta, especialmente na medida em que bancos centrais ao redor do mundo injetam liquidez no sistema financeiro global. Os investidores aguardam agora a decisão de política monetária do Federal Reserve amanhã e do BCE na quinta-feira. As informações são da Dow Jones.

As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta segunda-feira, 29, após a divulgação de indicadores econômicos positivos nos EUA e com o fim das tensões políticas na Itália. Além disso, há a expectativa com as reuniões do Banco Central Europeu (BCE) e do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve. Com a alta, o índice S&P 500 fechou em um novo nível recorde.

O índice Dow Jones ganhou 106,20 pontos (0,72%) e fechou a 14.818,75 pontos. O Nasdaq avançou 27,76 pontos (0,85%), encerrando a sessão a 3.307,02 pontos, o maior nível desde novembro de 2000. O S&P 500 teve alta de 11,37 pontos (0,72%), fechando a 1.593,61 pontos, uma nova máxima histórica.

##RECOMENDA##

Os indicadores divulgados nos EUA contribuíram para o clima positivo nos mercados. A renda pessoal subiu 0,2%, embora o avanço tenha sido menor do que a alta de 0,4% esperada, e os gastos pessoais cresceram 0,2% em março, ante previsão de estabilidade. Por sua vez, as vendas pendentes de imóveis aumentaram 1,5% em março, mais do que o ganho de 1,0% previsto, e atingiram o nível mais alto desde abril de 2010. A decepção ficou por conta do índice de atividade das empresas do Federal Reserve de Dallas, que caiu para -15,6 em abril.

O governo dos EUA também informou que o índice de preços dos gastos com consumo pessoal (PCE) subiu 1,0% em março, na comparação com igual mês do ano passado. A meta de inflação anual do Fed é de 2,0%. Diante de mais esse sinal de que a pressão inflacionária está contida nos EUA, aumentaram as expectativas de que o Fed mantenha o programa de compra de bônus após a reunião de política monetária de terça e quarta-feiras.

No noticiário corporativo, o setor tecnológico liderou as altas hoje, com destaque para Hewlett-Packard (+2,65%), Microsoft (+2,58%) e IBM (+2,49%). A Apple avançou 3,09%, após enviar para a Securities and Exchange Commission (SEC, a comissão de valores mobiliários dos EUA) a documentação necessária para a emissão do seu primeiro bônus.

A farmacêutica Pfizer, que divulga balanço na terça-feira, 30, teve valorização de 1,13%, enquanto a rival Merck, que libera seus resultados na quarta-feira, perdeu 0,10%. Ambas fazem parte do Dow Jones. Segundo dados da FactSet, mais da metade dos componentes do índice já divulgaram seus resultados, sendo que 73% superaram as previsões dos analistas. As informações são da Dow Jones.

As bolsas de Nova York fecharam em direções divergentes nesta sexta-feira, 26, após uma sessão volátil na qual os investidores digeriram o relatório sobre o PIB dos EUA no primeiro trimestre, balanços corporativos e as expectativas com as reuniões do Federal Reserve e do Banco Central Europeu (BCE) na próxima semana.

O índice Dow Jones ganhou 11,75 pontos (0,08%), fechando a 14.712,55 pontos. O Nasdaq perdeu 10,73 pontos (0,33%), encerrando a sessão a 3.279,26 pontos. E o S&P 500 caiu 2,92 pontos (0,18%) e fechou a 1.582,24 pontos. No acumulado da semana, o Dow Jones subiu 1,13%, o Nasdaq avançou 2,28% e o S&P 500 teve alta de 1,74%.

##RECOMENDA##

A economia dos EUA não conseguiu se recuperar no nível previsto no primeiro trimestre, o que pode sugerir mais um ano de crescimento fraco, com os já existentes sinais de queda nas contratações e investimentos. O PIB cresceu a uma taxa anualizada de 2,5%, ante previsão de crescimento de 3,2%. Mesmo assim, o número representa uma recuperação em relação ao crescimento de 0,4% no trimestre anterior.

O conselheiro econômico do governo de Barack Obama, Alan Krueger, repercutiu o resultado do PIB dizendo que o avanço foi mais uma prova de que a economia norte-americana está na direção certa. Ele destacou que esse foi o 15º trimestre consecutivo de crescimento da economia dos EUA, mas alertou que os cortes automáticos de gastos federais que entraram em vigor em março "vão reduzir os investimentos necessários para a futura competitividade do país".

Além do PIB, a Universidade de Michigan divulgou nesta sexta que o índice de sentimento do consumidor caiu para 76,4 na leitura final de abril, de 78,6 em março. O resultado, porém, ficou acima das expectativas dos analistas consultados pela Dow Jones, que esperavam uma leitura de 73,8.

O crescimento do PIB abaixo da expectativa motivou a tese de que o Federal Reserve provavelmente não reduzirá o seu relaxamento quantitativo no curto prazo. Enquanto isso, as expectativas com a reunião do BCE oscilam a cada novo comentário de uma autoridade europeia. Os participantes do mercado esperam que o BCE corte os juros em 25 pontos-base na próxima semana, após uma série de indicadores negativos sobre a economia europeia.

No campo corporativo, a Chevron informou nesta sexta-feira que seu lucro líquido caiu 4,5% no primeiro trimestre, a US$ 6,18 bilhões (US$ 3,19 por ação), o que fez as ações da companhia subirem 1,29%. A Amazon teve desvalorização de 7,24%, depois de divulgar na noite de quinta-feira, 25, uma receita para o primeiro trimestre que ficou abaixo das expectativas.

Já a JC Penney disparou 11,55%, após o fundo de hedge Soros Fund Management informar que comprou uma fatia de 7,91% na varejista de vestuário e fontes afirmarem que a empresa pode conseguir um empréstimo de US$ 1,75 bilhão do Goldman Sachs. As informações são da Dow Jones.

As bolsas norte-americanas devem iniciar o pregão desta quinta-feira com ganhos, sinalizam os índices futuros. A redução nos pedidos de auxílio-desemprego para o menor nível em seis semanas anima os investidores nesta manhã, que também repercutem positivamente o anúncio de alguns resultados corporativos. Às 10h15 (de Brasília), o Dow Jones futuro subia 0,29%, o Nasdaq ganhava 0,52% e o S&P 500 tinha alta de 0,41%.

Os pedidos de auxílio-desemprego vieram melhores que o esperado. Na semana encerrada em 20 de abril, os pedidos caíram para 339 mil, ante projeção dos economistas de que ficariam em 350 mil. Análises iniciais dos números de hoje destacam que esse indicador costuma historicamente ficar mais volátil nessa época do ano e a queda pode se dever a fatores sazonais, já que o feriado de Páscoa pode ter influenciado a decisão de postergar a solicitação do auxílio-desemprego.

##RECOMENDA##

Nesta semana, a grande expectativa de Wall Street é para o anúncio do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos do primeiro trimestre, que será divulgado amanhã. Os economistas do banco Wells Fargo projetam que a economia vai se recuperar depois do fraco final de 2012 e crescer 2,8% entre janeiro e março. No último trimestre do ano passado, a expansão do PIB foi de 0,4%.

O Wells Fargo destaca que os dados do PIB devem mostrar que o ano de 2013 começou forte, para desacelerar em seguida, a partir de meados de março, por conta dos cortes automáticos de gastos públicos. O segundo trimestre deve vir fraco novamente, com projeção de crescimento caindo para 1,8%.

O noticiário corporativo tem mais um dia agitado nesta quinta-feira, cheio de balanços de grandes empresas, divididos entre anúncios antes da abertura do mercado e depois do fechamento do pregão. Entre as empresas que já soltaram ou ainda vão soltar balanço nesta quinta-feira estão ExxonMobil, 3M, Starbucks, Amazon, UPS, Colgate-Palmolive, Bristol-Meyers Squibb, United Continental e JetBlue Airlines.

Nesta manhã, a petroleira ExxonMobil anunciou lucro de US$ 9,5 bilhões no primeiro trimestre, alta de 0,5% ante o mesmo período do ano passado. As receitas caíram 12,3%, para US$ 108,8 bilhões. O ganho veio melhor que o esperado, mas o faturamento ficou abaixo do previsto, de acordo com a consultoria FactSet. No pré-mercado, o papel da companhia com sede no Texas recuava 0,48%.

Já a ação da fabricante de jogos Zynga, que divulgou balanço ontem à noite, era o destaque de queda no pré-mercado e recuava 9,2%. O lucro de US$ 4,1 milhões da empresa surpreendeu os analistas, que esperavam prejuízo. Mas a previsão de receitas para o segundo trimestre da Zynga ficou bem abaixo do esperado.

A Nasdaq OMX Group, operadora da bolsa de tecnologia de Nova York, anunciou nesta quarta-feira que teve lucro líquido de US$ 42 milhões (US$ 0,25) no primeiro trimestre, uma queda de 50,6% na comparação com o ganho do mesmo período de 2012, de US$ 85 milhões (US$ 0,48 por ação). O resultado da Nasdaq OMX Group foi prejudicado pelas dificuldades na oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) da rede social Facebook.

O lucro ajustado da Nasdaq OMX, que exclui os custos relacionados ao caso do Facebook e outros itens extraordinários, subiu para US$ 0,64 por ação, de US$ 0,61 por papel no primeiro trimestre de 2012, e superou as previsões dos analistas ouvidos pela Thomson Reuters, de US$ 0,62 por ação. A receita da Nasdaq cresceu 1%, para US$ 418 milhões, em linha com as projeções dos analistas. Por volta das 15h15 (de Brasília) as ações da Nasdaq perdiam 2,58%.

##RECOMENDA##

O presidente da companhia, Robert Greifeld, disse que a empresa fez "grandes progressos" para resolver a situação com IPO da rede social, com um plano de US$ 62 milhões para compensar os clientes pelas perdas e mais US$ 10 milhões com o objetivo de fechar um acordo com a Securities and Exchange Commission (SEC, a comissão de valores mobiliários dos Estados Unidos), que investiga o caso. "Quando se analisa o que conquistamos desde 18 de maio do ano passado (data da estreia do Facebook na bolsa), é realmente impressionante", afirmou.

A estreia do Facebook na Nasdaq registrou contratempos com os processos computadorizados de ordens de compra e venda que a bolsa usa. A primeira negociação com o papel foi adiada diversas vezes e depois empecilhos com as confirmações de ordens deixaram os traders sem informações por horas. Os custos da Nasdaq no primeiro trimestre também foram inflados por aquisições, como a compra da plataforma de negociação eletrônica de títulos do Tesouro dos EUA BGC Partners, por US$ 1,2 bilhão, anunciada no mês passado. As informações são da Dow Jones.

As bolsas norte-americanas devem iniciar o pregão desta sexta-feira em baixa, sinalizam os índices futuros. Em um dia de agenda cheia nos Estados Unidos e no exterior, o número mais esperado da semana mostrou que as vendas no varejo do país caíram 0,4% em março. A possibilidade de o Chipre precisar de mais ajuda também contribui para o aumento da aversão ao risco na manhã de hoje. Às 10h15 (de Brasília), o Dow Jones futuro perdia 0,27%, o Nasdaq recuava 0,49% e o S&P 500 tinha baixa de 0,38%.

Os números do varejo de março vieram abaixo que o esperado pelos economistas, que previam queda de 0,1%. Ainda com relação ao comércio, pouco depois da abertura do mercado será divulgado um índice que deve dar mais uma sinalização sobre a situação do consumidor norte-americano em tempos de cortes de gastos públicos e aumento de impostos. O índice de sentimento do consumidor medido pela Universidade de Michigan sai às 10h55 (de Brasília) e vai mostrar a primeira leitura de abril. O RBC Capital Markets espera ligeira melhora do número, subindo de 78,6 em março para 79,0 este mês.

##RECOMENDA##

Já o discurso do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, deve acontecer às 13h30 (de Brasília), num dia em que mais três dirigentes do banco central dos EUA, dois deles com poder de voto no Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), também participam de eventos. Esta manhã, o presidente do Fed de Boston, Eric Rosengren, defendeu a política monetária atual e disse que a economia norte-americana pede estímulos agressivos.

Além dos dados fracos do comércio divulgados nesta sexta-feira notícias vindas da Europa contribuem para a queda dos índices futuros de Nova York e para uma possível realização de lucros no pregão. Em meio à reunião dos ministros das Finanças europeus em Dublin, que discutem, entre outras coisas, a prorrogação do vencimento dos empréstimos para Portugal e Irlanda, a possibilidade de o Chipre precisar de mais ajuda financeira aumenta a aversão ao risco dos investidores.

No mundo corporativo, JPMorgan Chase e Wells Fargo anunciaram balanços, com lucros em alta. Na próxima semana, os outros grandes bancos dos EUA revelam seus números do primeiro trimestre, um a cada dia da semana. O Citigroup mostra seu balanço no dia 15 e o Goldman Sachs, no dia seguinte. Bank of America faz o mesmo no dia 17 e Morgan Stanley, no dia 18. A consultoria FactSet, que calcula o consenso dos analistas, projeta expansão média de 2,9% nos ganhos do setor financeiro no primeiro trimestre.

O JPMorgan anunciou aumento de 33% no lucro no primeiro trimestre, na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, para US$ 6,5 bilhões, batendo as estimativas dos analistas do setor financeiro. E o Wells Fargo teve expansão de 22%, para US$ 5,2 bilhões, também melhor que o previsto, mas a receita caiu 1,7%. Em um movimento de realização de lucros, os papéis dos dois bancos operavam em queda no pré-mercado, caindo respectivamente, 0,63% e 1,63%.

Além dos bancos, os acionistas da operadora de telefonia MetroPCS, a quinta maior dos EUA, decidem nesta sexta-feira se aprovam a fusão com T-Mobile USA, a quarta maior. A intenção de juntar as duas empresas foi anunciada em março de 2012. O principal objetivo é criar uma empresa para competir nas novas tecnologias de celulares, sobretudo o 4G. A operação foi longamente analisada pelos reguladores do setor de telefonia e por órgãos de defesa da concorrência dos EUA, que acabaram aprovando a fusão. O negócio cria uma empresa com 42 milhões de assinantes, avaliada em US$ 30 bilhões.

As bolsas de Nova York fecharam em leve queda nesta sexta-feira, pressionadas por um relatório decepcionante sobre o mercado de trabalho nos EUA, e registraram perdas na semana. O índice Dow Jones recuou 40,86 pontos (0,28%) e fechou a 14.565,25 pontos. O Nasdaq teve retração de 21,12 pontos (0,65%), encerrando a sessão a 3.203,86 pontos. O S&P 500 registrou queda de 6,70 pontos (0,43%), fechando a 1.553,28 pontos. Na semana, o Dow Jones perdeu 0,09%, o Nasdaq caiu 1,95% e o S&P 500 recuou 1,01%. Para este último, o resultado marcou a pior semana de 2013.

O Departamento do Trabalho dos EUA divulgou hoje que foram criadas apenas 88 mil vagas em fevereiro, quando os analistas ouvidos pela Dow Jones esperavam abertura de 200 mil vagas. Mesmo assim, a taxa de desemprego caiu de 7,7% para 7,6%, atingindo o menor nível desde 2008. "Os números divulgados hoje reforçaram que a intensidade da recuperação econômica não é tão forte como o mercado esperava", comenta Michael Purves, estrategista-chefe global da Weeden & Co.

##RECOMENDA##

Analistas avaliam que o fraco relatório de emprego suspende temporariamente as discussões sobre possíveis mudanças na política monetária do Federal Reserve. O consenso é que o Fed terá de manter as ações de estímulo, por meio de compra de ativos, por mais tempo. Alguns também preveem que a geração de empregos poderá continuar sem vigor neste segundo trimestre, em meio ao efeito na economia dos cortes de gastos públicos e tendência de baixas contratações do setor privado.

Diante da situação decepcionante do mercado de trabalho, o outro indicador dos EUA acabou sendo ignorado. O déficit na balança comercial norte-americana apresentou uma queda inesperada em fevereiro, para US$ 42,96 bilhões, de um saldo negativo de US$ 44,46 bilhões no mês anterior. A previsão era de uma ligeira alta no déficit do segundo mês do ano, para US$ 45 bilhões.

As bolsas de Nova York estão oscilando em faixas relativamente estreitas nas últimas semanas, apesar dos principais índices acionários estarem muito próximos de suas máximas históricas. "O relatório do mercado de trabalho divulgado hoje nos deixou um pouco mais cautelosos sobre como vão ser as coisas no segundo trimestre", comenta Bob Baur, economista-chefe global da Principal Global Investors.

Hoje o setor tecnológico puxou o S&P 500 para baixo. A Hewlett-Packard (HP) caiu 1,48%, após anunciar ontem a saída do presidente do conselho administrativo, Raymond Lane, e mais dois diretores. A Cisco Systems perdeu 2,04% e a Juniper Networks teve desvalorização de 3,15%. A fabricante de hardwares F5 Networks despencou 19,05%, depois de alertar que seu próximo balanço deve ficar abaixo do esperado, em função da desaceleração das vendas nos EUA.

A Boeing avançou 1,44%. Hoje a companhia realizou um voo de demonstração para obter um certificado para a bateria do novo modelo 787 Dreamliner, cujos voos foram suspensos em vários países após seguidos problemas. A companhia disse que deve enviar os dados necessários para a Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) do governo dos EUA "nos próximos dias".

Dos 30 componentes do Dow Jones, 18 fecharam no território negativo, incluindo a Alcoa, que na próxima semana dá a largada para a temporada de balanços corporativos do primeiro trimestre deste ano. Entre outros blue chips, a American Express perdeu 2,14% e a Philip Morris teve retração de 1,91%. Já entre os destaques de alta aparecem Morgan Stanley (+1,08%) e JPMorgan (0,88%). As informações são da Dow Jones.

As bolsas de Nova York fecharam em leve alta nesta quinta-feira, impulsionadas pelas agressivas medidas de estímulo anunciadas pelo Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês), que ajudaram a ofuscar um dado negativo sobre o mercado de trabalho nos EUA, um dia antes do importante relatório mensal sobre o setor, o chamado payroll.

O índice Dow Jones subiu 55,76 pontos (0,38%) e fechou a 14.606,11 pontos. O Nasdaq avançou 6,38 pontos (0,20%), fechando a 3.224,98 pontos. E o S&P 500 teve alta de 6,29 pontos (0,40%), encerrando a sessão a 1.559,98 pontos.

##RECOMENDA##

O BoJ surpreendeu analistas e economistas ao anunciar planos mais agressivos do que o esperado para estimular a economia japonesa. O banco central japonês afirmou que vai mudar seu regime de política monetária para ter como foco a base monetária, em vez do nível das taxas de juros dos empréstimos overnight entre bancos comerciais, modificando uma estrutura adotada em 2006 e encerrando o Programa de Compra de Ativos que criou em outubro de 2010 como uma ferramenta temporária. Para atingir a meta de inflação de 2,0% em dois anos o BoJ vai dobrar a base monetária e aumentar as compras de bônus do governo (JGBs) - sem limite para os vencimentos dos papéis que pode comprar - e de fundos negociados em bolsa (ETFs).

Nos EUA, os pedidos de auxílio-desemprego subiram para 385 mil na semana passada, acima da previsão de 356 mil, no segundo dia seguido de números fracos sobre o mercado de trabalho norte-americano, depois da criação de menos empregos do que o esperado pelo setor privado do país em março. Essas informações levantaram receios com o payroll, que será publicado na sexta-feira. No entanto, economistas alertam que o dado pode ter sido distorcido por fatores técnicos, como o feriado de Páscoa e o recesso de primavera (no Hemisfério Norte).

Os principais índices acionários oscilaram bastante ao longo do dia, com o Dow Jones e o S&P 500 perto de suas máximas históricas. "Investidores otimistas e pessimistas estão em um cabo de guerra. As ações dos bancos centrais podem ofuscar uma série de notícias negativas", comentou Burt White, diretor-chefe de investimento da LPL Financial. Oito dos dez setores do S&P fecharam no território positivo, com destaque para ações de empresas de telecomunicações e matérias-primas.

Entre as notícias corporativas, o Facebook ganhou 3,12%. Como era especulado, a empresa anunciou nesta quinta-feira um novo software para celulares que utilizam o sistema Android durante um evento para a imprensa realizado em Menlo Park, na Califórnia. Junto ao anúncio do software, chamado Home, a fabricante de celulares HTC lançou um aparelho, batizado de First, que foi criado especialmente para a apresentação do software.

A Best Buy saltou 16,07%, após a varejista de produtos eletrônicos afirmar que vai abrir um espaço em suas lojas para um espécie que quiosque com aparelhos da Samsung Electronics. O Provident New York Bancorp ganhou 3,06%, após anunciar um acordo avaliado em US$ 344 milhões para comprar o Sterling Bancorp. Este último, por sua vez, teve valorização de 13,20% hoje.

Entre as blue chips, os destaques de alta foram Dow Chemical (+1,39%), Monsanto (+1,18%) e McDonald's (+1,39%). No campo negativo aparecem Goldman Sachs, com queda de 0,29%, Alcoa, que teve retração de 0,60%, e Ford, com desvalorização de 0,24%. As informações são da Dow Jones.

As bolsas de Nova York fecharam com perdas consideráveis nesta quarta-feira, pressionadas por dados negativos sobre o mercado de trabalho e a atividade no setor de serviços dos EUA. Incertezas políticas na Europa também colaboraram para desanimar os investidores, que aproveitaram para realizar lucros após as máximas recordes atingidas ontem nos mercados de ações.

O índice Dow Jones perdeu 111,66 pontos (0,76%) e fechou a 14.550,35 pontos. O Nasdaq recuou 36,26 pontos (1,11%), encerrando a sessão a 3.218,60 pontos. E o S&P 500 teve retração 16,56 pontos (1,05%), fechando a 1.553,69 pontos.

##RECOMENDA##

O primeiro indicador a decepcionar foi o da ADP/Macroeconomic Advisers, que mostrou criação de 158 mil empregos pelo setor privado dos EUA em março. Economistas consultados pela Dow Jones previam geração de 192 mil novas vagas. O número é considerado uma prévia do relatório de emprego (payroll) que o Departamento de Trabalho divulga na sexta-feira e que engloba também o desempenho do setor público.

Pouco depois, saiu o índice de atividade do setor de serviços dos EUA, medido pelo Instituto para Gestão de Oferta (ISM, na sigla em inglês), que contribuiu para pressionar ainda mais os mercados. O índice recuou para 54,4 em março, de 56,0 em fevereiro, mais que a previsão, de queda para 55,8. Com isso o indicador caiu para o menor nível desde agosto de 2012.

Na Europa, os investidores se mostram cautelosos antes dos anúncios de política monetária do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) e do Banco Central Europeu (BCE), amanhã. Não há expectativa de mudanças nas taxas básicas de juros, mas a entrevista do presidente do BCE, Mario Draghi, será acompanhada de perto, especialmente após o resgate do Chipre, que criou temores de que o confisco imposto a correntistas de bancos cipriotas possa ser replicado em outros países problemáticos do bloco que venham a precisar de ajuda.

Incertezas políticas também pressionaram os mercados. Em Portugal, a pressão veio da moção de censura ao governo, que foi rejeitada pelo Parlamento, mas destaca a insatisfação com o programa de resgate no país. Enquanto isso, na Itália segue o impasse sobre a formação do novo governo. A presidente da Câmara Baixa do Parlamento, Laura Boldrini, disse que a eleição para escolher o novo presidente do país pode ser antecipada para o dia 18. Então, o novo chefe de Estado pode convocar outra eleição parlamentar.

No noticiário corporativo, o destaque de queda ficou com o setor bancário (Citigroup -3,65%, JPMorgan -2,36%, Goldman Sachs -2,23%, Morgan Stanley -2,72% e Bank of America -2,80%). Uma das poucas companhias a fechar no positivo foi a Boeing, com valorização de 0,32%, após a IAG fazer uma encomenda para 18 aeronaves da família 787.

Os papéis da Vodafone negociados em Nova York recuaram 4,51%, depois da Verizon Communications afirmar que não planeja comprar ou se fundir com a companhia britânica. A Verizon, por sua vez, teve retração de 1,03%. As ações da fabricante de jogos Zynga dispararam 14,98%, com a expectativa com o lançamento de dois novos jogos nos próximos dias. As informações são da Dow Jones.

As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta terça-feira, com o Dow Jones e o S&P 500 superando suas máximas históricas, registradas pela última vez na quinta-feira da semana passada. O otimismo se deu com o crescimento das encomendas de bens manufaturados à indústria norte-americana, o que sinaliza a continuação da recuperação econômica do país. Os índices norte-americanos também receberam suporte do relaxamento dos termos do pacote de resgate internacional ao Chipre e do otimismo do mercado acionário europeu.

O Dow Jones ganhou 89,16 pontos (0,61%) e fechou a 14.662,01 pontos - um novo recorde. O S&P 500 avançou 8,08 pontos (0,52%) e fechou a 1.570,25 pontos, após chegar perto, durante a sessão, da sua máxima intraday histórica de 1.576,09. E o Nasdaq fechou com alta de 15,69 pontos (0,48%), a 3.254,86 pontos.

##RECOMENDA##

Wall Street sentiu os efeitos positivos das praças europeias, mas também recebeu sustentação de um indicador em linha com o esperado e do avanço das ações de seguradoras de saúde. As encomendas à indústria dos EUA subiram 3,0% em fevereiro, conforme as estimativas, o que ofuscou a queda no índice de condições empresariais de Nova York medido pelo Instituto para Gestão de Oferta (ISM, na sigla em inglês) para 51,2 em março, o resultado mais baixo desde outubro de 2012.

Quanto às seguradoras, as ações reagiram à decisão dos órgãos reguladores dos EUA de alterar as tarifas pagas pelos planos Medicare Advantage inicialmente propostas em fevereiro. Com as mudanças, no próximo ano as seguradoras deverão ganhar mais dinheiro com a operação desses planos do que esperavam.

"O mercado não está sendo direcionado pelo crescimento, e é por isso que as ações de algumas áreas têm se destacado mais. Ainda estamos em um mundo onde o Chipre ou as eleições italianas podem chacoalhar os mercados financeiros", disse Brian Rauscher, estrategista da Robert W. Baird.

No setor corporativo, além das seguradoras, a Hewlett-Packard também foi destaque, porém negativo, após ter a pior performance do Dow Jones, caindo 5,21% devido a um rebaixamento pelo Goldman Sachs. As ações da Apple fecharam com alta de 0,21%, longe das máximas da sessão, após o Wall Street Journal informar que a companhia pretende iniciar a montagem da nova geração do iPhone no segundo trimestre. Já o Groupon recuou 5,54% após a Sheridan afirmar que a companhia "tem um modelo de negócios controverso" e que está passando por uma troca de gestão.

Os investidores podem limitar seu entusiasmo esta semana, antes das aguardadas decisões de política monetária de bancos centrais europeus e do Japão, além do relatório sobre empregos dos EUA, que será divulgado na sexta-feira. As informações são da Dow Jones.

As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta quinta-feira, com o S&P 500 superando sua máxima história e registrando novo recorde, juntamente com o Dow Jones. Em dia de indicadores econômicos mistos, analistas atribuem o otimismo do mercado de ações à volta da confiança dos investidores.

O Dow Jones ganhou 52,38 pontos (0,36%) e fechou a 14.578,54 pontos, renovando mais uma vez sua máxima histórica. O índice superou pela primeira vez seu recorde de 2007 em 5 de março deste ano, e desde então vem renovando máximas com frequência. O Dow registrou ganho de 11,3% no primeiro trimestre.

##RECOMENDA##

O S&P 500 avançou 6,34 pontos (0,41%) e fechou a 1.569,19 pontos, superando o nível de 1.565,15 pontos atingido em outubro de 2007. No trimestre, o avanço do índice foi de 10%, sua melhor performance trimestral em um ano. No entanto, a máxima intraday do S&P, de 1.576,00, ainda não foi superada.

O Nasdaq fechou com alta de 11,00 pontos (0,34%), a 3.267,52 pontos. No trimestre, a valorização foi de 8,2%. O índice continua cerca de 35% abaixo de sua máxima histórica atingida em 2000, no pico do boom da tecnologia.

Para cada duas ações que caíram nesta quinta-feira cerca de três subiram na New York Stock Exchange, onde 687 milhões de papeis foram negociados. "A confiança está sendo restaurada, não somente entre investidores, mas também entre as empresas e os consumidores", disse Jason Ware, estrategista da Albion Financial Group. "Eles estão se sentindo melhor em relação à economia e ao mercado. Os anos de 2008 e 2009 foram bem difíceis, mas já avançamos bastante."

Após atingir seu pico em 2007, o S&P perdeu mais de metade do seu valor durante a crise financeira, afundando para 676,53 pontos em 9 de março de 2009. O S&P é considerado a referência no que diz respeito à performance do mercado de ações, pois inclui as 500 maiores companhias dos EUA. "Atingir o recorde é um bom feito", disse Terry Sandven, estrategista do U.S. Bank. "Isso envia um sinal aos investidores de que existe oportunidade no mercado de ações."

Os indicadores divulgados nesta quinta-feira não vieram muito bons, mas não atrapalharam o otimismo dos investidores. A expansão do Produto Interno Bruto (PIB) do país no quarto trimestre do ano passado foi revisada para 0,4%, em vez de 0,1% como calculado anteriormente, mas ficou abaixo do crescimento de 0,5% previsto por economistas. Os pedidos de auxílio-desemprego também decepcionaram ao aumentarem para 357 mil, em comparação com a estimativa de 340 mil, e o índice de atividade industrial do ISM de Chicago caiu para 52,4 em março. Já o índice de atividade do Federal Reserve de Kansas City subiu para -5 em março, de -10 em fevereiro. As informações são da Dow Jones.

As bolsas de Nova York fecharam em queda nesta segunda-feira, após o acordo de resgate ao Chipre levantar a preocupação de que depósitos bancários em outros países da Europa possam se tornar alvos futuros dos credores internacionais.

O Dow Jones perdeu 64,28 pontos (0,44%) e fechou a 14.447,75 pontos. Já o S&P 500 recuou 5,20 pontos (0,33%) e fechou a 1.551,69 pontos. E o Nasdaq fechou a sessão com queda de 9,70 pontos (0,30%), a 3.235,30 pontos. Para cada duas ações que subiram hoje, três caíram na New York Stock Exchange, onde 655 milhões de papeis foram negociados.

##RECOMENDA##

O plano de resgate garante 10 bilhões de euros (US$ 13 bilhões) ao Chipre e liquida o segundo maior banco do país, o Cyprus Popular Bank (também conhecido como Laiki), impondo pesadas perdas a correntistas com depósitos superiores a 100 mil euros. "Os depósitos bancários agora são um alvo legítimo. Algo que era positivo rapidamente se transformou em mais perguntas, mais dúvidas", disse Colin Devlin, diretor da Knight Capital.

As bolsas acentuaram as perdas após o presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, afirmar que as perdas sofridas pelos depositantes não segurados do Chipre como parte do pacote de resgate ao país devem ser repetidas em mais economias da zona do euro. Pouco depois, após os mercados reagirem negativamente à afirmação, ele voltou atrás e frisou que o caso do Chipre foi específico e que os resgates da União Europeia são "personalizados" para cada caso. Mas o estrago já havia sido feito.

As bolsas europeias também fecharam com perdas generalizadas nesta segunda-feira, após uma sessão volátil. Além das incertezas provocadas pelo acordo de resgate ao Chipre e pelas afirmações de Dijsselbloem, também pressionaram os mercados rumores de que o rating da Itália está para ser rebaixado pela Moody's. A agência de classificação de risco se recusou a fazer comentários a respeito.

No noticiário corporativo, as ações da Dell avançaram 2,6% após a fabricante de computadores confirmar que recebeu propostas alternativas de compra do Blackstone Group e do investidor Carl Icahn. O Apollo Group ganhou 7,1% após anunciar receita maior que a prevista no segundo trimestre fiscal.

Já as ações da Research In Motion, fabricante do Blackberry, recuaram 4,6%, estendendo as fortes perdas registradas na sessão de sexta-feira, após a apresentação considerada fraca do BlackBerry Z10. A United Therapeutics perdeu 2,2% após seu tratamento para hipertensão pulmonar ter sido rejeitado pelas autoridades norte-americanas mais uma vez. E a Idenix Pharmaceuticals despencou 20% após uma decisão jurídica desfavorável à empresa em relação a um pedido de patente. As informações são da Dow Jones.

As bolsas norte-americanas devem iniciar o pregão desta segunda-feira em alta moderada, sinalizam os índices futuros, que subiam influenciados pelo fechamento do acordo para resgatar o Chipre. Às 10h15 (de Brasília), o Dow Jones futuro subia 0,05%, o Nasdaq ganhava 0,34% e o S&P 500 registrava valorização de 0,17%.

O acordo do Chipre com o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional (FMI), fechado no domingo na Europa, repercutiu bem em Wall Street na manhã desta segunda-feira, embora os ganhos dos índices futuros tenham enfraquecido um pouco antes da abertura do pregão. Pelo plano desenhado, o segundo maior banco cipriota, o Banco Popular do Chipre, ou Laiki, vai se fundir com o Banco do Chipre, o maior do país. Além disso, somente os depósitos acima de 100 mil euros serão taxados. Embora o porcentual não tenha sido definido, fala-se em um imposto de até 30%.

##RECOMENDA##

Entre os dados divulgados mais cedo, o índice de atividade nacional, medido pelo Federal Reserve de Chicago, avançou para 0,44 em fevereiro, de -0,49 em janeiro. Já a mais representativa média móvel de três meses recuou para 0,09, de 0,28 em janeiro. O banco também afirmou que o índice de atividade industrial do Meio-Oeste subiu 0,1% em janeiro, em relação ao mês anterior, para uma leitura ajustada sazonalmente de 97,0. Em bases anuais, o índice teve alta de 6,4%.

Após o Chipre, o grande evento do dia para Wall Street é um seminário que o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Ben Bernanke, vai participar em Londres na London School of Economics, às 14h15 (de Brasília). Ele vai falar sobre a crise financeira mundial de 2008 e suas lições ao mundo. Ao seu lado estarão outros renomados economistas, como Olivier Blanchard, do FMI, e o antigo secretário do Tesouro dos EUA e atual conselheiro econômico de Barack Obama, Lawrence Summers.

Para o economista-chefe do banco canadense RBC Capital Markets, Tom Porcelli, Bernanke deu poucos indícios em suas declarações na semana passada sobre quando a política de compra de ativos do Fed deve ser encerrada. Por isso, apesar de ser improvável que na apresentação de Londres ele mande sinais mais claros sobre o futuro dessa estratégia, por ser Bernanke, sempre há a expectativa de alguma sinalização para as perspectivas econômicas, ainda mais em um dia sem anúncio de indicadores nos EUA hoje e com o Chipre chegando a um momento decisivo.

Nos EUA, o presidente do Fed de Nova York, William Dudley faz palestra às 13h30 (de Brasília). A expectativa pela apresentação é que, além de ser membro votante nas reuniões do Fed e apoiar a política de compra de ativos para estimular a economia, Dudley tem feito poucas declarações em público. A última vez que falou sobre perspectivas para a economia norte-americana foi em novembro do ano passado. "Não temos ouvido ele falar por alguns meses, mas a perspectiva é que Dudley continue apoiando a política de relaxamento monetário do Fed", disse Porcelli.

No mundo corporativo, o destaque no pré-mercado eram os papéis dos bancos, que subiam influenciados pelo fechamento do plano de ajuda para o Chipre. Havia o temor de que a pequena ilha no Mediterrâneo pudesse desencadear uma corrida bancária em outros países da periferia da zona do euro. O papel do Citibank tinham alta de 0,99% e o Goldman Sachs, 0,92%.

O papel da fabricante de computadores Dell também era destaque, com alta de 3,3% no pré-mercado. No final de semana, dois compradores fizeram propostas de aquisição da empresa, o fundo de private equity BlackStone e o investidor Carl Icahan. Em fevereiro, o fundador da empresa, Michael Dell, e o fundo de private equity Silver Laker já haviam anunciado um negócio de US$ 24 bilhões para fechar o capital da companhia, mas que vinha sendo questionado por acionistas minoritários pelo baixo preço proposto para comprar a ação da Dell na bolsa, a US$ 13,65. Segundo o The New York Times, as duas novas propostas oferecem um preço acima desse valor. Icahan, por exemplo, disse estar disposto a pagar US$ 15,00 por ação.

Na agenda corporativa, em Londres, a Heineken se apresenta nesta segunda-feira em um seminário mundial sobre cervejas. A empresa holandesa vai falar, entre outros tópicos, sobre sua estratégia para as Américas e pode influenciar os preços das ações de empresas de bebidas, alertam analistas do setor em relatórios de bancos de investimento.

As bolsas de Nova York fecharam em alta, praticamente apagando as perdas da semana do índice Dow Jones, enquanto os investidores passaram por cima do drama mais recente da crise da dívida da zona do euro. Alguns investidores nas bolsas dos EUA se recusaram a posicionar suas carteiras defensivamente antes do fim de semana, uma postura diferente da observada em crises passadas da zona do euro.

O índice Dow Jones subiu 90 pontos (0,63%) e fechou em 14.512 pontos, se recuperando de uma queda de 90 pontos, a maior em um dia desde 25 de fevereiro, após o esforço do Chipre para assegurar um pacote de resgate de seus parceiros da zona do euro elevar as preocupações sobre os problemas da região nesta semana.

##RECOMENDA##

O índice S&P 500 avançou 11 pontos (0,72%) e encerrou em 1.556 pontos. O índice Nasdaq registrou alta de 22 pontos (0,70%) e fechou em 3.245 pontos.

O episódio do Chipre provocou quedas das bolsas dos EUA nos últimos dias. Na semana, o S&P 500 caiu 0,2%, marcando seu segundo declínio semanal neste ano. O Dow Jones terminou a semana em baixa de apenas dois pontos, ou menos de 0,1%.

"Se você quiser encontrar um motivo para ficar longe do mercado de ações, esta semana forneceu mais um: a situação no Chipre", disse Art Steinmetz, diretor de investimentos da Oppenheimer Funds Inc., que gerencia US$ 208 bilhões em ativos. "O que é interessante para mim, porém, é que o mercado de ações dos EUA parece ter ignorado esta última questão muito rapidamente. Você teve a continuidade de fortes números econômicos nos EUA esta semana. Essa é a história mais importante."

No setor corporativo, as ações da Nike subiram 11%, após a empresa reportar um lucro trimestral acima das projeções, em meio ao aumento das vendas de vestuário e calçados.

Os papéis da Tiffany avançaram 1,9%, também ajudados pelo resultados acima do esperado e uma melhora das perspectivas de receita e lucro para este ano. As informações são da Dow Jones.

Os índices futuros das bolsas norte-americanas operam em baixa nesta segunda-feira, sinalizando um abertura com perdas do pregão. O pacote de ajuda ao Chipre, que bloqueia parte dos depósitos bancários da população, faz a aversão ao risco aumentar também em Wall Street. Às 10h15 (de Brasília), Dow Jones futuro recuava 0,51%, o Nasdaq perdia 0,79% e o S&P 500 tinha baixa de 0,91%.

O pacote de ajuda ao Chipre, o quinto da zona do euro, já derrubou as bolsas da Ásia e faz as da Europa caírem. Em uma decisão inédita, as autoridades europeias e o Fundo Monetário Internacional (FMI) informaram que vão cobrar a ajuda dos correntistas do país, o que, na realidade funcionaria como um confisco, pois o dinheiro será retirado compulsoriamente das contas bancárias.

##RECOMENDA##

Ainda há discussões entre governantes do Chipre e autoridades europeias para alterar a taxa sobre os depósitos. O Parlamento do país precisa aprovar o pacote de resgate, mas um debate seguido de votação sobre o tema foi adiado para terça-feira.

Nos EUA, a agenda de indicadores é fraca nesta segunda-feira. Logo após a abertura do mercado, às 11h (de Brasília) será divulgado o índice de confiança das construtoras (NAHB, na sigla em inglês), referente a março. O Bank of America Merrill Lynch espera que o índice suba para 47, pouco acima dos 46 de fevereiro. O BofA destaca que as ações das construtoras na bolsa estão sendo negociadas recentemente nas máximas de 2013, os preços dos imóveis seguem subindo e o setor continua gerando empregos.

No noticiário corporativo, as ações dos bancos operam em queda no pré-mercado, diante da preocupação de que o pacote de ajuda ao Chipre arranhe a imagem do setor mundo afora. O analista do setor financeiro do Goldman Sachs, Jamej Omahen, avalia que o bloqueio de depósitos no país europeu vai gerar um desconforto de longo prazo para os bancos, com maior volatilidade em depósitos e poupança. O papel do Citigroup recuava 1,97% e o do Bank of America perdia 1,67%.

Os índices futuros das bolsas norte-americanas operam em alta nesta sexta-feira, sinalizando uma abertura do pregão também com ganhos. A agenda desta manhã está cheia de indicadores relevantes, com anúncio da inflação dos EUA e da produção industrial de fevereiro. Às 10h15 (de Brasília), o Dow Jones futuro subia 0,01%, o Nasdaq ganhava 0,12% e o S&P 500 tinha alta de 0,03%.

Um dos indicadores mais esperados do dia, a produção industrial cresceu 0,7% em fevereiro, depois de ficar estável em janeiro. O número ficou acima da expectativa dos economistas, que esperavam alta de 0,4%.

##RECOMENDA##

Outro indicador aguardado era a inflação de fevereiro (CPI, na sigla em inglês), que registrou alta de 0,7%, pouco acima do esperado pelos economistas, que previam aumento de 0,6%. Foi o nível mais alto desde junho de 2009.

O economista-chefe para os EUA do Deutsche Bank, Joseph LaVorga, avalia que a inflação de agora em diante deve passar a preocupar mais Wall Street. A razão é que os indicadores divulgados recentemente, como as vendas no varejo de fevereiro, vieram melhores que o esperado e podem pressionar os preços. "Se a expansão da economia se mostrar mesmo mais forte, a preocupação com inflação volta", destaca o analista em um relatório.

Ainda entre os indicadores, logo após a abertura do pregão será divulgado o índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan, às 10h55 (de Brasília). O Bank of America Merrill Lynch projeta uma leitura de 78,5 em março, ante 77,6 em fevereiro. A possível melhora na confiança se deve, entre outros fatores, à alta da bolsa para níveis recordes e aumento do preço dos imóveis, o que faz a riqueza das famílias também crescer.

No noticiário corporativo, o setor financeiro é destaque no pré-mercado, com os papéis dos grandes bancos operando em direções opostas. A ação do Bank of America subia 3,55%. Já o JPMorgan Chase recuava 1,75%. O Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) divulgou na quinta-feira, após o fechamento do mercado, a segunda parte do teste de estresse que avaliou os 18 maiores bancos dos EUA por ativos.

O Fed fez ressalvas aos planos de capital do JPMorgan e do Goldman Sachs e pediu "atenção imediata" dessas instituições às suas capitalizações, o que poderá afetar os planos dos bancos de pagarem dividendos aos seus acionistas, para reterem mais capital em seus balanços. Já o Bank of America, o Citibank e os demais bancos receberam sinal verde do Fed.

Outro destaque no pré-mercado é o papel da Apple, que tinha alta de 1,36%. A Samsung, maior concorrente da empresa da Califórnia, anunciou ontem à noite em Nova York o novo modelo de seu principal smartphone, o Galaxy S4.

As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta quinta-feira, impulsionadas por dados positivos do mercado de trabalho dos EUA e pelo rali das ações de energia.

O Dow Jones ganhou 83,86 pontos (0,58%) e fechou a 14.539,14 pontos, em sua décima sessão consecutiva de alta, e renovou sua máxima histórica pela oitava vez seguida. Já o S&P 500 teve alta de 8,71 pontos (0,56%) e fechou a 1.563,23 pontos - a menos de 2 pontos de sua máxima história de 1.565,15, alcançada em outubro de 2007. O Nasdaq avançou 13,81 pontos (0,43%), encerrando a sessão a 3.258,93 pontos. Para cada ação que caiu nesta quinta-feira duas subiram na New York Stock Exchange, onde 676 milhões de papéis foram negociados.

##RECOMENDA##

O tom positivo do dia foi definido pelo anúncio da queda nos pedidos de auxílio-desemprego na semana passada. O número de trabalhadores norte-americanos que entraram pela primeira vez com pedido de auxílio-desemprego caiu para 332 mil na semana passada, mais do que a queda para 350 mil solicitações esperada pelos economistas. Esse foi o quarto recuo em cinco semanas.

"Os dados foram bons o suficiente para evitar que os investidores abandonassem suas posições otimistas", disse Seth Setrakian, da First New York Securities. "Mas não foram tão bons a ponto de chocar todo mundo e fazê-los pensar que o Federal Reserve vai diminuir estímulos ou aumentar os juros."

Entre outros dados anunciados nos EUA pela manhã, o índice de preços do produtor (PPI, na sigla em inglês) subiu 0,7% em fevereiro ante o mês anterior, puxado pela alta do preço da gasolina, mas veio dentro do esperado pelos analistas. Já o resultado da conta corrente foi de déficit de US$ 110,4 bilhões no quarto trimestre de 2012, pouco abaixo da previsão de US$ 112,6 bilhões.

No setor corporativo, as ações de energia lideraram os ganhos, após um relatório do governo apontar diminuição nos estoques de gás natural, levando os preços futuros do gás aos mais altos níveis em quatro meses. Assim, WPX Energy subiu 4,9%, Cabot Oil & Gas ganhou 3,8% e Exco Resources avançou 9%.

As ações da Apple tiveram alta de 0,95% após um analista do BTIG elevar seu rating dos papéis da empresa de neutro para compra. A Ebay ganhou 1,61% também com um aumento de rating.

Por outro lado, os papeis da E*Trade Financial despencaram 8,2%, o maior recuo entre os componentes do S&P 500. A companhia afirmou que sua maior acionista, a Citadel, está vendendo toda a sua participação na empresa. As informações são da Dow Jones.

Páginas

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando