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A seleção brasileira sub-23 enfrenta a Argentina neste domingo (9), às 22h30 (horário de Brasília), em Bucaramanga, na Colômbia, buscando frear a queda de rendimento apresentada nos dois primeiros compromissos da fase decisiva do Pré-Olímpico para obter sua vaga nos Jogos de Tóquio.

Com dois pontos, o Brasil precisa de uma vitória para se garantir na Olimpíada. Mas é possível que um empate seja suficiente, o que a seleção saberá minutos antes de entrar em campo, com o encerramento do duelo entre Colômbia e Uruguai, que vão duelar às 20 horas, pois ambos estão com um ponto - a Argentina, com seis, se classificou antecipadamente.

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Embora dependa apenas das suas forças e em um duelo contra uma equipe que está garantida na Olimpíada, a situação do Brasil não é tranquila. Afinal, após sobrar na fase de grupos do Pré-Olímpico, com quatro vitórias e 100% de aproveitamento, caiu de rendimento no quadrangular e ainda não venceu. E chegou a estar em desvantagem nos confrontos com Colômbia e Uruguai.

O resultado determinará em qual caminho essa geração sub-23 poderá se colocar na história: se ao lado das equipes que não conseguiram a classificação olímpica, como nas edições de 1980, 1992 e 2004, ou se recebendo a chance de buscar a segunda medalha de ouro consecutiva.

A insegurança do sistema defensivo, que sofreu sete gols em seis jogos, só não sendo vazado na estreia, preocupa o técnico André Jardine. E já desfalcado antes mesmo do Pré-Olímpico pela recusa de clubes para liberar jogadores e pela lesão sofrida por Walce, passou por mudanças durante o torneio.

E o treinador ainda terá um problema para o confronto com a Argentina, pois Nino está suspenso. A sua vaga deverá ser ocupada por Robson Bambu, que começou o qualificatório como titular, mas foi barrado. Agora, então, deverá atuar novamente ao lado de Bruno Fuchs. O lateral-direito Dodô, em tratamento por causa das dores no tornozelo que o deixaram fora do duelo de quinta-feira com o Uruguai, também é dúvida, com Guga tendo boas chances de se manter na equipe.

O ataque também não vem brilhando no quadrangular. Após marcar 11 gols no quatro jogos da fase de grupos, a equipe só foi duas vezes às redes. Jardine, porém, deve apostar mais uma vez no quarteto composto por Pedrinho, Paulinho, Antony e Matheus Cunha. Mas Pepê, que já marcou três gols na Colômbia, é visto como uma opção interessante.

"A gente tem que impor nosso jogo, não só na qualidade técnica. Temos que entrar nos mínimos detalhes, de ganhar a primeira dividida, a primeira bola e sermos eficientes. Vai ser um grande jogo, porque eles têm um grande time. Nós sabemos que, em todas as situações, vai ser difícil. Sabemos que os reservas entram e querem aproveitar a oportunidade e também que jogar sem responsabilidade é um ponto forte", afirmou Pedrinho.

Adversária do Brasil, a Argentina faz campanha impecável na Colômbia, tendo vencido os seis jogos que disputou no qualificatório. O time tem o melhor ataque do torneio, com 14 gols, só foi vazado cinco vezes e tem Alexis Mac Allister como o artilheiro da disputa, tendo marcado quatro vezes.

A partida, porém, não tem nenhuma valia para a Argentina, a não ser deixar o rival Brasil fora da Olimpíada, pois a equipe já assegurou a vaga em Tóquio e o título do torneio. E a equipe tem três desfalques por suspensão: o meia Capaldo e os atacantes Gaich e Urzi.

"Sabemos que será um jogo muito difícil. É um clássico e reúne duas das melhores seleções. Temos que entrar focados, pensando nos mínimos detalhes. Não é só na qualidade, mas na vontade também. Gana de querer vencer e sair com a classificação", acrescentou Paulinho.

O Brasil começou a fase decisiva do qualificatório para os Jogos de Tóquio com um suado empate. Após vencer as quatro partidas que disputou na primeira fase, arrancou a igualdade por 1 a 1 contra a Colômbia, nesta segunda-feira (3), pela primeira rodada do quadrangular do Pré-Olímpico, em Bucaramanga.

No confronto com a seleção anfitriã do qualificatório, o Brasil voltou a ter produção ofensiva considerável, uma marca da primeira fase, em que marcou 11 gols em quatro jogos, mas falhou bastante nas finalizações. Mas Antony, e Paulinho não brilharam como em outros jogos, assim como Pedrinho, que voltou ao time após se recuperar de lesão e foi substituído por Pepê na etapa final. Outro componente do quarteto ofensivo, Matheus Cunha foi decisivo ao marcar o gol de empate.

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A seleção sub-23 do Brasil também pareceu tensa, até por ir pela primeira vez na competição ao intervalo perdendo. A defesa, mesmo com as mudanças realizadas pelo técnico André Jardine, voltou a se mostrar insegura e sofreu com a velocidade colombiana em alguns contra-ataques. E Iago, uma das novidades do time, falhou no gol adversário.

A partida foi acompanhada no estádio por Tite, técnico da seleção principal do Brasil. Ele esteve acompanhado por Rogério Caboclo, presidente da CBF, e Juninho Paulista, coordenador de seleções.

A seleção voltará a jogar no quadrangular decisivo do Pré-Olímpico na quinta-feira (6), quando terá pela frente o Uruguai, às 20 horas (de Brasília), fechando a sua participação no domingo, diante da Argentina. Nesta segunda, os argentinos largaram na frente com a vitória por 3 a 2 sobre os uruguaios. Os dois primeiros colocados se garantem nos Jogos de Tóquio.

O JOGO - Em relação ao time-base do Brasil na primeira fase do Pré-Olímpico, Jardine fez três alterações, todas na defesa, mudando os laterais, com as entradas de Dodô e Iago, além do zagueiro Bruno Fuchs. Mas o que se destacou no início da partida foi o ataque.

Com a marcação adiantada, a seleção pressionou a Colômbia e quase abriu o placar logo aos dois minutos, numa jogada que começou com a roubada de bola de Bruno Guimarães e terminou com uma perigosa finalização de Paulinho. Mas mesmo com o domínio, a equipe parecia nervosa, a ponto de Matheus Henrique quase marcar um gol contra em uma dividida no meio-campo. Tinha também o controle da posse, criava chances, mas falhava nas finalizações.

Isso acabou custando caro em um avanço do veloz ataque colombiano, aos 26 minutos. Benedetti avançou pela esquerda e cruzou da linha de fundo. Nas costas de Iago, Cetré cabeceou no canto esquerdo da meta defendia da por Ivan, fazendo 1 a 0.

O gol colombiano ampliou a postura ofensiva do Brasil, que quase respondeu na sequência, numa jogada em que Matheus Cunha escorou a bola para Antony finalizar com perigo, mas para fora.

O atacante são-paulino voltaria a bater com perigo aos 39, mas naquele momento o jogo já era bem mais complicado para a seleção, com dificuldades para encontrar espaços na retranca colombiana. E o Brasil ainda quase foi vazado aos 44, quando uma tentativa de cruzamento de Cetré desviou em Bruno Fuchs e forçou Bruno Fuchs a fazer difícil defesa.

A retomada da partida após o intervalo foi de pressão e chances perdidas pela seleção. Foram duas em sequência, com Pedrinho e Antony, que pararam em boas defesas de Ruiz. Só que essa produção intensa no ataque logo parou. Tensa, a equipe passou a cometer muitos erros, pouco ameaçando a Colômbia e ainda correndo riscos na defesa.

Mas quando o momento parecia ruim, a seleção respondeu. Aos 25 minutos, Paulinho ajeitou para Matheus Cunha, que chutou cruzado, de fora da área, no canto direito da meta de Ruiz. E o atacante recém-contratado pelo Hertha Berlin quase marcou o gol da virada no lance seguinte, não fosse uma grande defesa de Ruiz.

Nesse momento, a seleção retomou o controle da partida, a ponto de Paulinho também ter perdido chance, em cabeceio, após ótima jogada de Antony. Mas aí a Colômbia também buscou ser mais ofensiva. E só não voltou a passar à frente no placar porque Ivan fez ótima defesa em uma finalização de Carbonero que desviou em Guga, em jogada iniciada em erro de Matheus Henrique.

Só que o Brasil tinha mais qualidade e força ofensiva. E poderia ter conseguido a vitória aos 41, quando Pepê recebeu de Bruno Guimarães na esquerda, tocou para Paulinho, que deu uma caneta no marcador dentro da grande área, mas bateu fraco, facilitando a defesa de Ruiz, que ainda faria defesas difíceis em tentativas de Bruno Guimarães e Matheus Henrique nos minutos finais, asegurando o empate para a Colômbia.

FICHA TÉCNICA:

BRASIL 1 x 1 COLÔMBIA

BRASIL - Ivan; Dodô (Guga), Nino, Bruno Fuchs e Iago; Bruno Guimarães, Matheus Henrique e Pedrinho (Pepê); Antony, Matheus Cunha e Paulinho (Reinier). Técnico: André Jardine.

COLÔMBIA - Ruíz; Herrera, Ditta, Segura e Fuentes; Kevin Balanta, Atuesta, Avaraldo, Benedetti (Carbonero) e Carrascal (Sandoval); Cetré (Arroyo). Técnico: Arturo Reyes.

GOLS - Cetré, aos 26 minutos do primeiro tempo; Matheus Cunha, aos 25 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO - Ángel Arteaga (Venezuela).

CARTÕES AMARELOS - Bruno Fuchs, Kevin Balanta, Ditta, Bruno Guimarães, André Jardine, Arturo Reyes, Nino, Alvarado e Carbonero.

RENDA E PÚBLICO - Não disponíveis.

LOCAL - Estádio Alfonso López, em Bucaramanga (Colômbia).

A seleção brasileira sub-23 que disputa o Pré-Olímpico na Colômbia virou alvo de negociações. Até agora, três jogadores trocaram de clube durante o torneio, em transações que ultrapassaram os R$ 220 milhões. Nos próximos dias, a expectativa é de que mais quatro atletas sejam vendidos. As principais janelas de transferências da Europa se encerram entre sexta-feira (31) e domingo (2).

Reinier, ex-Flamengo, foi o primeiro a ser negociado, puxando a fila. No último dia 20, a venda para o Real Madrid foi sacramentada logo depois de o jovem ter completado 18 anos. O negócio rendeu ao Flamengo 30 milhões de euros (R$ 136 milhões) por 80% dos seus direitos.

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No dia seguinte, o Grêmio confirmou a contratação de Caio Henrique, que estava no Fluminense no último Campeonato Brasileiro. O lateral-esquerdo foi emprestado por uma temporada pelo Atlético de Madrid.

Nesta quinta-feira, o Lyon oficializou a contratação do volante Bruno Guimarães, ex-Athletico Paranaense, por quatro temporadas e meia. O jogador passou por exames médicos e posou para fotos com a camisa do clube ao lado de Juninho Pernambucano, diretor do clube francês. A imagem do encontro foi publicada por Jean-Michel Aulas, presidente do Lyon. O clube francês pagará 20 milhões de euros (aproximadamente R$ 94 milhões) ao clube brasileiro 80% dos direitos econômicos do meio-campista.

Nos próximos dias, podem selar suas transferências nomes como Pedrinho (Corinthians), Antony (São Paulo), Matheus Cunha (RB Leipzig) e Robson Bambu (Athletico-PR).

Pedrinho está na mira do Benfica. O jogador tem contrato com o Corinthians até o fim de 2023 e a multa rescisória é de 50 milhões de euros (R$ 227 milhões). A proposta do time português, no entanto, é metade desse valor. A diretoria corintiana deve dar retorno aos portugueses até sexta-feira. O time paulista tem 70% dos direitos econômicos de Pedrinho.

Já atacante Matheus Cunha pode trocar o RB Leipzig pelo Hertha Berlin, ambos da Alemanha. O negócio pode chegar a 20 milhões de euros (R$ 93 milhões). O Ajax, da Holanda, fez nova investida por Antony, do São Paulo. O clube está interessado no jogador desde o ano passado e agora parece ainda mais disposto a tirá-lo do Morumbi.

A seleção brasileira sub-23 está classificada para o quadrangular final do Pré-Olímpico. O time soma nove pontos e ocupa a liderança do Grupo B. A seleção voltará a campo na sexta-feira, contra o Paraguai, pela última rodada da primeira fase. O técnico André Jardine deve poupar titulares pensando nos confrontos decisivos do quadrangular final. Apenas duas seleções sul-americanas vão para os Jogos de Tóquio.

Depois de descansar na rodada do fim de semana, a seleção brasileira sub-23 jogará nesta terça-feira (28) já pensando em uma nova folga. A partir das 22h30 (horário de Brasília), a equipe dirigida por André Jardine encara a Bolívia, em Armenia, em busca da chance de chegar à última rodada da primeira fase do Pré-Olímpico classificado antecipadamente ao quadrangular final.

Com vitórias sobre Peru (1 a 0) e Uruguai (3 a 1) nas rodadas inicias do torneio sul-americano que distribui duas vagas nos Jogos de Tóquio, a seleção lidera o Grupo B com seis pontos e vantagem de três para outras quatro equipes que compõem a chave. E esse equilíbrio joga a favor do Brasil na busca pela passagem de fase.

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Nesta terça, a seleção estará classificada ao quadrangular com uma vitória sobre a Bolívia, sem depender de qualquer outro resultado - um empate será suficiente se o Uruguai superar o Peru na abertura da rodada. E isso pode ser importante para a equipe ter um fôlego para a etapa decisiva da competição, com Jardine eventualmente por dar um descanso aos seus principais jogadores na sexta-feira, quando o time encerrará a sua participação na fase de grupos diante do Paraguai.

"O descanso nos ajuda a recuperar a parte física. É importante para a gente estar 100% no próximo jogo e dar o nosso melhor. Essa competição é curta e não temos muito tempo entre os jogos, então temos que aproveitar os intervalos na melhor forma", comentou Pedrinho.

Como estreou no Pré-Olímpico em 19 de janeiro e a rodada final do qualificatório será em 9 de fevereiro, a seleção fará, caso avance ao quadrangular, sete jogos em um período de apenas 22 dias. Assim, ganhar um fôlego pode ser importante para a seleção às vésperas do início da etapa decisiva da competição na Colômbia e ainda dar rodagem a jogadores como Reinier, recém-contratado pelo Real Madrid, e Pepê, do Grêmio. Até agora, 17 dos 23 atletas convocados entraram em campo na Colômbia.

O Brasil, aliás, estará menos desgastado para encarar a Bolívia, pois folgou na terceira rodada do Grupo A. A equipe, porém, fez o "dever de casa" e esteve presente ao Estádio Centenário de Armenia no último sábado para ver de perto o seu próximo adversário. E assistiu a um jogo movimentado e com um resultado surpreendente: os bolivianos derrotaram o Uruguai por 3 a 2, com o seu terceiro gol saindo aos 49 minutos do segundo tempo.

"É importante para a gente analisar nosso adversário e ficar ligado de um modo geral no campeonato. Nós estamos focados no nosso próximo jogo e observar seus pontos fortes e fracos vai nos ajudar muito", afirmou Igor Gomes.

A preparação para o confronto, porém, não foi sem problemas, pois a equipe precisou cancelar um dos treinos por causa de uma forte chuva em Armenia. De qualquer forma, Jardine deve repetir a base do time que venceu o Uruguai por 3 a 1 na última quarta-feira. A principal dúvida é Pedrinho, com dores na coxa e que pode ser substituído por Reinier.

Com isso, a seleção vai encarar a Bolívia e buscará passar de fase no Pré-Olímpico com a seguinte formação: Ivan; Guga, Nino, Robson Bambu e Caio Henrique; Bruno Guimarães, Matheus Henrique e Pedrinho (Reinier); Antony, Paulinho e Matheus Cunha.

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A seleção brasileira sub-23 conquistou na noite desta quarta-feira (22) a sua segunda vitória em duas partidas disputadas no Pré-Olímpico da Colômbia. Com gols de Pedrinho, Matheus Cunha e Pepê, o Brasil derrotou o Uruguai por 3 a 1 e se isolou na liderança do Grupo B da competição.

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Com seis pontos, o time brasileiro está três à frente de Paraguai e Uruguai. No primeiro jogo da rodada desta quarta, na cidade de Pereira, os paraguaios derrotaram a Bolívia por 2 a 0.

O clássico sul-americano foi o tempo todo aberto, com as duas equipes encontrando alguma facilidade para chegar à área adversária. Quem deu a primeira cartada foi o Uruguai, aos três minutos. Rossi recebeu lançamento no lado direito do ataque e rolou para o meio da área, onde Ramírez estava completamente livre. O atacante, porém, enrolou-se com a bola e chutou para fora uma chance incrível.

Diferentemente dos uruguaios, o Brasil aproveitou bem a sua primeira oportunidade, que surgiu aos 14 minutos. Um cruzamento preciso de Antony foi transformado por Pedrinho no primeiro gol da equipe comandada por André Jardine. E a vantagem deu confiança ao time brasileiro, que aumentou sua vantagem aos 30 minutos em uma cobrança de pênalti de Matheus Cunha.

Assim como havia ocorrido no início da primeira etapa, o Uruguai perdeu um gol feito no começo da segunda. Aos dois, o goleiro Ivan fez uma belíssima defesa em cabeçada de Ramírez e, no rebote, Bueno tinha o gol aberto à sua frente, mas de alguma maneira chutou para fora.

O confronto ficou ainda mais aberto, com os uruguaios no ataque e os brasileiros no contra-ataque. E foi dessa maneira que o Brasil chegou ao terceiro gol, aos 32 minutos, em uma jogada de autoria de dois destaques do Grêmio. Pepê recebeu lançamento de Matheus Henrique, avançou em velocidade e marcou com um lindo toque por cima do goleiro Arruabarrena.

Dois minutos depois, o Uruguai diminuiu sua desvantagem com um gol de cabeça de Bueno, aproveitando uma saída ruim de Ivan. Nada, porém, que colocasse em perigo a vitória do Brasil, que vai folgar na próxima rodada do Grupo B, marcada para sábado. A equipe de André Jardine disputará sua terceira partida na Colômbia na próxima terça-feira, contra a Bolívia.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 3 X 1 URUGUAI

BRASIL - Ivan; Guga, Nino, Robson Bambu e Caio Henrique; Matheus Henrique, Bruno Guimarães e Pedrinho; Antony (Bruno Tabata), Paulinho (Pepê) e Matheus Cunha (Reinier). Técnico: André Jardine.

URUGUAI - Arruabarrena; José Rodríguez, Cáceres, Bueno e Maxi Araújo; Waller, Acevedo, Sanabria (Piquerez) e Ginella (Santiago Rodríguez); Ignacio Ramírez (Viñas) e Rossi. Técnico: Gustavo Ferreyra.

GOLS - Pedrinho, aos 14, e Matheus Cunha, aos 30 minutos do primeiro tempo; Pepê, aos 32, e Bueno, aos 34 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO - Facundo Tello (Argentina).

CARTÃO AMARELO - Robson Bambu (Brasil).

RENDA E PÚBLICO - Não divulgados.

LOCAL - Estádio Hernán Ramírez Villegas, em Pereira (Colômbia).

A seleção brasileira sub-23 conseguiu uma goleada no primeiro dos dois jogos-treino que fará antes do Pré-Olímpico, que será disputado na Colômbia. Na Granja Comary, em Teresópolis, o time comandado por André Jardine goleou por 4 a 0 o Boavista, clube que vai disputar o Campeonato Carioca.

O ex-treinador do São Paulo utilizou a sua formação titular apenas no primeiro tempo. E foi quando a seleção teve mais dificuldades para superar a defesa da equipe fluminense - o jogo chegou ao intervalo com vitória do time nacional por apenas 1 a 0. Na segunda etapa, Jardine colocou em campo os reservas e eles se saíram bem melhor, contando, é verdade, com o cansaço do Boavista, que atuou o tempo todo com os mesmos jogadores.

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Na metade inicial do jogo-treino, a seleção olímpica teve problemas para criar oportunidades de gol e só conseguiu balançar a rede em uma jogada de bola parada. O meia Matheus Henrique, do Grêmio, cobrou com categoria uma falta sofrida pelo zagueiro Robson Bambu, do Athletico-PR, para colocar o Brasil em vantagem.

Depois do intervalo, os reservas da seleção jogaram com muita vontade e deram um tremendo sufoco no Boavista. Bruno Tabata, jogador do Portimonense-POR, Reinier, do Flamengo, e Igor Gomes, do São Paulo, marcaram os demais gols da equipe de Jardine, que fará o último jogo-treino antes do Pré-Olímpico nesta terça-feira, diante da Portuguesa-RJ, de novo na Granja Comary.

O time titular escalado por Jardine no primeiro tempo foi o seguinte: Ivan; Guga, Walce, Robson Bambu e Caio Henrique; Bruno Guimarães, Matheus Henrique e Pedrinho; Antony, Matheus Cunha e Paulinho. Na segunda etapa, a formação foi esta: Cleiton; Dodô, Bruno Fuchs, Nino e Iago; Maycon, Igor Gomes e Reinier; Bruno Tabata, Pepê e Yuri Alberto

Apesar do bom resultado, o confronto com o Boavista causou um grande prejuízo à seleção: o zagueiro são-paulino Walce sofreu uma lesão no joelho esquerdo e corre o risco de ficar fora do Pré-Olímpico, que para o Brasil terá início no próximo domingo, contra o Peru, na cidade colombiana de Armênia. Nesta segunda-feira, o jogador será submetido a exames para saber o tamanho do problema.

A seleção brasileira está no Grupo B do Pré-Olímpico. Além do Peru, a equipe enfrentará na primeira fase Uruguai, Bolívia e Paraguai.

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