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A insatisfação de funcionários da Prefeitura do Recife chegou ao ponto de a sede administrativa receber dois protestos só na manhã desta quinta-feira (18). Profissionais da educação pública e servidores municipais chamam o prefeito João Campos (PSB) de caloteiro e cobram promessas de aumento salarial feitas no ano passado.

O térreo do edifício foi tomado por barracas e, desde segunda-feira (15), serve de acampamento para o Sindicato dos Servidores do Recife (Sindsepre), que se mantém em greve desde o dia 1º de novembro e pede respeito ao acordo de reajuste de 4,53%.

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"Estamos acampados na Prefeitura sem tempo determinado para sair. Não vamos abrir mão de um acordo que foi assinado em 2020, que representa muito para os servidores. Vamos à luta", afirmou o presidente do Sindisepre, Osmar Ricardo. Uma passeata até a Praça do Derby, ainda na área Central, é avaliada pelos organizadores.

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De acordo com o representante, no dia em que as barracas foram montadas, João Campos (PSB) tentou contornar a mobilização com a promessa de antecipar o salário de novembro, pagar o 13º em parcela única e remanejar os pagamentos de dezembro para os dias 23 e 26, mas a tentativa não foi acatada pelos manifestantes.

Assim como ofereceu ao Sindicato Municipal dos Profissionais de Ensino do Recife (Simpere) - que suspendeu as aulas em protesto ao desrespeito à Lei do Piso -, nas negociações da sexta (12), a Prefeitura disse que aumentaria 1,35%.

 "A paralisação do Simpere de 24h é importante para a gente também. Fortalece a luta dos trabalhadores, porque a insatisfação é enorme entre os servidores ", comentou sobre a união entre os sindicatos pela mesma pauta.

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