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Um tribunal da Rússia decidiu estender até 30 de janeiro a detenção de Evan Gershkovich, repórter do Wall Street Journal, pela terceira vez, desde que ele foi preso em março sob alegação de espionagem que ele, o jornal e o governo dos Estados Unidos negam de modo veemente. Em agosto, um juiz pediu que o Serviço de Segurança Federal (FSB, na sigla em inglês) russo investigue mais o repórter, que segue detido à espera de julgamento.

Caso siga detido até 30 de janeiro, Gershkovich estará atrás das grades por dez meses. Aos 32 anos, o cidadão americano estava credenciado no Ministério das Relações Exteriores da Rússia para atuar como jornalista, mas foi detido por agentes do FSB em 29 de março, durante uma viagem para uma reportagem. Investigadores até agora não tornaram pública evidência para apoiar sua alegação de espionagem. Fonte: Dow Jones Newswires.

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Os especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) enviados em janeiro a Wuhan, China, para investigar a origem da pandemia de Covid-19 não divulgarão suas conclusões preliminares, informou o Wall Street Journal (WSJ).

A decisão foi tomada em um contexto de crescentes tensões entre Estados Unidos e China sobre as condições de acesso oferecidas por Pequim para que a equipe cumprisse sua tarefa.

O diretor geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, havia anunciado em 12 de fevereiro que os especialistas publicariam rapidamente um informe preliminar que resumiria as investigações feitas durante um mês na China.

O primeiro relatório era aguardado para quinta-feira, quase três semanas após o fim da missão enviada a Wuhan, a cidade chinesa onde se acredita que a pandemia começou em dezembro de 2019.

"Um mero resumo não satisfaria a curiosidade dos leitores", disse o coordenador da equipe de investigadores, Peter Ben Embarek, ao WSJ.

Agora a OMS planeja publicar "nas próximas semanas" um relatório completo que incluirá as "principais conclusões", segundo um porta-voz da OMS citado pelo jornal americano.

O governo dos Estados Unidos espera que a China demonstre "transparência", que compartilhe o que sabe sobre o início da pandemia, afirmou na quinta-feira o porta-voz do Departamento de Estado, Ned Price.

"Trata-se de aprender e fazer, de estarmos posicionados para fazer tudo o que pudermos para proteger a nós mesmos, ao povo americano e à comunidade internacional contra futuras ameaças de pandemia", disse Price.

"É por isso que precisamos deste entendimento. E por isto que precisamos da transparência do governo chinês", afirmou.

A China revogou as credenciais de três repórteres do The Wall Street Journal (WSJ) que trabalham em Pequim, na primeira vez na era pós-Mao em que o governo chinês expulsa vários jornalistas de um único grupo de notícias simultaneamente.

O Ministério de Relações Exteriores do país atribuiu a decisão a um polêmico editorial publicado recentemente pelo WSJ. Josh Chin e Chao Deng, ambos americanos, e o australiano Philip Wen receberam ordem de deixar a China em até cinco dias.

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A expulsão veio após o WSJ se referir à China como o "verdadeiro homem doente da Ásia" em título de artigo publicado no dia 3 de fevereiro.

O editorial foi amplamente criticado pelo ministério e por organizações da mídia estatal em comunicados e postagens em redes sociais. Fonte: Dow Jones Newswires.

A Microsoft está desenvolvendo uma linha de tablet Surface de 7 polegadas, que deverá ser apresentado até o final do ano, segundo fontes do Wall Street Journal. O atual modelo tem tela de 10,6 polegadas.

A fabricante teria percebido que precisa seguir a tendência de tablets menores, como o Nexus 7 e o iPad Mini, de 7 e 7,9 polegadas, respectivamente. A Microsoft foi procurada pela Reuters, mas preferiu não comentar a informação publicada no jornal.

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A Securities and Exchange Commission (SEC, a comissão de valores mobiliários dos Estados Unidos) autorizou nesta terça-feira as empresas norte-americanas a utilizar redes sociais para anunciar informações financeiras cruciais, desde que apontem para os investidores com antecedência os detalhes sobre o que será divulgado e como. De acordo com informações do Wall Street Journal, no Twitter, resultados corporativos serão postados com a hashtag #USearnings.

O relatório emitido pela SEC confirma que a nova regulamentação que permite a empresas de capital aberto a divulgação de informações financeiras em redes sociais como o Facebook e o Twitter funciona da mesma forma que a revelação de conteúdo nos sites das companhias. Em 2008, a agência emitiu diretrizes para a forma com a qual os sites das empresas podem ser usados para disseminar informações para os investidores.

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A decisão pode levar a uma grande mudança na forma como as companhias se comunicam com investidores e ocorre em meio à tentativa dos reguladores de adaptar regras antigas às novas tecnologias. "Encorajamos as empresas a buscar novas formas de comunicação para se conectar melhor aos acionistas", informou a SEC.

A mudança, no entanto, pode gerar riscos. Os pequenos acionistas que não têm como hábito a utilização de redes sociais para a obtenção desse tipo de informação podem ficar em desvantagem.

No ano passado, a SEC investigou a Netflix após o presidente da empresa, Reed Hastings, afirmar em sua página no Facebook que as visitas mensais ao site da companhia excederam um bilhão de horas pela primeira vez. A informação não havia sido transmitida aos investidores por comunicado com antecedência e o fato gerou polêmica, com as ações da Netflix avançando 6,2% no dia da postagem.

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