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O número de rinocerontes mortos por caçadores ilegais passou de mil e atingiu um recorde histórico na África do Sul em 2013, informou o governo do país nesta sexta-feira (17).

Dos 1.004 rinocerontes mortos ilegalmente no ano passado, cerca de 60% foram atacados dentro do Parque Nacional Kruger, informa a agência ambiental sul-africana. Em 2012, 668 rinocerontes foram mortos no país.

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Ainda de acordo com as autoridades sul-africanas, 343 pessoas foram presas no ano passado por matarem rinocerontes para roubar seus cobiçados chifres, um aumento de 30% em relação a 2012.

Chifres de rinocerontes são considerados símbolos de status e agentes de cura em partes da Ásia. Fonte: Associated Press.

O comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, comemorou com o Alto Comando da Força Aérea a decisão da presidente Dilma Rousseff, anunciada na última quarta-feira, de comprar o caça sueco Gripen, depois de o processo se arrastar por quase duas décadas. "Há 40 anos não compramos um avião novo", disse ele.

Depois de informar que os governos brasileiro e sueco estão negociando a chegada de 12 aviões no primeiro semestre de 2015, para suprir a carência dos atuais caças que se "aposentam" dia 31 de dezembro, o comandante da FAB assegurou que o Brasil "não vai ficar vulnerável" durante o ano que vem, quando o País sediará a Copa do Mundo de Futebol porque os F-5 cumprirão perfeitamente o papel de fazer a defesa aérea do País.

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O brigadeiro Saito ressaltou que 80% da estrutura do Gripen será feito no Brasil para toda a frota mundial. Citou por exemplo, a construção da asa, que suportará velocidades supersônicas e que, posteriormente, poderá ser absorvida pela Embraer.

Um dia depois de ser informado de que não seria contemplado pelo contrato de compra de 36 aviões de caça para a Força Aérea Brasileira (FAB), o governo da França afirmou que o Brasil "queria um avião menos sofisticado e mais barato". A declaração foi feita pelo presidente François Hollande, e referia-se à escolha dos aviões Saab Gripen NG em lugar do Dassault Rafale e do Boeing F-18.

Os comentários foram os primeiros feitos pelo chefe de Estado depois da decepção da perda do contrato, avaliado em cerca de US$ 4,5 bilhões para o vencedor, a sueca Saab. "Eu esperava por isso há vários meses", disse Hollande, argumentando: "Na verdade o Brasil queria um avião menos sofisticado e, portanto, mais barato, e não necessariamente para usar logo em seguida". "A partir disso, o Rafale não poderia estar bem posicionado, mesmo sendo um avião muito bom."

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A França ainda negocia com exclusividade - sem concorrência - a venda de seus caças para a Índia, em um contrato maior do que o brasileiro: 126 aviões e transferência de tecnologia irrestrita por US$ 15 bilhões. "Para que os Rafale fiquem mais baratos, é preciso que sejam vendidos", ponderou o presidente, reconhecendo que o preço do aparelho era mais alto do que o dos concorrentes.

Na mesma linha, o ministro da Defesa da França, Jean-Yves Le Drian, relativizou a perda para a indústria aeronáutica do país. "O Brasil não era nosso alvo prioritário", assegurou, reafirmando que o Rafale não era mais o favorito na disputa pelo FX-2 com a Boeing e a Saab.

A escolha do governo brasileiro repercutiu muito na França, nesta quinta-feira, 19, porque o negócio chegou a ser considerado fechado em 7 de Setembro de 2010, quando os então presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Nicolas Sarkozy anunciaram, em comunicado conjunto divulgado em Brasília, que os dois países negociariam em separado o contrato.

Parceria

Um dos responsáveis pela aproximação dos dois países ao longo dos últimos anos, o embaixador do Brasil em Paris, José Maurício Bustani, disse ao Estado que a Parceria Estratégica entre os dois países não foi abalada pela decisão do governo brasileiro. "As parcerias que estão em vigor estão caminhando lindamente, inclusive a construção dos submarinos e a dos helicópteros pela Eurocopter no Brasil", assegurou.

Bustani desmentiu ainda os rumores de que haja problemas na construção dos submarinos pelo estaleiro francês DCNS, parceiro da Odebrecht no Brasil em um contrato de US$ 10 bilhões - duas vezes mais do que o valor dos caças - ou com os helicópteros Super Cougar, da Eurocopter, já adquiridos pelo governo brasileiro.

Apesar do simbolismo da perda do contrato do Rafale, lembra o diplomata, novos acordos foram firmados quando da visita de Hollande a Brasília na semana passada, entre os quais a aquisição de um supercomputador do grupo Bull - que será instalado em Petrópolis e no Rio de Janeiro - e de transferência de tecnologia para a construção do satélite geoestacionário brasileiro, em um contrato com a Thales Alenia Space.

O ala Caça, do time de futsal do Cascavel (PR), recebeu alta na manhã desta sexta-feira do Hospital São Lucas, onde estava internado desde a noite da última segunda após ter batido forte com a cabeça no chão e no banco de reservas durante jogo contra o Orlândia, pelas quartas de final da Liga Futsal.

O jogador chegou ao hospital localizado em Cascavel desacordado, antes de despertar e pouco depois precisar ser sedado e entubado após exibir estar confuso ao proferir palavras sem nexo. Por causa do seu quadro inicialmente preocupante, ele também foi colocado pelos médicos na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) já na noite de segunda-feira.

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Caça bateu com a cabeça no chão após levar uma forte trombada de Vinícius, do Orlândia, na partida terminada com o placar de 4 a 1 para o Cascavel, que atuou em casa. Ele precisou deixar o ginásio do confronto com o corpo e o pescoço imobilizados, mas exames realizados no dia seguinte descartaram lesões na coluna cervical e no crânio do atleta.

Por meio de nota publicada em seu site oficial, o time de futsal do Cascavel destacou que os médicos do Hospital São Lucas recomendaram repouso ao atleta por precaução, apesar de o jogador se encontrar em bom estado de saúde. O clube também informou que o ala será reavaliado na próxima semana por um neurologista, que poderá liberar a sua volta às atividades físicas.

Caça festejou a sua recuperação e agradeceu o apoio recebido neste período em que ficou internado. "Quero agradecer todo o carinho que recebi de todo o Brasil e do mundo, minha família, que está aqui comigo, todos meus colegas, comissão técnica e torcedores. Também quero agradecer muito a todos do Hospital São Lucas. Serei sempre grato e agora vou repousar, para na próxima semana ser reavaliado e poder voltar a fazer o que amo, jogar futsal", disse o jogador, para depois revelar que ainda sofre um pouco com os efeitos da forte pancada na cabeça.

"Ainda estou um pouco tonto, mas estou muito feliz por estar me recuperando. Amanhã (sábado) o Cascavel tem um jogo muito importante pelo Paranaense e irei ao ginásio apoiar os meus colegas, dando toda a força, Deus abençoe todos vocês", finalizou o atleta, que é um dos destaques do Cascavel nesta edição da Liga Futsal, com 14 gols marcados.

O Hospital São Lucas divulgou boletim médico no início da tarde desta terça-feira para esclarecer o estado de saúde do ala Caça, do Cascavel, que foi internado já na noite da última segunda após bater forte com a cabeça no chão e no banco de reservas depois de levar uma forte trombada de Vinícius, do Orlândia, em jogo válido pela Liga Futsal.

O boletim informou que o jogador da equipe paranaense segue em situação estável na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital em Cascavel (PR), assim como tomografias realizadas nesta segunda descartam lesões na coluna cervical e no crânio do atleta. Por causa da violência no choque, ele deixou o ginásio da cidade paranaense de maca, com o seu pescoço e corpo imobilizados.

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Apesar dos exames terem descartado lesões, o hospital confirmou que Caça, de 27 anos, teve "quadro de trauma craniano e trauma de coluna cervical", assim como "foi necessário intubação traqueal e ventilação mecânica artificial".

O ala do Cascavel segue sedado e o boletim médico informou também que a sedação e a ventilação artificial serão retiradas caso ele tenha uma melhora clínica após despertar nas próximas horas. Por fim, os médicos Péricles Almeida Delfino e Luiz Carlos Toso, que assinam o documento, salientaram que "haverá observação do quadro nas próximas 24 a 48 horas".

Caça precisou ser entubado e sedado após chegar desacordado ao hospital e recuperar a consciência, mas exibir estar confuso ao proferir palavras sem nexo. Com 14 gols pela equipe nesta edição da Liga Futsal, o jogador ajudou o seu time a bater o Orlândia por 4 a 1 na última segunda-feira.

O Cascavel derrotou o Orlândia por 4 a 1 na noite da última segunda-feira, pela Liga Futsal, mas após a partida o clima era de preocupação na equipe paranaense. Isso porque ao longo do duelo o ala Caça se chocou com Vinícius, do time paulista, e acabou batendo a cabeça fortemente no chão. Ele precisou deixar o ginásio de maca e foi direto para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São Lucas, na cidade do interior paranaense.

Caça chegou desacordado ao hospital, logo recuperou a consciência, mas estava confuso, dizendo palavras sem nexo, o que fez com que fosse entubado e sedado. Durante a madrugada, o ala passou por uma ressonância magnética que descartou qualquer possibilidade de lesão na coluna cervical. Na manhã desta terça ele realizaria exames neurológicos e uma tomografia devido à violência da pancada.

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De acordo com o hospital, Caça demonstrava dificuldades para mover braços e pernas, o que sinalizaria o risco de um edema. No lance em que se machucou, o jogador de 27 anos sofreu uma entrada dura de Vinícius, se desequilibrou e foi lançado ao chão, batendo a cabeça na quadra e no banco de reservas.

Após o duelo, Vinícius, de 35 anos, bicampeão mundial com a seleção brasileira, admitiu a rispidez da jogada, mas garantiu que ela foi legal. Bastante abalado, o jogador foi ao hospital onde Caça estava internado para saber o estado de saúde do colega. Além do jogador do Orlândia, atletas, integrantes da comissão técnica e torcedores do Cascavel também passaram pelo hospital.

Uma fêmea de veado-campeiro com um filhote na barriga morreu depois de ser perseguida por caçadores, no final da tarde de ontem, em Mairinque, região de Sorocaba (SP). O animal silvestre foi atingido por um tiro de espingarda e recebeu várias mordidas de cães.

Acuada, a veada se refugiou no estacionamento de uma empresa, na região central da cidade. Moradores acionaram o Corpo de Bombeiros. O cervídeo foi socorrido e levado para uma clínica veterinária, mas não resistiu. O filhote também morreu.

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Policiais ambientais fizeram buscas, mas não localizaram o autor do disparo. O mamífero vive em matas da região e possivelmente invadiu a área urbana ao ser perseguido pelos cães de caça. De acordo com a Polícia Ambiental, a espécie encontra-se ameaçada em razão da caça e da perda de seu habitat. A presença de caçadores tem se tornado frequente na região, que ainda tem muitas matas naturais. Recentemente, um grupo foi preso após abater um bugio e um macaco-prego no município de Piedade.

Uma ação policial, realizada nessa segunda-feira (22), resultou na prisão de cinco homens e na apreensão de 12 armas de fogo, no município de Xéxeu, localizado na Zona da Mata de Pernambuco. A operação integrou agentes do Grupo Tático Ambiental Itinerante - GTAI, da Companhia Independente de Policiamento do Meio Ambiente – CIPOMA, da Polícia Militar de Pernambuco.

Os detidos foram Sebastião Filho da Silva, Flávio Rafael Salvador Souza e Luis Francisco da Silva. Cícero do Carmo Nascimento e Ailton José Nascimento acabaram sendo capturados no momento em que se deslocavam para a mata, no intuito de caçar. Com os homens foram localizadas espingardas de diferentes calibres. 

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Durante a operação os agentes localizaram um acampamento de caçadores, na mata do Engenho Capricho, no mesmo município. No local foram encontradas seis espingardas. Todo o material apreendido e os detidos seguiram para a Delegacia de Palmares, Mata Sul de Pernambuco. 

Ativistas sírios afirmaram que rebeldes derrubaram um caça do regime na cidade de Idlib, norte do país. O governo não comentou de imediato e o fato não pôde ser confirmado por outras fontes.

O Comitê de Coordenação Local, um grupo rebelde, e o Observatório Sírio para os Direitos Humanos, baseado em Londres, afirmaram que o avião foi visto caindo perto da base aérea de Abu Zuhour. O ativista Alaa al-Din, morador de Idleb, diz que o caça foi abatido por metralhadoras pesadas.

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Um vídeo exibido na rede Al-Arabiya mostra o que parece ser um paraquedas e rebeldes que comemoram e dizem que pertence ao piloto. A autenticidade do vídeo não pôde ser verificada. As informações são da Associated Press.

A Força Aérea da Colômbia está conduzindo operações de busca para resgatar um caça que desapareceu durante ação contra as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). "Um dos aviões da instituição, enquanto participava de operações militares... desapareceu", disse a Força Aérea em comunicado. Segundo a instituição, o caça sumiu na quarta-feira.

O jato sobrevoava a região de Cauca, sudoeste colombiano, quando desapareceu dos radares. A aérea é conhecida como um grande corredor de drogas. Nos últimos dias, o governo vêm tentando repelir as Farc da região, gerando intensos combates.

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O comandante da Força Aérea colombiana, general Tito Pinilla, afirmou nesta quinta-feira que o caça desaparecido é um Super Tucano, fabricado pela companhia brasileira Embraer. O general disse que é improvável que a guerrilha tenha derrubado o avião, dizendo que tais afirmações são "pura especulação". Devido à velocidade e altitude em que o avião estava voando, "é altamente improvável que tenha sido atingido pela Farc", afirmou Pinilla. Ele também informou que os insurgentes não têm acesso a mísseis terra-ar.

O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, visitou a região de Cauca na quarta-feira. Na cidade de Toribio, Santos ouviu vaias e insultos de tribos indígenas que foram pegas no fogo cruzado. "Nós também estamos cansados da guerra, mas não podemos desmilitarizar um centímetro sequer do território nacional", afirmou o presidente. As informações são da Dow Jones.

A fachada do prédio do Supremo Tribunal Federal (STF), inteiramente de vidro, foi destruída na manhã deste domingo quando dois caças Mirage 2000 fizeram um sobrevoo rasante sobre a Praça dos Três Poderes, em Brasília. Não houve feridos. A manobra era parte da cerimônia de troca da Bandeira Nacional, que ocorre periodicamente e desta vez foi realizada pela Aeronáutica.

A onda de choque provocada pela passagem das aeronaves arrebentou os vidros da fachada, de parte das laterais e dos fundos do prédio. Alarmes de carros dispararam e algumas crianças começaram a chorar, assustadas com o forte barulho. Também houve rachaduras em vidros do Congresso Nacional. O Palácio do Planalto escapou ileso.

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As famílias que aproveitaram a manhã ensolarada para assistir à cerimônia e aguardavam a apresentação da Esquadrilha da Fumaça encontravam-se a uma distância segura do prédio do STF. Também não houve consequências mais sérias porque coincidentemente neste domingo não estava em funcionamento o serviço de visitas guiadas ao prédio. A entrada dos visitantes é pela Praça dos Três Poderes, justamente a área mais danificada. Minutos após o incidente, uma viatura do Corpo de Bombeiros isolou o local.

"O Comando da Aeronáutica já iniciou a apuração das circunstâncias do fato e irá ressarcir os prejuízos decorrentes", informou a Aeronáutica em nota.

O comandante da Aeronáutica tenente-brigadeiro-do-ar Juniti Saito telefonou para o presidente do STF, Carlos Ayres Britto, para informar o ocorrido. O Supremo classifica o episódio como um acidente.

O gabinete da presidência do Tribunal, no terceiro andar do prédio, teve as janelas todas quebradas e deverá ser interditado, segundo informou o diretor-geral, Amarildo Vieira de Oliveira. Isso não deverá trazer transtornos, pois a corte está em recesso.

As equipes técnicas estimam em duas semanas o período necessário para concluir os reparos. Já no domingo brigadistas foram chamados para retirar os pedaços de vidro que ficaram presos às janelas e que poderiam cair com o vento.

A escolha do novo caça de múltiplo emprego da Força Aérea Brasileira (FAB), o programa F-X2, entrou na etapa final. O processo está muito atrasado. A primeira versão foi apresentada há 16 anos, em 1996. Depois disso, houve vários adiamentos, o último em 2011.

A presidente Dilma Rousseff está disposta a anunciar a decisão no menor prazo possível, talvez ainda no primeiro semestre deste ano, como disse o ministro da Defesa, Celso Amorim.

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Há boas razões para isso. A janela de oportunidade permanecerá aberta apenas por mais seis meses. Depois de setembro, será difícil para qualquer dos três finalistas iniciar a entrega dentro do novo prazo, entre 2015 e 2016.

A contar do momento do anúncio do vencedor, até a assinatura do contrato principal e dos compromissos acessórios, a negociação vai exigir um ano de ajustes. Nesse período o governo não fará nenhum pagamento.

Mais que isso, o negócio, estimado entre US$ 4 bilhões e US$ 6,5 bilhões, está no ponto mais favorável, segundo especialistas em financiamento de equipamentos militares ouvidos pelo Estado. A operação de crédito é um dos pontos sensíveis da escolha. Há vários meses circulam no mercado de Defesa informações de que os concorrentes francês (Dassault, com o caça Rafale) e sueco (Saab, com o Gripen) teriam alongado os prazos de carência e amortização.

A americana Boeing (com o Super Hornet F-18) enfrenta problemas: o Eximbank não pode financiar a venda de produtos militares, levando a operação para os bancos privados e juros altos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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