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Após ter sido iniciada em junho de 2011, a construção do Parque do Caiara no bairro da Iputinga, ainda não foi concluída. A obra, que faz parte do projeto “Capibaribe Melhor”, lançado pela Prefeitura do Recife, tinha prazo de término para este mês.

Uma equipe do Portal Leiajá visitou o local nesta segunda-feira (30). Embora adiantada, a construção segue em ritmo lento, com muitas estruturas inacabadas e já tomadas por vegetação. O segurança José Luiz contou que os operários estavam em recesso por causa do ano novo, mas voltariam ao trabalho na próxima sexta-feira (3).

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O funcionário também informou que a obra tem recebido o trabalho dos operários regularmente, contudo, não é isso que afirma a população local. Segundo Nálva Maria, comerciante que mora na região há cinco anos, o parque está praticamente abandonado. “No começo, tinham vários operários trabalhando aqui. Hoje, quase nunca tem gente, está tudo parado”, conta.

O pedreiro Marcelo de Souza, que reside no local há 20 anos, também está revoltado com o descaso. “Os funcionários vem e voltam, raramente vejo trabalho sendo feito. Isso já deveria ter sido terminado faz tempo mas pelo visto ainda vai demorar”, lamenta.

Quando questionada sobre um novo prazo para o término da construção, a Empresa de Urbanização do Recife (URB) informou que está realizando um mutirão para concluir as obras que integram o projeto. Atualmente os trabalhos estão concentrados no Parque de Santana, com cerca de 50 trabalhadores e previsão de entrega para janeiro. Já os parques de Apipucos e Caiara deverão ser entregues à população em fevereiro.

Projeto - A recuperação do Parque do Caiara faz parte do Projeto Capibaribe Melhor. Com um investimento total de R$ 24,5 milhões, recursos do Bird e contrapartida do Município, o programa também previa a implantação do Parque de Apipucos e a expansão e requalificação do Parque de Santana.

A Prefeitura da Cidade do Recife (PCR) iniciou em 2011 a construção de três parques que compõe o projeto ‘Capibaribe Melhor’ totalizando um investimento de R$ 35 milhões. Os espaços de lazer estão localizados na Iputinga (Parque do Caiara), em Santana (Parque do Santana) e em Apipucos (Parque de Apipucos). Porém, desde o governo do ex-prefeito João da Costa, as obras de expansão e construção não tem o mesmo ritmo. Uma equipe do LeiaJá visitou os parques para saber do andamento das obras e as opiniões das pessoas.

Parque do Caiara – Localizado entre os bairros do Cordeiro e Iputinga, Zona Oeste do Recife. É o único dos três parques que ainda está fechado ao público. As obras estão em andamento, porém em ritmo lento. Segundo um técnico em engenharia que não quis se identificar, as atividades já foram paradas por três vezes por motivos financeiros.

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Questionada sobre o prazo de entrega, a assessoria da PCR respondeu que a previsão de conclusão para o Parque do Caiara é em dezembro deste ano. "Atualmente estão sendo realizadas intervenções nos vestiários, quadras poliesportivas e pista de skate. O investimento total da obra é de R$ 15,1 milhões", garante o órgão.

Parque do Santana – Localizado no bairro do Santana próximo a Casa Forte, na Zona Norte do Recife. O parque tem 63 mil m² de área e foi entregue ao público em Janeiro de 2013. Nele funcionam, parcialmente, a Academia da Cidade, pista de skate, campo de futebol, e rampas para bicicleta. 

Para a usuária do parque , a dona de casa Rúbia Mariano, a falta de iluminação é um problema que atraem usuários de drogas ao local. “A turma da noite da Academia da Cidade cancelou as aulas, pois não tem condições neste escuro. A área ainda é descoberta, quando chove não tem aula. Este parque virou um fumódromo, pois atraem os drogados por ser escuro e não ter policiamento. Os seguranças do parque nada podem fazer.”

Sobre o Parque do Santana, a Prefeitura informou que por o  novo espaço está em obras, a manutenção de algumas áreas que não estão recebendo os serviços foram paralisadas. "No Parque de Santana estão sendo realizados serviços no Deck de Contemplação e na pista de skate. As obras no equipamento serão concluídas em novembro e a Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana (Emlurb) ficará responsável pela manutenção da iluminação e limpeza. O investimento nele é de R$ 9,2 milhões", afirmaram.

Parque de Apipucos – Recebeu o nome de Maximiano Campos e fica localizado no bairro de Apipucos, Zona Norte do Recife. A 1ª etapa foi entregue em Dezembro de 2012. Com 11.500 m² é o que apresnta as obras quase concluídas. Com boas estruturas e equipamentos, o parque é sinalizado e tem banheiros em funcionamento, mas a falta de iluminação também é uma preocupação. Segundo o agente da Guarda Municipal que faz a segurança do local, “desde que o ex-prefeito João da Costa saiu, não é batido um prego aqui. As obras estão paradas, mas o projeto é fazer um deck para o rio, que também é onde será uma das estações do Projeto de Navegabilidade do Rio Capibaribe”, finalizou o guarda, que não quis se identificar. Em frente ao parque se localiza o Açude de Apipucos, onde serão continuadas as obras de expansão.

Quanto aos problemas no Parque de Apipucos, a Prefeitura respondeu que estão sendo realizados serviços do lado do açude. "Nele está sendo recuperada a calçada, com uma engorda, para alargamento do passeio. Também será implantada a praça do pedalinho, um pier e uma ciclovia. A previsão de entrega é dezembro deste ano, com investimento total de R$ 10,7 milhões", explicaram.

O vereador do recife Wanderson Florêncio (PSDB) realizou uma vistoria nas obras do projeto Capibaribe Melhor, na Rua de Apipucos, nesta terça-feira (23). Segundo o tucano a obra está abandonada e o risco de acidentes é grande no local, após a retirada dos tapumes que contornava o local. 

Para Wanderson, a prefeitura precisa se pronunciar sobre a retomada nas obras de requalificação do rio. “Vamos dar entrada ainda hoje em um pedido de informação para que possamos dar à população ao menos uma satisfação com a previsão de quando serão retomadas as obras. O Recife se transformou em um grande canteiro de obras paradas”, pontuou o vereador.

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O prefeito Geraldo Julio anunciou a retomada das obras do Complexo Viário Iputinga-Monteiro, com o recomeço dos serviços nessa quarta-feira (3). A intervenção integra o Projeto Capibaribe Melhor e beneficiará o fluxo de veículos nos bairros da Iputinga, Parnamirim, Casa Forte e Monteiro.

O projeto da obra, que estava parada desde o início da gestão, foi readequado como explica Geraldo. “Essa obra foi retomada nesta semana, depois de um longo processo de negociação com a construtora. É nesse ritmo de planejamento com o objetivo de melhorar a qualidade de vida em nossa cidade que vamos continuar trabalhando”, disse.

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Ainda segundo o socialista, quando complexo for concluído, vias importantes como a Agamenon Magalhães, Rui Barbosa, Real da Torre e Conde de Irajá também terão seu fluxo de veículos melhorado.

Na obra, estão previstas intervenções na ponte que ligará Monteiro a Iputinga e deve contemplar ainda a pavimentação e drenagem de 23 ruas das localidades.

A ponte Semiperimetral da Iputinga, Zona Oeste da cidade, já começa a sair do papel. Nesta terça-feira (28), a Prefeitura do Recife dá início à construção do elevado, que terá 280 metros de extensão e 20 metros de largura. A obra faz parte do programa Capibaribe Melhor e engloba a requalificação urbanística e ambiental da bacia do Rio Capibaribe. 

A ponte será a principal via de ligação entre as regiões Norte e Oeste da cidade, contando com duas faixas no sentido Monteiro-Iputinga e outras duas no sentido contrário. No lado Norte, o elevado terminará na Rua Pinto Campos. Já na área oeste, na Rua Maria de Fátima Soares.

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O projeto Capibaribe Melhor se estende ao trecho da bacia do Rio Capibaribe, entre a BR-101 e a Avenida Agamenon Magalhães. A construção da ponte e requalificação das ruas contam com o investimento de R$ 43 milhões, com recursos da Prefeitura do Recife e do Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD).

Do pacote de obras viárias que compõem o programa, foram iniciadas intervenções na drenagem, esgotamento e pavimentação das ruas Jornalista Possidônio Cavalcante, Itapiranga, Barão da Soledade, Via Lindeira e Dom Diamantino, todas localizadas no bairro da Iputinga. Dividido em três partes, os subsistemas ligam a nova ponte aos bairros próximos, dos dois lados do Rio Capibaribe. 

A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) promoverá uma audiência pública, nesta quinta-feira (31) sobre os efeitos do projeto Capibaribe Melhor. A sessão será realizada pela Comissão de Meio Ambiente, no auditório da Alepe, às 9h. De acordo com Daniel Coelho a realização da sessão atende aos pedidos de moradores das áreas que serão desapropriadas para a implementação do projeto. As famílias 239 atingidas pela iniciativa são das comunidades de Vila Esperança e de Cabocó, ambas no bairro do Monteiro.

“É importante discutir os dois lados do projeto Capibaribe Melhor. Saber os benefícios que ele trará para a população, mas também refletir sobre a real necessidade das desapropriações que estão previstas para a área. Neste caso, verificaremos como elas se darão e como ficará a situação dessas famílias retiradas”, detalhou, por telefone, o deputado que está em um encontro do PSDB em Brasília.

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Os prejuízos ambientais na Zona Especial de Interesse Social (ZEIS), onde a projeto será efetivado, também será debatido durante a audiência pública. Entre os órgãos convidados para o encontro estão o URB, Ministério Público de Pernambuco, Secretaria das Cidades, as secretarias de meio ambiente estadual e municipal, Defensoria Pública, OAB-PE, além de entidades da sociedade civil.

Angústia, apreensão e desinformação. Esta é a situação na qual se encontram alguns proprietários de imóveis situados no bairro da Iputinga, zona oeste do Recife, onde será realizado um pacote de ações viárias para a mobilidade urbana do Projeto Capibaribe Melhor. Os moradores da Rua Dom Diamantino Costa reclamam da falta de informação da prefeitura no que diz respeito às desapropriações, relocações e indenizações das famílias que moram no lugar.

O complexo de obras que foram iniciadas nesta segunda-feira na Rua Jornalista Possidônio Cavalcanti, com serviços de drenagem, pavimentação, iluminação, sinalização e acessibilidade, contemplará 20 vias da localidade. Além da construção de uma ponte Semiperimetral que irá ligar os bairros da Iputinga (zona oeste) com o do Monteiro (zona norte). Com a medida, três sistemas viários serão integrados de forma plena às regiões norte e oeste do Recife, o que vai proporcionar maior qualidade para a mobilidade da cidade. Para as obras serão investidos R$ 43 milhões com recursos da Prefeitura e do Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD).  

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Segundo a dona de casa Adenilda Alcântara, 44 anos, que é moradora do local há mais de oito anos, nenhum órgão da prefeitura a procurou para informar em qual situação está o processo de desapropriação. “Nós que moramos na parte da beira do rio não tivemos nenhuma visita de representantes da prefeitura com proposta de acordo. O que a gente sabe é que chamaram alguns moradores do outro lado da rua (Dom Diamantino Costa) para conversar. Enquanto isso, estamos sem saber o que vai acontecer”, frisou a dona de casa.

Outra moradora da rua já há 12 anos, Mauriceia Batista (foto destaque), revelou que foi chamada por engenheiros da Empresa de Urbanismo do Recife (URB) para um uma reunião visando a possibilidade de acordo indenizatório, o que não aconteceu. “Conversamos por algumas horas, mas não chegamos a nenhum acerto, já que o valor que me ofereceram não vai dar para eu comprar outra casa e morar com toda minha família. Eu sei que a ponte Monteiro-Iputinga é uma obra importante e que vai trazer mais qualidade para a mobilidade urbana do Recife, além da cidade ficar mais bonita. Mas, e nossas moradias, como ficam?”, expressou a moradora.

Até o fechamento desta matéria, a URB não tinha se manifestado sobre as reclamações dos moradores.

Foi assinado nesta sexta-feira (23), pelo prefeito do Recife, João da Cosa, a ordem de serviço para a construção da Ponte Semiperimetral e três subsistemas viários no seu entorno. O projeto, que faz parte do Programa Capibaribe Melhor, irá encurtar as distâncias e desafogar o trânsito em diversos pontos da cidade, principalmente entre os bairros do Monteiro e da Iputinga, onde a semiperimetral passará. No total, o projeto tem um investimento de R$ 43 milhões e a expectativa de conclusão do complexo viário é de 18 meses.

O projeto será realizado no trecho da bacia do Rio Capibaribe, compreendido entre a BR-101 até a Avenida Agamenon Magalhães, no Recife. Quase 20 ruas serão pavimentadas e a grande intervenção é na rua Jornalista Possidônio Cavalcante, na Iputinga. A via integra o subsistema viário A, formado por dois corredores ligando vias como a avenida 17 de Agosto. Também está autorizada a construção de outros dois subsistemas (B e C), conectando ruas e avenidas das zonas norte e oeste.

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O eixo que ligará as duas áreas é a Ponte Semiperimetral. O elevado será construído sobre o Rio Capibaribe com uma extensão total de 280 metros e 20 de largura, contendo quatro faixas, duas que funcionarão no sentido Monteiro-Iputinga e duas no sentido inverso. Na zona norte, a ponte desembocará na rua Pinto Campos, localizada na Praça do Monteiro e no lado oeste, na rua Maria de Fátima Soares.

Cerca que 600 famílias que residem no entorno da área serão beneficiadas com a implantação de conjuntos habitacionais e indenizações, das quais 352 famílias receberão imóveis em habitacionais e as demais serão ressarcidas. O prefeito João da Costa acredita que a obra vai ajudar na mobilidade para a Copa de 2014. “A obra passa a ajudar na ligação de toda a zona norte do Recife, em direção à cidade da copa” complementou o prefeito.

 

Capibaribe Melhor – O programa conta com recursos do Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), além de investimentos do PAC Drenagem (R$ 23 milhões) e do PAC 2 (R$ 198,7 milhões) para a urbanização de assentamentos precários.

Estão previstas intervenções de caráter urbanístico, ambiental e social, promovendo a requalificação da bacia e a redução da vulnerabilidade urbana e social de cerca de 20 áreas pobres. Entre as ações programadas, estão a drenagem de canais e a requalificação das suas margens, a construção de duas novas pontes, sendo uma a Semiperimentral, pavimentação e drenagem de vias, saneamento e a construção de habitacionais. Serão reassentadas 2 mil famílias das RPA’s 3 e 4, que serão transferidas para áreas próximas do local de origem.

Por Tatyane Serejo

Começa em fevereiro a construção de uma nova ponte que ligará as zonas Norte e Oeste, desafogando os congestionamentos da capital pernambucana através dos bairros do Monteiro e Iputinga.  As obras terão início após o resultado licitatório, que deve sair ainda este mês e devem durar 18 meses.

A ponte terá 280 metros de extensão e 20 metros de largura, com quatro faixas para circulação de veículos e passeios para pedestres.  O projeto faz parte do programa Capibaribe Melhor e ainda prevê a construção de uma ciclovia ao longo do trajeto, o que vai permitir um trânsito mais livre em alguns pontos da cidade.

“Quem estiver no Mercado de Casa Amarela e desejar seguir até a avenida Caxangá, atualmente tem duas opções de rota. Os trajetos são pela BR 101 ou pelo bairro da Torre. Com a nova ponte, o condutor ou usuário de transporte coletivo terá uma economia de tempo, calculada em cerca de 50%”, explica o coordenador do projeto, Guilherme Tavares.

Cerca de 600 famílias que moram no entorno do local e serão beneficiadas. Cerca de 350 famílias serão transferidas para conjuntos habitacionais e as demais indenizadas.

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