Tópicos | Galaxy Note 7

O chefe da Samsung prometeu que o novo smartphone da marca - Galaxy Note 9 - não explodirá como seu antecessor. O infame Galaxy Note 7 foi retirado do mercado apenas algumas semanas após o lançamento em 2016, depois que algumas unidades começaram a pegar fogo espontaneamente.

Uma investigação da Samsung revelou que houve uma grande falha na bateria que causou o problema de superaquecimento. Mas esse cenário não vai se repetir, pelo menos é o que promete a companhia sul-coreana.

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"A bateria do Galaxy Note 9 está mais segura do que nunca", informou o CEO da divisão mobile da Samsung, DJ Koh, ao jornal The Korea Herald. "Os usuários não precisam mais se preocupar com as baterias", acrescentou.

A Samsung revelou o novo Galaxy Note 9 na semana passada. Uma das características principais do modelo é sua enorme bateria nova. Com capacidade de 4.000 mAh, é a maior célula de todos os tempos dentro de um smartphone da série.

Por contraste, o tamanho da bateria do iPhone 8 da Apple é de apenas 1.821 mAh - menos que a metade da capacidade da célula do Galaxy Note 9. As vendas do novo smartphone da Samsung começam dia 24 nos EUA, mas ainda não há uma data de lançamento prevista para o Brasil.

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Diversos clientes estrangeiros da Samsung que usam o Galaxy Note 8 estão reclamando que a bateria de seus telefones parou de carregar, segundo informações do site Android Authority. A questão parece ocorrer depois que a carga do smartphone chega ao nível de 0%. O problema pode ser crítico para a companhia, que enfrentou um escândalo por causa da bateria explosiva do Galaxy Note 7.

Os clientes afirmam que, depois que o telefone desliga automaticamente por conta do baixo nível de bateria, é impossível voltar a carregá-lo novamente. Alguns consumidores informaram que chegaram a utilizaram vários cabos de energia para tentar ligar o telefone, mas nada ocorreu.

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Em resposta ao problema, a Samsung informou em um fórum que ainda não possui um posicionamento oficial sobre o assunto. "Não podemos comentar até obter informações mais específicas do smartphone em questão. Recomendamos que os clientes que detectarem situação semelhante entrem em contato com a Samsung em 4004-0000 – capital e grandes centros - ou 0800-124-421 nas demais cidades e regiões", informou a companhia sul-coreana, em nota enviada ao LeiaJá.

O Galaxy Note 8 é um dos principais smartphones da Samsung e também o sucessor do Galaxy Note 7, que sofreu graves problemas de bateria. A empresa foi forçada a parar de fabricar e de vender o dispositivo em 2016 depois que muitos clientes reclamaram sobre o superaquecimento do telefone. Em alguns casos, o modelo chegou a explodir e causar danos aos consumidores.

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A Samsung anunciou que o Galaxy Note 8, smartphone sucessor do explosivo Galaxy Note 7, vai chegar ao Brasil no próximo dia 21 de outubro custando a partir de R$ 4,4 mil. A pré-venda do aparelho começa nesta sexta-feira (6) e segue até o dia 20. Exclusivamente nesse período, os consumidores poderão adquirir a versão de 128 GB e ganhar um carregador sem fio, além de um acessório que conecta o dispositivo a um monitor, teclado ou mouse.

O Galaxy Note 8 conta com um display infinito Super AMOLED de 6,3 polegadas, que possibilita acessar mais conteúdo rolando menos a tela, além de oferecer um espaço amplo para assistir, ler ou desenhar. Com 6 GB de RAM e processador octa-core com frequência de até 2,35 GHz, o aparelho possui versões de 64 GB e 128 GB de memória - expansível com mais 256 GB por cartão microSD. A bateria é de 3.300 mAh.

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As câmeras traseiras do Galaxy Note 8 são capazes de tirar fotos com 12 MP e vêm com estabilização óptica de imagem. A resistência à água e à poeira pode ser encontrada tanto no dispositivo quanto na caneta S Pen, que acompanha o smartphone. Dessa forma, o usuário pode escrever mesmo quando o display estiver molhado.

Para desbloqueio do aparelho, o usuário pode escolher diferentes opções de autenticação, incluindo a leitura de íris, impressões digitais e reconhecimento facial. O Galaxy Note 8 chega após o trágico lançamento do Galaxy Note 7, que precisou ser retirado do mercado em 2016 por conta de suas baterias que podiam superaquecer, e, em alguns casos, explodir. O incidente foi uma das maiores falhas de segurança na história da tecnologia.

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A Samsung confirmou que vai realizar um grande lançamento no próximo mês. A empresa sul-coreana sedia um evento no dia 23 de agosto, em que deverá anunciar o Galaxy Note 8. Com isso, a maior fabricante de smartphones do mundo tenta superar o caso do desastroso Galaxy Note 7, que passou por um recall após apresentar uma grave falha de segurança na bateria.

A empresa ainda não revelou quando o telefone chegará ao mercado, mas a expectativa é que esteja disponível no início de setembro, logo antes do novo iPhone 8 ser anunciado pela rival Apple.

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Rumores recentes sugerem que o Galaxy Note 8 apresentará uma enorme tela infinita de 6,3 polegadas. Esta linha de smartphones tende a ser mais focada na produtividade, por isso, uma caneta inteligente deverá acompanhar o produto para facilitar a navegação no display.

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A Samsung Electronics, maior fabricante de smartphones do mundo, informou nesta terça-feira (18) que planeja recuperar 157 toneladas de metais raros de smartphones Galaxy Note 7 recolhidos do mercado no ano passado, em um esforço para minimizar o impacto ambiental dos aparelhos explosivos.

A empresa decidiu separar e reutilizar os principais componentes do smartphone, tais como displays de OLED, semicondutores de memória e módulos de câmeras através de métodos de processamento ecológicos. Estima-se que cerca de 157 toneladas de ouro, prata, cobalto e cobre serão recuperadas.

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Em comunicado, a Samsung Electronics informou que está planejando cooperar com empresas nacionais e estrangeiras para extrair e reciclar as peças eletrônicas. A companhia sul-coreana tenta superar o caso do desastroso Galaxy Note 7, que passou por um recall após apresentar uma grave falha de segurança na bateria.

Ativistas ambientalistas, incluindo o Greenpeace, pediram que a Samsung reciclasse ou recuperasse os materiais raros contidos nos dispositivos. A empresa sul-coreana lançou uma versão modificada do Galaxy Note 7 no começo deste mês para reduzir e minimizar qualquer impacto ambiental.

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A Samsung vai começar a vender na próxima semana uma versão atualizada do telefone Galaxy Note 7, que, no ano passado, foi retirado do mercado por risco de explosão da bateria, informou a imprensa sul-coreana.

De acordo com a agência sul-coreana Yonhap, que cita fontes do setor industrial, a Samsung venderá a partir de 7 de julho o Galaxy Note 7 por 700.000 wons (616 dólares), com uma nova bateria e um novo software chamado Galaxy Note Fandom Edition (FE).

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Procurada pela AFP, a empresa não comentou a informação.

No ano passado, a Samsung teve que retirar do mercado 2,5 milhões de Galaxy Note 7, smartphone que pretendia competir com o iPhone de Apple, pelo risco de explosão das baterias. A empresa se viu obrigada a interromper a produção do aparelho.

O fiasco sem precedentes custou bilhões de dólares à empresa sul-coreana e abalou sua credibilidade. Em abril, a marca lançou o Galaxy S8, smartphone elogiado pelos especialistas.

A organização Greenpeace manifestou preocupação com o destino de milhares de telefones retirados do mercado e, em março, a Samsung anunciou que colocaria à venda uma versão remodelada.

A Samsung também enfrenta problemas internos, com a detenção de seu vice-presidente Lee Jae-Yong, herdeiro do grupo, e o envolvimento de vários executivos no caso de corrupção que provocou a destituição da ex-presidente sul-coreana Park Geun-Hye.

Apesar das dificuldades, o grupo anunciou em abril seu maior lucro trimestral em três anos, graças à forte demanda de chips, que compensou os problemas do Galaxy Note 7.

O Galaxy Note 7, que após apresentar defeitos na bateria deixou de ser vendido pela Samsung, está para voltar ao mercado entre o fim deste mês e o início de junho. Segundo o jornal The Investor, a marca pretende vender uma versão reciclada do smartphone que vai se chamar Galaxy Note 7R. A aparência desta edição será a mesma do telefone problemático lançado em agosto de 2016, mas algumas mudanças foram realizadas para garantir a segurança dos consumidores.

A maior diferença está na bateria, que agora está menor e possui 3.200 mAh. Antes, a potência era de 3.500 mAh. Além disso, o aparelho virá com um certificado de segurança. Todos os outros componentes internos permanecerão os mesmos, o que significa que o Galaxy Note 7R deve ostentar uma tela de 5,7 polegadas, processador interno Exynos 8890 octa-core, 4GB de RAM e 64GB de armazenamento interno expansível.

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Adicionalmente, o Galaxy Note 7R terá uma câmera principal de 12 megapixels e frontal de 5 megapixels e um scanner de íris. O Galaxy Note 7 original foi retirado do mercado no fim do ano passado, após surgirem sucessivos relatos de que ele estava pegando fogo e explodindo. Investigações posteriores concluíram que a causa do problema eram as baterias instaladas nos aparelhos, o que forçou o fim prematuro do ciclo de vida do dispositivo.

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No mês passado, a Samsung confirmou que voltaria a vender smartphones Galaxy Note 7 reciclados, e agora a companhia informou quando esses dispositivos estarão à venda. De acordo com um relatório do ET News, o smartphone estará disponível na Coreia do Sul em junho deste ano. Valores de venda ainda estão sendo negociados, segundo dos documentos.

A ET News observa que o novo Galaxy Note 7 terá uma bateria menor do que a versão original. Em vez de 3.500 mAh, a edição reciclada terá 3.200 mAh, justamente para evitar problemas de explosão. A empresa diz que vai comercializar estes aparelhos recondicionados exclusivamente para reduzir e minimizar qualquer impacto ambiental, por isso, o modelo não será vendido em mercados como os EUA ou até mesmo no Brasil.

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O Galaxy Note 7 foi retirado do mercado no fim do ano passado, após surgirem sucessivos relatos de que ele estava pegando fogo e explodindo. Investigações posteriores concluíram que a causa do problema eram as baterias instaladas nos aparelhos, o que forçou o fim prematuro do ciclo de vida do dispositivo.

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Parece que a Samsung não aprendeu a lição com o Galaxy Note 7. Desta vez, é o mais recente lançamento da marca, o Galaxy S8, que está dando dor de cabeça aos seus donos. Depois de vários modelos do smartphone apresentarem uma cor avermelhada na tela, agora é o carregamento sem fio que parece estar com defeito.

O bug impede que os usuários usem a opção de carregamento sem fio, e levou diversos proprietários do Galaxy S8 a reclamar sobre o defeito nos fóruns da Samsung. A empresa já está ciente do problema e disse ao jornal americano The Wall Street Journal que uma atualização de software irá corrigi-lo.

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Mas essa atualização será lançada apenas na Coreia do Sul, onde a empresa identificou uma falha no ponto de acesso sem fio de uma operadora local. A Samsung ainda informou, em nota, que o problema da cor avermelhada na tela do telefone e o defeito no Wi-Fi não são falhas ligadas diretamente ao produto.

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A Samsung apresenta nesta quarta-feira (29), em Nova York (EUA), o Galaxy S8, seu próximo smartphone top de linha que chegará ao mercado para concorrer com o iPhone. Este lançamento será especialmente importante para a imagem da marca, que precisa se reerguer após o fracasso com o Galaxy Note 7 - aparelho problemático que precisou ser retirado do mercado após suas baterias explodirem, causando um prejuízo de milhões à companhia sul-coreana.

Escândalos à parte, a Samsung parece realmente ter se esforçado para reconquistar a confiança de seus ávidos consumidores. Rumores apontam que o Galaxy S8 será lançado em duas versões - com telas de 5,8 e 6,2 polegadas. Em fotos vazadas anteriormente, o celular aparece sem o botão físico na frente, que acomodava o sensor de impressões digitais.

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O esperado é que ele seja realocado para a parte traseira do aparelho - uma tentativa de melhorar o aproveitamento do display. Com mais espaço na tela, a Samsung poderá adotar bordas curvas funcionais, que podem abrigar recursos usados com frequência pelos usuários.

Os donos do Galaxy S8 também poderão contar com uma nova assistente digital, a Bixby. Segundo a empresa, o recurso permite que os usuários controlem seus aplicativos com comandos de voz, assim como já faz a Siri no iPhone. No futuro, será possível controlar até mesmo aparelhos de ar condicionado ou televisores usando a ferramenta, explicou a Samsung.

O Galaxy S8 também deve adotar o reconhecimento de íris - recurso que utiliza características exclusivas do seu olho para reforçar a segurança do dispositivo. Será possível usar esses dados para desbloquear rapidamente a tela do smartphone, por exemplo. Além disso, também haverá um sensor de impressão digital próximo da câmera.

Falando em câmera, o sensor de selfies do Galaxy S8 promete, pois ele será aprimorado com recurso de foco automático inteligente. Isso permitirá aos usuários criar várias cenas com diversos modos de disparo. Tudo isso com filtros otimizados.

O Galaxy S8 também será resistente à água e poeira, assim como seus irmãos Galaxy S7 e Galaxy S7 Edge. Isso porque ele atende aos padrões IP68. Por fim, mas não menos importante, a Samsung deverá adotar baterias da Sony neste novo dispositivo - uma tentativa de evitar repetir o episódio desastroso do Galaxy Note 7. 

O anúncio oficial ainda será realizado. Mas se todas estas especificações forem confirmadas, é certo que a Samsung será capaz de chamar atenção novamente do mundo, desta vez de uma boa maneira.

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A Samsung anunciou oficialmente, nesta segunda-feira (27), o que pretende fazer com as 4,3 milhões de unidades do Galaxy Note 7 que foram devolvidas à empresa no recall. A companhia diz que os dispositivos considerados seguros voltarão ao mercado de forma restrita, como telefones recondicionados.

Nestes casos, a aplicabilidade depende de consultas com autoridades regulatórias e operadoras, bem como a devida consideração da demanda local. Os mercados e datas de lançamento serão determinados em conformidade, informou a Samsung.

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Em comunicado, a empresa ainda disse que estabeleceu uma série de princípios para garantir que os dispositivos sejam reciclados e processados de forma ambientalmente correta.

O restante dos dispositivos que não forem recondicionados terão seus componentes, tais como semicondutores e módulos de câmera, removidos por empresas especializadas e utilizados para fins de produção de aparelhos de teste.

Para a reciclagem dos componentes remanescentes, a Samsung deve primeiro extrair metais preciosos, como cobre, níquel, ouro e prata, utilizando empresas ecológicas especializadas em tais processos.

O Galaxy Note 7 foi retirado do mercado no fim do ano passado, após surgirem sucessivos relatos de que ele estava pegando fogo e explodindo. Investigações posteriores concluíram que a causa do problema eram as baterias instaladas nos aparelhos, o que forçou o fim prematuro do ciclo de vida do dispositivo.

"O objetivo da introdução de dispositivos recondicionados é exclusivamente para reduzir e minimizar qualquer impacto ambiental", disse a Samsung, em nota enviada ao site The Verge. A empresa também sugeriu que o telefone pode ser renomeado inteiramente. O grupo ambientalista Greenpeace informou que estará atento ao processo descrito pela Samsung. 

"O anúncio da Samsung é o primeiro passo para mostrar seu esforço em definir um novo caminho para a reciclagem de smartphones a partir do Galaxy Note 7", escreveu, em um post no blog. "O Greenpeace vai garantir que a Samsung leve em conta a voz de milhões de nossos apoiadores e respeite seu compromisso", informou.

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Mesmo com todos os problemas causados pelo Galaxy Note 7, ainda tem gente que insiste em continuar usando o smartphone. Por causa disso, a Samsung informou nessa sexta-feira (24) que irá desativar completamente a capacidade de carregamento dos aparelhos defeituosos que ainda não foram devolvidos à fabricante. Isso será feito remotamente, através de atualizações de software.

A Samsung lançou o Galaxy Note 7 no ano passado, mas as vendas foram logo suspensas após surgirem relatos de que alguns desses dispositivos superaqueciam, e, em alguns casos, explodiam enquanto estavam sendo carregados, o que obrigou a empresa a realizar um recall de de 2,5 milhões de aparelhos. Mais tarde, a companhia descobriu que os problemas foram causados por falhas na bateria.

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A fabricante sul-coreana vem desenvolvendo programas de substituição, ao mesmo tempo em que limita as baterias desses celulares de serem carregadas além de certos níveis. A atualização mais recente impedirá completamente os usuários de usar o produto.

Medidas similares, incluindo o bloqueio de acesso à internet, já estão implementadas em outros países, acrescentou a Samsung. A empresa planeja apresentar novos smartphones na próxima semana, em evento realizado na cidade de Nova York (EUA). Será preciso um grande esforço para recuperar a confiança de seus consumidores, ao mesmo tempo em que tenta concorrer com sua maior rival - a Apple.

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A popularidade da Samsung sofreu uma reviravolta no último ano. O smartphone Galaxy Note 7 foi um desastre de proporções sem precedentes - o dispositivo forçou a empresa a emitir um recall global que custou US$ 5 bilhões em prejuízos e vendas perdidas. As consequências, no entanto, não param por aí. O ranking anual da Harris Poll, que classifica a reputação das 100 companhias mais visíveis nos EUA, rebaixou a sul-coreana do 7º para o 49º lugar.

Historicamente conhecida por seus celulares premium, a empresa se tornou alvo frequente de piadas nas rede sociais depois que pelo menos uma pessoa foi hospitalizada por causa de explosões causadas pelo smartphone Galaxy Note 7, criado para competir com o iPhone. Companhias aéreas também passaram a emitir avisos constantes contra o uso do aparelho em aviões.

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Depois de relatos de que a bateria do aparelho superaquecia e até explodia, a Samsung anunciou um recall de 2,5 milhões de unidades do modelo Galaxy Note 7 em setembro. Mas essa estratégia não foi suficiente. A companhia precisou tirar o smartphone de circulação.

E uma nova dor de cabeça surgiu desde então para a empresa - uma que poderia prejudicar sua reputação ainda mais. A Coreia do Sul está sendo abalada por um enorme escândalo de influência presidencial, e a Samsung, a maior empresa do país, está envolvida nisso. O líder do grupo, Jay Y. Lee, foi preso sob acusações de suborno, desfalque e perjúrio.

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A Samsung está apostando em um plano ousado para tentar diminuir os prejuízos causados pelo smartphone problemático Galaxy Note 7. Segundo informações repercutidas pelo jornal Korean Economic Daily, a empresa vai vender modelos recondicionados do telefone para minimizar os danos de lucro e evitar custos ambientais.

O dispositivo foi retirado do mercado no fim do ano passado após sucessivos relatos de que ele estava pegando fogo e explodindo. Investigações posteriores concluíram que a causa do problema eram as baterias instaladas nos aparelhos, o que forçou o fim prematuro do ciclo de vida do dispositivo.

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Para evitar que o problema ocorra novamente, a empresa vai reduzir a capacidade da bateria do original de 3.500 mAh, informaram relatórios. As unidades recondicionadas serão vendidas na Índia, Vietnã e outros mercados emergentes, mas a empresa pode considerar vendê-las também na Coréia do Sul antes do lançamento do Galaxy Note 8.

As divisões envolvidas terminarão de renovar o Galaxy Note 7 em maio e começarão a vender os celulares já em junho, segundo o relatório. A capacidade da bateria é esperada entre 3.000 e 3.200 mAh. Os componentes principais serão reutilizados.

Vender os telefones recondicionados permitirá que a empresa evite pagar uma multa por danos ambientais. Autoridades sul-coreanas informaram que podem penalizar a gigante de tecnologia, caso os estoques remanescentes do Galaxy Note 7 não sejam descartados corretamente.

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As coisas continuam explosivas na Samsung. Uma das fábricas que forneciam baterias para o smartphone Galaxy Note 7, a Samsung SDI, informou nesta quarta-feira (8) que um incêndio atingiu um dos seus depósitos na China. Imagens circulam nas redes sociais e mostram que o acidente tomou grandes proporções, mas a filial disse que a produção no local não foi afetada.

O incêndio ocorreu em um depósito de resíduos. A Samsung SDI teve a infeliz missão de construir as polêmicas baterias defeituosas para o Galaxy Note 7 - smartphone que foi removido do mercado por superaquecer, e, em alguns casos, explodir causando acidentes.

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A Samsung prometeu tomar medidas adicionais para garantir que o mesmo não aconteça em futuros modelos smartphones. Quanto à Samsung SDI, a empresa irá fornecer a maioria das baterias que irão para o próximo carro-chefe da Samsung, o Galaxy S8. A filial da companhia sul-coreana disse que este mês investiu cerca de US$ 129 milhões em segurança.

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O Samsung Galaxy S8 será revelado apenas em 29 de março, mas já surgiu na internet a primeira imagem do modelo. Uma foto mostra duas unidades do smartphone, e a principal novidade é que o botão principal foi removido do aparelho, dando lugar a teclas de navegação virtuais. Por causa disso, o sensor de digitais foi realocado para a parte traseira, ao lado da câmera.

Outra novidade do aparelho é o display com bordas curvas que domina praticamente toda a parte da frente do Galaxy S8. Um relatório recente do site Venture Beat indica que duas versões estarão disponíveis - com telas de 5,8 e 6,2 polegadas.

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Em relação às especificações de hardware, o aparelho deve trazer 4 GB de memória RAM, scanner de íris, processador Snapdragon 835 ou Samsung Exynos, bateria de pelo menos 3.000 mAh, além de 64 GB de armazenamento interno que pode ser expandido com cartão microSD. Para fotografar, os usuários contariam com câmera principal de 12 megapixels e frontal de 8 megapixels.

O aparelho deve ser apresentado apenas em março, em um evento exclusivo realizado em Nova York (EUA), e não em fevereiro como de costume. O atraso, segundos os relatórios, é decorrente do novo procedimento de testes da Samsung para baterias, implementado depois do fiasco do Galaxy Note 7.

O lançamento do Galaxy S8 será acompanhado de perto, uma vez que será o primeiro produto novo após o Galaxy Note 7, que teve seu ciclo de vida interrompido prematuramente no ano passado devido a problemas de bateria que faziam o aparelho superaquecer, e, em alguns casos, explodir. Será um teste decisivo para a companhia em sua tentativa de reconquistar a confiança dos clientes e investidores.

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A principal agência de segurança de produtos dos EUA chamou atenção de toda indústria nessa terça-feira (24) ao pedir que as empresas adotem mais medidas de segurança durante o processo de desenvolvimento de smartphones. O aviso chega poucos dias após a Samsung divulgar seu relatório informando que as baterias foram responsáveis pelas explosões causadas pelo telefone Galaxy Note 7.

A presidente da agência, Elliot Kaye, disse em um comunicado que a indústria de tecnologia precisa modernizar e melhorar os padrões de segurança para baterias de íon-de-lítio em eletrônicos de consumo e também ficar à frente de novas fontes de energia que inevitavelmente chegarão e substituirão as atuais.

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A agência afirmou ainda que os consumidores nunca deveriam ter de se preocupar que um aparelho com bateria possa colocar eles, seus familiares ou sua propriedade em risco. "Os consumidores esperam mais energia de uma bateria menor que carrega mais rápido e descarrega mais lentamente", diz a nota.

Depois de relatos de que a bateria do aparelho superaquecia e até explodia, a Samsung anunciou um recall de 2,5 milhões de unidades do modelo Galaxy Note 7 em setembro. Mas essa estratégia não foi suficiente.

A companhia precisou tirar o smartphone de circulação. A decisão de suspender a produção de um modelo imaginado para competir com o iPhone deve causar uma queda no lucro de US$ 3 bilhões nos próximos dois trimestres.

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Os lucros da Samsung subiram 50% no quarto trimestre de 2016, uma vez que um portfólio diversificado de negócios ajudou a amortecer as consequências de um recall maciço de seus aparelhos Galaxy Note 7 e investigações de seus executivos seniores em um escândalo de corrupção em andamento.

Em um comunicado publicado nesta terça-feira (24), a Samsung Electronics - o principal representante do maior conglomerado da Coréia do Sul - informou que registrou lucros no valor de US$ 7,8 bilhões entre os meses de outubro e dezembro, um aumento de 50,16% em relação ao ano anterior.

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Os lucros foram impulsionados pela área de componentes, principalmente as memórias e os painéis de visualização, disse a empresa, que também mencionou como causa a força do dólar.

A perspectiva é menos positiva para o trimestre de janeiro a março de 2017, em que a Samsung espera uma queda nos ganhos devido ao aumento das despesas de marketing para sua divisão móvel e uma queda nas vendas de televisores devido à fraca demanda sazonal.

Com o crescimento global de smartphones projetado para abrandar, a Samsung espera que novos serviços, como o uso de inteligência artificial, se tornem um fator essencial. A empresa disse que pretende adicionar funcionalidades normalmente disponíveis em seus modelos premium em seus aparelhos intermediários para torná-los mais competitivos.

Vários relatórios indicam que o tão esperado Galaxy S8 não será lançado no Mobile World Congress (MWC) deste ano, a plataforma para os lançamentos de telefones da Samsung. Em vez disso, espera-se que o modelo seja introduzido em algum momento em março ou abril.

O lançamento do Galaxy S8 será acompanhado de perto, uma vez que será o primeiro produto novo após o Galaxy Note 7, que teve seu ciclo de vida interrompido prematuramente no ano passado devido a problemas de bateria que faziam o aparelho superaquecer, e, em alguns casos, explodir. Será um teste decisivo para a companhia em sua tentativa de reconquistar a confiança dos clientes e investidores.

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A Samsung Electronics divulgou nota na madrugada desta segunda-feira (23) informando que as explosões e incêndios registrados com o Galaxy Note 7 foram causados pelas baterias.

"A nossa investigação, assim como as outras realizadas por três organizações industriais independentes, concluíram que as baterias são a origem dos incidentes no Note 7. Todavia, nós definimos aos produtores os requisitos que elas deveriam ter e assumimos a responsabilidade do insucesso", emitiu a empresa em nota assinada pelo chefe da divisão de smartphones, Koh Dong-jin.

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Ainda de acordo com a empresa, os problemas foram causados pelo design e produção das baterias. Os cerca de 700 especialistas, engenheiros e pesquisadores analisaram réplicas do incidente em mais de 200 mil equipamentos e 30 mil baterias.

A Samsung garantiu que esses novos testes, além de descobrir as falhas, permitiram que esses erros não ocorram mais no futuro. Ainda no comunicado, a empresa sul-coreana informou que os danos causados pelo recolhimento de mais de 2,5 milhões de aparelhos do mercado ficou em US$ 5,3 milhões e agora a marca tentar recuperar a confiança de seus clientes.

Os aparelhos Galaxy Note 7 tiveram uma série de incidentes relatados durante todo o ano passado, com explosões de equipamentos e incêndios enquanto eles estavam ligados. Por precaução, as autoridades norte-americanas chegaram a proibir que esse equipamento fosse levado por passageiros em voos comerciais.

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