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A seleção brasileira de futsal faturou o título da Copa América neste sábado ao derrotar a anfitriã Argentina por 5 a 1 na final disputada em Buenos Aires. Falcão, Jé, Neto, Rodrigo e Valdin marcaram os gols dos atuais campeões mundiais.

Favorito, o Brasil começou melhor e abriu o placar com gol de Jé. A Argentina, porém, não se intimidou e buscou o empate em uma falha da defesa brasileira dois minutos depois. Mas Neto tratou de deixar os visitantes novamente na frente com o segundo gol logo após a igualdade dos argentinos.

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Daí em diante, a seleção brasileira dominou o confronto e ampliou a vantagem no placar, com Falcão, Rodrigo e Valdin. Ao final da partida, o técnico Marcos Sorato elogiou a atuação do time campeão. "A equipe hoje esteve bem em todos os pontos do jogo. O time se defendeu muito bem, atacou muito bem, marcou muito bem e armou boas jogadas. Esse foi o principal na partida e por isso vencemos a competição com essa boa atuação", avaliou.

Para o treinador, o Brasil superou a Argentina ao reduzir o número de erros que vinha apresentando na competição. "Anulamos a Argentina. A equipe deixou de cometer os erros que vinha cometendo nas atuações anteriores. Nosso time veio em uma crescente. Sabemos que temos que melhorar muito ainda e sempre buscar algo a mais".

A terceira colocação da Copa América ficou com o Paraguai, que derrotou a Colômbia por 3 a 1, em partida disputada antes da final.

O choque entre um caminhão, um trem e um ônibus nesta quinta-feira (15) em Buenos Aires deixou 90 feridos, informa o site do jornal argentino Clarín. O acidente ocorreu apenas dois dias depois de um ônibus ter batido contra um trem e ter deixado 11 mortos e mais de 200 feridos.

O acidente aconteceu pouco depois das 9h30 (horário local) no bairro de Flores, quando um ônibus se chocou com um caminhão que transportava cimento, que, por sua vez, atingiu o trem, informa o jornal,

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Segundo o titular do Sistema de Atenção Médica de Emergência (Same), Alberto Crecenti, a maioria dos ferimentos foi leve. Ele destacou que "não há vítimas fatais nem feridos graves".

Brasil e Argentina não passaram do 0 a 0 nesta quarta-feira (14) no primeiro duelo do Superclássico das Américas, reedição da antiga Copa Rocca. Contando somente com jogadores que atuam em seus países, as duas seleções mostraram pouca inspiração no Estádio Mario Kempes, na cidade argentina de Córdoba, e não conseguiram balançar as redes.

Principal atração do duelo, o trio formado por Ronaldinho Gaúcho, Neymar e Leandro Damião demorou para engrenar e só brilhou nos minutos finais da partida. O confronto contou com maior domínio argentino, principalmente no primeiro tempo, apesar das ausências de Riquelme e Verón, vetados de última hora por conta de lesão.

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O Superclássico, dividido em duas partidas, será definido daqui a duas semanas, no dia 28, no Estádio Mangueirão, em Belém. Em caso de novo empate, o troféu do confronto será decidido nas cobranças de pênalti.

O JOGO - Mesmo desfalcada dos veteranos Riquelme e Verón, a Argentina dominou o primeiro tempo diante da fragmentada equipe brasileira. Mais consistente, o time da casa cometia menos erros, trocava passes com mais facilidade e era mais ofensivo.

Referência no ataque, Boselli comandou os anfitriões até deixar o campo com dores na coxa, aos 22 minutos. Ele levou perigo em seguidas finalizações aos 6, aos 11 e aos 14 minutos.

O Brasil só respondeu aos 12, com Neymar e Leandro Damião. O atacante do Santos recebeu lançamento de Réver pela esquerda, deixou três marcadores para trás e cruzou para Damião, que acertou a trave. Foi o único lance de perigo do Brasil no primeiro tempo.

No restante da etapa, o time de Mano sucumbiu à falta de entrosamento e aos erros de passe, principalmente no meio-campo, formado por Ralf, Paulinho e Renato Abreu. Na defesa, a dificuldade se concentrava na saída de bola. Com frequência, a zaga apelava para a ligação direta com o ataque, sem sucesso. De pé em pé, o time avançava lentamente, o que raramente resultava em jogada ofensiva.

A Argentina seguia superior em campo mesmo depois de perder Boselli. Acumulava 6 finalizações, contra apenas uma do Brasil. Aos 33, Martínez quase surpreendeu o goleiro Jefferson em chute de fora da área. A bola passou rente à trave esquerda.

O time da casa manteve o controle da partida no início do segundo tempo e até com maior volume de jogo nos primeiros instantes. Com a marcação adiantada, a Argentina cercou a área brasileira e impôs pressão nos 10 minutos iniciais.

Apresentando as mesmas dificuldades da primeira etapa, o Brasil só ameaçou a defesa anfitriã aos 21, em cobrança de falta de Ronaldinho, de longe. Insatisfeito com o rendimento brasileiro, Mano trocou Renato por Oscar e obteve ligeira melhora na movimentação da equipe no setor ofensivo.

A troca mudou o panorama do jogo. Aos poucos, o Brasil crescia em campo a partir da maior participação de Ronaldinho, Neymar e Leandro Damião. Aos 31, o atacante do Internacional protagonizou o lance mais bonito da partida ao dar uma "lambreta" no zagueiro e bater por cobertura, acertando a trave pela segunda vez no jogo.

Aos 35, Ronaldinho voltou a levar perigo em cobrança de falta. Ele bateu com categoria no canto e exigiu grande defesa do goleiro Órion. Mais as redes seguiram intocadas. O embalo tardio do trio ofensivo não deu resultado e o placar seguiu inalterado até o apito final.

Ficha Técnica:

Argentina 0 x 0 Brasil

Argentina - Órion; Sebá, Cellay, Desábato; Pillud, Fernándes (Chávez), Canteros, Zapata, Papa; Martínez (Mouche) e Boselli (Gigliotti). Técnico: Alejandro Sabella.

Brasil - Jefferson; Danilo, Dedé, Réver e Kleber; Ralf, Paulinho (Casemiro), Renato Abreu (Oscar); Neymar, Leandro Damião e Ronaldinho. Técnico: Mano Menezes.

Cartão amarelo - Zapata (Argentina).

Árbitro - Enrique Osseas Zencovich (CHI).

Renda e público - Não disponíveis.

Local - Estádio Mário Alberto Kempes, em Córdoba-ARG.

O ex-presidente da Argentina, Carlos Menem, foi inocentado nesta terça-feira por um tribunal em Buenos Aires da acusação de que traficou armas para a Croácia e o Equador na década de 1990. A promotoria havia pedido uma sentença de até oito anos de prisão para o ex-presidente, atualmente com 81 anos. Entre 1991 e 1995, Menem assinou três decretos permitindo a venda de armas para a Venezuela e o Panamá. Mas os armamentos argentinos foram enviados à Croácia e ao Equador, que na época enfrentavam conflitos e sobre os quais existiam embargos de armas das Nações Unidas e da Organização dos Estados Americanos (OEA).

Menem governou a Argentina entre 1989 e 1999. O ex-mandatário, atualmente senador pela província de La Rioja, proclamou sua inocência há 15 dias ante os juízes e argumentou que "minha atuação como presidente foi apenas assinar os decretos de exportação das armas ao Panamá e à Venezuela. A partir desse ponto, o presidente não era responsável pelos trâmites. Ele não podia ir às alfândegas e observar qual era o destino final das armas".

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Em 2001, Menem chegou a ficar seis meses detido pelas acusações, mas na época era acusado de "associação ilícita" e não de tráfico. Uma decisão da Suprema Corte permitiu que ele fosse libertado. Entre os outros absolvidos hoje estão o ex-cunhado e ex-assessor presidencial de Menem, Emir Yoma; o ex-ministro da Defesa da Argentina, Oscar Camillón; e o ex-comandante da Força Aérea Argentina, Juan Paulik.

AS informações são da Associated Press.

A seleção da Argentina irá enfrentar o Brasil, na quarta-feira, em Córdoba, sem os dois principais jogadores convocados pelo técnico Alejandro Sabella para este clássico. Depois de o meia Juan Román Riquelme, de 33 anos, ser cortado da lista definitiva, nesta tarde foi a vez de Juan Sebastian Verón virar desfalque.

O veterano de 36 anos, que defende o Estudiantes, apresentou à seleção nesta segunda-feira, mas a comissão técnica preferiu poupá-lo, uma vez que ele vem de uma recente lesão no joelho direito. Ainda assim, não foi cortado e segue com o grupo.

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Como os principais jogadores da Argentina jogam no futebol europeu e só podiam ser convocados atletas que atuassem em clubes locais, o time de Alejandro Sabella fica muito esvaziado para o Superclássico das Américas. Mauro Boselli, do Estudiantes, e Clemente Rodríguez, do Boca, são os jogadores mais conhecido internacionalmente. Já o Brasil poderá ter o mesmo ataque do jogo contra Gana, com Ronaldinho, Neymar e Leandro Damião.

A lista final de convocados da Argentina teve diversas alterações. Germán Ré, do Estudiantes, Víctor Zapata, do Vélez Sarsfield, Diego Villar, do Godoy Cruz, Diego Morales, do Tigre, e Pablo Mouche, do Boca Juniors, foram convocados. Além de Riquelme, Lisandro López, Diego Valeri, Gabriel Hauche, Rodrigo Braña e Gastón Fernández ficaram fora da convocação final da Argentina.

Confira a lista de convocados da Argentina:

Goleiros: Marcelo Barovero (Vélez Sarsfield) e Agustín Orión (Boca Juniors).

Defensores: Sebastián Domínguez e Emiliano Papa (Vélez Sarsfield); Leandro Desábato e Christian Cellay e Germán Ré (Estudiantes); Ivan Pillud (Racing), Clemente Rodríguez (Boca Juniors) e Jonathan Bottinelli (San Lorenzo).

Meio-campistas: Héctor Canteros, Augusto Fernández e Víctor Zapata (Vélez Sarsfield); Juan Sebastián Verón (Estudiantes), Agustín Pelletieri e Lucas Castro (Racing); Cristian Chávez (Boca Juniors), Diego Morales (Tigre) e Diego Villar (Godoy Cruz)

Atacantes: Juan Manuel Martínez (Vélez Sarsfield), Mauro Boselli (Estudiantes), Pablo Mouche (Boca Juniors) e Emanuel Gigliotti (San Lorenzo).

A Argentina sofreu para assegurar sua vaga nos Jogos Olímpicos de Londres. Na noite de sábado, a equipe favorita contou com o apoio da torcida, em Mar Del Plata, para superar Porto Rico, por 81 a 79, e avançar à final do Pré-Olímpico. Na briga pelo título, os argentinos vão enfrentar o Brasil neste domingo a partir das 21h15.

Grande favorita à vaga olímpica, a Argentina sofreu mais que o esperado para carimbar sua classificação. A liderança no placar só veio no último quarto da partida e, mesmo depois de abrir vantagem, a equipe de Manu Ginóbili e Luis Scola aguentou a pressão de Porto Rico até os instantes finais da partida.

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Mais cedo, o Brasil derrotou a República Dominicana por 83 a 76 e encerrou um jejum de 16 anos sem disputar uma Olimpíada. A vitória histórica garantiu a equipe brasileira na decisão, considerada simbólica, já que os dois finalistas garantem automaticamente a vaga na Olimpíada de Londres, em 2012.

Um terremoto de magnitude 6,4 foi registrado na região de Santiago del Estero, a cerca de 805 quilômetros da capital da Argentina, Buenos Aires, informou o Centro de Pesquisa Geológica dos Estados Unidos (USGS, pela sigla em inglês). O tremor, registrado às 10h47, ocorreu a 592,8 quilômetros da superfície. (Priscila Arone)

A seleção brasileira feminina de vôlei venceu mais uma na madrugada deste sábado e manteve a rotina no Grand Prix. Desta vez, a vítima foi a Argentina, arrasada por 3 sets a 0, com parciais de 25/12, 25/15 e 25/08, em apenas 1h01min de jogo.

Com a vitória, em Bangcoc, na Tailândia, a equipe do técnico José Roberto Guimarães faturou sua oitava vitória seguida, chegou aos 24 pontos e se manteve como a única seleção com 100% de aproveitamento na competição.

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Já classificada para a fase final, que será disputada na próxima semana, na cidade chinesa de Macau, a seleção encerrará sua participação nesta primeira fase diante da anfitriã Tailândia neste domingo, a partir das 6h30 (horário de Brasília).

Um dia após vencer Cuba com inesperada facilidade, o Brasil repetiu o desempenho arrasador neste sábado e não deu chances à Argentina. Zé Roberto chegou a poupar a ponteira Paula Pequeno nos dois primeiros sets e deu chances a Fabíola, Sassá, Adenízia e Natália no decorrer da partida.

"Nós entramos concentradas na partida como havíamos feito contra Cuba. Executamos bem os fundamentos mais uma vez. O grupo está de parabéns", avaliou a capitã Fabiana, maior pontuador do jogo, com 17 acertos.

Zé Roberto também aprovou o desempenho das suas jogadoras. "Nosso time jogou focado toda a partida. Mesmo com a fase final se aproximando temos que pensar em uma partida de cada vez. O grupo tem assimilado isso muito bem", comentou o treinador, já projetando as próximas partidas da seleção.

"Amanhã vamos enfrentar a Tailândia, um adversário que está crescendo na competição e brigando pela classificação. As tailandesas têm muitas combinações de ataque e defendem muito bem. Será uma boa partida", afirmou.

O filho do ex-presidente argentino Carlos Menem foi internado na madrugada desta quarta-feira depois de ter dado um tiro na própria perna durante uma briga de trânsito, informaram emissoras locais de rádio.

De acordo com a rádio La Red, Carlos Nair Menem estava estacionado em fila dupla na frente de uma casa noturna de Buenos Aires na madrugada de hoje quando o motorista de um caminhão buzinou para ele.

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Segundo o relato do motorista, Menem o ameaçou com uma arma, que disparou por acidente quando os dois entraram em luta corporal.

Menem, por sua vez, disse à mesma rádio que em nenhum momento ameaçou o motorista do caminhão com sua arma e alegou que o disparo ocorreu acidentalmente no momento em que saía de seu carro.

O tiro atingiu Carlos Nair Menem, de 30 anos, no mesmo joelho que ele teve operado no ano passado depois de bater o carro quando saía de uma lanchonete. As informações são da Associated Press.

Dez pré-candidatos vão disputar as eleições primárias da Argentina, no domingo, inclusive a presidente Cristina Kirchner. As primárias abertas, obrigatórias e simultâneas entre os partidos, habilitarão as candidaturas às eleições presidenciais de 23 de outubro.

Teoricamente, as eleições primárias serviriam para que os partidos definissem seus candidatos. No entanto, todas as legendas selecionaram seus candidatos previamente, mediante acordos ou primárias internas. Por isso, as primárias de domingo vão funcionar como o grande teste eleitoral para ver quem tem mais apoio popular.

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"Será uma grande pesquisa que indicará a tendência do eleitorado com vistas ao pleito de outubro", disse Fabián Perechodnik, diretor da consultoria Poliarquía. Para ser habilitada, a candidatura presidencial precisa obter 1,5% dos votos totais. A regra praticamente exclui os pequenos partidos do jogo e polariza as eleições. De acordo com os dados da Câmara Eleitoral Nacional (similar ao Tribunal Superior Eleitoral), 28,8 milhões de argentinos maiores de 18 anos estão aptos a votar nas primárias que vão escolher os candidatos a presidente e vice-presidente em todo o país, 130 deputados federais em todas as províncias e Capital Federal, 24 senadores em oito províncias e quatro governadores, entre elas o de Buenos Aires, o maior distrito eleitoral do país, com 37,5% dos eleitores.

O calendário e o sistema eleitoral da Argentina são mecanismos de difícil compreensão para um brasileiro porque é totalmente diferente do Brasil. O calendário é determinado por legislação provincial, permitindo que cada distrito escolha a data de suas eleições. A disputa na província de Buenos Aires, por exemplo, ocorrerá também no dia 23 de outubro. Porém, desde o início do ano, nove províncias e a cidade de Buenos Aires (capital federal), já tiveram eleições. As demais vão ocorrer ao longo do ano, até outubro.

O governo de Cristina Kirchner saiu vitorioso em sete províncias, mas sofreu derrotas esmagadoras em Córdoba, Capital Federal e Santa Fé, segundo, terceiro e quarto maiores distritos eleitorais do país, respectivamente. Esse resultado começou a colocar dúvidas sobre a invencibilidade de Cristina Kirchner, que passou a permear a campanha depois da morte do marido dela, o ex-presidente Néstor Kirchner, em outubro. Até então, havia dúvidas sobre qual dos Kirchner seria candidato.

Luto - O rigoroso luto somado ao crescimento econômico do país, mais uma série de medidas populares, colocaram Cristina no topo da lista da preferência do eleitorado, com mais de 41% da intenção dos votos. Em segundo lugar, está o deputado Ricardo Alfonsín (União Cívica Radical-UCR), com cerca de 19,6%. Pelas pesquisas, Cristina sairia vitoriosa no primeiro turno. "Até o momento, não vemos nenhuma agrupação política capaz de derrotar a presidente, que vem recuperando a imagem junto à opinião pública desde o ano passado", afirmou a socióloga Graciela Romer, da consultoria Romer e Associados.

O analista político Carlos Fara observou que a recuperação de Cristina começou no início de 2010, com o bom desempenho da economia, elevado consumo e aumentos de salários. "A morte do marido apenas capitalizou essa imagem positiva", disse ele à Agência Estado. Segundo Fara, o cenário atual aponta para uma vitória de Cristina no primeiro turno. Para isso, ela precisa ter 10 pontos porcentuais acima do segundo colocado, conforme a Constituição.

A maior ajuda à Cristina parte da própria oposição, que se mostra fragmentada desde o começo da campanha. Além de Ricardo Alfonsín, filho do ex-presidente Raúl Alfonsín, o líder opositor mais importante é o ex-presidente Eduardo Duhalde, do peronismo dissidente, com 14,3% das intenções dos votos. Os números de intenção de votos mencionados são da Management & Fit, publicados nesta semana, mas todas as consultorias trabalham com porcentagens similares. O ministro do Interior, Florencio Randazzo, disse que os primeiros resultados eleitorais serão divulgados às 21 horas (de Brasília).

Eis a lista de pré-candidatos à presidência da Argentina:

- Cristina Fernández de Kirchner (Frente pela Vitória / FPV, um dos braços Partido Justicialista, peronista)

- Ricardo Alfonsín (União Cívica Radical / UCR, social-democrata com coligações sob a legenda União pelo Desenvolvimento Social)

- Eduardo Duhalde (União Popular, peronista)

- Alberto Rodríguez Saá (Compromisso Federal, peronista)

- Hermes Binner (Partido Socialista, socialista)

- Elisa Carrió (Coalizão Cívica, centro-esquerda)

- Alcira Argumedo (Projeto Sul, esquerda)

- Jorge Altamira (Frente de Esquerda, esquerda)

- José Bonacci (Partido do Campo Popular, direita)

- Sergio Pastores (Partido de Ação de Vizinhos)

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