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Em entrevista à TV Oficial do Athlético Paranaense, neste domingo (13), Luiz Felipe Scolari anunciou que o confronto entre seu time e o Botafogo será, provavelmente, seu último como treinador de futebol. Felipão revelou que deve passar à função de diretor técnico do rubro-negro do Paraná e já indicou seu sucessor ao cargo.

“Deverei parar como treinador e já estou indicando o Paulo Turra. É meu último jogo como treinador, mas eu não vou morrer. Ainda vou incomodar”, disse Scolari.

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Com uma carreira recheada de títulos, entre eles a Copa do Mundo de 2002 pela seleção brasileira, Felipão disse esperar uma vitória do Athletico diante do Botafogo para encerrar “de forma bonita”.

“A gente tem que estar preparado para isso (encerrar a carreira). Não queria todo esse aparato, essa tensão do último jogo ser tão decisivo para o clube, mas também é uma motivação para a gente encerre nossa participação de uma forma muito feliz, muito bonita”, afirmou.

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O técnico Luiz Felipe Scolari irá assumir o comando do Grêmio mais uma vez. É o que cravou o jornal Zero Hora no início da tarde desta quarta-feira (7). De acordo com a publicação, o ex-treinador da seleção brasileira só será anunciado após o jogo diante do Palmeiras, que acontece às 19h.

Ainda de acordo com o Zero Hora, o negócio foi fechado em Porto Alegre e o jurídico do tricolor gaúcho fará tudo para que o nome de Scolari seja publicado no BID a tempo de que o novo técnico dirija o time já diante do Internacional, no sábado (9), às 16h30.

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Na lanterna do Brasileirão, com apenas dois pontos em 7 jogos, o Grêmio traz o treinador que já teve outras três passagens pelo time, a última em 2015, quando acabou demitido após um início ruim na série A.

O Sport não conseguiu parar o Palmeiras mesmo jogando dentro da Ilha do Retiro. O Leão acabou sendo derrotado por 1 x 0 para a equipe paulista no último domingo (23). Em entrevista coletiva ao final da partida, o treinador do time alviverde Luiz Felipe Scolari afirmou que mesmo com um resultado positivo para eles, o Leão deu trabalho para o Verdão.

"O primeiro tempo foi equilibrado, o Sport pressionou um pouco mais. Ninguém teve grande chance de gol. No segundo tempo, nós em cinco ou dez minutos, tivemos chances vivas de gol. Não fizemos, o Sport cresceu", disse Felipão. "Depois fizemos gol em uma bola trabalhada, um escanteio que trabalhamos. Aí sofremos uma pressão que era inevitável. Se não tivesse um vencedor, também não seria totalmente absurdo", completou.

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Felipão ainda declarou que, para ele, o time rubro-negro tem chances de permanecer na Série A. "Pelo que jogou o Sport, não acho que vá para a Série B. Acho que está bem organizado, bem montado. Falta uma ou outra coisa de pressão. Sport ainda pode se safar.  Acho que o resultado foi aquilo que falei. Ganhamos por detalhes, se não tivéssemos ganhado, a igualdade seria normal", declarou.

Prestes a estrear no Mundial de Clubes da Fifa, Luiz Felipe Scolari acredita que o Guangzhou Evergrande tem todas as condições de surpreender os favoritos no Japão. O time chinês fará sua estreia nesta domingo, contra o mexicano América. O vencedor vai enfrentar o poderoso Barcelona na semifinal.

"Estou ciente de que será difícil, mas depois de vencermos o Campeonato Chinês e a Liga dos Campeões da Ásia, podemos ficar confiantes. Sei que podemos passar pelo primeiro adversário", afirmou Felipão, neste sábado.

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O treinador brasileiro aposta que o Guangzhou deve terminar o Mundial em posição superior a de 2013, quando a equipe era comandada pelo italiano Marcello Lippi. Naquela edição, o time chinês terminou em quarto lugar. "o Guangzhou deve terminar em posição acima da obtida da última vez. Este é o nosso objetivo. Vamos dar tudo nesta competição."

O retrospecto de Felipão deixa a torcida chinesa otimista. Desde que assumiu o time, em junho deste ano, o time venceu ou empatou 18 dos 23 jogos que disputou, tanto na competição nacional quanto na Liga dos Campeões.

No Japão, onde Felipão tem boas recordações, em razão do título mundial de 2002, o Guangzhou conta com brasileiros também dentro de campo. As maiores esperanças são Ricardo Goulart, Paulinho (ex-Corinthians) e Robinho (ex-Santos), além de Elkeson, com passagem pelo Botafogo.

Pouco mais de duas semanas depois de se desligar do Grêmio, o técnico Luiz Felipe Scolari já tem casa nova. E não será nenhum clube no Brasil, pelo contrário, ele buscará novos ares bem longe do País. Nesta quinta-feira, o treinador foi anunciado pelo Guangzhou Evergrande, da China.

Felipão vinha sendo procurado por clubes da Ásia nos últimos tempos, mas somente nesta quinta aceitou o desafio de voltar ao continente. De acordo com o Guangzhou, o tempo de contrato é de dois anos e meio. Os valores não foram revelados e a tendência é que o treinador leve sua comissão técnica com ele.

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O acerto com o Guangzhou surpreendeu. Primeiro, porque o treinador não dava sinais de que aceitaria um novo desafio tão cedo, principalmente tão longe do futebol brasileiro. Mas também porque o time chinês contava com o ex-zagueiro Fabio Cannavaro como técnico até esta quinta. O anúncio da saída do italiano, aliás, aconteceu momentos antes da confirmação de Felipão.

No Guangzhou, ele terá mais uma chance de dar a volta por cima após a vexatória eliminação da seleção brasileira na última Copa do Mundo. Durante seu período no Grêmio, aliás, o 7 a 1 da Alemanha foi constantemente lembrado, o que gerou irritação do treinador em diversas oportunidades.

Felipão encontrará no Guanghzou uma equipe que briga pela liderança do Campeonato Chinês e está nas quartas de final da Liga dos Campeões Asiáticas. Se a língua deve ser um problema, ele terá ao seu lado quatro jogadores brasileiros: o volante Renê Júnior, o meia Ricardo Goulart e os atacante Alan e Elkeson.

Aquele sonho de renovação do futebol brasileiro após o acachapante 7 a 1 contra os alemães torna-se, a cada dia, um pesadelo. Nada que chegue a assustar, pois já convivíamos com ele há tempos.

Estamos no segundo semestre de 2014, mas alguém que estivesse acabado de acordar de um coma de 19 anos e ligasse a TV para assistir uma partida de futebol não estranharia muita coisa. Se o jogo em questão fosse Grêmio x Flamengo, o espectador acharia que ainda estava em 1995, pois veria no banco de reservas os mesmos Luiz Felipe Scolari e Vanderlei Luxemburgo. 

Além dos dois, já citados acima, em meados dos anos 90 Muricy Ramalho, Abel Braga e Levi Culpi também estavam à frente dos mesmos times que comandam hoje. São Paulo, Internacional e Atlético-MG, respectivamente.

Bom se esses nomes tivessem permanecido nesses clubes durante todo esse tempo. Mas não. Eles já rodaram o mundo todo e voltaram para onde já estiveram. O tempo passou e o saudosismo dos dirigentes e torcedores os trouxeram de volta, pois alguns desses não perceberam o tempo passar e não acompanharam a evolução do futebol pelo mundo.

O futebol brasileiro está atrasado e repetitivo. Continua a cultura de demissões de treinadores, como se fossem eles os principais responsáveis por títulos ou derrotas. Não são. O cargo é supervalorizado no país. Os “professores” estão a cada dia mais ricos e com pose de estrelas, que não são. No Brasil não há nenhum gênio da raça, inventor da roda, ou o suprassumo dos sistemas táticos. 

Por favor, menos importância a quem não entra em campo e que por muitas vezes não acompanha a evolução. Já deu.

3 dentro

- Sport. O marketing do clube está funcionando. Em maio, as camisas do Leão foram as mais vendidas pela Adidas no Brasil, superando clubes como Flamengo, Fluminense e Palmeiras.

- Sidney Moraes. Dentro de campo não consegui colocar um time que empolgasse a torcida. Mas mostrou que não tem medo de pressão ou cara feia. Mesmo vencendo o Icasa com a faca no pescoço, falou que a diretoria alvirrubra tem total liberdade para demiti-lo quando quiser.

- Basquete argentino. Se no começo do século eles surpreenderam o mundo desbancando até o time do EUA em uma Olimpíada, agora os jogadores argentinos mostram força mais uma vez. Mas fora da quadra. Passando por uma crise financeira que ameaçou a seleção não participar do Mundial da modalidade, os jogadores se organizaram e obrigaram dirigentes a renunciar os cargos por má gestão do esporte.

3 fora

- Vôlei de praia. Modalidade não vive o seu melhor momento no Brasil. Em menos de dois anos as dez principais duplas femininas do país foram desfeitas, dentre elas a mais longeva. As irmãs Maria Clara e Carol se separaram depois de 11 anos jogando juntas. Um dos motivos para tantas rupturas é que agora a CBV monta as duplas para competições internacionais de acordo com o seu interesse. 

- Paysandu. Time paraense vem conquistando mais vitórias fora do que dentro de campo. Nos tribunais o Paysandu conseguiu a vaga na Copa Sul-americana de 2015 por ter descoberto que o Brasília, campeão da Copa Verde, tinha escalado um jogador irregular. No ano passado, pelo mesmo motivo, o Papão da Curuzu conseguiu retornar a Copa do Brasil depois de ser eliminado pelo Naviraiense.

- Ronaldinho de Gaúcho. É craque. Isso não se discute. Mas sempre sai da pior forma dos clubes por onde passa. Barcelona, Milan, Flamengo e agora o Atlético-MG sentiram o que é um astro desinteressado pelo futebol.

O técnico Luiz Felipe Scolari classificou como "proveitosa" a viagem que está fazendo pela Europa. Ele desembarcou no início da semana no continente para assistir a diversas partidas, e neste domingo participou de um encontro de treinadores que falam a língua portuguesa, na cidade de Lisboa.

"Tem sido muito proveitosa essa nossa estadia na Europa. Tenho dito aos jogadores para que fiquem tranquilos, pois jogando ou não por seus clubes, eles têm minha confiança", declarou o treinador, que na segunda-feira vai aproveitar a passagem por Portugal para acompanhar o duelo entre Benfica e Rio Ave.

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Felipão já assistiu a três partidas desde que chegou à Europa: Barcelona x Atlético de Madrid e Paris Saint-Germain x Chelsea, pela Liga dos Campeões da Europa, e Chelsea x Stoke City, pelo Campeonato Inglês. Enquanto o treinador estava em Lisboa neste domingo, o coordenador técnico da seleção, Carlos Alberto Parreira, acompanhou o duelo entre West Ham e Liverpool, também pelo Inglês.

Antes de voltar ao Brasil, Felipão, Parreira e o auxiliar-técnico Flávio Murtosa voltarão a se reunir na quarta-feira, em Munique, para encerrar a temporada de observação e conversas com jogadores brasileiros no continente. Na cidade alemã, eles assistiram ao duelo entre Bayern de Munique e Manchester United, pela Liga dos Campeões.

O meia Kaká, do Milan, pode ser uma novidade nas próximas convocações do técnico Luiz Felipe Scolari. A pista surgiu em uma entrevista do treinador da seleção brasileira publicada nesta quinta-feira no jornal italiano Corriere dello Sport. Nela, Felipão garantiu estar de olho nas atuações do jogador de 31 anos pela equipe italiana e deixou claro existe a possibilidade de contar com o meia para a Copa do Mundo de 2014.

"Estou vendo todos os jogos do Milan e de Kaká porque há a possibilidade de, no futuro, ele ser chamado. Não tomei a decisão ainda, mas é bom que ele esteja em um clube como o Milan e jogando, o que não estava fazendo no Real Madrid. Ele certamente pode ter uma oportunidade no futuro", afirmou o técnico na entrevista, se dizendo feliz por Kaká ter escolhido atuar por um clube que lhe deu a chance de voltar a ter boas atuações e disputar partidas em sequência.

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Na última quarta-feira, Kaká se saiu bem derrota do Milan por 3 a 1 para o Barcelona, no Camp Nou, pela Liga dos Campeões. O camisa 22 arrancou e fez a jogada do gol da equipe. Na última semana, ele marcou pela primeira vez após o retorno ao Milan, ao fazer um belíssimo gol em chute de fora de área no empate em 1 a 1 com a Lazio, no San Siro, pelo Campeonato Italiano.

Kaká foi titular da seleção brasileira nas Copas de 2006 e 2010. Em 2002, então ainda um jovem meia do São Paulo, foi convocado por Felipão para integrar o grupo que conquistou o título na Coreia do Sul e no Japão.

Porém, uma nova chance a Kaká poderá ser dada somente em março de 2014, quando o Brasil disputa um amistoso, o último antes da convocação final para a Copa do Mundo. Com a base da seleção já definida para o Mundial, Felipão ainda tem algumas dúvidas e entre elas está o reserva do meia Oscar, tanto que o treinador tem testado diferentes alternativas nos últimos amistosos.

Outro colega de Kaká no Milan, o atacante Robinho, foi convocado pelo treinador para os amistosos deste mês contra Honduras e Chile. O jogador revelado pelo Santos também recebeu muitos elogios de Felipão. "Ele está jogando constantemente no Milan, com um novo papel que (o técnico Massimiliano) Allegri deu a ele. Sua qualidade, sua técnica e sua alegria podem ser úteis. Era hora de chamá-lo e observá-lo de perto para ver se ele pode ser importante na Copa do Mundo", afirmou.

A Fifa e a revista France Football anunciaram nesta terça-feira a lista de 23 jogadores candidatos à Bola de Ouro da Fifa e indicaram os brasileiros Neymar, atualmente no Barcelona, e Thiago Silva, do Paris Saint-Germain, ao prêmio, que será entregue ao melhor jogador do futebol mundial em 2013. Além disso, Luiz Felipe Scolari, comandante da seleção brasileira, está entre os indicados ao prêmio de treinador do ano.

Após defender o Santos no primeiro semestre, Neymar foi negociado com o Barcelona e já vem se destacando no futebol europeu, tanto que no último fim de semana marcou um dos gols do seu time em vitória sobre o rival Real Madrid em clássico válido pelo Campeonato Espanhol. Além disso, participou da vitoriosa campanha da seleção brasileira na Copa das Confederações.

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Conquista do Brasil que também contou com a participação de Thiago Silva, capitão da equipe. O zagueiro também foi campeão na última temporada do Campeonato Francês pelo Paris Saint-Germain, o seu atual clube, do qual é titular absoluto. O zagueiro foi incluído pela primeira vez na relação de 23 indicados da Fifa, ao contrário de Neymar, que agora tem o desafio de ser um dos finalistas da premiação, o que nunca conseguiu.

Campeão da Liga dos Campeões da Europa na última temporada, o Bayern de Munique dominou a relação de indicados con seis jogadores: Philipp Lahm, Thomas Müller, Manuel Neuer, Franck Ribéry, Arjen Robben e Bastian Schweinsteiger. Já o Barcelona vem em seguida com quatro indicados: Neymar, Xaxi, Andrés Iniesta e Lionel Messi.

Messi, aliás, foi eleito o melhor jogador do mundo nos últimos quatro anos, sendo um deles antes mesmo da unificação das premiações da Fifa e da France Football, e tentará conquistar a honraria pelo quinto ano consecutivo. E ele terá como concorrente, mais uma vez, o português Cristiano Ronaldo.

Além da lista de candidatos à Bola de Ouro, a Fifa também revelou nesta terça a relação de técnicos que vão concorrer ao prêmio de treinador do ano. E Felipão, de volta à seleção brasileira e campeão da Copa das Confederações em junho, está entre os dez indicados. A lista conta também com o escocês Alex Ferguson, que encerrou a sua vitoriosa passagem pelo Manchester United na última temporada, e Jupp Heynckes, que faturou o título da Liga dos Campeões pelo Bayern.

No começo de dezembro, a Fifa e a France Football anunciarão os nomes das três jogadoras e dos três jogadores, bem como do trio de treinadores de futebol feminino e masculino que receberem o maior número de votos, além dos indicados ao Prêmio Puskas, dado ao gol mais bonito do ano, e da lista de pré-selecionados para o time ideal, incluindo os melhores goleiros, defensores, meio-campistas e atacantes.

Os vencedores desses prêmios serão conhecidos durante a Festa de Gala da Fifa, evento marcado para o dia 13 de janeiro de 2014, em que também serão feitas as premiações do futebol feminino, que tiveram os indicados revelados na semana passada. Além disso, a Fifa apresentará os escolhidos para a seleção ideal e os ganhadores do Prêmio Puskas, do Prêmio Presidencial e do Prêmio Fifa Fair Play.

Confira os 23 jogadores indicados à Bola de Ouro da Fifa:

Gareth Bale (Gales, ex-Tottenham e hoje no Real Madrid), Edinson Cavani (Uruguai, ex-Napoli e hoje no Paris Saint-Germain), Radamel Falcao (Colômbia, ex-Atlético de Madrid e hoje no Monaco), Eden Hazard (Bélgica, Chelsea), Zlatan Ibrahimovic (Suécia, Paris Saint-Germain), Andrés Iniesta (Espanha, Barcelona), Philipp Lahm (Alemanha, Bayern), Robert Lewandowski (Polônia, Borussia Dortmund), Lionel Messi (Argentina, Barcelona), Thomas Müller (Alemanha, Bayern), Manuel Neuer (Alemanha, Bayern), Neymar (Brasil, ex-Santos e hoje no Barcelona), Mesut Özil (Alemanha, ex-Real Madrid e hoje no Arsenal), Andrea Pirlo (Itália, Juventus), Franck Ribéry (França, Bayern), Arjen Robben (Holanda, Bayern), Cristiano Ronaldo (Portugal, Real Madrid), Bastian Schweinsteiger (Alemanha, Bayern), Luis Suárez (Uruguai, Liverpool), Thiago Silva (Brasil, Paris Saint-Germain), Yaya Touré (Costa do Marfim, Manchester City), Robin Van Persie (Holanda, Manchester United) e Xavi (Espanha, Barcelona).

Confira os indicados ao prêmio de treinador do ano:

Carlo Ancelotti (Itália/ex-Paris Saint-Germain e hoje no Real Madrid), Rafael Benítez (Espanha/ex-Chelsea e hoje no Napoli), Antonio Conte (Itália/Juventus), Vicente Del Bosque (Espanha/seleção espanhola), Alex Ferguson (Escócia/ex-Manchester United), Jupp Heynckes (Alemanha/ex-Bayern), Jürgen Klopp (Alemanha/Borussia Dortmund), José Mourinho (Portugal/ex-Real Madrid e hoje no Chelsea), Luiz Felipe Scolari (Brasil/seleção brasileira) e Arsène Wenger (França/Arsenal).

Desde o título da Copa das Confederações, o técnico Luiz Felipe Scolari tem demonstrado satisfação com seus comandados na seleção brasileira. O bom momento, no entanto, não impediu que ele criticasse a atuação da equipe na vitória por 2 a 0 sobre a Zâmbia, em amistoso realizado nesta terça-feira em Pequim. Para ele, o Brasil perdeu muitas chances e complicou uma partida que poderia ter sido fácil.

"Os jogadores estão aprovados desde os amistosos antes da Copa das Confederações. De lá para cá vêm fazendo bonito, mas hoje (terça) não foram aprovados com louvor", disse, em entrevista à TV Globo na saída do gramado. "Não foi fácil, porque nós tornamos o jogo difícil. A medida que não aproveitamos as oportunidades no primeiro tempo, deixamos a Zâmbia crescer. E quando isso acontece, complica a partida."

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Felipão aproveitou a partida desta terça para testar alguns jogadores que ainda brigam por uma vaga na Copa do Mundo e não vinham sendo titulares, casos de Diego Cavalieri, Dedé, Lucas Leiva, Maxwell, Alexandre Pato e Lucas. Desses, Pato e Lucas decepcionaram, não foram bem no primeiro tempo e acabaram substituídos já no intervalo.

Para o coordenador técnico da seleção, Carlos Alberto Parreira, essa oscilação de desempenho, tanto individual quanto coletivo, é normal. "Faz parte do processo de adaptação de um time, fizemos sete alterações. Mas no fim foi ótimo. Ainda estamos no processo de arrumação" afirmou.

O técnico Luiz Felipe Scolari evitou comentar diretamente a possibilidade de convocar o atacante Diego Costa para defender a seleção brasileira, mas deu a entender nesta sexta-feira que pode chamá-lo ao declarar que não descarta o nome de nenhum jogador. O treinador destacou que as suas convicções definirão a lista de jogadores do Brasil para a Copa do Mundo de 2014, que será anunciada em maio.

"Sou o técnico da seleção brasileira e em maio vou chamar os jogadores para a Copa de acordo com as minhas observações. Todo jogador brasileiro tem chance de ser chamado", disse Felipão, nesta sexta-feira, em Seul, onde o Brasil vai enfrentar a seleção da Coreia do Sul neste sábado.

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Questionado sobre a possibilidade de viajar para Madri após o amistoso com a Zâmbia, marcado para a próxima terça-feira em Pequim, para se encontrar com Diego Costa, Felipão se irritou e declarou que as informações publicadas pela imprensa espanhola sobre uma possível reunião são falsas. "Os espanhóis não sabem nada, disseram até que o papa estava indo para lá", afirmou.

Destaque do Atlético de Madrid e artilheiro do Campeonato Espanhol, Diego Costa foi convocado por Felipão para defender o Brasil em março, mas depois disso não foi mais lembrado. Com o seu sucesso recente, o atacante está nos planos do técnico Vicente del Bosque para defender a seleção da Espanha.

Enquanto o impasse sobre Diego Costa não tem um final, a seleção brasileira se prepara para os dois amistosos no continente asiático. A equipe vai encarar a Coreia do Sul neste sábado, em Seul, e a Zâmbia, em Pequim, na próxima terça-feira.

A CBF comunicou nesta terça-feira que o técnico Luiz Felipe Scolari vai convocar no dia 26 de setembro, às 12 horas, a seleção brasileira para seus dois próximos compromissos, os amistosos com Coreia do Sul e Zâmbia, ambos em outubro. A lista será divulgada em um hotel do Rio.

Os dois jogos serão disputados no continente asiático, nas datas reservadas pela Fifa para compromissos das seleções no mês de outubro. O jogo com a Coreia do Sul está marcado para o dia 12, em Seul. Já o duelo entre Brasil e Zâmbia será disputado em 15 de outubro, no Estádio Ninho de Pássaro, em Pequim, na China.

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Campeã da Copa das Confederações em junho, a seleção brasileira vem utilizando os amistosos posteriores como forma de preparação para a Copa do Mundo de 2014. Assim, Felipão vem mantendo a base da campanha vitoriosa, mas também tem realizado testes. No primeiro amistoso após o torneio, a derrota para a Suíça por 1 a 0, em agosto, ele chamou o lateral-esquerdo Maxwell.

Depois, para os jogos com Austrália e Portugal, vencidos por 6 a 0 e 3 a 1, respectivamente, neste mês, as novidades foram Maicon, Ramires e Henrique, além de Alexandre Pato e Marcos Rocha, convocados posteriormente, em razão da lesão de outros jogadores.

Assim, a expectativa é para que Felipão mantenha a base campeã da Copa das Confederações para os jogos com Coreia do Sul e Zâmbia, mas também aproveite os compromissos no continente asiático para realizar testes, com a intenção de ficar mais próximo de fechar o grupo da seleção brasileira para a Copa do Mundo - após o jogo com Portugal, ele disse que já tinha "17 ou 18 nomes definidos".

A recuperação do Brasil após Luiz Felipe Scolari reassumir o comando canarinho segue refletindo também no ranking da Fifa. Na atualização de setembro, divulgada nesta quinta-feira (12), a Seleção pulou para da nova para a oitava colocação, com 1.067 pontos.

Por outro lado, os brasileiros foram ultrapassados pelo rival Uruguai. A Celeste passou da 12ª posição para o sétimo lugar, agora com 1.126 pontos. Sobrou para a Holanda, que caiu quatro lugares – do 5º para o 9º.

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A Espanha segue na ponta do ranking, com 1.514 pontos, seguida de “longe” pela Argentina (1.263) e Alemanha (1.261), respectivamente.

Confira o ranking da Fifa:

1) Espanha - 1.514 pontos

2) Argentina - 1.263

3) Alemanha - 1.261

4) Itália - 1.199

5) Colômbia - 1.180

6) Bélgica - 1.159

7) Uruguai - 1.126

8) Brasil - 1.067

9) Holanda - 1.058

10) Croácia - 1.051

11) Portugal - 1.029

12) Grécia - 1.016

13) Estados Unidos - 996

14) Suíça - 992

15) Rússia - 968

16) Chile - 967

17) Inglaterra - 947

18) Bósnia e Herzegovina - 934

19) Costa do Marfim - 902

 

20) Equador - 851

Neymar deu o troco da cotovelada que recebeu de Bruno Alves como um gentleman. Ou melhor, como um craque. Além de ter dado a assistência para o gol de empate, feito por Thiago Silva de cabeça, ele fez um golaço para virar o jogo e encaminhar a vitória da seleção brasileira por 3 a 1 sobre Portugal na noite desta terça-feira em Boston, nos Estados Unidos. "Era um grande espetáculo entre Brasil e Portugal. Qual jogador não tem vontade de jogar? Mas mostrando um grande futebol. Eu tinha visto um vídeo, e até mostrei para o Thiago Silva, que serviu muito para mim nesse fato de não reagir às provocações e as entradas malvadas", disse.

O destaque da partida afirmou que já esperava que Portugal fizesse um jogo duro, "uma partida de campeonato mundial", como classificou Felipão no final do jogo. "Esperava um jogo truncado. É uma equipe muito forte fisicamente e que chega duro. Fui consagrado com um belo gol. Fico feliz pela atuação da equipe, que é o mais importante", disse o atacante do Barcelona.

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Felipão não se impressionou e afirmou que Neymar vem jogando bem nos últimos quatro anos. "A cada 20 partidas, ele faz uma ruim. Mas ele tem um talento extraordinário", disse o treinador que revelou a estratégia tática para o jogo de terça. Ele deixou Neymar mais solto, sem a responsabilidade de marcar, função reservada para os jogadores do meio. "Ele estava livre para fazer a diferença e foi o que fez", avaliou o treinador.

A vitória do Brasil foi construída de virada. Os portugueses abriram o placar com Raul Meirelles após falha bisonha do lateral Maicon. Com gols de Thiago Silva e do próprio atacante do Barcelona, o Brasil virou. Após boa jogada de Maxwell, com belo passe de Neymar novamente, Jô definiu a vitória.

O Brasil repetiu o feito da Copa das Confederações e deu show no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, vencendo a Austrália com um placar de 6x0. Além de empolgar a torcida, os jogadores também receberam a aprovação do técnico Luiz Felipe Scolari.

"O time foi muito bem no primeiro tempo e também no segundo. Não tivemos um ritmo de jogo de amistoso, mas de uma competição que vale pontos", disse ele. O empenho dos atletas também agradou. "Vi dedicação, jogando bem independentemente se era contra um time mais qualificado ou menos qualificado", disse.

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Com as lesões de Fred, Daniel Alves e Hulk - os três cortados dos amistosos -, além de Oscar - que se acidentou durante o treino, mas permanece com a seleção - outros jogadores tiveram vez. Na avaliação do técnico, todos corresponderam às expectativas. "Gostei dos que entraram e dos que saíram jogando. Tomara que eu tenha 30, 35, 40 opções de jogadores para compor a equipe de 23 que vai para a Copa".

Ramires foi bastante elogiado. "Ele tem qualidade para jogar em duas ou três posições e foi muito útil no jogo de hoje. Ramires chega rápido e é ágil. Quanto mais versatilidade, melhor para mim, porque posso até mudar o esquema de jogo sem trocar os jogadores. O Ramires tem esse estilo", explicou.

Bernard também foi bem aos olhos de Felipão. "Ele foi bem. A consciência tática que ele possui é importante", avaliou o técnico, que também gostou do trio Maicon, Ramires e Bernard. "Eles fizeram o que todo técnico gosta, atuando em triângulos, trabalhando a bola, para poder fazer inversão ou dar sequência à jogada".

Durante o jogo, Marcelo sofreu uma lesão e foi substituído, sendo dúvida para o jogo contra Portugal, na terça-feira (10). Felipão não confirmou o corte. Ele disse apenas que ele "será avaliado e a equipe técnica decidirá se ele viajará ou não".

Sobre as inúmeras lesões, Felipão minimizou as ocorrências. "Isso acontece. Pode ser que a gente convoque para a Copa e quando chegue na hora da apresentação alguém esteja lesionado. Temos é que ter outras opções de substituições", finalizou.

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No segundo treino da seleção brasileira em Brasília, o técnico Luiz Felipe Scolari já deu pistas de como será o time titular para o jogo contra a Austrália. O amistoso acontece no próximo sábado (7), no Estádio Mané Garrincha.

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No Centro de Capacitação Física do Corpo de Bombeiros, Felipão manteve a base da equipe que conquistou a Copa das Confederações: Julio Cesar, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Luiz Gustavo, Paulinho e Oscar; e Neymar no ataque. Como novidades, o lateral-direito Maicon e os atacantes Bernard e Jô.

De certa forma, essas três substituições já eram esperadas após os cortes de Daniel Alves, Hulk e Fred, lesionados. Maicon já era substituto na lateral, assim como Jô no ataque. A maior dúvida era quem seria o escalado para o lugar de Hulk. Bernard parece ser a aposta.

No treino desta quarta-feira (4), Felipão também fez treinos com bola parada, inclusive simulando pênaltis. A seleção terá mais dois treinos até sexta-feira (6).

A seleção brasileira foi convocada nesta terça-feira para o amistoso contra a Suíça, no próximo dia 14 de agosto, às 15h45 (horário de Brasília), no Estádio Jakob Park, em Basel. Nesta primeira lista após a Copa das Confederações ficou clara a intenção de manter a base campeã da competição, já que 19 dos 20 convocados estavam no torneio disputado no Brasil, em junho.

"Normal que nessa primeira convocação houvesse a manutenção da base da Copa das Confederações. Não temos mudanças tão grandes assim", declarou o técnico Luiz Felipe Scolari ao site da CBF. "Os atletas vão jogar. Quem não estava jogando vai trabalhar de alguma forma, e vamos poder observar."

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Daquele grupo de 23 jogadores que defenderam o Brasil na Copa das Confederações, Felipão acabou deixando de fora desta lista reduzida de 20 nomes apenas o goleiro Diego Cavalieri, do Fluminense, o zagueiro Réver, do Atlético-MG, o meia Jadson, do São Paulo, e o lateral-esquerdo Filipe Luís, do Atlético de Madrid. Na vaga deste último entrou Maxwell, do Paris Saint-Germain.

"A única novidade é o Maxwell, que joga hoje no PSG da França, já passou pelo Barcelona, pela Inter (de Milão). Já foi campeão da Liga dos Campeões, nacional. Tem uma experiência muito grande e eu acho que vale a pena fazer mais uma experiência na lateral esquerda. Nós temos o Marcelo, que está muito bem, o Filipe, que foi bem quando chamado, mas é importante abrir o leque para definir com tranquilidade", disse o coordenador Carlos Alberto Parreira.

Para Parreira, a manutenção da base é fundamental para que a seleção não perca a "arrancada" que teve na Copa das Confederações, quando chegou desacreditada, mas conquistou o título com boas atuações. O coordenador, no entanto, lembrou que para o torneio Felipão pôde contar com os jogadores por quase um mês, enquanto diante da Suíça os atletas devem chegar em condições físicas longe das ideais.

"É muito importante não perder a arrancada que tivemos. Evidente que as situações são diferentes, para a Copa das Confederações fizemos preparação, ficamos com os jogadores praticamente por 30 dias. Agora, boa parte deles ainda não atuou depois do torneio, não estão na mesma forma física e técnica. Mas a ideia é manter a base mesmo", comentou Parreira.

O técnico Luiz Felipe Scolari afirmou nesta quarta-feira que o atacante Neymar, principal destaque da seleção brasileira na conquista do título da Copa das Confederações, merece e deverá estar entre os três jogadores finalistas do próximo Prêmio Bola de Ouro da Fifa, que consagra o melhor jogador do mundo do ano.

"Não sei se vai ser o melhor desse ano, mas Neymar com certeza estará entre o Messi, o Cristiano Ronaldo no prêmio da Fifa", afirmou Felipão, em entrevista à TV Estadão, elogiando o atacante, que foi eleito o melhor jogador da Copa das Confederações e também já foi premiado pela Fifa anteriormente ao receber o Prêmio Puskas, pelo gol mais bonito do futebol mundial de 2011.

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O técnico da seleção brasileira acredita que Neymar vai brilhar ainda mais a partir da temporada 2013/2014 do futebol europeu no Barcelona, o seu novo clube. "Ele é craque, ele é espetacular. Ele vai jogar com o Messi e vai fazer coisas sensacionais", previu. "Vocês viram o gol que ele fez ontem", completou o treinador, em referência ao gol marcado quase do meio-de-campo marcado em jogo festivo no Peru.

O sucesso de Neymar, com a sua consagração pela seleção na Copa das Confederações, elevou o seu status e o transformou definitivamente em um astro mundial, além de confirmá-lo como principal jogador brasileiro em atividade. Esse êxito do craque e o bom momento da seleção podem diminuir o clamor por Ronaldinho Gaúcho, que não foi chamado para o torneio.

O treinador reiterou o discurso de que as portas estão abertas para todos os jogadores, mas avisou que pedidos da torcida não influenciam no seu trabalho. "O pedido popular, se eu sair na esquina, vai ter um pedido diferente. Eu ouço, mas preciso ver o que é bom para o meu time. O presidente (da CBF, José Maria Marin) me colocou como técnico e eu que tenho que escolher. Tenho lá o Murtosa (seu auxiliar), o Parreira (coordenador técnico), e a gente discute", disse.

"Não tenho um grupo fechado, não. Eu, Murtosa e Parreira vamos analisar muitos jogos, porque sempre surge alguém. Lá fora nós temos cinco ou seis nomes bem interessantes... A gente vai observar, e vai tentar convocar para um ou outro amistoso para testar. Todo mundo tem oportunidade, mas depende de como se comportarem no clubes e nos jogos em que atuarem", completou.

Essa convicção levou o técnico a apostar na escalação de Hulk durante toda a Copa das Confederações, mesmo que o jogador do Zenit tenha sido o nome mais questionado pelo torcedor entre os titulares. "É que taticamente ele é muito importante. Ele faz um trabalho onde ele deixa o lateral avançar sem problemas, ele fecha o meio muito bem, com muita força", disse.

Ao relembrar a vitoriosa campanha na Copa das Confederações, Felipão avaliou que o tempo para treinar foi fundamental para que o Brasil conseguir marcar sob pressão os adversários, o que rendeu vários gols nos minutos iniciais das partidas.

"Nos amistosos a gente se reunia na segunda, treinava na terça, não tinha muito o que fazer. Agora tivemos 20 dias pra treinar, surgiram algumas coisas. E a gente via que após o hino, após a vibração da torcida, os jogadores queriam ir para cima e amassar os adversário", comentou.

Felipão também revelou que a partida com o México, vencida por 2 a 0, foi a que mais lhe causou preocupação na Copa das Confederações, superando até mesmo o duelo das semifinais com o Uruguai e a decisão com a Espanha.

"Naquele jogo com o México fiquei um pouco apreensivo por uma série de fatores, mas jogamos razoavelmente bem. Mas nos outros jogos eu estava muito mais tranquilo do que imaginava - mesmo contra o Uruguai, que foi o jogo mais difícil, mais encrencado, mais duro. E com a Espanha eu não tinha preocupação alguma. Eles poderiam ter ganhado, mas do jeito que estavam motivados, não me preocupou", afirmou.

Ele nega que tenha mudado seu comportamento nas entrevistas e com o seu relacionamento com a imprensa. Mas o Felipão visto nesta Copa das Confederações é menos sisudo e mais irreverente em comparação ao treinador que comandava o Palmeiras no ano passado por exemplo.

Desde o início da preparação da Seleção Brasileira para a competição disputada no país, Luiz Felipe Scolari está sorrindo, fazendo piadas e respondendo perguntas de forma tranqüila. Nos momentos de intervalo nas concentrações, o técnico brasileiro tem tido divertidas conversas informais com os jornalistas. Até um leve tropeço antes de entrar para entrevista coletiva é contornado com um leve sorriso.

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Esse lado bem humorado, Scolari jura que sempre teve e que age da mesma forma em momentos particulares com os jogadores e com a comissão técnica. “Eu nunca fui diferente, sempre fui assim. Tenho outros tipos de atitude que muitas vezes as pessoas não sabem. Às vezes quero mandar vocês (imprensa) para o inferno, mas eles ficam me podando”, falou Scolari dando os créditos para seu temperamento mais calmo para a comissão técnica da seleção.

SALVADOR - O Uruguai ainda não confirmou a sua classificação para a próxima fase da Copa das Confederações. A Celeste tem grandes chances de se classificar, bastando vencer, por um razoável número de gols, a seleção do Taiti, na Arena Pernambuco, neste domingo (23).  Mesmo assim o time uruguaio preocupa o técnico Luiz Felipe Scolari, após receber um relatório do treinador das seleções de base do Brasil, Alexandre Gallo.

Segundo Felipão, a avaliação do ex-técnico do Náutico mostra que o time comandado por Oscar Tabárez é mais arrumado e que pode representar um maior perigo à seleção brasileira. “Não vi os jogos das outras equipes, mas o Gallo apresentou os dados mostrando que o Uruguai está muito bem armado”, explicou o Scolari.

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A equipe uruguaia ocupa a terceira colocação do grupo B. Na estreia o time perdeu para a Espanha por 2x1 e venceu a segunda partida para a Nigéria aplicando o mesmo placar. 

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