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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, se manteve estável durante a segunda noite internado após as cirurgias de artroplastia total de quadril à direita e de blefaroplastia, realizadas na última sexta-feira (29), no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília (DF). De acordo com boletim médico divulgado às 10h deste domingo (1º/10), Lula caminhou, subiu e desceu escadas, com assistência fisioterapêutica.

O comunicado diz, ainda, que as equipes médicas do Prof. Dr. Roberto Kalil Filho, da Dra. Ana Helena Germoglio e do Prof Dr. Giancarlo Cavalli Polesello, responsáveis pelo cuidado do presidente, avaliam a possibilidade de alta ainda para este domingo. Inicialmente, as previsões davam conta de que Lula se manteria em observação hospitalar até a próxima terça-feira (03/10).

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Confira a íntegra do boletim médico:

"O paciente Luiz Inácio Lula da Silva, submetido em 29/9 a cirurgia de artroplastia total de quadril à direita e também a blefaroplastia, passou a noite estável e segue em recuperação. Caminhou, subiu e desceu escadas, com assistência fisioterapêutica. As equipes médicas do Prof. Dr. Roberto Kalil Filho, da Dra. Ana Helena Germoglio e Prof Dr. Giancarlo Cavalli Polesello, responsáveis pelo seu cuidado, avaliam a possibilidade de alta ainda para o dia de hoje."


Dr. Rafael Gadia - Superintendente de Governança Clínica
Dr. Mauro Suzuki - Diretor Clínico"

Preta Gil foi diagnosticada com câncer no intestino em janeiro de 2023. Desde então, a cantora vem atualizando os fãs e seguidores de sua saúde e tratamento.

Na tarde do dia 30 de setembro, ela posou sorridente e usando biquíni. A foto surpreendeu, já que foi a primeira vez que a cantora exibiu o corpo desde que passou pela cirurgia de retirada do tumor.

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Assim como já relatou em suas redes sociais, Preta irá usar bolsa de colostomia enquanto seu organismo se recupera do procedimento.

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A deputada e presidenta do PT Gleisi Hoffmann foi submetida, na manhã deste sábado (3), a um procedimento cirúrgico de revascularização do miocárdio. De acordo com o boletim médico, emitido pelo Hospital DF Star, a cirugia foi bem-sucedida. De acordo com a nota à imprensa, foram realizados dois enxertos de artéria mamária para restaurar a circulação sanguínea. 

"O Hospital DF Star informa que a deputada e presidente do Partido dos Trabalhadores Gleisi Hoffmann, submeteu-se, na manhã de hoje, a um procedimento cirúrgico de revascularização do miocárdio, com realização de dois enxertos de artéria mamária para restaurar a circulação sanguínea adequada ao coração. O precedimento transcorreu com sucesso, sem quaisquer intercorrência ou complicações", diz trecho do boletim. 

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Ainda segundo o documento, Hoffmann foi conduzida à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para acompanhamento médico especializado. "A equipe médica segurá monitorando o estado de saúde da Deputada, que até o presente momento, apresenta sinais vitais estáveis, indicativos de recuperação progressiva". 

Confira a nota completa:

Lindbergh Farias agradece o apoio

Através das redes sociais, o deputado e namorado de Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias (PT), confirmou o sucesso da cirurgia. Por meio de um vídeo, o parlamentar agradeceu o apoio "da militância do PT, a todo mundo que estava preocupado, as orações", disse. 

Na publicação, ele ressaltou que "foi muito importante ter descoberto. Foi um exame de rotina e se descobriu essa obstrução coronária, que poderia levar ela a um infarto. Então, a gente agiu na hora", frisou. Lindbergh Farias também aproveitou para agradecer a esquipe médica. 

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A presidente do Partido dos Trabalhadores, deputada Gleisi Hoffmann (PR), passará por um procedimento cirúrgico no coração. Gleisi foi internada nesta quinta-feira, 28, no Hospital DF Star, em Brasília, para fazer exames de rotina, que revelaram uma obstrução coronária. No X (antigo Twitter), a deputada federal afirmou nesta sexta-feira, 29, que está "bem e sendo cuidada".

"Nesse momento, quero agradecer todo o carinho que tenho recebido da militância, companheiros e companheiras que querem notícias, e vamos repassar, e que estão torcendo por mim. Forte abraço", afirmou a parlamentar.

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As artérias coronárias são os vasos sanguíneos responsáveis por levar oxigênio e nutrientes do coração para todo o corpo. A obstrução dessas artérias ocorrem quando placas de gordura ou coágulos impedem que essa circulação ocorra normalmente. Caso não seja tratada, a anormalidade pode levar a infartos e lesões irreversíveis.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, chegou, por volta das 8 horas desta sexta-feira (29), ao hospital Sírio Libanês, em Brasília, para ser internado e realizar cirurgia no quadril. O procedimento é chamado de artroplastia total de quadril e será feito do lado direito. A previsão é de duração de 2 horas a 3 horas. Lula também vai fazer exames antes do procedimento.

A cirurgia é para eliminar dores que o presidente sente no quadril desde agosto do ano passado. Será instalada uma prótese no lugar das partes lesionadas do quadril.

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Cerca de quatro pessoas vão operar o presidente, além de dois médicos que o acompanharão, que são o médico pessoal de Lula, Roberto Kalil Filho, e a médica da Presidência da República, Ana Helena Germóglio. Ele tem direito a um acompanhante na UTI. A primeira-dama, Janja da Silva, acompanha o presidente.

O petista deve ficar, no mínimo, um dia na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e a expectativa é de que ele deixe o hospital na terça-feira, dia 3 de outubro. A ideia do presidente é não deixar de trabalhar durante a recuperação e despachar com ministros no Palácio da Alvorada, residência oficial, por cerca de três semanas. Não haverá passagem de cargo para o vice-presidente Geraldo Alckmin enquanto o petista se recupera.

Por volta das 17 horas, Kalil Filho e Germóglio, além do ortopedista responsável pela operação - que ainda não teve o nome divulgado - darão entrevista a jornalistas sobre o procedimento.

Lula deve ser submetido à anestesia geral e o procedimento cirúrgico deve durar cerca de duas horas. Em entrevista ao Broadcast Político (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), o ortopedista Leandro Ejnisman, especialista em quadril do hospital Albert Einstein em São Paulo disse que pode ser retirado um pedaço com cerca de 5 cm a 6 cm de diâmetro do fêmur para colocar uma prótese no lugar.

Ejnisman disse que se trata de um procedimento "complexo, mas seguro". Segundo o médico, a operação deverá deixar o quadril do petista 100% curado. "Mais de 98% dos pacientes têm bom resultado e ficam felizes com a operação", disse o médico.

A expectativa do governo é que o chefe do Executivo retome as viagens internacionais no final de novembro, quando deve embarcar a Dubai, nos Emirados Árabes, para participar da COP-28. Até lá, deve permanecer em Brasília.

O coração é um dos símbolos da nossa existência. Ele é responsável por impulsionar a vida através das nossas veias e artérias, bombeando sangue para as diferentes partes do corpo, o que é fundamental para que os nutrientes e oxigênio cheguem em todas as células, gerando vida. Na maioria das vezes, descuidos com a saúde geral podem levar a problemas cardíacos. Outras vezes, o mau funcionamento do coração vem como sequela de outras doenças, como foi o caso de Rita que, na 27º semana de gestação, descobriu que poderia precisar realizar um parto prematuro para salvar a sua vida e da sua filhinha devido a um problema no coração.

Desde o início da gestação, Rita de Araújo Ferreira, 30 anos, fazia acompanhamento com a equipe de pré-natal do Hospital Vasco Lucena, da Hapvida NotreDame Intermédica. Durante a 27º semana de gravidez, ela sentiu um forte cansaço, teve uma tosse prolongada e vômitos constantes, o que ligou o sinal de alerta e a fez procurar a urgência do Hospital Vasco Lucena. Após exames e estudos médicos, foi diagnosticado que ela estava com estenose mitral grave, um estreitamento da abertura da valva mitral que aumenta a resistência ao fluxo sanguíneo no coração e pode levar à morte.

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“A estenose mitral grave aumenta a pressão no átrio esquerdo e nas veias pulmonares levando a  insuficiência cardíaca com o acúmulo de líquido nos pulmões, o que foi o caso de Rita. Geralmente, a doença é resultante do processo inflamatório decorrente da doença reumática e muitas mulheres costumam ser assintomáticas até engravidarem. Os sinais iniciais estão ligados à insuficiência cardíaca, como dificuldade de respirar após esforço físico ou durante o sono, fadiga e aceleração do coração”, explica o diretor médico do Hospital Ilha do Leite, Marcus Melo, da Hapvida NotreDame Intermédica.

A paciente foi submetida a uma cirurgia cardíaca rara em mulheres grávidas,  uma valvuloplastia mitral, o que corresponde a dilatação do orifício da válvula que estava estreitada, utilizando o método de cateterismo, feita  por uma equipe de quatro médicos da Hapvida NotreDame Intermédica formada por um médico hemodinamicista, um intensivista, um cirurgião cardíaco e um ecocardiografista. A cirurgia teve um resultado muito exitoso e os sintomas que Rita sentia desapareceram. 

Graças ao procedimento, foi possível sustentar a gravidez até 39 semanas quando a paciente foi submetida a uma cesárea, assistida pela equipe médica do hospital Ilha do Leite, também da Hapvida NotreDame Intermédica. A filha de Rita nasceu uma bebê saudável com 46 cm e 3 kg 565g e foi chamada Eduarda Vitória. “O nome dela iria ser somente Eduarda, mas depois de tudo que passamos, decidimos colocar Eduarda Vitória para sempre lembrar que fomos vitoriosos”, afirma a paciente.

“O que nós vivemos foi um milagre e sou muito grata a Deus por realizar isso em nossas vidas através dos médicos que realizaram o procedimento. Se não fosse essa cirurgia, eu não sei se estaríamos aqui. Já fiz os exames pós cirúrgicos e está tudo certo. Sou muito grata por toda a assistência que eu e minha família recebemos do hospital. Apesar de estar em uma situação bem delicada, a equipe médica sempre buscava nos passar tranquilidade e fizeram tudo o que foi possível para que saíssemos bem dessa situação, e conseguiram”, enfatiza a paciente Rita de Araújo Ferreira.

Sobre a Hapvida NotreDame Intermédica   

A fusão entre a Hapvida e a NotreDame Intermédica, em fevereiro de 2022, levou à criação da maior empresa de saúde e odontologia da América Latina. Com 77 anos de experiência a partir das aquisições durante sua história no país, a companhia possui mais de 68 mil colaboradores, atende cerca de 16,1 milhões de beneficiários de saúde e odontologia e têm à disposição a maior rede própria de atendimento com um sistema integrado que conecta as unidades das cinco regiões do país.

Todo o aparato foi construído a partir de uma visão abrangente e integrada, voltada ao cuidado da saúde por meio de 85 hospitais, 77 prontos atendimentos, 331 clínicas médicas e 271 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial, além de unidades especificamente voltadas ao cuidado preventivo e crônico. Desta combinação de negócios, apoiada em qualidade médica e inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.

*Da assessoria 

A artroplastia de quadril, procedimento cirúrgico a que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva será submetido nesta sexta-feira (29), tem índices altos de satisfação e baixa taxa de complicações. A cirurgia consiste na remoção da ponta do fêmur do paciente e na inserção de duas próteses, uma na cabeça do osso e outra, em formato de taça, no ponto em que ele se encaixa na bacia.

Segundo médicos ouvidos pelo Estadão, após a operação, muitos pacientes até se questionam por que não fizeram a cirurgia antes. Só no Sistema Único de Saúde são realizadas, em média, 20 mil cirurgias desse tipo por ano. Como o procedimento é complexo, existem riscos, mas a taxa de mortalidade é baixa. Para evitar efeitos adversos após a operação, o paciente precisa seguir uma série de cuidados.

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Reconstrução

De acordo com os médicos, o quadril é uma articulação - local de união de dois ossos. O encontro em questão é entre a cabeça do fêmur - o osso mais longo do corpo, na coxa - e a bacia, em área chamada acetábulo, que conecta a coluna vertebral aos membros inferiores.

A cirurgia de Lula tem como objetivo reconstruir o encontro dos ossos, que foi desgastado pela artrose - condição que, cientificamente, é denominada osteoartrite. "Algumas pesquisas chegam a falar que 5% da população mundial convive com algum grau de artrose em alguma articulação", disse Leandro Ejnisman, ortopedista especializado em quadril do Hospital Israelita Albert Einstein.

Incisão

A operação começa com uma incisão de 10 a 15 centímetros na perna, que pode ser na região anterior (pela frente), lateral ou posterior (na parte de trás). A posterior é a abordagem mais usada no Brasil, mas a decisão tem mais a ver com a preferência do cirurgião. Depois, são feitos o corte do fêmur, a raspagem do acetábulo e a inserção das próteses.

Em média, o paciente fica três dias internado após a cirurgia e o ideal é que volte logo a caminhar. Alguns começam a fisioterapia no mesmo dia da operação, mas é mais frequente que os primeiros passos, com muleta ou andador, ocorram no dia seguinte.

Na terça-feira (26), Lula afirmou que só se mostrará em público após a recuperação. "Vocês não vão me ver de andador, de muleta, vão me ver sempre bonito."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) não vai assumir a Presidência da República durante o período de recuperação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por uma cirurgia no quadril nesta sexta-feira, 29. De acordo com Lula, ele trabalhará "normalmente" na capital federal.

"Só vou viajar agora dia 28 ou 29 de novembro, para os Emirados Árabes", disse Lula durante transmissão do programa "Conversa com o Presidente" - live semanal produzida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC). "Até lá, vou ficar aqui em Brasília, não vou poder pegar avião, mas vou trabalhar normalmente", disse.

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O procedimento, cuja necessidade foi apontada pela equipe médica do petista, para corrigir uma artrose na cabeça do fêmur será realizado no Hospital Sírio Libanês, em Brasília.

"Durante o processo da campanha, naquela cena que vocês me viam pulando no carro de som, vocês não sabem a dor que eu sentia. Mas eu pulava porque era preciso animar as pessoas. Se o candidato está lá, de cabeça baixa, ele não passa otimismo para a sociedade. Se eu operar agora, vão dizer que Lula está velho, ganhou a eleição e já está internado", disse Lula.

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços afirmou nesta quarta-feira, 27, que não há motivos para Lula da Silva se afastar de suas atribuições.

"Não há necessidade de o presidente se afastar do cargo porque vai ser um período curto, praticamente um final de semana, e depois ele despacha do Palácio do Alvorada", afirmou no encerramento do fórum "O futuro da saúde no Brasil", da farmacêutica EMS.

"Na minha opinião, ele deve continuar, não há necessidade de nenhum afastamento do cargo", reforçou.

Presidente vai despachar do Alvorada

A Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) diz que, após a cirurgia, nesta sexta-feira, há previsão de que Lula fique no hospital até a próxima terça-feira, 3 de outubro. Durante a recuperação, ele não vai despachar de seu gabinete no Palácio do Planalto. O presidente deve continuar atuando do Palácio da Alvorada, residência oficial, por até quatro semanas, diz a Secom.

A cirurgia pela qual o presidente passará na sexta-feira para eliminar as dores que sente no quadril será com anestesia geral. O procedimento é uma artroplastia total de quadril, no lado direito, pelo qual será instalada uma prótese no lugar das partes lesionadas.

O artigo 79 da Constituição prevê que o vice "substituirá o presidente, no caso de impedimento, e suceder-lhe-á, no de vaga, o vice-presidente."

Em caso de ausência do presidente eleito, o cargo é assumido, primeiramente, pelo vice-presidente. Caso o vice também esteja ausente, os substitutos possíveis são o presidente da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e do Supremo Tribunal Federal, respectivamente.

O presidente Lula (PT) prestigiou nesta quinta-feira (28) a cerimônia de posse do novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luis Roberto Barroso, que susbistui a ministra Rosa Weber em decorrência da aposentadoria dela.

Esta é a última agenda oficial do chefe do Executivo antes da cirurgia no quadril que o petista será submetido nesta sexta-feira (29), no Hospital Sírio Libanês de Brasília. Por orientação médica, o presidente fez uso de máscara facial durante a solenidade que conta com a presença de dezenas de autoridades no plenário do STF. 

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Internação e recuperação 

A expectativa é que no mesmo dia da cirurgia o presidente já consiga ficar de pé no mesmo dia. No entanto, ele deve permanecer internado no Sírio Libanês até a terça-feira (3). Para a recuperação, será necessário que o presidente não viaje durante pelo menos quatro semanas após a cirurgia. 

A senadora Mara Gabrilli (PSD) respondeu à fala equivocada do presidente Lula (PT) sobre o aspecto negativo das muletas para sua aparência. Nessa terça (26), a parlamentar e integrante do comitê de direitos das pessoas com deficiência da ONU apontou que a colocação foi "capacitista".

Ao comentar sobre o período de afastamento para se recuperar de uma cirurgia para aliviar as dores de uma artrose no quadril, Lula disse que vai evitar fotos com o andador.

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"Vocês não vão me ver de andador, muleta, vocês vão me ver sempre bonito, como se eu não tivesse sequer operado, mas vou ter que ter um pouco de cuidado", afirmou o presidente.

A declaração foi criticada por Gabrilli, que considerou partir de uma visão "distorcida" e destacou que os equipamentos para auxiliar a locomoção não enfeiam ninguém.

"Caminhar, seja com andador, muleta ou cadeira de rodas não enfeia ninguém, tampouco subtrai o potencial do ser humano. E ainda demonstra o quanto essa pessoa deve lutar para conseguir exercer cidadania", rebateu a senadora. 

O atacante Jonathan Calleri pode adiar a cirurgia que precisa fazer no tornozelo para ajudar o São Paulo a se afastar da zona de rebaixamento no Campeonato Brasileiro. O atacante retorna de folga nesta terça-feira e irá conversar com os membros da comissão técnica para decidir se vai disputar a reta final da competição nacional.

Calleri revelou a necessidade de se submeter a uma cirurgia após o empate por 1 a 1 com o Flamengo, no domingo, que garantiu o título inédito da Copa do Brasil ao time tricolor. O centroavante argentino afirmou que vem jogando no sacrifício desde março, fazendo um tratamento mais conservador no local. Ele não deu mais detalhes sobre a lesão, mas, segundo o apurou o Estadão, trata-se de um problema na cartilagem do tornozelo.

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"Ninguém sabe, mas estou machucado faz seis, sete meses. Eu vou parar de jogar agora e vou operar porque estou muito machucado no tornozelo. Meu objetivo era ser campeão e acho que consegui. Dei a vida, mesmo machucado, desde março... Ninguém sabe, mas dei a vida por esse clube e agora mereço parar e me recuperar bem", declarou o atacante, logo após a final.

"Tenho uma lesão no tornozelo, faz tempo, não me recuperei bem. Com o tratamento conservador, deu para jogar até agora, mas está me atrapalhando demais. Eu já falei para todo mundo que se a gente fosse campeão, eu ia arrumar meu tornozelo. Depois de vencer a Copa do Brasil, eu vou operar."

Calleri se machucou em fevereiro, na derrota para o São Bernardo, ainda no Paulistão. Um exame constatou lesão nos ligamentos do tornozelo direito e o atacante precisou ficar cerca de um mês fora. Os médicos indicaram a realização de cirurgia à época, mas foi o tratamento conservador foi optado para não correr o risco de o atleta ficar ainda mais tempo longe dos gramados.

Em 42 partidas na temporada, Calleri marcou 12 gols e deu seis assistências. O argentino foi o responsável por marcar o gol da vitória por 1 a 0 sobre o Flamengo, no Maracanã, no primeiro confronto da final da Copa do Brasil. O resultado deu a vantagem do empate para a equipe tricolor no duelo no Morumbi.

O título da Copa do Brasil garantiu o São Paulo automaticamente na próxima edição da Copa Libertadores. Sem chances de alcançar a ponta do Brasileirão, o único objetivo do time na temporada passou a ser não cair para a segunda divisão. A equipe está na 14ª posição, com 28 pontos, a apenas três da zona da degola. Nesta quarta-feira, o São Paulo recebe o lanterna Coritiba, às 19h, no Morumbi, em partida atrasada da 22ª rodada do campeonato.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta terça-feira (26), que ficará em Brasília até o fim de novembro, quando viajará para participar da COP 28, nos Emirados Árabes, após a cirurgia que fará no quadril nesta sexta-feira (29). Apesar disso, Lula afirmou que trabalhará "normalmente" na capital federal, mas que não será visto utilizando andador.

"Só vou viajar agora dia 28 ou 29 de novembro, para os Emirados Árabes", declarou Lula durante transmissão semanal ao vivo nas redes sociais, a Conversa com o Presidente, nesta terça-feira. "Até lá, vou ficar aqui em Brasília, não vou poder pegar avião, mas vou trabalhar normalmente", disse.

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O chefe do Executivo contou que Ricardo Stuckert, fotógrafo da Presidência da República, disse que não quer fotografá-lo de andador. "Então, significa que vocês não vão me ver de andador, muleta, vocês vão me ver sempre bonito, como se eu não tivesse sequer operado, mas vou ter que ter um pouco de cuidado", ponderou.

Lula disse estar otimista com o procedimento, mas reforçou que o que o preocupa é a anestesia. "Tenho certeza que vou voltar bem", comentou.

O presidente contou ainda que está sentindo dor na "cabeça do fêmur", como costuma dizer, desde agosto de 2022, durante a campanha eleitoral. Ele disse que queria operar logo após a vitória nas eleições, mas pensou que poderiam surgir especulações em relação à sua saúde física: "Se eu operar agora", pensou na época, "vão dizer: 'Lula está velho, ganhou as eleições e já está internado'".

A cirurgia pela qual o presidente passará na sexta-feira para eliminar as dores que sente no quadril será com anestesia geral e demandará que o ele despache do Palácio da Alvorada por pelo menos três semanas.

O procedimento é uma artroplastia total de quadril, no lado direito, pelo qual será instalada uma prótese no lugar das partes lesionadas.

A cirurgia pela qual o presidente Luiz Inácio Lula da Silva passará na sexta-feira, 29, para eliminar as dores que sente no quadril será com anestesia geral e demandará que o petista despache do Palácio da Alvorada por pelo menos três semanas. As informações são da Secretaria de Comunicação do Palácio do Planalto.

O procedimento é uma artroplasia total de quadril, no lado direito. Será instalada uma prótese no lugar das partes lesionadas. Lula tem reclamado de dores na "cabeça do fêmur" há meses.

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Terminada a cirurgia, Roberto Kalil Filho, médico pessoal de Lula, Ana Helena Germóglio, médica da Presidência da República, e o ortopedista responsável pela operação - que ainda não teve o nome divulgado - darão entrevista a jornalistas sobre o procedimento.

Lula se internará na unidade de Brasília do Hospital Sírio-Libanês na manhã de sexta-feira, 29. Na véspera da internação, deverá comparecer à posse de Luis Roberto Barroso como presidente do Supremo Tribunal Federal.

O petista deve deixar o hospital na terça-feira, dia 3 de outubro. Não há previsão da instalação de um gabinete para o presidente despachar do local.

A agenda de viagens do presidente da República ficará parada de 4 a 6 semanas. A provável próxima viagem de Lula é para a Conferência do Clima, em Dubai, no fim de novembro. Em dezembro ele também deverá ir à Alemanha.

Lula começou a sentir o incômodo no lado direito do quadril em agosto do ano passado, ainda antes da eleição. O hoje presidente te 77 anos. De acordo com o Planalto, ele faz fisioterapia na perna desde 2012, quando se recuperou de um câncer de laringe.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira que, se depender dele, não ficará nem um dia afastado da Presidência por causa da cirurgia que fará na sexta-feira, 29. Ele afirmou, porém, ter medo de anestesia.

O petista declarou estar tranquilo para "ir sexta-feira ao hospital, internar, fazer a minha cirurgia, e quem sabe na segunda-feira já estar outra vez trabalhando".

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"Se depender de mim eu não fico nem um dia afastado", disse ele a jornalistas no Itamaraty depois de reuniões com o primeiro-ministro do Vietnã, Pham Minh Chính.

"Se depender de mim, na segunda-feira, para a surpresa do Stuckert (Ricardo Stuckert, fotógrafo da Presidência da República), eu estarei lá no Palácio do Planalto despachando ou no Alvorada", disse o presidente da República.

"É uma cirurgia que a ciência domina bem, não é nenhuma novidade. Obviamente é sempre cirurgia, é sempre anestesia. E, se vocês querem saber da verdade, o que eu tenho mesmo é medo de anestesia", declarou Lula.

"Mas os médicos dizem que a anestesia avançou muito, não é como no passado mais, é mais tranquilo", afirmou o presidente.

Lula fará uma cirurgia no quadril para tratar as dores que sente na "cabeça do fêmur", como costuma dizer. A operação será na unidade de Brasília do Hospital Sírio-libanês.

O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse, nesta segunda-feira (25), que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, foi orientado por seus médicos a usar máscara em reuniões e eventos. A ideia é evitar alguma contaminação que possa atrapalhar a cirurgia no quadril marcada para sexta-feira (29).

Lula apareceu de máscara no Ministério das Relações Exteriores, onde se encontra com o primeiro-ministro do Vietnã, Pham Minh Cính. Por isso Padilha foi questionado por jornalistas sobre o uso do objeto pelo presidente.

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"Orientação médica pré-cirurgia que o presidente, nos eventos públicos e nas reuniões maiores, esteja de máscara para evitar qualquer situação que possa atrapalhar a cirurgia ou mesmo atrasar a cirurgia", respondeu Padilha, que também é médico.

Ele falou no Palácio do Planalto.

"O presidente reforçou a orientação médica que durante essa semana ele fique concentrado em Brasília. Vai fazer a cirurgia na sexta-feira, já programada. A orientação médica é que ele possa se concentrar aqui", declarou o ministro das Relações Institucionais.

Lula teria compromissos em Minas Gerais e em São Paulo nesta semana para fazer os lançamentos regionais do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) nesses locais, mas cancelou. A cirurgia será para eliminar dores na "cabeça do fêmur", como diz o presidente, que o incomodam há meses.

A influenciadora e empresária Jojo Todynho, de 26 anos, está em uma nova fase de cuidados com sua saúde e tem compartilhado, nas redes sociais, o processo pós-operatório da sua cirurgia de redução de estômago, conhecida como bariátrica. No entanto, o processo de recuperação tem sido alvo de comentários desagradáveis por parte de internautas, que receberam uma resposta à altura em vídeo publicado neste domingo (24). 

Em uma foto publicada no sábado (23), na qual Todynho aparecia usando biquini, alguns comentários apontaram que a influencer não havia perdido peso e chegaram até a questionar se ela passou mesmo pela cirurgia. Apesar das opiniões sem tato, muitos amigos e fãs deixaram comentários positivos, tanto pela boa forma da apresentadora, como para reafirmar que a bariátrica não tem um efeito imediato como a da lipo, cirurgia que é um procedimento estético para redução de gordura. 

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"Vim falar sobre algo aqui que vem me incomodando há semanas e me incomodou muito ontem, sobre a foto que eu postei: o pior hábito do ser humano é a extrema ignorância. Se você tem dúvida de algo, se informe, procure um médico, pergunte. Eu nunca pedi opinião de ninguém sobre meu corpo, porque ele é meu e faço dele o que eu quiser. A bariátrica é um processo individual. Se deu certo ou não, iremos saber com o tempo. O que faz milagre é lipo e mudança de hábito, não bariátrica. Muita gente dando opinião que não foi pedida. 'Ah, mas você é uma pessoa pública'; continuo não pedindo opinião", declarou Jojo. 

Sempre confiante, Maronttini se mostra mais feliz após a cirurgia e diz estar animada para os próximos passos. Jojo realizou o procedimento em agosto, mas a preparação havia começado no início deste ano. Ela perdeu mais de 20 quilos para se tornar apta à cirurgia. 

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O governo federal cancelou os lançamentos do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em São Paulo e Minas Gerais, que estavam previstos para semana que vem. O adiamento se deu pelo fato de o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, querer permanecer seus últimos dias antes da cirurgia de quadril em Brasília. Não há nova data prevista para os lançamentos do PAC nos dois Estados.

Desde o lançamento oficial do programa em 11 de agosto, no Rio de Janeiro, o governo se comprometeu a promover o PAC em todos os Estados. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, é quem comanda as cerimônias.

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A cirurgia no quadril de Lula deverá ser feita na sexta-feira (29), na unidade de Brasília do hospital sírio-libanês.

A equipe médica será deslocada de São Paulo para a capital do País para o procedimento.

O presidente tem reclamado publicamente das dores "na cabeça do fêmur", como costuma dizer.

O evento de São Paulo previa a participação de ministros, além do governador do Estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e do deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP), que planeja concorrer à prefeitura da capital paulista.

Esse seria o primeiro palanque de pauta positiva para o governo federal que Lula e Tarcísio dividiriam. Anteriormente, Lula tinha dividido evento com o governador por conta das chuvas no litoral paulista, no início do ano.

Após todo o apelo, a Ponte Preta confirmou que arcará com a cirurgia do lateral Júnior Tavares, com um tumor na cabeça. O caso veio a público e causou comoção entre vários torcedores, até mesmo do rival Guarani, após o jogador dar entrada no Hospital da PUC, em Campinas, com um formigamento no braço.

A cirurgia do atleta, que deverá acontecer nos próximos dias, custará cerca de R$ 90 mil. A Ponte Preta entrou em contato com os familiares do jogador para entrar em um acordo sobre o tratamento do atleta.

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Fora das quatro linhas, torcedores de Ponte Preta e Guarani se juntaram e arrecadaram cerca de R$ 15 mil para contribuir com a cirurgia de Júnior Tavares. Como o clube alvinegro se colocou à disposição para pagar pelo tratamento, o valor será doado para uma instituição de tratamento de câncer infantil.

Júnior Tavares tem 27 anos e foi revelado pelo Grêmio. No time gaúcho fez poucas partidas no profissional e foi emprestado para o Joinville e, depois, para o São Paulo, onde apareceu no cenário nacional.

Pelo São Paulo, que mais tarde o contratou de forma definitiva, foram 75 partidas entre os anos de 2016 e 2019. Jogou ainda por Sampdoria, da Itália, e Portimonense, de Portugal, até voltar ao Brasil para defender o Sport. Depois foi jogar no arquirrival Náutico. Foram 54 jogos e três gols marcados.

Foi contratado pela Ponte Preta no início do ano, sendo uma peça importante na conquista da Série A-2 do Campeonato Paulista. Defendeu o time campineiro em 24 partidas. Ele está fora desde agosto, quando soube da doença.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passou o último fim de semana hospedado no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, junto com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). O ex-chefe do Executivo teve alta hospitalar na tarde da última sexta-feira (15), após apresentar uma "excelente recuperação e melhora clínica". Segundo o assessor de Bolsonaro, Fábio Wajngarten, o ex-presidente deve se manter na cidade até terça-feira (19), por orientação médica.

Bolsonaro ficou internado na unidade da zona sul de São Paulo, do Hospital Vila Nova Star, desde a última segunda (11), quando passou por dois procedimentos cirúrgicos: para tratar um quadro de refluxo e para melhorar a condição respiratória. Segundo Wajngarten, o ex-presidente se recupera "de forma satisfatória com evolução contínua" e segue com uma alimentação pastosa.

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Outra cirurgia que estava prevista no intestino foi descartada pela equipe médica, por causa do estado de saúde satisfatório de Bolsonaro.

A internação do ex-presidente ocorreu em meio às investigações sobre o esquema de venda ilegal de joias recebidas em missões oficias por integrantes do governo Bolsonaro. O caso segue para uma nova etapa com a homologação da delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens e braço direito do ex-presidente.

Como mostrou o Estadão, a delação de Cid preocupa cada vez mais o ex-presidente e sua família. Um interlocutor de Bolsonaro disse, sob reserva, que ninguém no PL tem dúvidas de que mais denúncias contundentes vão aparecer, e não somente relativas ao escândalo das joias. O depoimento do ex-ajudante de ordens pode, inclusive, fazer Bolsonaro ser expulso do Exército e deixar de ser capitão reformado.

Nesta sexta-feira, segundo uma reportagem da revista Veja, Cid teria dito à Polícia Federal (PF) que entregou parte do dinheiro proveniente do esquema ilegal de venda de joias nas mãos de Bolsonaro. A quantia teria sido depositada na conta do pai do tenente-coronel, o general da reserva Mauro Cesar Lourena Cid. O ex-presidente, então, teria recebido em mãos US$ 68 mil, que foi entregue de forma parcelada, com um repasse nos Estados Unidos e outro no Brasil.

As tentativas de vender as joias só foram paralisadas após o Estadão revelar, em março, que auxiliares de Bolsonaro tentaram entrar ilegalmente no Brasil com um kit composto por colar, anel, relógio e um par de brincos de diamantes entregues pelo governo saudita para o então presidente e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Em meio a essa e outras investigações, Bolsonaro tem mantido sua base fiel de apoiadores no mesmo patamar. Segundo pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (15), 25% dos brasileiros afirmam ser bolsonaristas raiz. Do outro lado do espectro político, 29% dos eleitores se definem como petistas convictos, o que enfatiza que a polarização política no Brasil ainda é uma realidade entre o eleitorado mesmo após quase um ano da eleição presidencial de 2018.

Desde que deixou a Presidência, há nove meses, Bolsonaro já foi intimado seis vezes para prestar depoimento à PF, teve o celular apreendido no âmbito das investigações sobre as fraudes nos cartões de vacinação e os sigilos fiscal e bancário quebrados no bojo da operação sobre a venda de joias recebidas durante viagens oficiais. Nesse mesmo período, também viu aliados próximos serem presos.

Às vésperas de uma cirurgia no quadril, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, mudou os hábitos de sua rotina fora do País. Nas últimas viagens ao exterior, Lula reduziu os deslocamentos, esquivou-se de compromissos externos indispensáveis e passou a receber visitantes em seu hotel.

O presidente reclamou de dores nas pernas e até os passos dele passaram a ser contados pela equipe de preparação da viagem, composta por diplomatas locais, equipe avançada e pelo cerimonial do Palácio do Planalto.

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Os cuidados passaram a ser tomados porque o presidente não reduziu o ritmo de viagens internacionais, o que deverá fazer somente depois da cirurgia no quadril, marcada para 29 de setembro.

Lula vai passar por uma artroplastia. Ele sofre com artrose na cabeça do fêmur, o que gera dores - o desgaste da cartilagem faz com que haja atrito direto entre ossos e inflamação local.

Na cirurgia, o presidente vai receber uma prótese de silicone. O presidente passou por ao menos duas infiltrações no quadril, procedimento operatório invasivo para redução de dores.

Havana

Lula viajou a Havana, Cuba, para uma reunião do G-77 com a China, que reúne países em desenvolvimento, além de uma conversa com o ditador cubano Miguel Díaz-Canel, com quem deve tratar da renegociação da dívida da ilha com o Brasil.

Em seguida, Lula seguiu para Nova York, para a Assembleia Geral das Nações Unidas, além de agendas de governo com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden.

O presidente adiou uma passagem pelo México, onde teria um prometido encontro formal com o aliado Andrés Manuel López Obrador, presidente do país.

Serão as últimas viagens de Lula antes da cirurgia. Logo após, Lula passará por tratamento fisioterápico e deverá evitar viagens ao exterior por cerca de dois meses.

Cuidados na Índia

A equipe do governo brasileiro adotou cuidados na passagem de Lula por Nova Délhi, encerrada na segunda-feira passada. Na chegada ao Bharat Mandapam, sede da cúpula de líderes, Lula foi caminhando por um tapete vermelho até o primeiro-ministro Narendra Modi, o anfitrião.

A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, o acompanhou no trajeto. Eles deram cerca de 120 passos.

A preparação dessa chegada ao G-20 e a visita, para um tributo, ao Raj Gath, onde estão as cinzas de Mahatma Gandhi, causaram preocupação na equipe diplomática, justamente por serem momentos em que Lula precisaria caminhar mais e até descer escadas.

No hotel Taj Palace, os diplomatas escolheram um quarto que o presidente pudesse acessar sem ter de subir as escadas do hall de entrada.

Desconforto levou a adaptar cerimônias em Angola

Durante viagem à África, Lula passou por momentos de desconforto e queixou-se de dores. Em Angola, no mês passado, cerimônias foram adaptadas para minimizar o desgaste.

Os primeiros compromissos de Lula foram no Palácio Presidencial, em Luanda, onde discursou três vezes. Lula passou parte das três cerimônias iniciais sentado, também depois de se deslocar perante a tropa das Forças Armadas e de visitar o mausoléu do ex-presidente António Agostinho Neto.

Segundo a Presidência de Angola, o cerimonial típico do país foi adaptado para as necessidades de Lula.

Ele e o presidente João Lourenço assistiram sentados à cerimônia de assinatura de atos entre ministros.

Se o protocolo padrão fosse mantido, os presidentes permaneceriam de pé e fariam um breve pronunciamento.

Em seguida, responderiam, cada um, a duas perguntas da imprensa brasileira e duas da imprensa angolana.

A fase dos questionamentos de jornalistas foi cortada da programação a pedido do governo brasileiro, segundo os angolanos, para reduzir o tempo que Lula permaneceria de pé.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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