Tópicos | Estado

As inscrições para o 2º Curso Estado de Jornalismo Econômico, parceria entre o Grupo Estado e a Fundação Getúlio Vargas (FGV-EESP), se encerram no próximo domingo (3). O programa é gratuito e se destina a jovens profissionais formados há dois anos (2010 e 2011) e a alunos de último semestre de todas as universidades de jornalismo do País. Os 25 candidatos aprovados terão atividades em período integral, de 2 de julho a 31 de agosto.

O conteúdo acadêmico, que será dado por professores da FGV, foi idealizado em conjunto com editores do Grupo Estado e inclui todos os tópicos necessários para que um jovem jornalista econômico ingresse com sucesso no mercado de trabalho. Constam do programa, válido como curso de extensão em macroeconomia e finanças pela FGV, disciplinas de política econômica, sistema financeiro nacional e internacional, mercado de capitais e avaliação de empresas, além de matemática financeira e estatística. A parte prática ficará a cargo de experientes jornalistas do Grupo Estado, que farão orientações em sala de aula e nas redações.

##RECOMENDA##

Além das atividades acadêmicas e práticas, os jovens profissionais terão palestras com alguns dos principais nomes da economia brasileira. Estão confirmadas as presenças do ex-presidente do Banco Central e atual presidente do conselho da J&F Participações, Henrique Meirelles, do diretor do Banco Itaú e ex-diretor de Política Econômica do Banco Central, Sergio Werlang, e de José Roberto Mendonça de Barros, ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda e sócio da MB Associados.

A inscrição é feita em conjunto com a primeira fase de seleção, realizada online no portal (www.estadao.com.br/talentos). Os candidatos precisam cadastrar o currículo para análise, escrever justificativa de interesse e eleger a notícia mais marcante do noticiário econômico no ano passado, explicando a escolha. Também serão submetidos a testes de português, inglês e conhecimentos econômicos.

Os que obtiverem a melhor classificação serão chamados para a segunda fase de seleção, com duração de um dia, na sede do Grupo Estado, em São Paulo. Pela manhã, passam por teste de conhecimentos gerais e escrevem uma reportagem econômica, a partir de material fornecido pelos selecionadores. Na sequência, são convidados para almoço e visitam as redações do Grupo Estado. Os candidatos com melhor desempenho nas atividades da manhã farão entrevista com profissionais do Grupo.

O nome dos selecionados será divulgado em 24 de junho - as matrículas serão feitas mediante apresentação de certificado de conclusão do curso de jornalismo ou de comprovante de matrícula no último semestre da faculdade.

As inscrições para o 2º Curso Estado de Jornalismo Econômico prosseguem até o próximo dia 3 de junho, no www.estadao.com.br/talentos. O programa é gratuito e tem certificado válido como extensão em Macroeconomia e Finanças pela Fundação Getúlio Vargas (FGV/EESP).

Os 25 selecionados para o curso, que vai de 2 de julho a 31 de agosto, terão aulas e palestras com nomes como o ex-presidente do Banco Central e atual presidente do conselho da J&F Participações, Henrique Meirelles, e o diretor do Banco Itaú e ex-diretor de política econômica do Banco Central, Sergio Werlang, entre outros da economia brasileira.

##RECOMENDA##

Os jovens jornalistas terão aulas teóricas com professores da FGV pela manhã e realizarão atividades nas redações do Grupo Estado à tarde. No momento da inscrição, os candidatos fazem também a primeira fase da seleção, com testes de conhecimentos econômicos, inglês e português. Para participar, é preciso estar cursando o último semestre de jornalismo ou ter se formado em 2010 e 2011.

Boa parte da capital paulista ficou em estado de atenção entre as 22h30 de ontem e a 0h30 de hoje, em razão da forte chuva que atingiu a cidade. No limite entre a zona oeste de São Paulo e a zona sul de Osasco, o temporal teve início às 22h20 e durou cerca de meia hora.

À 1h, o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) não registrava pontos de alagamentos intransitáveis em São Paulo. Ficaram em estado de atenção na capital as regiões central, sudeste, oeste e sul e as marginais do Pinheiros e do Tietê.

##RECOMENDA##

À 1h30, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), havia registro de dois pontos de alagamento em aberto: um na Avenida Magalhães de Castro (via lateral da Marginal do Pinheiros próximo à Ponte Eusébio Matoso), região de Pinheiros, zona oeste; outro na Avenida Professor Abraão de Moraes, sentido Diadema, junto à Avenida Bosque da Saúde, região da Saúde, zona sul.

Neste início de madrugada, a CET registrava semáforos apagados ou no amarelo piscante em pelo menos 18 vias da capital, entre elas as avenidas Rudge (centro-norte), Sapopemba (zona leste), Rio Pequeno (zona oeste), Guarapiranga (zona sul), Rio Branco (centro), Assis Ribeiro (zona leste) e Almirante Delamare (zona sul).

Previsão - Nesta sexta-feira, quando se comemora o "Dia Meteorológico Mundial", o sistema frontal passa pelo Estado de São Paulo e aumenta ainda mais as condições para chuvas fortes e generalizadas. As temperaturas não caem muito e devem ficar entre a mínima de 18ºC e máxima de 27ºC. No sábado, ainda chove na capital e Região Metropolitana, porém com menor intensidade. O tempo fica bastante fechado e com temperaturas amenas. A máxima não ultrapassa os 25ºC.

Obras - Obras no corredor de ônibus da pista sentido centro da Rua da Consolação causavam à 1h50 desta madrugada reflexo no trânsito da pista sentido Consolação da Avenida Paulista. A CET registrava 1,5 quilômetro de congestionamento desde a Alameda Joaquim Eugênio de Lima.

Desmoronamento - À 1h15, uma casa desmoronou na Rua Oito, uma travessa da Rua Antônio Benedito Palhares, em Cidade Ademar, zona sul da capital, no interior de uma favela. Três equipes dos bombeiros foram para o local, mas não houve vítimas, segundo a corporação. A Defesa Civil foi acionada para avaliar se há risco de desmoronamentos das casas ao redor.

Os moradores de municípios afetados pelas enchentes em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo e pela seca no Rio Grande do Sul podem sacar o Bolsa Família antecipadamente, de acordo com informações da Agência Brasil. A Caixa Econômica Federal antecipou para hoje o saque do benefício de janeiro nessas localidades.

O pagamento de fevereiro também foi antecipado para o dia 14 do próximo mês. A medida beneficiará os municípios que decretaram estado de emergência: 153 em Minas Gerais, 22 no Rio de Janeiro, 11 no Espírito Santo e 142 no Rio Grande do Sul.

##RECOMENDA##

A presidente Dilma Rousseff anunciou hoje que estuda ampliar a meta de construção de casas por meio do programa Minha Casa Minha vida. Durante cerimônia de assinatura de termo de compromisso de cooperação entre a Caixa e o governo de São Paulo, dentro do programa Minha Casa Minha Vida, Dilma afirmou que está analisando a possibilidade de ampliar em mais 400 mil unidades a meta de construção de moradias populares na segunda fase do programa Minha Casa Minha Vida, atualmente em 2 milhões de unidades.

Segundo a presidente, essa decisão sairá até junho deste ano e o objetivo é priorizar a população que ganha até 3 salários mínimos, com faixa de renda mensal de até R$ 1,6 mil. "Nós prometemos quando lançamos o programa Minha Casa Minha Vida 2, os 2 milhões de moradias, nós estamos considerando até junho aumentar esse número em mais 400 mil unidades. Isso significará 400 mil moradias para essa faixa de renda de até R$ 1,6 mil. Quando chegar junho nós faremos essa avaliação", afirmou.

##RECOMENDA##

Dilma disse que a faixa 1 do programa Minha Casa Minha Vida, que atende famílias com renda de até R$ 1,6 mil, já teve acesso a 326 mil casas do programa Minha Casa Minha Vida 1 e 157 mil unidades da segunda fase deste programa.

O estudo "Presença do Estado no Brasil: Federação, suas Unidades e Municipalidades", divulgado hoje pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mostra que os Estados da Região Norte têm os piores índices de estudantes que abandonaram a escola no ensino médio do País. Em todos eles mais de 60% dos jovens de 15 a 17 anos deixam a escola antes de completar esse nível de ensino. A pior situação se encontra em Rondônia, onde a taxa de evasão é de 68,4%. Por outro lado, o Distrito Federal apresenta a menor taxa, de 31,2%.

Os sete Estados do Norte ocupam as sete piores colocações no ranking de frequência escolar no ensino médio. Além de Rondônia, figuram na parte de baixo da tabela Acre (66,7% de evasão), Amazonas (65,6%), Roraima (63,9%), Pará (63,5%), Amapá (62,3%) e Tocantins (61,8%). Maranhão (60,4%) e Piauí (60,1%) completam a lista das unidades da federação cuja evasão escolar no ensino médio é superior a 60%.

De acordo com o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, a renda baixa é um dos elementos que contribui para a evasão escolar, mas ele diz que o problema econômico é insuficiente para explicar os níveis de abandono da escola no ensino médio. Pochmann cita que em São Paulo, o Estado mais rico da federação, a taxa de abandono é de 45,6%. "O problema da escola não é apenas de ordem econômica. A forma como a escola incorpora o aluno é outro elemento importante", afirmou.

O quadro do ensino fundamental não é muito diferente, com os Estados do Norte e do Nordeste dominando as dez últimas colocações. Nesse nível escolar, o Pará apresenta a pior situação, com uma taxa de abandono por crianças de 6 a 14 anos de 12,8%. Dentre as dez piores colocações aparece o Rio de Janeiro, com taxa de evasão de 10,8%. O Mato Grosso do Sul aparece, segundo o Ipea, como dono do menor índice de abandono no ensino fundamental - 5,6%. O estudo do Ipea utiliza dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2009 feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

CORPO DOCENTE - O documento do instituto chama atenção para a falta de qualificação dos professores das escolas públicas brasileiras. O número de docentes com formação superior não chega a 40% do total em Estados como Roraima, Maranhão e Bahia. Apenas em Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal essa proporção ultrapassa os 80%.

"No Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE), a qualificação do docente constitui um de seus pilares de sustentação, com a criação do piso salarial nacional para o professor e o estímulo e a ampliação do acesso dos educadores à universidade", afirma o estudo. No entanto, "os baixos salários pagos em média aos docentes da educação pública têm dificultado a manutenção dos melhores profissionais nos quadros do magistério".

O resultado final da seleção publica simplificada para a contratação de médicos especializados em cuidados infantis de alta complexidade foi divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) nesta quarta-feira (16). Para visualizar a lista dos candidatos classificados, basta clicar AQUI.

Os médicos classificados irão atuar nos hospitais da rede estadual de saúde. A convocação deve ocorrer ainda neste mês de novembro. Os aprovados trabalharão em regime de plantão, sendo um plantão de 24 horas semanais ou dois plantões de 12 horas semanais.

Já o contrato terá uma duração de um ano, podendo ser prorrogado pelo mesmo período. O salário é de R$ 5.500 com a gratificação de plantão já incluída. Para mais informações, o SES está disponibilizando os telefones (81) 3184.0015 ou 3184.0017.

Em 1989, o debate na disputa presidencial entre Collor e Lula era: os que lutaram contra a Ditadura e os que foram favoráveis a ela. Esta era a discussão principal. Naquela eleição, ainda estava viva na memória política dos competidores que se diziam de esquerda a ditadura militar. O discurso era simples, diante das necessidades do Brasil: os que serviram à Ditadura não podem ser presidentes.

A eleição de FHC para a presidência da República, em 1994, enfraquece o debate entre os que serviram à Ditadura e os que lutaram contra ela. O enfraquecimento ocorreu em virtude de que FHC lutou contra a Ditadura.

Nesta época, outros debates também estavam presentes. O nacionalismo exacerbado, o qual condenava às privatizações, faziam parte da agenda da oposição. Outros temas da oposição eram: neoliberalismo, banqueiros, juros altos, aumento de salário para servidores públicos.

O PT, através de Lula, chega à presidência da República em 2002. E assume o poder com o compromisso de não contrariar os pilares da política econômica de FHC, os quais o partido tanto criticava. Lula publicizou a Carta aos Brasileiros. A Carta frisava de modo objetivo que o controle dos gastos públicos e a estabilidade da moeda seriam os objetivos do seu governo.

Lula, como qualquer outro governante que tivesse sido eleito, buscou construir uma ampla coalizão partidária. Nesta coalizão, os que serviram à Ditadura estavam presentes. Com isto, o debate em torno da Ditadura continuou a sofrer enfraquecimento.

Dilma, ao vencer a disputa presidencial em 2010, assumiu perante o eleitorado que o seu governo seria o da continuidade. Até o instante, algumas de suas ações contrariam tal promessa. Dilma trabalhou para a aprovação da Comissão da Verdade no Parlamento. A presidente sugere ao mercado que o crescimento econômico é prioridade, em detrimento da inflação. Dilma é defensora e mentora do capitalismo de estado, onde o BNDES é o principal sujeito.

Casos de corrupção existiram nos governos de FHC, Lula e Dilma (Este ainda não findou). Inclusive, o combate à corrupção era a bandeira principal do PT. Hoje não é mais, pois diversos dos seus atores contribuíram por desacreditar o PT no âmbito do combate à corrupção junto aos eleitores.

Ditadura, corrupção, inflação, controle dos gastos públicos e crescimento econômico. O tema ditadura está em desuso. Suponho que os eleitores não estão mais preocupados com tal temática. Corrupção é tema relevante. Mas os eleitores não acreditam que qualquer partido ou ator político possa enfrentá-la. Inflação, controle dos gastos públicos e crescimento econômico são temas atuais e precisam continuar a ser debatidos.

Porém, os atores políticos precisam incorporar na agenda pública brasileira novos temas, especificamente um: eficiência da gestão pública. O que precisa ser feito para o estado brasileiro ser eficiente? Os candidatos devem ter isto em mente e precisam ofertar esta discussão à opinião pública através de uma linguagem simples. Os candidatos ao Poder Executivo nas eleições de 2012 e 2014 que incorporarem esta temática de modo adequado adquirem condições para conquistarem o eleitorado.

O estado brasileiro nestes últimos 21 anos se transformou. Transformação lenta, mas que sugere o surgimento de um novo estado.  Ruptura com a ordem X, ainda não ocorreu. Embora ela possa surgir. Não sei quando!

O Plano Real, idealizado por FHC, permitiu a criação da Lei de Responsabilidade Fiscal. Esta Lei impõe normas aos gastos dos estados. Antes da Lei de Responsabilidade, gestores gastavam, e não se preocupavam com o déficit no orçamento. Considero a Lei de Responsabilidade Fiscal a principal inovação institucional ocorrida no estado brasileiro.

A Controladoria Geral da União surgiu. Ela atua no combate à corrupção dos agentes públicos. Além de fiscalizar outros desmandos do corpo de funcionários do estado. A Controladoria contribui para o aperfeiçoamento do estado brasileiro.

Apesar da Lei de Responsabilidade e da Controladoria, características patrimonialistas ainda estão presentes no estado brasileiro. Observando atentamente as práticas presentes no corpo estatal, a confusão entre o público e o privado ainda permanece. A ausência de metas e remuneração variável entre os funcionários públicos não são características das instituições do estado brasileiro.

Ultimamente, constato a explosão de concursos públicos. O ex-presidente Lula tinha o hábito de afirmar que o estado brasileiro é pequeno, frágil. Em razão disto, precisava de mais funcionários públicos. São diversas as prefeituras, em particular no Nordeste, que promovem concursos públicos. São ofertados considerável número de vagas. O raciocínio falso é: mais funcionários públicos, maior eficiência estatal.

Quando um funcionário público é contratado, a União passa a ser responsável eternamente por ele. No arranjo institucional brasileiro existe a estabilidade. Esta garante a eternidade do servidor público no estado, mesmo que ele não atenda satisfatoriamente as demandas da sociedade.

É proibido no estado brasileiro falar em gestão. Tenho a impressão de que esta palavra não é bem vinda junto a variados prefeitos, governadores e presidentes. Gestão, para alguns funcionários públicos e políticos, sugere neoliberalismo. E este representa a falência do estado. Sempre pergunto: será que o neoliberalismo existiu no Brasil? Considero que não!

Se o estado não atende as demandas de modo eficiente, clama-se por mais verbas. Por consequência, mais impostos. Em nenhum instante, clama-se por metas, fim da estabilidade de dadas categorias de servidores públicos, accountability (Prestação de contas) e remuneração variável.

O estado brasileiro precisa incorporar a palavra gestão em seu vocabulário e se transformar radicalmente.

Páginas

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando