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A primeira comunhão de 34 crianças em Bom Princípio (RS) provocou uma polêmica de dimensões estaduais durante a semana. Tudo porque o padre Pedro José Ritter pediu que Cássio Maldaner, de 13 anos e autista, fosse retirado da fila, o que revoltou seus parentes.

O pároco afirmou que quis evitar constrangimento, porque o adolescente poderia se aproximar do altar e se negar a receber a hóstia por não abrir a boca, como fez no ensaio. O padre alegou que nenhum fiel deve ser forçado a comungar, sugerindo que a família prepare o garoto por mais algum tempo.

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O sacerdote disse que, há alguns meses, explicou aos parentes de Cássio que em casos como o do adolescente a Igreja não vê necessidade de recepção dos sacramentos para a salvação. Muito devota, a família aceitou a sugestão de catequizar o rapaz em casa e prepará-lo para a missa solene. A mãe, Maria Maldaner, de 41 anos, treinou o garoto por um mês, mas, no ensaio, ele recusou a hóstia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Conhecido por dirigir bêbado e causar acidentes em São José do Rio Preto (SP), o padre Aparecido Donizeti Bianchi foi condenado a oito meses de prisão, desta vez por dirigir com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa e provocar um acidente em 7 de janeiro de 2010.

Bianchi desrespeitou o sinal de pare, e bateu no carro de um aposentado na região central da cidade. Na ocasião, ele já estava sem a CNH, suspensa em 2006 quando, parado numa blitz na contramão e bêbado, aproveitou a música alta do carro para dançar É o Tchan para os PMs, que o levaram preso. O juiz da 5ª Vara Criminal de Rio Preto, Caio Cesar Melluso, transformou a pena de oito meses de prisão em pagamento de multa de R$ 6 mil para uma entidade assistencial na cidade.

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O padre italiano Vito Miracapillo será recebido na tarde desta quarta-feira (4), pelo governador Eduardo Campos, um dia após seu retorno ao país como cidadão brasileiro. O encontro acontecerá no Palácio do Campo das Princesas, no bairro de Santo Antônio, área central do Recife, às 17h.

O padre, expulso do Brasil há 31 anos, foi recebido na noite desta teça-feira (3) por amigos, fiéis e admiradores, no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes - Gilberto Freyre. A calorosa recepção foi feita com o hino Vito, Vito, Vitória!. Ele permanecerá em solo brasileiro por 13 dias e tentará revalidar seu visto permanente no Brasil – direito reconquistado em novembro passado, com a autorização do Ministério da Justiça.

A expulsão de Vito Miracapillo aconteceu em 1980, depois dele se recusar a celebrar uma missa de Ação de Graças em homenagem a Pátria em Ribeirão,no interior de Pernambuco, na época da Ditadura Militar.

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu hoje o padre Evangelista Moisés Figueiredo, acusado de estupro e atentado violento ao pudor contra seis crianças, sendo cinco irmãos. O padre trabalhava havia 10 anos na Igreja São Francisco de Assis, na cidade-satélite de São Sebastião e frequentava a casa dos pais das crianças. De acordo com os menores - cinco meninas e um menino -, os abusos eram cometidos havia um ano.

No momento da prisão, Figueiredo estava na cama com uma mulher nua - a secretária da Igreja São Camilo, onde o padre também trabalhou durante 9 anos. Na casa foi encontrada uma cartucheira, calibre 36. O padre negou a acusação de estupro e do atentado violento ao pudor. Afirmou que a arma era de outra pessoa, mas não explicou as razões de ela estar na sua casa. Ele também será acusado por porte ilegal de armas.

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As investigações do caso começaram há três semanas, quando uma das mães foi à delegacia denunciar os abusos cometidos contra seus cinco filhos. O pai das crianças trabalha como caseiro numa propriedade próxima da igreja liderada por Figueiredo. A outra criança, uma menina, é filha de um pedreiro que também trabalha e mora na região. "Ele atraía os menores com a promessa de ajudar nos deveres de casa e de pagar R$ 20 reais. O dinheiro nunca foi recebido", afirmou o diretor geral da Polícia Civil do DF, Onofre Moraes.

As crianças afirmaram que os abusos eram cometidos na casa do padre e nas suas casas. "Ele fazia visitas com frequência. Almoçava, era amigo dos pais que também frequentavam a igreja." As crianças disseram ainda que eram ameaçadas pelo padre. "Segundo elas, ele dizia que os pais seriam demitidos. Além disso, ele sempre mostrava a arma que tinha em casa", disse a delegada Valéria Raquel Martirena, que acompanha o caso.

A versão das crianças são coerentes entre si. Elas relataram que o padre, antes do estupro, mostrava um vídeo pornográfico no celular. O telefone foi apreendido e as cenas descritas pelas crianças, reconhecida. O aparelho foi enviado para perícia. Também foi apreendido o computador de Figueiredo. A arma encontrada no momento da prisão confere com a descrição feita pelas crianças.

Ordenado padre em 1993, Figueiredo, de 49 anos, exibia uma atuação marcante na vida eclesiástica. Ele celebrou missas na ala psiquiátrica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de São Paulo, integrou a pastoral de saúde da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Em Brasília, antes de trabalhar na Paróquia de São Francisco de Assis, Figueiredo trabalhou na Igreja São Camilo, instalada numa área nobre de Brasília, Asa Sul. "Não há nenhuma acusação confirmada em outras paróquias. Mas investigações vão continuar", disse o diretor geral da Polícia Civil. Depois da prisão, o padre foi apresentado aos jornalistas. Descalço, com bermuda e camiseta e algemado, o padre não falou com jornalistas.

Figueiredo está com a prisão preventiva decretada. O inquérito deverá ser concluído em 10 dias. O Ministério Público terá até 10 dias para avaliar se as provas são suficientes para pedir uma ação na Justiça. Ontem, ele estava preso no Complexo da Polícia Civil mas, de acordo com a delegada, ele seria transferido em breve.

A Diocese de Brasília afirmou, por meio da assessoria de imprensa, que somente irá se manifestar quando os fatos forem esclarecidos. A assessoria de imprensa da CNBB informou que não está definido se o assunto será discutido pelo colegiado na próxima reunião ordinária. Isso somente será feito se houver pedido da diocese do Distrito Federal ou de algum integrante. Por enquanto, de acordo com a assessoria, não há nenhum movimento neste sentido.

A Justiça de Franca, no nordeste de São Paulo, condenou o padre José Afonso Dé, de 76 anos, a cumprir 60 anos e oito meses de prisão. A pena é em regime fechado, mas a defesa obteve um habeas corpus para que o religioso responda em liberdade enquanto aguarda o julgamento do recurso.

A decisão partiu da 2ª Vara Criminal e se refere a crimes cometidos ainda no ano passado quando Padre Dé, como era chamado pelos fiéis, dirigia a Paróquia São Vicente de Paulo, no Jardim Tropical. A condenação foi pelos crimes de estupro e atentado violento ao pudor.

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Como foi em primeira instância, a decisão ainda cabe recurso e pesou em favor do padre, para que continue livre, sua idade e o fato de até agora não oferecer risco de fuga. Durante o inquérito quatro adolescentes que atuavam ou que chegaram a atuar como coroinhas na igreja, na faixa entre 11 e 16 anos, contaram à polícia que foram molestados pelo religioso.

A decisão saiu há quatro meses, mas somente agora se tornou pública porque corre em segredo de Justiça. O padre chegou a depor na CPI da Pedofilia do Senado Federal, que enviou representantes a Franca.

O religioso está afastado desde o ano passado da igreja e também se nega a falar novamente sobre qualquer assunto que envolva as denúncias.

O padre Marco Túlio Simonini, de 51 anos, foi preso ontem à noite em Londrina, no norte do Paraná, sob acusação de molestar sexualmente uma menina de sete anos na piscina de um clube da cidade. A polícia precisou intervir para que o padre não fosse linchado por pessoas que frequentavam o local. A arquidiocese de Londrina informou que Simonini, ordenado em setembro de 2001, estava afastado do ministério sacerdotal desde o início do ano passado.

"Ele fez o pedido para se afastar de livre e espontânea vontade e há um processo canônico para isso", disse o reitor do Seminário Paulo VI, padre Rafael Solano, onde Simonini está morando temporariamente. Ele teria problemas de saúde e apresentado quadro de depressão.

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Solano afirmou que Simonini nunca foi acusado de qualquer fato semelhante ao que ocasionou sua prisão. "Ele não tem nenhum antecedente", afirmou. "Nós sentimos o que aconteceu e esperamos as providências da Justiça." Solano visitou Simonini ontem, mas disse que não perguntou sobre o ocorrido.

O porta-voz da Polícia Militar de Londrina, capitão Ricardo Eguedis, disse que a corporação foi acionada às 18h50. Quando os policiais chegaram ao clube, a pessoa acusada já tinha sido detida por seguranças, mas a revolta era grande. "Havia várias pessoas reunidas e tentavam uma agressão física", afirmou.

De acordo com as informações, o padre estava na piscina brincando com crianças, quando um segurança observou que ele estaria passando as mãos pelo corpo da menina.

Ele teria avisado os familiares da criança e o tumulto formou-se no local. Somente quando foi levado para a delegacia o padre teve a identidade revelada. O caso será acompanhado pela Delegacia da Mulher, mas a informação ontem era de que a delegada estava de folga e somente ela poderia falar sobre o inquérito que apura estupro de vulnerável, crime caracterizado por qualquer ato libidinoso contra menor de 14 anos, e que tem pena prevista de reclusão de oito a 15 anos. O advogado do padre não foi encontrado.

O corpo do padre Jerônimo Leopoldino Medeiros Neto, de 33 anos, foi encontrado hoje à tarde, com sinais de enforcamento no município de Santa Luzia, na Paraíba.

Ele fazia parte da paróquia de Santo Antônio, em Patos, e estava desaparecido desde o último dia 21. Um morador da cidade chamou a polícia após ver um corpo pendurado em uma árvore na zona rural de Santa Luzia. O padre estava com uma corda amarrada no pescoço.

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A polícia irá investigar o caso e chamar parentes e amigos do padre para prestar depoimento. O caso foi registrado na Delegacia de Santa Luzia.

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