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A Embrapa Amazônia Oriental, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), realiza de 6 a 9 de junho o curso “Cultura da bananeira: manejo e técnicas de produção”. Destinado a profissionais de assistência técnica e produtores rurais, o evento ocorre na sede da instituição e culmina, dia 9, com uma visita técnica em área de produtor no município de Santa Izabel do Pará.

O curso é uma demanda do Programa Pará Produtivo (Sedap), que visa estimular a formação de um novo polo de bananicultura nas mesorregiões metropolitana de Belém e nordeste paraense, impulsionando a produção com cultivos em bases técnicas como forma de garantir o abastecimento do mercado, além de emprego e renda na região. Segundo informações de Geraldo Tavares, gerente de fruticultura da Sedap, o Pará é atualmente o quinto maior produtor de banana do Brasil, com uma produção anual de cerca de 600 mil toneladas. Mesmo com essa produção, enfatiza Tavares, frutas como a banana alcançam índices de 90% de importação e no ano de 2016 o valor de comercialização desse fruto na Ceasa foi superior a R$ 80 milhões, recurso que foi para fora do Estado.

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O gerente de fruticultura da Sedap, Geraldo Tavares, abre a programação do curso falando sobre o panorama da bananicultura paraense. À tarde, o pesquisador da Embrapa Edilson Brasil conversa com os presentes sobre manejo do solo, nutrição e adubação da bananeira. No dia 7, o engenheiro agrônomo da Embrapa Antônio José Elias de Menezes apresenta o desempenho agronômico da BRS Pacoua, nova cultivar de bananeira lançada pela Embrapa especialmente para a região Norte do país. A programação continua com Oriel Lemos e Ilmarina Menezes, com os aspectos da produção de mudas in vitro e aclimatação de mudas em campo. O tema segue à tarde, com visita ao laboratório de biotecnologia da instituição.

No dia 8, a programação segue na Embrapa com a presença do pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura Aristóteles Pires de Matos. Pela manhã, Aristóteles abordará as boas práticas agrícolas na produção integrada de bananas e na sequência, doenças: identificação e estratégias de controle e controle Integrado. À tarde o evento trata da identificação, estratégias de controle e controle integrado de pragas.

Uma visita técnica à área do produtor Luís Vilas-Boas, no município de Santa Izabel do Pará, para observar em campo todo o conteúdo debatido durante o curso, encerra a programação. Na propriedade, o produtor cultiva a BRS Pacoua em consórcio com cacau e açaí.

Desenvolvida especialmente para o Pará, a Embrapa lançou no final de 2016 a BRS Pacoua, uma nova cultivar de bananeira que apresenta resistência as principais pragas que atingem a cultura na região. Segundo o engenheiro agrônomo da Embrapa Amazônia Oriental, Antônio de Menezes, essa nova cultivar é do tipo prata, a mais apreciada pelos paraenses, assim como a mais cultivada no Estado.

Ele lembra que a BRS vem atender a uma demanda dessa cadeia produtiva e destaca que a nova bananeira apresenta maior produtividade e, principalmente, resistência às principais doenças que atacam os bananais no Brasil, como a Sigatoka-amarela, além de ser medianamente resistente também à Sigatoka-negra. “Essas características garantem ao produtor e ao consumidor final, um fruto com menor incidência de agrotóxicos, ou seja, mais saudável, além de menor índice de despencamento, o que confere à banana maior tempo de prateleira e valor agregado”, explicou Menezes.

Por Kélem Cabral, da assessoria da Embrapa.

A Embrapa lança nesta quinta-feira (24), em Belém, uma nova cultivar de banana do tipo prata, uma das mais apreciadas no Norte do país. Desenvolvida especialmente para a região, a BRS Pacoua destaca-se por apresentar maior produtividade e resistência às principais doenças que atacam os bananais no Brasil, como a Sigatoka-negra e Sigatoka-amarela. O evento ocorrerá na sede na Embrapa Amazônia Oriental e será destinado a autoridades, imprensa, parceiros e setor produtivo. Constam na programação, a partir de 8h30, palestras sobre o desenvolvimento da cultivar e cenário na bananicultura no Pará, além da degustação do fruto in natura e de produtos feitos à base da banana no caminhão de processamento de frutos do Senai. No dia 25, todo o potencial produtivo do fruto será demonstrado no dia de campo, em área de lavoura no município de Santo Antônio do Tauá, das 8 às 12 horas.

O Pará é o quinto produtor de banana do Brasil, com uma produção anual de cerca de 600 mil toneladas, dividida em quase 60 mil hectares, mas ainda assim precisa importar 30% do fruto para abastecer o Estado. Na Região Metropolitana de Belém (RMB), o volume de importação pode chegar a três vezes mais, pois segundo dados da Ceasa (Pa), das cerca de 41 mil toneladas comercializadas em 2015, quase 90% foram provenientes de outros Estados.

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A BRS Pacoua, se cultivada com tecnologias e manejo adequados, pode produzir até 40 toneladas por hectare (t/ha) a partir do segundo ciclo, mais que o dobro da média nacional, que é de 14 (t/ha) (IBGE/2015). Essa produção tiraria o Pará da dependência externa do fruto e pode significar uma redução de até 30% do valor da fruta comercializada na RMB, conforme avaliou o pesquisador Urano de Carvalho, especialista em frutíferas da Embrapa Amazônia Oriental.

Outra vantagem do fruto sobre as atuais bananeiras cultivadas no Pará é a resistência à Sigatoka-negra e à Sigatoka-amarela, o que garante ao produtor e ao consumidor final um fruto com menor incidência de agrotóxicos, além de menor índice de despencamento, o que confere à banana maior tempo de prateleira.

Produzida majoritariamente pela agricultura familiar, a produção estadual está em cerca de 13 t/ha (IBGE/2015), um pouco abaixo da média nacional, e a baixa tecnologia empregada na produção se reflete em frutos de menor qualidade e, consequentemente, menor valor de mercado. A adoção da nova bananeira pela agricultura familiar paraense, além de produtos mais saudáveis, pode representar um complemento na fonte de renda, garantindo segurança alimentar e melhoria de qualidade de vida às famílias, conforme explicou o engenheiro agrônomo Antônio Menezes, analista da Embrapa Amazônia Oriental e um dos responsáveis pela condução dos experimentos com a BRS no Pará.

De acordo com Antônio Menezes, a banana é muito utilizada em consórcios, sejam em sistemas agroflorestais (SAFs) ou junto a plantações de açaí e cacau. “A banana produz em um ano e ajuda o agricultor conseguir um retorno rápido do investimento, pois o açaí leva em média quatro anos para produzir por exemplo. Além da renda com venda da banana, as folhas e restos do manejo do bananal servem de adubo e armazenamento de água para a plantação de açaí, reduzindo os custos de manejo”, explicou.

A BRS Pacoua é um híbrido de bananeira, produto do cruzamento iniciado pela Embrapa Mandioca e Fruticultura nos anos 90. A partir daí, foi implantada uma rede de ensaios nacionais de genótipos promissores, incluindo o estado do Pará, para onde a cultivar é recomendada — os experimentos no Norte do país foram conduzidos em parceria com equipe da Embrapa Amazônia Oriental (PA). Mostrou vantagens comparativas em relação às cultivares rotineiramente utilizadas pelos produtores paraenses, principalmente nas questões associadas com resistência a doenças.

A banana é o segundo fruto mais produzido no Pará, ficando atrás somente do açaí, mas em se tratando em consumo, assume a liderança. Essa predileção pelo fruto cria um mercado potencial à adesão da BRS Pacoua pelos produtores paraenses, em especial, na região do nordeste paraense, que possui grande dependência externa do produto. O agrônomo da Embrapa, Antônio Menezes, lembrou que entre anos de 1998 e 2000, o Pará foi o maior produtor de banana do Brasil, título perdido após a entrada das Sigatokas negra e amarela na região, e que com essa nova cultivar pode vir elevar novamente o Estado para o topo do ranking.

O evento de lançamento da BRS Pacoua é realizado em Embrapa Amazônia Oriental e Embrapa Mandioca e Fruticultura, com apoio da Amazônia Irrigação, Ideflor, Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa), Sistema Fiepa e Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap).

Por Kélem Cabral, da assessoria da Embrapa Amazônia Oriental.

 

 

 

Comercializada em feiras e supermercados da capital paraense, a banana apresentou uma nova alta de preço, no mês passado, segundo pesquisa divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese–PA). O preço da dúzia do produto fechou com alta acumulada neste primeiro trimestre de quase 11%, contra inflação de aproximadamente 3%.

De janeiro a março, a alta no preço da fruta foi superior à inflação calculada para o mesmo período. Em dezembro do ano passado, a dúzia da banana foi comercializada, em média, a R$ 6,38; em janeiro, mesma quantidade da fruta foi vendida a  R$ 6,20; em fevereiro, foi encontrada a R$ 6,80 e no mês passado custou R$ 7,05.

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Os levantamentos feitos pelo Dieese mostram que, no mês passado, a cesta básica do paraense custou cerca de R$ 413,87 e comprometeu quase metade do salário mínimo atual de R$ 880 dos trabalhadores. Em março, a maioria dos produtos básicos consumidos pelos paraenses, como a farinha de mandioca, o feijão e o tomate, apresentou crescimento de preço. Com destaque para a trajetória do preço da banana, o reajuste foi de 3,68%.

Por Ana Laura Carvalho. 

Xarope de guaraná, banana, leite condensado, mel, granola. Normalmente acompanhado desses ingredientes e consumido em polpa congelada batida, o açaí tem sido a grande pedida da geração fitness. Nascida nas florestas tropicais da Amazônia no Brasil, a fruta é alvo de uma série de dúvidas com relação as suas consequências para o corpo e para a saúde. Rica em proteínas, fibras, lipídios e uma série de vitaminas, tem sido, no entanto, constantemente associada ao ganho de peso.

Mas será que podemos usá-la ao nosso favor na dieta? 

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Confira o vídeo abaixo e aprenda a usufruir de seus benefícios:  

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A edição do Gourmet em Casa dessa semana traz o estudante de gastronomia João Gonçalves, um dos participantes da Arena Gastronômica, o primeiro reality show do gênero que aconteceu na semana passada no bloco A da UNINASSAU. João é um dos componentes da única dupla pernambucana vencedora dos embates.

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Apaixonado pela culinária desde criança, a especialidade que ele pretende seguir é a de comidas quentes. Baseado nisso, ele prepara um prato de sua autoria, que pode ser servido como entrada ou entre os pratos, é a Banana picante ao mel de terroir.  

Ingredientes

- 4 bananas descascadas e cortadas e rodelas

- 40g de geleia de pimenta

- 100ml de mel de abelha

- 50g de coco ralado desidratado

- 3 medalhões de filé mignon

- 50ml de azeite

- 50ml de conhaque para flambar

- sal e folhas de menta a gosto

Modo de Preparo

Em uma frigideira untada com azeite, aqueça as rodelas de banana, flambe-as em seguida e reserve. Corte o filé mignon em iscas e aqueça na mesma frigideira nas bananas. Em seguida, prepare o molho em uma panela, acrescentando o mel e o coco, misturando. Para servir, coloque um pouco do molho ainda quente em uma colher, seguido da banana, do filé, da geleia e da folha de menta.

 

No mês de maio, a cesta básica no Recife teve o maior aumento entre as 15 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A alta foi de 7,12%, o que representa R$ 15,95 a mais no orçamento.

Para comprar os produtos da cesta básica em abril, o recifense pagou R$ 239,92. No acumulado dos últimos 12 meses, a situação também é ruim. Com um aumento de 15,54%, o Recife liderou o ranking nacional. A pesquisa foi divulgada nesta segunda-feira (4) pelo Dieese.

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Em maio, nove dos 12 itens que compõem a cesta apresentaram aumento no Recife. Destaque para o tomate (49,12%), a banana (16,40%), a farinha (8,85%), o óleo de soja (8,19%) e o açúcar (6,12%). Segundo o Dieese, a alta no preço do tomate ocorreu em razão da queda na oferta do produto no mercado local, agravado pela seca no Nordeste. A junção da entressafra (março a agosto) com a seca também explica o forte aumento no preço da banana.

Segundo o Dieese, a expectativa é de manutenção ou até elevação dos preços para os próximos meses. O feijão também subiu em maio, com alta de 5,26. No acumulado dos últimos 12 meses, é o produto com maior aumento, com 73,60%.

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