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Na tarde da última segunda-feira, dia 29, Isabella Scherer deu à luz gêmeos, Mel e Bento! Os bebês são frutos do relacionamento com Rodrigo Calazans e nasceram por meio de uma cesariana em São Paulo.

Horas após o nascimento das crianças, Isa usou os Stories do Instagram para atualizar os fãs. Segundo ela foi tudo uma loucura:

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"Eles nasceram, a Mel está aqui. Depois eu preciso contar tudo, começou ela, mostrando a herdeira deitadinha e coberta".

Em seguida, a mamãe de primeira viagem mostrou o Bento e falou:

"Foi loucura, loucura, loucura. Fiquei bem mal, agora estou começando a ficar bem. Mas que loucura. Aconteceu muita coisa", afirmou.

A atriz Mel Maia deu as caras nas redes sociais nessa terça-feira (8) para desmentir a história de que já teria ficado com Mc Melody e que participaria de um clipe que será lançado.

Mel contou que acordou com ligações de repórteres e prints chegando no seu Whatsapp com a suposta história, logo um dia depois de ter tido crises de ansiedade, falta de ar e muito choro.

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“Sobre a minha ficada com a Melody, eu não tinha entendido de onde o povo tinha tirado isso, até entrar nas redes sociais e perceber que a Melody falou isso em um podcast”, iniciou.

A jovem atriz foi taxativa ao desmentir o boato.

“Gente, primeiro de tudo, eu e a Melody nem nos conhecemos pessoalmente. Nunca tivemos oportunidade, não conversamos muito e nunca foi falado também sobre participar de clipe com ela, até porque eu não participo de clipes”, concluiu.

Pouco tempo depois dos stories, Mel Maia ainda abriu live e ficou respondendo seguidores que chegaram principalmente com dúvidas sobre a história.

“Não sei de que lugar da cabeça dela veio isso”, afirmou em trecho.

Versão de Melody

Recém completando 14 anos, Melody participou junto com sua irmã Bella Angel, do primeiro episódio do podcast “Pod da Dri”, apresentado por Dri Paz. Em trecho, Bella jogou no ar que Mel Maia é muito próxima de Melody e participará de um clipe novo com elas e brincou se irá ter beijo no clipe ou não.

Com a deixa lançada, Dri Paz questionou se Melody beijaria outras garotas.

“Eu sou de boa, Mel Meia, estamos aí viu?”, iniciou gerando animação das outras duas. “E não fui eu que comecei não, ela que deu ideia primeiro foi ela”, disse a cantora aos risos.

Perguntada se as duas já ficaram, Melody respondeu rapidamente com “sim, sempre” e já emendou com um “com certeza” na dúvida de se pela vontade dela, aconteceria novamente.

Confira vídeo do momento:

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A artista pop Beyoncé, aos 39 anos, revelou fazer tratamento terapêutico caseiro com o canabidiol (CBD), extraído da maconha. Em entrevista à Harper’s Bazaar que foi publicada nesta terça-feira (10), a cantora foi aberta sobre os seus problemas com sono, estresse e disse que atualmente possui uma fazenda de maconha e mel, após descobrir os benefícios dos ativos para ela e mesmo para os seus filhos, no segundo caso. O negócio já não é novidade para a família Knowles, uma vez que o seu marido, o magnata do rap, Jay-Z, já investe em um fundo voltado a esse ramo.

“Durante a quarentena, passei dos excessos para a criação de rituais positivos inspirados nas gerações anteriores e colocando minha própria interpretação nas coisas. Descobri o CBD em minha última turnê e experimentei seus benefícios para dores e inflamações. Isso ajudou nas minhas noites e na agitação que vem por não conseguir dormir.”, disse a mãe de Blue Ivy.

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Beyoncé também revelou ter encontrado “propriedades curativas” do mel e que percebeu melhoras na qualidade de vida dos filhos após o uso. “E agora estou construindo uma fazenda de maconha e mel. Eu até tenho urticária no meu telhado! E estou tão feliz que meus filhos terão o exemplo desses rituais de mim. Um dos meus momentos mais gratificantes como mãe foi quando um dia encontrei Blue na banheira com os olhos fechados, usando misturas que criei e reservando um tempo para ela se descomprimir e ficar em paz. Tenho tanto a compartilhar… e há mais por vir!”, continuou.

Já sobre novas músicas, Beyoncé disse que em breve terá algo para o público: “Com todo o isolamento e injustiça do ano passado, acho que estamos todos prontos para escapar, viajar, amar e rir novamente. Sinto um renascimento emergindo e quero participar da criação dessa fuga de todas as maneiras possíveis. Estou no estúdio há um ano e meio. Às vezes, leva um ano para eu pesquisar pessoalmente em milhares de sons para encontrar o bumbo ou caixa certo. Um refrão pode ter até 200 harmonias empilhadas. Ainda assim, não há nada como a quantidade de amor, paixão e cura que sinto no estúdio de gravação. Depois de 31 anos, é tão emocionante quanto quando eu tinha nove anos. Sim, a música está chegando!”.

Jay-Z e a ‘Monogram’

O compositor e produtor musical Jay-Z deu mais um salto na indústria da cannabis, após o lançamento de sua marca de cannabis 'Monogram' este ano. A nova firma de investimento centrada na cannabis busca levantar as minorias dentro da indústria da cannabis, dadas as motivações racistas por trás da Guerra às Drogas e os impactos desproporcionais de longa data que ela teve nas comunidades minoritárias dos Estados Unidos.

O magnata adquiriu US $ 10 milhões em capital inicial de uma empresa de cannabis recém-criada com sede na Califórnia, apelidada de The Parent Company, que vai sustentar o fundo continuando a alocar dois por cento de sua receita anual para ele.

Pamella Holanda usou as redes sociais, nesta sexta-feira (23), para falar sobre a repercussão do caso da violência doméstica que sofreu enquanto se relacionava com DJ Ivis. Ela, que postou as agressões que sofreu do músico, disse que após a prisão dele não tem lugar para morar com a filha deles, Mel, e está contando com a ajuda de parentes.

Ela ainda revelou que o DJ tentou contato com ela e chegou a lhe pedir perdão por meio de uma carta enviada através de seu advogado.

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"Eu sempre soube que algumas coisas que estão sendo vinculadas iam ser usadas contra mim. Era do meu conhecimento. Era uma das razões pelas quais eu tinha medo de me separar do Ivis. Na terça-feira eu recebi uma ligação de um dos advogados dele, um dos que tem mais proximidade dele, é amigo pessoal. Ele me ligou para ler uma suposta carta que o Ivis tinha escrito para mim. Nessa carta ele tenta apelar para o emocional, fala o quanto tem sido difícil. Falou também um pouco da Mel, mas muito pouco. No final, me pediu perdão", contou.

E seguiu: "Eu já sabia que iam fazer isso. Sabia que era uma estratégia da defesa dele. Perguntava o que eu achava daquilo. A única coisa que eu disse é que não tivesse chegado a esse extremo, a vida dele, a minha e a da Mel. Não vejo ele se preocupando com ela, como pai. Não me sensibilizei. Já sabia que iam fazer isso. Ontem foram misteriosamente vazados áudios de brigas minhas com ele. Eu sempre soube desses áudios, porque ele sempre gravava as nossas brigas. Filmava, produzia defesa para ele, porque sabia que estava errado, e que também ia ser descredibilizada. Contra fatos não há argumentos, contra imagens também não. Ele apagou as imagens da última casa em que moramos, mas meus advogados conseguiram recuperar. Tem ele me ameaçando com uma faca, algumas gravações e áudios dele falando que vai mandar me matar. Que já estava há um ano se planejando para se separar de mim, que não tinha nada no nome dele, nem casa, nem carro e nem nada. Eu sempre soube que a defesa dele ia adotar essa estratégia".

Pamella ainda afirmou que a estratégia da defesa do DJ Ivis é passar a ideia de que ela é louca.

"Querem apelar para isso, apelar para opinião pública. Querem me pintar de louca, desequilibrada. Eu consigo vir aqui com tranquilidade porque não que eu esteja preparada, mas tinha noção de que poderia ser usado contra mim, para me difamar, injuriar, para dizer que sou péssima mãe. Vai ser usado tudo que puder ser usado para o pedido de liberdade dele ser aceito. Agora a estratégia deles é essa, é apelar, é tentar tirar a minha filha de mim. É tentar fazer com que as pessoas duvidem, me julguem e eu tenho que ficar vendo e lendo todos os maiores absurdos, calada, porque até o que eu falo podem usar contra mim. Tudo o que eu falo tenho que provar. Me sinto numa guerra desleal, em que ninguém pensa na minha saúde mental, nem como eu me sinto e nem como minha filha está", desabafou.

A ex-companheira do artista ainda afirmou que ficou sem ter onde morar e está sendo amparada por familiares.

"Eu estou sem casa, estou sem onde morar. Estou na casa de familiares até consegui me reestabelecer. Minha filha está sendo muito bem cuidada pela minha irmã, está recebendo todo o amor do mundo. Só queria que isso não estivesse acontecendo com minha vida. Que espécie de ser humano seria eu se estivesse feliz, se me sentisse vingada por tudo o que ele já fez comigo e com a Mel também? Desde o dia que ele saiu de casa, que a gente separou, ele passou uma semana, dez dias fora. Ele nunca me ligou, nunca perguntou como a filha dele estava, nunca demonstrou preocupação, ele só mandou um valor em dinheiro pelo motorista dele depois que a medida protetiva foi deferida. Pagou consulta na pediatra, vacina, tudo orientado pelos advogados dele, mas nenhum momento perguntou como estava a Mel", disse.

Em meio às lágrimas, ela também disse que ainda tem mais provas, mas que está cansada de ter sua vida exposta.

"Eu estou cansada, estou exausta, nunca na minha vida achei que eu ia estar falando isso dele. Nunca imaginei que ia ter minha vida exposta da pior maneira. Eu ainda tenho muita coisa para ser dita, mas não cabe aqui. Eu tenho mais fotos, imagens, vídeos, eles sabem que eu tenho. Mas essa não é a maneira que eu quero resolver. Tive que ter muita coragem para divorciar dele, para tirar minha filha daquilo que a gente vivia. Eu só queria que as coisas fossem mais claras, que ele assumisse que ele errou e ele estivesse disposto a se redimir, a responder pelo crime. A intenção que eu tinha era criar a Mel junto com ele, não queria que acontecesse com ela de não ter um pai. A gente quer sempre o melhor pros nossos filhos, mas vi que nada adiantava. A gota d'água era porque eu enxerguei que nada adiantava, ele me batia porque ele queria. Isso me doía ainda mais, ele me batia e entrava em negação. Sempre acreditando que as pessoas queriam o pior dele", concluiu.

Como você viu, na última segunda-feira (4), a cantora gospel Amanda Wanessa sofreu um grave acidente de carro e precisou realizar duas cirurgias na última terça-feira (5), no Hospital Português, de Recife, onde segue internada. De acordo com o cunhado da cantora, Denilson Silva, o quadro de saúde dela é estável.

"Amanda fez uma cirurgia delicada na cabeça, que teve a duração de cinco horas, e o estado de saúde dela é estável. Esperamos que ela saia dessa", disse ele no programa Encontro com Fátima Bernardes da última quarta-feira (6). No perfil oficial da artista, a assessoria informou que os médicos consideraram que a paciente está reagindo bem aos cuidados.

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Já a filha de Amanda, Mel, recebeu alta após passar por operações no braço e na perna e apareceu sorridente em uma foto publicada no Instagram.

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Também cantora gospel, Juciara Pimentel estava no mesmo carro de Amanda, e também está internada, mas no Hospital Regional de Palmares. Em seu perfil no Instagram, a tia da cantora informou que ela passou por uma cirurgia na mão e que passa bem após o procedimento.

Para aqueles que possuem o privilégio de ficar em casa em meio ao isolamento social, esse pode ser o momento ideal para experimentar novas atividades, sabores e sons, por isso o LeiaJá separou 5 cantoras trans e negras para ouvir não apenas nesse período de quarentena.

Linn da Quebrada

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Moradora da Zona Leste de São Paulo, uns dos bairros periféricos da região, Linn (29) fez seu debut na música em 2016 com os singles "Talento" e "Enviadescer". No mesmo ano lançou o álbum "Pajubá", cujo foi aclamado pela crítica. Linn também concorreu ao prêmio de cinema de Cannes com o documentário "Bixa Travesty", que foi lançado em 2019 e relata a tragetória da artista. A cantora também atuou na série "Segunda Chamada", da Rede Globo, em 2019. Confira aqui o clipe da música "Oração". 

 

Mel

Talvez o nome Candy Mel, não seja desconhecido. Era assim que a líder feminina da Banda Uó se apresentava ao público ao lado de Mateus Carrilho (31) e Davi Sabbag (29). Após o fim do grupo em 2018, a artista anunciou que seguiria carreira solo apenas como Mel. Seu primeiro projeto segue em desenvolvimento, porém a cantora já divulgou dois vídeos que misturam música e poesia, intitulados "Cabelo" e "O medo". Confira aqui a faixa "O medo".

 

Urias

Urias (25) viralizou na internet com os covers de "Você me Vira a Cabeça" da rainha Alcione e "Ice Princess", da rapper Azealia Banks. Uma das melhores amigas e ex-colaboradora de Pabllo Vittar, Urias participou da música "Ouro" do segundo álbum da drag queen, "Não Para Não" e em 2019 lançou "Diaba", seu primeiro single original, que conta com quase 7 milhões de visualizações no YouTube.

 

Jup do Bairro

Quem acompanha Linn Da Quebrada já deve ter ouvido falar da Jup do Bairro. A rapper faz a segunda voz no álbum "Pajubá" de Linn e também participa de "Bixa Travesty". Agora, ela investe na carreira solo com o EP visual "Corpo Sem Juízo" previsto para junho deste ano.

 

Liniker

A cantora de 24 anos vem de uma família de músicos e relata em entrevistas que cresceu ouvindo samba. Em 2015 ela inicou o grupo Liniker e Os Caramelows. A cantora tem nome cotado em inúmeros eventos LGBTQIA+ e chegou a se apresentar na edição brasileira do Lollapalooza em 2017. Uma boa pedida é começar ouvindo a música "Zero".

O mel silvestre, produzido pela abelha africanizada, é o mais comum entre os consumidores. Suas propriedades, além de darem um sabor único ao alimento, também servem de benefício para a saúde e base para inúmeros produtos de skin care (cuidados com a pele).

O Brasil, um dos melhores países para cultivar o alimento por conta do clima, entretanto, possui outros tipos exclusivos de mel, produzido por abelhas nativas e com sabor regionalizado, de acordo com Cristiano Menezes, pesquisador da Embrapa e conselheiro da Associação Brasileira de Estudos das Abelhas.

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Entre os premiados tipos de mel que há no país, os mais procurados são o de mel de laranjeira, eucalipto e o mel de cipó-uva. Um em especial, produzido pela abelha Borá tem gosto salgado e os que provaram afirmam que o sabor lembra queijo, prometendo ser o mais novo destaque da alta gastronomia. ‘’É uma característica tão diferente que ele tem sido usado em receitas dos mais renomados chefs’’, conta o pesquisador.

A abelha Borá não possui ferrão e pode ser encontrada em várias partes do Brasil. É conhecida pelos indígenas da Reserva Xingu. O nome “borá” vem do tupi “heborá”, que significa “o que há de ter mel”.

Por Junior Coneglian

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Meliponicultura é o nome dado para a criação de abelhas nativas sem ferrão. Essas abelhas são criadas no meliponário, onde se concentram em uma espécie de caixa e ali produzem o seu próprio mel.

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Os meliponicultores colhem resultados de tecnologias geradas em mais de 20 anos de pesquisa da Embrapa com abelhas sem ferrão. Os pesquisadores promovem cursos sobre sistemas de produção, adaptação de caixas racionais de criação, entre outros. Também se beneficiam com o projeto Agrobio (Abelhas, variedades crioulas e bioativos agroecológicos: conservação e prospecção da biodiversidade, para gerar renda aos agricultores familiares na Amazônia Legal).

Segundo o site da Associação Brasileira de Estudos das Abelhas, o Brasil conta com aproximadamente 250 espécies de abelhas pertencentes à família Meliponini, que são as abelhas-sem-ferrão. Algumas espécies são criadas para produção de mel que tem sido cada vez mais valorizada, além de cumprir um papel muito importante na polinização de plantas cultivadas ou não, permitindo a produção de várias espécies fundamentais para a alimentação humana.

O pesquisador em Sistema Sustentável Daniel Santiago diz que a diversidade vegetal na Amazônia proporciona um maior número de espécie de abelhas. Segundo ele,  acontece uma troca favorável das abelhas com as plantas, que suprem a colmeia com oferta de proteína (polén) e de energia (néctar).

A legislação brasileira, segundo o pesquisador, trava a venda do mel das abelhas sem ferrão ao exigir a desumidificação. As normas existentes no país admitem a produção de uma espécie que é a apis mellífera, conhecida como abelha italiana ou abelha Europa e também chamada de abelha africanizada. Daniel Santiago esclarece que essa é uma abelha mais disseminada no mundo. "Em todo lugar que você for existe alguém que tenha a tecnologia da apicultura. Por conta da grande diversidade de abelha que nós temos, tem uma legislação específica pra cada espécie. E como existe uma grande variação nos requisitos químicos e físicos na legislação, esses produtos (o mel da abelha sem ferrão) ficam marginalizados", disse.

Existem muitos estudos da meliponicultura. Falta, porém, uma conexão maior dos elos, produção, geração de tecnologia, assistência técnica e o mercado. ”O mercado queria um mel. Como chegar nesse mel se o produto não pode ser comercializado como mel? Para isso os agentes de assistência técnica chegaram com a demanda pra Embrapa gerar alguma coisa que pudesse adequar aquele produto deles a uma posição de mercado. Foi desse jeito que a Embrapa, com o uso das tecnologias desenvolvidas no meliponário, conseguiu levar a uma realidade que nós temos hoje", assinalou Daniel Santiago. 

Preservação consciente

Além de ser uma ferramenta de geração de tecnologia, o meliponário é um ambiente dirigido ao público. "Tem a questão do ensino, abertura pra recepção de públicos diversos, desde o ensino básico, técnico, graduação. O objetivo é incentivar pequenos produtores e gerar uma consciência de preservação do meio ambiente nas pessoas um pouco mais jovens”, disse Daniel.

Daniel Santiago afirmou que as abelhas são importantes para a cadeia alimentar por causa da polinização, já que 33% dos vegetais servem de alimento aos animais que alimentam o ser humano. "As abelhas nativas têm uma relação de até 90% de serem os indivíduos que fazem a polinização do vegetal da região amazônica. Além da questão da renda, que fica à margem, a importância delas na polinização é muito maior. No entanto, o produtor necessita de um vislumbre de lucro em curto prazo. Uma contrapartida que a abelha pode deixar para o produtor é o mel", explicou.

Segundo o engenheiro químico e pesquisador Marcos Oliveira, o mel das abelhas nativas tem umidade mais elevada que o mel da apis mellifera. Em laboratório, a desumidificação coloca o mel com umidade de 30% das abelhas nativas em 20%, condizente com a determinação do Ministério da Agricultura. “Eu prefiro o mel natural das nossas abelhas. A Embrapa está junto com outros parceiros lutando pra definir um padrão estadual. Nós já estamos fazendo uma articulação junto à Assembleia Legislativa, com produtores, com empresas que trabalham com mel e já foi submetido um projeto de lei que está definindo o que seria a atividade do meliponicultor e o que seria esse mel do meliponicultor”, argumentou Marcos. O projeto está em vias de ser colocado em votação.

“Assim como definimos um padrão para o açaí, tucupi, esse é o ponto seguinte. A partir desse trabalho nós vamos ter um produto que pode chegar à prateleira do supermercado, ou seja, nós não vamos chegar lá e ter simplesmente um mel da apis mellífera, e aí vamos ver o mel da uruçu-cinzenta (uma das sete espécies de abelha sem ferão) na forma como ele é mesmo, sem ser preciso desumidificar”, explicou o químico.

A importância da Embrapa

Os pesquisadores da Embrapa trabalham no processo de desumidificação junto com parceiros. Hoje, cabe ao Instituto Peabiru e à empresa Cetobel o trabalho de produção, de ir à várzea e de colocar o selo de inspeção federal. Ao obter o selo do SIF, por meio do estabelecimento dos parâmetros físico-químicos, o mel de abelha uruçu, coletado por produtores familiares de cinco municípios paraenses, foi totalmente adquirido pela empresa paraense Fitobel.

O agroindustrial Raimundo Vogado, proprietário da Fitobel, garante que há mercado nacional e internacional para o que chamou de “caviar do mel”, ao se referir ao mel de uruçu. Ele lembra que há anos tentava acessar esse mercado, mas a ausência de uma cadeia organizada no Pará inviabilizava o fornecimento regular de matéria-prima.

“Hoje já dispomos em nossa linha do mel envasado de abelha nativa da Amazônia e estudamos o lançamento de novos produtos, almejando, inclusive, o mercado internacional. O caviar do mel amazônico é admirado e pode ganhar o mundo”, prevê o empresário.

O sonho de prosperidade também é compartilhado pelo produtor familiar Cleiton Oliveira Santos, 34 anos, da comunidade Pingo D’água, município de Curuçá (PA), um dos 102 agricultores familiares responsáveis pela produção histórica de mel de uruçu paraense. Em uma propriedade de cerca de dez hectares, a família produz citros, coco, hortaliças, peixes e, mais recentemente, mel de abelhas sem ferrão. Animado com o potencial, Cleiton conta que vai investir o dinheiro adquirido com a comercialização na reforma e aquisição de caixas, para melhorar o meliponário e aumentar a produção.

A família criava apenas abelhas com ferrão e já conhecia as nativas. A formação do meliponário ganhou corpo após ele participar de um curso de sistema produção realizado pela Embrapa em Belém. Na sequência, ele integrou o projeto Néctar da Amazônia, do Peabiru, com cursos de formação continuada e assistência técnica e hoje, junto a outras três famílias da comunidade, tornou-se referência na região.

Orgulhoso de sua produção, ele fala que as abelhas são importantes não só pelo mel, mas pelo desenvolvimento ambiental e social que proporcionam. “Quem cria abelhas não põe fogo na mata, preserva a floresta, se organiza enquanto comunidade e ainda vê a produção de frutos aumentarem a olho vivo”, garante, referindo-se à produção de seu pomar aumentada pela polinização feita pelas abelhas.

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Um final feliz para uma família do Rio de Janeiro que teve o carro roubado no último domingo (25). É que, para desespero da família, além do automóvel, os criminosos também levaram a cadela Mel, que estava no banco traseiro do carro.

Leandro Mello, dono da cachorra, fez uma postagem nas redes sociais no dia seguinte ao assalto. O apelo para que devolvessem o animal chegou a quase 35 mil compartilhamentos. Após três dias, a golden retriever de um ano e dois meses foi resgatada.

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A Polícia Civil informou que a cadela foi abandonada por criminosos da comunidade Novo México, em São Gonçalo. Uma moradora a encontrou e procurou pelo dono em grupos do bairro, até chegar a Leandro, segundo o Jornal Extra.

O dono da cachorra diz que, apesar do grande apoio, também recebeu trotes e tentativas de extorsão ao longo dos dias. Mel foi resgatada sem ferimentos ou sinais de maus tratos.

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A produção de camarão em 2017 foi de 41 mil toneladas. O número representa um recuo de 21,4% em relação a 2016. Esta foi a maior queda entre os itens de origem animal. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A região Nordeste respondeu por quase toda a produção de camarão do país, com 98,8% do total. Entre os estados, destacaram-se Rio Grande do Norte (37,7%), que passou a liderar o ranking após a produção do Ceará passar de 48,8% em 2016 para 28,9% no ano passado.

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Segundo o IBGE, a criação de camarões vem sendo afetada por uma praga causada pelo Vírus da Síndrome da Mancha Branca, cujo manejo envolve medidas que reduzem a produtividade e o retorno econômico da atividade. Mesmo com a queda, Aracati-CE se manteve com maior produtor, seguido de Canguaretama e Arês-RN.

Enquanto isso, a produção de leite, que é a de maior volume no setor, teve uma pequena redução de 0,5%. A produção de ovo, segunda mais importante no quesito origem animal cresceu 11%.

Foram produzidos 485,2 mil toneladas de peixes em 2017, resultado 2,6% menor ao obtido no ano anterior. Paraná, São Paulo e Rondônia tiveram as maiores participações. A principal espécie produzida no país foi a tilápia, representando 58,4% da piscicultura.

A produção de ostras, vieiras e mexilhões foi de 20,9 mil toneladas em 2017, aumento de 0,5%. Santa Catarina, com 98,1% da produção nacional, foi o principal estado produtor.

O mel teve um aumento de produção de 5%, saltando para 41,6 mil toneladas. Foram produzidas ainda 9,4 toneladas de lã e três milhões de casulos de bicho-da-seda.

Nordeste

A região Nordeste abrigou 93,2% do rebanho de caprinos e 64,2% do rebanho de ovinos em 2017. A criação dessas espécies possui grande importância econômica e social na região, onde foi possível observar aumento do efetivo nos últimos anos. Este contingente apareceu em maior número na Bahia, que concentrou 30,9% do efetivo de caprinos e 20,9% do rebanho de ovinos nacional. Casa Nova-BA ficou com a primeira posição no ranking municipal com os maiores efetivos das duas espécies.

Animais vivos

Em 2017, o efetivo de bovinos no país foi de 214,9 milhões de cabeças, redução de 1,5%. De acordo com o IBGE, impactaram na redução o abate de vacas reprodutoras por conta da queda do preço do bezerro, da demanda interna reduzida pela crise e por consequência da Operação Carne Fraca e dos embargos temporários de importação da carne brasileira.

O total de galináceos foi de 1,4 bilhões de cabeças. O Brasil é o segundo maior produtor e o maior exportador de carne de frango do mundo. Já os suínos alcançaram a marca de 41,1 milhões de cabeças, expansão de 3% em comparação a 2016. Produção de carne e o abate de animais não são medidos na pesquisa.

Após autorizar o uso de ovelhas para cortar a grama de parques, a Prefeitura de Roma quer utilizar abelhas para preservar a qualidade do ar da cidade.

O projeto foi criado pelas Forças Armadas, em colaboração com apicultores italianos, e permite que, a partir da análise do mel, da cera e do estado de saúde do inseto, seja possível determinar a presença de poluentes no ar.

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Segundo um comunicado dos Carabinieri, o programa prevê "desenvolver pequenas, mas numerosas criações de abelha que existem em Roma, criando uma rede de 10 postos para o centro histórico ou instalações próximas".

O apiário "Número Zero" é o da Federação de Apicultores Italianos, ativo desde 1980 e que está no Palazzo della Valle, sede da Confederação Geral da Agricultura Italiana (Confragricoltura).

Já na central das Forças Armadas, foram instaladas três colmeias para ativar o "Laboratório Número 1".

De acordo com o secretário de Ambiente de Roma, Edagr Meyer, o "'Apincittà' será útil do ponto de vista ambiental, mas também será interessante para a sensibilização e educação dos cidadãos sobre a biodiversidade urbana".

Da Ansa

Uma cadela de um ano e meio chamada Mel teve a sua vida salva e saiu ilesa graças à ação de um vizinho que conseguiu amortecer sua queda da varanda do apartamento onde ela mora, que fica no 9º andar de um prédio localizado no bairro Jardim Nova Aliança, Zona Sul de Ribeirão Preto (SP).

Ela passou pela grade da varanda e ficou presa do lado de fora do parapeito, de onde terminou despencando, quando sua dona estava fora de casa, trabalhando. João Augusto, que mora em um prédio vizinho, escutou os latidos do animal, viu a situação e, desesperado, pediu que o zelador do edifício o deixasse entrar para tentar ajudar. 

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“Pedi uma toalha ou lençol para ajudar de alguma forma, mas não deu tempo. Em seguida, ela caiu do 9º andar. Eu sabia que não daria para segurá-la, mas tinha a consciência que eu poderia amortecer a queda”, disse ele ao portal G1. 

Ao cair, Mel bateu no peito, no braço e nas pernas de João Augusto e saiu correndo, sem ferimentos, em seguida. Ela pesa 5 kg e, em uma queda livre de 30 metros, atinge uma velocidade de 50 km/h e um impacto de 200 quilos ao atingir o homem que correu para salvá-la. Felizmente, João também não se feriu, apesar de ter ficado tonto e caído no chão por alguns segundos após o impacto. 

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Um sorvete de sabor de leite com mel alpino foi escolhido pelos jurados do "Gelato Festival", em Florença, como o melhor gelato caseiro da Europa. O criador da iguaria é Massimiliano Scotti, da sorveteria "Vero Latte di Vigevano", que já havia vencido anteriormente um festival de sorvetes em Milão.

"Estou emocionado e me diverti muito. Trabalhei duro, como de costume, mas não esperava esse sucesso. O 'Gelato Festival' é um evento cheio de oportunidades e dá a todos os anos uma grande visibilidade aos mestres das melhores sorveterias da Europa", disse Scotti.

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A medalha de prata ficou com um gelato de sabor pimenta vermelha com morango, criado por Vincenzo Lenci, da sorveteria "Bar della Darsena di Fiumicino". Já a medalha de bronze foi para Giacomo Canteri, da gelateria "Limoni di Varsavia", com o sabor "Inne Lemon Curd", creme de limão com chocolate branco italiano.

A edição de Florença foi a última do "Gelato Festival" de 2017, que começou em abril e passou em Roma, Turim, Milão, Londres, Varsóvia e Hamburgo.

Da Ansa

Xarope de guaraná, banana, leite condensado, mel, granola. Normalmente acompanhado desses ingredientes e consumido em polpa congelada batida, o açaí tem sido a grande pedida da geração fitness. Nascida nas florestas tropicais da Amazônia no Brasil, a fruta é alvo de uma série de dúvidas com relação as suas consequências para o corpo e para a saúde. Rica em proteínas, fibras, lipídios e uma série de vitaminas, tem sido, no entanto, constantemente associada ao ganho de peso.

Mas será que podemos usá-la ao nosso favor na dieta? 

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Confira o vídeo abaixo e aprenda a usufruir de seus benefícios:  

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Rum com mel e limão. Esta é a nova aposta da Montilla para o Nordeste. A fabricante de destilados está lançando a bebida Esquente, primeiramente nos Estados de Pernambuco e Ceará para, após seis meses, avaliar a possibilidade de expansão para outras localidades da região.

O fabricante afirma ter criado o novo produto a partir de uma forte interação com consumidores. Segundo a gerente de marcas nacionais da companhia, Patrícia Cardoso, foram convidados grupos de apreciadores da marca, que puderam dar opinioes e sugestões durante o processo de criação da bebida.

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Ainteração incluiu até questões como a embalagem e a linha de comunicacao adotada para a divulgação do Esquente. Foram chamadas pessoas que representassem estatisticamente o público consumidor. "Tivemos uma amostra equivalente a 95% do nosso universo de consumidores", afirma Patrícia Cardoso.

Segundo a gerente, aspectos como refrescância e principalmente praticidade nortearam a criação do Esquente, que aposta naquela reunião entre amigos antes de saírem para a balada. "O paladar no Nordeste é mais doce do que o do resto do país", explica Patrícia. Por isso a aposta no mel para adoçãr e no limão, pela refrescância. A indicação é consumir bem gelado.

Existe a intenção de investir no São João, aproveitando a festa para divulgar a nova bebida. "Vamos voltar a patrocinar o São João de Caruaru", avisa a gerente, explicando que a maior cidade do Agreste pernambucano e a capital Recife são os maiores mercados locais da destilaria. A Montilla entra com força no mercado de bebidas saborizadas e pretende concorrer com fabricantes de outros destilados, como vodca e cachaça.

A intenção é incluir a nova bebida definitivamente na carta da Montilla e expandir a comercialização do novo produto.

A maioria das ceias de Natal tem o peru como prato principal. A ave é o ingrediente mais tradicional das comemorações de fim de ano, mas isso não quer dizer que as receitas precisam ser sempre iguais. Além de variar os outros pratos e os acompanhamentos, é possível preparar o peru de diferentes maneiras. Confira algumas receitas:

Peru com ervas e maçãs carameladas

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Ingredientes:

1/2 xícara (chá) de salsa picada 

1/4 de xícara (chá) de tomilho 

1/4 de xícara (chá) de orégano 

1 peru grande (5 kg) 

1 garrafa de vinho branco 

1/3 de xícara (chá) de mostarda 

1/3 de xícara (chá) de molho inglês

3 xícaras (chá) de açúcar  

1/2 xícara (chá) de água 

1/4 de xícara (chá) de vinagre 

1/3 de xícara (chá) de ketchup  

14 maçãs pequenas 

Pimentinhas para decorar

Modo de preparo:

Prepare o peru: numa tigela, misture a salsa, o tomilho e o orégano. Descongele o peru seguindo as orientações da embalagem. Coloque a ave numa assadeira e banhe-a com o vinho, a mostarda e o molho inglês. Passe a mistura de ervas sobre o peru e nas cavidades. Cubra-o com papel-alumínio e asse por cerca de 4 horas. Banhe-o com o caldo que se formar na assadeira. Quando o peru estiver quase assado, retire o papel e deixe no forno por mais 50 minutos. Prepare as maçãs carameladas: numa panela, misture o açúcar, a água, o vinagre e o ketchup. Leve ao fogo e mexa. Retire as sementes das maçãs fazendo um buraco do cabo até a outra extremidade. Coloque as frutas na panela, tampe e cozinhe até ficarem macias. Ponha a ave em uma travessa, as maçãs em volta e enfeite com as pimentinhas.

Peru com batata doce e especiarias

Ingredientes:

1 peru de 4 kg

2 xícaras (chá) de vinho branco seco

1 cebola picada

2 dentes de alho

100 g e 4 colheres (sopa) de manteiga

Folhas de salsão

1,5 kg de batata-doce sem casca

1 xícara (chá) de açúcar mascavo

1 colher (chá) de sal3 colheres (sopa) de água

1 colher (chá) de especiarias (alcaravia, noz-moscada ralada, coentro em grãos, pimenta-calabresa em flocos e canela em pó)

1 colher (sopa) de gengibre em tiras

Modo de preparo:

Descongele o peru e retire os miúdos. Enxugue com papel-toalha. Bata no liquidificador o vinho, a cebola e o alho. Passe na carne e reserve por 1 hora. Escorra, mas reserve o tempero e recheie. Passe 100 g de manteiga entre a pele do peito e a carne do peru. Costure aberturas. Forre a assadeira com papel-alumínio, cubra com folhas de salsão e coloque o peru por cima. Unte com o restante da manteiga, cubra com papel-alumínio e asse no forno, preaquecido, em temperatura média, por 3 horas, regando com o caldo da forma e o tempero reservado. Prepare a batata-doce: corte a batata em quatro e cozinhe no vapor. Leve ao fogo os ingredientes restantes, mexendo até o açúcar dissolver. Arrume em uma assadeira forrada com papel-alumínio untado e cubra com colheradas do molho de açúcar. Leve ao forno até dourar e sirva com o peru.

Peru ao mel

Ingredientes:

1 Peru temperado congelado

4 colheres (sopa) de margarina

Mel a gosto

Modo de preparo:

Cerca de 72 horas antes do preparo, retire o peru do freezer e acomode-o ainda embalado numa assadeira na parte de baixo da geladeira. Depois desse tempo, remova a embalagem, retire o saquinho com os miúdos do interior da ave e reserve para fazer uma farofa, se quiser. Prenda as asas junto ao peito da ave com palitos e cruze as coxas, amarrando-as com fio dental. Cubra com papel-alumínio, leve ao forno médio (200ºC) preaquecido (o tempo para assar depende do peso da ave). Retire o papel-alumínio e volte ao forno, besuntando com 3 colheres de margarina a cada 40 minutos, até que o termômetro pule. Passe o restante da margarina e o mel e deixe dourar mais alguns minutos. Retire o peru do forno, acomode-o numa travessa, retire os palitos, o fio dental e sirva.

Peru com ervas e farofa de banana

Ingredientes para o peru:

1 peru de 4 kg  

100 g de manteiga  

1/4 de maço de salsinha e de cebolinha  

8 folhas de sálvia  

8 ramos de tomilho  

2 folhas de louro  

2 limões cortados ao meio  

8 dentes de alho  

750 ml de vinho branco  

Azeite de oliva, sal e pimenta a gosto

Ingredientes para a farofa:

4 colheres (sopa) de manteiga  

½ xícara (chá) da gordura da assadeira  

100 g de bacon picado  

1 cebola picada  

1 dente de alho picado  

1 cenoura ralada  

2 bananas em rodelas  

1 xícara (chá) de azeitona verde picada  

1 xícara (chá) de ameixa seca picada  

1 xícara (chá) de milho verde  

4 xícaras (chá) de farinha de mandioca crua  

1 xícara (chá) de salsinha e cebolinha picadas  

2 ovos cozidos picados  

Sal a gosto

Modo de preparo:

Aqueça o forno a 180 ºC e unte uma assadeira com azeite. Com cuidado, solte e levante a pele do peito e das coxas do peru, espalhe a manteiga diretamente na carne, sob a pele. Nas partes mais carnudas, distribua folhas de salsinha e de sálvia e volte a pele para o lugar. Polvilhe com sal e pimenta. Coloque o tomilho, o louro, o restante da salsinha, os limões e o alho na cavidade. 

Acomode a ave no centro da assadeira e regue com o vinho. Cubra com papel-alumínio e leve ao forno por 3 horas, banhando de vez em quando com o líquido da forma. Descarte o papel, aumente a temperatura para 220 ºC, pincele o peru com azeite e volte ao forno por mais 40 minutos, até que esteja dourado e macio. Observe se a coxa se movimenta com facilidade e espete a parte mais carnuda com um garfo para ver se os sucos sobem claros.

Retire do forno e transfira o peru para a travessa. Com uma concha, pegue a gordura da assadeira e reserve. Leve a assadeira diretamente ao fogo, acrescente um pouco de água e mexa com uma colher para co seguir um molho homogêneo, acerte o sal e sirva com o peru.

Faça a farofa: Em uma panela grande, aqueça a manteiga e o bacon. Quando a carne dourar, junte a cebola e a cenoura. Depois, acrescente o alho, espere perfumar e adicione a banana, a azeitona, a ameixa e o milho. Deixe aquecer. Coloque a farinha, a salsinha, o ovo e misture até umedecer. Ajuste o sal e sirva.

Peru ao molho champanhe e farofa de amêndoas

Ingredientes:

1 peça de peru já temperado

1 litro de espumante 

400 g de farinha de mandioca crua

200 g de manteiga sem sal

60 ml de azeite de oliva

150 g de amêndoas em lascas

150 g de farinha de amêndoas

sal a gosto

Modo de preparo:

Unte uma forma com azeite, disponha o peru e coloque o espumante. Pincele com manteiga o lado fosco do papel alumínio, cubra o peru com o lado da manteiga e em seguida leve ao forno 130ºC por uma hora e meia. Retire o papel alumínio e termine de assar em fogo alto a 190ºC por mais ou menos 40 minutos. Sempre regando com o caldo, a cada 10 minutos, até dourar. Retire o peru assado da forma e reserve. Coloque 200 ml de água quente na forma para aproveitar o fundo, fazendo um caldo. Leve este caldo ao fogo, acrescentando um punhado de miolo de pão e para engrossar um pouco.

Faça a farofa: Em uma frigideira derreta o restante da manteiga com 40 ml de azeite. Acrescente a farinha de mandioca, em seguida a farinha de amêndoas e cozinhe por 8 minutos, finalizando com as lascas de amêndoas e sal.

Montagem: Em uma travessa disponha a farofa formando um círculo e coloque o peru assado no meio. Sirva com o molho a parte. Pode-se decorar o prato com fruitas secas como figo, pêssego, tâmara e damasco. 

Peru recheado com maçã e castanha portuguesa

Ingredientes:

2 cebolas médias bem picadas

150 g de bacon picado

100 g de barriga de porco bem picadas

Noz-moscada

Sal 

Pimenta-do-reino 

2 maçãs verdes picadas sem casca e sem sementes

1 kg de castanhas cozidas descascadas e amassadas

50 g de açúcar 

1 pitada de canela em pó

1 gota de baunilha

1 peru de 3,5 kg

50 g de manteiga

Bacon fatiado para proteger o peru

1 xícara (chá) de vinho branco

Pêssegos em calda (sem a calda)

Cerejas frescas

Modo de preparo:

Refogue a cebola, o bacon, a barriga de porco, junte a noz-moscada, o sal, a pimenta-do-reino e as maçãs. Desligue o fogo e junte as castanhas, já amassadas grosseiramente com as mãos, o açúcar, a canela em pó e a baunilha. Misture tudo, recheie o peru e costure a abertura. Coloque o peru em uma assadeira, passe manteiga na pele, cubra com as fatias de bacon e asse em forno moderado, preaquecido (200 ºC), coberto com papel-alumínio para cozinhar, por dentro, por uma meia hora. Retire o papel, acrescente na assadeira o vinho branco e complete o cozimento por aproximadamente 2 horas, regando de vez em quando com o caldo da assadeira. Passe o peru para uma travessa com as castanhas (recheio que sobrou). Decore com fatias grossas de pêssegos em calda e as cerejas frescas.

Começam a ser construídas, cinco casas de mel no Sertão de Pernambuco. Os municípios de Moreilândia, Santa Filomena, Araripina, Afogados da Ingazeira e Inajá,  que são reconhecidos nacionalmente pela sua apicultura, receberão as casas para aumentar a produção do produto. O investimento total de R$ 4 milhões foi feito através da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).

Para o engenheiro agrônomo da Codevasf, a capacidade de produção de cada casa é de 40 toneladas por ano, o que incrementa de forma significativa a apicultura local. As obras estão com 85% executadas e a expectativa é de concluir nos próximos 60 dias. Os municípios terão um incremento de 200 toneladas anuais na produção apícola, sendo mais de dois mil produtores beneficiados.

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*Com informações da assessoria

A Argentina é conhecida por sua história com a apicultura, mas as vendas e exportações de mel têm caído bruscamente desde 2004, segundo a ONU. O levantamento feito até 2012 indicou que a queda de venda foi de 120 mil toneladas para 70 mil. Essa diferença está ligada ao avanço do cultivo de soja no país, que prejudica as abelhas, como explica Roberto Imbeti, da associação argentina de apicultores. "O pasto é criado e ao redoro brotam flores naturalmente, assim há alimentos para as abelhas. O inseto busca essas flores e acha o que precisa. Quando todo o campo é arado e a soja brota, a terra fica vazia para as abelhas. Não há nada", comenta.

O país é o segundo maior exportador mundial, mas os preços internacionais e os custos internos aumentaram, os apicultores têm que achar outras saídas para o negócio. Ángel e Fernando moravam nos Pampas, uma região fértil, mas que também cresceu com a soja, passando de 12 para 20 milhões de hectares em 10 anos. Os dois são apaixonados pela profissão e tiveram que mudar o local de trabalho para poder manter a tradição na apicultura. Assim como outros trabalhadores, eles tiveram que recolher 400 colmeias para salvar o negócio, as abelhas e manter a estabilidade. Alguns apicultores não tiveram a mesma sorte e terminaram abandonando as atividades.

O aluguel de colmeias para polinização de árvores frutíferas tem sido uma ótima saída, além de se tornar uma nova saída para quem quer lucro. O Delta do Paraná, região para onde os apicultores estão levando suas colmeias, contém flores em abundância e isso faz com que o mel produzido seja de alta qualidade, mas o negócio não floresce. É aí que entra a polinização, uma atividade essencial para a continuidade da produção dos alimentos, já que o mundo consume cerca de um terço dos alimentos.

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A produção de mel, realizada por apicultores familiares do semiárido de Pernambuco, receberá recursos da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) de R$ 5 milhões. A iniciativa integra o Plano Brasil Sem Miséria para aumentar os benefícios que o mel traz tanto para a população, quanto para as famílias agricultoras.

O investimento será realizado através da implantação de 15 unidades de beneficiamento de mel, abastecimento de kits de produção e capacitação de produtores. Segundo a Codevasf, a produção consolida geração de emprego e renda, além de se tornar uma atividade importante para os agricultores. A produção do mel no estado terá uma evolução de cerca de 300 toneladas por ano.

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“Neste ano, nós já temos algumas unidades de extração e beneficiamento de mel que estão em fase final de construção, como a de Petrolina, e outras em fase inicial, como em alguns municípios das regiões do Araripe, Pajeú e Moxotó”, explicou o chefe da unidade de Desenvolvimento Territorial da 3ª Superintendência Regional da Codevasf, Gildemar de Oliveira. A expectativa é diminuir a pobreza extrema através da inclusão produtiva de microrregiões de menor renda, além de fortalecer os arranjos produtivos já existentes.

Com informações da assessoria

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Chay Suede, Mel Fronckowiak, Micael Borges, Sophia Abrahão, Arthur Aguiar e Lua Blanco realizaram mais uma vez o sonho dos teens pernambucanos.  O grupo musical RebeldeS, que surgiu devido à telenovela brasileira Rebelde, produzida pela Rede Record em parceria com a mexicana Televisa, presentearam os recifenses neste domingo (17), no Chevrolet Hall, em Olinda, com o show extra após a turnê Asepxia que finalizaram em dezembro de 2012, marcando a despedia da banda.

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Como esperado, o grupo abriu o show com a música Rebeldes para Sempre, acompanhado de um coro de vozes dos fãs. Em seguida, Liberdade Consciente e Do Jeito que Sou deram continuidade ao concerto que iniciou às 19h. Um dos preferidos da garotada, o cantor e ator Chay, que interpreta Tomás na trama, pediu para o público fazer uma “ôla” ao iniciar a canção Tchau para você.

“Recife sempre nos recebeu bem. Pernambuco é um estado muito carinhoso. A gente se despede com gostinho de saudade. Mas vai deixar um gostinho de quero mais não só no público, mas na gente que teve essa oportunidade de conhecer esse público e essa cidade que é maravilhosa”, afirmou a atriz e cantora Mel Fronckwiak ao LeiaJá antes de entrar no palco.

Na trama, os personagens Alice, Carla, Diego, Pedro, Roberta e Tomás formavam uma banda fictícia que se transportou da novela para o mundo real. A banda, que lançou o primeiro álbum de sua carreira em setembro de 2011, realizou seu último show na capital pernambucana em novembro de 2012. “Todos os shows deles aqui no Recife eu venho. Acompanho o grupo com minha filha porque ela curte muito. Ela é fã e está no momento de apoio de toda a fantasia. A última vez que fui com ela, eu estava com o gesso no pé e, hoje, estou com o braço engessado”, afirmou o empresário Antônio Souza, que estava curtindo o show ao lado da filha.

Em 11 de abril de 2012, o sexteto lançou seu primeiro DVD e disco ao vivo intitulado RebeldeS - Ao vivo, gravado durante shows em São Paulo. “Sou louca por eles. Eu brigava com meu tio para assistir Rebeldes. Eu amo Lua e o personagem que o ator Arthur interpreta”, exaltou a fã Marina Pereira, de 12 anos, que curtia o show com suas amigas. Mesmo com o fim da turnê, a banda deve lançar seu segundo DVD ainda este ano com gravação prevista em Belém.

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