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No segundo bloco do confronto entre os candidatos ao governo de São Paulo na TV Globo, a nacionalização do debate se manteve no foco. Ao atacar o adversário, Tarcísio de Freitas (Republicanos), Fernando Haddad (PT) criticou o corte de verbas em programas sociais promovido pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) e disse que "vocês entendem é de orçamento secreto".

"Para onde vai o dinheiro ninguém sabe, mas para remédio, para casa e para merenda, não vai", provocou. "O mundo do Bolsonaro não existe nem em São Paulo e nem no Brasil, as pessoas estão passando necessidade, temos que falar sério com elas", disse Haddad a Tarcísio.

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Em crítica ao adversário, Haddad afirmou que o ex-ministro não abordou, durante a campanha, pautas como salário mínimo e redução do ICMS sobre alimentos. "Agora quer colar nas minhas propostas para aparecer que você conhece São Paulo? Você não conhece São Paulo", reforçou. Tarcísio voltou a repetir que Haddad ganhou o título de "pior prefeito de São Paulo".

A poucas horas do último debate do segundo turno para o governo de São Paulo, os candidatos Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT) utilizarão o espaço para esclarecer polêmicas que envolveram suas campanhas e defender seus nomes. Ao Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, as equipes dos candidatos destacaram a relação de ataque/defesa envolvendo o tiroteio em Paraisópolis, no último dia 17, que paralisou a campanha de Tarcísio.

De acordo com membros da campanha de Haddad, o tema, que já foi abordado na propaganda eleitoral de TV, será trazido à tona do debate desta noite. Na ocasião, será adotada a narrativa de que houve destruição de provas por parte do adversário e fraude processual.

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"Essa é uma história mal contada. Quando você apaga o vídeo do crime, você destruiu provas. No caso, por policiais que deveriam preservar a cena do crime", disse uma fonte ligada à campanha de Haddad. Instigado se o tema foi testado em pesquisas qualitativas e se causa preocupação nos eleitores, a fonte afirmou que "as pessoas estão querendo saber, estão curiosas". "Ficou com cara de atentado fake e as pessoas se indignam com isso", reforçou.

Nesta semana, a Folha de S.Paulo publicou um áudio que mostra que um integrante da campanha do Tarcísio mandou um cinegrafista da Jovem Pan apagar imagens do tiroteio de Paraisópolis, no dia 17, que flagraram membros da equipe. Já na noite de quarta-feira (26), o jornal revelou que, logo após a publicação da matéria, a equipe de Tarcísio teria pedido o desligamento do funcionário e que a emissora teria sugerido que ele gravasse um vídeo para o candidato.

Haddad também deve associar a defesa de Tarcísio sobre o fim das câmeras corporais dos policiais ao ocorrido em Paraisópolis. "Pode seguir a linha de que Tarcísio não gosta de imagens, quer esconder as coisas", disse a fonte da campanha petista.

O candidato do Republicanos, em entrevista recente, reiterou que as câmeras inibem a ação do policial, mas argumentou que, se eleito, vai chamar especialistas para avaliar a política do ponto de vista técnico. Antes, ele era mais contundente sobre o tema e dizia que iria acabar com o uso do equipamento em São Paulo, se eleito.

Por outro lado, a campanha de Tarcísio, líder na disputa do segundo turno, avalia que o debate desta noite representará uma oportunidade para esclarecer as acusações envolvendo o tiroteio. De acordo com a equipe, o candidato está sendo "muito atacado" por Haddad, mas nega que entrará no mesmo tom. "Não é a linha dele", diz.

"Está se criando uma narrativa fantasiosa em uma situação em que fomos vítimas. É bom poder esclarecer isso", declarou a campanha do ex-ministro. No entanto, mesmo com as acusações de interferência na investigação do tiroteio, a equipe ressaltou que Tarcísio deve manter a mesma "linha propositiva" que teve nos últimos debates.

Pesquisa Ipec divulgada na terça-feira (25) mostra Tarcísio com 46% dos votos totais contra 43% de Haddad no segundo turno. O resultado aponta que os candidatos estão empatados tecnicamente dentro da margem de erro do levantamento, de dois pontos percentuais, na reta final da corrida eleitoral.

No primeiro turno, Tarcísio obteve 9,9 milhões de votos, ou 49,45% do contabilizado pela Justiça Eleitoral. Haddad recebeu 8,3 milhões de votos, ou 35,7% do total. O debate será transmitido pela Globo a partir das 22h.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) participam nesta sexta-feira (28), às 21h30, do debate na TV Globo com os candidatos à Presidência no segundo turno. Será o último encontro antes da eleição, domingo (30).

Mediado pelo jornalista William Bonner, o evento será transmitido ao vivo pela TV Globo, pela GloboNews e pelo g1, direto dos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro. As regras foram definidas pela organização em parceria com representantes dos partidos.

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O debate será dividido em cinco partes. A ordem em que os candidatos farão as perguntas em cada bloco, assim como as considerações finais, foi definida por sorteio com a presença de representantes das campanhas de Lula e Bolsonaro.

Confira as regras de cada bloco:

1º e 3º Blocos - O primeiro e o terceiro serão de temas livres, com duração de 30 minutos. Cada candidato terá 15 minutos e deverá administrar seu tempo entre perguntas, respostas, réplicas e tréplicas. Bolsonaro abre o primeiro bloco e Lula, o terceiro bloco.

2º e 4º Blocos - O segundo e o quarto blocos serão de temas determinados e terão duração total de 20 minutos, com dois debates de 10 minutos. Os temas serão escolhidos pelos candidatos entre os seis oferecidos pela TV Globo em um telão. Cada candidato terá cinco minutos para debater e deverá administrar seu tempo entre perguntas, respostas, réplicas e tréplicas. Cada tema só poderá ser escolhido uma única vez, sem repetição. No segundo bloco, Lula inicia as perguntas. No quarto bloco, quem começa é Jair Bolsonaro.

5º Bloco - No quinto bloco, cada candidato fará as suas considerações finais. Luiz Inácio Lula da Silva é o primeiro e Jair Bolsonaro, o segundo.

Coletiva de imprensa - Após o término do debate, os candidatos serão convidados à sala de imprensa, onde poderão participar de uma entrevista coletiva com duração de 10 minutos para cada um. Também definida por sorteio, a ordem é: primeiro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; em seguida, o presidente Jair Bolsonaro.

O público que consumia revistas masculinas, nos anos 1980, 1990 e metade de 2000, era presenteado mensalmente com grandes beldades do entretenimento. Reunindo nomes que faziam acontecer em suas determinadas épocas, os exemplares deixavam os assinantes ensandecidos quando estrelas da televisão eram fotografadas à vontade. O LeiaJá relembra quatro ex-atrizes da Globo que já posaram nuas na Playboy.

Maitê Proença

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Longe da telinha, Maitê Proença tem no currículo personagens que encantaram muita gente. Sucesso em diversas tramas da Globo, a atriz já estampou as páginas da Playboy duas vezes: 1987 e 1996. O último ensaio dela foi para celebrar o 21º aniversário da revista.

Bárbara Borges

Bárbara Borges está atualmente confinada em A Fazenda 14. Conhecida por grandes trabalhos na Globo, e também na Record, a atriz e ex-paquita também já posou nua duas vezes. Ela foi capa da Playboy em 2005 e 2009.

Karina Bacchi

No Natal de 2006, assinantes da Playboy conferiram o ensaio sensual de Karina Bacchi. Apesar de ter uma boa marca na vendagem, a revista não faz mais parte das lembranças positivas da loira. Evangélica, Karina chegou a dizer que se arrependeu de ter feito as fotos nua.

"Tenho tanto nojo da minha Playboy. O mal trabalhou de um jeito ali, olha que sem noção, que ridículo, gente, eu tenho nojo, nojo, nojo!. Ainda mais que o meu [ensaio fotográfico] foi especial de Natal, nascimento de Jesus. Que absurdo! Com chapeuzinho de Mamãe Noel, que coisa demoníaca, gente. Eu tenho nojo, raiva desse momento!", disse no YouTube.

Babi Xavier

Recentemente, a novela Por Amor completou 25 anos de sua primeira exibição. Entre o elenco da trama de Manoel Carlos estava Babi Xavier. Atriz e cantora, Babi estrelou um ensaio sensual para a Playboy em 2003.

Faltam pouco mais de dois meses para o público de casa conhecer quais pessoas irão marcar presença no 'Big Brother Brasil 23'. Se depender de Boninho, a escolha do elenco dos participantes anônimos vai começar cedo. Na sua conta do Instagram, o diretor do reality show postou um vídeo da seletiva do grupo Pipoca.

Bem humorado, ele declarou: "Mais um time tentando entrar no Big Brother. Vamos dar uma olhada". Já na legenda do conteúdo, o marido da apresentadora Ana Furtado brincou ao mostrar pessoas participando de dinâmicas. "Vida de pipoca não é fácil, não!!!", escreveu ele.

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Depois que Boninho deu um leve spoiler sobre a próxima temporada do BBB, muita gente ficou empolvorosa. "Tô com a mala pronta", comentou um dos usuários do Instagram.

Confira ao vídeo:

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Nesta terça-feira, dia 18, foi anunciado o término do contrato a longo prazo de Marieta Severo com a TV Globo, segundo informações da Patrícia Kogut. Agora a eterna Dona Nenê, receberá apenas pelas obras em que trabalhar.

Ela já está sendo cotada para uma nova produção, mas não foi divulgada mais nenhuma informação do programa, nem mesmo o nome. A atriz trabalha na emissora há 36 anos, e a sua primeira novela foi O Sheik de Agadir, em 1966.

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Depois disso ela já participou de mais de 20 produções da Globo, mas ficou marcada pelos papéis em A Grande Família e Laços de Família. Recentemente, Marieta esteve na novela da TV Globo, Um Lugar ao Sol, onde foi muito elogiada e fazia a avó de Andréia Horta. Já fora das telinhas, ela esteve no filme Aos Nossos Filhos.

O ator Osmar Prado está deixando o vínculo de contrato fixo com a Globo. Segundo informações da colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, o veterano em novelas trabalhará na emissora apenas em obras específicas, já que essa é a nova política da empresa. O último trabalho dele por lá foi no remake de Pantanal, de Bruno Luperi, interpretando o sábio Velho do Rio.

No currículo, Osmar coleciona um monte de personagens. Encantando o público de casa desde 1964, quando estreou como ator na TV Paulista, o ator brilhou em folhetins inesquecíveis como Bicho do Mato, Anjo Mau, Te Contei?, Pai Herói, Champagne, Elas Por Elas, Roda de Fogo, Mandala, Esplendor, O Clone, Sinhá Moça, Caminho das Índias e Órfãos da Terra.

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Ele viveu também o papel de Tuco na primeira versão do seriado A Grande Família, na década de 1970. Na adaptação dos anos 2000, o papel foi defendido por Lúcio Mauro Filho. Osmar Prado trabalhou na Globo durante 49 anos.

Depois do sucesso de 'Pantanal', que chegou ao fim no último final de semana, a Globo está pronta para colocar no ar mais uma história. Na noite desta segunda-feira (10), logo após o Jornal Nacional, estreia a novela 'Travessia'. Escrita por Gloria Perez, o folhetim promete encantar os telespectadores com narrativas avassaladoras e interpretações de tirar o fôlego. Para entrar no clima de lançamento, o que esperar de Travessia?

Texto afiado

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Quem conhece Gloria Perez sabe que a autora não brinca em serviço quando o assunto é explorar a magia televisiva. Dona dos sucessos 'Barriga de Aluguel', 'Explode Coração', 'O Clone', 'América', 'A Força do Querer', entre outros trabalhos, Gloria gera muita repercussão com seus textos.

Sem rodeios, as histórias da escritora possuem o dom de debates e reflexões entre o público de casa, dois dos inúmeros elementos que ela guarda na manga para 'Travessia'. A fake news por exemplo, que permeia a sociedade já há muito tempo, será o carro-chefe de sua mais nova empreitada na teledramaturgia.

Moda

Não é de agora que o mundo da moda traz impacto para o cenário da novela brasileira. Desde os anos 1970, com destaque para o sucesso 'Dancyn' Days', a Globo sempre fez a cabeça do seu público com tendências extremamente impactantes, exclusivas e também conscientes. Para 'Travessia', a produção promoverá ao telespectador um movimento estiloso em seus figurinos, assim como aconteceu em 'O Clone' e 'Salve Jorge', ambas desenvolvidas por Gloria Perez.

Humor de personagens repetidos

Em 2012, a Globo levou ao ar 'Salve Jorge'. Na trama de Gloria, três personagens faziam muita gente rir e se apaixonar com diálogos sarcásticos e bem elaborados. As pessoas terão a chance de ver mais uma vez Helô (Giovanna Antonelli), Stenio (Alexandre Nero) e Creusa (Luci Pereira) juntos. O trio, novamente, está unido para fazer o povo gargalhar com um humor que continua presente na memória de quem curtiu os atores em cena há dez anos.

Papéis fortes

Se tem algo que não pode ficar de fora dos trabalhos de Gloria Perez é personagem arrebatador. Em 'Travessia', os noveleiros terão a chance de acompanhar histórias inusitadas, cativantes e cheias de reviravoltas. De cara, a protagonista Lucy Alves vai desenvolver um papel forte e ético, mas que fará da mocinha Brisa uma vítima de injustiça.

Acusada de roubar crianças, por conta de uma montagem na internet, Brisa vai lutar com todas as forças para mostrar a verdade ao seu respeito. Decidida a mudar o rumo de sua história, a maranhense vai contar com a ajuda de Oto (Romulo Estrela), um hacker que topará com maestria e sinceridade ficar do lado da esposa de Ari (Chay Suede).

Desempenho de Jade Picon

Quando esteve no 'BBB 22', Jade Picon foi considerada uma das participantes mais decididas. Ninguém sabe ao certo se toda sua entrega perante ao reality show da Globo foi crucial para ganhar um papel na novela de Gloria Perez, o que deixou diversas pessoas surpresas com a escolha dela para estar no projeto.

Interpretando a personagem Chiara, Jade já está movimentando muita gente a parar na frente da televisão com a intenção de vê-la desempenhar seu primeiro trabalho como atriz em um folhetim de uma das principais emissoras do país.

De 3 a 21 de outubro, a Editora Globo e o Sistema Globo de Rádio estão com inscrições abertas para o Programa de Estágio 2023. O processo seletivo, realizado em conjunto pelas duas empresas, abrange vagas para as redações dos jornais O Globo e Extra, das rádios CBN, Rádio Globo e BHFM, das revistas e de áreas corporativas, como tecnologia, comercial, marketing, jurídico e financeiro. São cerca de 30 oportunidades divididas entre Rio de Janeiro (RJ), Duque de Caxias (RJ), São Paulo (SP), Brasília (SP) e Belo Horizonte (MG).

As vagas são para estudantes dos cursos de ensino técnico em Eletrônica, Telecomunicações e Produção de Áudio e Vídeo e de ensino superior em Jornalismo, Design Gráfico e Digital, Desenho Industrial, Design de Interiores, Ciências da Computação, Sistemas da Informação, Engenharia da Computação, Tecnologia da Informação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Letras, Produção Editorial, Administração, Marketing, Publicidade e Propaganda, Economia, Engenharia de Produção, Ciências Contábeis, Direito e Gestão de RH.

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A proposta do programa de estágio é capacitar os jovens profissionais, promovendo um ambiente de troca de experiência e de conhecimento. Ao ingressar nas empresas, os estagiários participarão de encontros de desenvolvimento, com palestras e treinamentos, além de colocar em prática os aprendizados por meio de um projeto de estágio.

“Atingimos diferentes segmentos da sociedade por meio de nossos produtos, o que é um grande diferencial para os estagiários que estarão conosco. Falamos para todos e somos também para todos. Essa riqueza traz muitas possibilidades de aprendizado e experiências diversas, preparando esses jovens profissionais para o futuro”, diz a gerente-geral de Recursos Humanos da Editora Globo e do Sistema Globo de Rádio, Andressa Motta.

Entre os pré-requisitos, os estudantes precisam ter 18 anos ou mais no momento da inscrição e previsão de formatura entre dezembro de 2023 a dezembro de 2024. Os interessados devem se inscrever no site do processo seletivo e passar pelas etapas de testes de português, inglês e raciocínio lógico, teste de conhecimentos gerais, entrevista coletiva, dinâmica de grupo e entrevista final. O estágio será iniciado em fevereiro de 2023, contemplando trabalho presencial e remoto.

Lívia Andrade mais uma vez está dando o que falar! Após não comparecer no Domingão com Huck, ela usou as redes sociais para explicar o motivo de sua ausência. Sem papas na língua, ela contou que estava viajando e não conseguiu voltar a tempo.

- Oi gente, acabei de chegar por isso, não to no Domingão, não consegui voltar a tempo, explicou ela, que em seguida deu uma alfinetada nas pessoas que falaram sobre o assunto:

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- Logo mais a gente vai se ver para a tristeza de muitas jornalistas maldosas, sua bola de cristal tá com defeito, amor, manda arrumar, para sua tristeza 2023 na Globo.

No final, Lívia pediu para os seus fãs tomarem cuidado com as notícias:

- Vocês ainda não aprenderam que não da pra confiar em tudo que dizem por aí? Compre suas caixas de lencinho, porque o choro é livre.

Vale pontuar, que segundo o jornal Extra, Lívia pagou mais de 80 mil reais para viajar em primeira classe e assistir o jogo da seleção brasileira.

Na novela Mar do Sertão, o ator Welder Rodrigues interpreta o prefeito Sabá Bodó. Dono de um caráter duvidoso, o gestor da fictícia Canta Pedra arranca risos dos telespectadores com atitudes não muito diferentes do que as pessoas já presenciaram na vida real.

Entrando na onda das eleições, neste domingo (2), o LeiaJá relembra quatro personagens políticos que continuam vivos no imaginário do público de casa e que marcaram as tramas da Globo.

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Odorico Paraguaçu

Em 1973, O Bem-Amado foi a primeira novela brasileira a ser exibida em cores. Na obra de Dias Gomes, o prefeito Odorico Paraguaçu (Paulo Gracindo) iludia os moradores de Sucupira com promessas e frases bem articuladas. Ardiloso, o chefe do município fazia de tudo para inaugurar um cemitério, mas o desfecho do seu projeto surpreendeu muita gente.

Senador Caxias

O ator Carlos Vereza gerou repercussão na novela O Rei do Gado. Nos anos 1990, ele interpretou o senador Roberto Caxias. Honesto, o político lutava pela reforma agrária e pelos diretos do povo brasileiro. Uma das cenas mais marcantes do personagem é a dele discursando, em Brasília, em um plenário vazio.

Reginaldo

Eduardo Moscovis eternizou grandes trabalhos na teledramaturgia brasileira, mas um papel que marcou a carreira dele foi Reginaldo. O filho da empresária Maria do Carmo (Susana Vieira), em Senhora do Destino, não perdoava ninguém que ousasse cruzar seu caminho. Desonesto, o vereador sonhava em alcançar objetivos que mirassem o poder. A cena em que Reginaldo morre atingido por uma pedra continua na mente do telespectador.

Romildo Rosa

Atualmente no Vale a Pena Ver de Novo, a reprise de A Favorita vem agitando o público de casa. Um dos personagens que deram o que falar na trama de João Emanuel Carneiro, entre 2008 e 2009, foi o político Romildo Rosa. Interpretado pelo saudoso Milton Gonçalves, o deputado poderoso era dono de império que foi adquirido por trocas políticas. Apesar de ser temido, Romildo baixava a guarda quando era confrontado pelos filhos Eduardo (Fabrício Boliveira) e Alice (Taís Araujo).

Após uma participação pouco produtiva, conforme avaliação de cientistas políticos ouvidos pelo Estadão/Broadcast, por ter se concentrado em atacar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em vez de explicar suas propostas durante o último debate presidencial na TV antes do primeiro turno, na noite desta quinta-feira (29), Ciro Gomes (PDT) usou as redes sociais para se defender daqueles que o chamam de "destemperado".

"Não me cabe fazer apologia ou julgamento sobre desempenho (s) no debate. Mas não posso evitar duas perguntas: o tal destemperado sou eu? Por que fui o único que não precisou pedir nem conceder nenhum direito de resposta?", escreveu o candidato no Twitter na manhã desta sexta-feira (30).

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Respondendo a si mesmo, o ex-governador do Ceará disse que não conseguiria deixar de responder o último questionamento, afirmando que não pediu nenhum direito de resposta "simplesmente porque não puderam me acusar de absolutamente nada. De nenhum tipo de desvio moral ou político". "Mais um atestado de honestidade que consigo na vida pública", completou.

Durante o debate desta quinta-feira, além dos momentos de confronto mais intensos entre a candidata Soraya Thronicke (União Brasil) e o candidato do PTB, Padre Kelmon, que chegou a ser chamado pela presidenciável de "padre de festa junina", o evento foi marcado por uma sequência de pedidos de direito de resposta protagonizada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Lula.

Durante o debate da TV Globo na noite dessa quinta-feira (29), o presidente Jair Bolsonaro (PL) mencionou as leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc, de apoio à cultura, como feitos de seu governo. O chefe do Executivo afirmou que os dispositivos atendem "aos artistas no início de suas carreiras". Contudo, o presidente vetou ambos os projetos, e as leis entraram em vigor após o Congresso Nacional derrubar os vetos.

O Congresso derrubou em julho os vetos do presidente Bolsonaro às leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc 2, que direcionam, em conjunto, R$ 6,9 bilhões para o setor de cultura no País. O acordo foi feito com o aval do então líder do governo na Casa, senador Eduardo Gomes (PL-TO).

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A proposta de Lei Complementar 73/21, apelidada de Lei Paulo Gustavo, foi aprovada pelo Senado em 15 de março desse ano e enviada para sanção presidencial. Na época, o ex-secretário especial da Cultura e atual candidato a deputado federal Mário Frias (PL) disse em suas redes sociais que o projeto era inconstitucional e "absurdo".

Em abril, o governo soltou nota afirmando que a proposta "enfraqueceria as regras de controle, eficiência, gestão e transparência". O presidente também vetou integralmente a Lei Aldir Blanc 2, alegando que o projeto era "inconstitucional e contraria o interesse público".

Reações

A declaração de Bolsonaro repercutiu nas redes sociais. O ator Bruno Gagliasso, apoiador do candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT), disse ser "inacreditável" que o presidente cite leis que ele vetou.

A deputada Tabata Amaral (PSB-SP) também relembrou o veto do presidente. "Bolsonaro citou as leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc como feitos do seu governo na área da cultura. Só esqueceu de uma coisa: ele vetou as duas leis", publicou.

A influenciadora Babi Magalhães disse ter considerado "asquerosa" a menção de Bolsonaro ao humorista Paulo Gustavo.

O ator e humorista Paulo Gustavo morreu em maio de 2021, em decorrência de covid-19. À época, o presidente Bolsonaro lamentou a morte do artista. "Que Deus o receba com alegria", disse, na ocasião.

Um dos destaques do debate por protagonizar os principais bate-bocas entre os candidatos, padre Kelmon (PTB) conversou com Jair Bolsonaro (PL) durante os intervalos. Nessa quinta-feira (30), os postulantes com representação no Congresso tiveram a última oportunidade de apresentar suas propostas para o Brasil, no entanto, provocações e xingamentos baixaram o nível do debate. 

Chamado por Lula (PT) e Soraya Thronicke (União) de "candidato laranja", "cabo eleitoral" e até "padre de festa junina", Kelmon serviu como linha auxiliar de Bolsonaro no debate. O religioso atuou mais como uma escada para reforçar a corrente ideológica do atual presidente e para lhe garantir mais munição nos ataques contra o petista. 

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Sem apresentar nenhuma proposta concreta, como fez Simonet Tebet (MDB), Ciro Gomes (PDT) e a própria Thronicke, nos bastidores do debate, o religioso chegou a trocar risos com Bolsonaro enquanto era instruído por sua assessoria, o que fundamentou a denúncia feita pelos demais presidenciáveis presentes de que sua participação foi combinada para potencializar a campanha de Bolsonaro na reta final. 

Com a inelegibilidade do presidente de honra do PTB, o ex-deputado bolsonarista Roberto Jefferson, preso por atentados contra a democracia por meio de milícias digitais e por ameaça armada a ministros do Supremo Tribunal Federal, padre Kelmon surgiu de última hora como a opção para representar o partido nas eleições. 

Também seguir do Bolsonaro, em março, o padre publicou em suas redes sociais um poema escrito em homenagem ao presidente.

Após o debate ao vivo, o religioso se irritou em uma coletiva com jornalistas quando perguntado sobre ser um "cabo eleitoral" para atrair eleitores para Jair Bolsonaro. "Nós não somos cabo eleitoral do presidente Bolsonaro, você está me acusando. A esquerda está ali toda junta e reunida com o PT. Você não enxergam isso? Todos os partidos são mais do mesmo. Todos defendem as mesmas pautas, o aborto, a ideologia de gênero. Roupas diferentes, mas todos têm o mesmo objetivo", rebateu.

Integrantes da campanha do presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), comemoraram os vários direitos de resposta concedidos a ele no debate da TV Globo, o que consideraram "erros" do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Apesar de uma avaliação geral positiva do QG da campanha, que acompanhou o chefe do Executivo em peso, no Rio de Janeiro, não há grandes expectativas de que as mais de três horas de embates tenham ajudado a virar votos. "Mas não perdemos. O presidente não perdeu a linha, ao contrário do Lula. Se alguém perdeu hoje, foi ele", afirmou um aliado.

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Depois de um primeiro bloco que consideraram "animado", quando houve inúmera concessões de direitos de resposta - e até mesmo pedidos do apresentador William Bonner para que Lula e Bolsonaro mantivessem "o nível" em respeito aos telespectadores -, a avaliação é que o clima "deu uma esfriada". "Se para nós que estamos aqui ficou mais morno, a esta hora, para quem está em casa, com certeza já está bem pouco interessante", disse um integrante do QG bolsonarista.

Descondenado

Um dos momentos mais exaltados pelos bolsonaristas foi o enfrentamento entre Lula e o candidato pelo PTB, Padre Kelmon, que chamou o petista de "descondenado". Kelmon disse que o petista era "chefe do esquema", citando o ex-ministro Antonio Palocci. Em seguida, interrompeu o adversário por diversas vezes, enquanto era respondido, chegando a ser advertido por Bonner. Como o Broadcast Político mostrou, a campanha do PT avaliou que Lula "mordeu a isca", mas não acredita que o episódio tenha potencial de virar votos.

A campanha de Bolsonaro vinha apostando no debate global, com alta audiência, para segurar a tendência de subida demonstrada por Lula nas últimas semanas e garantir a ida para o segundo turno. Datafolha divulgado na noite de quinta mostrou uma oscilação do petista de 47% para 48% e do presidente de 33% para 34%. Considerando votos válidos, o ex-presidente bate 50% e o chefe do Executivo, 36%.

O candidato à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) destinou seu tempo nas considerações finais no debate da Globo para ressaltar as conquistas sociais de seus governos, sem fazer qualquer apelo ao voto útil que possa liquidar a eleição em primeiro turno.

A ofensiva pelo voto útil tem sido adotada pelo PT e foi levada à rede nacional de rádio e televisão na noite de quinta-feira (29), ao longo da última inserção no horário eleitoral gratuito.

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"Eu queria dizer que tem três, quatro tipos de propostas diferentes: aquele que tem a vida provada nesse país e que tem resultado, as pessoas sabem o que aconteceu nesse país; aqueles que fazem promessas; e aquele que está governando", declarou o petista.

Em mais uma tentativa de furar a polarização entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL), o candidato à Presidência da República Ciro Gomes (PDT) afirmou na madrugada desta sexta-feira (30), nas considerações finais do debate da Rede Globo, que quer ser o candidato para reconciliar o Brasil.

Ciro pediu uma "oportunidade" para governar o Brasil e reforçou a tese de que há um sistema a ser combatido no País. "Não deixe o sistema entrar na sua cabeça. Eles montam uma máquina de propaganda", argumentou Ciro. "Imagina que lindo fazermos história", acrescentou.

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Os candidatos à Presidência da República deixaram em segundo plano as propostas de governo e deram mais atenção às ofensas mútuas e aos embates agressivos no último debate antes da votação em primeiro turno. O encontro promovido pela TV Globo, que avançou pela madrugada de hoje e reuniu sete postulantes, foi uma oportunidade para embates diretos entre os dois candidatos que lideram a disputa pelo Planalto.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) estiveram frente a frente no primeiro bloco do debate e reproduziram o clima mais acirrado da disputa presidencial.

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Também participaram do evento Ciro Gomes (PDT), Felipe d’Avila (Novo), Simone Tebet (MDB), Soraya Thronicke (União Brasil) e Padre Kelmon (PTB). Conforme pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, Lula lidera a disputa ao Palácio do Planalto com 50% dos votos válidos. Bolsonaro tem 36%.

Entre acusações e direitos de resposta concedidos pela organização do debate, os rivais se acusaram da prática de corrupção. "Nós não podemos continuar no País da roubalheira", afirmou Bolsonaro, que repetiu uma dobradinha com Padre Kelmon, do PTB, e em referência aos governos do PT. O chefe do Executivo federal disse que Lula montou uma "quadrilha" quando governou e que o País vivia uma "cleptocracia".

No primeiro direito de resposta, o petista pediu "o mínimo de honestidade e de seriedade" do candidato à reeleição e citou acusações de prática de rachadinha pela família Bolsonaro, os sigilos de 100 anos decretados pelo presidente para documentos do governo e o "gabinete paralelo" no Ministério da Educação, como a propina em ouro cobrada por pastores - caso revelado pelo Estadão.

"Mentiroso, ex-presidiário, traidor da Pátria. Que rachadinha? Rachadinha é os teus filhos roubando milhões", respondeu Bolsonaro. "Tome vergonha na cara, Lula", emendou o presidente. Em novo direito de resposta, o petista disse que faria um decreto para acabar com os sigilos de cem anos decretados por Bolsonaro. "Não minta que é feio o presidente da República mentir", criticou o petista.

A troca de agressões entre os dois candidatos que, segundo as pesquisas, disputam na prática a eleição, simbolizou um encontro eleitoral marcado também pela indisciplina dos postulantes. Por diversas vezes, o mediador, William Bonner, precisou repreender os candidatos - principalmente Padre Kelmon - para que respeitassem as regras.

Reformas

Embora coadjuvante no encontro eleitoral, propostas para o País foram pinceladas em determinados momentos. Soraya Thronicke e Ciro, por exemplo, discutiram ideias para uma reforma fiscal, caso vençam as eleições. Soraya afirmou que sua proposta é substituir os impostos existentes por um único imposto sobre operações financeiras. "Também vamos desonerar a folha de pagamento e promover um programa de refinanciamento de dívida ativa. Esse pacote econômico que propomos é a maior questão do Brasil", relatou Thronicke.

Ciro Gomes concordou com a candidata sobre a necessidade de uma reforma fiscal e apresentou que, em seu governo, também pretende renegociar as dívidas das famílias e promover um massivo programa de emprego, retomando 14 milhões de obras paradas.

Nome da chamada terceira via Simone Tebet (MDB) procurou manter uma postura de independência, mas concentrou suas críticas à gestão do atual governo no meio ambiente e afirmou que Jair Bolsonaro "foi o pior presidente da história do Brasil nesse aspecto", ao falar sobre as queimadas no Pantanal e na Amazônia durante o atual governo. Em resposta, Bolsonaro disse que as queimadas ocorreram por conta das secas nos últimos anos. Simone Tebet disse, na sequência, que Bolsonaro "mente tanto que acredita na própria mentira", e voltou a defender medidas de preservação do meio ambiente.

Orçamento secreto

Em outro momento, Bolsonaro tentou fazer uma dobradinha com Luiz Felipe d’Avila, mas o candidato do Novo citou o orçamento secreto, esquema pelo qual o governo destina emendas parlamentares sem critérios e transparência, para garantir apoio de parlamentares no Congresso.

O presidente afirmou que colocou um ponto final no "toma lá, dá cá" ao assumir o governo, sem mencionar sua aliança com o Centrão. Disse que colocou quadros técnicos nos ministérios e perguntou a d’Avila se esse estilo de governar deveria continuar. O candidato do Novo, então, disse que o orçamento secreto está "acabando" com a política e "corroendo" a credibilidade do Congresso e da própria democracia.

"O orçamento secreto não é meu, eu vetei", respondeu Bolsonaro. "Não existe da minha parte nenhuma conivência com esse Orçamento", emendou. O presidente, contudo, voltou atrás no veto e acabou sancionando o esquema das emendas de relator para este ano. No enfrentamento, d’Avila também disse que nos últimos anos houve irresponsabilidade fiscal e descumprimento do teto de gastos.

Corrupção

O tema corrupção também confrontou, no terceiro bloco do debate, Ciro e Bolsonaro - que vinham se poupando de ataques. O pedetista disse que a atual gestão tem tantos casos de corrupção como os governos petistas. O presidente voltou a repetir que não existem casos de delitos durante sua passagem pela Presidência. "Me aponte uma fonte de corrupção, não tem", afirmou. "Não ataque dessa maneira que o senhor deslustra a sua presença nesse programa", concluiu o candidato à reeleição, após o pedetista listar acusações contra o presidente. (Colaboraram Iander Porcella, Matheus de Souza, Giordanna Neves, Eduardo Gayer, João Scheller, Lais Adriana e Jessica Brasil Skroch)

Os candidatos à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Ciro Gomes (PDT) concordaram, ao longo do debate promovido pela Rede Globo, sobre a necessidade de reprimir o desmatamento ilegal no País.

"Uma das coisas que estou dizendo que vou fazer é que não haverá ocupação ilegal e garimpo", prometeu Lula, para um eventual governo. "Precisamos ensinar povo que extrair da floresta em pé gera muito mais riquezas do que da floresta deitada", emendou Ciro.

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O pedetista, contudo, aproveitou a tréplica, quando Lula não mais falaria, para criticar o ex-presidente. Afirmou que o petista fez "conchavos" ao comandar o País e que o Brasil, hoje, tem uma situação "completamente diferente" da encontrada por Lula em 2003.

O presidente Jair Bolsonaro (PL), em resposta à senadora Soraya Thronicke (União Brasil), afirmou na madrugada desta sexta-feira, 30, que a candidata seria dócil se ele tivesse atendido a todos os cargos pedidos por ela via ofício. "A senhora gosta de cargos, deitar e rolar. Como não conseguiu, virou basicamente uma inimiga nossa", cutucou, no último debate antes do primeiro turno, na TV Globo.

Na ocasião, a temática sorteada foi sobre segurança pública, e Soraya havia questionado o presidente se, caso fosse eleito, ele respeitaria as eleições "apenas se forem limpas" e se pretende dar golpe de Estado. O chefe do Executivo desviou da pergunta e voltou a dizer que não há corrupção no seu governo. "Teria se eu atendesse a esse pedidos de cargos(...) que eu neguei para a senhora", emendou.

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Soraya também questionou se Bolsonaro tomou a vacina contra covid-19 e quantas doses. O presidente voltou a repetir que comprou 500 milhões de doses e "vacinou quem quis". "A senhora sabe o que é liberdade? Quem quiser não tomar vacina que não tome", emendou, sem responder a pergunta.

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