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A Embratel lança, nesta semana, a ampliação do Wi-Fi Seguro para empresas e estabelecimentos, em Pernambuco.  A novidade traz uma evolução do projeto e conta com novos controles de segurança integrados, com conectividade wireless para empresas de todos os tamanhos e segmentos.

O serviço é ideal para ambientes com grande movimentação como restaurantes, hotéis, lojas e escritórios e conta com vários tipos de configuração de segurança, como filtros de conteúdo, Firewall e detecção de intrusos. As empresas também podem criar suas próprias políticas com regras de bloqueio de aplicações e sites considerados indevidos para acesso no estabelecimento, definindo qual tipo de endereço eletrônico pode ser acessado, como redes sociais e redes de streaming de vídeo.

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Também é possível limitar a banda utilizada pelos usuários, impedindo o mau uso do link, com downloads extensos, por exemplo. A solução também protege a conexão de ataques cibernéticos e conta com um sistema de detecção de ameaças em tempo real. Além disso, é possível criar uma rede para funcionários e outra para os visitantes. O login no hotspot pode ser feito por meio de redes sociais, e-mail ou SMS.

O Wi-Fi prometido pelo órgão pode suportar até 50 usuários conectados por ponto de acesso, com amplo alcance e sem perda de performance (867 Mbps em 5 Ghz, e 300 Mbps em 2.4 Ghz).

O gerenciamento das máquinas é feito remotamente, com configurações atualizadas automaticamente em Nuvem. A informação fica disponível por três meses. O serviço pode ser contratado a partir de R$ 229 por mês. Para os primeiros 300 clientes, a Embratel irá manter o valor fixo de 198,00/mês, pelos primeiros três anos de contrato. A contratação pode ser feita pelo site.

Em mais um ano de iniciativa social, os clientes da NET HD poderão fazer doações á campanha Teleton 2018 pelo controle remoto através do canal 254. Até o dia 11 de novembro, os assinantes da operadora poderão contribuir com valores de R$ 10,00 á R$ 40,00.

No ano passado, mais de 15 milhões de pessoas que assinam o serviço de televisão paga, contribuiraram para a campanha que faz parte do instituto AACD, criadora do projeto.Para contribuir basta digitar o canal 254 no controle remoto e escolher um dos valores disponiveis. A doação será creditada na próxima fatura e irá direto para conta da AACD.

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Para a Vice–presidente do instituto NET/Claro/Embratel e diretora de comunicação e responsabilidade social da Claro Brasil Daniely Gomiero, a parceria ajuda na mobilização social por parte dos assinantes. “A proposta é estimular os clientes da NET a contribuírem com a causa de maneira direta. Apoiar mais um ano do Teleton reforça esse compromisso, aliando os serviços prestados pelo grupo, com iniciativas que geram o desenvolvimento humano e social”, disse.

Criada em 16 de maio de 1998, o Teleton é um especial televisivo que busca apresentar os projetos desenvolvidos pela AACD, e com isso juntar fundos para continuar funcionando essas ideias, além de criar outras novas para ajudar as crianças com deficiência. E nesta 21ª edição, o objetivo é pegar a renda arrecadada e usar na manutenção dos centros de reabilitação e no hospital da AACD.

Escrito por Pietro Tenorio

Um incêndio atinge na tarde desta quinta, 10, o topo do edifício da Embratel no centro do Rio. O imóvel está localizado na Avenida Presidente Vargas, uma das principais vias da região central. Segundo a Defesa Civil, bombeiros do Quartel Central da corporação estão no local.

Ainda não há informações sobre causas das chamas ou eventuais vítimas. Uma grande coluna de fumaça escura pode ser vista a quilômetros de distância. O prédio foi esvaziado.

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Parte da Presidente Vargas teve seu trânsito interrompido para o trabalho dos bombeiros.

A Tempo Capital entrou com uma ação pedindo a suspensão da incorporação da Net pela Claro, operação que faz parte da estratégia de integração das operações da América Móvil, do bilionário Carlos Slim, no Brasil. Acionista da Net, a gestora avalia que a operação implicará, na prática, o fechamento de capital velado da companhia. Diante disso, pede que a Justiça obrigue a Net e suas controladoras Embratel e Embrapar a realizar uma oferta pública de aquisição de ações (OPA) para cancelar o registro de companhia aberta da empresa.

Maior acionista minoritária da Net, Tempo Capital tem uma fatia de 19,32% das ações da companhia em circulação no mercado. A posição é avaliada em R$ 25 milhões, a preços de mercado.

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Em 1º de agosto a Embrapar e a Net publicaram um fato relevante informando que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovara a reestruturação societária do grupo, que tem como etapa final a incorporação da Net, da Embrapar e da Embratel pela Claro. Segundo o comunicado, como a Claro e a Telmex (que vai incorporar a participação de acionistas da Embrapar) não terão capital aberto em bolsa, os acionistas da Net terão direito de recesso, ou seja, de deixar a companhia mediante o reembolso do valor das suas ações.

Na petição encaminhada na quarta-feira à 8ª Vara Cível do foro regional de Santo Amaro, em São Paulo, os advogados da Tempo afirmam que a operação de incorporação da Net pela Claro é uma manobra para burlar o direito dos minoritários em uma operação de fechamento de capital.

"Na essência (...) o que se busca é forçar o fechamento de capital da Embrapar com a consequente expulsão dos minoritários a preço vil e sem que lhes seja assegurado as prerrogativas e direitos de que tratam o regime de fechamento de capital", diz o documento assinado pelo escritório Marlan Marinho Jr. Advogados.

Em 2012 a Embratel tentou fechar o capital da Net, mas desistiu diante da resistência dos minoritários em aceitar o preço proposto por ação na OPA para tirar a subsidiária da BM&FBovespa. Os acionistas chegaram a pedir um segundo laudo de avaliação para comprovar que o valor oferecido não era justo.

A Tempo diz que como a maioria dos acionistas da Net não quer ou não pode migrar para uma companhia sem ações em bolsa, a única saída seria aderir ao recesso. No entanto, classifica como "vil" o preço proposto para a retirada: R$ 32,77 por ação de emissão da Net, independente de espécie ou classe. Segundo a gestora, ele é R$ 30 inferior ao valor da ação em 31 de julho (de R$ 63), véspera da divulgação do fato relevante que autorizou o recesso.

Os acionistas querem fazer valer o artigo 4º da Lei das Sociedades Anônimas. Pelo dispositivo os minoritários que representem, ao menos, 10% do capital social, podem requerer a convocação de uma assembleia geral extraordinária (AGE) para deliberar sobre um novo laudo de avaliação das ações, uma forma de brigar pelo que consideram o "valor justo" por sua saída. Procuradas, Embratel e Net não quiseram comentar o caso.

A Empresa Brasileira de Telecomunicações (Embratel) terá que pagar R$ 10 mil por danos morais a uma cliente. A multa é referente a falta de entrega de um aparelho telefônico, além da cobrança indevida da utilização de uma linha telefônica.

De acordo com o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), autora da ação - Benedita Eulália Neri - comprou um aparelho telefônico no valor de R$ 570. O produto seria entregue pelos Correios, fato que nunca ocorreu. Segundo os autos, mesmo sem receber do telefone, Benedita passou a receber várias faturas, além de ter a inscrição do nome no Serasa e no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC).

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"No recurso apelatório, a Embratel, mais uma vez, tratou o caso como se a autora/apelada afirmasse nunca ter sido cliente da apelante, quando na verdade o que se afirma é que a consumidora não recebeu o produto contratado, razão pela qual não deveria ter sido cobrada pelo serviço", destacou o desembargador Eurico de Barros,

A decisão foi embasada no artigo 524, inciso II, do Código de Processo Civil, que exige que o recurso venha acompanhado dos fundamentados de fato e de direito que dariam motivo para o pedido de nova decisão. A Embratel teve o pedido de apelação negado, mas ainda pode recorrer.

Com informações da assessoria

A Embratel Participações informou que o conselho de administração aprovou o investimento de até R$ 2,219 bilhão na Claro, que deverá ser implementado por meio da subscrição de novas ações da Claro, que representarão uma participação minoritária na empresa.

"O investimento aqui mencionado visa facilitar a convergência de plataformas fixas e móveis e a oferta de serviços integrados a clientes por determinadas companhias controladas direta ou indiretamente pela América Móvil, dentro do contexto da consolidação de suas estruturas e atividades", informou a Embratel, em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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As operadoras Embratel e a Oi foram as empresas de telecomunicação que apresentaram as melhores propostas no pregão eletrônico para fornecer serviço de internet banda larga para Unidades Básicas de Saúde (UBS) no País, revelou sexta-feira, 29, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

De acordo com Padilha, o pregão ocorreu sexta-feira, dia 29, e as empresas têm até a próxima segunda-feira para detalhar o plano de trabalho e homologar as propostas.

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A proposta de conexão por satélite foi apresentada apenas pela Embratel, empresa do grupo América Móvil, também dono da Claro e da Net no Brasil. Já na proposta de solução via terrestre, as melhores propostas vieram da Oi e da Embratel.

"Todos os municípios que tiverem postos de saúde que já participam do Programa de Qualidade na Atenção Básica vão receber do Ministério da Saúde a garantia do acesso à banda larga", afirmou Padilha.

O ministro participou sexta-feira, 29, de uma reunião com cerca de 60 empresários da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), no escritório da Confederação Nacional da Indústria (CNI), na capital paulista.

Padilha ressaltou que a iniciativa é uma parceria com o Ministério das Comunicações e vai exigir investimento de R$ 80 milhões por ano.

Homologação

A estimativa é que os contratos, que só serão homologados após apresentação da proposta detalhada. A expectativa é que os contratos de prestação de serviço tenham duração de três anos para a conexão terrestre e quatro anos para conexão via satélite. O prazo para implantação do serviço é de um ano. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A concessionária de telefonia fixa Embratel poderá determinar livremente as tarifas para ligações internacionais a partir de 1º de janeiro do ano que vem. Anteriormente, o início da liberdade tarifária estava previsto para janeiro de 2016, mas a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) decidiu nesta quinta-feira (27) antecipar o prazo.

O relator da proposta, conselheiro Jarbas Valente, explicou que as operadoras de telefonia fixa vêm sofrendo concorrência de outros tipos de serviços que possibilitam a comunicação de voz a longa distância utilizando a internet, como Skype, Viber e Facebook.

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“A área técnica entendeu que não daria para aguardar o prazo porque a situação e a competição, não apenas intrasetorial, mas todas elas estão sofrendo competição do incremento da banda larga no Brasil, o que está inviabilizando o crescente aumento das dificuldades de oportunidades para que as empresas possam ter preços menores”, disse o conselheiro.

As novas regras valem apenas para o serviço de telefonia fixa prestado em regime público, portanto, a medida só atinge a Embratel, que é única concessionária da modalidade longa distância internacional. A liberdade tarifária não atinge as chamadas telefônicas locais, nem de longa distância nacional (interurbanos).

A Anatel também decidiu nesta sexta (28) colocar em consulta pública por 30 dias a minuta do edital de leilão de quatro posições para lançamento de satélites de comunicações. As empresas terão prazo de quatro anos para colocar os satélites em órbita.

As marcas NET, Claro e Embratel serão preservadas em uma consolidação das três companhias do grupo América Móvil no Brasil, disseram, nesta quinta-feira (16), os presidentes da Claro, Carlos Zenteno, e da NET, José Félix, durante o lançamento de uma plataforma Wi-Fi conjunta das três companhias do grupo.

Zenteno afirmou que o grupo fará a reorganização societária em uma única empresa, processo que deve levar dois anos segundo Félix. "Temos de diferenciar um processo formal de fusão da integração. Societariamente vamos chegar a ser a mesma companhia, mas no dia a dia as companhias continuarão com suas estruturas", disse Zenteno.

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Em fato relevante divulgado em abril ao mercado as empresas anunciaram que "consideram a possibilidade de implementar, em conjunto com a Claro S.A., sociedade também controlada indiretamente pela América Móvil (Claro, Embrapar e Net), uma restruturação visando a consolidação das estruturas e atividades das companhias e de algumas de suas controladas no País em uma única sociedade".

O fato relevante veio por causa do pedido de anuência prévia à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para verificar a viabilidade da operação, processo que, segundo Félix, deve levar pelo menos dois anos.

"Não vai ter marca única. São todas muito valiosas. Cada empresa manterá seu foco", disse Félix. Para o executivo, o maior desafio é a integração e sinergias entre infraestrutura, produtos e serviços. "A parte societária é barbada. Basta pedir anuência à Embratel", afirmou.

A NET continuará focada em serviços em domicílio, a Claro, na mobilidade e a Embratel, em serviços corporativos. Juntas, as três empresas investirão R$ 10 bilhões no País em 2013, mesmo volume de 2012. A plataforma conjunta Wi-Fi, anunciada nesta quinta-feira, 16, custou R$ 100 milhões em investimento, já encerrado.

Embora admita que uma consolidação demandaria a simplificação da estrutura das companhias, Félix negou que o conturbado processo de deslistagem da companhia do Nível 2 da bolsa de valores possa interferir no processo de união do grupo no País.

A NET tentou unificar as ofertas públicas de aquisição de ações (OPAs) por alienação de controle e saída do nível 2 de governança, o que foi autorizado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Mas o preço da operação foi contestado por minoritários na autarquia e o caso ainda está sendo analisado.

Em um possível primeiro passo para unificar as operações do grupo América Móvil no Brasil, Claro, NET e Embratel lançam nesta quinta-feira(16), uma rede Wi-Fi (internet sem fio) para clientes das três empresas por meio de 6 mil hotspots em locais públicos de nove cidades: Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Campinas, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Curitiba e Porto Alegre.

Batizadas de Claro Wi-Fi Max e NET Vírtua Wi-Fi, as redes já estão operando. O objetivo é aumentar as sinergias das empresas da América Móvil, do bilionário mexicano Carlos Slim, no Brasil.

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O melhor atendimento aos clientes na Copa de 2014 e nas Olimpíadas 2016 também está na mira. Os investimentos foram compartilhados pelas três companhias para otimizar a cobertura 3G e complementar a cobertura 4G do grupo.

Pontos de acesso como aeroportos, shoppings e hospitais terão acesso gratuito aos clientes das operadoras. No caso da Embratel a nova infraestrutura será ofertada para o acesso externo de Wi-Fi por seus clientes corporativos.

Em São Paulo a tecnologia está disponível em 1700 pontos e, no Rio, em mil pontos de 77 bairros como Maracanã, Leblon, Ipanema, Copacabana e Centro.

Os recursos apresentados pela Oi e pela Embratel foram recusados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que manteve as multas inicialmente estipuladas. Os despachos foram assinados pelo presidente da Anatel, João Rezende, e publicados no Diário Oficial da União.

A Oi terá que pagar R$ 278,8 mil por descumprimento das Metas de Qualidade na prestação de serviços de telefonia fixa. A decisão remete ao processo aberto contra a empresa em 2011.

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Já a Embratel teve mantida a multa de R$ 8,3 milhões, pelo mesmo motivo de descumprimento de diversas metas de qualidade no setor. 

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) multou nesta quinta-feira (18) a Empresa Brasileira de Telecomunicações S.A (Embratel) em R$ 1,148 milhão por várias infrações ao Plano Geral de Metas para Universalização (PGMU). As irregularidades ocorreram em vários municípios do Pará. O despacho com a punição, que se refere a processo aberto contra a empresa no ano de 2004, está publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 18.

A Claro, a Embratel Participações e a NET Serviços de Comunicação consideram a possibilidade de implementar uma reestruturação visando consolidar suas estruturas e atividades e de algumas de suas controladas no País em uma única sociedade. As três empresas são controladas indiretamente pela América Móvil.

Para isso, as companhias irão iniciar as análises internas e os procedimentos junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com a objetivo de verificar a viabilidade da operação e as eventuais condições para sua implementação.

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"A decisão a respeito da realização da operação dependerá, dentre outros aspectos, da conclusão satisfatória dos estudos e análises que serão realizados e do posicionamento a ser adotado pela Anatel", informa a Embratel em fato relevante.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) multou novamente a operadora Oi nesta segunda-feira (18). A empresa do grupo Telemar Norte Leste, filial Pará, teve recurso negado pela Anatel e foi punida no valor de R$ 3,488 milhões por descumprir exigências do Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU) na prestação de serviços de telefonia fixa. Com a decisão de hoje, a empresa já acumula mais de R$ 68 milhões em multas, aplicadas pela Anatel desde meados de fevereiro.

A Agência também multou hoje a Embratel em R$ 67,8 mil por infringir artigos de duas resoluções do órgão. A empresa violou, por exemplo, os artigos 4º e 39º da Resolução 303, que tratam dos limites de exposição ocupacional e da população em geral a campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos na faixa de radiofrequências entre 9 kHz e 300 GHz. Os despachos com as sanções estão publicados na edição de hoje do Diário Oficial da União.

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Uma ruptura nos cabos da operadora de telecom Embratel, na última segunda-feira (28), deixou 20% dos clientes de Internet da NET Virtua com lentidão no acesso à Internet. Em um comunicado, a empresa diz ter detectado o problema em cabos submarinos na costa do estado do Ceará, próximo à Fortaleza.

Os “backbones”, como são conhecidos este tipo de cabos, são responsáveis pelo tráfego de dado entre um país e outro — ou continente. Isso explica as reclamações de clientes, em redes sociais, sobre a dificuldade de acessar alguns sites hospedados em servidores fora do país, como Google, Facebook, Gmail e Twitter.

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O problema também afetou clientes de conexões empresariais da Embratel em várias cidades do país, como Recife (PE) e Niteroi (RJ). No entanto, não há informações de clientes Claro 3G com dificuldades de acesso, além do habitual.

A empresa afirmou que o serviço deve ser restabelecido ainda hoje. “Os reparos finais estão em fase de implementação e os serviços serão totalmente normalizados nesta terça-feira (29)”, diz a nota.

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