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A PlayStation anunciou na última quinta-feira (28) as novas personalidades que vão integrar o PlayMakers. São eles o ator Rodrigo Lombardi, conhecido por diversos protagonistas em novelas da TV Globo; o atleta Douglas Souza, campeão olímpico pela Seleção Brasileira de Vôlei, em 2016, e medalhista em diversas outras competições; Cristiane Rozeira, jogadora de futebol feminino do Santos e da Seleção Brasileira; e Carolixas, perfil bastante conhecido no Tiktok com 6,7 milhões de seguidores formado pelo casal LGBTQIA+ Carol Jacques e Carol de Paula.    

Os novos integrantes se juntam aos veteranos Bruno Correa, streamer, YouTuber e criador de conteúdo; Nyvi Estephan, uma das vozes femininas mais influentes no cenário de games e eSports no Brasil, conhecida por ser uma das primeiras apresentadoras do país especializada em ambos os segmentos; e Julio Cocielo, humorista que conta com mais de 30 milhões de seguidores em seus canais nas redes sociais. Além de representar a marca no Brasil, Cocielo também é o único brasileiro a fazer parte do seleto grupo de influenciadores globais do PlayMakers. 

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Os diversos influenciadores têm o objetivo de promoverem a marca não apenas no segmento gamer, mas expandi-la para outras importantes esferas do entretenimento. No início deste ano, a PlayStation lançou globalmente o programa Playmakers, que reúne um grupo seleto de personalidades de todo o mundo e de diversos segmentos. O time é composto por artistas, atletas, criadores de conteúdo e entusiastas de cultura que são conhecidos mundialmente – entre eles estão o ícone da NBA LeBron James, a estrela da NFL Ja'Marr Chase, o cantor de country music Jimmie Allen e o comediante King Bach, além de Cocielo. 

Sobre as etapas da divulgação 

Na primeira etapa, foi divulgado um teaser com palavras iniciadas com “P” que tinham relação com a PlayStation e com o Playmakers, deixando os fãs curiosos e preparados para o que veio a seguir. Na sequência, Julio Cocielo explicou o que é o Playmakers e qual a missão do programa. Já na terceira fase, ele convocou Bruno Correia e Nyvi Estephan para ajudá-lo na difícil tarefa de escalar os novos integrantes do time – juntos, eles fizeram o anúncio final. Na última fase, cada uma das personalidades integrantes vai publicar um vídeo exclusivo em seu perfil no Instagram comentando a paixão por videogame, desde quando possuem relação com a marca, jogos favoritos e diversas outras curiosidades. 

 

Influenciadores que apoiam o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) resgataram nesta terça-feira, 11, um discurso do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), no qual ele elogia ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e a própria Corte. As declarações foram feitas no XI Fórum Jurídico de Lisboa, organizado pelo ministro Gilmar Mendes, do STF, no fim de junho.

Os perfis de direita repudiaram Tarcísio por chamar membros do STF de "juristas renomados", por citar que o País tem um "guardião da Constituição" que funciona "muito bem" e por falar que o Estado Democrático de Direito brasileiro é "vibrante" e não enfrenta riscos à sua existência.

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De acordo com os influenciadores, Tarcísio exagerou na cordialidade com os ministros da Suprema Corte e manteve uma postura "nada bolsonarista" em seu discurso. Uma influenciadora questionou se ele havia dito "o que realmente acredita ou o que o governo e o STF querem ouvir".

O governador foi bastante criticado por influenciadores e políticos de direita na última semana, por ter apoiado a reforma tributária publicamente. As novas postagens dos apoiadores, porém, ocorrem após Bolsonaro e os filhos dele recuarem nas críticas a Tarcísio. Eles trocaram afagos públicos nesta semana, com o chefe do Executivo paulista reafirmando lealdade ao ex-presidente e Bolsonaro publicando foto dos dois se abraçando.

Ao iniciar o discurso, Tarcísio disse que não entendia o convite feito pelo ministro Gilmar Mendes para a participação dele no evento, já que era "um mero engenheiro no meio de juristas renomados". Em seguida, o governador cumprimentou Luís Roberto Barroso, também ministro do STF; Luis Felipe Salomão, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ); e Flávio Dino, ministro da Justiça e Segurança Pública, que estava na mesa ao lado de Tarcísio.

"Quem sou eu? Um mero engenheiro, ou seja, um peixe fora d'água. Então, de repente, eu tenho que falar aqui para o ministro Gilmar, para o ministro Barroso, para o ministro Salomão, com a maior cara de pau do mundo", disse o governador de São Paulo.

Um Estado Democrático 'vibrante'

Outro trecho resgatado pelos bolsonaristas nas redes é uma fala do governador sobre a importância da atuação do Estado Democrático de Direito que, segundo Tarcísio, "corre riscos baixos" de sofrer ataques. Ele também elogiou o STF, chamando a Corte de "órgão guardião da Constituição" e que "vem funcionado muito bem nos últimos anos".

"O nosso risco é baixo. Nós temos um Estado Democrático de Direito vibrante, e nós estamos caminhando na direção certa. Primeira coisa é que o Estado Democrático de Direito tem que ter o seu fundamento na soberania popular. (...) Fundamental a existência de um órgão guardião da Constituição com vontade livre, com atuação livre. E isso nós temos, então esse risco eu diria que é muito baixo, não existe. Nós temos esse guardião da Constituição, que vem funcionado muito bem nos últimos tempos", disse o governador.

Um influenciador comparou a fala de Tarcísio com a de outros bolsonaristas. Segundo ele, aliados do ex-presidente afirmam que o "STF persegue e age de forma inconstitucional", enquanto o governador diz que o Supremo "é guardião da Constituição e vem funcionando muito bem".

Outra influenciadora bolsonarista criticou o chefe do Executivo paulista por ter tido uma "postura amena e dialogável" com os juristas e que, segundo ela, essa forma de discursar seria "nada bolsonarista". "O governador de São Paulo elogiou STF e a democracia brasileira", afirmou.

Outro perfil bolsonarista acusou Tarcísio de acreditar que "o povo é ingênuo" ao afirmar sobre a existência de um Estado democrático no País. A influenciadora afirmou que o discurso do governador não seria uma estratégia política, e sim uma "fortificação de um regime autoritário" que teria sido imposto no Brasil.

Tarcísio critica a 'judicialização da política'

Ainda no evento, o governador questionou a existência de um excesso da "judicialização da política", críticas que também foram endossadas pelo ex-presidente Bolsonaro ao longo do seu governo. De acordo com Tarcísio, o Judiciário brasileiro interfere, em algumas ocasiões, nas decisões do Poder Legislativo. O trecho não aparece nas postagens dos apoiadores de Bolsonaro nesta terça.

"É importante a gente centrar na figura do legislador, porque aqui a gente tem um grande risco também, o risco da judicialização da política. É o risco de, de repente, aquilo que é definido pelo nosso legislador, que tem que ser soberano e que deve escolher as relações de Justiça que melhor se coordenam, se coadunam com as condições próprias de cada Estado. Às vezes isso não é respeitado", afirmou.

De 2015 a 2022, o número de investidores na Bolsa de Valores deu um salto de 850% no País, chegando a 5,3 milhões. De carona no interesse dos brasileiros pelo mundo das finanças, muitos influenciadores digitais criaram negócios que nasceram no YouTube e, hoje, empregam centenas de pessoas. Mas a crise parece ter batido à porta dessas empresas depois do crescimento acelerado.

Na sexta-feira (27) a Me Poupe!, da jornalista Nathalia Arcuri, demitiu de uma só vez cerca de 70 pessoas, o que representa metade dos 140 funcionários declarados no fim do ano passado. Falando sobre temas que vão de opções de investimento em renda fixa a operações complexas com ações, o Me Poupe! tem mais de 7 milhões de inscritos no YouTube.

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Não foi a primeira empresa liderada por um influenciador que foi forçada a demitir. Com cerca de 6 milhões de seguidores, o Grupo Primo, de Thiago Nigro (Primo Rico) e Bruno Perini, mantém hoje 190 empregados, de acordo dados do LinkedIn - mas já foram mais de 270.

Em nota, a Me Poupe! informou que as demissões foram reflexo da necessidade de uma reestruturação de funções de funcionários e que a companhia mudará o seu modelo de negócios - que ainda é desconhecido. "Esse movimento exige outras formações e competências técnicas do time, o que motivou a difícil decisão de realizar os desligamentos mencionados", informou a empresa.

Cursos

Além de falar sobre finanças, os influenciadores têm em comum o sucesso de audiência baseado em conteúdos de interesse do brasileiro. Com a evolução dos negócios, as empresas passaram a vender cursos sobre gestão financeira e investimentos, além de aumentar a produção de vídeos para diferentes plataformas, como Instagram e TikTok, além do YouTube.

Segundo analistas, com o aumento na taxa de juros empresas que se dedicavam mais ao mercado financeiro viram um horizonte bem menos otimista do que no passado. A Empiricus, outra empresa voltada para a publicação de conteúdo financeiro, já teve de demitir 12% de seus colaboradores, por exemplo.

O Grupo Primo também entrou para a estatística. Só em 2022, 90 pessoas perderam o emprego na companhia. Após a redução de equipe, o projeto com maior expectativa para 2022 no grupo, um canal no metaverso chamado Primoverso, foi abandonado.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Paulo André não gostou nadinha de ser chamado de antipático e marrento. O ex-BBB recebeu críticas por ter se mantido longe e calado dos outros convidados da Farofa da Gkay e isso abriu espaço para que a filha de Romário, Dada Favatto, contasse uma experiência que teve com o ex-atleta.

Na ocasião, Danielle disse que P.A. foi antipático com ela quando visitou a casa de Romário e que as coisas só mudaram quando ele descobriu o parentesco da jovem. Porém, como uma moeda, a história tem dois lados. Depois de ver a repercussão que a história causou na web, Paulo André decidiu se pronunciar.

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Segundo o Metrópoles, o ex-atleta deixou a sua versão dos fatos na sessão de comentários de uma publicação no Instagram sobre a notícia. P.A justificou o comportamento com a timidez que sente quando está em ambientes que não conhece.

"Gente, realmente a conheci e cumprimentei ela [Danielle Favatto] porque conheço a irmã dela, que estava junto. Eu estou descobrindo que ela é filha do Romário agora. Se eu tratei ela com frieza e depois mudei, é porque fui me soltando com as pessoas que fui conhecendo no local. Mas, sinceramente, eu não me lembro de ter tido um segundo contato depois que cheguei no local. Cheguei e fiquei no meu canto, como faço a maioria das vezes, e ela não se apresentou como filha do Romário e ninguém veio me alertar disso no momento, agora que eu estou sabendo que ela é filha dele. Eu sempre fui muito na minha. Sou tímido, não bebo, fico mais de canto. Quando eu conheço a pessoa, eu me solto mais. Sou assim. Entrei no mundo da internet agora, não conheço todos. Estive na Farofa ano passado, quase ninguém me conhecia, não falei com quase ninguém. Esse ano pra mim não mudou, mas agora as pessoas me conhecem, mas acontece que eu sempre estive lá, só que começaram a me enxergar quando saí do BBB".

O influenciador ainda continuou dizendo que tem dificuldade em interagir com pessoas desconhecidas, mas, que aos poucos, está se soltando com a galera do seu novo meio de trabalho.

"Tenho dificuldade de interagir e chegar nas pessoas. Não conheço muito ainda, mas a cada dia faço mais laços nesse meio. Quem não gostou de mim porque passou do meu lado e eu não cumprimentei, deixem pra falar no dia que trocar uma ideia comigo ou peçam a opinião de pessoas que me conhecem de verdade! Estou super aberto a conhecer todo mundo, sério mesmo. Perdoem meu jeitão fechado de ser".

Parece que Paulo André, ex-BBB está ganhando status de metido na internet. Alguns influencers e famosos não estão gostando nada das atitudes do ex-atleta e deram o que falar no Twitter.

Presente no evento mais comentado do momento, a Farofa da Gkay, P.A tem recebidos críticas na internet sobre usa postura, que segundo essas pessoas está agindo de forma esnobe e metida.

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O influenciador Pedrão criticou a postura do ex-BBB e ainda decidiu dar uma alfinetada em P.A, alegando que não esperava isso dele, afinal de contas durante sua passagem no reality show ele chegou a ser um dos mais comentados pela simpatia.

"Gente nunca mais julgo participante de reality show, os que foram insuportáveis no programa são os mais simpáticos pessoalmente, e os que a gente torce, se sentindo celebridades internacional".

Além da enxurrada de comentários de outros internautas, a filha do jogador Romário aproveitou para contar que já teve uma experiência para lá de desagradável com o artista e que ele não é mais o mesmo após sua passagem pelo BBB.

"O mundo dos Instagrans de fofoca estão descobrindo que o P.A saiu do BBB outra pessoa, totalmente antipático e com a marra do tamanho do mundo".

E não parou por ai, a influenciadora ainda revelou que o ex-BBB foi antipático com ela, antes de saber que ela é filha do Romário.

"Ele não está no nível do Romário e sim de todos que estão nesse evento! E outra, ele foi antipático comigo dentro da minha casa, sem saber que era minha casa e que eu era filha do Romário, quando descobriu, tudo mudou".

A Farofa da GKay está dividindo opiniões por toda a internet. Enquanto algumas pessoas estão se divertindo com tudo que vem acontecendo - os beijaços, palhaçadas e brincadeiras, alguns estão incomodados e acusando os convidados de estarem sendo forçados.

Na última terça-feira (6), Carlinhos Maia decidiu rasgar o verbo e defender o comportamento dos influenciadores nas festas. O humorista não gostou de ver os internautas chamando seus colegas de forçados para aparecer e disparou através dos Stories.

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"Povo dizendo que os influenciadores estão forçando beijar, para aparecer. Mas você não sabe que influenciador força para car***o? Vocês levam influenciador muito a sério. Levem menos a sério, deixa o povo forçar, beijar, querer aparecer. Todo mundo desesperado para ganhar um dinheirinho. Para ganhar vocês, seguidores", disse.

Vale lembrar que Carlinhos não participou do primeiro dia de comemorações porque adoeceu e Lucas Guimarães apareceu para cuidar dele, mas já deixou avisado que ele mesmo está por lá para dar sua opinião sobre os looks e escolhas dos colegas.

"Influenciador é assim, sempre forçando para aparecer, pronto. Têm uns que são mais naturais, mas vou julgar, sim. Vou julgar roupa. Eu vim para isso. Me trouxe de casa, porque quis. Se veio para aparecer, vai aparecer aqui, com as minhas observações", afirmou.

De olho no eleitorado que ainda não sabe em quem votar para presidente no segundo turno, a campanha do presidente Jair Bolsonaro lançou nesta quinta-feira (13) uma série de "missões" para treinar o que chamam de micro, médio e grandes influenciadores digitais a "contornar objeções", reproduzir a campanha e rebater temas sensíveis ao chefe do Executivo nas redes sociais.

As "missões" da primeira semana envolvem ações como incluir a bandeira do Brasil na foto de perfil e criar um grupo de WhatsApp para combinar ações com pessoas que têm simpatia por Bolsonaro. Também há atividades como montar um comitê de campanha doméstico para divulgar materiais impressos de comunicação e identificar pessoas indecisas por meio de enquetes para convencê-las a votar no presidente.

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A campanha convocou apoiadores a se inscreverem na "missão influenciadores" nesta semana. Para participar, o usuário de redes sociais precisou preencher um formulário com nome, número de celular, conta no Instagram e quantidade de seguidores no aplicativo. Ao aceitar os termos de participação, que inclui o "recebimento de informações de natureza político-eleitoral", o usuário recebeu um link de um canal no Telegram, que até o fechamento desta reportagem, já atingia 92 mil inscritos.

Em uma live exclusiva a esse público conduzida pelo empresário impedido a se candidatar à Presidência, Pablo Marçal, Bolsonaro convocou as pessoas a participarem do treinamento para rebater ataques de opositores nas redes sociais.

Segundo Marçal, um material sobre "contorno de objeções" será enviado para os influenciadores estudarem. O empresário disse que o conteúdo estruturado em "missões" ajudará o influenciador a argumentar contra assuntos como o uso do cartão corporativo do presidente, a continuidade do Auxílio Brasil, a postura de Bolsonaro contra o público feminino e a compra de imóveis em dinheiro vivo pela família Bolsonaro.

"A gente vai abrir essa campanha para você virar um influenciador oficial. A gente está recebendo um ataque poderoso, uma rede de mentiras contra nosso presidente", disse Marçal.

Bolsonaro deixou a live mais cedo para participar de outra agenda. Ele falou brevemente sobre alguns temas como o uso de cartão corporativo na tentativa de mostrar o tipo de argumentação que os influenciadores devem usar. "Vocês sabem o que está acontecendo. Temos uma data marcada onde decidiremos o futuro do Brasil. O que tem contra a gente: narrativas e mentiras", disse. Além de chamar lula de "camaleão da política" e "encantador de serpentes".

'Missões'

A primeira missão citada no material pede para o usuário trocar a foto do perfil em todas as redes sociais por um filtro que insere a bandeira do Brasil na imagem, "para gerar simpatia". A segunda atividade será gravar um vídeo mostrando a indignação sobre as "injustiças que estão levantando contra o presidente".

Outras atividades incluem criar grupos no WhatsApp para repercutir conteúdos, criar um comitê caseiro de campanha para receber os materiais de Bolsonaro. Há ainda pedidos para os usuários divulgarem conteúdos no status do WhatsApp. A última missão chama as pessoas a participarem de um "Arrastão Digital", "verificando os 20 principais meios de comunicação do Brasil que ficam denegrindo diariamente a imagem do capitão Bolsonaro com mentiras".

Ele pede que os usuários defendam Bolsonaro nesses canais, além de curtir e compartilhar comentários de outros influenciadores, como a deputada federal Carla Zambelli (PL), que também estava presente na live.

Marçal e Zambelli também usaram a ocasião para pedir doações à campanha de Bolsonaro, disponibilizando um número de Pix.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai receber um grupo de influenciadores digitais e jornalistas nesta quinta-feira, 4. A iniciativa é inédita e o objetivo é mostrar aos visitantes, que somam cerca de 10 milhões de seguidores em suas redes sociais, que não existe "sala secreta" ou "sala escura" na Corte, além de elucidar outras notícias falas.

O grupo vai conhecer as instalações do tribunal e conversar com representantes da instituição, entre eles o ex-ministro Henrique Neves, e técnicos que trabalham na apuração das urnas. A expectativa é de que a visita sirva de base para a produção de conteúdo informativo até as eleições.

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O ponto central do evento será uma visita à Seção de Totalização e Divulgação dos Resultados, que ficou conhecida erroneamente como "sala secreta" ou "sala escura" em decorrência de fake news que sugerem que o local, onde acontece a contagem de votos, seria restrito a poucas pessoas para possibilitar "manipulação" do resultado.

O TSE tem tomado medidas em reação aos constantes ataques proferidos pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) contra o sistema eletrônico de votação e a confiabilidade das urnas. O chefe do Executivo insinua, sem provas, que os ministros do TSE agem para beneficiar seus adversários.

O Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) fará um grande ato de filiação na segunda-feira (28), a partir das 18h, no Hotel Kastel Manibu, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife. 

O ato de filiação vai contar com a presença dos influenciadores pernambucanos Charles e Tiringa e Mané Tikin, que irão sair como candidatos a deputados pelo partido, e o pré-candidato a governador pela sigla, o cantor Armando Filho. O projeto político do PRTB será apresentado no evento.

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Pouco antes da pandemia da Covid-19, o TikTok encantava muita gente com vídeos humorados, polêmicos e educativos dos seus usuários. Nos últimos dois anos, o aplicativo passou a ser um viral e fez reunir conteúdos para entreter pessoas mundo afora. Aqui no Brasil, inúmeros influenciadores estão levando um pouco de leveza para aqueles que buscam ter um dia recheado de positividade. O LeiaJá destaca nomes do TikTok para ficar de olho ao longo de 2022.

Bruno Baroni

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Um médico de Belo Horizonte, Minas Gerais, não deixa ninguém sério com suas postagens. Bruno Baroni (@brunobaroni_a) leva os seguidores às gargalhadas quando divide um pouco da sua rotina de trabalho, além de mostrar momentos de lazer. No TikTok, Bruno coleciona 1,7 milhão de seguidores e 44 milhões de curtidas em suas publicações.

Matheus e Rafael

O casal Matheus e Rafael (@londrinando) vem fazendo o maior sucesso na internet. Populares no Instagram, os dois são um tremendo estouro no TikTok, colecionando 1,4 milhão de seguidores. Compartilhando detalhes do cotidiano, incluindo mostrando o cachorro Benedito, os Londrinando divertem muita gente. Eles já acumulam quase 31 milhões de curtidas nos conteúdos divulgados do TikTok.

Rafa César e Luke

Rafa César (@eurafacesar) e o seu marido, Luke (@doluke), explodem o fofurômetro do TikTok quando produzem vídeos para lá de engraçados, sem contar também que eles encantam os internautas quando aparecem ao lado do filho, Kauan, conhecido carinhosamente como 'Patrãozinho'. O casal também diverte as pessoas com vídeos da cachorrinha Madalena. Rafa possui 2 milhões de seguidores e Luke 609 mil. Juntando as duas contas, os influenciadores têm quase 53 milhões de curtidas nos vídeos.

Gabô Pantaleão

Dona de um talento arrebatador, Gabô Pantaleão (@gabopantaleao) não brinca em serviço quando o assunto é fazer o outro rir. Bem humorada, a alagoana diverte os seguidores com relatos do seu dia a dia e casos que estão movimentando o mundo dos famosos. Intensa em todos as elaborações dos vídeos, Gabô reúne no TikTok 1,8 milhão de seguidores e 38,1 milhões de curtidas. Ela também alegra o povo quando aparece ao lado da namorada, Carolina Nobre, mais conhecida como Morena.

Fernando Loureiro

Fernando Loureiro (@loureirofernando) é uma pessoa que não deixa passar nada incólume. Morando há um bom tempo na Inglaterra, o carioca produz conteúdos do seu dia a dia e também matando a curiosidade das pessoas que o seguem. O ator e comediante possui no TikTok 579,5 mil seguidores e 7,3 milhões de curtidas nas suas postagens.

Rayssa Buq

Quem acompanha Rayssa Buq nas redes sociais sabe que a influenciadora digital é uma fábrica de risos. Produzindo conteúdos com situações bem conhecidas pelas pessoas, ela faz qualquer pessoa embarcar em uma viagem de muito humor. Rayssa reúne no TikTok 5,4 milhões de seguidores e 105 milhões de curtidas em todos os vídeos.

Não vai ser dessa vez que veremos a casa do BBB antes dos participantes. Devido ao aumento de casos de Covid-19, que chegou até a atingir três participantes do reality, Boninho decidiu cancelar a visita dos influenciadores à casa. Segundo informações do colunista Leo Dias, entre eles estava Virginia Fonseca.

Em comunicado, a emissora disse estar acompanhando o status da pandemia no país, de forma a tomar decisões com base na maneira mais segura de fazer o programa acontecer.

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A Globo também confirmou a informação de que três participantes testaram positivo para a doença, mas ninguém será desclassificado.

O empreendedor Janguiê Diniz, fundador do grupo Ser Educacional e Presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, acaba de criar um grupo com mais de 100 embaixadores da educação para o projeto social Minha Escolinha Online. Artistas e influenciadores como: Tirulipa, Latino, Lucas Lucco, Frank Aguiar, Simone Mendes, Pyong Lee, Tiago Brunet e empreendedores como: Roberto Shinyashiki, Carol Paiffer, João Kepler e até o pentacampeão mundial pela seleção brasileira, Julliano Belltti, são alguns dos renomados apoiadores do projeto.

A plataforma de ensino e reforço escolar, voltada para a educação infantil, de crianças de 2 a 8 anos de idade, totalmente gratuita, tem sido um sucesso tão grande que em pouco mais de um mês de lançamento já contabiliza mais de 25 mil alunos matriculados no Brasil e no Exterior.  Além de relatos de pais e profissionais da educação que já notaram a evolução no aprendizado dos pequenos.

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 “A Minha Escolinha Online não é apenas uma plataforma com atividades infantis, ela foi criada pensando em milhares de crianças que hoje estão com atraso no aprendizado devido ao período de ensino interrompido pela pandemia. Todo conteúdo foi construído com atividades interativas e diversificadas que atendem as orientações e regulamentações do Ministério da Educação (MEC) e da BNCC ”, destaca Janguiê Diniz. Para o idealizador do projeto, o apoio de artistas e pessoas renomadas só tende a ajudar ainda mais essas crianças: “ Queremos alcançar o maior número possível de alunos e estes embaixadores serão fundamentais para isso aconteça”, ressalta o empresário que traz como lema: “ Apenas através da educação é que o Brasil dará o salto em desenvolvimento”.

Águeda Mendes é Psicopedagoga Clínica e Institucional e Pedagoga de educação especial no município de Quaraí, no Rio Grande do Sul. Ela trabalha com crianças de diferentes idades, entre elas algumas crianças autistas. A profissional conta que ao apresentar o conteúdo da plataforma, aos alunos percebeu que os vídeos prendiam a atenção mesmo daquelas crianças com déficit mais elevado, típico do comportamento dos autistas. Todos permaneceram atentos ao que a professora virtual estava ensinando e responderam de forma correta aos questionamentos feitos durante as atividades. “ É uma escola extremamente positiva pois faz a interação do aluno com o professor, usa a tecnologia como benefício ao aprendizado e oferece “ movimento” que é fundamental para a educação e aprendizado para essa faixa etária”, afirma a especialista.

Na casa da Rebeca Rosa, de 24 anos que mora em Simões Filho, na Bahia, o reforço escolar também caiu no gosto da pequena Luna, de 4 anos. “ A Minha escolinha online é um projeto Sensacional. Conhecimento nunca é demais, e gratuito, só pode ser benção de Deus. Após minha filha começar a assistir as vídeoaulas percebi que o desempenho dela em comunicar-se alavancou surpreendentemente, as atividades são muito divertidas, o que facilita ainda mais o aprendizado, relata a mãe da pequena aluna. 

Ingride Raiane Vieira Seixas, de São Paulo é mãe da Laura, de 3 anos, outra aluna matriculada e conta que está adorando o projeto: “ Minha filha está adorando as videoaulas. Além de interagir em todos os vídeos, ela aprendeu a cantar músicas, consegue identificar as cores e demonstra interesse em realizar as atividades propostas pelas “prôs”. Percebo que todas as aulas são dinâmicas, animadas, comemora.

As vídeoaulas também estão sendo utilizadas como ferramenta complementar em várias escolas do país. Este é o caso da Escola Infantil Crescer, localizada no Rio Grande do Sul. Segundo a diretora da Instituição, Ivana da Rosa Lopes, a plataforma contribui com o trabalho pedagógico dando uma nova visão de educação. “ Estamos felizes e realizados por podermos participar desse inovador projeto, disponibilizando atividades significativas e construtivas para nossos alunos”, comemora a responsável.

Para os pais e responsáveis que quiserem utilizar o material da Minha Escolinha Online, assim como profissionais da educação é só acessar o site:  www.minhaescolinhaonline.com.br e fazer a matrícula gratuitamente. 

O Egito anunciou que pretende taxar blogueiros e outros "youtubers", funções não regulamentadas até agora, o que provocou reações neste domingo (26) nas redes sociais do país, muito populares entre os egípcios.

O serviço de impostos do ministério da Fazenda pediu no sábado em um comunicado que "blogueiros e 'youtubers'" declarem seus rendimentos caso tenham sido de "pelo menos 500.000 libras egípcias em 12 meses", ou seja, mais de 32.000 dólares.

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Os internautas se mostraram divididos com o anúncio. "Os pobres que vendem verduras têm que pagar impostos, assim podemos taxar os ricos", tuitou um usuário.

"Para conseguir microfones e câmeras de qualidade, os influenciadores têm que fazer compras caras com despesas de alfândega e impostos. Ao invés de ajudá-los, o Estado os esmaga", afirmou outro usuário do Twitter.

O astro da televisão Amr Adib, conhecido por suas posições alinhadas ao poder, se opôs publicamente às autoridades pela primeira vez. "Quantos influenciadores há?", perguntou. "Enquanto o ministro da Fazenda sabe muito bem que milhões de pessoas não pagam seus impostos, [mantendo] silêncio absoluto".

Por sua vez, um encarregado do serviço de impostos disse à TV pública que o governo mantém contato com as gigantes da internet, convocando Facebook e YouTube para tentar identificar os produtores de conteúdo que geram receita.

O Egito, o mais populoso dos países árabes, com 102 milhões de habitantes, tem cerca de 60 milhões de internautas, dos quais 49 milhões têm conta nas redes sociais, segundo a página na internet DataReportal.

Trata-se de um ambiente importante tanto para as marcas que recorrem aos influenciadores para promover seus produtos quanto para o Estado, que nos últimos anos aprovou leis para bloquear portais considerados uma ameaça à segurança nacional e para vigiar as contas pessoais com mais de 5.000 seguidores.

A Advocacia-Geral da União (AGU) tem 72 horas para explicar à Justiça Federal de São Paulo sobre o dinheiro público pago a influenciadores para que fizessem propaganda do 'atendimento precoce' contra a Covid-19. A Ação Civil Pública contra o Governo Federal pede a devolução de R$ 23 mil repassados aos famosos em janeiro, retratação pública e proibição de novas campanhas do gênero.

A verba destinada à campanha publicitária "Cuidados Precoces Covid-19", da Secretaria de Comunicação (Secom), gira em torno de R$ 19,9 milhões, apontou Agência Pública. Desse total, R$ 85,9 mil foram destinados ao cachê de 19 famosos, contratados para defender o "atendimento precoce" nas redes sociais.

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Só quatro influenciadores, a ex-BBB Flávia Viana, João Zoli, Jéssika Taynara e Pam Puertas dividiram R$ 23 mil. Flávia recebeu R$ 11,5 mil e, após a negociação com a Secom ser exposta, fez um vídeo de desculpas e afirmou que não acreditava no "tratamento precoce" o qual havia defendido.

Na segunda-feira (5), a juíza Ana Lucia Petri Betto, da 6ª Vara Cível Federal de São Paulo, favoreceu a ação protocolada pela educadora Luna Brandão e estipulou o prazo de três dias para uma posição da AGU, que indicou que ainda não foi citada, segundo o Uol.

A juíza aguarda a resposta do Governo e deve julgar primeiro o pedido liminar para proibir novas campanhas, seguida pela retratação dos influenciadores. Já a devolução dos R$ 23 mil será decidida após as defesas da União e dos influenciadores. Mesmo condenado, ainda caberá recurso ao Governo.

A orientação da campanha era de que seis stories fossem publicados nos perfis do Instagram para destacar a importância de procurar um médico e solicitar "atendimento precoce" em caso de sintomas da Covid-19. O próprio termo gerou polêmica pelo alinhamento com o uso de substâncias ineficazes contra o vírus, no entanto, nenhuma medicação foi sugerida pelos influenciadores.

Mais de R$1,3 milhão dos cofres do governo federal foram utilizados para pagar ações de marketing com influenciadores sobre a Covid-19. O valor foi investido pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria de Comunicação (Secom) e inclui R$ 85,9 mil destinados ao cachê de 19 “famosos” contratados para divulgar estas campanhas em suas redes sociais. 

Em janeiro deste ano, a Secom contratou quatro influenciadores, que receberam um montante de R$23 mil para falar sobre “atendimento precoce”. A verba saiu de um investimento total de R$19,9 milhões da campanha publicitária denominada ‘Cuidados Precoce COVID-19’. 

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A ex-BBB Flávia Viana recebeu, sozinha, R$11,5 mil, segundo os documentos obtidos.

No roteiro da ação, obtido pela Agência Pública através de um pedido via Lei de Acesso à Informação (LAI), a Secom orientava a ex-BBB Viana e os influenciadores João Zoli (747 mil seguidores), Jéssika Taynara (309 mil seguidores) e Pam Puertas (151 mil seguidores) a fazer um post no feed e seis stories – todos no Instagram – dizendo para os seguidores que, caso sentissem sintomas da Covid, era “importante que você procure imediatamente um médico e solicite um atendimento precoce”.

Viana, que fez o seu post em 14 de janeiro, enquanto Manaus vivia o auge do colapso na rede hospitalar, recebeu quase 33 mil likes. Pam Puertas e Jessika Taynara fizeram seus posts nos dias 12 e 13 de janeiro, respectivamente, e a reportagem não encontrou no feed de João Zoli a postagem publicitária. A Agência Pública entrou em contato com os quatro influenciadores, porém não recebeu resposta até o fechamento desta reportagem.

Publicação da ex-BBB Flávia Viana

No texto-guia, ou briefing, desta ação, os quatro influenciadores foram orientados a posar de maneiras diferentes, alguns com a máscara no rosto e álcool gel na mão, outros lavando a mão. O texto pelo qual os influenciadores deveriam se guiar para fazer seus posts dizia: “Hoje quero falar de um assunto importante, quero reforçar algumas formas de se prevenir do coronavírus. Vamos nos informar e buscar orientações em fontes confiáveis. Não vamos dar espaços para fake news. Com saúde não se brinca. Fiquem atentos! E se identificar algum sintoma como dor de cabeça, febre, tosse, cansaço, perda de olfato ou paladar, #NãoEspere, procure um médico e solicite um atendimento precoce”. O texto trazia ainda a recomendação do uso da máscara e higienização das mãos com água e sabão ou álcool gel. 

Em ofício que acompanha a resposta da LAI, a Secom esclareceu que, do valor total, R$987,2 mil foram destinados à produção das peças – filmes para TV, spot para rádio, vídeos e banners para internet e peças para mídia exterior – enquanto o valor restante (R$ 18,9 milhões) foi destinado à veiculação e divulgação do material produzido. Não há detalhamento dos gastos com ações de marketing de influência.

Uma das peças de TV veiculadas em outubro focava na hashtag “NãoEspere”, presente no texto-guia entregue aos influenciadores. As ações foram pensadas no bojo da campanha anunciada pela pasta no fim de setembro de 2020 para estimular o cuidado precoce. 

“Tratamento precoce” X “atendimento precoce”  

Nem o briefing da ação, nem as postagens dos influenciadores contratados traziam menção ao “tratamento precoce” para Covid-19 com uso de medicamentos como cloroquina e ivermectina. Porém, na própria campanha oficial sobre “atendimento precoce” veiculada nos sites do governo, os termos “atendimento” e “tratamento” se confundem.

“O tratamento precoce comprovadamente aumenta as chances de recuperação e diminui a ocorrência de casos mais graves e, consequentemente, o número de internações”, diz o release – que depois recomenda ações como as divulgadas pelos influenciadores: lavar as mãos, usar máscaras, entre outras.

No dia 16 de janeiro, uma postagem do Ministério da Saúde no Twitter foi marcada como “publicação de informações enganosas e potencialmente prejudiciais relacionadas à COVID-19” por mandar os cidadãos que tivessem sintomas buscar uma UBS e solicitar o “tratamento precoce”.

A confusão entre os termos esteve presente, também, no discurso do ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. No dia 18 de janeiro deste ano, ele negou ter recomendado “tratamento precoce” à população, afirmando que o que era recomendado pelo Ministério era o “atendimento precoce” – o que não é verdade. 

Um ofício enviado pelo Ministério da Saúde à Secretaria de Saúde de Manaus em 7 de janeiro – na semana em que os influenciadores faziam suas postagens no Instagram –  previa uma visita de técnicos do Ministério para difundir e aprovar “o tratamento precoce como forma de diminuir os internamentos e óbitos decorrentes da doença” e ressaltava “a comprovação científica sobre o papel das medicações antivirais orientadas pelo Ministério da Saúde”.

Ainda enquanto ministro interino, Pazuello assinou um protocolo do Ministério da Saúde que permite o uso da cloroquina para a Covid-19. O protocolo é usado por diversos governos municipais para distribuir o medicamento a seus cidadãos, conforme denunciou a Agência Pública no ano passado. 

Em outubro do ano passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) já havia publicado um estudo que demonstrava a ineficácia de diversos medicamentos, incluindo muitos do “tratamento precoce” brasileiro, contra a Covid-19. Durante a reunião que aprovou o uso emergencial das vacinas Coronavac e de Oxford, em janeiro deste ano, técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforçaram a inexistência de tratamento precoce para o coronavírus.

Mais recentemente, em fevereiro, uma pesquisa no Amazonas comprovou o efeito contrário: pacientes que tomaram remédios do “tratamento precoce” para evitar ou tratar sintomas iniciais da Covid-19 tiveram maiores taxas de infecção que aqueles que não tomaram nada.

Paralelamente à ação com influenciadores liderada pela Secom, o Ministério da Saúde lançou a plataforma “TrateCov”, que recomendava cloroquina até para bebês. O Conselho Federal de Medicina pediu, em nota, que o aplicativo fosse removido “imediatamente” pelo Ministério. O aplicativo saiu do ar em 20 de janeiro, menos de uma semana depois de seu lançamento. 

“Tratamento precoce não existe. A gente não tem ainda nenhum medicamento comprovado que possa diminuir esses sintomas [de covid-19]”, afirma a epidemiologista Ethel Maciel. Ela explicou que atendimento precoce e tratamento precoce são coisas diferentes. “O atendimento precoce seria a pessoa procurar o sistema de saúde nos primeiros sinais de sintomas”. Mas criticou a campanha realizada pelo Ministério, considerando a superlotação das unidades de saúde e a falta de coordenação. 

“Não adianta você fazer um chamamento para as unidades que já estão lotadas se não tiver um plano de ampliação desses locais”, disse.

Secom diz que não mantém ata de reunião sobre influenciadores

No dia 15 de janeiro de 2021, a Secom realizou uma reunião cujo tópico era ‘Influenciadores’, segundo agenda do Coordenador-geral de Mídia, Luiz Antônio Oliveira Alves. A Agência Pública solicitou, por meio da LAI, a ata da reunião. Na resposta, a Secom afirmou que não é de praxe manter ata ou gravação de reuniões, por se tratar de assuntos internos e rotineiros, mas esclareceu que nesta reunião discutiu-se “questões envolvidas no emprego de influenciadores digitais como complemento aos esforços de mídia das ações de divulgação desta Secretaria.” 

Já o Ministério da Saúde tem pagado influenciadores digitais para campanhas relacionadas à pandemia de coronavírus desde março de 2020. A primeira campanha com essa temática custou R$400 mil, para o pagamento de cinco influenciadores digitais, segundo documento obtido via LAI pela organização Fiquem Sabendo. As personalidades de Instagram Vovó de Seis (68 mil seguidores) e Vovó Janete (13 mil seguidores), que publicam conteúdos sobre família e bem-estar, receberam cachês de R$3 mil e R$1 mil, respectivamente, assim como os youtubers NerdShow e Professor Paulo Jubilut, que juntos somam mais de 1,8 milhão de inscritos em seus canais.

No briefing, os influenciadores foram orientados a falar sobre cuidados básicos como lavar as mãos, uso de álcool gel e tossir nos cotovelos. Isolamento e distanciamento social não foram mencionados como estratégias de prevenção da doença.

Janete Stapf, a Vovó Janete, contou à Pública ter sido procurada pela agência TubeLab, a qual mediou seu contato com o MS. Foi instruída a publicar três vídeos curtos em seus stories, além de um post no seu feed do Instagram, que lhe renderam R$1 mil. “Tudo que publico é visualizado muito rapidamente. E eu sempre respondo, nem que seja só com um coração”, ela explica. 

Janete conta que as instruções da campanha foram enviadas por WhatsApp pela representante da agência que a contatou. “Na época, me pediram para focar no ato de lavar as mãos. Não falaram de máscaras, por exemplo”, lembra. Foi Janete quem enviou os resultados dos seus posts e o engajamento gerado para a agência. 

Em maio de 2020, uma campanha propagandeava o TeleSUS, plataforma de medicina remota do Ministério da Saúde. A campanha custou R$500 mil e pagou cinco influenciadores digitais, entre eles a ex-BBB Flávia Viana e a dupla sertaneja Henrique e Diego. Viana recebeu R$10 mil, Henrique e Diego receberam R$3 mil, o youtuber Igão recebeu R$6 mil e Nanda Caroll e Camila Loures receberam R$5 mil e R$7,5 mil, respectivamente.

O descritivo da campanha sobre o TeleSUS diz que a estratégia consistia em informar sobre o coronavírus e difundir métodos de prevenção.

Outra campanha, veiculada em julho e que também custou R$400 mil, foi dedicada ao desenvolvimento infantil e envolveu a contratação de outras cinco influenciadoras – todas elas mães. No descritivo da campanha, a agência R2 Produções e Eventos detalhou que o objetivo era apresentar “estratégias e meios de estimular o desenvolvimento de nossas crianças durante a pandemia (COVID-19)”.

O processo de contratação de influenciadores envolve agências licitadas pelo Executivo, como Artplan, Calia e NBS, que fazem a intermediação. As três seguem ganhando licitações anuais do governo desde, pelo menos, 2017. Em agosto de 2020, a Secom renovou novamente a licitação das empresas por mais 12 meses. A Artplan, cliente da empresa de marketing do antigo chefe da Secom, Fabio Wajngarten, recebeu o maior número de verbas publicitárias em 2019. 

Entre janeiro de 2019 e dezembro de 2020, foram investidos mais de R$10 milhões em marketing de influência apenas pelo Ministério da Saúde, incluindo campanhas de combate à tuberculose, de doação de sangue, de prevenção das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e de vacinação contra o sarampo. 

Em 2020, apenas 27% do total gasto no ano – R$4,8 milhões – foi para ações relacionadas à pandemia de coronavírus. 

*Reportagem dos jornalistas Giovana Fleck e Laís Martins da Agência Pública

Após um massacre em um spa na cidade de Atlanta, Estados Unidos, a luta contra o preconceito aos asiáticos repercutiu nas redes sociais. O movimento “Stop Asian Hate”, contra o racismo e xenofobia a pessoas de origem, ascendência e descendência asiática, ganhou forças durantes os últimos dias.

No dia 16 de março, um jovem abriu fogo contra frequentadores de uma casa de massagem asiática chamado Young’s Asian Massage, na cidade de Atlanta. Robert Aaron Long, 21 anos, atirou contra oito pessoas. Seis delas eram mulheres asiáticas. Robert foi preso. 

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Ainda na terça-feira (16), houve outro caso de agressão. Uma idosa foi atacada por um homem desconhecido. A mulher de 70 anos chegou a lutar contra o agressor e conseguiu se defender com uma bengala, informaram as agências internacionais de notícias.

No Brasil, os influenciadores das mídias sociais se pronunciaram contra o ocorrido em Atlanta e ressaltaram que não é só nos Estados Unidos que há casos de xenofobia e racismo.

O influenciador e streamer Victor Han, coreano que vive em São Paulo, falou sobre inúmeros casos de preconceito racial em suas redes sociais. “Fui chamado de coronavírus em público”, contou.

A influenciadora Ayumi Taneno, japonesa também de São Paulo, fez uma série de stories falando sobre as inúmeras frases racistas e comentários pejorativos contra pessoas asiáticas. 

David Chin, um streamer e modelo de Taiwan que mora em Minas Gerais, em entrevista para o LeiaJá, também falou sobre casos de racismo e xenofobia contra a sua família. “Muitos falavam que deveríamos voltar para o nosso país e que estávamos roubando dinheiro do Brasil. Com a pandemia, tudo isso se intensificou”, relatou.

Todos esses ataques têm explicação. O Centro de Estudos do Ódio e Extremismo da Universidade da Califórnia apontou que houve um crescimento de 150% de crimes contra a população asiática e muito disso se deve aos levantes xenofóbicos promovidos pelo ex-presidente americano Donald Trump, ao alegar que a culpa da pandemia de covid-19 é da China. As informações estão no site Stop AAPI Hate.

Segundo o site, asiáticos ou descendentes que vivem nos 50 Estados americanos sofrem algum tipo de agressão, verbais ou físicas. São mais de 3.800 relatos de violência registrados de 19 de março de 2020 a 28 de fevereiro de 2021. Pelo menos 68% das denúncias são de agressões verbais e 11% são denúncias de agressões físicas.

Na sexta-feira (19), o atual presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, repudiou o crime de ódio que ocorreu em Atlanta. “O ódio não pode ter um porto seguro nos EUA. Isso precisa parar. Muitos asiático-americanos estão preocupados com a sua segurança e a das pessoas que amam e temeram por suas vidas durante esses tempos caóticos”, disse Biden à imprensa norte-americana.

Por Ariel Monteiro.

A vigésima primeira edição do Big Brother Brasil está marcada para começar na próxima segunda-feira (25), mas alguns influenciadores tiveram acesso antecipado a casa. Convidados para fazer o BBB Experience, Pequena Lo, Rica de Marré, Dora Figueiredo, Maíra Medeiros, entre outros nomes famosos da internet brasileira, puderam realizar um tour virtual pela casa mais vigiada no Brasil e mostraram spoilers do que está por vir em seus perfis pessoais no Instagram. 

Para todos os convidados a porta da casa foi aberta pelo apresentador do reality, Tiago Leifert, que deu as boas vindas aos convidados. O tour seguiu guiado pelos Dummies, que filmavam o ambiente a pedido dos influenciadores. Alguns cômodos como a academia e o quarto do líder não tinham acesso liberado, porém, locais como a cozinha, o banheiro e um dos quartos em que ficarão os participantes puderam ser mostrados ao público. 

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A influenciadora Gabriela Sales (Rica de Marré) e a apresentadora Fernanda Catania - conhecida como Foquinha, postaram o tour em suas páginas no Instagram. Outros convidados como a dupla Diva Depressão e Maíra Medeiros não sabiam que poderiam ter gravado a visita e acabaram descrevendo o que viram pelos stories. 

O que tem na casa

Nos vídeos é possível ver que a área externa terá uma decoração medieval, com painéis que lembram muros de castelo. A xepa e a cozinha principal também não estão mais separadas, o que pode acirrar os ânimos dos participantes. Um dos quartos recebeu uma decoração inspirada nos cordéis nordestinos, com elementos nas paredes e nas camas dos brothers. Todo o tour pela casa do BBB21 durou cerca de cinco minutos para cada um dos convidados. 

A 21º edição do programa contará novamente com famosos no Camarote e anônimos integrando o grupo da Pipoca, como no ano passado. Entre os nomes mais conhecidos estão Fiuk, Karol com K, Projota e Carla Diaz.

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As redes sociais abriram grandes espaços na sociedade atual. Atores, cantores, chefs de cozinha, celebridades em geral ou anônimos, recorrem a essas mídias para se aproximarem de fãs ou conhecer pessoas. 

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Youtubers se tornaram os novos digitais influencers. Como eles, muita gente sonha em fazer carreira na internet.

Em Belém, no momento em que o debate sobre o racismo ganha o mundo, influenciadores pretos estão fazendo a diferença na internet. Amanda Campelo, jornalista e influenciadora digital, traz em seu instagram conteúdos sobre moda, jornalismo e cultura paraense. “Eu comecei a produzir conteúdo mais porque eu sentia uma falta de inspiração e principalmente de representatividade. Eu não me via nas outras meninas que eu já sabia que estavam produzindo conteúdo”, disse. “Eu comecei a produzir para a internet por volta de 2011 e 2012, já fui blogueira, com um blog, e nessa época a maioria das meninas eram do sudeste, do sul. O meu primeiro grande projeto foi muito nesse sentido de querer fazer algo que tivesse a cara de alguém que mora em Belém.”

A jornalista relatou também algumas dificuldades enfrentadas por influenciadores digitais no Brasil e na sua própria cidade. “Falando do Brasil, a dificuldade é que a gente do Norte é invisível, é muito raro ter uma campanha em que chamem alguém daqui. Além da questão de eu ser uma pessoa negra, tem também a questão da quantidade de seguidores. Isso acaba pesando para muitas empresas. Tem muito de as pessoas daqui ainda não entenderem a importância ou simplesmente não ligam para se ter uma proporção nos casts que elas fazem de influenciadores”, assinalou.   

“Essa questão das pessoas acompanharem o conteúdo é uma preocupação que eu sempre tive mesmo quando eu tinha cem seguidores ou mil seguidores, é uma responsabilidade”, comentou Amanda ao ser questionada sobre a influência que ela tem sobre seu público.

“Às vezes de forma mínima a gente tá influenciando as pessoas e servindo de modelo", observou Amanda. "Para mim, o Instagram foi uma mudança de chave nesse requisito, porque quando eu comecei com o blog eu não via muitas meninas negras fazendo isso, ainda mais se tratando de moda que é um ambiente que acaba sendo mais fechado pra gente que é preto.”

“Além dessa questão de ter responsabilidade, de tentar ser um bom exemplo, eu tento também fazer com que outras pessoas também entrem nesse grupo para que cada dia mais a gente tenha não só representatividade mas que a gente tenha proporção nesse meio da produção de conteúdo”, disse a influenciadora .

O jornalista e influenciador digital Kadu Alvorada fala em suas redes sobre sua rotina e vivência diária e viagens e curiosidades do Pará. "Comecei a produzir conteúdo sobre cabelo crespo porque não via nenhum menino paraense fazendo esse tipo de conteúdo. Com o passar dos anos e a minha entrada no mercado de trabalho, fui amadurecendo minhas produções, comecei a falar sobre raça e sexualidade e atualmente falo da minha rotina, vida etc. O que me motiva a continuar é ser inspiração para outras pessoas semelhantes a mim”, relatou.

"Como um produtor de conteúdo que não fala somente de raça, tenho vários recortes e muitas vivências que perpassam a minha pele. Sou jornalista formado, mostro mil cidades e culturas do Pará, mas muitas vezes só se lembram de mim quando falo sobre raça ou quando vêm me cobrar posicionamentos sobre”, disse Kadu acerca dos entraves encontrados por influenciadores pretos.

O jornalista discutiu também um pouco sobre o alcance de seu conteúdo. “Meu conteúdo vai ser sempre pautado nas minhas vivências, seja raça, comunicação, cultura, reforma de casa ou sexualidade”, comentou.

O influenciador relatou também como se sente ao ser considerado referência para outras pessoas. “Fico muito honrado e feliz por estar sendo útil pra alguém. A produção de conteúdo é uma troca de conhecimento e todo dia aprendo e compartilho muita coisa. Amo muito”, disse.

Almir Bekko, estudante de Letras e influenciador digital, aborda assuntos como veganismo, plantas e autocuidados. “Eu acho que tem várias coisas que a gente tem que prestar atenção, uma delas é o fato das redes sociais terem um algoritmo problemático claramente racista. Só que o Instagram é usado por pessoas e essas pessoas são racistas, então obviamente o algoritmo vai reproduzir isso”, disse.

“Outra questão que me incomoda bastante é que as pessoas enxergam conteúdos produzidos por pessoas negras como conteúdos nichados. Eu já vi algumas pessoas falando sobre isso, como uma youtuber chamada Camila De Luccas, ela é negra, ela fala sobre racismo, obviamente porque se a gente não fala, quem vai falar? Só que esse não é o conteúdo dela, ela não fala só sobre racismo, ela fala sobre maquiagem, sobre roupas, sobre cabelo, mas ela sente que as pessoas só estão ali pra ouvir ela de verdade se ela estiver falando sobre racismo. As pessoas preferem seguir uma pessoa branca falando sobre looks e cabelo. Isso é muito complicado, é bem desconfortável na verdade. A gente tem que lutar pra mudar isso no final das contas”, completou Almir.

“No meu Instagram eu quero basicamente falar não sobre mim, mas sobre o que eu gosto. Tanto que eu abordo várias coisas além de racismo. Até porque é muito doloroso falar sobre racismo, eu não quero, não é saudável para mim. Óbvio que eu falo quando necessário mas é doloroso, não é uma coisa que eu quero ficar sentindo toda hora. Eu falo sobre veganismo, é um dos meus focos principais porque é comida e a gente come todo dia. Mas eu falo também um pouco sobre plantas, além de mostrar meus pratos eu mostro as receitas, eu falo um pouco sobre moda porque é uma coisa que eu gosto muito. Eu gosto dessa pluralidade”, relatou.

Por Yasmin Seraphico e Julia Pontes.

 

 

 

Youtubers e influenciadores digitais da rede bolsonarista entraram na mira do inquérito sigiloso do Supremo Tribunal Federal (STF) que investiga a autoria e o financiamento de atos antidemocráticos ocorridos no mês passado em todo o País - um deles teve a participação do presidente Jair Bolsonaro. Ao enviar o pedido de investigação das manifestações ao STF, o procurador-geral da República, Augusto Aras, também mencionou os nomes dos deputados Daniel Silveira (PSL-RJ) e Junio Amaral (PSL-MG).

O caso está sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes, que ainda é responsável por um outro inquérito, que se debruça sobre ameaças, ofensas e fake news disparadas contra integrantes do STF e seus familiares. Como Moraes é relator dos dois processos, um inquérito deve subsidiar as investigações do outro. O prazo para a conclusão do inquérito das fake news termina em 15 de julho, mas, segundo o Estadão apurou, o ministro avalia a possibilidade de prorrogar as investigações.

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Isso porque a apuração sobre ameaças a integrantes da Corte ganhou um novo fôlego após os atos do mês passado, marcados por faixas contra o tribunal e o Congresso e por pedidos de uma intervenção militar.

Até agora, ao menos 12 perfis - entre deputados e empresários - já entraram na mira da investigação das fake news. O caso é acompanhado com apreensão pelo Planalto por mirar a militância digital bolsonarista.

Em março, o Estadão revelou que o inquérito das fake news identificou empresários bolsonaristas que estariam financiando ataques contra ministros da Corte nas redes sociais. As investigações estão adiantadas e atingem até mesmo sócios de empresas do setor de comércio e serviços, todos apoiadores de Bolsonaro.

Procurado pela reportagem, o deputado Daniel Silveira disse que as manifestações foram pacíficas. "Não tem nada a ver com o que eles acusam. É constitucional a livre manifestação de pensamentos", afirmou. O gabinete de Junio Amaral não respondeu aos contatos da reportagem. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

As crianças que fizeram sucesso no SBT cresceram e viraram aposta da emissora em um projeto multiplataforma na internet, o TV ZYN. Trata-se de canal digital que oferece conteúdo voltado ao público infantojuvenil no YouTube, TikTok e Instagram. No elenco do canal então a atriz e apresentadora Maisa Silva, o cantor e ator João Guilherme, e as atrizes da novela "As Aventuras de Poliana" Sophia Valverde e Flávia Pavanelli.

O TV ZYN vai acompanhar o cotidiano dos ídolos infantojuvenis com as atrações especiais "Diário da Quarentena" e o "Contente News". Com direção de Ricardo Mantoanelli, chefe de teledramaturgia do SBT, ambas produções são estreladas pelo elenco de "As Aventuras de Poliana" (2018). A trupe elabora conteúdos divertidos diretamente de suas casas, devido ao isolamento social, e os programas ainda trazem quadros fixos com entrevistas e jogos de perguntas e respostas com convidados especiais.

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O TV ZYN chega em um tempo favorável para a emissora em relação à audiência nas plataformas digitais. Dados do Youtube Analytics da última segunda-feira (11) apontam que o canal do SBT na plataforma de vídeos tem mais de 11,5 bilhões de visualizações e 26,3 milhões de inscritos.

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