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Tricampeão mundial de Fórmula 1, Max Verstappen torce para o Vasco. Foi o que o piloto da Red Bull declarou em uma live, neste domingo. Verstappen também comentou a reta final do Campeonato Brasileiro, mencionando a queda de rendimento do Botafogo. A participação do Red Bull Bragantino na disputa pelo título foi mencionada, mas o holandês não comentou.

A live era uma transmissão do campeonato de eSports da Associação Internacional de Esportes a Motor (a ISMA, na sigla em inglês). O piloto participava como comentarista, enquanto os jogadores disputavam uma simulação de corrida no circuito de Watkins Glen, em Nova York. Um espectador comentou na plataforma Twitch que o Bragantino havia conseguido empatar com o Botafogo, pelo Campeonato Brasileiro.

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Foi então que Verstappen mostrou que acompanha o futebol do País. Ele mencionou que o Botafogo liderava com folga o campeonato, mas vinha perdendo jogos importantes. Na sequência, o apresentador Luke Crane perguntou para qual time Max Verstappen torceria, se tivesse que escolher um no Brasil. O holandês refletiu e respondeu: "Eu vou com Vasco da Gama".

"Está bem empolgante a liga brasileira no momento. Há muitos times muito próximos. Botafogo estava liderando milhas a frente, mas nos últimos jogos eles vêm perdendo e empatando", comentou Verstappen ainda antes de "identificar-se" como vascaíno. O apresentador emendou que ele escolheria o Grêmio, por ser o clube que revelou Ronaldinho Gaúcho.

O curioso é que a Red Bull, que investe em mais de 80 esportes, é dona tanto da equipe de Verstappen, quanto do Bragantino, desde 2021. A menção ao time foi o que fez o apresentador ler o comentário para o piloto. A explicação para que o piloto não escolha o time de Bragança Paulista, porém, pode ser por um motivo familiar. Desde 2020, Verstappen namora a brasileira Kelly Piquet, filha do também tricampeão de F-1 Nelson Piquet. E o sogro do holandês é vascaíno. Agora, tal qual o genro.

TRICAMPEONATO COM ANTECEDÊNCIA E VITÓRIA NO BRASIL

Verstappen conquistou o título mundial da F-1 deste ano ainda em outubro, no GP do Catar. A conquista foi com seis provas restantes para o final da temporada. Depois, o holandês ainda venceu os GPs dos Estados Unidos, do México e do Brasil. A F-1 retorna em 19 de novembro com o GP de Las Vegas e encerra a temporada em Abu Dabi, em 26 de novembro.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu 18 presentes caros, dos quais cinco estariam em uma propriedade do bicampeão mundial de Fórmula 1 Nelson Piquet, segundo a Polícia Federal (PF).
    Bolsonaro ganhou 9.158 presentes durante seu mandato, 18 dos quais são de "alto valor", diz um relatório de mais de 1,9 mil páginas divulgado pelo Jornal Nacional na noite desta quinta-feira (31).
    O documento foi anexado ao inquérito que investiga Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) no caso das joias presentadas por governos estrangeiros.
    O casal foi interrogado simultaneamente pela PF em Brasília na quinta, mas se manteve em silêncio.
    Dos 18 presentes caros citados pela Polícia Federal, 10 foram devolvidos ao erário público por Bolsonaro após uma determinação do Tribunal de Contas da União.
    No entanto, cinco itens, entre eles um relógio com diamantes presenteado pelos Emirados Árabes, "estariam guardados em uma fazenda de Nelson Piquet em Brasília", segundo o relatório, elaborado com base em dados do Gabinete Adjunto de Documentação Histórica da Presidência e em ligações do ex-ajudante de ordens Mauro Cid.
    No relatório, a PF afirma que parte dos 18 itens caros foi vendida por Cid nos Estados Unidos.

*Da Ansa

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Nelson Piquet, brasileiro tricampeão mundial de Fórmula 1, teve negado os embargos apresentados ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF) contra a decisão que o condenou a pagar R$ 5 milhões, em março deste ano, pelas declarações racistas sobre Lewis Hamilton, além de falas homofóbicas contra o inglês e os pilotos Keke e Nico Rosberg. A decisão foi publicada na última quarta-feira, dia 31 de maio.

A defesa de Piquet alegou "haver omissão no ato judicial" na decisão inicial. Em seu parecer, a juíza Thaissa de Moura Guimarães afirma que "o julgador não está obrigado a se pronunciar individualmente sobre todos os pontos e dispositivos legais mencionados pelas partes, mas apenas em relação àqueles que julgar contundentes o suficiente para influir no provimento jurisdicional que se reclama."

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Nelson Piquet foi flagrado usando um termo racista para se referir a Lewis Hamilton, em um vídeo de 2021 que circulou nas redes sociais e ganhou repercussão somente no ano passado. É possível ouvir o ex-piloto chamando o heptacampeão de "neguinho" ao comentar um acidente envolvendo o inglês e Max Verstappen - namorado de sua filha, Kelly Piquet - durante o Grande Prêmio de Silverstone, na Inglaterra.

"O neguinho meteu o carro e não deixou (Verstappen desviar). O neguinho deixou o carro porque não tinha como passar dois carros naquela curva. Ele fez de sacanagem. A sorte dele foi que só o outro se f*deu. Fez uma p*ta sacanagem", criticou Piquet, em entrevista ao jornalista Ricardo Oliveira na época.

Piquet também usou termos homofóbicos para falar sobre o ex-piloto Keke Rosberg e o seu filho Nico. "O Keke? Era uma b****. Não tinha valor nenhum. É que nem o filho dele (Nico). Ganhou um campeonato. O neguinho (Hamilton) devia estar dando mais o c* naquela época e estava meio ruim", disse Piquet.

A ação contra Piquet foi movida pela Educafro (responsável por promover a inclusão de negros nas universidades públicas e particulares), o Centro Santo Dias (órgão de defesa dos direitos humanos), a Aliança Nacional LGBTI+ e a Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas. As entidades citam "reparação de dano moral coletivo e dano social infligidos à população negra, à comunidade LGBTQIA+ e ao povo brasileiro de modo geral" para justificar o processo.

Pedro Matos de Arruda, juiz da 20ª Vara Cível de Brasília, foi quem sentenciou Piquet ao pagamento de R$ 5 milhões - inicialmente, as entidades pediam R$ 10 milhões na ação. O magistrado alegou o fato de Piquet ter feito doações para a campanha de reeleição do ex-presidente Jair Bolsonaro, em 2022, no valor de R$ 501 mil. Como a Lei nº 9.504/97, da Justiça Eleitoral, limita as doações e contribuições a campanhas eleitorais a 10% dos rendimentos brutos, o juiz considerou que Piquet teria arrecadado em 2021 mais de R$ 5 milhões.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) guardou joias e armas recebidas durante o mandato de presidente na casa do ex-piloto de Fórmula 1 Nelson Piquet, segundo O Estado de S. Paulo revelou nesta terça-feira (28). Bolsonaro quis guardar os presentes como patrimônio pessoal.

Os presentes recebidos pelo ex-capitão fazem parte do seu acervo pessoal que está sendo questionado no Tribunal de Contas da União (TCU), após o escândalo das joias sauditas. Parte do material foi, inclusive, devolvido ao Poder Público Federal na defesa de Bolsonaro. 

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A fazenda de Nelson Piquet fica em Brasília, no Lago Sul, um bairro nobre da capital. O Estadão informou, ainda, que dezenas de caixas de presentes foram enviadas para o local a partir de 7 de dezembro do ano passado, poucos dias antes de Bolsonaro sair do Brasil por ter pedido as eleições para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 

Bolsonaro teria incluído no acervo público apenas livros e cartas que teria recebido durante a sua gestão, enviando os itens de maior valor como joias e armas para a fazenda de Piquet, disse a reportagem.

O ex-piloto Nelson Piquet foi condenado em primeira instância a pagar uma indenização de R$ 5 milhões por falas racistas e homofóbicas dirigidas ao piloto de Fórmula 1 Lewis Hamilton, da Mercedes, durante entrevista a um canal do Youtube.

A decisão, de sexta-feira, 24, é do juiz Pedro Matos de Arruda da 20ª Vara Cível de Brasília. O juiz atendeu a uma ação impetrada pelas entidades Aliança Nacional LGBTI, Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas, Centro Santo Dias de Direitos Humanos da Arquidiocese de SP e FAecidh.

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As associações alegaram que Piquet violou direito fundamental difuso à honra da população negra e da comunidade LGBTQIA+ ao se referir em comentário a Hamilton como "neguinho" e ao proferir falas homofóbicas contra os também pilotos Keke e Nico Rosberg.

"O neguinho meteu o carro. O Senna não fez isso. O Senna saiu reto", comentou ao comparar um acidente envolvendo Hamilton em 2016 com o acidente envolvendo Ayrton Senna e Alain Prost, no GP do Japão em 1990. Em seguida, o piloto insultou Keke e Nico: "[Koke] é que nem o filho dele [Nico Rosberg]. Ganhou um campeonato... o neguinho devia estar dando mais c.. naquela época e ‘tava’ meio ruim, então... (risos)".

Embora a fala tenha sido direcionada ao piloto inglês, as associações argumentaram que houve a prática velada de ato racista e homofóbico, afetando "o direito de toda a sociedade de não se ver afrontada por ações dessa natureza", o que extrapolaria os limites da liberdade de expressão.

Em sua decisão, o juiz Pedro Matos de Arruda ressaltou o potencial de alcance e influência da fala do piloto brasileiro. "Esta ofensa é intolerável. Mais ainda quando se considera a projeção que é dada quando é uma pessoa tão reconhecida e tão admirada como o réu", escreveu na decisão o juiz.

Quanto ao valor da indenização e os critérios de apuração, o juiz levou em consideração o fato de Piquet ter feito doações para a campanha de reeleição do ex-presidente Jair Bolsonaro, em 2022, no valor de R$ 501 mil. Como a Lei nº 9.504/97, da Justiça Eleitoral, limita as doações e contribuições a campanhas eleitorais a 10% dos rendimentos brutos, o juiz considerou que Piquet teria arrecadado em 2021 mais de R$ 5 milhões.

"Considerando que o réu se propôs a pagar mais de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) para ajudar na campanha eleitoral de um candidato à presidência república, objetivando certamente a melhoria do país segundo as suas ideologias, nada mais justo que fixar a quantia de R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais) - que é o valor mínimo de sua renda bruta anual - para auxiliar o país a se desenvolver como nação e para estimular a mais rápida expurgação de atos discriminatórios."

Entenda o caso

Trechos de uma entrevista concedida por Nelson Piquet ao canal do YouTube "Motorsports Talks" em novembro de 2021 ressurgiram nas redes sociais em julho do ano passado. Na conversa, o tricampeão mundial tece comentários racistas e homofóbicos em relação a Lewis Hamilton, a quem classificou como "neguinho".

Os comentários de Piquet viralizaram na internet e foram respondidos com repúdio por todo o ecossistema da Fórmula 1. Pilotos, equipes, jornalistas e fãs condenaram a atitude do piloto brasileiro, defendendo Hamilton e afirmando que não havia mais espaço para esse tipo de comportamento no esporte.

Em seu Twitter, o heptacampeão foi breve em sua resposta. Ele afirmou, em português, que era necessário "mudar a mentalidade". "É mais do que linguagem. Essas mentalidades arcaicas precisam mudar e não têm lugar no nosso esporte. Fui cercado por essas atitudes minha vida toda. Houve muito tempo para aprender. Chegou a hora da ação", disse o britânico.

A FIA se posicionou, afirmando que "condena veementemente qualquer linguagem e comportamento racista ou discriminatório, que não tem lugar no esporte ou na sociedade em geral." A Fórmula 1 também saiu em defesa de Hamilton. "A linguagem discriminatória ou racista é inaceitável sob qualquer forma e não tem parte na sociedade. Lewis é um embaixador incrível do nosso esporte e merece respeito."

Em contrapartida, Pique se desculpou por seus comentários justificando o uso do termo racista ao afirmar que o termo "neguinho" é usado como sinônimo de "rapaz" e "pessoa" no português brasileiro. "Eu gostaria de esclarecer a história que tem circulado na mídia a respeito de um comentário que fiz em uma entrevista no ano passado. O que eu disse foi mal pensado, e não há defesa para isso. Mas gostaria de esclarecer que o termo usado é historicamente usado de forma coloquial no português brasileiro como um sinônimo de rapaz ou pessoa, mas sem a intenção de ofender. Eu nunca usaria a palavra da qual tenho sido acusado em algumas traduções. Condeno toda e qualquer sugestão de que a palavra que usei tenha sido direcionada de forma depreciativa ao piloto por causa da cor de pele dele", disse o ex-piloto.

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MP-DFT) pediu nesta quarta-feira, dia 8, a condenação de Nelson Piquet, campeão mundial da Fórmula 1, em processo movido no último ano a partir de coletivos sociais por falas racistas e homofóbicas dirigidas ao piloto Lewis Hamilton, da Mercedes, durante entrevista a um canal do Youtube. O caso se deu em 2021, mas ganhou notoriedade somente em 2022. Piquet pode arcar com até R$ 10 milhões, caso Justiça ratifique a decisão.

Na ocasião, Piquet menosprezou Lewis Hamilton, referindo-se a ele apenas como "neguinho", quando comentou sobre acidente entre o piloto inglês sete vezes campeão do mundo e Max Verstappen no Grande Prêmio de Silverstone. Verstappen é, inclusive, namorado da filha de Nelson Piquet, Kelly.

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O ex-piloto também incorreu no crime de homofobia, ao citar que "'o neguinho' deveria estar dando mais c* naquela época", quando se referiu à temporada de 2016, na qual Hamilton perdeu o título mundial para Nico Rosberg.

No parecer do caso, ao qual o Estadão teve acesso na íntegra, a promotora de Justiça Polyanna Silvares de Moraes Dias destacou que o piloto teria pedido desculpas inicialmente, mas voltou atrás e defendeu que não teria cometido nenhum ato que configurasse o crime de racismo. "Isso é tudo besteira, eu não sou racista. Não há nada, nada que eu disse errado", foi alguns dos trechos destacados no documento.

O documento, que corre na Terceira Vigésima Vara Cível de Brasília, conta com 14 páginas. Além dos "danos morais e coletivos à população negra, à comunidade LGBTQIA+ e ao povo brasileiro", o auto também destaca as doações do piloto - cerca de R$ 500 mil - à campanha de reeleição do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2022.

De acordo com a defesa do réu, as falas de Piquet não configuram racismo, mas injúria racial. "A conduta do requerido não atingiu direito difuso, pois não configurou racismo e sua adequação típica recairia na injúria racial, que atinge a honra", cita sua defesa.

Neste ponto, a promotora destaca que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a injúria é uma espécie de racismo, em julgamento de pedido de Habeas Corpus de 2021 - o qual foi negado. O relator do caso na ocasião foi o ministro do Supremo, Edson Fachin. Em resposta, as autoras citam que, além das falas recaírem em racismo, foram amplamente divulgadas em espaço digital, o que amplifica a divulgação de seu conteúdo. O processo foi movido por quatro entidades sociais: Aliança Nacional LGBTI, Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas, Centro Santos Dias de Direitos Humanos e EducAfro.

"O racismo, quando levado a efeito por uma figura pública conhecida em todo território nacional, como é o caso do réu, que tem total clareza acerca do alcance de suas falas e do dever indeclinável de cumprimento do ordenamento jurídico iniciando-se pela Constituição Federal, é definitivamente ainda mais nocivo à coletividade de pessoas negras", explicou a promotora, ao acolher o pedido feito pelas autoras.

"A atitude do réu traduz claramente a sua concepção do profissional de cor negra, incapaz de ser bem-sucedido em razão de sua competência, fazendo-se necessária a utilização de outros meios, tais como a subjugação, a humilhação e a inferiorização diante de pessoas brancas que seguem os padrões heteronormativos", afirmou em outro trecho.

No documento, a defesa de Piquet cita que, devido ao piloto não possuir redes sociais, o pedido de condenação não teria possibilidade jurídica. Além disso, sua conduta não teve "dolo" ou intenção de ferir algum grupo. Para a promotora, apesar desses pontos, foram ressaltadas as consequências do discurso de Piquet sobre a sociedade, reiterando a difusão digital da informação - apesar de Piquet não possuir redes sociais.

"Por fim, assevera-se que, nos dias atuais, todo e qualquer tipo de conteúdo exposto na televisão ou na internet é capaz de gerar danos incalculáveis às pessoas a ele expostas, posto que acesso é amplo, podendo alcançar milhões de pessoas em um curtíssimo espaço de tempo, como ocorreu no caso presente, em que uma entrevista que, outrora, poderia ser taxada como singela difundiu-se amplamente, chegando ao plano internacional", explica a promotora. "Não pairam dúvidas, pois, de que o requerido viola severamente os direitos e a dignidade das pessoas pertencentes à comunidade LGBTQIA+ e negra, para além de estimular a prática da violência simbólica, argamassa de todas as outras violências de gênero e orientação."

O senador Humberto Costa (PT-PE) afirmou em suas redes sociais, nesta quinta-feira (3), que entrará com uma representação no Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) contra o bolsonarista Nelson Piquet. Em um vídeo que viralizou nas redes sociais, o ex-piloto de Fórmula 1 aparece em um dos recentes atos antidemocráticos promovidos por apoiadores de Jair Bolsonaro (PL), pedindo a morte do candidato eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

"Atenção! Estou entrando com uma representação junto ao MPDFT contra o ex-piloto golpista, Nelson Piquet. Em vídeo que circula nas redes sociais, Piquet ameaça a vida do ex-presidente Lula. Não podemos normalizar o ódio e a barbárie. O bolsonarismo precisa ser expurgado do Brasil", escreveu o parlamentar em sua conta no Twitter. 

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Em vídeo ao lado de um amigo também apoiador do atual presidente, o tricampeão surge sorrindo e com o rosto pintado de cores da bandeira nacional. “Tudo em paz…vamos botar esse Lula, filho de uma p* pra fora disso”, comenta o ex-piloto. Em seguida, Piquet completa o slogan bolsonarista “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos'' com a sugestão de morte ao presidente eleito: “E Lula lá no cemitério. Filha de uma p*!”. A fala poderá ser interpretada como crime de ameaça previsto no art. 147 do Código Penal. 

Nelson Piquet, de 70 anos, é um bolsonarista convicto e financia, há anos, a publicidade de Jair Bolsonaro. Só na segunda fase da campanha deste ano, doou R$ 501 mil à equipe do atual presidente. A empresa do ex-piloto também recebeu R$ 6,6 milhões de reais em contratos com o Ministério da Agricultura durante a atual gestão. 

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O ex-piloto brasileiro Nelson Piquet, de 70 anos, participou das manifestações bolsonaristas contra a derrota de Jair Bolsonaro (PL) na disputa à reeleição. Os atos são antidemocráticos. Um vídeo do tricampeão mundial de Fórmula 1 ao lado de um apoiador do presidente começou a circular nas redes sociais na tarde desta quarta-feira.

"Vamos botar esse Lula filho de uma p* para fora disso", diz Piquet no vídeo. Ao fim da gravação, o eleitor de Bolsonaro repete o lema do presidente, "Brasil acima de tudo, Deus acima de todos", e o ex-piloto completa a frase dizendo "E o Lula lá no cemitério, filho de uma p*."

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Piquet fez uma doação de R$ 501 mil para a campanha de Bolsonaro. A informação, registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), veio a público no fim de agosto, transformando o ex-piloto e empresário no maior doador "pessoa física" do presidente à época.

Ainda em agosto, a empresa de Piquet, a Autotrac Comércio e Comunicações, recebeu no início um aditivo de cerca de R$ 6,6 milhões, correspondente a um contrato assinado em 2019, sem licitação, com o Ministério da Agricultura. O favorecimento veio apesar de a empresa dever R$ 6,3 mil em impostos.

RACISMO

Recentemente, Nelson Piquet foi flagrado usando um termo racista para se referir a Lewis Hamilton, em um vídeo de 2021 que circulou nas redes sociais e ganhou repercussão somente neste ano. Na gravação, é possível ouvir o ex-piloto chamando o heptacampeão de "neguinho" ao comentar um acidente envolvendo o inglês e Max Verstappen - namorado de sua filha, Kelly Piquet - durante o Grande Prêmio de Silverstone, na Inglaterra.

Na ocasião, Piquet ainda comparou a batida entre os pilotos da Mercedes e da Red Bull com a polêmica colisão de Ayrton Senna e o francês Alain Prost, principal rivalidade da Fórmula 1 no passado. O caso de Senna ocorreu na largada do GP do Japão, em 1990, que garantiu o título daquele ano ao brasileiro. "O Senna não fez isso. O Senna saiu reto", comparou.

Em julho, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal recebeu uma ação civil pública contra Piquet pelos comentários racistas e homofóbicos direcionados a Hamilton. O documento foi protocolado por quatro entidades, que pediram uma indenização no valor de R$ 10 milhões ao tricampeão.

O deputado federal Ivan Valente (PSOL) afirmou que está acionando a Procuradoria Geral da República (PGR) contra a doação de mais de meio milhão feita pelo ex-piloto de Fórmula 1 Nelson Piquet para a campanha de Jair Bolsonaro (PL).

"Estamos denunciando o caso de Nelson Piquet na PGR do DF. Fez pix de R$ 501 mil à campanha de Bolsonaro, após renovar aditivo pra mais de R$ 6,6 milhões para a sua empresa. É desvio de finalidade e advocacia administrativa. O governo 'sem corrupção' é uma farsa", publicou Ivan em sua conta no Twitter.

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O ex-piloto pode ter um retorno financeiro milionário em caso de reeleição de Bolsonaro. A Autotrac Comércio e Comunicações, empresa de Nelson Piquet, vai receber cerca de 6 milhões de reais por um contrato firmado em 2019 e que recebeu um aditivo em 2020. Inicialmente o valor foi de R$ 3,5 milhões, mas em dezembro de 2020 um termo aditivo foi concedido pelo governo que permitiu que o montante chegasse a exatos R$ 6.683.791,80. Há previsão para mais aditivos até 2026. 

O ex-piloto tricampeão mundial de Fórmula 1 e seguidor fiel de Bolsonaro, Nelson Piquet, é, até aqui, o responsável pela maior doação para a campanha à reeleição do presidente. De acordo com dados do próprio TSE, nesta sexta-feira (26), foram depositados 500 mil reais como pessoa física em nome do ex-piloto. 

Do total doado e arrecadado por Bolsonaro até aqui, R$ 1.171.435,88, Piquet é responsável por quase metade desse valor. E não só por ser apoiador declarado do presidente, mas Nelson Piquet pode de fato ter um bom retorno financeiro em caso de vitória do atual presidente.

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A Autotrac Comércio e Comunicações, empresa de Nelson Piquet, vai receber cerca de 6 milhões de reais por um contrato firmado em 2019 e que recebeu um aditivo em 2020. Inicialmente o valor foi de R$ 3,5 milhões, mas em dezembro de 2020 um termo aditivo foi concedido pelo governo que permitiu que o montante chegasse a exatos R$ 6.683.791,80. Há previsão para mais aditivos até 2026. 

O contrato  com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) se refere a equipamentos para a manutenção do sistema de comunicação de dados e controle das estações meteorológicas.

No início desta semana, o ex-piloto Nelson Piquet repercutiu na internet após uma fala de cunho racista, em entrevista concedida em 2021, ao se referir ao heptacampeão Lewis Hamilton. Já nessa quinta (30), outro trecho da entrevista revelou Piquet reforçando o termo racista e tecendo comentários homofóbicos.

O portal Grande Prêmio obteve acesso ao vídeo completo da entrevista e checou outra fala racista do ex-piloto, mas desta vez acompanhada de uma expressão homofóbica. O contexto da fala se deu no momento em que Piquet comentava sobre o campeão da temporada de 1982, Keke Rosberg.

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“O Keke? Era um bosta, não tinha valor nenhum. É que nem o filho dele [Nico Rosberg]. Ganhou um campeonato. O neguinho devia estar dando mais cu naquela época, aí estava meio ruim”, afirmou.

As declarações do ex-piloto têm gerado uma série de manifestações, do próprio Hamilton e outras pessoas do automobilismo, levantando até a possibilidade do banimento de Nelson Piquet no paddock da Fórmula 1.

O ex-piloto Nelson Piquet não poderá voltar ao paddock da Fórmula 1, após utilizar termo racista para se referir ao piloto Lewis Hamilton.Paddock é o local responsável por abrigar as equipes, veículos e convidados durante as corridas. 

A informação foi divulgada pelo jornalista Andrew Benson, setorista da F-1 no BBC Sport, da Inglaterra.

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Durante uma entrevista em que comentava sobre o acidente entre Hamilton e Verstappen no Grande Prêmio de Silverstone, em 2021, o brasileiro de 69 anos utilizou a palavra ‘’neguinho’’ para se referir ao piloto britânico.

Nesta quarta-feira (29), Nelson Piquet se desculpou, através de uma nota:

“Gostaria de esclarecer as histórias que circulam na mídia sobre um comentário que fiz em uma entrevista no ano passado. O que eu disse foi mal pensado, e não defendo isso, mas vou esclarecer que o termo usado é aquele que tem sido amplamente e historicamente usado coloquialmente no português brasileiro como sinônimo de 'cara' ou 'pessoa' e foi nunca teve a intenção de ofender.

Eu nunca usaria a palavra da qual fui acusado em algumas traduções. Condeno veementemente qualquer sugestão de que a palavra tenha sido usada por mim com o objetivo de menosprezar um piloto por causa de sua cor de pele.

Peço desculpas de todo o coração a todos que foram afetados, incluindo Lewis, que é um piloto incrível, mas a tradução em algumas mídias que agora circulam nas redes sociais não está correta. A discriminação não tem lugar na F-1 ou na sociedade e estou feliz em esclarecer meus pensamentos a esse respeito.”

O ex-piloto de Fórmula 1 Nelson Piquet divulgou uma nota oficial nesta quarta-feira (29), com um pedido de desculpas a Lewis Hamilton por tê-lo chamado de "neguinho" durante entrevista concedida em novembro do ano passado, para comentar sobre uma manobra do piloto da Mercedes. O tricampeão de 69 anos, porém, citou um equívoco na tradução do termo, alegando que a palavra é usada coloquialmente no Brasil, minimizando o caso e suas declarações de cunho racista.

Nelson Piquet foi flagrado usando o termo para se referir a Lewis, em vídeo de 2021 que circulava nas redes e ganhou repercussão neste fim de semana. Nas imagens, é possível ouvir o ex-piloto brasileiro chamando o heptacampeão de "neguinho" ao comentar um acidente envolvendo o inglês e Max Verstappen durante o Grande Prêmio de Silverstone de Fórmula 1, na Inglaterra. "O neguinho meteu o carro e não deixou (Verstappen desviar). O neguinho deixou o carro porque não tinha como passar dois carros naquela curva. Ele fez de sacanagem. A sorte dele foi que só o outro se f*deu. Fez uma p*ta sacanagem", criticou Piquet, em entrevista ao jornalista Ricardo Oliveira na época.

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Confira a nota oficial de Nelson Piquet:

Gostaria de esclarecer as histórias que circulam na mídia sobre um comentário que fiz em uma entrevista no ano passado. O que eu disse foi mal pensado, e não defendo isso, mas vou esclarecer que o termo usado é aquele que tem sido amplamente e historicamente usado coloquialmente no português brasileiro como sinônimo de 'cara' ou 'pessoa' e foi nunca teve a intenção de ofender.

Eu nunca usaria a palavra da qual fui acusado em algumas traduções. Condeno veementemente qualquer sugestão de que a palavra tenha sido usada por mim com o objetivo de menosprezar um piloto por causa de sua cor de pele.

Peço desculpas de todo o coração a todos que foram afetados, incluindo Lewis, que é um piloto incrível, mas a tradução em algumas mídias que agora circulam nas redes sociais não está correta. A discriminação não tem lugar na F-1 ou na sociedade e estou feliz em esclarecer meus pensamentos a esse respeito.

POLÊMICA

Na ocasião, Piquet ainda comparou a batida entre os pilotos da Mercedes e da Red Bull com a polêmica colisão de Ayrton Senna e o francês Alain Prost, principal rivalidade da Fórmula 1 no passado. O caso de Senna ocorreu na largada do GP do Japão, em 1990, que garantiu o título daquele ano ao brasileiro. "O Senna não fez isso. O Senna saiu reto", comparou.

Desde o começo da semana, o comentário do brasileiro foi duramente criticado por internautas, relembrando o seu histórico de frases polêmicas. "Surpreendendo um total de zero pessoas", escreveu uma usuária do Twitter. "Imagina o que ele não deve falar em off", escreveu outra. A filha do tricampeão de 69 anos, Kelly Piquet, é namorada de Max Verstappen. O holandês visitou o ex-piloto em Brasília antes do GP de São Paulo, em novembro de 2021, que terminou com Hamilton no lugar mais alto do pódio. Porém, foi Verstappen quem terminou com o título ao fim da temporada.

HAMILTON

Lewis Hamilton se pronunciou somente nesta terça-feira, dia 28, sobre o assunto. E condenou o tricampeão brasileiro. Escrevendo em português, o heptacampeão de Fórmula 1 pediu foco em "mudar a mentalidade" das pessoas sobre o racismo, clamando em seguida pelo fim de atitudes e comentários desse tipo no automobilismo mundial. Lewis tem sido um ativista pelos direitos humanos, contra o racismo e qualquer tipo de preconceito às minorias. Ele sempre declarou seu 'amor' ao Brasil e ao piloto Ayrton Senna.

"Vamos focar em mudar a mentalidade", escreveu. "É mais do que linguagem. Essas mentalidades arcaicas precisam mudar e não têm lugar no nosso esporte. Eu fui cercado por essas atitudes e fui alvo delas a minha vida toda. Houve muito tempo para aprender. Chegou a hora da ação." Ele não descartou um processo contra Piquet.

FIA E MERCEDES

Mercedes, Fórmula 1 e Federação Internacional do Automóvel (FIA) emitiram comunicados condenando Nelson Piquet e enaltecendo o posicionamento de Lewis Hamilton na luta pela diversidade. "Linguagem discriminatória ou racista é inaceitável de qualquer forma e não deve fazer parte da sociedade. Lewis é um embaixador incrível do nosso esporte e merece respeito", diz o comunicado da F-1. "Seus esforços incansáveis para aumentar a diversidade e a inclusão são uma lição para muitos e algo com o que estamos comprometidos na F1."

A FIA foi na mesma linha e se posicionou de maneira contundente sobre o episódio. "A FIA condena veementemente qualquer linguagem e comportamento racista ou discriminatório, que não tem lugar no esporte ou na sociedade em geral. Expressamos nossa solidariedade a Lewis Hamilton e apoiamos totalmente seu compromisso com a igualdade, diversidade e inclusão no esporte a motor." Vale lembrar que Piquet sempre foi um dos principais personagens da F-1. Nas corridas, sobretudo no GP de São Paulo, ele é figura requisitada e reverênciada pelos novos pilotos. Ele se aproximou de Verstappen depois que o corredor holandês da Red Bull começou a namorar sua filha.

A Mercedes, atual equipe do sete vezes campeão de F-1, também saiu em defesa de Lewis. "Condenamos nos termos mais fortes qualquer uso de linguagem racista ou discriminatória de qualquer tipo. Lewis liderou os esforços do nosso esporte para combater o racismo e ele é um verdadeiro campeão da diversidade dentro e fora das pistas. Juntos, compartilhamos a visão de um automobilismo diversificado e inclusivo, e este episódio destaca a importância fundamental de continuar lutando por um futuro melhor."

Hamilton ainda não voltou a se manifestar após o pedido de desculpas de Piquet. O piloto se prepara para correr neste fim de semana em sua casa, a Inglaterra. Existe a possibilidade de a Mercedes andar na frente em Silverstone.

O heptacampeão da Fórmula 1, Lewis Hamilton, reagiu nesta terça-feira (28) aos comentários racistas feitos pelo ex-piloto Nelson Piquet em uma entrevista sobre o acidente entre o britânico e Max Verstappen, que atualmente é seu genro, no Grande Prêmio da Inglaterra do ano passado.

O vídeo foi gravado em novembro de 2021, mas só viralizou durante esse fim de semana. Na manhã desta terça, Hamilton postou mensagens em suas redes sociais sobre o assunto, incluindo uma em português.

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"Vamos focar em mudar a mentalidade", escreveu. Depois, em inglês, postou que a situação "é mais do que a linguagem".

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"Essas mentalidades arcaicas precisam mudar e não têm lugar no nosso esporte. Fui cercado por essas atitudes e alvo disso em minha vida toda. Houve muito tempo para aprender. Chegou a hora da ação", adicionou.

Antes da manifestação do piloto britânico, a Mercedes publicou uma nota - sem citar o nome de Piquet - "condenando nos mais fortes termos qualquer uso de linguagem racista ou discriminatória de qualquer tipo".

"Lewis liderou os esforços do nosso esporte para combater o racismo, e ele é um verdadeiro campeão de diversidade dentro e fora das pistas. Juntos, nós compartilhamos a visão de um automobilismo diversificado e inclusivo, e esse incidente destaca a fundamental importância de continuar a lutar por um futuro melhor", escreveu a equipe de Hamilton.

Pouco depois, foi a vez do perfil da Fórmula 1 fazer um pronunciamento, afirmando que "usar uma linguagem discriminatória ou racista é inaceitável em qualquer forma e não tem mais lugar na nossa sociedade".

"Lewis é um incrível embaixador para nosso esporte e merece respeito. Seus esforços incansáveis para ampliar a diversidade e a inclusão são lições para muitos e algo que nós estamos comprometidos como F1", ressalta.

Também por meio das redes sociais, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) se manifestou condenando "fortemente" os comentários "que não tem mais espaço no esporte ou na sociedade". "Nós expressamos nossa solidariedade a Lewis Hamilton e apoiamos completamente seu compromisso com a igualdade, diversidade e inclusão no esporte", pontuou ainda.

No vídeo divulgado, Piquet se refere a Hamilton por diversas vezes como "neguinho" e ainda insinua que o britânico bateu de propósito em Verstappen.

Hamilton, único piloto negro na Fórmula 1, criou em 2019 a "The Hamilton Commission" em parceria com a Royal Academy of Engineering do Reino Unido para estudar e incentivar a inclusão de jovens pretos e pertencentes a minorias no mundo do esporte a motor. No primeiro relatório publicado em julho do ano passado, a comissão informou que apenas 1% das pessoas que atualmente trabalham na F1 são pretas.

Para além dos títulos conquistados em pista - Hamilton é o maior vencedor ao lado de Michael Schumacher -, o piloto britânico vem se tornando cada vez mais uma voz ativa na luta antirracista e de direitos de minorias. 

Da Ansa

Nelson Piquet foi flagrado usando um termo racista para se referir a Lewis Hamilton, em um vídeo de 2021 que circula nas redes sociais e ganhou repercussão neste final de semana. Nas imagens, é possível ouvir o ex-piloto brasileiro chamando o heptacampeão de "neguinho" ao comentar um acidente envolvendo o inglês e Max Verstappen durante o Grande Prêmio de Silverstone de Fórmula 1, na Inglaterra.

"O neguinho meteu o carro de não deixou (Verstappen desviar). O neguinho deixou o carro porque não tinha como passar dois carros naquela curva. Ele fez de sacanagem. A sorte dele foi que só o outro se f*deu. Fez uma p*ta sacanagem", criticou Piquet, em entrevista ao jornalista Ricardo Oliveira.

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Piquet ainda comparou a batida entre os pilotos da Mercedes e da Red Bull com a polêmica colisão de Ayrton Senna e o francês Alain Prost, principal rivalidade da Fórmula 1 à época, na largada do GP do Japão, em 1990, que garantiu o título daquele ano ao brasileiro. "O Senna não fez isso. O Senna saiu reto", disse.

A fala de Piquet aconteceu em julho do ano passado, quando Hamilton e Verstappen disputavam acirradamente a ponta da competição, com o piloto da Red Bull levando a melhor e ficando com o primeiro lugar. O comentário do brasileiro foi duramente criticado por internautas, que relembrando o seu histórico de frases polêmicas. "Surpreendendo um total de zero pessoas", escreveu uma usuária do Twitter. "Imagina o que ele não deve falar em off", escreveu outra.

A filha do tricampeão de 69 anos, Kelly Piquet, é namorada de Max Verstappen. O holandês visitou o ex-piloto em Brasília antes do GP de São Paulo, em novembro de 2021, que terminou com Hamilton no lugar mais alto do pódio. Porém, foi Verstappen quem terminou com o título ao final da temporada.

Nelson Piquet deu entrevista a Luís Ernesto Lacombe, nessa quinta-feira (9), em seu programa da ‘RedeTV!’ e voltou a elogiar o presidente Jair Bolsonaro, afirmando que ele conseguiu acabar com a “roubalheira” e é a “salvação do Brasil”. “Sou Bolsonaro até a morte”, declarou em trecho.

O tricampeão mundial da Fórmula 1 revelou nunca ter gostado de se envolver em política, mas virou fã do Bolsonaro ao ver as coisas que ele faz pelo país. Sem citar nenhuma ação governamental, Piquet explicou: “Eu sou fã dele por parar com essa roubalheira incrível que tem no país. Hoje, você enxerga isso. A imprensa não fala nada disso. Fiquei fã dele. Eu o conheci, ele me convidou para almoçar e a gente se deu bem. Nunca me envolvi em política na vida, hoje sou Bolsonaro até a morte. Se a gente ajudar ele, se o povo ajudar ele, eu acho que ele é a salvação do Brasil”.

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Nessa terça-feira (7), Dia da Independência do Brasil, Piquet dirigiu o Rolls-Royce presidencial com Bolsonaro e a primeira-dama Michelle durante o ato pró-governo. Em sua entrevista, o ex-piloto finalizou aproveitando para criticar os “esquerdistas que falam mentiras todos os dias”.

“Está todo mundo unido para tentar resolver os problemas, com o povo unido. É impressionante o que ele está passando e tudo que está fazendo para o Brasil. Impressionante também os esquerdistas falarem todos os dias uma mentira diferente, mas a verdade sempre prevalece”, concluiu Piquet.

Tricampeão de Fórmula 1 na década de 1980, o ex-piloto Nelson Piquet conduziu o Rolls-Royce presidencial na chegada do presidente Jair Bolsonaro à cerimônia do hasteamento da Bandeira Nacional na manhã desta terça-feira, 7 de setembro. O presidente chegou para o evento em carro aberto, acompanhado da primeira-dama, Michelle, e de algumas crianças.

O veículo conduzido por Piquet é o Rolls-Royce Silver Wraith de 1952 mantido pelo Ministério da Defesa.

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O carismático carro presidencial é usado em ocasiões especiais, como posse de presidentes ou desfiles abertos.

Ele também levou todos os presidentes para a posse desde Getúlio Vargas, que ordenou a compra do carro.

O modelo chegou ao Brasil em 1953 zero quilômetro, junto com outros três Wraith.

O compromisso no Alvorada é o primeiro do dia do presidente, que pretende participar de atos com caráter antidemocráticos em Brasília e em São Paulo.

Manifestantes têm como bandeiras o fechamento do Supremo Tribunal Federal, do Congresso, e a "tomada do poder" por Bolsonaro.

Na manhã desse domingo, dia 28, a Band estreou as suas transmissões da Fórmula 1, após mais de 30 anos em que a competição ficou a cargo da TV Globo. Para o grande dia da estreia, além dos ex-globais contratados pela casa como Glenda Kozlowski, Reginaldo Leme e Mariana Becker, a emissora também chamou convidados para a transmissão e foi o ex-piloto Nelson Piquet quem roubou a cena.

Durante o programa Show do Esporte, exibido antes da corrida começar, Nelson resolveu elogiar a Band pela transmissão e deu uma cutucada na emissora carioca:

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- Estou feliz com vocês aqui na Band, transmitindo a Fórmula 1. Largou essa Globo lixo né?

Os outros comentaristas e apresentadores que estavam no estúdio então caíram na gargalhada, e acabaram mudando de assunto após o comentário inesperado.

O ex-piloto de Fórmula 1 Nelson Piquet disparou na direção do narrador da Rede Globo Galvão Bueno e declarou que ele "não entende nada" de automobilismo em entrevista feita através de uma live à repórter Mariana Becker.

O questionamento tem relação com um comentário feito em 1986, na ultrapassagem realizada por Piquet em cima de Ayrton Senna no GP da Hungria: "Ele não entende p... nenhuma de automobilismo", afirmou.

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 Piquet explicou o motivo: “Ele dizia que eu tinha um motor mais forte. Mas naquela época, existia uma técnica (de ultrapassagem). Você tem que entrar na reta uns trinta metros atrás(...) Não é que você tinha mais motor. Porque o Galvão dizia: 'Olha, tem muito mais motor, vai passar'. Não é nada disso. Em todas as ultrapassagens, você entra no vácuo, cria velocidade, sai do vácuo e passa", detalhou. 

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Nelson ainda relembrou a ultrapassagem que ficou eternizada para os fãs: ”Eu estava liderando a corrida, fizemos um pitstop muito lento, o Senna assumiu a liderança. Fui chegando nele, fui passar pela direita e ele me espremeu na parte suja da pista. Eu escorreguei e ele conseguiu dar o troco, me passando. Mas eu já tinha determinado que ia passar do mesmo jeito e que se ele fizesse a mesma coisa eu ia joga-lo na arquibancada. Consegui passar depois pela parte limpa e ganhar a corrida", concluiu.

Em casa e ao lado do pai, Nelson, o piloto Pedro Piquet, 17 anos, deu sua primeira versão sobre o surpreendente acidente em que se envolveu no domingo em etapa da Porsche GT3 Cup Challenge, em Goiânia. O carro dele capotou nove vezes e ele apenas fraturou a mão. "Depois de duas viradas, acho que apaguei", afirmou Pedro em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, na noite desta segunda-feira.

Pedro relatou o que passou na sua cabeça no momento que perdeu o controle do carro. "A gente estava na primeira volta da corrida e acho que, na segunda curva, eu já sabia que ia capotar. Tentei ficar quieto dentro do carro. Mas depois de duas viradas, acho que apaguei. Não lembro de nada e só fui acordar dentro da ambulância, que eu me lembre."

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"Eles falaram que eu fiquei, acho que três ou cinco minutos dentro do carro, até conseguirem me tirar, porque a porta não estava querendo abrir. E tiveram que me tirar por cima. Mas, desse tempo, não me lembro de nada", completou.

Pedro não soube dizer de quem foi a culpa no acidente. Mas ele lembrou que seu carro foi tocado justo na curva mais rápida do autódromo."Furou o pneu do cara, e aí ele acabou tocando em mim, estava a mais de 200 km/h e o carro começou a capotar."

Segundo dados dos engenheiros, o carro de Pedro Piquet saiu da pista a 169,3 km/hora, em quinta marcha, e girou mais forte até que um piloto de caça. O sistema, segundo os engenheiros, registrou informações até o motor parar de funcionar.

Nelson, tricampeão de Fórmula 1, afirmou que o "susto foi grande", mas que ficou tranquilo quando viu que o filho estava "inteiro", apesar da gravidade do acidente. "O susto foi grande, e até a hora que eu cheguei perto, e eu vi que ele estava dentro do carro, que estava falando, que estava se ajudando a sair do carro e eu fiquei um pouco mais tranquilo", ressaltou.

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