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A Secretaria de Cultura de Pernambuco se pronunciou, nesta terça-feira (28), a favor do cantor pernambucano Assisão, após um vídeo do humorista Murilo Couto, onde ele ridiculariza o Assisão em uma live. “Quando um artista no nível de Assisão é difamado por um ‘comediante’ todos nós somos”, diz a pasta em publicação no Twitter.

“Aqui fica nosso total repúdio e nossa solidariedade a este músico que representa o que temos de melhor, a nossa arte. Nos últimos dias, Assisão foi atacado desrespeitosamente por um ‘humorista’ que divulgou um conteúdo inapropriado em suas redes sociais. Lamentamos esse tipo de postura e entendemos que para fazer humor, além de respeito, é preciso talento. Pra fazer humor é preciso ética. Quando a brincadeira passa a ofender, é chacota e agressão. Isso não é censura, é respeito. Estamos com você, Assisão”. complementa a secretaria de Cultura do Estado.  

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No vídeo, que já conta com mais de 400 mil visualizações, Murilo diz: “Parece um cachorro. Se a Luísa Mell ver esse ‘véio’, ela adota achando que é um cachorro que tá na rua. [...] A gente não sabe se ele está bêbado, se ele está drogado ou se ele é isso aí".

Após diversas críticas de anônimos e famosos, dentre eles a cantora pernambucana Elba Ramalho, Murilo se desculpou nas redes sociais e disse: "A galera indicou minha ignorância sobre a cultura brasileira". O humorista, contudo, não apagou o vídeo.

No último dia útil do mês de junho, essa sexta (28), ainda não se tem certeza sobre quando e como será publicado o edital do Funcultura Audiovisual 2018/2019. Após a prorrogação e adiamento estabelecidos pela Fundarpe e Secretaria de Cultura de Pernambuco, estima-se que que a publicação seja feita nos primeiros dias de julho; no entanto, o total do aporte da linha de financiamento deste exercício ainda é uma incógnita em razão da parceria do governo local com a Agência Nacional de Cinema - Ancine.  

O Funcultura Audiovisual trabalha com duas fontes de dinheiro. Parte do valor destinado ao edital vem de um fundo próprio, representando cerca 35% do total, o restante é originado do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), vinculado à Ancine. Na 11ª edição do edital, em 2018, dos R$ 25.440 milhões repassados aos projetos contemplados, R$ 10.440 saíram do Funcultura e R$ 15 milhões do FSA. 

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O problema dos proponentes do edital este ano começou quando a Ancine viu seus trâmites para liberação de verbas públicas suspensas pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A possibilidade de concorrer ao Funcultura sem o aporte da agência desanimou boa parte dos produtores pernambucanos. Passado o prazo determinado pelo TCU, o FSA já opera normalmente. Tanto é que no último dia 19, o estado do Espírito Santo teve publicados 14 editais de Seleção de Projetos de Audiovisual que somam R$ 11,9 milhões. Parte desse dinheiro vindo do Fundo Setorial (FSA) da agência.

No entanto, ainda não se sabe como será o procedimento em relação ao Funcultura Audiovisual de Pernambuco. Procurada pelo LeiaJá, a Ancine disse tratar-se de procedimento sigiloso: "Não podemos expor detalhes do processo. A Diretoria Colegiada solicitou informações sobre os editais de coinvestimentos anteriores. A decisão sobre o edital de 2019 depende desta avaliação".

Na outra ponta do edital, a Secult e Fundarpe, também procuradas pelo LeiaJá, estimam a divulgação do edital na primeira semana do mês de julho. Sobre os valores do aporte, eles também não deixaram claro sobre como será feito nesse exercício. "O  aporte dos recursos do FSA no edital do Funcultura Audiovisual de Pernambuco depende da decisão da Diretoria Colegiada da Ancine.Conforme acordado com o Conselho Consultivo do Audiovisual, o edital deverá ser lançado na próxima semana, após novo pronunciamento da Diretoria Colegiada da Ancine, que tem enviado várias diligências à Secult/Fundarpe".

O Funcultura é um dos mais importantes editais de financiamento de projetos culturais do estado de Pernambuco. Através deles, artistas e produtores têm a possibilidade de escoar seus trabalhos e movimentar a cadeia produtiva cultural pernambucana. Porém, não sem percalços. A 20 dias do fim de 2018, ainda não se tem resposta quanto aos aprovados no edital que contempla os ciclos 2017/2018 e há o temor de que um ano inteiro de aporte seja perdido.

De acordo com o edital do Funcultura geral publicado em dezembro de 2017, as inscrições para projetos artísticos nas áreas de teatro, fotografia, literatura, cultura popular e artes plásticas, entre outros, deveriam ser feitas até o dia 13 de abril de 2018. Após esta data, a comissão teria 180 dias para divulgar a relação dos selecionados para receber o incentivo, de acordo com o artigo 9.6 do documento. Em 20 de agosto de 2018 foram divulgadas as 1.036 propostas habilitadas na primeira fase do processo, porém, até a presente data, não se tem notícia do resultado final do edital.

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Nas redes sociais, alguns produtores culturais e artistas já questionam o ocorrido. Em uma postagem feita em novembro, no Facebook, um deles comenta: "Gente, a Fundarpe, Secretaria de Cultura de Pernambuco e Governo do Estado vão engolir mais um ano de Funcultura? O edital já é 2017/2018, que a grana só sai em 2019. O ano que vem vão fazer o que? 2018/2019/2020?" A publicação se refere ao acontecido em 2015, quando o financiamento acabou não sendo viabilizado e o ciclo 2014/2015 acabou se perdendo nas contas do Funcultura.

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No final do ano de 2017, quando do lançamento do edital do qual ainda não se tem resposta, o então secretário de cultura, Marcelino Granja  anunciou algumas melhorias que seriam aplicadas na linha de incentivo no ano seguinte. Em coletiva de imprensa, o ex-secretário, ao lado da presidente da Fundarpe, Márcia Souto, informou que o edital teria um aumento de mais de meio milhão de Reais, destes, R$ 140 mil exclusivamente seriam destinados ao Funcultura geral. Procurada pelo LeiaJá para prestar esclarecimentos sobre o resultado deste ciclo, a Fundarpe e Secretaria de Cultura de Pernambuco não responderam a tempo do fechamento desta matéria.

 

Após o prefeito de Garanhuns, Izaías Régis, afirmar que vai vetar a encenação do espetáculo 'O Evangelho segundo Jesus, Rainha do Céu' no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), o secretário estadual de Cultura, Marcelino Granja, se posicionou sobre o tema. Em conversa com o LeiaJá, o gestor afirmou que o chefe do Executivo municipal "está usando a questão religiosa para fazer oposição política ao governo".

Questionado sobre haver a possibilidade da retirada da peça da programação por conta da postura do prefeito, Granja explicou que a programação do festival "é feita por uma curadoria. Há um edital público, a avaliação de uma comissão. Não sou eu como secretário ou Márcia Souto como presidente da Fundarpe ou mesmo o governador quem decide o que é apresentado no FIG". Para ele, o cancelamento do espetáculo seria um ato de censura.

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O secretário afirma que nenhuma liderança religiosa e que Izaías Régis teria dito a ele também não ter sido procurado, mas soube do conteúdo da peça teatro através das redes sociais. Para Granja, o prefeito está "usando a fé do povo baseado numa informacão equivocada de que a peça é anticristã".

Ele diz ainda que o horário previsto para a encenação é às 23h e o espetáculo será apresentado em um espaço alternativo, com apenas 70 lugares. E que ninguém é 'obrigado' a assitir: "É do livre arbítrio das pessoas irem ou não".

Para Marcelino Granja, os que querem impedir a realização do espetáculo  "São pessoas que são contra a liberdade. E Liberdade é exatamente o tema deste do FIG deste ano". "Eu espero bom senso de todo mundo", conclui.

Petição

A diretora de 'Jesus Rainha do Céu', Natalia Mallo, iniciou a coleta de assinaturas para uma petição pela participação do espetáculo no Festival de Inverno de Garanhuns. Em postagem no Facebook, ela afirma que o caso é "Mais um episódio de transfobia, de censura às artes, de ignorância no país que vivemos."

Segundo Mallo, é necessário garantir a encenação para que as pessoas "tenham acesso ao espetáculo para, só então, tirar suas próprias conclusões". Confira a postagem:

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Sem alarde ou avisos na fachada, o Cinema São Luiz, localizado na área central do Recife, está de portas fechadas há pouco mais de um mês. Nas redes sociais, dezenas de usuários reclamam da falta de informação sobre o ocorrido.

Em sua página oficial no Facebook, a última postagem é do dia 15 de dezembro, quando é anunciada a programação da 'Mostra Livre de Cinema de Pernambuco', que ocorreria entre os dias 16 e 20 do mesmo mês. No Twitter, o último post data de 29 de novembro do ano passado.

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De acordo com a assessoria da Secretaria de Cultura de Pernambuco, o motivo da pausa é um defeito na placa do projetor digital. O LeiaJá entrou em contato para saber ainda qual a previsão para que o cinema volte a funcionar, mas até o fechamento da matéria não recebeu resposta.

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Durante o Festival Janela Internacional de Cinema, em novembro de 2017, o cinema teve problemas com o equipamento, que quase inviabilizaram o evento. Na ocasião, o projetor foi consertado dois dias antes.

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Interessados em participar das pré-conferências da 4ª Conferência Estadual de Cultura têm até o dia 7 de novembro para se inscrever. Ao todo, serão doze pré-conferências que abrangem todos os segmentos da cultura como Artes Visuais, Artesanato, Audiovisual, Cultura Popular, Circo, Dança, Design e Moda, Fotografia, Gastronomia Literatura, Música, Teatro e Ópera e Patrimônio Cultural. Todos os encontros serão entre os dias 18 de novembro e 16 de dezembro.

A quarta conferência reunirá fazedores de cultura, poder público e sociedade civil, que discutirão e aprovarão a proposta do Plano Estadual de Cultura do estado. Além disso, a Secretaria de Cultura de Pernambuco e a Fundarpe promovem uma plenária final, que será entre os dias 23 e 25 de março de 2018, cujo objetivo é traçar um plano para estruturação e consolidação do Sistema de Cultura do Estado.

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Em homenagem ao centenário de Hermilo Borba Filho, a Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife, em parceria com a Secretaria de Cultura de Pernambuco e a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), promove uma semana, que acontece de 8 a 15 de julho, dedicada ao resgate das contribuições artísticas e culturais do autor.

Durante coletiva, realizada na última quinta-feira (6), ressaltou-se a importância da semana para a difusão das ideias, obras e projetos de Hermilo para as novas gerações. “Precisamos despertar entre os jovens o interesse pela obra de Hermilo, que se mantém muito pertinente e necessária, tratando e retratando o Nordeste com fidelidade e devoção”, disse a secretária de Cultura do Recife, Leda Alves, viúva do autor.

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A semana em homenagem ao centenário de Hermilo Borba contará com exposições de fotografias, exibição de filmes, lançamento de livros, leituras dramatizadas e espetáculos teatrais. A programação é gratuita.

Hermilo Borba Filho foi uma das figuras mais atuantes e um dos principais incentivadores do teatro no Nordeste. Além desta semana, o dramaturgo será homenageado do 27º Festival de Inverno de Garanhuns.  

Confira a programação: 

Sábado (8)

18h – Banco de Cavalo Marinho Boi Pintado do Mestre Grimário, no Teatro Hermilo Borba Filho

18h30 – Abertura oficial

19h – Leitura dramatizada com Hilda Torres e Adriano Cabral

19h30 – Espetáculo Mucurana, o Peixe, no Teatro Hermilo Borba Filho

Domingo (9)

10h – Exposição Hermilo 100 anos, nos teatros Hermilo e Apolo

16h – Espetáculo infantil Luzia no Caminho das Águas, no Teatro Hermilo Borba Filho

Segunda-feira (10)

10h – Exposição Hermilo 100 anos

Terça-feira (11)

10h – Exposição Hermilo 100 anos

19h – Exibição do documentário Hermilo Borba Filho, de Carla Denise, no Teatro Hermilo Borba Filho

Quarta-feira (12)

10h – Exposição Hermilo 100 anos

19h – Exibição do filme O Canto do Mar, de Alberto Cavalcanti, no Teatro Apolo

Quinta-feira (13)

10h – Exposição Hermilo 100 anos

19h – Espetáculo A Gloriosa Vida e o Triste Fim de Zumba sem Dente, no Teatro Hermilo Borba Filho

Sexta-feira (14)

10h – Exposição Hermilo 100 anos

19h – Espetáculo Mucurana, o Peixe, no Teatro Hermilo Borba Filho

Sábado (15)

10h – Exposição Hermilo 100 anos

19h – Espetáculo A Rã, no Teatro Hermilo Borba Filho

O Festival de Inverno de Garanhuns (FIG 2015) acabou, mas os músicos que se apresentaram ainda não foram pagos, segundo informação do Sindicato dos Músicos de Pernambuco, divulgada nesta terça-feira (24). Artistas locais que alegam ainda não ter recebido os cachês, uma vez que o pagamento que deveria ter sido realizado pela Secretaria de Cultura/Fundarpe, após a finalização dos shows, ainda não tem data para ser efetuado. 

De acordo com o presidente do Sindicato dos Músicos de Pernambuco, Eduardo de Matos, nenhum dos artistas que se apresentaram no Festival 2015 recebeu os cachês. “Normalmente, os artistas recebem logo assim que fazem o show, mas parece que está virando moda receber os valores meses após. Pelas denúncias que chegaram, ninguém confirmou o pagamento”, disse.

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Eduardo lembrou ainda os valores do evento: "O FIG contou com recursos do Governo do Estado e da Prefeitura, nos valores de R$ 6,5 milhões e R$ 2 milhões, respectivamente, e até o momento não temos nenhum posicionamento deles", afirmou. Com a situação, o representante dos músicos protoclou na Fundarpe um ofício exigindo um posicionamento da Secretaria de Cultura quanto à falta de pagamento e a precisão da liquidação dos valores.

Mediante ao atraso, Eduardo relata também que os valores serão cobrados com correção. “É direito dos artistas receberem o valor corrigido. Uma vez que eles já gastaram com alimentação, estadia, locomoção e todos os gastos que cabem uma apresentação”, explicou.

O LeiaJá entrou em contato com as assessorias de imprensa da Prefeitura de Garanhuns e da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco, porém, até o fechamento da matéria, nenhuma delas se posicionou quanto ao caso. Confira no o ofício apresentado pelo Sindicato à Fundarpe

O FIG 2015 foi promovido promovido pela Prefeitura da cidade de Garanhuns e pela Secretaria de Cultura do Estado. Em sua 25ª edição, o festival foi realizado entre os dias 16 e 25 de julho. O Festival foi marcado com algumas polêmicas, principalmente no que diz respeito às contratações da banda Capital Inicial e da cantora Ana Carolina. De acordo com Eduardo de Matos, a repercussão ocorreu pelos valores dos cachês que foram pagos pelos cofres públicos.

Com o propósito de fortalecer os diálogos culturais entre gerações, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara,  lançou um novo concurso que irá premiar produções voltadas à dramaturgia e manutenção das culturas populares do estado. O anúncio do Prêmio Ariano Suassuna de Cultura e Dramaturgia foi realizado pelo gestor do Executivo, na tarde do último sábado (25), dia do encerramento do Festival de Inverno de Garanhuns.  

“A cultura pernambucana foi devidamente enriquecida e as pessoas tiveram a oportunidade de, nesses dez dias, vivenciar suas fortes expressões. Qualquer homenagem ao mestre Ariano é pouco, por tudo que ele fez pela cultura de Pernambuco e do Brasil, não vamos nos cansar de homenageá-lo pelo que irá representar para as novas gerações”, ressaltou Câmara.

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De acordo com o Secretário de Cultura de Pernambuco, Marcelino Granja, a premiação pretende estimular a produção de obras inéditas. “Como o prêmio é destinado a trabalhos novos, ele incentiva as pessoas a produzirem obras originais. A gente espera um novo ânimo para a dramaturgia e a cultura popular do estado”, comentou o secretário, ressaltando que o edital deve ser divulgado ainda este ano. 

Segundo Granja, o Governo do estado irá distribuir cerca de R$150 mil reais em premiações, já na primeira edição do concurso. “Serão distribuídos R$ 151 mil, sendo R$ 51 mil para trabalhos de dramaturgia e oito prêmios de R$ 12.500 para a cultura popular, ambos produzidos em Pernambuco".

As produções voltadas à dramaturgia irão concorrer nas seguintes categorias: Teatro Adulto, Teatro das Formas Animadas e Teatro para Infância e Juventude. Já no segmento das culturas populares serão distribuídos oito prêmios, nas categorias Mestre dos Saberes e do Fazeres. Poderão concorrer mestres da cultura popular residentes em Pernambuco e grupos do estado. 

O Projeto de Lei (PL) 2058/2014, do deputado estadual Betinho Gomes (PSDB), que faz várias alterações na lei do Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco (Funcultura), deverá passar por algumas revisões nos próximos dias. Isso porque, de acordo com o próprio parlamentar e com o diretor do Funcultura, Tiago Rocha, houve um equívoco na formulação da proposta baseada na lei original do Funcultura de 2002, sem as modificações posteriores garantidas por lei que incluem, por exemplo, as áreas culturais Artes Integradas, Formação e Capacitação e Gastronomia à lei. 

Nesta quarta-feira (20), Betinho Gomes publicou no Diário Oficial do Estado (DO) um texto que, segundo ele, retiraria todas as alterações no Projeto de Lei que não fossem relacionadas ao Artigo 5º, relacionado à linha de financiamento do Funcultura. “Depois do alerta da reportagem fiz as mudanças necessárias, porque como falei ontem (terça, 21) nosso objetivo era apenas incrementar as emendas parlamentas à receita do Funcultura”, explica Betinho. No entanto, o LeiaJá consultou a edição do DO desta quarta-feira (20), mas apesar de haver um texto reformulado sobre o Projeto de Lei 2058/2014, as ditas ‘mudanças’ não foram publicadas. 

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Repercussão no Funcultura depois da proposta

Por telefone, Tiago Rocha disse que antes da proposta de Betinho Gomes ser enviada à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) não houve contato com a diretoria do Funcultura. “Não sei dizer se teve alguma conversa com a Secretaria de Cultura (Secult/PE), mas depois que vimos a publicação da proposta emitimos um parecer técnico, assinado pelo secretário, com um posicionamento crítico sobre esse projeto que retira conquistas do próprio Governo em diálogo com a sociedade civil”, comenta o diretor do Fundo pernambucano.

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“Esse projeto nos causou surpresa, e o entendimento que tivemos foi de que o deputado fez uso da lei original do Funcultura, de 2002, sem as alterações. O próprio parlamentar entrou em contato conosco para confirmar o equívoco e avisar que a alteração já havia sido publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (20)”, disse Tiago Rocha. Perguntando se já havia visto a publicação no DO, o diretor do Funcultura negou, mas ressaltou que a proposta será mais uma vez analisada pela Secult/PE. “Já solicitamos ao deputado uma cópia da nova proposta para que outro parecer técnico seja emitido”, explica ele. 

Equívocos da proposta de Betinho

O parlamentar ressalta que o objetivo da lei seria apenas alterar o Artigo 5º, incorporando as emendas parlamentas à receita do Funcultura. Mas além dessa mudança, houve por falta de atenção alterações no Artigo 6° da lei original do Funcultura (que cita as áreas culturais as quais se destinam os recursos do Fundo), e no Artigo 4º (que depois de atualizado retira a obrigatoriedade de cadastro mínimo de seis meses como produtor cultural para inscrever projetos no Fundo). Outro equívoco do Projeto de Lei do deputado está no Artigo 7º, relocando a gestão do Funcultura para a Secult/PE, ao invés de manter na atual gestora Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). “Pelo organograma do Estado, a estrutura do Funcultura é vinculada à Fundarpe. É natural que permaneça assim e qualquer alteração implicaria numa reforma geral neste organograma”, comenta Tiago Rocha.

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Discussão com a sociedade

Ainda de acordo com o diretor do Funcultura, o Projeto de Lei de Betinho Gomes toca em assuntos mais complexos na estrutura do Fundo. “Especificamente acerca da alteração que incorpora as emendas parlamentares à receita do Fundo, é importante que seja aprofundado este debate. Entramos em contato com o nosso departamento jurídico e já foi constatado que não há impedimento para esta alteração, mas toda a emenda terá que ser revertida para o Funcultura em geral, e não a uma linguagem ou projeto específico. Além disso, tem que ver a questão do calendário, porque o Funcultura tem o seu e as emendas tem outro”, ressalta ele. 

Questionado sobre a importância de uma audiência pública para tratar do assunto, Tiago Rocha seguiu o protocolo e tocou a bola para o deputado. “A princípio, essa é uma competência de quem propôs essa alteração na lei do Funcultura. Mas ressalto que o debate com a sociedade é de extrema importância e que estamos à disposição”. 

Para o parlamentar do PSDB, não há necessidade de se convocar uma audiência pública para discutir a proposta que muda a lei do Funcultura. “Não tem muito sentido fazer um debate sobre algo que só altera a fonte de financiamento do Fundo de Incentivo à Cultura. Mas se houver necessidade, vamos fazer um diálogo. Não sei se esse é o melhor momento por ser um período eleitoral e a casa (Alepe) não estar tão cheia”, opina o deputado. A proposta ainda será votada na Comissão de Constituição, Legislação e Justiça (CCLJ) até o dia 23 de setembro, para depois passar pelas outras comissões permanentes da Alepe.

“Já a questão do Orçamento Impositivo, que é mais complexo porque mexe na Constituição do Estado, vale a pena uma discussão mais ampla, porque as emendas parlamentares são bem soltas no âmbito da cultura, e essa minha proposta cria um mecanismo que vai evitar tudo isso”, defende Betinho Gomes. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A sétima edição do Festival de Cinema de Triunfo chegou ao fim, mas as sementes foram plantadas mais uma vez. O evento realizado no oasis do sertão, como é conhecido o município de Triunfo, também é um oasis de oportunidades para aqueles que se dedicam à sétima arte com ofício e paixão. Sejam através das oficinas, debates, mostras ou sessões de alta qualidade técnica, o festival deixa sinais de que é uma das maiores referências nacionais quando o assunto é cinema.

No que diz respeito às premiações das mostras competitivas na noite de encerramento, neste sábado (9), o festival chamou ao palco, por seis vezes, o diretor Hilton Lacerda para receber algum troféu por conta de Tatuagem. O filme, exibido pela primeira vez em Triunfo com sessão lotada, foi o grande vencedor desta edição, levando pra casa as canecas de melhor ator, para Irandhir Santos e Jesuíta Barbosa, melhor trilha sonora, para DJ Dolores, melhor direção, melhor longa nacional, melhor roteiro e júri popular

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Para Carla Francine, coordenadora de Audiovisual da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), instituição realizadora do evento ao lado da Secretaria de Cultura do Estado, esta sétima edição mostra como o festival está consolidado de fato, não só na cidade como na região. “Todas as sessões este ano foram lotadas e a gente contou com a participação da população. No que diz respeito à formação de público, tivemos a parceria com várias escolas de Triunfo e dos arredores. Não tivemos nenhum tipo de problema de projeção, que é um problema recorrente nos festivais por conta da migração pro digital”, listou ela. 

O festival seguiu com a proposta de levar cinema às comunidades e passou por quatro bairros do município com o projeto Mostra Cinema na Estrada. A iniciativa, que teve início na última terça (5) e passou por quatro bairros do município sertanejo, exibiu em praças públicas e espaços abertos cinco curtas pernambucanos e um de São Paulo gratuitamente. 

Ainda neste sábado (9), uma das atividades da sétima edição do Festival de Cinema de Triunfo foi a I Mostra Competitiva de Curta-metragem dos Sertões, com sessões realizadas no Cine Teatro Guarany. Ao todo, sete filmes do Sertão, incluindo um curta da Paraíba (Sophia, de Kennel Rógis) e um produzido em Triunfo (Ser Mais Que Cinza, de Daniel Figueiredo), fizeram parte da mostra. 

Licor e doces artesanais adoçam festival em Triunfo

De acordo com Carla Francine, as oficinas foram outras atividades que tiveram um resultado satisfatório. “Desde o primeiro ano do festival que atuamos nesse sentido de formação crítica na cidade. Um exemplo é o júri popular. Para o voto de cada um dos participantes ser validado, foi necessário que ele comparecesse a todas as sessões. Eles passaram uma semana antes do festival tendo uma formação mais crítica”, explica Carla Francine, que quando assumiu o cargo oferecido pela Fundarpe mapeou na região de Pernambuco seis festivais de cinema. Hoje, segundo Francine, existem mais de 30 eventos do tipo espalhados pelo Estado. “O resultado satisfatório do Festival de Cinema de Triunfo é resultado de uma série de políticas culturais que implementamos de 2007 pra cá”, 

Networking espontâneo em Triunfo

Com a presença de vários realizadores, produtores e uma gama de profissionais da sétima arte nacional, o município sertanejo se transforma naturalmente em um ambiente propício para o surgimento de novas parcerias e trocas de experiências entre os cinéfilos. O resultado deste networking espontâneo foi visível a cada encontro, como nas sessões e nos debates realizados todas as manhãs, e inclusive (talvez principalmente) nos momentos de happy hours dos participantes.

Outro ponto alto do festival foram os debates realizados entre os realizadores e o público interessado. De terça (5) até este sábado (9), a sétima edição do Festival de Cinema de Triunfo realizou diariamente debates com os realizadores dos filmes participantes. Sempre às 11h, as conversas foram mediadas pelo jornalista André Dib, num espaço de Triunfo conhecido como a Casa da Pedra. Os encontros contaram com a presença de vários realizadores, como Hilton Lacerda (PE), Ali Muritiba (PR), Carla Osório (ES) e Amanda Ramos (PE).

De terça (5) até este sábado (9), a sétima edição do Festival de Cinema de Triunfo realizou diariamente debates com os realizadores dos filmes participantes. Sempre às 11h, as conversas foram mediadas pelo jornalista André Dib, num espaço de Triunfo conhecido como a Casa da Pedra. Os encontros contaram com a presença de vários realizadores, como Hilton Lacerda (PE), Ali Muritiba (PR), Carla Osório (ES) e Amanda Ramos (PE).

Segundo a coordenadora de Audiovisual da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Carla Francine, os debates na Casa de Pedra tiveram uma média de 60 pessoas. “Isso dificilmente acontece no Recife. Estamos fazendo de fato um trabalho de formiguinha, de plantar a história do gosto e interesse pelo cinema”, explicou ela sobre a proposta que foi implantada pela primeira vez na história do festival.

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A realizadora Carla Osório, do filme Cidade de Deus – 10 anos depois, explicou que o filme exige um debate mais aprofundado. “Ele levanta muitas questões, como ser artista negro no Brasil, de ser um artista que nasceu na favela. E a gente vê quantos deles conseguiram chegar ao estrelato: um número muito pequeno. Apresentar o filme aqui em Triunfo foi legal por sentir a reação das pessoas, que nunca é igual”, comentou Carla sobre a experiência.

Para Amanda Ramos, cineclubista de Pernambuco, os debates pareceram com sessões de cineclube. “Normalmente você tem a exibição do filme e, em seguida, há um debate sobre o assunto. Mas aqui em Triunfo não dá tempo de fazer a conversa logo após a o término do filme e a gente faz de manhã, e mesmo o povo indo pras festinhas acaba chegando cedo e sendo bem participativo. As pessoas assistem ao filme e querem discutir sobre eles”, ressaltou.

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'Tatuagem' marcada na pele do cinema de Triunfo

 

 

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Com a presença de vários realizadores, produtores e uma gama de profissionais da sétima arte nacional durante o Festival de Cinema de Triunfo, realizado pela Secretaria de Cultura do Estado e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o município sertanejo se transforma naturalmente em um ambiente propício para o surgimento de novas parcerias e trocas de experiências entre os cinéfilos. O resultado deste networking espontâneo fica visível em cada encontro, como nas sessões e nos debates realizados todas as manhãs, além dos momentos de happy hours dos participantes que não param de trocar impressões sobre os filmes exibidos no festival.

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Segundo Carla Francini, coordenadora de Audiovisual da Fundarpe, esse é um dos objetivos do Festival de Cinema de Triunfo. “A gente só acredita em festival assim. Festival de cinema que não tem debate, oficina e diálogo não teve nada. Tem que trazer o povo e fazer essa sinergia acontecer. O objetivo é esse mesmo, deixar as pessoas circulando e trocando ideias”, comenta.

'Tatuagem' marcada na pele do cinema de Triunfo

A cinegrafista Carla Osório, do Espírtio Santo, mas representante do filme carioca Cidade de Deus – 10 anos depois, que conta a história dos atores que participaram do longa de Fernando Meireles uma década depois do sucesso mundial, elogiou a postura do Festival de Cinema de Triunfo em manter um diálogo horizontal entre realizadores e público. “Essa é uma experiência que alguns festivais andam adotando, mas sempre naquele formato ‘mesa e cadeira’, realizadores de um lado e público de outro. O formato que Triunfo escolheu, um grande círculo onde todo mundo interage de forma livre, é muito interessante porque as parcerias se estabelecem de formas naturais. E o ambiente maravilhoso propicia esse ambiente criativo que a gente vive durante o festival”, comenta a realizadora.

Licor e doces artesanais adoçam festival em Triunfo

Responsável pelo Cinema na Estrada em Triunfo, que rodou esse ano por quatro bairros do município, e pelo projeto Curta DozeMeia, realizado no Recife, Amanda Ramos pontua esse fenômeno como um dos pontos alto do festival. “Essa é uma das coisas que eu acho mais interessante no Festival de Cinema de Triunfo. Desde o primeiro ano que eu acompanhei sempre rolou isso, de inclusive nas festinhas a galera se conhece e conversa sobre seus filmes. Eu como cineclubista também nesses momentos consigo várias autorizações pra exibir os trabalhos do pessoal, que chegam a me dar cópias. A gente termina se reencontrando nos outros festivais e isso é bem legal, porque se cria uma relação.

Quem também valoriza essa sinergia natural durante o festival é Rodrigo Almeida, realizador do curta Casa Forte, filme que trata de uma herança colonial que ainda permanece impregnada no bairro. “Acho isso massa porque são pessoas que chegam do país todo, e a maioria não conhecia a cidade. Eu mesmo nunca tinha vindo e estou bem encantado com Triunfo. E o legal é que quando você compartilha as visões com as pessoas você sai da ditadura de si mesmo e alcança um ponto de vista que você jamais alcançaria sozinho”, reflete.

 

De segunda (30) a sexta-feira (4) será realizada, na Praça do Carmo de Olinda, a primeira edição do Festival Multicultural da Juventude - Edição Pernambuco, promovido pelo Instituto Darwin, Prefeitura de Olinda e Secretaria de Cultura de Pernambuco. Para a programação estão reservadas uma série de atividades, como shows musicais, oficinas e debates. A participação no festival é gratuita. 

A abertura será na segunda (30), às 16h, e em seguida, às 19h, haverá um sarau poética com o grupo #4urubuecarniça, formado pelos jovens poetas e performers pernambucanos Clécio Rimas, Gleison Nascimento, Luna Vitrolira e Mariane Bigio. Na terça-feira (1º), às 15h, uma oficina de percussão e capoeira será oferecida ao público, que poderá participar depois de um debate cujo tema é Cultura e ocupação dos espaços públicos. O dia encerra com a II Mostra Ibero Americana de Cinema de Animação, às 19h.

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Na quarta-feira (2), às 15h, será realizada uma oficina de malabares e perna de pau. Às 16h, é a vez do debate Meio ambiente e cidade mais humanas. Às 19h, haverá a Sambaca de Coco de Olinda. No quarto dia de programação, na quinta-feira (3), o Festival Multicultural da Juventude promoverá uma oficina de grafite, às 15h. Em seguida, acontecerá o debate Chega de preconceito!, às 16h, e apresentação do grupo de hip hop Aliados CP, às 19h. O encerramento do festival será na sexta-feira (4), com show da banda Cascabulhos, às 19h, lançando o CD O dia em que o samba perdeu pra feijoada

Serviço

Festival Multicultural da Juventude - Edição Pernambuco

Segunda (30) a sexta (4) 

Praça do Carmo de Olinda

Gratuito

Estão abertas as inscrições para a ocupação de pautas do Teatro Arraial, localizado na Rua da Aurora, bairro da Boa Vista, durante o segundo semestre de 2014. Os interessados em se apresentar neste espaço com espetáculos de dança, teatro adulto, teatro para infância e juventude e circo devem realizar a inscrição até o próximo dia 30 de julho, de 9h às 12h, no próprio teatro. A convocatória e os anexos podem ser encontrados no site da Secretaria de Cultura de Pernambuco

Cada proponente pode inscrever até duas propostas e deve preencher o formulário de inscrição e apresentar um DVD do espetáculo na íntegra. O material será avaliado por uma comissão paritária com representantes da sociedade civil e do Estado, com base nos critérios apresentados na convocatória. 

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Teatro Arraial

Equipamento cultural do Governo do Estado, o Arraial destina-se exclusivamente à produção cultural, considerando os segmentos de Artesanato, Audiovisual, Artes Visuais, Cultura Popular, Gastronomia, Literatura, Moda, Música e Patrimônio, com ênfase nas Artes Cênicas (Circo, Dança, Ópera e Teatro), desde que seja condizente com sua estrutura física e funcional, respeitada a condição de prédio histórico, em conformidade com o regimento interno do Teatro e as diretrizes e projetos preconizados na Política de Cultura do Estado de Pernambuco. 

 

Faltando menos de um mês para ser realizado, o 24º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) ainda não teve a sua programação divulgada. De acordo com o edital emitido pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult/PE), que convocou artistas de todo o Brasil para participar do festival, a composição da grade de programação deveria acontecer entre os dias 22 de maio e 4 de junho. No entanto, segundo a assessoria da Secretaria de Cultura de Pernambuco (SeCult/PE) não há previsão de quando a programação do FIG será divulgada. 

Até então, a única atração confirmada para o FIG é Francisco, vencedor do Festival Pré-AMP 2014 e que, como premiação, se apresentará no Palco Pop do festival. Mas a lista de artistas interessados em participar do evento em Garanhuns é grande. No último dia 23 de maio a Secretaria de Cultura divulgou as propostas habilitadas para participar do FIG. Dentre as atrações musicais que compõem a lista estão Nação Zumbi, Mombojó, Diogo Nogueira, Bongar e Fafá de Belém, entre outras. Há ainda propostas nas categorias Artes Visuais, Audiovisual, Circo, Cultura Popular, Dança, Design e Moda, Fotografia, Literatura, Patrimônio Cultural, Teatro, Artesanato, Comunicação e Cultura Digital e Gastronomia. 

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Artistas ainda não foram contactados

O forrozeiro Beto Hortis, que também integra a lista de propostas habilitadas para o FIG, comenta que até agora ninguém da Secult/PE entrou em contato para tratar da programação do festival. “Foi até bom ser lembrado disso”, brincou o artista. Quem também comentou a falta de contato por parte da organização do FIG foi a Babel Produções, produtora de bandas como a Nação Zumbi, Mombojó e Del Rey. “Eu já nem lembrava mais disso. Até agora ninguém entrou em contato com a gente. E isso é preocupante, porque Dengue (baixista da Nação Zumbi) tem uma viagem marcada pra Portugal por esses dias”, revela Ana Almeida, que faz parte da produtora. 

Vocalista de bandas como a Eddie e a Trummer SSA, Fábio Trummer também comenta que não houve contato para tratar da programação do festival. “Quanto a Eddie, por ter tocado com a banda no ano passado, este ano é normal que a gente não se apresente. Já em relação ao Trummer SSA, ninguém entrou em contato ainda. Acho que não sabem qual vai ser a grade”, opina o cantor.

Na página do Festival de Inverno de Garanhuns no Facebook várias pessoas tem cobrado um retorno da organização sobre as datas do evento. “O FIG começa em pouco mais de um mês e não foi divulgado nada ainda? Nem a data da publicação da programação?”, comentou o internauta Douglas Urbano. “Ninguém dá uma resposta. Qual a finalidade desta página afinal, já que não responde o que perguntamos?”, questiona Silvana Izidro, de Maceió.uer

A Secretaria de Cultura de Pernambuco e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) irão divulgar na próxima segunda-feira (16) o resultado do 7º Edital de Audiovisual – Funcultura 2013/2014. O anúncio será realizado às 10h no Teatro Arraial, na Boa Vista. O governo irá destinar R$ 11,5 milhões para a produção, difusão, formação e pesquisa na área de audiovisual.

De 370 projetos inscritos no edital, 309 foram habilitados. Entre eles 52 são de Longa-metragem (21 para etapa de desenvolvimento, 17 de produção, 6 de finalização e 8 de distribuição), 104 de Curta-metragem (sendo 16 para o prêmio Ary Severo), 49 de Produtos para televisão, 28 de Formação, 27 de Difusão, 23 de Desenvolvimento de Cineclubismo, 16 de 'Revelando os Pernambucos' (curtas por região do Estado) e 10 de Pesquisa. A categoria Preservação não teve nenhum projeto inscrito.

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PROGRAMAR PARA O DOMINGO (11) - 10H

Entre a próxima segunda (12) e o dia 18 de maio, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) promove a décima segunda edição da Semana Nacional de Museus com o objetivo de dar visibilidade e valorizar o papel destes espaços no desenvolvimento da sociedade. A Prefeitura do Recife (PCR) e outras instituições locais divulgaram as programações voltadas para esta temporada. A Secretaria de Cultura de Pernambuco, por sua vez, só deve divulgar a lista de atividades na próxima segunda (12).

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Em 2014, o tema da Semana é Museus: coleções criam conexões, proposto pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM). A iniciativa do Ibram, que tem o objetivo de dar visibilidade e valorizar o papel dos museus no desenvolvimento da sociedade, conta com a participação de mais de 1.300 museus de todo o país. O Dia Internacional de Museus é comemorado no dia 18 de maio. 

Os museus ligados à PCR, tais como o Memorial Luiz Gonzaga, o Museu da Cidade do Recife, o Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam), o Museu Murillo La Greca, o Museu de Arte Popular do Recife e o Paço do Frevo, terão programação durante a semana. A entrada é gratuita em todos os espaços, com exceção do Paço do Frevo, cujos ingressos custam R$ 6 (inteira) e R$ 3 (estudante e maiores de 60 anos). A programação detalhada está disponível no site da prefeitura.

Além disso, o Instituto Ricardo Brennand também preparou uma série de atividades para a temporada. Na terça-feira (13) está programada uma formação sobre prática do Turismo Cultural. Para participar da atividade é necessária inscrição prévia através do email formação.oficina@institutoricardobennand.org.br. Os participantes da formação não pagarão para adentrar no museu, cuja entrada custa R$20 (inteira) e R$10 (meia). O espaço ainda promove na quarta (14) um encontro sobre literatura de cordel, na quinta (15) um passeio pelas coleções do instituto e exibição de curtas na sexta (16).  segue aberto para visitação no sábado (17) e domingo (18), das 13h às 17h.

Serviço

Memorial Luiz Gonzaga

Pátio de São Pedro, 35 - Bairro de São José

Terça (13) a sexta (16) | 9h às 17h

Gratuito

(81) 3355 3155

Museu da Cidade do Recife

Forte das Cinco Pontas, s/n - Bairro de São José

Gratuito

(81) 3355-9541 | 3355-9558

Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam)

Rua da Aurora, 265 - Boa Vista 

Terça (13) a sábado (17) | 13h às 18h; Domingo (18) | 13h às 17h

(81) 3355 6870 | 3355 6871

Gratuito

Museu Murillo La Greca

R. Leonardo Bezerra Cavalcanti, 366 - Parnamirim

Terça (13) a sexta (16) | 9h às 12h e das 14h às 17h

Sábados e domingos | 13h às 17h

Gratuito

Museu de Arte Popular do Recife

Pátio de São Pedro, 49 - Bairro de São José

Gratuito

(81) 3355 4720 |  3355-3110

Paço do Frevo

Praça do Arsenal da Marinha, s/n - Bairro do Recife

Terça (13), quarta (14) e sexta (16) | 9h às 18h

Quintas (15) | 9h às 21h 

Sábados e domingos | 12h às 19h

R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia)

(81) 3355 9500

Instituto Ricardo Brennand

Alameda Antônio Brennand, Várzea, Recife

Terça (13) a domingo (18) |13h às 17h

R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)

(81) 2121.0352

 

 

Finalmente Pernambuco adere ao Sistema Nacional de Cultura (SNC). Foi publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (26) o acordo de cooperação firmando entre o Estado e o Ministério de Cultura (MinC) referente ao assunto. Agora, Pernambuco terá dois anos para estruturar o Plano Estadual de Cultura e reformular o Conselho Estadual de Cultura, as duas pendências que faltam para a adesão completa ao sistema. 

A participação de Pernambuco no SNC tem chamado a atenção dos holofotes nos últimos meses e o LeiaJá publicou no dia 18 deste mês uma matéria sobre o assunto. No dia 22 de novembro do ano passado o governador Eduardo Campos chegou a anunciar a adesão, mas a medida foi simbólica. De acordo com o Minc, a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult/PE) teria enviado a documentação necessária para que o processo tivesse andamento apenas no último dia 7 de fevereiro. Das 27 unidades federativas do Brasil, apenas Pernambuco não havia aderido oficialmente ao sistema.

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De acordo com Secult/PE, a nova composição do Conselho Estadual de Cultura está em fase de conclusão e o projeto de lei seguirá para a Assembleia Legislativa até o final de fevereiro. Em relação ao Plano Estadual de Trabalho, a Secult/PE informa que está recompondo sua Comissão Interna de Trabalho para cumprir a agenda de reuniões, fóruns e validação com a sociedade civil. No entanto, prazos não foram divulgados.

Em entrevista concedida ao LeiaJá e publicada no último dia 3 de fevereiro, Canuto não poupou críticas ao SNC. “Eu acho que é um avanço, mas ainda tem muita incerteza. Primeiro, qual é o valor que vai ter para o Sistema? Falou-se em R$ 170 milhões para todos os Estados brasileiros, mas só o Funcultura tem R$ 33 milhões. O SNC é legal, mas na execução faltou pedra para fazer. Política cultural não tem jeito, tem que ter orçamento”, afirmou o secretário.

Após assumir interinamente a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult/PE) no final de outubro do ano passado, o recifense Marcelo Canuto, 49 anos, foi nomeado pelo governador Eduardo Campos no começo de janeiro como o secretário responsável pelas políticas culturais do Estado. Canuto chegou a exercer o cargo de secretário-executivo de Relações Institucionais e Articulação Parlamentar da Casa Civil, e uma de suas atribuições era acompanhar as ações desenvolvidas pelo Estado na área da Cultura. Em conversa com o LeiaJá, a primeira desde que assumiu oficialmente a Secult/PE, o secretário fala sobre a marca que a atual gestão do PSB tentou imprimir na cultura local e as diretrizes que devem ser seguidas ao longo deste último ano do governo de Eduardo Campos.

Na entrevista, Marcelo Canuto também comenta sobre o maior desafio da secretaria durante os últimos oito anos, os editais que já foram lançados neste ano e algumas novidades para este ano, como a discussão acerca do Funcultura da Música - uma solicitação de profissionais que fazem parte deste segmento artístico. Outros assuntos, como a Incubadora Criativa, a realização do 48º Salão de Artes Plásticas, as ações durante a Copa do Mundo 2014, o uso dos equipamentos culturais e a adesão ao Sistema Nacional de Cultura (SNC) não ficaram de fora da conversa.

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Marca da Secretaria de Cultura de Pernambuco

A marca é a valorização da cultura popular. O princípio é esse e foi aprofundado por todos os gestores, justiça se faça. Esta noção aconteceu principalmente durante as escutas da população. As Conferências Estaduais, os Fóruns Regionais, nossos festivais, que são momentos de muita interlocução. E tudo isso na linha da valorização da cultura popular. Este é o conceito que foi desenvolvido pelo governo de Eduardo Campos e nós vamos fechar o mandato dele com este mesmo foco. 

Diretriz a ser seguida no último ano de governo

Durante o exercício do mandato de Eduardo Campos, acumulamos muitas ações e eu diria que chegamos ao oitavo ano do governo com a política cultural da Fundarpe e Secretaria de Cultura bastante consolidada. Foi uma construção coletiva entre o governo e, em especial, com as pessoas que fazem parte da vida cultural do Estado. Portanto, completar este oitavo mandato do governo de Eduardo na verdade é aperfeiçoar, melhorar, racionalizar, acrescentar uma política, mas com uma linha já traçada. Eu diria que esse será o eixo da nossa ação agora em 2014.

Maior desafio da gestão da Cultura

Chegar às comunidades que são as mais desprotegidas foi o maior desafio. Isso implica em ir até o músico, os povos quilombolas e indígenas, ou seja, ir até as linguagens. Todas tem uma riqueza muito forte aqui em Pernambuco e precisam também que o Estado fomente em equilíbrio. E isso é um desafio muito grande. Como é que você consegue conversar com todo mundo? Como é que você consegue, na máquina pública, manter uma interlocução com todas essas linguagens? Acho que esse é o maior desafio da cultura, e acho que a gestão cultural do governo, desde 2007, tem sido exitosa nessa luta. 

Carnaval 2014

A partir desta segunda (2) nós vamos começar a chamar os prefeitos para um entendimento sobre o Carnaval. E como é que isso funciona? A Fundarpe e a Empertur chamam os prefeitos, ao todo 20 prefeituras que cobrem todas as 12 regiões de Pernambuco. Mas isso não quer dizer que a gente não esteja apoiando outros encontros e bailes tradicionais, como o Baile dos Artistas e Bal Masqué, por exemplo. Houve um edital para que os artistas nacionais e regionais participassem da festa. A gente vai sentar com os prefeitos e apresentar a grade e eles entram com a infraestrutura, como palco, som e segurança.

Editais lançados

Nós lançamos no início do ano o edital do Prêmio Pernambuco de Literatura. São cinco prêmios de R$ 5 mil e um de R$ 15 mil que visam fomentar a produção literária em todas as macrorregiões de Pernambuco e que vão dar oportunidade pra quem está na ponta. O cidadão que mora lá no Sertão e tem uma vocação de repente vê nisso uma oportunidade para apresentar seu trabalho. E além da premiação em dinheiro, vamos imprimir mil cópias do livro dos vencedores. 

Lançamos também o Concurso de Fotografia Pernambuco Cultural. Ao todo, serão 12 fotografias vencedoras e cada uma vai receber um prêmio de R$ 5 mil. Além disso, as fotografias selecionadas vão compor exposições durantes os festivais que ocorrem no Estado.

O Ciclo das Paixões (voltado para a realização de encenações da Paixão de Cristo durante a Semana Santa), cujo edital foi lançado nesta quarta (26), oferece R$ 450 mil reais para 16 grupos de todo o Estado, normalmente de pequeno porte. Os interessados apresentam o projeto e uma comissão julga a apresentação. O contemplado financia a produção e isso é uma forma de você também criar um equilíbrio e democratizar o acesso. 

Funcultura

O Funcultura é uma marca do governo. Ele hoje é uma referência em todo o Brasil, sendo o segundo maior fundo brasileiro em termos de valor. Tem R$ 33,5 milhões, dos quais R$ 11.5 são destinados ao Audiovisual e R$ 22 milhões para as outras linguagens, como música, dança, teatro e gastronomia. Uma marca importante já nessa pequena gestão nossa, que começou em novembro, foi um encaminhamento feito pelo Governo do Estado da lei 1750/2013, que protege o orçamento do Funcultura. Ou seja, se outro gestor quiser modificá-lo, terá que mandar um projeto de lei e fazer um debate na Assembleia. Isso de fato consolida uma política do Fundo daqui de Pernambuco. Outra coisa que também foi importante pro Funcultura deste ano é a questão da acessibilidade. Os projetos que forem apresentados e que provarem que estão favorecendo o cidadão que tem alguma dificuldade, seja ela a surdez, a cegueira ou a mobilidade, terão ponto positivo.

Além disso, tem as oficinas. O Funcultura é uma grande experiência, mas ele precisa ser difundido. Isso já vem acontecendo, não é de hoje, mas a gente precisa aprofundar o debate para que o cidadão lá de Tabira, por exemplo, saiba inscrever um projeto e que não fique aquela coisa restrita à capital, à Região Metropolitana do Recife ou para aquele que tomou conta do saber. A gente está investindo bastante, tanto no Audiovisual como no Independente, em oficinas em todas as regiões do Estado.

Funcultura da Música e outros específicos

Nós temos que aprofundar algumas discussões. Por exemplo, o Funcultura vai abrir este ano uma agenda para conversar com todas as linguagens. Você tem que abrir um diálogo, mas não é só com a música. Tem que abrir com o teatro, com gastronomia, com todas as linguagens. A ideia é que primeiro a gente aprofunde o debate na legislação que regula o Funcultura. Feito o debate sobre a legislação, vamos cair em campo na questão dos editais. O cinema, por ser mais organizado e ter uma cena mais forte, conseguiu avançar e despertou nas outras linguagens, especialmente na música, essa vontade por um edital. E vamos enfrentar esse debate de forma organizada e institucional. A ideia nossa é fazer uma conversa sobre o que melhorar e aperfeiçoar o que regula hoje o Funcultura e num segundo momento abrir o debate sobre os editais. É natural e legítimo que outros segmentos queiram reservar um espaço do orçamento do Fundo. Mas ai você tem que fazer uma discussão sobre critérios, como vai atender a todo o Estado, e por isso é importante que a gente atualize essa regulação e em seguida parta para o debate de edital específico que só o cinema tem. Eu falo mais da música porque eles são os que estão chamando mais este debate. Como o Cinema fez lá atrás, eles estão fazendo agora. 

Adesão ao Sistema Nacional de Cultura (SNC)

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Nós fizemos a adesão ao SNC e logo depois eu participei da Conferência Nacional de Cultura e do Fórum de Secretários de Cultura. Eu acho que é um avanço, mas ainda tem muita incerteza. Isso ficou muito claro, por exemplo, no Fórum de Secretários. Primeiro, qual é o valor que vai ter para o Sistema? Falou-se em R$ 170 milhões para todos os Estados brasileiros. Mas só o Funcultura tem R$ 33 milhões. Outro debate é qual o critério de distribuição, qual será? O que tem maior população? O que tem maior riqueza cultural? O que está mais desprotegido? A adesão é importante e a gente tem que ressaltar que o Sistema também é porque ele abre o leque para o atendimento, mas tem muita coisa que precisa ser aprofundada e maturada. Ele é legal, bem formatado, mas na execução faltou pedra para fazer. Nós estamos acompanhando, fazendo a nossa parte e indo no mesmo ritmo da maioria dos Estados, esperando a resolução do Governo Federal pra saber quanto é que vai ser de dinheiro. Porque o que a gente não pode vender é ilusão. Política cultural não tem jeito, tem que ter orçamento. 

Equipamentos Culturais

Estamos procurando dar vida aos equipamentos culturais que temos, 18 ao todo. Por exemplo, a Malakoff sempre tem exposição. Eu recebi aqui a filha do poeta Paulo Leminski, do Paraná. Ela está trazendo uma grande exposição dele, trabalhada via Petrobrás, e vamos entrar com parceria, seja dando estrutura ou shows Estamos definindo isso ainda. Outra coisa é que vamos promover, em conjunto com a Embaixada da Holanda, uma exposição no Museu do Estado sobre o ciclo do açúcar. Ela já está passando em alguns países e deve chegar aqui ainda nesse primeiro semestre. Além disso, estamos licitando agora o projetor de cinema do São Luis, com orçamento em torno de R$ 1,3 milhão. É um compromisso nosso e que envolve imagem digital e som de qualidade. 

48º Salão de Artes Plásticas

Vamos resgatar o 48º Salão de Artes Plásticas e neste sentido convidamos Luciana Padilha pra assumir a coordenação de Artes Visuais. Houve a escolha dos 26 premiados, mas não aconteceu a exposição, que é a conclusão do festival. E nós vamos fazer acontecer. É um evento importante e que vem de uma tradição do Estado. Nós estamos apenas esperando o planejamento da Luciana e vamos definir uma data pra que isso aconteça num momento especial.

FIG 2014 

O FIG começa a ser organizado logo depois do Carnaval, que é o que está consumindo nossa energia no momento. Vencido o Carnaval, a gente começa a trabalhar o ciclo dos festivais do Pernambuco Nação Cultural, mas em especial o FIG, porque pelo tamanho que tem consome mais energia. O de Goiana, por exemplo, que é o primeiro, é um festival de porte menor e por isso é mais tranquilo. O FIG não, ele é de referência nacional e envolve milhares de pessoas, toda a cadeia hoteleira de Garanhuns, estrutura pesada, contratação de artistas e um alto investimento financeiro que dá condições de você ter teatro, dança, cinema, tudo gratuito. 

Ações durante a Copa do Mundo

A gente já começou a conversar com a Secretaria da Copa. Vamos aproveitar a Copa do Mundo pra valorizar a nossa cultura e promover eventos em que o maracatu, o caboclinho o frevo, entre outros ritmos locais, sejam a nossa vitrine. E vamos também, claro, deixar nossos equipamentos abertos com programações dirigidas para aquele momento.

Incubadora Criativa

Uma coisa recente foi um convênio com o Ministério da Cultura (MinC), que é a Incubadora Criativa cujo objetivo é formar e qualificar esta cadeira produtiva. Na verdade não é uma ação só da Cultura, isso tem relação com o desenvolvimento social e econômico do município, do Estado e do país. Essa é uma preocupação nossa e que é corrente de quem trata da cultura popular, pois atinge os artistas que estão na ponta. E aí pode ser uma rendeira, um cara que faz instrumento musical, que vão receber qualificação e sustentabilidade ao trabalho. Ao todo, o investimento é R$ 1 milhão por parte do MinC e R$ 300 mil de contrapartida nossa. 

Novo portal

Vamos lançar um novo portal com informações da cultura e da política cultural. Mas a ideia é abrir espaço para aqueles segmentos que muitas vezes não têm espaço na grande mídia. Então você pode botar ali no portão o artesão, o cantor que está se lançando, o pintor. A ideia é fazer um portal muito amplo e que dê espaço pra essa riqueza cultural que temos aqui.

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