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O presidente do Zimbábue, Emmerson Mnangagwa, foi reeleito para um segundo mandato, anunciou neste sábado a comissão eleitoral, após uma votação marcada por inúmeras denúncias de irregularidades, feitas pela oposição e por observadores.

Mnangagwa, 80 anos, obteve 52,6% dos votos e ficou à frente do opositor Nelson Chamisa (44%), que denunciou uma fraude, informou a presidente da comissão eleitoral, Justice Chigumba.

Com 91,55%  das urnas apuradas, o candidato Wilson Lima (União Brasil) foi reeleito governador do Amazonas.

Wilson Lima (União Brasil) tem 46 anos e é candidato à reeleição. Ele é formado em jornalismo e natural de Santarém (PA). Lima recebeu 42,82% dos votos válidos no primeiro turno e saiu na frente na disputa. Foi repórter, radialista e apresentador do programa Alô Amazonas. O vice-governador na chapa é Tadeu de Souza (Avante), 50 anos. 

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 Fechado com Jair Bolsonaro desde o ingresso na política, o governador reeleito no Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), comentou que não é seguido pelo presidente e por seus filhos nas redes sociais. O líder do Executivo carioca foi eleito em 2018 como vice na chapa com Wilson Witzel e assumiu o cargo após o impeachment do titular. 

Castro disse que foi subestimado em sua trajetória e que ouviu "coisas inacreditáveis" de outros políticos. "Um grande player da política estadual disse que eu não tinha bunda para sentar nessa cadeira", recordou. 

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Quando foi eleito ao Executivo, o governador saiu vitorioso pela resposta do movimento bolsonarista a sua candidatura. Ainda assim, nem o presidente nem seus filhos, e até mesmo os chefes da Câmara, Arthur Lira (PP) e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), não o seguem nas redes sociais. "São sinais. Quase nenhum ministro me segue. Acho que vão passar a seguir agora. Algo me diz que vão", exaltou. 

Sobre o "alinhamento total" à campanha de Bolsonaro, Castro enalteceu o suporte do presidente à sua gestão. "Quando eu precisei, Bolsonaro socorreu", apontou. "Quando assumi, corremos o risco de atrasar salário, e ele me ajudou. Depois, quando a população estava passando fome, Bolsonaro deu o Auxílio Emergencial. No regime de recuperação fiscal e na concessão da Cedae, ele também estava lá", disse. 

Líder de um governo suspeito de corrupção, ele apontou que outros casos podem ser descobertos futuramente, mas que vai trabalhar penalizar os infratores: “qualquer um que garanta isso está mentindo. Eu garanto que vou trabalhar muito para punir severamente quem fizer um malfeito". 

O governador ainda atacou a esquerda e citou o líder do Pink Floyd. “A esquerda vive em uma bolha. Quantos votos o Roger Waters tem no Rio? Pois, então, ele gravou um vídeo em inglês me batendo [...] existem problemas, é claro. Mas a vida como ela é não é a que a esquerda enxerga", criticou. 

O candidato Ronaldo Caiado (União) venceu a disputa ao governo de Goiás com 51,67% dos votos válidos. Gustavo Mendanha (Patriota) ficou em segundo lugar, com 25,3% dos votos válidos.
 
Até agora foram apurados 98,09% das urnas. 
 
O governador foi reeleito pela coligação MDB/União Brasil/Podemos/PTB/PSC PSD/ Avante / PRTB / PP / Solidariedade / PROS e PDT. O médico de 72 anos já foi deputado federal e senador. O empresário, ex-deputado estadual e vereador de Goiânia, Daniel Vilela, 38 anos, do MDB, é o candidato a vice.

O candidato Ibaneis Rocha (MDB) venceu a disputa ao governo do Distrito Federal com 50,27% dos votos válidos. Leandro Grass (PV) ficou em segundo lugar, com 26,27% dos votos válidos.
 
Até agora foram apurados 99,82% das urnas. 
 
Ibaneis Rocha tem 51 anos, nasceu em Brasília, é advogado e o atual governador do Distrito Federal. É formado em direito pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília (Ceub), fez pós-graduação em direito processual do trabalho e direito processual civil. Fez carreira na advocacia e chegou a presidir a Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF). Em 2018, estreou na política como candidato ao governo do DF e venceu as eleições no segundo turno. A vice na chapa é a deputada federal Celina Leão (PP-DF).

Nesta segunda-feira (6), o presidente Jair Bolsonaro (PL) garantiu criar mais três ministérios caso vença as eleições. Entre as pastas prometidas pelo gestor, a reativação do Ministério da Segurança Pública seria uma prioridade.

"Nós pretendemos é, em havendo uma reeleição, dividir melhor os ministérios, criar no máximo mais três, para que possamos melhor administrar o nosso país. Pela extensão do Brasil se justifica fazer isso daí", disse o presidente em entrevista ao canal Agro+.

O Ministério da Segurança foi anexado ao Ministério da Justiça no governo de Michel Temer e, na gestão Bolsonaro, foi ocupado inicialmente pelo ex-juiz Sergio Moro.

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"Esse ministério da [Segurança Pública] foi estudado, pela extensão do Brasil, eu acho positivo o restabelecimento. Não só o desse, como alguns outros ministérios que não haja dúvida, Indústria e Comércio, por exemplo. Até a questão da Pesca pode ser estudado", indicou o presidente.

Todos os sinais estão verdes para a reeleição em maio próximo do etíope Tedros Adhanom Ghebreyesus à frente da Organização Mundial da Saúde (OMS), único candidato ao cargo, após uma votação processual nesta terça-feira (25), em Genebra.

"Me faltam palavras. Muito grato pelo apoio renovado", declarou o diretor-geral da OMS após a aprovação obtida pelo Conselho Executivo deste órgão da ONU, em votação secreta. A reunião aconteceu a portas fechadas.

Tedros lançou hoje sua candidatura a sua própria sucessão, com o desafio de reforçar uma instituição, cujas deficiências foram expostas em meio à pandemia de Covid-19.

Agora, seu nome será submetido à sessão plenária da OMS, em maio. Sua reeleição é dada como certa.

O dr. Tedros Adhanom, que sucedeu a Margaret Chan em 2017, é altamente considerado, em especial pelos africanos, que o percebem como um "amigo".

O principal obstáculo para sua reeleição seria, paradoxalmente, seu próprio país.

O governo etíope reagiu com raiva às suas declarações sobre a situação humanitária em Tigré (norte), uma região devastada pela guerra. O governo da Etiópia solicitou a abertura de uma investigação contra Tedros por "prevaricação".

"É verdade que ele se expressou fortemente, mas o que ele disse é consistente com os fatos que todos os diretores das agências humanitárias verificaram", disse uma fonte diplomática ocidental à AFP, rebatendo as acusações.

"O governo etíope tentou, desde o início, impedir que o dr. Tedros fosse renomeado como diretor-geral da OMS. Começaram tentando bloquear um acordo na União Africana (UA), recusando-se a deixar o continente apresentar sua candidatura", acrescentou a mesma fonte.

A candidatura conta com o apoio de 28 Estados-membros da OMS, incluindo vários países da União Europeia (UE) e alguns países africanos, como Quênia e Ruanda.

- Apoio da China apesar das críticas

Este especialista em malária, de 56 anos, também é graduado em imunologia, doutor em saúde comunitária e ex-ministro da Saúde e das Relações Exteriores da Etiópia.

Primeiro africano a chefiar a OMS, Tedros, como gosta de ser chamado, está na linha de frente desde o início da pandemia.

A chegada do democrata Joe Biden à Casa Branca, que reintegrou totalmente os Estados Unidos à OMS, deu-lhe fôlego, após repetidos ataques do republicano Donald Trump, presidente entre 2017-2021.

Trump cortou as contribuições para a organização e decidiu retirar os Estados Unidos da OMS, acusando-a de estar muito próximo da China e de administrar mal a pandemia.

Seu tom mais crítico em relação à China, país que considera pouco transparente quanto à origem da pandemia, valeu-lhe alguns dardos lançados por Pequim, que, no entanto, apoia sua reeleição.

Várias dezenas de Estados da OMS, incluindo aqueles que o apoiam, criticaram-no por lidar mal com o escândalo de violência sexual na República Democrática do Congo (RDC) durante a luta contra a epidemia de Ebola entre 2018 e 2020.

A pandemia também mostrou que nem sempre suas recomendações são cumpridas, como quando pediu aos países mais ricos que fizessem mais para reduzir a desigualdade no combate à Covid-19.

Se alcançar um segundo mandato no comando da OMS, Tedros terá o desafio de fortalecer essa agência da ONU.

Muitas capitais pedem o fortalecimento da infraestrutura global de saúde, a fim de coordenar melhor a resposta às crises e prevenir futuros surtos do coronavírus.

A estrutura para tal reforma ainda não foi definida pelos países-membros. Preocupados com sua soberania, alguns deles relutam em dar mais poder à OMS.

Tedros também pede uma reforma radical do modelo de financiamento da organização que preside.

O presidente do Uzbequistão, Shavkat Mirziyoyev, foi reeleito com mais de 80% dos votos - anunciou a Comissão Eleitoral nesta segunda-feira (25), um dia depois de eleições marcadas pela ausência de uma verdadeira oposição.

De acordo com os resultados preliminares, Mirziyoyev obteve 80,1% dos votos, disse a Comissão Eleitoral Central.

À frente do país mais populoso da Ásia Central desde 2016, o presidente terá, com isso, um novo mandato de cinco anos.

O atual prefeito de Florianópolis, capital de Santa Catarina, Gean Loureiro (DEM), venceu a disputa pela prefeitura de Florianópolis com 53,46% dos votos válidos. Professor Elson (Psol) ficou em segundo lugar, com 16,13% dos votos válidos.

Foram apurados 100% das urnas. 

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O candidato da coligação Viva Floripa (DEM/Pode/PSD/Republicanos/PSC) ocupa atualmente a cadeira de prefeito e busca um novo mandato. Ele tem 48 anos e ensino superior completo. Ele declarou R$ 4,8 milhões em bens.

Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (9), pela Exame/Ideia, aponta que o atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido) seria reeleito em 2022 com 30% das intenções de voto. O estudo projeta o ex-militar à frente do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do apresentador Luciano Huck, e dos ex-aliados Sergio Moro e João Doria (PSDB).

Antes de um possível segundo turno, o levantamento estipula que os principais adversários teriam uma expectativa de voto bem abaixo se comparados ao presidente. Lula assume a segunda posição com 18%, seguido de Sergio Moro (10%), Ciro Gomes (9%), Luciano Huck (5%) e pelo governador de São Paulo João Doria (4%).

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O rodapé da lista é caracterizado pelo ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (3%), Marina Silva (2%) e João Amoedo empatado com Flávio Dino (1%). Brancos e nulos somariam 9%, enquanto 10% disseram 'não saber' em quem votar.

Em um panorama de segundo turno, o atual presidente venceria todos os adversários elencados. O embate mais acirrado seria contra Moro, com uma diferença de 6 pontos percentuais.

O maior apoio para a reeleição de Bolsonaro viria do Norte (38%), seguido por Centro-Oeste (35%) e Nordeste (31%), informa o estudo. Considerados os critérios de renda e escolaridade, o presidente também venceria em todos os contextos.

Ao todo, 1.200 pessoas de todas as regiões do Brasil foram entrevistadas por telefone entre os dias 5 e 8 de outubro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

O presidente Evo Morales derrotou o opositor Carlos Mesa no primeiro turno das eleições realizadas no domingo na Bolívia, segundo resultados do Tribunal Supremo Eleitoral (TSE) divulgados nesta quinta-feira (24), após a apuração de 99,81% dos votos.

De acordo com o site do TSE, Morales obteve 47,06% dos votos, contra 36,52% para Mesa, o que garante sua reeleição. Os números incluem os votos válidos dos eleitores na Bolívia e dos bolivianos disseminados em 33 países do mundo.

Morales já tinha se declarado vencedor das eleições em entrevista coletiva, mas admitiu a possibilidade de disputar um segundo turno, caso o resultado final do TSE assim o determinasse, o que finalmente não ocorreu.

O resultado confirmado pelo TSE já era seriamente questionado por diversos setores bolivianos, que paralisaram várias cidades do país. Uma aliança opositora formada em torno de Carlos Mesa exige a convocação "imediata" de um segundo turno eleitoral.

A chamada Coordenação de Defesa da Democracia também convocou os cidadãos e outras lideranças "a se somar" à causa e manter a mobilização pacífica "até se conseguir o respeito à vontade popular".

O grupo é integrado pelo governador de Santa Cruz, Rubén Costas, o candidato de direita Óscar Ortiz, o empresário Samuel Doria Medina, líder de Unidade Nacional (UN, centro-direita), Fernando Camacho, executivo do Comitê Cívico Pró-Santa Cruz, da direita radical, o ex-presidentes Jorge Quiroga (direita) e Waldo Albarracín, líder da plataforma civil Conade (centro esquerda).

As denúncias de fraude surgiram após um primeiro resultado do sistema de apuração rápida (TREP), sobre 84% dos votos, que indicava um segundo turno entre Morales e Mesa. Após a divulgação destes números, o sistema foi paralisado durante várias horas e retornou indicando uma vitória direta do presidente.

Na quarta, os observadores eleitorais da OEA defenderam a realização de um segundo turno diante das diversas irregularidades no processo.

"Devido ao contexto e às problemáticas evidenciadas neste processo eleitoral, continuaria sendo uma opção melhor convocar um segundo turno", disse o diretor do Departamento para a Cooperação e Observação Eleitoral da OEA, Gerardo Icaza.

- Pressão internacional -

Também nesta quinta, Brasil, Estados Unidos, Argentina e Colômbia defenderam a realização de um segundo turno caso a OEA não consiga ratificar os resultados da votação de domingo passado.

No caso da Missão de Observação Eleitoral da OEA "não estar em condições de verificar os resultados do primeiro turno, apelamos ao governo da Bolívia a restaurar a credibilidade de seu sistema eleitoral através da convocação de um segundo turno eleitoral", destaca um comunicado conjunto.

Os quatro países declararam que estão "profundamente preocupados com as anomalias" nas eleições de 20 de outubro, e destacaram que o segundo turno deve ser "livre, justo e transparente".

"Argentina, Brasil, Colômbia e Estados Unidos, junto à comunidade democrática internacional, só reconhecerão resultados que reflitam realmente a vontade do povo boliviano".

O secretário-geral da OEA, Luis Almagro, disse que a Bolívia deve aguardar a conclusão de uma auditoria do bloco para declarar os resultados, e destacou que foi o próprio Morales que solicitou - por telefone - a verificação do processo.

Almagro acrescentou que a secretaria-geral da OEA concordou com o pedido na terça-feira, depois que o chanceler boliviano, Diego Pary, emitiu uma solicitação para "verificar a transparência e legitimidade" do processo.

"A secretaria-geral entende que, se o Supremo Tribunal Eleitoral (TSE) convida essa organização a realizar trabalhos para verificar a legitimidade desses resultados, esses resultados não deverão ser considerados legítimos até que o processo de auditoria solicitado seja concluído", afirmou Almagro.

União Europeia (UE) e OEA defendem um segundo turno para restabelecer a confiança no processo eleitoral.

"A União Europeia compartilha plenamente da avaliação da OEA no sentido de que as autoridades bolivianas deveriam concluir o processo de contagem em curso e que a melhor opção seria realizar um segundo turno para restabelecer a confiança e assegurar o respeito pleno à escolha democrática do povo boliviano", declarou em um comunicado a porta-voz da diplomacia europeia, Maja Kocijancic, distribuído em La Paz.

Bruxelas lembrou que o informe preliminar da missão eleitoral da OEA identificou "falhas importantes no processo".

O presidente Joko Widodo foi eleito para um segundo mandato na Indonésia, a terceira maior democracia do mundo, após a publicação dos resultados oficiais, questionados por seu principal adversário.

Joko Widodo, também chamado de "Jokowi", recebeu 55,5% dos votos, contra 44,5% para o ex-general Prabowo Subianto, anunciou a Comissão Eleitoral.

"Depois de fazer o juramento, seremos presidente e vice-presidente", afirmou Widodo em Jacarta ao lado de seu companheiro de chapa, Ma'ruf Amin.

"Seremos líderes e protetores de todos os indonésios", completou.

O candidato derrotado não anunciou se pretende contestar oficialmente os resultados, mas Azis Subekti, representante de Prabowo Subianto, se recusou a assinar as atas apresentadas pela Comissão Eleitoral.

"Não vamos nos render em nossa luta contra a injustiça, a fraude e o abuso", afirmou, de acordo com o site detik.com

Widodo, que chegou à presidência em 2014 com 53,15% dos votos, venceu a eleição de 17 de abril com uma vantagem maior, com 85,6 milhões de votos, contra 68,6 milhões de seu adversário.

"A decisão foi anunciada em 21 de maio e será efetiva imediatamente", afirmou o presidente da Comissão Eleitoral, Arief Budiman.

A publicação oficial dos resultados no país, de 260 milhões de habitantes, estava prevista para quarta-feira. Mas os temores de protestos da oposição nas ruas e de distúrbios com o fim da apuração motivaram a antecipação do anúncio.

Desde o dia da eleição, na qual mais de 190 milhões de pessoas estavam registradas para votar, o candidato de oposição Prabowo Subianto contestava a apuração parcial, que apontava uma vantagem do presidente. Ele chegou a reivindicar a vitória com base em pesquisas alternativas.

Também denunciou fraudes na votação e convocou protestos.

Os candidatos têm prazo de três dias para contestar os resultados na Corte Constitucional. Se isto não acontecer, os resultados serão considerados oficiais em 24 de maio.

As autoridades pediram aos partidários de Prabowo Subianto que não protestem nas ruas e citaram o risco de atentados.

A polícia indonésia anunciou na sexta-feira a detenção de dezenas de indivíduos suspeitos de relação com o grupo extremista Estado Islâmico (EI), alguns deles acusados de planejar atentados para o momento do anúncio do resultado da eleição.

Diante do risco de divisão no país, vários partidos, incluindo alguns da oposição, pediram aos indonésios que reconheçam os resultados, assim como as influentes organizações muçulmanas Nahdlatul Ulama e Muhammadiyah.

Joko Widodo, de 57 anos e considerado um muçulmano moderado em um país no qual o islã conservador avança, escolheu como candidato a vice-presidente o pregador conservador Ma'ruf Amin, para conquistar o eleitorado religioso.

Seu rival, de 67 anos, se aproximou dos grupos islâmicos mais radicais e escolheu como companheiro de chapa Sandiaga Uni, um ex-empresário.

Subianto foi derrotado por Joko Widodo em 2014. Na ocasião, ele apresentou um recurso à justiça, mas desistiu da medida.

Depois de prometer abandonar definitivamente a política, o deputado federal Tiririca (PR) voltou atrás e tomou posse, nessa sexta-feira (1°), para o terceiro mandato como deputado federal por São Paulo. Ao blog de Bernardo Mello Franco, do jornal O Globo, o humorista chegou a confessar que não votaria nele. 

A resposta foi dada quando o deputado foi questionado sobre a queda no número de votos. Em 2010, ele foi eleito por 1, 3 milhão de eleitores. Em 2018, conseguiu 435 mil votos. “Achei que não ia ser reeleito. Pelo que eu falei, eu não votaria em mim”, declarou. Tiririca ainda foi questionado porque deixaria a política e, depois, decidiu voltar atrás. “Não acredita em palavra de político não, rapaz”, falou novamente sem medo de ser sincero. 

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Após a desistência, agora Tiririca sonha alto. No ano passado, durante a convenção nacional da legenda, o deputado federal falou que quer ser candidato a presidente em 2022. “Se Deus quiser daqui a quatro anos eu vou meter as caras [para ser presidente]. Você vai ver. Se eleito for, vou fazer um mandato fantástico, eu já tenho esses dois mandatos aí. Estou empolgado pra caramba”, contou. 

O vereador André Regis (PSDB), durante pronunciamento no plenário da Câmara Municipal do Recife, nesta terça-feira (4), não só elogiou o ex-presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso, como também falou sobre o sistema político nos Estados Unidos. "Lá, o presidente eleito e reeleito não pode mais disputar a eleição. Então, ele não será mais alvo de ataques políticos. Isso faz com que sua biografia seja preservada e os defeitos esquecidos", disse. "Os ex-presidentes são vistos como pessoas que deram sua contribuição e que o tempo se encarregou de apagar os defeitos (...) isso não temos aqui", reforçou. 

Após a comparação, ao falar sobre o cenário político do país, Regis destacou que é preciso que as câmaras municipais também "pressionem" para a saída do presidente Michel Temer (PSDB). "Já que estamos em um sistema federativo, precisamos pressionar as instâncias nacionais. É o que faço aqui. Esse pronunciamento é para pressionar para que a posição apontada seja a saída imediata desse governo que não tem mais condições de continuar. Estamos em um ambiente no cenário nacional que é preciso que a gente valorize o nosso próprio debate aqui", cravou.

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O vereador ainda ressaltou que o povo precisa colocar, no Congresso Nacional, pessoas que tenham capacidade de liderança e de tratar os grandes temas nacionais com "respeito e decência". "Só assim a população pode contribuir para tirar o Brasil da situação em que se encontra".

Confirmando o favoritismo, o ex-primeiro-ministro italiano Matteo Renzi foi reeleito com folga para liderar o Partido Democrata (PD, centro-esquerda) nas próximas eleições gerais na Itália, anunciaram os três candidatos em disputa, antes do fim da apuração.

No final do domingo, Renzi foi reeleito secretário do Partido Democrata - o maior partido da Itália - o que o torna o candidato do grupo para se tornar o próximo primeiro-ministro nas eleições parlamentares que devem ocorrer antes de meados de 2018. Ele venceu por uma ampla margem, colocando um desafio que expôs divisões perigosas dentro do partido, que perdeu terreno para o partido Movimento 5 estrelas (M5S).

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A corrida representa "uma nova página" para o partido, disse ele aos apoiadores no domingo.

Renzi tinha se demitido como chefe de governo em dezembro, após perder um referendo constitucional que havia convocado e em fevereiro renunciou como líder do PD, confrontado aos protestos da ala esquerda do seu partido. "É uma responsabilidade extraordinária, obrigado de coração a esta comunidade de mulheres e homens que acreditam na Itália, adiante juntos", tuitou Renzi, enquanto seus dois adversários, Andrea Orlando e Michele Emiliano, o cumprimentaram pela vitória.

Em uma primeira fase interna da votação, o ex-chefe de governo havia obtido 66,7% dos votos contra 25,3% para Orlando e 8% para Emiliano.

A eleição, que teve cerca de dois milhões de eleitores, superou as expectativas até mesmo de Renzi, que esperava em torno de um milhão de eleitores. Todos os italianos com mais de 16 anos estão habilitados a votar, além dos cidadãos de países da União Europeia que vivem no país e os estrangeiros com visto de residência, com a única condição de pagar uma contribuição de dois euros. Fonte: Dow Jones Newswires.

Daniel Ortega, presidente da Nicarágua, venceu a eleição presidencial pelo e vai cumprir o terceiro mandato consecutivo, de acordo com autoridades eleitorais do país.

Com cerca de um quinto dos votos contados em uma corrida eleitoral com seis candidatos, Ortega contava com mais e 71% dos resultados prévios de uma eleição chamada de "farsa" pela oposição.

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Críticos afirmaram que a eleição foi injustamente inclinada contra a oposição, mas a mulher de Ortega, Rosario Murillo, parabenizou o processo. Junto de seu marido após o início da contagem dos votos, ela disse que foi "uma eleição histórica e exemplar."

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral da Nicarágua, Roberto Rivas, disse que 65% dos eleitores registrados no país participaram da eleição. A oposição, que pediu que as pessoas boicotassem a votação, afirmou que o número de eleitores foi baixo. O principal movimento de oposição ao partido Sandinista de Ortega "O grande fronte pela democracia" estimou que "mais de 70%" dos eleitores não foram às urnas.

Ortega tem se beneficiado do crescimento econômico estável do país e baixos níveis de violência, comparados com os vizinhos Honduras e El Salvador. Muitos nicaraguenses também citam os programas sociais da primeira-dama como um fator importante para a popularidade do governo.

Observadores eleitorais internacionais foram banidos de participar da eleição. Fonte: Dow Jones Newswires.

Reeleito para governar o Recife, o prefeito Geraldo Julio (PSB) afirmou, nesta segunda-feira (31), que o Brasil precisa voltar a crescer para ampliar os investimentos das prefeituras no país. Ponderando a execução das promessas de campanha para o segundo mandato diante de um contexto nacional de crise econômica, o pessebista disse que vai “continuar fazendo o que já tem feito” para governar a cidade e não projetou uma redução imediata da máquina pública.

“Vou continuar fazendo o que já tenho feito. Governei na crise [no primeiro mandato], conseguimos fazer o maior Hospital, a obra da Via Mangue, o Compaz, o maior programa de requalificação da cidade, tudo isso numa intensa crise”, observou, em entrevista a uma rádio local. “Sempre tem que ter a intenção de cuidar da despesa e encontrando onde cortar para favorecer a população. Se o Brasil não sai da crise, isso tem que acontecer permanentemente”, emendou. 

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Entre as medidas de ajuste fiscal que já estão sendo tomadas pelo Governo federal está a Proposta de Emenda à Constituição 55/2016, mais conhecida como PEC do Teto de Gastos, em análise no Senado Federal. Sobre as mudanças estabelecidas pela proposta, Geraldo reforçou ser contrário a elas. 

“Não somos contra ajustes e as contas estarem equilibradas, mas do jeito que a PEC foi elaborada traz prejuízos para saúde e educação. Quem paga a conta é povo sozinho. Quando isso acontece, prefeitos e governadores podem ser obrigados a fechar hospitais, creches, escolas, maternidades”, salientou. 

De um técnico indicado por Eduardo Campos, o prefeito ao sair das urnas com mais de 60% dos votos é cacifado para se tornar um líder do PSB no país. Com um contexto de avaliação regular da administração do governador Paulo Câmara (PSB), Geraldo foi questionado se ele vai concluir o mandato ou disputará em 2018 o cargo estadual. 

“Ele já disse que é candidato à reeleição, acredito que o Brasil passa por um momento de dificuldade e é em um momento como este que Paulo tem governado Pernambuco com muita competência”, frisou, pontuando que seguirá até 2020 na PCR. “Vou cumprir meu mandato”. 

Sobre a inserção dele no âmbito nacional do PSB, Geraldo ressaltou que sua prioridade é administrar o Recife, mas tem “muito interesse no fortalecimento do PSB”. 

Efetivação de promessas

Durante a campanha, a promessa de construção do Hospital do Idoso foi a que mais se destacou. Indagado sobre quando iniciará a construção, Geraldo disse que ainda não encontrou um local para instalar a obra. “Agora vamos identificar a área, fazer o projeto, pedir apoios aos parlamentares com emendas. O Hospital da Mulher em três anos deu certo, construir ele em tempos de vacas magras foi muito importante. O Hospital do Idoso tem um porte menor e vamos conseguir custear. Já apresentamos os pedidos a todos os parlamentares”, detalhou.

Já sobre quando o Hospital da Mulher vai operar integralmente, o prefeito disse que “em poucos meses ele estará a plena carga”. “O Hospital a Mulher está pronto e concluído. O que ele tem é um cronograma de serviços para entrar em funcionamento. Já começamos o pedido de procedimento de credenciamento junto ao SUS, estamos aguardando o resultado disso”, pontuou. 

A requalificação da Avenida Conde da Boa Vista também foi ponderada. “Estudamos o caso com profissionais especializados. Sabemos o movimento em cada um dos locais da Avenida. Este estudo se conceituou em um projeto estrutural que vai se transformar em um projeto de engenharia. É uma obra que será feita”, garantiu. 

Para o novo mandato, o prefeito disse que dará prioridade a educação. “É com ela que construímos o futuro. É um investimento feito por longo prazo. A maior ação que a prefeitura tem nesses três anos e meio é a transformação na educação”, destacou. 

Alianças

Durante os últimos dias de campanha e nesse domingo (30) após a vitória ser concretizada, Geraldo Julio pontuou inúmeras vezes que pretende reunir todas as lideranças da cidade para governar no segundo mandato. Indagado se teria algum desconforto com a reativação da aliança com partidos como o DEM e o PSDB, ele negou. “Não tenho constrangimento com nenhuma força ou liderança que queira ajudar a governar o Recife. Não temos restrição nenhuma”, declarou. 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) resolveu manter os mandatos de Genaldi Zumba (PSD) e José Costa (PTB), eleitos em 2012 prefeito e vice, respectivamente, do município de São João, no Agreste de Pernambuco. No pleito do último domingo (2), Zumba foi reeleito com 52% dos votos válidos. 

Nas Eleições de 2012, a chapa do então prefeito eleito foi acusada de irregularidades na prestação de contas pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB). Em primeira instância, o juízo eleitoral negou a cassação, mas o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE), por maioria de votos, decidiu pela cassação dos mandatos. A decisão do Pleno do TSE, dessa terça-feira (4), modifica a determinação do tribunal local.

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O julgamento do recurso iniciou com o voto-vista do ministro Herman Benjamin. Ao abrir divergência do relator, ministro Luiz Fux, Benjamin manteve a decisão do TRE-PE e negou o recurso. O relator anteriormente havia modificado a decisão regional ao alegar que não havia gravidade necessária para a cassação. Votaram com o relator os ministros Napoleão Nunes Maia, Henrique Neves, Luciana Lóssio e Rosa Weber.

O presidente da Federação Pernambucana de Futebol (FPF), Evandro Carvalho, foi reeleito por aclamação, nesta segunda-feira (22), e ficará mais quatro anos à frente da entidade. Na sede da FPF, os clubes profissionais e amadores e as ligas elegeram a chapa Compromisso com a Modernidade para o quadriênio 2015/2018.

Compõem a chapa, além de Evandro Carvalho, o 1° vice-presidente, Pedro Lacerda, o 2° vice-presidente, João Caixero, o 3° vice-presidente, Geraldo Lins, e o conselho fiscal, Almir Pinto, Cláudio Calado e Paulo Maranhão. Após a aclamação, o presidente reeleito fez um discurso de agradecimento.

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“Agradeço a confiança de vocês. Vamos continuar trabalhando para o crescimento do futebol pernambucano. Todos vocês são importantes nesse processo. Desde os clubes amadores aos considerados grandes. Temos um grande potencial”, afirmou Evandro Carvalho, presidente da FPF desde fevereiro de 2011.  A posse para o novo mandato será em janeiro de 2015.

Na Câmara dos Vereadores e ao som de muito frevo, o prefeito reeleito de Olinda, Renildo Calheiros (PCdoB), tomou posse juntamente com o vice-prefeito, Enildo Arantes (PT), nesta terça-feira (1°), para mais quatro anos de mandato.  Após a solenidade e o discurso do prefeito, aconteceu um ato festivo em frente a Prefeitura com orquestra de frevo, desfile de bonecos gigantes e DJs.

O prefeito de 53 anos, não escondeu a felicidade ao iniciar seu segundo mandato na cidade de Olinda. “É um momento de muita alegria. Quero agradecer a Deus e a população de Olinda, que pela segunda vez, me elegeu no primeiro turno. Vou retribuir essa confiança com muito trabalho. Concluindo obras que iniciamos e dando início a várias outras”, disse Renildo Calheiros.

Eleito com 50,45% dos votos, Renildo já traçou as primeiras metas para os próximos quatro anos. Que segundo ele, serão de muito trabalho. “Vamos investir R$50 milhões em contenção de encostas, para diminuir os pontos de risco. Também vamos concluir a obra da orla e dos canais. São grandes obras que nossa cidade aguardou muito tempo. 2013 também será o início da construção do shopping Center de Olinda, que será em Casa Caiada. Será um empreendimento com 349 lojas”, explicou o prefeito.

Às vésperas do carnaval, a festa de maior destaque da cidade, os preparativos de Olinda já estão bem encaminhados. “O fato de ter sido reeleito me permitiu ainda em novembro e dezembro, tomar algumas atitudes relacionados ao carnaval”, disse Renildo Calheiros, dando poucos detalhes sobre a festa. “A cenografia deste ano será feita por Fernando Augusto, que é um artista muito talentoso, da nossa cidade. Ficará tudo muito bonito e animação não vai faltar. Nós estamos trabalhando para oferecer uma infraestrutura melhor aos foliões e um serviço melhor, para que todos possam brincar com segurança”, afirmou.

O tema do carnaval será anunciado nos próximos dias, em uma entrevista coletiva. Por isso mesmo, o prefeito não quis adiantar o tema. “Já foi escolhido, mas se eu revelar aqui, o Fernando Augusto vai querer me matar”, brincou Renildo Calheiros.

No discurso feito de improviso, o prefeito ainda afirmou que outra prioridade em sua gestão será melhorar os serviços públicos de Olinda. “Fazendo isso, espero entregar uma cidade muito melhor à população e ao meu sucessor”, finalizou.

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