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O Sistema Nacional de Emprego de João Pessoa (Sine-JP) inicia a semana disponibilizando 131 vagas de emprego. As vagas são para pessoas com nível fundamental, médio, técnico e que tenham ou não experiência profissional. Confira a lista completa das vagas.

O maior número de ofertas é para o cargo de operador de telemarketing ativo, com 40 vagas. Há ainda oportunidades para costureira, operador de empilhadeira, atendente de clínica médica, corretor de seguros, entre outros.

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Para concorrer às vagas, os interessados devem comparecer ao Sine-JP, portando RG, CPF, Carteira de Trabalho, título de eleitor, comprovante de residência, currículo profissional, comprovante de escolaridade, certificado ou diploma de cursos já realizados. O órgão fica localizado na Avenida Cardoso Vieira, no bairro do Varadouro. O horário de atendimento é das 8h às 14h, de segunda a sexta-feira.

As empresas interessadas em divulgar vagas de empregos devem encaminhar seus dados  e as exigências dos cargos para o e-mail: sinejp.imo@joaopessoa.pb.gov.br. O serviço é gratuito.

 

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) abriu nesta terça-feira (12) o prazo para apresentação de recurso ao resultado do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeira (Revalida) na prova de habilidades clínicas de 2016. Os recursos podem ser apresentados na página do Participante do Revalida até as 18h de quarta-feira (13).

Na avaliação de habilidades clínicas, os participantes precisavam executar tarefas específicas, durante um intervalo de tempo determinado, em uma estrutura de dez estações, cada uma valendo dez pontos. Serão considerados aprovados os que obtiverem, no mínimo, 56 de 100 pontos.

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O Revalida reconhece os diplomas de médicos que se formaram no exterior e querem atuar no Brasil e é direcionado tanto a estrangeiros formados em medicina fora do Brasil quanto a brasileiros que se graduaram em outro país e querem exercer a profissão em sua terra natal.

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No próximo domingo (19), mais de 1,5 milhão de estudantes vão participar do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), que é direcionado aos alunos que não concluíram os estudos na idade adequada. A prova será feita por 301,5 mil candidatos que desejam a certificação para o ensino fundamental e 1,2 milhão para o ensino médio. O exame será aplicado em 564 municípios distribuídos em todos os estados.

O acesso ao cartão de informação já foi liberado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) na semana passada. O documento informa o número de inscrição; a data, hora e local das provas; a opção de língua estrangeira escolhida e os atendimentos específicos ou especializados, caso tenham sido solicitados.

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A partir deste ano, a certificação de conclusão do ensino médio voltou a ser realizado pelo Encceja, em parceria com estados e municípios. Até o ano passado, os estudantes com mais de 18 anos usavam o desempenho obtido no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para receber o diploma do ensino médio. No último domingo (12), o ministro da Educação, Mendonça Filho, anunciou que os alunos que fizerem a prova do Encceja deste ano e obtiverem nota mínima terão gratuidade garantida na inscrição do Enem no ano que vem.

Provas

O Encceja será realizado em dois turnos. Pela manhã, os portões abrem às 8h e fecham às 8h45 e as provas serão realizadas das 9h às 13h. No turno vespertino, a abertura dos portões será às 14h30, com fechamento às 15h15 e prova das 15h30 às 20h30. Os estudantes devem ficar atentos, já que o horário a ser seguido é o oficial de Brasília.

As provas objetivas terão 30 questões de múltipla escolha cada, tanto para ensino fundamental quanto para ensino médio. Para obter o certificado ou a declaração de proficiência, o participante deve fazer, no mínimo, 100 dos 200 pontos possíveis em cada uma das áreas de conhecimento. Os candidatos também deverão fazer uma redação em que é necessário alcançar nota igual ou superior a cinco pontos, em uma escala que varia de zero a dez.

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Os candidatos que vão fazer o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) poderão consultar o local de prova a partir das 14h de hoje, na página do participante. O exame será aplicado no dia 19 de novembro.

Neste ano, 1,5 milhão de pessoas se inscreveram para fazer o Encceja, que é direcionado aos jovens e adultos que não concluíram os estudos em idade própria. Dessas, 301 mil farão provas para o ensino fundamental e 1,2 milhão para o ensino médio. O exame será aplicado em 564 municípios em todos os estados.

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Os participantes precisam ter, no mínimo, 15 anos completos na data de realização do exame, para quem busca a certificação do ensino fundamental. Quem busca a certificação do ensino médio tem que ter, no mínimo, 18 anos completos na data de realização do exame.

As provas serão aplicadas pela manhã e à tarde. No turno matutino, os portões abrem às 8h e fecham às 8h45 e as provas serão realizadas das 9h às 13h. No turno vespertino, a abertura dos portões será às 14h30, com fechamento às 15h15 e prova das 15h30 às 20h30.

Os alunos do ensino fundamental vão fazer provas de ciências naturais, história e geografia pela manhã e de língua portuguesa, língua estrangeira, artes, matemática, educação física e redação à tarde. Candidatos do ensino médio vão fazer provas de ciências da natureza e ciências humanas pela manhã e de linguagens e códigos, redação e matemática à tarde.

A partir deste ano, a certificação de conclusão do ensino médio só poderá ser feita por meio do Encceja. Até o ano passado, os estudantes com mais de 18 anos poderiam usar o desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para receber o diploma do ensino médio.

O Encceja para pessoas privadas de liberdade e jovens sob medida socioeducativa (Encceja PPL) será aplicado nos dias 21 e 22 de novembro.

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Após 24 horas sem um posicionamento sobre a não abertura das inscrições do Revalida, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou, no Diário Oficial da União desta terça-feira (7), uma retificação nas datas previstas para início das candidaturas na segunda etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeira (Revalida). A prova reconhece os diplomas de médicos que se formaram no exterior e querem atuar no Brasil.

O período para os candidatos que fizeram a primeira etapa da prova em setembro confirmarem a participação na segunda fase deveria ter começado na última segunda-feira (6), e só encerraria na próxima sexta-feira, dia 9 de novembro. Porém, não foram iniciadas. De acordo com o Inep, as novas datas serão divulgadas em breve, pelo próprio site do Instituto, e apenas os aprovados na primeira etapa poderão confirmar a inscrição na segunda, que será uma Avaliação de Habilidades Clínicas. 

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Nesta avaliação, o participante precisa executar dez tarefas para uma banca examinar suas habilidades para o exercício da função médica. Para isso, percorre dez estações resolvendo tarefas como a investigação de história clínica, a interpretação de exames complementares, a formulação de hipóteses diagnósticas, a demonstração de procedimentos médicos, o aconselhamento a pacientes ou familiares.  

A confirmação da participação na prova, quando as novas datas forem abertas, devem ser feitas pela internet, por meio do portal do Inep. Além disso, é preciso pagar uma taxa de inscrição de R$ 450. Para mais informações, os interessados podem acessar o site do Inep. 

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou uma proposta que proíbe as instituições de ensino de cobrar pela emissão do diploma. De acordo com o relator do projeto, deputado Leo de Brito (PT-AC), “é importante que esse assunto seja colocado em forma de lei para que não fiquem dúvidas sobre os procedimentos”.

O parlamentar lembrou que apesar da existência de normas e decisões sobre o assunto, algumas entidades insistem em cobrar valores pela prestação do serviço que já é previsto em contrato. Com isso, diversos casos acabam indo parar no judiciário. Segundo o texto aprovado, a instituição de ensino poderá cobrar pela emissão apenas quando o aluno solicitar uma versão decorativa, com papel e tratamento gráfico especial.

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Estão previstas multas para os estabelecimentos que desrespeitarem a medida. A fiscalização da aplicação da determinação será feita pelos órgãos de defesa do consumidor de cada estado. O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado por mais duas comissões.

Os gabaritos preliminares da prova objetiva da primeira etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2017 já estão disponíveis. Os candidatos que fizeram a prova no último domingo (24), devem acessar a página do programa, no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

O exame reconhece os diplomas de médicos que se formaram no exterior e querem atuar no Brasil e é direcionado tanto a estrangeiros formados em medicina fora do Brasil quanto a brasileiros que se graduaram em outro país e querem exercer a profissão em sua terra natal.

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A edição de 2017 teve 7.453 inscritos, sendo 3.842 brasileiros. Médicos de 56 nacionalidades diferentes fizeram o exame.Ao todo, foram cem questões de múltipla escolha e uma discursiva, para avaliar as competências médicas dos graduados no exterior.

A divulgação do resultado da primeira etapa está prevista para novembro. Apenas os aprovados nessa fase poderão se inscrever para a segunda etapa, prevista para março de 2018. Esta fase será formada por uma prova de Avaliação de Habilidades Clínicas, na qual os candidatos terão um intervalo de tempo determinado para realizar tarefas específicas da função médica.

Já o período para apresentação de recursos, referente ao gabarito preliminar, será aberto a partir de 2 de outubro.

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A primeira etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeira (Revalida) será aplicada amanhã (24) em dez capitais do país.

O exame reconhece os diplomas de médicos que se formaram no exterior e querem atuar no Brasil e é direcionado tanto a estrangeiros formados em medicina fora do Brasil quanto a brasileiros que se graduaram em outro país e querem exercer a profissão em sua terra natal.

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A edição de 2017 teve 7.453 inscritos, sendo 3.842 brasileiros. Médicos de 56 nacionalidades diferentes prestarão o exame. As provas serão realizadas em Rio Branco (AC), Manaus (AM), Salvador (BA), Fortaleza (CE), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Rio de janeiro (RJ), Porto Alegre (RS) e São Paulo (SP).

A segunda etapa será aplicada em 10 e 11 de março de 2018 para aqueles que obtiverem a nota necessária na primeira etapa. Para participar do exame, é preciso ser brasileiro ou estrangeiro em situação legal de residência no Brasil e ter diploma médico expedido por instituição de educação superior estrangeira reconhecida no país de origem pelo seu Ministério da Educação ou órgão equivalente e autenticado pela autoridade consular brasileira.

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A liminar que permitia aos inscritos no Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superiores Estrangeiras (Revalida) fazer a prova mesmo sem ter o diploma de medicina foi suspensa. A decisão foi do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), garantindo a exigência do diploma prevista no edital.

A liminar havia sido proferida em ação civil pública ajuizada pela Defensoria Pública da União. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), caso fosse aplicada, a decisão implicaria em um prejuízo de cerca de R$ 4,5 milhões aos cofres públicos para a homologação das inscrições de todos os participantes do Revalida que não apresentaram o diploma.

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Para a Advocacia-Geral da União (AGU), além do prejuízo financeiro, a medida representaria um expressivo impacto nos processos de planejamento, elaboração, aplicação e gestão do exame. No recurso, a AGU destacou também o fato de a liminar ter sido proferida faltando apenas cinco dias para a realização da prova, marcada para o próximo domingo (24).

Com a decisão de hoje do TRF1, o Revalida será aplicado para os participantes que cumpriram as exigências do edital: ser brasileiro (a) ou estrangeiro em situação legal de residência no Brasil e ter diploma médico expedido por instituição de ensino superior estrangeira, reconhecida no país de origem pelo seu ministério da Educação ou órgão equivalente, e autenticado pela autoridade consular brasileira.

A edição de 2017 do Revalida tem 7.453 inscritos, 3.842 deles brasileiros. Médicos de 56 nacionalidades diferentes farão a prova. O exame reconhece os diplomas de médicos que se formaram no exterior e querem atuar no Brasil, e é direcionado tanto aos estrangeiros formados em medicina fora do Brasil como aos brasileiros que se graduaram em outro país e querem exercer a profissão em sua terra natal.

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A aplicação do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos, o Encceja Nacional, foi adiada do dia 22 de outubro para 19 de novembro. Os jovens e adultos privados de liberdade também terão nova data para fazer as provas do Encceja, 21 e 22 de novembro. As datas anteriores eram 24 e 25 de outubro. A retificação dos editais prevendo as alterações está publicada na edição desta terça-feira (19) do Diário Oficial da União.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou que o motivo da mudança foi o atraso na homologação da licitação para o exame, o que inviabilizou a distribuição dos participantes nos locais de prova dentro do cronograma. O Inep já havia adiado em uma hora o horário de aplicação do Encceja para permitir que os candidatos acessem os locais de prova com mais comodidade e segurança. Como na data da prova o horário de verão estará vigente nos estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, há casos de cidades que estarão com três horas de diferença do horário de Brasília.

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Os estudantes de alguns municípios da região Norte teriam que chegar aos locais de prova três horas mais cedo, caso do Acre. As provas do Encceja Nacional serão realizadas durante todo o dia. Pela manhã, os portões serão abertos às 8h (horário oficial de Brasília) e fechados às 8h45. A aplicação das provas será das 9h às 13h. No turno vespertino, os portões ficarão abertos das 14h30 às 15h15, e as provas feitas das 15h30 às 20h30.

No caso do Encceja para privados de liberdade, os candidatos do turno da manhã chegarão às salas às 8h (horário oficial de Brasília), preencherão o questionário socioeconômico e farão as provas das 9h às 13h. No turno vespertino, a chegada às salas ocorre às 14h00, seguida do preenchimento do questionário. As provas serão aplicadas das 15h00 às 20h00.

O exame é direcionado a jovens e adultos que não tiveram a oportunidade de concluir estudos em idade própria. É necessário ter, no mínimo, 15 anos de idade para quem busca a certificação do ensino fundamental e 18 anos para a do ensino médio.

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) aumentou em uma hora o horário de aplicação do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), que será realizado no dia 22 de outubro. Segundo o Inep, a mudança tem como objetivo garantir que todos os candidatos possam acessar os locais de prova com mais comodidade e segurança.

As provas serão realizadas durante todo o dia. Pela manhã, os portões serão abertos às 8h (horário oficial de Brasília) e fechados às 8h45. A aplicação das provas será das 9h às 13h. No turno vespertino, os portões ficarão abertos das 14h30 às 15h15, e as provas feitas das 15h30 às 20h30. A retificação no edital foi publicada no Diário Oficial da União.

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O Inep explicou que a aplicação da prova será durante o Horário Brasileiro de Verão, que estará vigente nos estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Por isso, há casos de cidades que estarão com três horas de diferença do horário de Brasília, como em municípios da Região Norte.

O Encceja Nacional 2017 será aplicado para 1.573.862 pessoas em 564 municípios. O exame é direcionado a jovens e adultos que não tiveram a oportunidade de concluir estudos em idade própria. É necessário ter, no mínimo, 15 anos de idade para quem busca a certificação do ensino fundamental e 18 anos para a do ensino médio.

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Os locais onde serão realizadas as provas do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeiras (Revalida) já estão disponíveis para consulta na internet. O documento também contém informações sobre horários de prova e atendimentos solicitados, e pode ser consultado na página do participante, no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

O Revalida é o exame que reconhece os diplomas de médicos que se formaram no exterior e querem atuar no Brasil, e é direcionado aos estrangeiros formados fora e aos brasileiros que se graduaram em outro país e querem exercer a profissão em sua terra natal.

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A primeira etapa do Revalida será aplicada pelo Inep no dia 24 de setembro, em Rio Branco, Manaus, Salvador, Fortaleza, Brasília, Campo Grande, Curitiba, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo. Segundo o Ministério da Educação, a revalidação do Exame é de responsabilidade de instituições de educação superior públicas que aderiram ao exame.

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Gabriel Oliveira estuda para um concurso da Marinha, João Pedro Regazzi foi fazer intercâmbio na Austrália, Vinícius Martins gerencia a retífica de motores da família. Eles passaram no vestibular para cursar Engenharia de Petróleo na Universidade Federal Fluminense (UFF) em 2011, quando ainda se discutia a possibilidade de o País ter um apagão de engenheiros. Cinco anos depois, já formados, o cenário era outro e o mercado de trabalho tinha virado pelo avesso.

"Nas primeiras disciplinas, os professores falavam que todo mundo sairia empregado. Em 2011, teve aquele boom do petróleo. Foi motivador, mas não durou até nos formarmos", diz Renan Acosta, um dos dois entre 12 colegas do curso que hoje atuam na área como engenheiros. O outro é Arthur Arenari, que conseguiu estágio em uma empresa de medição de poços e foi promovido recentemente a engenheiro.

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A maioria procurou outro trabalho ou foi fazer mestrado, conta Aquiles Oliveira. "Eu desisti da carreira. É uma coisa muito instável. Quando começamos o curso, a situação era outra. Da Petrobrás, só vinha notícia boa, mas tudo mudou", diz ele, que agora tenta uma vaga na Receita Federal. Mesmo com os concursos em uma maré baixa, ele calcula que na área fiscal as oportunidades serão maiores.

O pai e o irmão de Vinicius Fraga, que busca uma colocação na área, são engenheiros há mais tempo, mas a experiência não fez diferença. "Meu pai é concursado, mas meu irmão era contratado em uma empresa onde a maior parte foi demitida, inclusive ele."

Somada à crise, que travou o andamento de grandes obras de infraestrutura e deixou a Petrobrás no centro dos escândalos recentes de corrupção, a queda do preço do barril do petróleo nos últimos anos atingiu em cheio uma das áreas da engenharia mais promissoras para se conseguir um emprego.

"Há cerca de cinco anos, as empresas iam até a faculdade, faziam palestras de recrutamento e recolhiam os currículos de quem ia se formar. Era bem diferente", lembra Bruno Coutinho, formado com a turma em 2016 e hoje na área comercial de uma distribuidora de gás.

"Não foi só a área de petróleo e gás. Os engenheiros civis foram os que sentiram de imediato o adiamento ou cancelamento de projetos, mas toda obra tem um mecânico e um eletricista", diz o presidente da Federação Nacional de Engenheiros, Murilo Pinheiro. "Todas as profissões sofreram nos últimos anos, a perda de vagas na engenharia só nos lembra do quanto a economia está longe do normal."

Não apagou - Até o primeiro mandato da ex-presidente Dilma Rousseff, o apagão de engenheiros - em que a baixa oferta de profissionais limitaria o andamento de obras e o crescimento do País - não parecia exagero. Uma reportagem publicada pelo Estado em maio de 2010, por exemplo, contava a história de um jovem de 24 anos que comandava uma equipe de 450 operários na construção de um prédio comercial em São Paulo. Os mais experientes diziam recusar trabalho e os iniciantes recebiam ofertas antes mesmo de formados.

Três anos depois, uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) já apontava que não seria assim por muito tempo. Pelo estudo, o número de engenheiros atuando em suas respectivas áreas de formação precisaria triplicar até 2020 para não comprometer o andamento de projetos, mas apenas num cenário em que a economia crescesse a um ritmo de 4% ao ano. Só que 2013 terminou com crescimento de 2,3% e foi seguido por um ano de estagnação e duas quedas do PIB.

O mercado de trabalho de engenharia tem relação direta com o crescimento do País. Nos anos 1980, por exemplo, quando o Brasil também passava por uma forte crise, um caso sempre lembrado é o de um profissional que, sem conseguir emprego, abriu uma lanchonete na Avenida Paulista, em São Paulo, batizada de O Engenheiro que Virou Suco.

Desde 2014, o número de profissionais de engenharia demitidos é maior que o de contratados, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. O saldo de vagas fechou 2016 em queda de 20,7 mil.

O professor Emmanuel Paiva de Andrade, também da UFF, avalia que a Operação Lava Jato, embora importante, contribuiu para derrubar o mercado, que levará um tempo para se reerguer. "Era preciso preservar as empresas. A questão nem é tanto o número de jovens que estão cursando engenharia e se sentem frustrados. O problema são os talentos que deixarão de optar pela carreira pela falta de perspectiva. Se o País vai mal, o engenheiro acaba mesmo virando suco." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) suspendeu temporariamente a revalidação de diplomas de graduação obtidos no exterior, ou seja, a instituição não receberá mais transferências de estudantes que estejam cursando graduação em outros países, nem aceitando o uso do diploma de graduação para ingresso nos cursos de pós-graduação da universidade.  

Segundo a UFPE, a suspensão é temporária. Ela foi motivada pela instituição de novas regras para processamento das revalidações pelo Ministério da Educação (MEC), mediante a Portaria Normativa nº 22, de 13/12/2016. Ainda não há previsão para a normalização dos serviços. 

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As únicas solicitações permitidas no momento são para os pedidos de registro de diplomas de medicina estrangeiros. Para isso, os interessados precisam apresentar a UFPE a aprovação no Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos (revalida), expedidos por instituições de Educação Superior estrangeiras. 

Confira na íntegra a nota publicada pela universidade:

Aos interessados na abertura de processos de REVALIDAÇÃO DE DIPLOMAS DE GRADUAÇÃO obtidos no exterior, comunicamos que no momento não estamos recebendo este tipo de solicitação. Esclarecemos que se trata de suspensão temporária, motivada pela instituição de novas regras para processamento das revalidações pelo Ministério da Educação – MEC, mediante a Portaria Normativa nº 22, de 13/12/2016, estando a UFPE neste momento na fase de adequação e preparativos para recebimento dos futuros pedidos de revalidação mediante a Plataforma “Carolina Bori”.

A presente suspensão não se aplica aos pedidos de Registro de Diplomas de Medicina estrangeiros mediante aprovação no REVALIDA – Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos expedidos por Instituições de Educação Superior estrangeiras.

Para saber mais é necessário entrar em contato com a Pró-Reitoria para Assuntos Acadêmicos (Proacad), através do telefone (81) 2126.8101 / 8105. 

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Um americano de 88 anos realizou o sonho de conseguir um diploma universitário. Na última sexta-feira (5), Horace Sheffield subiu ao palco na cerimônia de colação de grau da Shorter University em Barnesville, no estado americano da Georgia, para receber o diploma do curso de estudos cristãos. 

Horace frequentou a mesma universidade em 1960, mas precisou abandonar o curso para ajudar a criar suas duas filhas. “Eu abandonei o curso com 115 horas cursadas. Naquela época um pedaço de papel na parede não significava tanto para mim. Eu tinha minha educação, meu cérebro e meu coração e usei todos eles para o bem. Mas, 60 anos depois, eu queria aquele diploma", disse ele em entrevista a um canal de TV dos Estados Unidos.

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Horace está aposentado e decidiu retomar os estudos através do ensino à distância quando soube, através de uma revista, que idosos poderiam frequentar a universidade gratuitamente. 

"Estou aposentado e vivendo da aposentadoria e não pensei que poderia ir para a universidade e pagar pelas aulas. Porém, depois que vi a matéria falando que idosos poderiam cursar de graça, Shorter me aceitou sem pagar nada. Custou 200 dólares a cerimônia de formatura e foi tudo que eu paguei", disse ele.

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Uma polêmica no fim de semana registrou que o prefeito e candidato à reeleição Geraldo Julio (PSB) utilizou o diploma de outra pessoa também bacharel em administração – mas pela Universidade Estadual de Londrina, no Paraná – para apresentar sua formação acadêmica aos eleitores. O erro repercutiu negativamente nas redes sociais e entre os adversários do gestor. Em justificativa, o socialista alegou que falha foi por um desvio técnico de atenção. 

“Um dos profissionais que trabalha conosco coletou na internet a imagem de um diploma e aplicou meu nome. Essa imagem serviria apenas para marcar a edição do vídeo e deveria ter sido substituída pelo documento real antes de ser veiculada. A equipe, porém, não realizou a troca”, salientou em publicação no Facebook que mostra a foto original do seu diploma.  “Infelizmente, alguns querem usar essa falha como arma eleitoral. Uma pena, pois seria melhor estarmos debatendo o Recife”, acrescentou. 

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Segundo Geraldo, “errar é humano e esse erro, convenhamos, é muito pequeno frente ao verdadeiro debate que precisamos fazer nessa campanha”. O diploma é assinado pelo empresário Edelgir Júnior e aparece nas buscas do Google Imagens para documentos do tipo. "A imagem, colhida da internet, havia sido modificada apenas para teste de leitura”, pontuou a assessoria de imprensa do prefeito. 

Ter um diploma de nível superior ainda é um privilégio para apenas 13% da população brasileira. Este número foi apontado pelo IBGE através da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2014 (Pnad). De acordo com a pesquisa, quando se avalia o nível de instrução da totalidade de brasileiros acima de 25 anos, mais de metade da população (57,5%) tem no máximo o ensino médio completo, sendo que 32% não completaram o ensino fundamental. Uma graduação universitária é privilégio de apenas 13,1% das pessoas (contra 12,6% em 2013).

Nos últimos 20 anos a educação superior no Brasil viveu o seu período de maior expansão no número de instituições e de matrículas. Esses números são resultados de uma série de políticas públicas voltadas para a educação e que vão além do contexto favorável à ampliação do ensino superior. A partir dos anos 2000, houve um aumento do nível educacional da população brasileira e melhorias nas condições econômicas das famílias que fizeram com que os jovens seguirem estudando além do nível médio, muito graças aos programas de Financiamento Estudantil – Fies e as bolsas de estudos oferecidas pelo Programa Universidade para Todos – ProUni.

Em 2013, as instituições privadas contaram com 5,3 milhões de alunos, segundo o Censo de Educação Superior de 2014. Foram 1,9 milhões de estudantes com financiamento pelo FIES, correspondendo a 35% do total de alunos das instituições privadas. Comparando com o número total de alunos no ensino superior, que foi de 7,3 milhões, o FIES atendeu a 26% deste universo, ratificando a sua importância no acesso e permanência dos jovens no ensino superior.

Um avanço para o Estado, que começava a enxergar a possibilidade de atingir as metas do Plano Nacional de Educação para o ensino superior dentro do período estimado. Porém, mais importante para a sociedade, que na busca pela igualdade, percebia a redução das desigualdades econômicas e sociais, aliada a melhores oportunidades de emprego e renda proporcionadas pelo conhecimento de um curso superior.

É informação comum que um dos principais problemas da educação superior no Brasil é que o acesso não é oportunizado de forma igualitária para todos e foi através desses programas sociais que ações foram empreendidas no sentido de democratizar e ampliar o ensino superior. A falta de um orçamento coerente com os gastos coloca o programa numa situação de fragilidade.

O número de brasileiros que alcançam e concluem esse nível de ensino ainda é muito pequeno. O Fies é um programa de inclusão social e tem importância essencial para a garantia da efetivação do direito fundamental à educação. Beneficia o estudante carente e ainda alcança um mérito não previsto, que é possibilitar o estudo nos níveis superiores de pessoas fora da faixa etária regular, gerando a possibilidade de ascensão e melhoria da qualidade de vida a um público que não era alvo desse programa.

Por isso, é importante tratar as políticas públicas educacionais como prioridade e com muita responsabilidade, principalmente aquelas que atingem resultados tão significativos como o Fies.

Políticas públicas educacionais têm papel fundamental para o futuro do país, tanto sócio quanto economicamente, assim, é importante garantir e estabilizar as conquistas no setor para depois ampliá-las para não colocar em risco a efetivação do Plano Nacional de Educação. 

Sem papel, a Universidade de São Paulo (USP) suspendeu parcialmente em março a impressão de diplomas para alunos que concluíram a graduação ou a pós-graduação. Apenas os casos considerados urgentes foram atendidos nos últimos quatro meses. Segundo a universidade, aproximadamente 4 mil estudantes aguardam seus diplomas.

A instituição afirmou que a emissão dos certificados foi interrompida em março porque o estoque do papel usado estava "baixo". No entanto, não informou quanto ainda havia no estoque quando a reitoria determinou a suspensão parcial. Ontem, a universidade informou que um lote do material foi entregue e que a emissão será "imediatamente retomada".

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Os papéis usados para a impressão dos diplomas são confeccionados pela Casa da Moeda do Brasil, empresa estatal do governo federal. De acordo com o Diário Oficial, a universidade só firmou novo contrato com a empresa no dia 15 de março, no valor de R$ 444,8 mil, para a entrega de 80 mil diplomas em 20 meses. A USP não esclareceu por que o contrato só foi assinado quando o estoque já estava baixo.

Em nota, a Casa da Moeda informou que o contrato previa prazo de 150 dias para a primeira entrega. Ou seja, a empresa estatal teria até o dia 14 de agosto para entregar os primeiros 4 mil diplomas.

A empresa afirmou que a USP solicitou urgência na entrega de pelo menos 6 mil diplomas - no entanto, não informou quando o pedido de urgência foi feito. "A fim de colaborar com a instituição, a Casa da Moeda enviou, antecipadamente, 7.500 diplomas no dia 21 de julho."

Urgência

Em nota, a USP declarou que nos últimos quatro meses atendeu apenas os casos que foram considerados urgentes, como estudantes que foram aprovados em concursos públicos ou que precisavam de comprovação da conclusão do curso para empresas ou viagens ao exterior. A instituição não informou quantos pedidos urgentes foram atendidos.

Funcionários que trabalham nos setores de atendimento aos alunos das unidades e pediram para não ser identificados informaram que essa foi a primeira vez que a universidade ficou sem imprimir diplomas. Para os alunos que solicitavam a emissão do documento, as unidades encaminharam e-mail esclarecendo a situação, sem informar que havia brecha para casos urgentes.

PDV

Com o menor repasse de verba do governo estadual em sete anos, a USP prevê fechar este ano com uma dívida de R$ 868 milhões - 60% a mais do que havia estimado no começo do ano. Para atenuar a crise financeira, a instituição aprovou há cerca de dez dias um novo plano de demissão voluntária para funcionários técnico-administrativos e um programa de redução de jornada de trabalho. Desde 2013, o gasto com salários na universidade tem sido superior ao total de recursos recebidos do Estado.

A situação tem feito a universidade usar reservas para pagar as contas. O saldo da poupança da USP caiu de R$ 3,61 bilhões, em junho de 2012, para R$ 1,3 bilhão no fim do ano passado.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Um aposentado japonês, Shigemi Hirata, recebeu um diploma de ceramista aos 96 anos, tornando-se a pessoa mais velha do mundo a obter um título universitário, de acordo com o Livro Guinness dos Recordes, que lhe concedeu o certificado correspondente.

Shigemi Hirata obteve a licenciatura de ceramista na Universidade de Belas Artes de Kioto.

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Durante seus estudos, Hirata, nascido em uma chácara de Hiroshima em 1919, já tinha se convertido em uma celebridade.

"Estudantes que eu não conhecia me chamaram para me dar parabéns", disse Hirata ao jornal Yomiuri.

"Isso me dá energia, acrescentou Hirata, que se dedicou ao estudo da cerâmica por 11 anos, desde que se aposentou.

"Estou tão feliz. Na minha idade é um prazer ser capaz de continuar aprendendo", afirmou.

"Meu objetivo é viver até os 100 anos e, se estiver em forma, seria divertido obter outro diploma", acrescentou o aposentado, que esteve alistado na Marinha durante a Segunda Guerra Mundial e tem quatro bisnetos.

No ano passado, uma japonesa de 100 anos, Mieko Nagaoka, se tornou a primeira centenária a nadar 1.500 metros, 20 anos depois de começar a praticar este esporte.

Em setembro de 2015, outro aposentado japonês, Hidekichi Miyazaki, bateu o recorde mundial de 100 metros na categoria de mais de 105 anos, completando esta distância em 42,22 segundos.

Em 2015, havia 59.000 centenários no Japão, o que significa que 46 de cada 100.000 pessoas vivem mais de cem anos no país.

Instituições privadas de ensino superior podem cobrar pela emissão de documentos como histórico escolar e programa de disciplinas cursadas pelo estudante, de acordo com o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4). A primeira via do diploma, no entanto, deve ser gratuita. O tribunal entendeu que nem todas as cobranças são abusivas e que elas são necessárias para a manutenção das atividades educacionais.

O TRF4 divulgou nesta terça-feira (5) que negou recurso do Ministério Público Federal (MPF) contra duas instituições paranaenses, as faculdades Unicampo e Integrado, ambas de Campo Mourão (PR). O MPF pedia que elas fossem proibidas de cobrar pela emissão da primeira via de qualquer documento. Para o órgão, embora sejam privadas, elas prestam serviços educacionais, o que é de natureza pública.

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Em novembro do ano passado, a 1ª Vara Federal de Campo Mourão deu parcial provimento à solicitação. De acordo com a sentença, fora o diploma de colação e os documentos necessários para a transferência de acadêmicos para outro estabelecimento, a cobrança é permitida, desde que não abusiva, uma vez que é necessário para a manutenção das atividades educacionais.

O MPF recorreu ao tribunal. Segundo o TRF4, não há lei proibindo a exigência de pagamento, logo não se pode falar em ilegalidade. Embora se refira às duas instituições de ensino, o entendimento pode ser usada como referência para outros casos no país. A decisão cabe recurso.

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