Tópicos | Presidente do Senado

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), confirmou que a solenidade de posse do presidente eleito Jair Bolsonaro foi antecipada em duas horas e ocorrerá às 15h, em 1º de janeiro. Segundo ele, a mudança foi para atender a um pedido do próprio Bolsonaro.

A cerimônia está sendo organizada por uma equipe multidisciplinar com integrantes do Congresso Nacional, da Presidência da República e do Ministério das Relações Exteriores. Há solenidades nos três locais.

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Orçamento

Eunício disse ainda que pretende se reunir com os integrantes da área econômica do governo eleito. De acordo com ele, na pauta está a possibilidade de mudanças na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2019.

O senador afirmou que está à disposição para colaborar com a nova equipe. Segundo ele, é importante que o governo eleito tenha ciência do orçamento que vai implementar.

*Com informações da Agência Senado

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), decidiu prestar depoimento à Polícia Federal em um inquérito que apura o seu suposto envolvimento no esquema de corrupção desvendado pela Operação Lava Jato. Após ter o pedido para enviar a sua defesa por escrito negado, Renan compareceu à superintendência da PF em Brasília na última sexta-feira, 10.

O nome do peemedebista aparece em um procedimento que investiga o pagamento de propina de um contrato da Petrobras com o Sindicato dos Práticos, categoria de profissionais que atua em portos. O alvo principal da apuração é o deputado licenciado Aníbal Gomes (PMDB-CE), que já foi indiciado pela Polícia Federal (PF).

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Em um ofício enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) em maio, a PF havia dito que só faltava ouvir o presidente do Senado para concluir as diligências do inquérito.

A decisão de Renan de não postergar mais o depoimento aconteceu na mesma semana em que veio à tona a existência de um pedido de prisão contra ele, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) e o ex-presidente José Sarney. O pleito, enviado ao Supremo pela Procuradoria-Geral da República, foi negado pelo relator da Lava Jato na Corte, Teori Zavascki.

Renan é alvo de 12 inquéritos no Supremo, nove deles relativos ao esquema de corrupção que atuava na Petrobras. A assessoria de imprensa do peemedebista nega o envolvimento dele no caso e diz que o presidente do Senado, "como maior interessado, resolveu antecipar o depoimento" à Polícia Federal.

Em uma disputa quente de fala na sessão de votação da admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), um fato inusitado arrancou risadas dos senadores presentes no plenário. O presidente do Senado, Renan Calheiros, chegou a interromper a sessão para chamar a atenção e alertar a radialista Maria Aparecida Ferreira, da Rádio Itatiaia, de Minas Gerais, sobre a sua voz que predominava no plenário.

Enquanto a imprensa fazia o seu trabalho, cobrindo a sessão plenária do senado, a radialista transmitia o início da votação com a voz um pouco predominante no Senado. Incomodando alguns senadores presentes e principalmente Renan Calheiros, a profissional da Rádio Itatiaia levou um puxão de orelha do presidente do Senado.

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"Eu acho que nós estamos tendo uma concorrência desleal. Com todo o respeito, eu acho que nós temos uma concorrência desleal com a radialista, porque a sua voz é tão vibrante que está ecoando mais aqui no plenário do Congresso do que a minha voz", disse o senador Renan Calheiros, aos risos. Ele alertou que para que todos cumpram a sua função com êxito é preciso mais moderação da radialista no uso da sua voz. 

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), acolheu parcialmente uma questão de ordem apresentada pelo senador Ciro Nogueira (PP-), que pediu a anulação da reunião desta quarta-feira (6) da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Futebol e da votação na qual foi determinada a convocação dos ex-presidentes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) Marco Polo Del Nero e Ricardo Teixeira. Renan não anulou a reunião, mas determinou que a CPI refaça a votação das convocações.

Segundo Renan, embora o quórum tenha sido verificado corretamente para o início da sessão, a CPI valeu-se apenas da lista de presença para aprovar os requerimentos, não fazendo a votação da forma correta.

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“Através da Secretaria-Geral da Mesa, levantamos todos os fatos, inclusive vídeos. Não houve a votação. Colheram-se assinaturas dos membros da comissão parlamentar de inquérito. Quer dizer, em uma matéria dessa importância, onde o investigado vai servir como primeira etapa do processo judicial, porque tudo será remetido ao Ministério Público, mais do que nunca, nessas condições, nas comissões parlamentares de inquérito, é importante seguir os procedimentos do Regimento, da Constituição e da legislação federal”, afirmou Renan.

De acordo com o senador, da forma como se deu a aprovação dos requerimentos, não foi possível aos parlamentares pedir a verificação da votação. “Não podemos simular uma votação com uma lista de presença, não podemos simulá-la.”

Diversos senadores argumentaram que a decisão poderia abrir precedente para que todas as votações de requerimentos, que são praxe na Casa, fossem questionadas. “Vai-se criar uma situação difícil para as comissões, principalmente para as CPIs e para as comissões permanentes da Casa, poderem trabalhar. Se essa alegação for convalidada, amanhã todo e qualquer requerimento será colocado sub judice [sob apreciação judicial]", afirmou o lider do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO).

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) também pediu que a decisão fosse revista e alegou que havia quórum na votação. “O direito não socorre aquele que dorme. Houve uma tentativa de obstrução que foi derrotada pela maioria dos membros da CPI, que viabilizaram o quórum”, afirmou Randolfe.

Ao fim, Renan determinou que a Comissão de Constituição e Justiça do Senado avalie a questão de ordem que, posteriormente, será colocada em votação no plenário da Casa. Até lá, a convocação dos ex-presidentes da CBF fica suspensa.

Prefeitos e presidentes de associações municipalistas do Nordeste se reuniram nesta terça-feira (14) com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB) e trataram, principalmente, sobre a situação da seca na região.

Entre as demandas apresentadas pelos prefeitos estão: a renegociação ou anistia das dívidas dos agricultores e medidas de compensação das receitas dos municípios. O presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), José Patriota, falou da importância dos recursos e ações do governo federal, mas ressalvou que seria mais interessante que os recursos fossem diretamente para as prefeituras, pois a burocracia nos estados para levar esses recursos até ponta é ainda maior. “Os estados não têm a mesma capilaridade das prefeituras”, considerou Patriota.

Após o encontro com o presidente do Senado, o senador de Pernambuco Humberto Costa (PT), que acompanhou a reunião com os representantes dos prefeitos, subiu à Tribuna para falar da questão. “Reforçamos ainda a necessidade de fortalecermos alianças e mantermos a unidade em torno do enfrentamento da seca. Este é o momento de darmos as mãos, de unirmos forças, para que possamos fazer um melhor acompanhamento dos efeitos da estiagem e das medidas adotadas até o momento e para que os recursos liberados pelo governo federal cheguem de forma mais rápida na ponta, para o agricultor”, defendeu o petista.

Na ocasião, o senador reafirmou o compromisso de ajudar num entendimento em torno de medidas importantes para região e lembrou as ações que já foram tomadas pelo Governo Federal. “É preciso reconhecer os investimentos em medidas atenuantes e em obras estruturadora, como a transposição do Rio São Francisco. Mas sabemos que existem outras medidas que precisam ser tomadas e o Congresso tem um papel na intermediação com o Governo Federal”, destacou o senador.



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O senador, Jarbas Vasconcelos (PMDB), simpatizante do grupo dissidente que lançou o manifesto “Uma nova presidência e um novo rumo para a Senado”, se posicionou contrário a candidatura de seu colega de partido e também senador, Renan Calheiros (PMDB).

Ao falar sobre o documento, Jarbas reforçou que os senadores dissidentes, liderados por Cristovam Buarque (PDT) e Randolph Rodrigues (PSOL-AP), precisam fazer um registro da “degradação” da casa.

“O plenário do senado, para minha indignação, tem funcionado pior do que a mais esculhambada câmara do País. A sequencia de escândalos, os desacertos políticos e a má administração levaram ao chão a imagem combalida da instituição”, comentou Jarbas.

Ao falar sobre a eleição da mesa diretora, Jarbas criticou a administração do atual presidente, José Sarney (PMDB) argumentando que seus colegas de senado não se preocupam com o que interessa aos brasileiros. “O que resta é uma briga política rasteira pelo poder, comandada pelo senador José Sarney. Uma briga sem conteúdo, nem compromissos”, alfinetou Jarbas.

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