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Um homem foi detido pela polícia, na última segunda-feira (31), após ter feito seus enteados reféns dentro de casa. O crime aconteceu no município de Itaberaba, no interior baiano, depois que o suspeito de 25 anos agrediu a mulher com uma facada na cabeça.

A vítima conseguiu fugir do local e acionou a polícia, que permaneceu em negociação com o envolvido por mais de oito horas. Segundo informações do delegado e coordenador da Polícia Civil na região, Geraldo Adolfo Nascimento, as duas crianças foram mantidas reféns pelo padrasto durante o que classificou de "surto psicótico".

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Os dois meninos, um de 12 e outro de 14 anos, foram ameaçados com uma faca. O primeiro foi liberado após negociação com o suspeito, já o segundo só foi libertado mediante ação do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (Bope), que invadiu a residência, depois de horas de intermediação.

A mulher recebeu atendimento médico e acompanhou o desenvolvimento do caso. As duas crianças não tiveram ferimentos. O padrasto será indiciado por lesão corporal e cárcere privado. Ele foi preso e encaminhado para a delegacia de Itaberaba.

Três pessoas foram presas acusadas de crime de estupro de vulnerável contra uma menina de dez anos em Campo Alegre, município de Alagoas. Os acusados são padrasto, mãe e irmão da vítima, de 38, 48 e 22 anos, respectivamente.

A denúncia chegou à polícia por meio de uma denúncia do Conselho Tutelar e do Ministério Público. Segundo a Polícia Civil alagoana, a criança relatou os abusos sexuais "de forma harmônica, coerente e com riqueza de detalhes". Laudos psicológicos e relatórios médicos também foram utilizados para confirmar os abusos, além do exame de corpo de delito que comprovou a materialidade do crime.

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O delegado Alexandre Cesar foi responsável por pedir a prisão dos acusados, sendo aceito pela juíza da comarca de Campo Alegre na quarta-feira (26). O padrasto da menina já havia sido preso anteriormente pelo mesmo crime. A criança foi entregue a uma casa de acolhimento.

Policiais militares prenderam, por volta das 23h45 da segunda-feira (26), um homem de 44 anos acusado de estuprar a própria enteada de oito anos no bairro de Tiúma, em São Lourenço da Mata, Região Metropolitana do Recife (RMR). A denúncia foi feita pela própria mãe da vítima.

Quando a viatura da polícia chegou ao local, a mãe da criança apontou o companheiro, identificado como Raimundo Severino da Silva, como suspeito do crime. A Polícia Militar conduziu o acusado para a Delegacia de Camaragibe, na RMR, onde foi lavrado um auto de prisão em flagrante por estupro de vulnerável. 

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Rio, 18/06/2017 - Carlos Sandro de Oliveira foi preso em flagrante pelo assassinato da enteada de dois anos, Katielen Camila de Oliveira Santana, na Baixada Fluminense. Na delegacia, na noite de sábado, 17, ele confessou o crime, alegando ter matado a criança a socos por ter se irritado com o choro dela.

Num primeiro momento, familiares acreditaram que Katielen tinha morrido por causa natural, mas começaram a suspeitar da ausência de explicações aparentes. Aos policiais, mãe e vizinhos afirmaram não ter acontecido nada estranho em casa capaz de justificar a morte da criança. Os policiais suspeitaram, então, do desaparecimento do padrasto, que passou a ser procurado e, já na delegacia, confessou o assassinato.

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Segundo comunicado da Polícia Civil, no Instituto Médico Legal (IML), foram diagnosticadas fraturas de costela e hemorragia interna no corpo de Katielen. A pena pelo crime de homicídio qualificado pode chegar a 30 anos de reclusão. (Fernanda Nunes - Fernanda.nunes@estadao.com)

A Polícia Civil apresentou, na manhã desta terça-feira (16), a prisão de um homem acusado de estuprar pelo menos quatros crianças, todas elas com menos de dez anos, dentro da própria casa das vítimas. O caso está sendo investigado pelo Departamento de Polícia da Criança e do Adolescente (DPCA), desde dezembro de 2016. 

De acordo com o gestor do DPCA, delegado Darlson Macedo, a mãe e a avó das crianças fizeram a denúncia após descobrir os abusos do padrasto das vítimas. "Ele aproveitava os horários que não tinha ninguém em casa para estuprar as enteadas, que também eram coagiadas a não contar nada", disse Macedo.  

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Dentre as vítimas, uma criança de apenas dois anos também foi abusada sexualmente pelo homem. Segundo o delegado Darlson Macedo, há grandes possibilidades dessa criança ser filha do abusador. "A vítima mais nova é filha de uma das enteadas dele e, de acordo com os laudos médicos, ela foi estuprada pelo padrasto em 2015, o que indica que ele seja o pai da criança mais nova".  

Para não ser denunciado pelas enteadas, o homem ameaçava matar a mãe das crianças caso elas contassem algo para alguém. Essa não é a primeira vez que ele é preso. Em 2011, o homem já havia sido indiciado por abusar da própria filha pelo período de cinco anos, dos nove aos 14.  

"Não dá nem pra classificá-lo como um ser humano. Ele é um monstro. A gente ainda consegue se indignar com criminosos dessa natureza, mesmo com tantos anos de polícia", declarou o delegado à frente do caso. 

A Polícia Civil fez um apelo para que as crianças e adolescentes que estiverem sendo abusadas procurarem as autoridades ou o Conselho Tutelar. Em caso de serem muito novas, os familiares não devem ter medo da situação e prestar queixa sobre o caso.  

O delegado Darlson Macedo também alertou que as mães ou responsáveis pelas crianças que saibam da situação de abuso sexual e não denunciam também podem ser responsabilizadas. "Caso as vítimas relatem o caso para os familiares e nada seja feito, eles podem perder a guarda das crianças", explicou. 

No dia quatro de maio deste ano foi lançada a Campanha do 18 de Maio de 2017 (Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes). A iniciativa “Crianças e Adolescentes Livres de Todo Tipo de Violência Sexual” tem como finalidade a prevenção e o enfrentamento da violência sexual no estado de Pernambuco, com ênfase na autoproteção de crianças e adolescentes contra o abuso e a exploração sexual.

 

A justiça indiana decidirá se uma menina de 10 anos grávida depois de ter sido estuprada repetidamente por seu padastro pode abortar, anunciou a polícia nesta terça-feira (16).

A menina, a quem sua mãe deixava com frequência em casa quando ia trabalhar em obras de construção, contou ter sido vítima de estupros reiterados. O padrasto foi detido.

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Quando a menina denunciou os crimes, havia vencido o prazo de 20 semanas durante o qual são autorizadas as interrupções voluntárias de gravidez, caso a vida da mãe ou de seu filho corram perigo.

"Recorremos ao tribunal competente para pedir que ordene uma interrupção da gravidez", explicou à AFP Pankaj Nain, chefe da polícia de Rohtak, no estado de Haryana (norte). "Agora cabe à justiça decidir", acrescentou.

Nos últimos meses, várias mulheres vítimas de estupro ou de tráfico de seres humanos recorreram à principal jurisdição indiana para pedir autorização para abortar após o prazo legal.

Os defensores dos direitos das mulheres militam para estender este prazo a 24 semanas, alegando que as vítimas de estupro demoram a declarar uma gravidez.

A Suprema Corte autorizou em 2015 uma adolescente de 14 anos vítima de estupro a abortar após o prazo legal.

O vendedor de carros Weber Aparecido, de 45 anos, foi preso acusado de estuprar a enteada de 12 anos em Caldas Novas, em Goiás. Amigo do acusado, o personal trainer Wellington Soros, de 27, também foi preso, sob suspeita de envolvimento no caso. Mensagens de áudio encontradas no celular da vítima comprovam o envolvimento do padrasto.

De acordo com as investigações, o padrasto é suspeito de abusos iniciados há dois anos. Já o envolvimento do personal trainer surgiu a partir de uma cena insólita - teria presenciado um dos abusos. Em troca do silêncio, também violentou a garota.

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O caso veio à tona quando a menina foi visitar seu pai biológico, em janeiro, na cidade de Nova Crixás. "Na caixa de mensagem, Weber Aparecido pediu fotos nuas da menina", disse o delegado Fernando Barbosa Martins, da Delegacia Regional de Caldas Novas. "Cadê você, menina, aparece; eu quero quatro fotos, manda logo que estou com pressa", revela parte do áudio.

Ao exigir explicações, o pai da garota foi ameaçado de morte por Weber, que também ameaçou a menina e a mãe, exigindo que as duas voltassem para Caldas Novas. "Nós o prendemos quando se preparava para matar as duas", disse o delegado.

O personal trainer foi indiciado por crime de aliciamento e estupro de vulnerável. O padrasto deve ser enquadrado em crime de estupro de vulnerável, aliciamento de menor e mediação para lascívia de outrem.

Um homem de 29 anos é investigado por suspeita de assassinar seu enteado, de 3 anos, na manhã do domingo, 15, em Porto Alegre. Paulo Roberto dos Santos Pereira, padrasto de Davi Daniel Rosa Rospide da Silva, foi preso no Hospital Presidente Vargas, onde procurou atendimento de emergência para a criança.

Pereira levou o menino até a instituição, dizendo que notou que a criança estava sofrendo convulsões enquanto dormia em casa, no bairro Mário Quintana, zona norte da cidade.

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O desempregado, que namora há três meses a mãe do garoto, estava sozinho com a criança. A mãe do menino estava trabalhando no momento do ocorrido.

No hospital, os médicos constataram ferimentos no crânio e marcas de esganadura em Davi. Eles comunicaram à polícia, que prendeu Pereira.

Em depoimento, ele negou que tenha agredido o menino. Disse apenas que foi acordar o garoto e o viu tendo convulsões. O padrasto, então, teria pedido ajuda a vizinhos, que levaram os dois ao hospital.

A mãe da criança, cuja identidade não foi revelada, prestou depoimento. Ela negou qualquer agressão anterior ou ato hostil do namorado ao filho. Pereira possui antecedentes por tentativa de homicídio contra um namorado de sua ex-mulher.

O delegado Von Rommel divulgou nesta sexta-feira (5) os detalhes da prisão de Manoel Antônio de Souza Filho, suspeito de estuprar a enteada por 11 anos. Manoel foi preso na quinta-feira (4), na Delegacia de Vicência, na Zona da Mata Norte, município onde reside.

Segundo o delegado, a vítima, hoje com 21 anos, finalmente decidiu contar para mãe sobre a agressão que sofria após ser constantemente estuprada desde 2005. “Quando ela tinha apenas dez anos de idade, eles moravam, na época, no município de Escada. A mãe necessitou passar alguns dias no Hospital Otávio de Freitas, com o filho doente, e, a partir daí, essa vítima ficou sozinha em casa com o padrasto, passando a ser abusada sexualmente e ao mesmo tempo sendo ameaçada de morte se contasse para alguém”, destaca Rommel. 

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No último dia 30 de julho, a vítima teria sido estuprada mais uma vez e decidido finalmente denunciar a situação. Tanto a mãe quanto a vítima foram à delegacia na terça-feira (2) e registraram um Boletim de Ocorrência (BO). De acordo com o delegado, o número de demandas fez com que o caso não pudesse ter sido atendido imediatamente. 

A mãe e a filha foram trazidas de volta à delegacia na quinta-feira (4), quando prestaram depoimento. O padrasto soube que a família estava na delegacia e se dirigiu ao local para saber o motivo. Ele permaneceu no local até o final dos depoimentos e, em seguida, foi interrogado e preso. 

Von Rommel terá um prazo de dez dias para concluir o inquérito. Manoel Antônio de Souza Filho dever ser indiciado por estupro. O delegado acredita que é infértil, visto que não possui filhos e nunca engravidou a vítima. 

Cinco meses após estuprar e matar a enteada Maria Alice de Arruda Seabra, de 19 anos, o mestre de obras Gildo da Silva Xavier senta no banco dos réus. A audiência de instrução e julgamento do caso que chocou o Brasil está marcada para a esta segunda-feira (16).

Na ocasião serão ouvidos o réu e testemunhas, além de ficar definido se Gildo vai a júri popular. A sessão será realizada na Vara Criminal de Itapissuma, na Região Metropolitana do Recife (RMR), por conta da localização do crime.

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Em entrevista ao Portal LeiaJá, a irmã da vítima - Angélica Seabra – revelou que a família, principalmente a mãe da jovem, teme o primeiro reencontro com Gildo.  “Teremos que ficar cara a cara com ele. Minha mãe está muito nervosa por conta disso. Por outro lado, a gente quer que isso se resolva o mais rápido possível e que o dia do julgamento seja marcado”, conta.

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Sobre a expectativa para o futuro julgamento, que ainda não tem nada para ocorrer, Angélica revelou o desejo de que o acusado “pegue pena máxima”.

Relembre o caso

A jovem Maria Alice saiu de casa acompanhada do padrasto no dia 19 de junho com a promessa de uma entrevista de emprego na cidade de Gravatá, Agreste de Pernambuco. Após o sumiço, a mãe [Maria José de Arruda] ligou para a estudante e do outro lado da linha ouviu gritos da filha.

No curso das investigações ficou comprovado que Alice estava no carro com Gildo. O padrasto confessou o crime e admitiu que planejava estuprar a garota, por quem alimentava desejo sexual há três anos. Gildo ainda agrediu Alice na cabeça e a dopou.

Para garantir que a vítima morresse, ele admitiu ter utilizado o cinto de segurança do carro para estrangulá-la. Quando viu que Maria Alice estava morta, jogou o corpo em un canavial na cidade de Itapissuma, na  Região Metropolitana do Recife (RMR). O resultado do laudo confirmou que o padrasto também decepou a mão da garota.

mestre de obras se entregou à polícia cinco dias após cometer o crime e ajudou a localizar o corpo de Alice. Antes disso, em postagem nas redes sociais, ele chegou a dizer que estava arrependido.

O caso da estudante Maria Alice de Arruda Seabra, de 19 anos, morta em junho deste ano, terá um novo capítulo. O mestre de obras Gildo da Silva, 34, que confessou ter assassinado a enteada, sentará no banco dos réus – cinco meses após o crime.

A audiência de instrução e julgamento está marcada para a próxima segunda-feira (16), na Vara Criminal de Itapissuma, na Região Metropolitana do Recife (RMR). Na ocasião serão ouvidos o réu e testemunhas, além de ficar definido se Gildo vai a júri popular. O caso segue em segredo de justiça.

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Caso

A jovem Maria Alice saiu de casa acompanhada do padrasto no dia 19 de junho com a promessa de uma entrevista de emprego na cidade de Gravatá, Agreste de Pernambuco. Após o sumiço, a mãe [Maria José de Arruda] ligou para a estudante e do outro lado da linha ouviu gritos da filha.

No curso das investigações ficou comprovado que Alice estava no carro com Gildo. O padrasto confessou o crime e admitiu: planejava estuprar a garota, por quem alimentava desejo sexual há três anos.

Gildo ainda agrediu Alice na cabeça e a dopou. Para garantir que a vítima morresse, ele admitiu ter utilizado o cinto de segurança do carro para estrangulá-la. Quando viu que ela estava morta, jogou o corpo em un canavial na cidade de Itapissuma. O resultado do laudo confirmou que o padrasto também decepou a mão da garota.

O mestre de obras se entregou à polícia cinco dias após cometer o crime e ajudou a localizar o corpo de Alice. Antes disso, em postagem nas redes sociais, ele chegou a dizer que estava arrependido.

Um padrasto foi preso, na zona rural de Caruaru, no Agreste, acusado de estuprar a enteada de 14 anos. Segundo a polícia, Marcelo Cândido Pereira, de 30 anos, confessou o crime, alegando estar em um momento de fraqueza. 

A prisão foi realizada por policiais civis da 14ª Delegacia Seccional em Caruaru e da Delegacia de Altinho, em cumprimento ao mandado de prisão expedido pelo juiz da comarca de Altinho. Marcelo foi recolhido à Cadeia Pública de Altinho, também no Agreste, onde ficará à disposição da Justiça. 

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Depois de seis dias de desaparecimento, a família da jovem Maria Alice Seabra, 19 anos, recebeu na tarde desta quarta-feira (24), a pior notícia do dia de São João: ela foi encontrada morta. O corpo da estudante foi localizado no Engenho Burro Velho, município de Itapissuma, Região Metropolitana do Recife (RMR), pela delegada do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Gleide Ângelo, acompanhada do padrasto da estudante, Gildo da Silva Xavier, 34 anos, que confessou o crime.

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"Ele é um monstro", disse a delegada ao retornar ao DHPP no final desta tarde, visivelmente abalada. "Não tem como não ficar", exclamou ela, que não confirmou se a jovem foi esganada. O corpo está em estado de decomposição e passará por perícia do Instituto de Medicina Legal (IML). Gildo passará a noite no DHPP e só será ouvido nesta quinta-feira (25), quando a Polícia Civil divulgará mais informações do caso em coletiva de imprensa.

O tio da jovem, Valdeir Arruda, esteve no DHPP para fazer o reconhecimento e agilizar o processo de liberação do corpo. Segundo ele, toda a família está abalada com o assassinato e a mãe de Maria Alice, Maria José de Arruda, está sob efeito de remédios.

Maria Alice Seabra foi levada do bairro da Estância, no Recife, pelo padrasto Gildo Xavier na última sexta-feira (19) com a promessa de participar de uma entrevista de emprego em Gravatá, na Zona da Mata do Estado. Segundo relatos da família, a jovem desejava trabalhar para poder pagar o curso superior, mas sem manter contato com parentes, a família acionou a polícia e começaram as apurações. 

À frente do inquérito policial, a delegada Gleide Ângelo manteve contato com Gildo Xavier através o WhatsApp e ele relatou que havia deixado a enteada em um canavial. Enquanto ocorriam as investigações, uma irmã da vítima, Angélica Seabre, disse em entrevista ao Portal LeiaJá, que acreditava que o padrasto tivesse feito o pior com Alice. Ela também revelou que Gildo Xavier tinha um perfil agressivo e era transtornado, inclusive, já teria agredido sua mãe, Maria José de Arruda, 48, e esganado Alice. 

Na noite dessa terça-feira (23), Gildo Xavier se entregou à polícia e na manhã de hoje a equipe do DHPP, juntamente com o suspeito e a delegada que acompanha as investigações saíram em busca do corpo da estudante. Por volta das 15h, à polícia confirmou que encontrou o corpo de Maria Alice, vestida com roupas do padrasto, em Itapissuma.

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Aproximadamente à meia-noite desta terça-feira (23), uma postagem foi publicada numa rede social do padrasto da jovem Maria Alice de Arruda Seabra Amorim, desaparecida desde a sexta-feira (20). Na publicação, ele afirmou ter cometido um ato de ódio contra a garota e que estava arrependido pelo que fez. Segundo rumores, a jovem teria sido deixada em um matagal na cidade de Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, mas não se sabe ainda se com vida. A delegada responsável pelo caso, Gleide Ângelo, seguiu para o local na madrugada desta terça-feira. 

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Gildo da Silva Xavier saiu de casa com a enteada na sexta-feira, firmando que iria levá-la para uma entrevista de emprego na cidade de Gravatá, no Agreste de Pernambuco. Desde então, a jovem não deu mais notícias. Segundo a mãe da garota, Maria José de Arruda, o padrasto de Maria Alice estava nutria um ciúme muito grande pela enteada. 

Maria José de Arruda está, desde a manhã desta terça, no Departamento de Homicídio de Proteção à Pessoa (DHPP), no bairro do Engenho do Meio, na Zona Oeste do Recife, mas foi aconselhada a não falar divulgar mais informações. 

Com informações de Jorge Cosme

Um padrasto foi condenado pela Justiça a pagar multa por discriminar a orientação sexual de seu enteado, em Avaré, a 263 quilômetros de São Paulo. A reparação será de R$ 10 mil.

A condenação foi dada de forma unânime pela turma julgadora da 9.ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, nesta quarta-feira (27).

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O relator Walter Rodrigues afirmou que havia provas mostrando que o padrasto criou um clima hostil ao enteado, por causa de sua homossexualidade. O enteado disse que sofria discriminação desde que revelou a homossexualidade à família. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Uma menina de quatro anos foi queimada pelo padrasto em Carpina, na Zona da Mata de Pernambuco. A vítima teve queimaduras de segundo grau no rosto, tórax e braço direito, provocadas por água quente.  

De acordo com a polícia, testemunhas contaram que o suspeito de cometer o crime discutia com a companheira quando a criança foi defender a mãe. Revoltado, ele pegou a panela com água quente e jogou na menina.  

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Já uma tia da criança, informou que a queimadura foi acidental. Segundo ela, o casal estava brigando quando derrubaram a panela que atingiu a criança. 

A menina está internada no setor pediátrico da unidade de queimados do Hospital da Restauração, área central do Recife, mas não corre risco de morte. O caso foi registrado na delegacia de Carpina. 

A Justiça negou mais um pedido para libertar Guilherme Longo, padrasto do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, morto em novembro do ano passado em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. O habeas corpus não foi concedido pela 1ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).

A defesa já havia feito várias outras tentativas para soltar Longo, que está na Penitenciária 2 de Tremembé, também no interior de São Paulo. O advogado Antônio Carlos de Oliveira contou que tentará um novo recurso, dessa vez no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília. O padrasto está preso há pouco mais de sete meses, desde que o crime foi registrado.

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Em casa

A psicóloga Natália Ponte, mãe de Joaquim, também é citada como ré no processo que envolve a morte do menino, pois teria sido omissa. Ela também chegou a ficar presa, mas obteve a liberdade condicional.

De acordo com a denúncia, o garoto morreu após receber uma dose excessiva de insulina aplicada por Longo, que depois teria jogado o corpo em um córrego perto da casa da família. Tanto o padrasto quanto a mãe de Joaquim negam qualquer envolvimento no caso.

Durante a madrugada desta sexta-feira (20), uma mulher foi assassinada e seu companheiro baleado dentro da casa onde moravam, no bairro de Tabatinga, em Camaragibe. Décia Maria Alves da Silva, de 48 anos, e Antônio Salvino de Mendonça, de 42, assistiam televisão quando a casa foi invadida por dois homens de capacetes e capas de chuvas. Os suspeitos perguntaram sobre um homem identificado apenas como "Ninho", que seria filho da mulher. Como ele não apareceu, os bandidos atiraram no casal. 

De acordo com a polícia, Décia sofreu tortura antes de morrer. Os suspeitos perguntavam pelo filho dela, e a cada pergunta atiravam. Foram mais de 20 tiros disparados. Ela morreu no local. O marido dela também foi atingido e está internado no Hospital da Restauração, mas não corre risco de morte. 

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Quando a polícia chegou, os homens haviam fugido. A delegacia de homicídios de Camaragibe investiga o crime.  

A psicóloga Natália Mingone Ponte, de 29 anos, e o técnico em sistemas de informática Guilherme Raymo Longo, de 28 anos, a partir de agora, são, oficialmente, considerados réus no processo que trata da morte do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, em novembro. Natália e Longo devem responder por homicídio triplamente qualificado - ele é acusado ainda de ocultação de cadáver (o corpo foi achado num rio de Barretos, no interior de São Paulo, cinco dias após o desaparecimento de Joaquim). A decisão foi assinada pelo juiz substituto André Quintela Alves Rodrigues, atendendo a recomendação do Ministério Público (MP).

Nesta semana, o promotor Marcus Túlio Nicolino deverá acionar a Procuradoria de Justiça para que recorra contra a liberdade da psicóloga, mãe do menino. Nicolino quer que Natália volte para a cadeia. Para isso, é preciso que a procuradoria ingresse com recurso no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), que concedeu habeas corpus a ela.

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Natália chegou a São Joaquim da Barra (SP), onde mora a família, neste sábado, 11, após deixar a Penitenciária Feminina de Tremembé (SP) no fim da noite anterior, 10. A psicóloga estava presa havia uma semana, mas conseguiu recurso sob o argumento de que não representa prejuízo à investigação.

Guilherme Longo, padrasto do menino Joaquim Ponte Marques, morto no mês passado, foi transferido na tarde desta segunda-feira, 6, da Delegacia Seccional de Barretos (SP) para a Penitenciária de Tremembé (SP). Ele, que teve a prisão preventiva decretada, vai completar nesta semana dois meses atrás das grades sob a acusação de matar o garoto de 3 anos.

Natália Longo também seria transferida, mas foi aceito o pedido da defesa para que continue na Cadeia Pública de Franca (SP), cidade localizada a apenas 50 quilômetros de São Joaquim da Barra (SP), onde reside sua família. Ela voltou para a cadeia no último sábado, 4, por decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, que nesta segunda negou um habeas corpus para que seja solta.

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Suspeita

O casal é acusado pela morte de Joaquim ocorrida no Jardim Independência em Ribeirão Preto. O menino sumiu de casa no dia 5 de novembro e cinco dias depois apareceu boiando no Rio Pardo. Para a polícia, o padrasto teria matado a criança com uma dose excessiva de insulina e jogado o corpo na água. A mãe também responde pelo crime porque teria sido omissa no caso.

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