Tópicos | chances

Com o empate entre Coritiba e Internacional neste domingo, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras já pode comemorar seu 11º título brasileiro na próxima rodada, que será disputada no meio da semana. Ele deve vencer sua partida na terça-feira e 'secar' dois rivais no dia seguinte.

O time de Abel Ferreira precisa vencer o Athletico Paranaense na terça-feira, fora de casa, e torcer por tropeços do Internacional e do Corinthians que jogam na quarta-feira. Os gaúchos vão enfrentar o Ceará, em casa, enquanto os corintianos recebem o Fluminense em São Paulo.

##RECOMENDA##

Nesse cenário, o Palmeiras chegaria aos 74 pontos e não poderia mais ser alcançado. Faltando quatro rodadas, o Inter teria condições de fazer os mesmos 74, mas perderia no número de vitórias, o primeiro critério de desempate - hoje 21 a 16 em favor do alviverde. O Corinthians, por sua vez, poderia chegar 73, pois tem um jogo a mais a ser disputado após o adiamento do duelo com o Goiás.

Se quiser depender apenas de si mesmo, o Palmeiras necessita de mais três vitórias para não ter chances de ser ultrapassado na tabela. Depois do confronto no Paraná, o Palmeiras terá mais quatro jogos no Brasileirão: Fortaleza (casa), Cuiabá (fora), América-MG (casa) e Internacional (fora).

Questionado sobre a ansiedade para a conquista do título, logo após a vitória sobre o Avaí, por 3 a 0, no sábado, o técnico Abel Ferreira desconversou e afirmou que a preocupação demonstra falta de respeito com os rivais.

"Quem fala nisso são vocês (imprensa). As perguntas são legítimas, mas pessoalmente não gosto. Isso pra mim é uma falta de respeito para com quem vem atrás, mas essa é a minha opinião. Temos que continuar a fazer o nosso caminho e fazer jogos consistentes. Vou dizer aos meus jogadores para não escutar vossas perguntas e continuarem a focar no que fazer diariamente, porque é isso que eles controlam", afirmou o treinador em entrevista coletiva.

Nem chegou a assumir o primeiro mandato na política, Kim Kataguiri, um dos líderes do Movimento Brasil Livre (MBL), vem falando sobre a possibilidade de ser o próximo presidente da Câmara dos Deputados. O MBL foi um dos movimentos que reuniu milhares de pessoas nas ruas a favor do impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT). 

##RECOMENDA##

Kataguiri também é um dos ferrenhos críticos do ex-presidente Lula (PT). Ele contou que tem conversado com todos os parlamentares que aceitam um diálogo com ele. “Só os mais extremistas da esquerda que não aceitam. Pretendo ser eleito, na contagem de votos geral não preciso dos votos da esquerda para me eleger, o presidente da Câmara precisa da maioria absoluta para se eleger, ou seja, 50% mais um dos 513”, disse durante uma entrevista. 

O deputado federal eleito também falou que tem como objetivo modificar a lógica de que o presidente da Câmara precisa fazer acordos. “O presidente da República sempre teve que fazer e hoje essa lógica mudou. O candidato favorito teve praticamente a menor coligação, não teve tempo de televisão, não teve fundo partidário e o candidato que era favorito em termos de política tradicional que era o Geraldo Alckmin, teve uma derrota acachapante, aliás ele deveria até entrar no livro dos recordes porque ele conseguiu gastar mais de R$ 60 milhões de reais de dinheiro público e utilizar horas e horas de tempo de televisão para piorar a própria imagem”, alfinetou.

 “Hoje a Presidência da Câmara está muito mais ligada à opinião pública do que antes. Hoje o voto de opinião é muito mais forte do que antes e justamente por isso eu venho propondo um debate entre todos os candidatos à Presidência para mostrar quais são os projetos de cada um, para que os parlamentares conheçam e para que a população conheça”. 

Kim Kataguiri ainda ressaltou que o novo presidente precisa ter conhecimento técnico para saber o funcionamento da Casa citando, como exemplo, o que é uma emenda e quais são as comissões da Casa. Ele ainda falou a importância da transparência. “Porque sempre foi uma caixa escura ali e ninguém sabia como as negociações eram feitas, ninguém conhecia o presidente da Câmara. Agora, trazendo mais a população trazendo mais transparência para esse debate, eu acredito sim que tenho chances de vencer a Presidência da Câmara”, falou com otimismo.

 

Desde as primeiras pesquisas eleitorais divulgadas, o candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) lidera a intenção de votos dos brasileiros, o que pode dar um “ar de favoritismo”. No entanto, especialistas em política alertam para o fato de que esses levantamentos representam uma sinalização importante do momento eleitoral e das tendências de comportamento das pessoas, mas na conjuntura atual alguns outros elementos importantes em uma disputa não podem ser esquecidos. 

##RECOMENDA##

A cientista política Priscila Lapa chama atenção para o fato de que o presidenciável Fernando Haddad (PT) conquistou apoios importantes para dar força à sua candidatura. “Ainda que apoios não signifiquem necessariamente a conversão dos votos, eles indicam 'força’ de uma candidatura. Aos poucos, Haddad foi conseguindo se posicionar não apenas como o candidato de Lula ou do PT, mas como o anti-Bolsonaro”. 

Lapa também ressalta que o candidato petista teve uma maior visibilidade junto aos veículos de imprensa. “É algo que não pode ser desconsiderado. Ele ocupou de forma expressiva os canais disponibilizados e aproveitou a ausência do adversário para se colocar como um candidato preparado, sereno e capaz de resolver os graves problemas enfrentados (pelo país)”. 

Por sua vez, em relação aos apoios, Bolsonaro possui dois em particular de grande importância na busca da vitória: as das lideranças evangélicas, que certamente ajudaram a "avolumar" a candidatura no segundo turno e os apoios em Minas e no Rio de Janeiro, respectivamente, de Romeu Zema (Novo) e Wilson Witzel (PSC), candidatos favoritos para ganharem a eleição nos seus estados.

Vendo o lado negativo, a cientista recorda que as últimas denúncias de possível utilização de recursos de empresas para disparos de fake news também cumprem um papel importante na compreensão da conjuntura atual do pleito. “Se por um lado levanta dúvidas sobre a tão proclamada idoneidade de Jair Bolsonaro, abre as cortinas do possível poder que a campanha dele hoje tem”. 

De acordo com cientista político Pedro Soares, a eleição não está ganha, uma vez que cada levantamento divulgado faz uma leitura diferente. Para ele, há evidências claras de que pode existir uma reviravolta em relação à vantagem de Bolsonaro. “Por exemplo, o Estado de São Paulo, que foi no primeiro turno reduto de Bolsonaro, hoje saiu uma pesquisa de um instituto paulista destacando que a rejeição de Bolsonaro cresceu muito em virtude das últimas notícias”. 

Soares falou que as últimas aparições do capitão da reserva foram com discursos muitos agressivos. “Acredito que a rejeição dele é muito devido a isso. Em São Paulo, logo um reduto bolsonarista, foi o estado em que a rejeição mais cresceu”. O cientista também lembrou que, hoje, o ex-presidente do PSDB, Alberto Goldman, anunciou o  voto em Haddad mesmo sendo uma das vozes mais críticas ao PT dentro do PSDB.

“O anúncio do ex-presidente do PSDB, que é um dos tubarões do PSDB, declarando apoio aberto ao Haddad pelo fato de Bolsonaro nas últimas declarações estar se colocando de uma forma explícita, muito violenta, e indo contra as instituições democráticas como, por exemplo, o Supremo Tribunal Federal”.

Ele ainda falou que a falta da participação de Bolsonaro nos debates também é responsável por uma parcela do aumento dessa rejeição. “Eu acredito muito nesses sintomas, nesses fatores que fez com que Haddad consiga superar a cada dia a figura de Bolsonaro. Hoje ainda é quarta, esse cenário mudou dentro de três dias e eu acredito que a eleição ainda não está fechada, não está garantida. Algo pode acontecer mais grave e esse fatores podem se agravar ainda mais. Eu acredito que esses fatores apresentados agora nas prorrogações do segundo tempo do segundo turno podem ser os grandes responsáveis por essa virada”. 

 

Em sua quarta disputa presidencial, Levy Fidélix, fundador do PRTB, disse que a eleição deste ano será diferente e, por esse motivo, possui reais chances de vencer o pleito. A declaração foi dada durante entrevista a uma rádio da Paraíba. “Hoje, as circunstâncias são outras, o tempo de televisão será quase igual, e também ninguém vai poder usar dinheiro de propina. Então, as chances são reais para o Levi Fidélix se eleger presidente da República, tenho certeza absoluta”, disse com convicção. 

Levy falou que seria um presidente “severo, ordeiro e justiceiro”. “O Brasil precisa disso. Um homem que venha a falar a linguagem do povo com honestidade. O que vemos hoje são candidatos da velha guarda falando aquele besteirol todo, mas que não tem moral”. 

##RECOMENDA##

O jornalista e publicitário também disse que se o tivessem escutado, anteriormente, o Brasil poderia estar em outro patamar. “Se tivessem levado a sério as minhas propostas quando eu falava que o Brasil já estava quebrado porque o Brasil estava em uma situação difícil quando a Dilma já foi para a reeleição. Se os brasileiros estivessem atentos para isso, quem sabe com o meio milhão de votos que tive teriam se transformado em 30 milhões e, hoje, o Brasil estaria em paz com Levi Fidélix presidente”, salientou. 

Durante a conversa, ele lembrou algumas de suas propostas como imposto zero para remédios. Segundo ele, a população já é muito “sacrificada” diariamente comprando produtos a preços altos. “Mas ninguém levou a sério”, lamentou. 

“Eu sempre combati o bom combate. As chances e oportunidades existiam muito menos no passado. Hoje, já vemos todo mundo no mesmo patamar e o jogo era muito desleal em 2014. Enquanto a Dilma tinha onze minutos de televisão, eu tinha 55 segundos. Enquanto eu investi R$ 350 mil, a Dilma gastou R$ 350 milhões. Ora, praticamente não participei de eleição nenhuma, o jogo era desleal. Era eu o índio e ela [Dilma] com aquele canhão terrível, aliás, não me foge muitas vezes a chamei de canhão pelas repostas que ela da grosseiramente a muita gente”. 

Levy Fidélix também ressaltou que o primeiro passo para o país avançar sem corrupção é que se tenha um Congresso Nacional com mais “harmonia” no que diz respeito a votar leis viáveis para o país. Ele ainda salientou que os banqueiros iriam todos “em cana”, caso continuassem a “roubar” os brasileiros. O presidenciável não descartou que seu vice-presidente fosse um militar. 

Antes de criar o PRTB, Fidélix participou da fundação do Partido Liberal (PL), em 1986, quando se lançou na carreira política e disputou uma vaga na Câmara dos Deputados pelo estado de São Paulo. Fidélix já concorreu três vezes à prefeitura da capital paulista e duas vezes ao governo do estado.

Atuando muito bem na temporada e agradando os torcedores, o volante Anselmo marcou seu segundo gol com a camisa do Sport na goleada sobre o Vitória no último sábado (24), na Ilha do Retiro, pelo Campeonato Pernambucano. O capitão rubro-negro destacou a importância de aproveitar as chances de gol que surgem durante as partidas. "Tenho que aproveitar essa fase que está surgindo uns golzinhos. Se as oportunidades aparecerem vou botar para dentro, mas o meu foco maior é ajudar a zaga ali atrás", afirmou segundo informações do site oficial do Sport.

O próximo desafio do Sport no Estadual será apenas no próximo domingo (4), quando vai enfrentar o Salgueiro fora de casa. O volante Anselmo falou sobre as suas expectativas para a partida. Essa será a primeira vez que o atleta jogará no Sertão. "A expectativa é boa. Uma viagem longa, primeira vez que vou jogar lá. Mas isso é o de menos. A gente vai focado para conseguir trazer os três pontos e seguir bem no campeonato", disse.

##RECOMENDA##

LeiaJá também

--> Nelsinho Baptista: "Não podemos ter altos e baixos"

Uma parte da população desgostosa com o atual governo ficou estarrecida com a declaração do presidente do MDB, Romero Jucá, nessa quarta-feira (21), ao afirmar que o presidente Michel Temer (MDB) é uma opção da legenda para ser candidato a presidente na eleição deste ano, “se ele assim o entender”. 

Jucá foi além e sem modéstia disse que o tempo vai dizer se Temer será candidato. “O presidente vai definir no momento apropriado se ele poderá ser ou não candidato”, afirmou. Nos bastidores, comenta-se que o decreto de intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro é um “sinal” que Temer quer se candidatar à reeleição. 

##RECOMENDA##

O ex-presidente Lula chegou a falar sobre o assunto dizendo acreditar que o presidente está “encontrando um jeito” de ser candidato ressaltando ainda que ele pretende “pegar um nicho de eleitores de Bolsonaro”. 

De acordo com a cientista política Priscila Lapa, em entrevista ao LeiaJá, a princípio parece algo completamente “desvairado” um presidente com uma avaliação extremamente negativa tentar novamente disputar o pleito ao mesmo cargo. “No primeiro momento, pode parecer um erro estratégico que uma pessoa com esse tipo de avaliação seja candidato”, explicou.

No entanto, Lapa ressaltou que é preciso olhar todo o contexto que vem se desenhando na política nos últimos meses. “Ele [Temer] tem uma base na Câmara e no Senado, mas que está passando por um momento de agitação política muito grande onde cada partido tem seu próprio interesse e os partidos menores que começam a reivindicar mais espaço político. Em um contexto de falta de consenso, é possível que o presidente seja lançado como um nome de consenso”, explicou. 

“Se escolherem um candidato do PSDB, nem todo mundo vai apoiar. Se for do PTB, também não e por aí vai. Então, o mais consensual ou o mais estratégico seria um nome de consenso em torno de todas essas forças que hoje compõe o governo. Não seria, nesse caso, estrategicamente equivocada alçar o nome dele por varias questões de fortalecimento político”, complementou. 

Priscila Lapa ainda ressaltou que Temer vem buscando um fortalecimento político como, por exemplo, um recuo na votação da reforma da previdência, que estava marcada para acontecer neste mês. “Ele foi extremamente estratégico para que o governo não fosse considerado derrotado, por outro lado ele vem fazendo outras ações para melhorar essa imagem perante a sociedade como essa intervenção lá no Rio de Janeiro. É um conjunto de ações que está começando a favorecer em torno de um nome que possa representar essa força política que hoje governa. Aos poucos vai se desenhando, sim, um cenário que seja possível e viável uma candidatura dele a reeleição”, salientou. 

De acordo com O Estado de S.Paulo, em reunião da Executiva Nacional do MDB, a portas fechadas, que aconteceu nessa quarta (21), o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, defendeu a candidatura de Temer afirmando que o presidente "todas as chances de ganhar”. 

As mulheres na menopausa que sofrem infecção crônica na gengiva têm 14% mais chances de desenvolver câncer, especialmente do esôfago, que é mais de três vezes mais frequente neste grupo, mostra um estudo publicado nesta terça-feira.

Os pesquisadores, cujo trabalho foi publicado na revista médica "Cancer Epidemiology, Biomarkers and Prevention", também constataram que essas mulheres tinham um risco significativamente maior de câncer de pulmão, mama, vesícula biliar e melanoma, um tumor de pele agressivo.

O estudo foi realizado entre 1999 e 2013, com mais de 65.000 mulheres com entre 54 e 86 anos que responderam a um questionário sobre a sua saúde durante um período de acompanhamento de oito anos, em média.

Estudos anteriores já haviam sugerido que as pessoas com doença periodontal eram mais propensas a desenvolver certos tipos de câncer.

Mas este estudo é o primeiro a se concentrar especificamente sobre esta infecção crônica das gengiva para todos os tipos de câncer em uma população de mulheres mais velhas, ressalta o Dr. Jean Wactawski-Wende, decano da faculdade de saúde pública da Universidade do Estado de Nova York em Buffalo, principal autor do estudo.

No entanto, mais estudos são necessários para determinar exatamente como a doença periodontal pode provocar câncer, estima.

De acordo com uma hipótese, as bactérias da placa bacteriana ou saliva poderia acabar na corrente sanguínea.

O maior risco de câncer de esôfago pode ser explicado pela sua proximidade com a boca, observa Dr. Wactawski-Wende.

A doença periodontal afeta o dente e destrói os tecidos de apoio, gengiva e osso. Esta patologia é bastante lenta e evolui ao longo de várias décadas.

O número de pessoas desempregadas há mais de dois anos dobrou de 2015 para cá, com o prolongamento da crise econômica. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse grupo já soma quase 3 milhões de pessoas sem emprego fixo e com baixa perspectiva de se recolocar no mercado de trabalho. Para esses trabalhadores, a busca pelo emprego virou uma corrida contra o relógio, já que quanto mais tempo fora do mercado, maior a dificuldade para retornar.

A situação é mais complicada entre os profissionais com idade entre 18 e 24 anos e 30 e 39 anos. Só nessas duas faixas, o número de pessoas sem emprego há mais de dois anos soma 1,5 milhão. "Em geral, essas pessoas têm menos qualificação. Com o passar do tempo, não conseguem mais entrar no mercado de trabalho", afirma o economista Fernando de Holanda Barbosa Filho, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).

##RECOMENDA##

Segundo ele, esses profissionais vão começar a sentir ainda mais esse efeito quando a economia voltar a crescer e demandar mão de obra. Além de enfrentar o preconceito das empresas em relação ao tempo sem um emprego fixo, também podem sofrer com as mudanças tecnológicas. Para Barbosa, esse grupo vai merecer atenção especial, caso contrário a crise atual terá efeitos permanentes em sua empregabilidade.

Se para os jovens a situação é complicada, entre os mais velhos chega a ser dramática. Embora não represente o maior número de pessoas sem trabalho há mais de dois anos, a faixa etária que teve o maior avanço no índice de desemprego desde 2015 foi aquela entre 50 e 59 anos. Esse grupo cresceu 140% e passou a somar 248 mil pessoas. "Uma característica dessa crise é exatamente o fato de que vários chefes de família estão perdendo o emprego", afirma o economista Renan De Pieri, professor do Insper. "São pessoas mais experientes e que ganham mais."

Tecnologia

Segundo os economistas, alguns fatores explicam a dificuldade para se recolocar depois de um tempo longo sem emprego fixo. Uma delas é a rapidez das mudanças tecnológicas na economia. "Se um profissional que está na ativa já sente a mudança de tecnologia, imagine uma pessoa que fica dois, três ou quatro anos desempregado", alerta Barbosa. Isso sem contar que, nesse meio tempo, a própria função do trabalhador pode desaparecer. Em algumas áreas, como o setor bancário, por exemplo, a automatização está alterando muito a dinâmica do mercado de trabalho.

Flexibilidade

Segundo o diretor executivo da empresa de recrutamento Michael Page, Ricardo Basaglia, depois de uma crise os empregos não voltam com as mesmas características, o que exige dos candidatos maior flexibilidade para se adequar às novas funções. Num primeiro momento, diz ele, o trabalhador se mostra resistente a mudanças e à redução da remuneração. Mas com o passar do tempo e o afastamento do mercado, ele começa a ser mais flexível. "Nesse momento, ele terá de responder ao empregador por que está há tanto tempo fora do mercado de trabalho."

De Pieri, do Insper, diz que há preconceito por parte das empresas em relação aos trabalhadores que ficam muito tempo sem emprego fixo. "A justificativa é que esse profissional perde habilidade técnica e de liderança." Por isso, completa o professor, é importante manter contato com pessoas do mercado para não se distanciar muito da realidade. É o que tem feito o web designer Wado Cravo.

Sem emprego há mais de dois anos, ele busca os antigos contatos para se manter atualizado e fazer bicos. São os trabalhos esporádicos que têm garantido seu sustento durante esse tempo. Mas o dinheiro só dá para cobrir o básico, diz ele.

"Tive de cortar quase tudo. Hoje, moro de favor na casa da minha filha." Apesar de procurar emprego com frequência e mandar currículos para empresas, ele não tem tido sucesso para se recolocar. "Nunca tinha vivido algo nessa magnitude. A crise está matando muitos profissionais dessa área." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A concorrência geral do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) de 2016 foi 23,1 candidatos para cada vaga, enquanto em 2015 foi um pouco maior, 26,4. Segundo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, esta é a tendência, porque o número vagas está aumentando e este ano é 10% maior que em 2015.

Outra questão que pode ter contribuído também para uma menor concorrência é que 2016 foi o primeiro ano que os treineiros não puderam se inscrever na seleção, já que suas notas serão divulgadas em outro momento.

##RECOMENDA##

O curso de medicina mais uma vez teve a maior concorrência, 52 candidatos por vaga, seguido por psicologia, com 49,4, e por educação física, com 42,4. Nesta edição as mulheres formam a maior parte dos inscritos, 57,1%.

A Universidade Federal do Maranhão teve a maior concorrência, entre todas as participantes do programa. Foram 56,3 candidatos por vaga. Em seguida veio o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, com 42,8 concorrentes por vaga.

Em termos de inscrições, a Universidade Federal de Minas Gerais foi a primeira, com 195.634 candidatos. Em seguida, vem a Universidade Federal do Ceará, com 160.474.

Candidatos de até 22 anos de idade são 71,8% dos concorrentes às vagas. “O Sisu tem dado mais espaço para os concluintes do ensino médio”, disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Os maiores de 45 anos chegam a 1,9% dos concorrentes.

Ao todo, 2.712.937 candidatos se inscreveram para 228.071 vagas em 131 instituições públicas de ensino superior. Os selecionados deverão fazer a matrícula nos dias 22, 25 e 26 de janeiro. "Não tem reserva de vaga. Quem não apresentar a documentação nesse prazo perde a vaga", alertou Mercadante.

LeiaJá também

--> 1º lugar de medicina da UPE revela sua "fórmula"

--> Novo pré-vestibular da UFPE encerra inscrição nesta quarta

--> Listão com aprovados da UFPE pelo Sisu está disponível

--> Relação de aprovados da UPE pelo Sisu já pode ser vista

--> Depois do listão do Sisu, veja o que resta para os feras

A Mega-Sena pode criar um novo milionário na noite desta quarta-feira (9). O sorteio 1.768 pagará R$ 125 milhões e será realizado às 20h, no horário de Brasília, na cidade de Vilhena, em Rondônia. As apostas podem ser feitas até as 19 h.

A aposta mínima custa R$ 3,50 e pode ser feita em qualquer casa lotérica do País. No último sábado, 5, nenhum apostador acertou as seis dezenas sorteadas em Ji-Paraná, também em Rondônia: 16, 26, 35, 39, 44 e 45.

##RECOMENDA##

Segundo a Caixa Econômica Federal, 84 acertaram cinco números e ganharam R$ 65.866,39 cada um. Outras 7.608 apostas acertaram quatro dezenas e levaram R$ 1.038,90.

A derrota do Náutico para o Mogi Mirim por 2 a 1 custou caro. O Timbu saiu do G4 e agora é o quinto colocado. A história poderia ter sido diferente se os alvirrubros tivessem aproveitado as chances. Além de sair na frente, com gol de Douglas, a equipe do técnico Lisca desperdiçou duas grandes chances no início da etapa complementar de matar o jogo.

O goleiro Júlio César lamentou as oportunidades perdidas. As principais saíram dos pés dos atacantes Douglas e Renato. Contudo, o camisa 1 ressaltou que não foi apenas por isso que o Náutico perdeu fora de casa.

##RECOMENDA##

“A gente não matou o jogo. Não acertamos o gol e infelizmente perdemos. Mas, quando perde, perde todo mundo. Todo mundo tem responsabilidade”, lamentou Júlio César.

Já são seis jogos sem vencer em sete rodadas na Série B. No empate por 0 a 0 contra o Boa Esporte, no Arruda, o Santa Cruz até criou várias oportunidades, mas desperdiçou. Mesmo com a noite inspirada do goleiro Andrey, faltou capricho também nas finalizações dos tricolores. O meia João Paulo, que teve a chance mais clara no final da partida, assumiu a responsabilidade pelo resultado.

“A conta é nossa, dos jogadores da frente, por mais esse empate. Eu perdi, Anderson Aquino perdeu chance e não botamos para dentro. É assumir a responsabilidade. Tivemos três ou quatro chances de gol, dominamos o jogo e fomos amplamente superior. A conta é de quem joga na frente”, reconheceu o meio-campista coral.

##RECOMENDA##

Anderson Aquino atuou por 90 minutos e também saiu de campo sem balançar as redes. E não foi por falta de oportunidades. Contudo, o atacante prometeu um melhor desempenho nas próximas partidas e se desculpou com os torcedores corais.

“Não vou fugir da minha responsabilidade. Sabemos que erramos, eu perdi algumas oportunidades. Peço desculpas à torcida e prometo dar a volta por cima logo”, finalizou o jogador do Santa Cruz.

A equipe feminina do Sport entra em campo nesta quarta-feira (19) para a partida de volta da segunda fase da Copa do Brasil, diante do Ferroviária, na Ilha do Retiro, às 19h30. No primeiro jogo as pernambucanas foram derrotadas por 11 a 0, em São Paulo. Na primeira fase, o time rubro-negro venceu o Bahia nas duas partidas. Para seguir na competição, o Sport terá que vencer as adversárias por 12 a 0 ou 11 a 0 e passar na disputa de pênaltis.

Já o segundo representante pernambucano na competição, o Vitória entra em campo apenas nesta quinta-feira (20) contra o Viana (MA), no Carneirão, às 16H. No jogo de ida as tricolores foram derrotadas por 2 a 1, mas ainda possuem chance de se classificar para as quartas de final.  

##RECOMENDA##

Não adiantou o Sport ser melhor que o Bragantino em boa parte do jogo. As chances apareceram e foram desperdiçadas. E por este motivo, o Leão não conseguiu sair da Ilha do Retiro, nesta noite de terça-feira (11), com um resultado melhor.

“Pecamos nas finalizações e tomamos um gol de bobeira no contra-ataque. E eles fizeram o segundo gol, que complicou. O campo estava encharcado e dificultou para nós na segunda etapa. Estávamos chegando bem, várias vezes, mas não concluímos em gol”, disse o atacante Marcos Aurélio.

##RECOMENDA##

O outro atacante do Leão, Felipe Azevedo, também teve a mesma opinião, mas também citou a falta de sorte. “Tivemos duas bolas na trave. Foi um azar não ter entrado. Agora é trabalhar nessa parada para a Copa das Confederações para voltar com tudo e conquistar o acesso no final do ano”, resumiu.

Para o zagueiro Gabriel, a defesa também tem sua parcela de culpa. “Entramos desligados e o resultado não foi bom. O segundo gol matou a gente”, concluiu.  

 

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando