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Trabalhadores contratados para a limpeza externa das torres do condomínio Le Parc, na Imbiribeira, bairro da Zona Sul do Recife, foram atacados por 'cusparadas' e ovos arremessados por moradores. Um comunicado de conscientização foi fixado em quadros de aviso pelo condomínio. 

O informativo divulgado no dia 11 de fevereiro cobra "respeito e empatia" aos condôminos e relata que os profissionais foram atacados quando estavam nas 'cadeirinhas' durante o serviço em altura. 

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O texto validado pelo condomínio, pelo Conselho Consultivo Fiscal e pela Facilita Administração Imobiliária, ameaça punir os atos com a remoção do equipamento de trabalho em altura da fachada e sugere responsabilizar judicialmente os envolvidos.

"Qualquer atitude desse tipo representa um sério risco para a segurança do funcionário", destaca o material. 

Apesar de lamentar as "situações desrespeitosas ", o que indica que os atos foram repetidos, a gestão do Le Parc informou ao LeiaJá que apenas uma queixa foi registrada até o momento e que nenhuma multa foi aplicada.  

Notificação de entidades sindicais

Procurado pelo LeiaJá, o representante da Facilita Administração Imobiliária, Marcos Cavalcante, disse que não comentaria sobre as denúncias por telefone.

O secretário geral do Sindicato Intermunicipal dos Empregados de Edifícios e Condomínios de Pernambuco (Sieec), Adilson Porteiro, soube das práticas após ser procurado pela reportagem. Ele disse que expor trabalhadores a esse tipo de desrespeito é inaceitável. 

"Enquanto condomínio, que é o contratante dessa prestação de serviço, é de total responsabilidade salvaguardar as condições para o trabalhador. Cabe a administração tomar a devida providência, identificar o condômino e penalizar, por que não cabe a ele tá sendo destratado de forma grosseira com cuspida na cara. Isso é inaceitável", repudiou.

Adilson indicou que os serviços em altura com andaimes, balanças e cadeirinhas são amparados pelo Sindicato de Trabalhadores da Construção Civil (Marreta) e que vai acionar a direção organização para visitar o Le Parc ainda nesta segunda-feira (21).

O objetivo da visita é colher mais informações sobre as queixas para verificar a possibilidade de denúncia o condomínio à Justiça do Trabalho.

Redes sociais

O cartaz viralizou nas redes sociais acompanhado de críticas em relação ao comportamento dos moradores. "Inacreditável isso aí, na boa! Tem gente que não tem empatia nenhuma", "Meu deus q abusurdo, Que absurdo!", "Que ABSURDO!! A pessoa que joga algo sobre uma pessoa numa cadeirinha pendurada por uma corda, devia ser acusada de tentativa de ASSASSINATO! Se a pessoa cair ela morre", condenaram alguns comentários.

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Uma moradora de um condomínio foi obrigada a pagar R$ 1.662,98 após ser flagrada, em duas ocasiões, caminhando sem máscara de proteção contra Covid-19 dentro das áreas comuns de um prédio em Ribeirão Preto, a 310 km de São Paulo. Insatisfeita com a cobrança, a condômina recorreu à justiça para anular a penalidade, mas a 8ª Vara Cível do município decidiu manter o valor da multa.

De acordo com o processo, a condômina chegou a ser advertida por funcionários do prédio, mas não respeitou a obrigatoriedade do uso do equipamento, desrespeitando as normas condominiais aprovadas durante uma assembleia de moradores.

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Diante da multa condominial, a moradora decidiu impetrar na justiça o pedido de nulidade da cobrança dos R$ 1.662,98, além de solicitar a condenação por danos morais do condomínio em que vive.

Ao analisar o recurso, a juíza Carina Roselino Biagi, entendeu que a aplicação da cobrança foi "razoável, proporcional e exigível, aos moldes da determinação da assembleia geral condominial e das autoridades competentes".

A magistrada ainda destacou que a postura da moradora, de andar sem o equipamento de proteção, colocou em risco a saúde dos demais condôminos. "A conduta faltosa perpetrada pela requerente é grave, pois atenta contra direitos fundamentais coletivos de elevada envergadura, a saber: a vida, a integridade física e a saúde. O ato em si aparenta ser inofensivo e banal, todavia as repercussões geradas poderão ser irremediáveis, uma vez que a não utilização de máscara é capaz de culminar na contaminação, por Covid-19, dos demais condôminos", afirmou Carina.

Sobre a indenização por danos morais, a juíza decidiu que não caberia acolhimento do pedido uma vez que a própria autora do recurso havia incorrido na conduta ilícita. "Os argumentos veiculados pelos autores acerca da necessidade de indenização por danos morais não merecem acolhimento, pois a requerente praticou conduta ilícita, logo, não poderá se beneficiar da própria torpeza. Ademais, não experimentou quaisquer violações aos seus direitos de personalidade", determinou.

Além de ter que pagar a multa condominial, por conta da recusa ao pedido judicial, a moradora também terá que arcar com o pagamento de custas, despesas processuais e honorários advocatícios relativos ao recurso impetrado fixados em 20% da causa.

Na madrugada desta quinta-feira (24), parte de um prédio de 12 andares desabou em Miami, no estado norte-americano da Flórida. Ainda não há informações do total pessoas hospedadas ou as causas do desabamento, mas uma morte já foi confirmada pela imprensa local.

O desmoronamento dos fundos da edificação ocorreu por volta das 2h e mais de 80 equipes de resgate foram enviadas para socorrer as vítimas. Segundo a TV CBS, uma mulher foi encontrada morta e, pelo menos, oito vítimas foram resgatadas e encaminhadas à unidades de saúde. Dentre elas, um garoto de 10 anos.

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A construção localizada na Avenida Collins faz parte do condomínio Champlain Towers South, que possui três edifícios erguidos há cerca de 40 anos. O residencial possui 130 apartamentos de um a quatro quartos, com preços entre US$ 600 mil e US$ 700 mil, equivalente a cerca de R$ 3,5 milhões.

Confira

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Após ser ameaçado pelo morador de um condomínio por gritar para anunciar sua sopa, o vendedor Izael Menezes foi acolhido pelos demais moradores do mesmo residencial localizado em Acupe de Brotas, em Salvador, na Bahia. No vídeo, ele recebe aplausos de pessoas nas janelas e uma fila de clientes se forma para comprar as quentinhas. 

"Eu estava vendendo minha sopa como de costume. Eu grito para que as pessoas saibam que estou ali", explicou o comerciante ao Correio24horas.

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Sem emprego e com a situação delicada da pandemia, ele começou a vender sopa para sustentar a esposa e as três filhas. Enquanto esperava os clientes, um morador se incomodou com os gritos e o respondeu com ameaças e ordens para que saísse da frente do condomínio.

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"Esse morador ficou incomodado. Ele já falava há algum tempo, eu achava que era brincadeira, mas dessa vez, ele gritou que ia descer, que ia fazer e acontecer. Eu tive medo. Nessa quarentena está ficando todo mundo doido, e a gente não tá na cabeça de ninguém, então eu peguei minha caixa e decidi ir pra casa e até parar de vender. Porque se eu não consigo vender, não consigo repor o material", contou o vendedor que, em lágrimas, recolheu o isopor com quentinhas de 500 ml e deixou o local.

A moradora Laís Brito acompanhou toda movimentação e se comoveu ao ver o trabalhador aos prantos. "A pessoa gritou de um jeito que não dava para saber de onde vinha, mas a pessoa disse que ele se tocasse, que estava incomodando, e que se ele não parasse de gritar que iria descer e pegar ele e que ele sumisse dali. E aquilo me partiu o coração. Ele pegou a caixinha dele e saiu", contou.

Ela foi ao grupo de WhatsApp dos moradores e expôs o caso com a ideia de criar um novo grupo para ajudar o comerciante. Já com o Pix de Izael, eles enviaram doações e estimularam que o vendedor continue anunciando sua sopa no local.

Um caminhão carregado com 23 toneladas de carne ficou pendurado ao bater no muro de um condomínio em Pirituba, Zona Norte de São Paulo, na noite dessa quarta-feira (2). Não houve feridos, mas 86 famílias precisaram ser retiradas do prédio às pressas pela Defesa Civil.

O veículo foi roubado na Rodovia Anhanguera, após a abordagem do criminoso ao motorista. Segundo as autoridades, ele entrou em um estacionamento para manobrar o caminhão, quando perdeu o controle e bateu no muro que divide o condomínio do estacionamento.

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Suspenso e com grande chance de atingir o residencial, por volta das 20h, 86 apartamentos foram desabrigados. A maioria das famílias pôde retornar aos imóveis ao longo da madrugada, exceto os moradores do térreo e primeiro andar.

“Já era um perigo iminente, nós já tínhamos notificado extrajudicialmente. Antes, não era um estacionamento e começou a ter uma reclamação de barulho que vinha dali”, relatou a síndica Claudete Martins ao G1.

Dois guinchos tentaram retirar o caminhão, mas não foram suficientes. O suspeito de roubar o caminhão não foi capturado.

Moradores e funcionários de um condomínio em Santos, no Litoral de São Paulo, denunciaram uma vizinha que colou mensagens racistas em sua porta. Nos bilhetes, a nutricionista de 56 anos se refere aos pretos e pretas como "escória da sociedade", "excrementos", "espíritos imundos", entre outras ofensas.

Ela chegou a ser autuada por injúria racional, dano e ameaça na madrugada da quarta (5), mas foi liberada após pagar fiança. De volta ao residencial, ela continuou com novos ataques no sábado (8).

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Foto/Reprodução

O zelador do edifício, Arilton de Souza, disse que as ofensas são recorrentes e, inclusive, ele próprio já registrou mais de uma queixa contra ela por injúria racial.

"Já faz um tempo que sempre que ela me vê pelo condomínio fazendo meu serviço já muda a cara. Questiona o que estou fazendo e me chama de 'negro', 'marginal', 'preto encardido'", relatou ao G1.      

Em outro boletim de ocorrência, ele conta que já saía do trabalho quando a nutricionista desceu de um táxi, o abordou e começou os xingamentos. Segundo o zelador, a moradora lhe tratava como um escravo e poderia feri-lo com uma garrafa, em março deste ano.

"Nesse dia, após me ofender, ela subiu até o apartamento dela e pegou uma garrafa e voltou para ver onde eu estava. Como a moça da portaria disse que não sabia onde eu estava, ela [nutricionista] a xingou e jogou a garrafa no vidro de onde fica a portaria. Foi registrado outro boletim contra ela na ocasião, por injúria e lesão corporal", lembra.

Arilton confessa que tanta trabalhar com dignidade, mas se sente humilhado no ambiente de trabalho. "Tentei ter a postura certa e registrei boletim de ocorrência, porque não podemos aceitar esse tipo de crime calados. Mas, mesmo denunciando, ela segue solta. Então isso faz com que nós [negros] nos sintamos oprimidos e impotentes", lamenta.

Mais um boletim de ocorrência foi registrado contra a nutricionista no sábado. Os crimes são investigados pelo 7º Departamento de Polícia de Santos.

 Na noite do último domingo (2), um jovem de 19 anos foi morto a tiros em um condomínio localizado no Cabo de Santo Agostinho, na região metropolitana do Recife. Segundo a Polícia Civil, duas mulheres e um homem também baleados foram socorridos. A corporação informou que investiga o caso até a “completa elucidação dos crimes”.

Os nomes das vítimas não foram divulgados, motivo pelo qual não é possível ter acesso ao estado de saúde dos três sobreviventes. O corpo do jovem morto foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML), localizado no bairro de Santo Amaro, no centro da capital pernambucana.

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A Polícia Civil de Pernambuco prendeu quatro integrantes de uma quadrilha especializada em arrombar condomínios de luxo no Recife e em outros estados. Os criminosos foram presos em flagrante em um hotel em Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, após desembarcar de um voo de São Paulo.

De acordo com a investigação, o grupo invadiu um condomínio no bairro da Jaqueira e furtou dinheiro, joias e armas colecionadas pelo proprietário do apartamento, nas vésperas das eleições municipais de 2020. Uma nova investida na Jaqueira ocorreu em fevereiro deste ano, quando eles furtaram um cofre e o carregaram pelas ruas do bairro.

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Há cerca de 15 dias, integrantes da organização criminosa arrombaram um apartamento de luxo em Boa Viagem, na Zona Sul, indica as autoridades. Com atuação em outros estados, outros quatro envolvidos já haviam sido presos no Ceará e no Mato Grosso.

Eles foram monitorados e a investigação apontou que mais quatro envolvidos desembarcariam no Aeroporto do Recife de um voo vindo de São Paulo. Eles se hospedaram em um hotel em Piedade, em Jaboatão dos Guararapes.

Com chaves de fenda usadas para os arrombamentos e vários celulares, todos foram autuados por tentativa de roubo qualificado e associação criminosa, em uma ação que uniu as autoridades de Pernambuco e São Paulo.

Mais detalhes sobre as prisões serão repassados em coletiva de imprensa agendada às 11h desta segunda (19).

Há dois dias a família de Maria Vitória, de 12 anos, busca informações sobre o paradeiro da jovem, que deixou o condomínio onde mora no bairro da Várzea, na Zona Oeste do Recife, com apenas uma mochila de costas.

As câmeras de monitoramento do residencial localizado na Avenida Afonso Olindense mostram que ela deixou o condomínio por volta das 23h40 dessa terça (13). Vitória tem cerca de 1,75m e aparece com um vestido preto e chinelos.

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A mãe não sabe os motivos da aparente fuga, mas conta que a jovem possui um quadro depressivo e estava bastante impaciente com a rotina de aulas remotas. Ela não possui perfil nas redes sociais, nem smartphone e tem o acesso ao computador controlado pelos familiares, indica.

Se você viu Vitória ou tem alguma informação que auxilie nas investigações, a família deixou os telefones 99500.225 e 99862.8638 à disposição. Falar com Solange.

A queixa de desaparecimento foi registrada na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), e tanto a Vara da Infância, quanto o Conselho Tutelar já estão cientes do caso.

O Dia do Síndico, comemorado nesta segunda-feira (30), celebra o profissional responsável por administrar um ou mais edifícios. Esse líder é eleito pela assembleia dos condôminos e assum o compromisso de manter a ordem, segurança e limpeza do local, além de organizar toda a parte financeira do prédio.

Há 17 dias, Marcela Volpato, 45 anos, de São Paulo, tornou-se síndica do Condomínio Coimbra, em que mora há quase dois anos. Ela e outros moradores constataram várias irregularidades na última administração. O estopim foi quando receberam um boleto de R$ 400 para a retirada de moradores de rua do entorno do prédio.

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Ciente de que a prática era ilegal, a moradora denunciou a antiga síndica ao Ministério Público. O episódio fez com que os moradores admirassem Marcela e deu-se início a um movimento para que ela concorre-se à eleição de líder do condomínio. A condômina fez um curso online de síndica profissional e ganhou o pleito. E apesar da rotina puxada, Marcela busca entender os moradores, além de promover uma gestão humanista. "Olho todos como pessoas, e não como números. Para mim, não existe o morador do apartamento 143, e sim, a Maria, do apartamento 143, que tem tal dúvida, tal carência, e o que eu puder fazer para ajudar, vai ser ótimo", comenta.

Marcela Volpato é síndica do Condomínio Coimbra, em São Paulo | Foto: Thiago Badaró

Um dos maiores desafios de um síndico, é a saúde financeira do condomínio. Ter o dinheiro em caixa é meio caminho andado, mas também cabe ao profissional manter uma boa imagem junto aos moradores. "É desafiador que os condôminos apoiem o síndico, estejam do lado do síndico e torçam pelo mandato dele. Isso a gente só consegue se fizer uma gestão transparente, em que os condôminos sejam participativos e entendam o que está acontecendo com o prédio em todos os sentidos", descreve Marcela.

A síndica do Condomínio Coimbra inicia a gestão com muita disposição e planejamento. "A estratégia é pensar em curto, médio e longo prazo. Neste início, colocar as contas em ordem tem sido o maior desafio", afirma Marcela.

Requisitos para ser um bom síndico

Ter capacitação em gestão pode auxiliar o profissional que deseja se tornar um síndico, assim como adquirir conhecimentos em administração de contas, pagamentos e gestão de pessoal. "Também é recomendado buscar por outras qualificações, como linguagem/comunicação não-violenta, cursos de capacitação/especialização voltadas para a área de condomínio e cursos de direito condominial", aconselha o advogado especialista em direito condominial Thiago Badaró.

O advogado estabelece como primordial a comunicação com os moradores e a transparência na prestação de contas, que deve ser constante, mesmo que o Código Civil estabeleça como obrigatório em uma vez por ano.

De acordo com Badaró, o síndico será visto de maneira positiva pelos moradores no momento em que se comunica e coloca à disposição informações referentes à gestão. Além disso, ele também será consolidado pela figura humanizada e empática. "Entendo que essa também é uma caraterística essencial para ser um bom síndico", finaliza.

Os antigos moradores do Conjunto Residencial Muribeca, em Jaboatão dos Guararapes, Região Metropolitana do Recife (RMR), terão a oportunidade de negociar as indenizações no Fórum Desembargador Henrique Capitulino, no município, em um mutirão que inicia na próxima segunda-feira (16) e segue até a sexta (20). Famílias desocuparam seus imóveis no condomínio, que teve as 69 unidades habitacionais demolidas por alto risco de desabamento.

"O objetivo é beneficiar os mutuários, indenizando as famílias que tiveram que sair de seus imóveis, tendo em conta que o espaço residencial teve que ser demolido por apresentar falhas na infraestrutura predial de suas unidades, com o iminente risco de desabamento. Os valores das indenizações já foram previamente estipulados e variam de acordo com o tamanho da unidade habitacional", indica o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).

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Em busca de uma solução consensual, o Núcleo de Conciliação (Nupemec) e o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) oferecem atendimento das 7h às 13h, no térreo do Fórum. Mesmo os moradores que não receberam intimação formal para comparecimento poderão participar do mutirão mediante apresentação de documento de identificação e respeito ao protocolo contra a Covid-19.

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Há mais de 18 anos enriquecendo às custas de fraudes na Previdência, uma organização criminosa foi desarticulada pela Polícia Federal (PF), na última sexta-feira (30). O grupo recebia créditos pós-óbito e usavam idosos como 'laranjas' para receber os benefícios. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido em um condomínio de luxo, na área nobre do Recife.

Em parceria com a Força Tarefa Previdenciária e Trabalhista de Pernambuco, o mandado foi cumprido em um imóvel na Rua dos Navegantes, bairro de Boa Viagem, na Zona Sul da capital pernambucana. No local foram apreendidos 25 cartões bancários, três celulares e uma Hilux.

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Segundo as investigações, os criminosos atuavam em mais de dez estados e criavam falsos beneficiários de Amparo Social ao Idoso, com ajuda da documentação falsa dos idosos 'laranjas', e ainda controlavam seus dados junto à Previdência. Dessa forma, os verdadeiros beneficiários recebiam os pagamentos em contas criadas pela própria organização.

As autoridades ainda informam que os estelionatários receberam, pelo menos, 277 benefícios suspeitos, que serão revisados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). De acordo com à PF, a detecção do esquema proporcionou a economia de R$ 6 milhões em valores que ainda seriam repassados às contas fraudulentas.

Os crimes tipificados ela prática criminosa são: inserir dados falsos em sistema de informação, estelionato, uso de documentos falso e associação criminosa, cujas penas ultrapassam os 20 anos de reclusão.

Na manhã desta quinta-feira (22), a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) descobriu e desativou ligações clandestinas, que desviavam energia para um condomínio, em Olinda. Os prejuízos ainda serão calculados, mas a concessionária confirmou que nenhum dos 35 apartamentos possuía medidores.

A operação no residencial localizado no bairro de Ouro Preto, em Olinda, teve apoio da Polícia Civil e peritos do Instituto de Criminalística (IC). "Frequentemente nossos profissionais eram impedidos de entrar no prédio”, relata o gerente de Recuperação de Energia Gustavo Santos.

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As autoridades estão em busca do proprietário da edificação, pois todos os imóveis são alugados. Após identificar o desvio, as ligações foram retiradas.

Em nota, a companhia alerta, "o furto de energia é crime sujeito às penalidades do artigo 155 do Código Penal Brasileiro. Além de acarretar prejuízos à população, a prática representa riscos de acidentes graves. Em caso de denúncias, os clientes podem entrar em contato pelos canais de atendimento da concessionária, sem a necessidade de identificação".

No fim da manhã desta sexta-feira (14), Fabrício Queiroz deixou o condomínio em Taquara, Zona Oeste do Rio de Janeiro, para reingressar no sistema prisional. O ex-assessor de Flávio Bolsonaro (Republicanos) e a esposa, Márcia Aguiar, estavam em prisão domiciliar desde o dia 10 de julho, porém o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Félix Fischer, revogou o habeas corpus.

Na decisão, Fischer apontou que o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro não examinou o pedido de liberdade e os laudos médicos do ex-policial militar. Dessa forma, o benefício teria que ser conduzido por uma instância inferior, antes de chegar à Corte.

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Queiroz e Márcia são investigados pelo esquema de 'rachadinha' de salários dos assessores do gabinete do então deputado Flávio Bolsonaro. Em junho, ele foi preso na casa do advogado do parlamentar, em Atibaia, Interior de São Paulo. Contudo, foi transferido para a prisão domiciliar no dia 9 de julho. Já Márcia ficou foragida o presidente do STJ, João Otávio de Noronha, de conceder a reclusão em casa.

Um homem de 35 anos, que efetuou disparos com uma arma de fogo contra vizinhos e policiais, foi preso em flagrante na cidade de Itatiba (a 83 km de São Paulo) na última terça-feira (4). De acordo com a Polícia Militar (PM), o acusado estava dentro do apartamento e atirou por várias vezes da janela da residência. Apesar dos momentos de tensão, ninguém ficou ferido.

Segundo a PM, vizinhos do atirador entraram em contato com os agentes quando ouviram os tiros. Na chegada ao local, os próprios policiais foram alvo de outros oito disparos efetuados pelo homem. Durante a ação, agentes do Comando de Grupo Patrulha (CGP) tentaram negociar a rendição do acusado, mas não obtiveram êxito. Com a chegada do Comando de Força Patrulha (CFP) e do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), as equipes arrombaram a porta do apartamento e encontraram o sujeito dormindo em um dos quartos.

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Além do atirador, foram apreendidas a arma usada no ataque, uma faca, munições, garrafas de bebidas alcoólicas, vários tipos de medicamentos e uma quantia de R$ 1.440 em dinheiro. O homem vai responder por portar, de maneira irregular, arma de fogo de uso restrito e tentativa de homicídio. Direcionado à Santa Casa do município paulista para exame clínico prévio, o acusado foi mantido internado sob escolta por recomendação da equipe médica do centro clínico.

Na manhã desta segunda-feira (29), Sarí Côrte Real, investigada pela morte de Miguel Otávio, de cinco anos, foi à Delegacia de Santo Amaro, no Centro do Recife, para prestar depoimento. O menino morreu no início deste mês, após cair do 9º andar do condomínio popularmente conhecido como Torres Gêmeas, na área Central do Recife. A investigada e primeira-dama do município de Tamandaré, no Litoral Sul, estava responsável por Miguel no momento da queda.

Para receber Sarí, a delegacia iniciou o expediente duas horas mais cedo, contudo não informou o motivo do regime especial. A mãe do menino, Mirtes Renata, era doméstica na casa da empresária e manteve o serviço durante a pandemia. Com a suspensão da rede de ensino, Miguel teve que ir para o trabalho com a mãe e foi deixado temporariamente sob a guarda da patroa, enquanto Mirtes passeava com sua a cadela.

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A primeira-dama chegou a ser autuada por homicídio culposo, mas foi posta em liberdade no mesmo dia após pagar fiança de R$ 20 mil. Além de culminar em protestos online e atos na frente do condomínio Píer Maurício de Nassau, a morte de Miguel revelou que Mirtes e a avó eram funcionárias fantasma da Prefeitura de Tamandaré.

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O fato inusitado de um apartamento que abriga 60 gatos virou caso de polícia na cidade de São Luís, capital do estado do Maranhão.

Incomodados com o barulho e o mau cheiro, os vizinhos da dona dos felinos entraram na Justiça para tentar resolver o problema, que já dura cerca de dois anos. As informações são da TV Mirante.

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Ainda segundo a reportagem, uma inspeção da Vigilância Sanitária foi realizada no ano de 2019. Mesmo ciente de que seria notificada caso não removesse os bichos para um local que proporcionasse cuidados aos animais em até 30 dias, a moradora não tomou providências e acabou sendo processada.

As primeiras etapas do andamento judicial decidiram que a proprietária do imóvel poderia ficar com apenas quatro gatos em casa.

A matéria também esclarece que a cuidadora dos felinos quer resolver a situação de maneira amigável, mas não consegue arrumar um local para abrigar os bichanos.

Os próprios vizinhos estão empenhados na mesma tentativa e ainda não tiveram acesso a entidades que possam prestar a melhor assistência aos animais.

Um condomínio residencial da cidade de Rio Claro (a 176 km de São Paulo) foi palco da apreensão de símbolos que exaltam o nazismo na última segunda-feira (15).

Após denúncia de populares, uma ação da Polícia Civil paulista recolheu bandeiras, uma braçadeira e um boné, todos alusivos ao regime supremacista alemão da década de 1920.

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De acordo com os agentes, o material estava em um apartamento que pertence a um estudante de Direito de 30 anos. O dono, entretanto, não estava em casa no ato do cumprimento da ordem judicial.

O mandado foi expedido após moradores do próprio condomínio notarem bandeiras com o símbolo da suástica, cruz adotada como referência pelo nazismo, penduradas na janela do imóvel.

A prática fere a Lei de Crime Racial (nº 7.716/1989). Além do material apreendido na ação, os policiais recolheram um exemplar do livro "História Revelada da SS" (2010) que relata como o partido nazista cresceu e matou mais de 21 milhões de pessoas na Europa.

De acordo com Carlos Schio, delegado responsável pelo 1o. Distrito Policial (DP) de Rio Claro, o dono do imóvel será ouvido e a investigação deve se estender à ligação do homem com outras pessoas envolvidas com práticas nazistas.

Arracando risos dos fãs em postagens engraçadas no Instagram, Tirullipa teve que lidar recentemente com uma polêmica. Uma mulher gravou um vídeo e publicou na internet, dizendo que o humorista incomoda a vizinhança ao colocar o som bem alto em sua casa. A influenciadora digital Yanna Guimarães disse que já conversou com ele, mas sem sucesso. Após a denúncia, o caso ganhou outro capítulo.

Por conta do barulho em sua residência, em Fortaleza, Tirullipa foi multado, de acordo com informações do jornal Extra. A notificação da administração do condomínio Alphaville Eusébio surgiu devido às reclamações de incômodo com a zoada.

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"Não tem quem aguente. É insuportável. Além de ele falar muito alto, é som alto a qualquer hora do dia. Começa às 8h30 da manhã, vai até meia-noite, uma hora da manhã... Já foi até 5h da manhã. Eu e a minha filha queremos estudar e não conseguimos", explicou Yanna, quando decidiu expor a situação.

Uma ação da Polícia Civil de São Paulo (PC/SP) prendeu, em flagrante, um homem de 36 anos, suspeito de fazer parte da quadrilha que roubou um condomínio no centro da capital paulista. De acordo com as investigações, o bando trajava camisetas com identificação da própria PC no ato do crime. Além das roupas usadas no momento da prática criminosa, a operação denominada Benedicti também apreendeu uma arma de uso restrito das forças de segurança, o carregador da pistola .40, munição, um coldre e uma faca.

Segundo o departamento de inteligência da PC, a investigação teve início em novembro de 2019. Na ocasião, quatro homens se passaram por policiais civis e invadiram um imóvel na avenida Prestes Maia. Os criminosos renderam o porteiro e o mantiveram amarrado durante o ação. Ainda de acordo com a corporação, a quadrilha arrombou diversas salas do condomínio e roubou materiais de escritório, como computadores e outros pertences.

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Localizado e preso em sua residência no bairro do Sacomã, região sul de São Paulo, o homem foi indiciado pelos crimes de roubo, posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e associação criminosa.

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