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Sarah conta o terror que passou com sua colega de quarto quando dois homens armados entraram em sua casa e as estupraram em plena luz do dia em Port Harcourt, a grande cidade do sul da Nigéria.

"Eles entraram por volta das duas da manhã. Nos estupraram. Quando saíram, roubaram nossos telefones e dinheiro".

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Não puderam ver seus rostos porque eles usavam máscaras.

A vergonha e o medo do estigma sustentaram o silêncio dessa jovem de 25 anos, que não contou nada à polícia, nem aos amigos ou família.

"Não se fala sobre essas coisas aqui", diz Sarah, que prefere usar este nome fictício.

Essa enfermeira começou a se preocupar com sua saúde e juntou coragem para ir a uma clínica especializada em violência sexual, dirigida pela organização Médicos Sem Fronteiras (MSF).

Lá ela recebeu tratamento. Finalmente, pouco a pouco, encontrou forças para contar sua história a uma psicóloga.

- Epidemia de estupros -

Os dados de admissão na pequena clínica falam amplamente sobre a epidemia de estupros que a região enfrenta.

Até agora neste ano, mais de 1.200 mulheres procuraram ajuda. Somente em outubro, houve 148 pacientes novas.

Port Harcourt tem muitos dos problemas de pobreza e desigualdade, que são comuns nas grandes cidades da Nigéria.

Também proliferam as chamadas "seitas", gangues que surgem nas universidades e eventualmente se tornam organizações criminosas que geralmente realizam rituais e juramentos de sangue.

Eles realizam ataques, sequestros para pedir resgate e outros crimes, nos quais a vítima geralmente sofre violência sexual.

"Quando há confrontos entre seitas na comunidade, as pessoas dispersam e os criminosos armados entram nas casas e estupram as meninas", conta Christine Harrison, coordenadora da MSF no distrito de Diobu.

Esta mãe de 42 anos percorre as ruas poeirentas, divulgando o número de emergência que as vítimas podem chamar, um trabalho que já faz há dois anos.

"Meu trabalho é informar as mulheres que elas precisam defender seus direitos", afirma. "Antes, o estupro era normal".

A campanha de conscientização sobre estupros da MSF inclui mensagens em rádios locais e adesivos que são entregues em transportes comuns.

A situação, embora sombria, está melhorando gradualmente, uma mudança que começou quando nove mulheres foram drogadas e estranguladas em hotéis de Port Harcourt, em uma série de rituais macabros homicidas.

"Nunca vimos nada parecido. A cidade inteira se levantou. Dissemos: basta", diz Ibim Semenitari, uma conhecida ativista local que dirige as marchas de protesto às quais centenas de feministas se uniram.

Um comissário da polícia em Port Harcourt pediu inicialmente que as mulheres não saíssem à noite e depois disse que as vítimas eram prostitutas. Seu destino poderia ter sido evitado com a "reeducação", sugeriu.

- Masculinidade tóxica -

Graças à crescente pressão nas ruas, a polícia prendeu o suposto assassino, Gracious David-West, membro de uma seita de 43 anos. O julgamento começou em 9 de dezembro.

"A prisão dele foi um grande impulso para nós", conta Doris Onyeneke, ativista e chefe de um centro de proteção e treinamento para mulheres chamado Mater Dei.

"As mulheres são vulneráveis na Nigéria, e mais ainda na região do Delta do Níger", o epicentro da produção de petróleo do país, explica ela.

As seitas se baseiam em uma noção distorcida de masculinidade, afirma. "Os membros precisam ser agressivos, fortes, matar e ganhar muito dinheiro".

Seu centro, onde a chamam de "Lady Doris", recebe muitas jovens, incluindo meninas menores de idade, que foram estupradas.

Uma delas é Theresa, de 21 anos, que aprendeu a costurar e agora está terminando um vestido magnífico.

Com um olhar confiante e coluna ereta, ela descreve a dor de muitas mulheres na Nigéria:

"Não temos os mesmos direitos", lamenta. "As mulheres são os barcos mais fracos. Para eles, valemos apenas para a cozinha e para a cama".

"Mas se nos empoderam, somos menos vulneráveis. Eu costumava ser muito tímida, mas agora sou corajosa o suficiente para falar em público", destaca.

A polícia nigeriana libertou 259 pessoas de um reformatório islâmico no sudoeste da Nigéria, como parte de uma série de operações semelhantes em todo o país nas últimas semanas.

Homens, mulheres e crianças foram mantidos reféns em um centro de detenção ilegal administrado por uma mesquita em Ibadan, disse à AFP Fadeyi Olugbenga, porta-voz da polícia estadual de Oyo, que resgatou as vítimas na segunda-feira.

A polícia atuou rapidamente depois de receber informações de um rapaz de 18 anos escapou do centro.

No total, havia 259 pessoas presas, entres crianças, adolescentes, adultos e uma mulher com um bebê.

"Alguns estão lá há anos e têm problemas de saúde, e atualmente estão recebendo atendimento médico", disse Olugbenga.

"Os entrevistados disseram que eram alimentados uma vez a cada três dias, às vezes até menos", acrescentou.

O proprietário e outros oito homens foram presos, mas a investigação ainda está em andamento.

Várias operações similares foram realizadas em "casas de correção" religiosas na Nigéria desde setembro.

A polícia nigeriana libertou 15 pessoas acorrentadas em uma sala de oração em Lagos.

Centros de reabilitação religiosos privados - geralmente ilegais - são comuns no país mais populoso da África, onde a pobreza é muito alta e os serviços públicos geralmente estão ausentes.

A alta taxa de uso de drogas e a falta de instalações de reabilitação estão levando muitos pais a matricular seus filhos nessas escolas informais de recuperação.

Após sentir lesão logo no começo do jogo entre Brasil e Nigéria nesse domingo (13), Neymar fez um exame que confirmou uma lesão muscular de grau 2 e deve ficar pelo menos quatro semanas fora de combate.

Segundo o Paris Saint Germain, que emitiu nota oficial em seu site, a lesão foi detectada no bíceps femoral esquerdo, na parte posterior da coxa. O jogador voltará a ser avaliado em oito dias para confirmar o período de afastamento dos gramados.

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O zagueiro Marquinhos reconheceu a atuação ruim da seleção brasileira no empate por 1 a 1 com a Nigéria, neste domingo (13), no em amistoso internacional realizado em Cingapura. Com o resultado, time comandado por Tite já acumula quatro partidas sem vitória após a conquista da Copa América, em julho.

A equipe nacional repetiu o placar da última quinta-feira, quando também na cidade-estado asiática não conseguiu superar a seleção de Senegal. Antes, em setembro, já havia empatado com a Colômbia (2 a 2) e sido derrota pelo Peru (1 a 0), com ambas as partidas sediadas nos Estados Unidos.

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"O problema da ausência ofensiva parte do coletivo. Nesses dois amistosos (Senegal e Nigéria), enfrentamos seleções com um porte físico forte, que deixam poucos espaços e jogam com intensidade. Deveríamos circular mais o jogo, fazer a triangulação. Caímos no jogo deles", lamentou Mo zagueiro do PSG, em entrevista à TV Globo.

"Fizemos dois jogos de testes para ver as formações. É um período para se testar, mas precisamos o mais rápido possível encontrar o nosso padrão. Os times tinham dificuldade de entrar na nossa defesa. Estamos tendo um pouco de vulnerabilidade", admitiu.

Para o volante Casemiro, autor do único gol brasileiro no amistoso deste domingo, a Seleção teve dois tempos distintos. O jogador do Real Madrid reconheceu que o primeiro tempo foi ruim, mas avaliou que o time melhorou na etapa final.

"Falando de resultado, claro que nunca é favorável, principalmente pela qualidade técnica do nosso time. Ainda mais se tratando de Brasil, queremos buscar a vitória. O resultado não é bom, mas dentro do que apresentamos hoje, na minha opinião, a atuação foi boa. O resultado não é bom, mas a segunda parte foi boa sim", apontou.

Em mais uma partida de poucas emoções, o Brasil empatou com a Nigéria por 1 a 1, em Singapura, e chegou a quatro jogos sem vitória depois do título da Copa América.

A seleção africana abriu o placar aos 35 minutos do primeiro tempo, com Aribo, e Casemiro deixou tudo igual aos três da segunda etapa.

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A partida também ficou marcada pela lesão de Neymar, substituído por Philippe Coutinho aos 12 minutos de jogo por conta de dores na coxa esquerda.

Desde a Copa América, a seleção acumula três empates (Colômbia, Senegal e Nigéria) e uma derrota para o Peru. O Brasil deve voltar a campo em meados de novembro, em amistosos contra Argentina e Coreia do Sul.

Da Ansa

Após sacar Philippe Coutinho e Alex Sandro do time titular da seleção brasileira em treino realizado neste sábado (12) em Cingapura, o técnico Tite justificou a saída dos dois jogadores. O comandante também tratou de minimizar a pressão por resultados devido ao jejum de três partidas sem vencer.

Antes da entrevista coletiva, realizada já no fim da noite na cidade-Estado que recebe os dois amistosos da equipe nacional reservados para esta data Fifa - na última quinta-feira, empate por 1 a 1 com Senegal e neste domingo contra a Nigéria - o treinador ensaiou mudanças na equipe titular.

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Na lateral esquerda, Renan Lodi ganhou o posto de Alex Sandro, que vinha sendo frequentemente escalado desde a Copa América. Já Everton treinou no lugar de Philippe Coutinho, o que fará com que Neymar saia do ataque para dar a vaga ao gremista e seja recuado para o meio campo.

Sobre a entrada de Lodi, a justificativa de Tite residiu na parte física. "O Renan (Lodi) foi em função da sequência do Alex Sandro. Vinha de sequência forte no clube (Juventus, da Itália), viagem, não estava totalmente recuperado. E tenho no Renan a tranquilidade de botar para jogar, pois teve ascensão muito grande", explicou.

Já com respeito ao jogador do Bayern de Munique, Tite atribui a opção devido à realização de testes no time. "Temos mudado a forma de jogar, as funções até mais do que a forma. Tem servido para esses ajustes. Jogadores de profundidade de lado, armação. Por isso a opção pela saída do Coutinho. Isso não é simples, porque quando você muda característica você muda a mecânica da equipe".

Indagado sobre uma possível preocupação com questionamentos a respeito de sua segurança no cargo devido aos três jogos sem vencer após a Copa América - empatou com Colômbia e Senegal e perdeu para o Peru -, Tite respondeu que continua mais atento ao que a equipe tem feito em campo.

"O desempenho preocupa, se a equipe está equilibrada. Placar é consequência e às vezes não diz o que foi o jogo. A pressão de vencer é normal e existe. Mas tem que ser encarada com discernimento. Importa jogar bem, ter uma equipe equilibrada, sim", argumentou o treinador.

A seleção brasileira volta a campo para encarar a Nigéria neste domingo, às 9 horas (de Brasília), em novo amistoso em Cingapura.

O técnico Tite anunciou nesta sexta-feira pela manhã, na sede da CBF, no Rio, a convocação de 23 jogadores para os amistosos que a seleção brasileira fará contra Senegal e Nigéria, respectivamente nos dias 10 e 13 de outubro, em Cingapura. E a principal novidade desta lista foi o fato de que ele chamou dois jogadores do Flamengo, o zagueiro Rodrigo Caio e o atacante Gabriel, e também deu uma chance ao goleiro Santos, um dos destaques da campanha do título do Athletico-PR na Copa do Brasil.

O meio-campista Matheus Henrique, de apenas 21 anos, e o atacante Everton, ambos do Grêmio, o goleiro Weverton, do Palmeiras, o lateral-direito Daniel Alves, do São Paulo, foram os outros atletas que atuam no Brasil confirmados no grupo de convocados.

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Chamados para defender a equipe nacional, os sete jogadores que atuam no País vão desfalcar os seus times na 24ª e 25ª rodada do Campeonato Brasileiro, que ocorrerão entre os dias 9 e 13 de outubro. Entre eles, Everton, um dos principais destaques do Brasil na campanha do título da Copa América, encerrada em julho, voltou a ser lembrado após ter ficado de fora das partidas contra Colômbia e Peru por causa do envolvimento do clube gaúcho nas semifinais da Copa do Brasil naquele mesmo período.

Estes dois duelos na Ásia serão os primeiros do time nacional depois de ter acumulado dois jogos sem vitórias em amistosos nos Estados Unidos, onde empatou por 2 a 2 com a Colômbia, em Miami, e foi derrotado por 1 a 0 pelo Peru, em Los Angeles.

Tite comandará o Brasil contra Senegal, no estádio Nacional de Cingapura, após sofrer a sua terceira derrota como técnico da seleção, que ele assumiu em 2016 - as outras duas foram para a Argentina (1 a 0 em amistoso na Austrália em 2017) e para a Bélgica (por 2 a 1 nas quartas de final da Copa do Mundo de 2018).

O amistoso do Brasil contra o Senegal marcará a primeira vez que a seleção brasileira principal enfrentará o rival na história. Os senegaleses ocupam a 20ª posição do ranking da Fifa, que voltou a ser atualizado na última quinta-feira. Já a Nigéria, rival seguinte em solo asiático, ocupa o 34º lugar desta listagem da entidade e só encarou o time de cima brasileiro em uma única ocasião, em 2003, quando foi derrotada por 3 a 0, em Abuja, capital da nação africana, onde Gil, Luis Fabiano e Adriano fizeram os gols do amistoso.

Juninho Paulista, novo coordenador de seleções da CBF, informou antes da convocação anunciada por Tite que César Sampaio, assim como ocorreu nos últimos amistosos nos Estados Unidos, voltará a exercer a função de auxiliar pontual da seleção. E ele confirmou o ex-atacante Bebeto, tetracampeão mundial pelo Brasil em 1994, como chefe de delegação para estes dois próximos jogos do Brasil.

Confira a lista de convocados da seleção brasileira:

Goleiros - Ederson (Manchester City), Santos (Athletico-PR) e Weverton (Palmeiras).

Laterais - Daniel Alves (São Paulo), Danilo (Juventus), Alex Sandro (Juventus) e Renan Lodi (Atlético de Madrid).

Zagueiros - Marquinhos (Paris Saint-Germain), Thiago Silva (Paris Saint-Germain), Éder Militão (Real Madrid) e Rodrigo Caio (Flamengo).

Meio-campistas - Casemiro (Real Madrid), Fabinho (Liverpool), Philippe Coutinho (Bayern de Munique), Arthur (Barcelona), Matheus Henrique (Grêmio) e Lucas Paquetá (Milan).

Atacantes - Everton (Grêmio), Neymar (Paris Saint-Germain), Roberto Firmino (Liverpool), Richarlison (Everton), Gabriel Barbosa (Flamengo) e Gabriel Jesus (Manchester City).

Combatentes do Boko Haram mataram 65 pessoas em um ataque neste sábado depois de uma cerimônia fúnebre em uma vila do nordeste da Nigéria - quase três vezes mais que o balanço inicial de mortes -, informou neste domingo um autoridade local.

Dezenas de corpos foram encontrados neste domingo após o ataque de homens armados, na véspera, em um povoado perto da capital regional Maiguduri.

"Há 65 mortos e dez feridos", anunciou o presidente do governo local, Muhammed Bulama.

Por volta das 10h30 (7h30 no horário de Brasília) de sábado, os insurgentes, que chegaram a bordo de três motocicletas, abriram fogo contra um grupo de homens que retornavam de uma vila próxima, onde haviam participado do funeral no distrito de Nganzai, a 90 km de Maiduguri.

Até ontem, 23 corpos tinha sido encontrados no local por milicianos e caçadores, depois que sobreviventes conseguiram chegar à sua aldeia para avisar, de acordo com um morador, Saleh Masida.

"As outras 42 pessoas foram assassinadas quando perseguiam os terroristas", declarou Bunu Bukar Mustapha à AFP.

O Boko Haram realiza ataques regulares nesta região, saqueando comida e queimando casas.

Segundo Bulama, o ataque deste sábado foi uma represália à morte de 11 combatentes do grupo e à apreensão de 10 fuzis automáticos por moradores há duas semanas.

Em setembro, insurgentes mataram oito pessoas e roubaram gado em duas aldeias do distrito de Nganzai.

O Boko Haram e o ramo dissidente afiliado ao grupo Estado Islâmico, Iswap, intensificaram os ataques contra civis e o exército nos últimos meses.

Na quinta-feira, membros da Boko Haram atacaram um campo de deslocados na periferia de Maiduguri, matando duas pessoas e saqueando suprimentos de comida depois de invadir a base militar próxima.

Senegal e Argélia vão fazer a grande final da Copa Africana de Nações, que está sendo disputada no Egito. Com altas doses de drama, as duas seleções venceram suas respectivas semifinais neste domingo, contra Tunísia e Nigéria, e farão a decisão na próxima sexta-feira, no Estádio Internacional do Cairo.

Senegal obteve a primeira vaga ao passar pelos tunisianos: 1 a 0, com o gol marcado na prorrogação, no estádio 30 de Junho, também no Cairo. Mais tarde, os argelinos superaram a três vezes campeã do torneio Nigéria pelo placar de 2 a 1 com um gol no último lance do tempo regulamentar, em jogo realizado na arena que receberá a final da competição.

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Na primeira semifinal do dia, o jogador do Liverpool, Sadio Mané, esteve presente na vitória senegalesa numa curiosa partida em que cada equipe perdeu uma penalidade máxima e o duelo foi decidido na prorrogação com um gol contra.

Aos 30 minutos do segundo tempo, o tunisiano Sassi teve sua cobrança defendida pelo goleiro Gomis. Cinco minutos depois, foi a vez de Henri Saivet desperdiçar para Senegal. O pênalti havia sido marcado em falta de Dylan Bronn dentro da área.

O mesmo defensor, que atua no Gent, da Bélgica, faria uma lambança aos seis minutos da etapa final da prorrogação. Ele tentava cortar jogada adversária, mas acabou concluindo o lance para as próprias redes, decretando a vitória dos senegaleses - que tentam seu primeiro título no torneio - e a passagem para a decisão.

Na outra partida decisiva do dia, um gol nos acréscimos do segundo tempo colocou a Argélia como adversária de Senegal na próxima sexta-feira ao vencer a Nigéria por 2 a 1. O atacante Riyad Mahrez, jogador do Manchester City, decidiu um jogo contra a Nigéria.

William Troost-Ekong abriu o placar do embate para a seleção do norte da África ainda no primeiro tempo, aos 40. De pênalti, Odion Ighalo deixou tudo igual aos 27 da etapa final. Quando a partida já se encaminhava para a prorrogação, aos 49 minutos, Mahrez acertou uma bela cobrança de falta e resolveu o jogo para a Argélia, que busca seu segundo troféu continental - o primeiro foi conquistado em 1990.

A grande final entre Senegal e Argélia está marcada para as 16 horas (de Brasília) da próxima sexta-feira.

A Alemanha é a primeira seleção a garantir uma vaga nas quartas de final do Mundial Feminino, que está sendo realizado na França, ao vencer neste sábado a Nigéria por 3 a 0, no Stade des Alpes, na cidade de Grenoble. O adversário das alemãs na briga por um lugar na semifinal vai sair do duelo entre Suécia e Canadá, marcado para esta segunda-feira, em Paris.

Em sete edições do Mundial, as alemãs chegaram pelo menos nas semifinais em cinco oportunidades. São dois títulos (2003 e 2007), um vice-campeonato (1995) e dois quartos colocados (1991 e 2015).

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A Alemanha mantém os 100% de aproveitamento na competição, com quatro vitórias. Na primeira fase foram três vitórias: 1 a 0 sobre Espanha e China e 4 a 0 diante da África do Sul.

As alemãs não tiveram dificuldades frente às adversárias africanas. Alexandra Popp abriu o placar, de cabeça, após cobrança de escanteio, aos 20 minutos do primeiro tempo. Pouco tempo depois, aos 24, Sara Daebritz aumentou a vantagem ao converter uma cobrança de pênalti.

Na segunda etapa, a Alemanha diminuiu o ritmo e permitiu que as nigerianas tentassem algo no ataque, mas o setor defensivo das africanas voltou a falhar e permitiu mais um gol alemão, de Lea Schuller, aos 37 minutos.

Em um jogo no qual precisou contar com a ajuda do VAR (arbitragem de vídeo) por duas vezes no pênalti que garantiu a sua vitória, a anfitriã França bateu a Nigéria por 1 a 0, nesta segunda-feira, em Rennes, e avançou às oitavas de final do Mundial Feminino com 100% de aproveitamento.

Com o resultado, a seleção francesa de futebol avançou às oitavas de final como líder do Grupo A da competição, com nove pontos, e ficou três à frente da Noruega, que no outro duelo que fechou essa chave nesta segunda derrotou a Coreia do Sul por 2 a 1, em Reims, e assegurou sua classificação à próxima fase como vice-líder.

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Assim, as francesas avançaram para disputar as oitavas de final no próximo domingo, em Le Havre, onde terão pela frente um dos melhores terceiros colocados do Grupo C, D ou E. Já as norueguesas abrirão a sua participação no estágio eliminatório da competição no sábado, quando enfrentarão em Nice a seleção vice-líder do Grupo C, também ainda a ser definida.

Com a derrota para as francesas, a Nigéria terminou o Grupo A como terceira colocada, com três pontos, e ainda alimenta chances de classificação, mas para isso precisará ser uma das quatro melhores seleções que fecharão campanha em terceiro lugar ao fim desta primeira fase. O país africano só passou pelo primeiro estágio de um Mundial por uma vez, em 1999, quando alcançou as quartas de final. As sul-coreanas, que não somaram nenhum ponto em três jogos, estão eliminadas.

No duelo envolvendo as donas da casa nesta segunda-feira, a França só conseguiu fazer o único gol do jogo aos 34 minutos do segundo tempo, após contar com o auxílio do VAR por duas vezes seguidas. Na primeira, a árbitra hondurenha Melissa Borjas só assinalou a penalidade de Ngozi Asseyi em Viviane Ebere após revisar o lance com a arbitragem de vídeo, por meio da qual constatou que a francesa foi derrubada pela nigeriana dentro da grande área.

Depois disso, a defensora Wendie Renard foi para a cobrança e acertou a trave. Porém, após nova consulta ao VAR, ela pôde cobrar novamente o pênalti e balançar as redes após a arbitragem concluir que a goleira Chiamaka Nnadozie se adiantou no lance da primeira batida da jogadora francesa.

Na vitória norueguesa, por sua vez, os dois gols da seleção nórdica foram marcados através de penalidades, sendo uma em cada tempo do duelo. A primeira foi convertida por Caroline Graham Hansen e a segunda por Isabell Herlovsen. A Coreia do Sul ainda descontou com Yeo Minji, mas precisava de uma virada no placar para manter as suas chances de seguir viva na competição. E acabou sendo eliminada.

As disputas do Mundial seguem nesta terça-feira com os dois confrontos que fecharão o Grupo C, ambos às 16 horas (de Brasília). Em um deles, o Brasil pega a Itália em Valenciennes para garantir sua classificação às oitavas de final. Já a Austrália, também viva na luta por uma vaga na próxima fase, encara a Jamaica em Grenoble.

Ao menos 30 pessoas morreram e 40 ficaram feridas em um atentado em Konduga, nordeste da Nigéria, atribuído ao grupo insurgente extremista Boko Haram.

"No momento, temos um balanço de 30 mortos e mais de 40 feridos", afirmou à AFP Usman Kachalla, secretário dos serviços de emergência da região.

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Três homens-bomba detonaram suas cargas explosivas no domingo (16) à noite diante de um local onde várias pessoas assistiam uma partida de futebol.

O ataque, o mais violento em vários meses na Nigéria, aconteceu na cidade de Konduga, a 38 km de Maiduguri, a capital do estado de Borno.

Konduga foi cenário de vários ataques dos homens-bomba do Boko Haram. Em julho do ano passado, oito pessoas morreram em um atentado suicida na localidade.

Após quase 10 anos de conflito, a rebelião do Boko Haram deixou 27.000 mortos na Nigéria e mais de 1,7 milhão de pessoas impossibilitadas de retornar para suas casas.

Começa nesta segunda-feira (17) a última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de Futebol Feminino. Os jogos do mesmo grupo ocorrem todos no mesmo horário.

Pelo Grupo B, às 13h, a África do Sul enfrenta a Alemanha no estádio de la Mosson, em Montpellier. No mesmo horário, a China joga contra a Espanhano estádio Océane, em Le Havre.

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A Alemanha já garantiu vaga para as oitavas de final. As bicampeãs venceram as chinesas na estreia e também ganharam das espanholas pelo placar mínimo, o suficiente para avançar no campeonato. A Alemanha tem 6 pontos; Espanha, 3; China, 3; e África do Sul, 0.

Pelo Grupo A, às 16h, a Nigéria encara a França no estádio Roazhon Park, em Rennes. E a Coreia do Sul joga contra a Noruega no Auguste-Delaune, em Reims.

A França também está classificada para a próxima fase. As anfitriãs venceram os dois primeiros jogos. Elas golearam a Coreia do Sul na estreia e ganharam da Noruega na segunda rodada. A França soma 6 pontos; Noruega, 3; Nigéria, 3; e Coreia do Sul, 0.

Quase 900 crianças-soldado, que integravam uma milícia apoiada pelo governo da Nigéria para combater os insurgentes do Boko Haram, foram desmobilizadas ontem. Segundo a ONU, o grupo de 894 menores, que incluía 106 meninas, integrava a Força Operacional Civil Conjunta (CJTF, na sigla em inglês), criado em 2013 para proteger as comunidades dos ataques do grupo extremista em Maiduguri.

"Elas eram usadas por grupos armados em funções de combate. Foram testemunhas de massacres e de violência", disse Mohamed Fall, representante do Fundo Internacional de Emergência para a Infância das Nações Unidas (Unicef) para a Nigéria. Segundo relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), de 2017, mais de 15 milhões de crianças entre 5 e 14 anos são forçadas a trabalhar no país. "Continuaremos a lutar até que não existam mais crianças nas fileiras de grupos armados na Nigéria", disse Fall.

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As milícias civis foram criadas para combater o Boko Haram e apoiar as Forças Armadas. No entanto, elas foram criticadas por abusos cometidos contra civis e crimes extrajudiciais, incluindo o recrutamento de crianças para as tropas - um constrangimento para a comunidade internacional, que financia e arma a Nigéria contra o extremismo islâmico.

"Desde setembro de 2017, quando o CJTF assinou um acordo prometendo tomar medidas contra o uso de crianças nas tropas, 1.727 crianças e adolescentes foram libertadas e não houve mais recrutamento", diz o Unicef, em comunicado. A guerra da Nigéria contra os jihadistas já matou mais de 30 mil pessoas e deixou milhões desalojados, com poucos sinais de avanço.

O presidente nigeriano, Muhammadu Buhari, elogiou os esforços para combater o crime e destacou a diminuição no número de sequestros como prova do sucesso de sua política de segurança - o que é contestado por analistas. "No norte, há o Boko Haram e banditismo. No oeste, há cultismo e sequestros", afirmou Dennis Amachre, que foi diretor do Serviço de Segurança do Estado. (com agências internacionais)

 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Pelo menos 12 pessoas, a maioria crianças, morreram nesta quarta-feira (13) no desabamento de um edifício residencial de três andares, onde também funcionava uma escola de educação primária, na cidade de Lagos, uma das maiores da Nigéria. Um membro das equipes de resgate disse que ao menos dez crianças se encontravam sob os escombros e acreditava-se que estivessem vivas.

As equipes resgataram mais de 50 pessoas, entre elas pelo menos oito feridos, segundo o porta-voz da polícia, Baba Elkana. Ele não esclareceu quantos dos mortos ou resgatados eram crianças. Imagens das televisões locais mostravam o prédio de três andares desmoronado em Lagiaji, uma área densamente povoada da capital econômica da Nigéria.

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Centenas de curiosos se amontoavam no local, onde, no início da tarde, uma escavadeira retirou parte dos escombros para dar início às tarefas de busca. Esperava-se que os trabalhos de resgate se prolongassem por toda a noite. As crianças resgatadas com vida foram retiradas em macas e transferidas para hospitais próximos.

Um repórter da Reuters viu um menino de 10 anos sendo puxado para fora dos escombros coberto de poeira, mas sem ferimentos visíveis. Uma multidão comemorou quando outra criança também foi retirada dos destroços.

Um vídeo da Associated Press mostrou socorristas carregando crianças aturdidas e cobertas de pó, entre gritos e aplausos. No entanto, a multidão silenciava ao ver quando crianças inertes eram carregadas nos ombros pelos socorristas nigerianos.

Rotina. O desabamento de edifícios é comum nas zonas populares de Lagos, uma das maiores cidades do mundo, com mais de 23 milhões de habitantes. O incidente mais conhecido na Nigéria ocorreu em setembro de 2014, quando 116 pessoas, incluindo 84 sul-africanos, morreram em Lagos após o colapso de um prédio de seis andares no qual um proeminente tele-evangelista, Joshua TB, estava pregando. A investigação encontrou falhas estruturais do edifício, cuja construção era ilegal.

Em 2016, um edifício de cinco andares em construção desabou no bairro Lekki, também em Lagos, e matou mais de 60 pessoas. (Com agências internacionais).

Um edifício de três andares que abrigava uma escola de educação básica particular desabou na manhã desta quarta-feira (13) na cidade de Lagos, na Nigéria. Segundo informações do governo regional, mais de 100 crianças ainda estão soterradas no local, mas teme-se que haja muitos mortos porque as crianças estavam em horário de aula quando o desabamento aconteceu.

Equipes de emergência foram acionadas e pelo menos 10 crianças já foram retiradas dos escombros, de acordo com o jornal local Punch. O prédio teria cedido por volta das 10 horas (horário local), e as instalações escolares ficam no último piso do edifício.

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Em 2016, mais de 100 pessoas morreram no desabamento de uma igreja no sudeste do país. Neste mesmo ano, em Lagos, um edifício de cinco andares desabou ainda em fase de construção; ao menos 30 pessoas morreram na ocasião. Uma escola flutuante planejada para resistir a tempestades e enchentes também veio abaixo, neste caso não houve registro de feridos.

Por Waleska Andrade

O atual presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari, venceu a eleição realizada no sábado, 23, segundo os resultados finais divulgados pela comissão eleitoral nesta quarta-feira, 27.

O ex-ditador militar Buhari foi reeleito para um novo mandato com 15,1 milhões de votos, ou 55% do total, uma diferença de quase 4 milhões de votos sobre o principal candidato da oposição, o ex-vice-presidente Atiku Abubakar, que recebeu 11,2 milhões de votos. A participação nacional média no pleito foi de 35,6%.

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Em um esforço de última hora para anular a declaração oficial, o partido de Abubakar alegou que os dados haviam sido manipulados e exigiu novas eleições em quatro dos 36 estados da Nigéria. O partido de Buhari rejeitou as acusações.

Ainda não se sabe se Abubakar contestará oficialmente o resultado do pleito. Segundo o ex-embaixador dos EUA na Nigéria John Campbell o processo conturbado da eleição deu aos candidatos motivos para recorrer aos tribunais. Segundo grupos da sociedade civil, 53 pessoas foram mortas em meio à violência desencadeada pelas eleições no país no último sábado.

A Comissão eleitoral da Nigéria adiou em uma semana as eleições presidenciais e legislativas deste sábado, quando faltavam poucas horas para a abertura das zonas eleitorais.

"Para garantir a realização de eleições livres, justas e confiáveis, não é factível seguir com as eleições da forma como estavam programadas", disse à imprensa Mahmood Yakubu, presidente da Comissão Eleitoral Nacional (INEC), antes de anunciar o adiamento para sábado 23 de fevereiro.

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Yakubu não deu precisões sobre os problemas logísticos particulares que se apresentaram, mas três centros de sua organização foram queimados no país e a oposição denunciou que muitos estados não haviam recebido as cédulas eleitorais.

Os dois principais candidatos nas presidenciais são o atual chefe de Estado Muhamadu Buhari, de 76 anos, e o líder da oposição, Atiku Abubakar, de 72, um empresário milionário que foi vice-presidente do país entre 1999 e 2007.

Um total de 84 milhões de eleitores estão inscritos para votar nestas eleições na Nigéria, principal potência petroleira da África e o país mais populoso do continente, com 190 milhões de habitantes.

A campanha foi enlutada pela morte de 15 pessoas na terça-feira em uma avalanche humana depois de um comício de Buhari.

O presidente Buhari realizou no sábado passado seu principal evento de campanha em Lagos, a megacidade econômica do país, diante de dezenas de milhares de pessoas.

Por outro lado, o partido Abubakar, que planejava uma concentração em massa em Abuja, teve que cancelar o ato. Abubakar acusou o presidente Buhari e sua formação de estar por trás da proibição de acesso ao local planejado para o comício, uma declaração negada pelo partido no poder.

Durante um mês, Buhari, candidato do Congresso Progressivo (APC), e Abubakar, do Partido Popular Democrático (PDP), o principal movimento da oposição, percorreram os 37 estados da Nigéria, reunindo impressionantes quantidades de seguidores.

Mas na terça passada, ao menos 15 pessoas morreram pisoteadas ao final de um comício de Buhari, em um estádio em Port Harcourt (sudeste).

As pessoas que comparecem a estas manifestações gigantescas, no entanto, podem obter algum dinheiro, comida ou "presentes" jogados pelas equipes de campanha para a multidão, o que questiona uma presença tão maciça.

A Nigéria mergulhou em uma recessão econômica entre 2016 e 2017, logo depois que Buhari chegou ao poder, e hoje não consegue recuperar seu crescimento.

- Extrema pobreza-

O gigante da África é atualmente o país que tem o maior número de pessoas vivendo abaixo do limiar da extrema pobreza (87 milhões) no mundo, à frente da Índia, de acordo com o World Poverty Clock.

O tema economia centraliza a campanha e o oponente Abubakar prometeu em seu lema que "Faça a Nigéria trabalhar de novo", ou, em inglês "Make Nigeria work again", em cima do slongan "Make America great again", do presidente americano Donald Trump.

O ex-vice-presidente e próspero empresário próspero uma política liberal para tirar a Nigéria da atual estagnação econômica, após a forte intervenção estatal de Buhari, até mesmo no banco central.

Mas Buhari é um populista que ganhou votos com sua medida "Trader Moni", um sistema de microcrédito de 24 a 75 euros (27 a 85 dólares) para dois milhões de pequenos empreendedores.

- Disputa acirrada -

Na Nigéria, um país dividido entre um sul predominantemente cristão e um norte dominado pelos muçulmanos, bem como comunidades diversas, a escolha dos candidatos é geralmente mais baseada na sua região de origem ou religião do candidato do que em suas ideias ou programas.

Mas este ano, os dois principais candidatos são muçulmanos e pertencem à mesma comunidade hausa, estabelecida no norte do país, o que torna a disputa ainda mais acirrada.

O país sofre com muitas falhas de infraestrutura, como acesso à eletricidade ou falta de segurança. E isso dificulta ainda mais o processo eleitoral.

Regiões inteiras, como o nordeste, devastadas por uma década de conflito entre o exército e a insurreição jihadista do grupo Boko Haram, são inacessíveis, e centenas de milhares de deslocados sem dúvida não poderão ir às urnas.

A Fifa baniu o árbitro Ibrahim Chaibou pelo resto de sua vida por aceitar subornos e manipular resultados. Os juízes do comitê de ética da entidade que rege o futebol mundial consideraram o juiz nascido em Níger, na África, culpado por aceitar propinas.

Ibrahim Chaibou estava envolvido na manipulação de jogos amistosos internacionais em 2010 e 2011, ligados a golpes de apostas. O árbitro apitava pênaltis questionáveis para aumentar o número de gols feitos em uma partida.

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Entre os jogos suspeitos de manipulação, estão algumas partidas da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, além de amistosos envolvendo seleções africanas e o amistoso entre Nigéria e Argentina, em junho de 2011.

Ibrahim foi multado no valor de 200 mil francos suíços (cerca de R$ 754 mil na cotação atual).

 

Oito soldados morreram no fim de semana em um ataque do grupo jihadista Boko Haram contra uma base militar no nordeste da Nigéria, segundo um novo balanço comunicado nesta terça-feira (4) por um porta-voz do exército.

Pouco depois do ataque, um militar e um miliciano mencionaram dois soldados mortos.

Um grupo de combatentes da Província da África Ocidental do Estado Islâmico (ISWAP, na sigla em inglês), um braço do Boko Haram afiliado ao jihadista EI, atacou no sábado à noite uma base militar em Buni Gari, um povoado isolado do estado de Yobe (nordeste), provocando intensos combates com os soldados no local.

"Oito de nossos soldados pagaram o preço supremo, enquanto dez terroristas do Boko Haram morreram pelas tropas durante o confronto", declarou o porta-voz do exército, Sani Usman, em uma mensagem enviada à AFP.

O grupo jihadista intensificou nos últimos meses os ataques contra posições do exército nigeriano nos estados de Borno e Yobe, os mais afetados pela insurreição, que deixou mais de 27.000 mortos na região desde 2009.

Desde julho, a AFP contabilizou ao menos 19 ataques contra bases militares, em sua maioria reivindicados pelo ISWAP.

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