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A banda paraense Vingadores do Brega vai animar o público no pocket show cheio de muito brega e bom som. O evento será nesta sexta-feira (9), às 23 horas, no Emporium Metrópole, no Shopping Metrópole, em Ananindeua.

Além da banda, a cantora Suanny Batidão também vai participar da festa. O Homem Aranha está animado para a grande noite. “Vai ser uma noite de alegria e muita música. Estamos ansiosos”, disse o herói.

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Serviço

Baile dos Vingadores

Local: Emporium Metrópole

Data: 09/10/2020 (Sexta-feira)

Hora: 23h

Valor: R$ 10

Endereço: Shopping Metrópole (Rod. Br 316, Km 4, nº 4500 – Ananindeua)

Observação: Uso obrigatório de máscara.

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No início de setembro, o shopping RioMar Recife compartilhou nas redes sociais fotos de uma campanha de moda. As imagens mostram modelos indicando o consumo de peças nas lojas que fazem parte do centro de compras. O que era para ser uma postagem de estilo acabou virando caso de polícia. O modelo pernambucano Dalington Person, que aparece nas imagens publicitárias, virou alvo de ofensas racistas.

Em entrevista ao LeiaJá, Dalington declarou que é a primeira vez em que ele lida com o racismo de proporções gigantescas, embora já tenha passado por outras situações constrangedoras. "Fazendo parte de uma etnia de pessoa preta, é inerente não sofrer racismo, desde o momento que se nasce. [...] É a primeira vez que sofro injúria racial deste tamanho. É algo novo em relação a proporção e como aconteceu na internet. Acho impossível que uma pessoa de pele preta no Brasil não tenha sofrido", explicou.

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Aluno de licenciatura em teatro pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Dalington percebeu que tinha recebido as frases de cunho racista no último dia 23. Assim que assimilou o que estava acontecendo, ele tratou rapidamente de tomar providências. "Meu corpo gelou. Imediatamente, o primeiro pensamento que tive foi de que eu deveria denunciar. A partir do momento que percebi as mensagens, eu já havia decidido que seriam denunciadas", disse.

Quando viu o assunto se desdobrar, ele tratou logo de entrar em contato com o shopping. Dalington contou que não obteve resposta de imediato durante a polêmica: "Perguntei o que seria feito, até porque a minha imagem, naquele contexto, era de responsabilidade deles [do shopping]. Nos primeiros três dias, eu e muitas pessoas protestamos virtualmente, pedindo posionamento do shopping. Eles entraram em contato comigo, informando que não compactuava com o que estava acontecendo, e que estariam me prestando ajuda judicial, que foi feita".

Dalington declarou que o RioMar disponibilizou dos seus advogados para cuidar do caso. "Estamos realizando todo o procedimento legal para formalizar as denúncias referente ao ato de injúria racial", revelou. Em meio ao imbróglio, Dalington Person recebeu o carinho de diversos internautas. Para o jovem, as mensagens confortantes foram de extrema importância. Colecionando conteúdos positivos de anônimos, que se preocuparam ao longo do caso, ele também ganhou o apoio de famosos.

O cantor Thiaguinho e os atores Rafael Zulu e Érico Brás se posicionaram na internet, dando força para o modelo. De acordo com Dalington, "é importante a adesão de homens pretos nessa discussão". Em um comunicado, o RioMar Recife disse: "Nos solidarizamos com a vítima. Sobre tal fato, o setor jurídico já foi acionado. Seguimos acreditando nas pessoas, na igualdade e desejando um tempo com oportunidades iguais para todos, sem qualquer distinção".

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Com a colaboração de Waleska Andrade

O Shopping Cidade e a Livraria Leitura, em Belo Horizonte-MG, foram condenados a indenizar um jovem em R$ 7 mil. O rapaz, que em julho de 2014, data do ocorrido, era menor de idade, foi acusado de roubar um livro que lhe pertencia em uma abordagem considerada exagerada.

O autor da ação relatou que fazia um passeio pelo shopping com a mãe enquanto aguardava uma sessão de cinema. Ele resolveu ler um livro no espaço de leitura da livraria quando foi abordado. Segundo ele, o vendedor perguntou se gostaria de tirar a nota fiscal do livro que carregava, mas o jovem disse que o livro era dele.

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Ao sair da livraria para assistir ao filme, o menor foi abordado por dois seguranças que o acusavam de ter pego o livro da loja sem pagar. Ele só foi liberado após o gerente confirmar que não houve furto, cerca de duas horas depois da detenção. Os seguranças também se recusaram a chamar a mãe dele.

Em sua defesa, a livraria alegou que não acusou o garoto de crime e que não mantém seguranças em seu estabelecimento. O shopping disse que os seguranças foram acionados pelo fiscal da livraria e que não houve aproximação exagerada.

De acordo com os autos, entretanto, a abordagem foi inadequada, expondo publicamente o menor. "Eu estava trabalhando, quando um funcionário da Leitura, bastante eufórico, foi ao encontro do garoto, que, segundo ele, havia roubado um livro. Ele dizia que tinha visto o garoto pegar o livro", disse uma testemunha.

Para o juiz João Luiz de Oliveira, responsável pela sentença, a abordagem foi infundada e arbitrária, sem algo que pudesse confirmar a suspeita de furto. Segundo o magistrado, o simples fato de ele portar um livro dentro de livraria jamais seria suficiente para justificar o fato.

O juiz destacou também que o fato de não terem pedido o documento de identificação, deixando de averiguar que o jovem era menor de idade e deveria estar acompanhado de um representante legal, não está em conformidade com o exercício regular do direito. "Diante do abalo psíquico sofrido, em razão da conduta das empresas, acusando indevidamente um menor de idade de praticar furto e sem a presença dos pais, entendo por fixar a indenização em R$ 7 mil por danos morais", concluiu.

Os dois homens que na última quinta-feira, 6, renderam e ameaçaram um cliente negro do Ilha Plaza Shopping, na Ilha do Governador (zona norte do Rio), prestaram depoimento na segunda-feira, 10, na 37ª DP (Ilha do Governador). Eles foram identificados como os policiais militares Diego Alves da Silva, soldado do Batalhão de Choque, e Gabriel Guimarães Sá Izaú, sargento lotado no programa Segurança Presente.

Segundo a administração do shopping, ambos trabalhavam para uma "empresa de consultoria de segurança", que foi afastada. Os dois PMs são investigados pelos crimes de racismo e abuso de autoridade contra o jovem Matheus Fernandes, de 18 anos, que trabalha como entregador de comida por aplicativo e foi ao shopping para trocar um relógio numa unidade das Lojas Renner.

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Após o depoimento, o advogado Ricardo Chagas, que defende Izaú, afirmou que seu cliente não agrediu Fernandes nem o obrigou a ir até a escada de incêndio - ao contrário do que as imagens demonstram. "O garoto estava filmando ele e ele se sentiu constrangido e foi saber o que estava acontecendo. Ele (Fernandes) não foi agredido, não houve agressão", afirmou o advogado. "(O PM) não levou para a escada. Não houve, eles caíram. Na hora que ele tirou ele da passagem, ele esbarrou e caiu", disse.

Chagas negou que o PM tenha discriminado o entregador: "Em hipótese alguma houve ali alguma discriminação. Simplesmente, o rapaz passou por ele, ficou encarando ele e ele falou: 'pô, o que tá acontecendo?'", disse o advogado. O outro policial e seu advogado saíram da delegacia meia hora depois e não falaram com a imprensa.

O delegado Marcos Henrique, que investiga o caso, afirmou que "as imagens são muitos claras": "A abordagem foi uma abordagem inadequada, truculenta. Houve ali um erro de avaliação e eles responderão penalmente por isso". Segundo ele, os PMs negaram ter abordado Fernandes por ser negro: "Informaram que abordaram Matheus não pela sua cor da pele, deixaram bem claro que agiram em função de algumas circunstâncias: o boné que Matheus usava fazia referência ao chefe do tráfico do Dendê, já falecido, que Matheus passou encarando os policiais e estava filmando", contou o delegado.

Entenda o caso

Fernandes foi rendido e ameaçado por dois homens que se identificaram como policiais enquanto aguardava atendimento numa unidade das Lojas Renner, dentro do Ilha Plaza Shopping. Armados, os dois homens obrigaram Fernandes a sair da loja e seguir até uma escadaria, onde ele foi ameaçado e teve que entregar a carteira com documentos.

Um segurança do shopping presenciou o episódio, mas não interferiu - segundo o shopping, isso ocorreu porque os dois rapazes se identificaram como policiais. Após protestos dos clientes do shopping, Fernandes foi libertado e a dupla foi embora - segundo a vítima, levando seu cartão bancário.

Fernandes foi ao shopping para trocar um relógio que havia comprado para o Dia dos Pais. Enquanto aguardava o atendimento em um balcão dentro da Renner, foi abordado pela dupla. "Eles tiraram foto minha, e eu senti que tinha alguma coisa errada", contou o entregador em um vídeo divulgado pelas redes sociais.

"Eles vieram falar que eu era suspeito de furto, porque estava com um relógio, mesmo tendo a etiqueta e a nota fiscal. Aí disseram que eu sou suspeito de furto, e começaram a me segurar, empurrar, balançar. Quando menos esperei, o rapaz da camiseta vermelha me deu uma banda, sacou a pistola pra cima de mim, botou a pistola aqui (aponta a cabeça), pensei que ele ia me matar. Eu comecei a gritar, para ver se alguém que me conhecia tomava alguma providência".

Imagens do entregador rendido pelos dois rapazes, sob o olhar de um segurança do shopping, foram gravadas e circularam pelas redes sociais.

Em nota, as Lojas Renner disse que "espera que o Ilha Plaza Shopping assuma sua devida responsabilidade no episódio de agressão ao cliente Matheus Fernandes. A empresa também espera que sejam apresentadas ações a serem tomadas para que fatos como este não se repitam".

A empresa informou que se colocou à disposição da família do cliente para acompanhar o caso e lamentou o episódio. "As investigações estão confirmando que a Renner não tem qualquer responsabilidade em relação ao episódio. A empresa reforça que não compactua com qualquer forma de violência e discriminação. A Renner é uma marca que valoriza a diversidade, que se inspira na igualdade, na pluralidade e no respeito."

A administração do Ilha Plaza Shopping, que na sexta-feira havia informado que "os agressores não são funcionários do shopping tampouco funcionários da empresa de vigilância do shopping", no domingo, 9, emitiu nova nota afirmando que "a administração do shopping afastou a empresa de consultoria de segurança contratada". Os dois PMs fariam parte dessa empresa.

O adolescente negro Matheus Fernandes, de 18 anos, que trabalha como entregador de comida por aplicativo, foi rendido e ameaçado por dois homens que se identificaram como policiais enquanto aguardava atendimento numa unidade das Lojas Renner, dentro do Ilha Plaza Shopping, na Ilha do Governador (zona norte do Rio), na quinta-feira (6). Armados, os dois homens obrigaram Fernandes a sair da loja e seguir até uma escadaria, onde ele foi ameaçado e teve que entregar a carteira com documentos. Um segurança do shopping presenciou o episódio, mas não interferiu - segundo o shopping, porque os dois rapazes se identificaram como policiais. Após protestos dos clientes do shopping, Fernandes foi libertado e a dupla foi embora - segundo a vítima, levando seu cartão bancário.

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Fernandes foi ao shopping para trocar um relógio que havia comprado para o Dia dos Pais, comemorado no próximo domingo (9). Enquanto aguardava o atendimento em um balcão dentro da Renner, foi abordado pela dupla. "Eles tiraram foto minha, e eu senti que tinha alguma coisa errada", contou o entregador em um vídeo divulgado pelas redes sociais. "Eles vieram falar que eu era suspeito de furto, porque estava com um relógio, mesmo tendo a etiqueta e a nota fiscal. Aí disseram que eu sou suspeito de furto, e começaram a me segurar, empurrar, balançar. Quando menos esperei, o rapaz da camiseta vermelha me deu uma banda, sacou a pistola pra cima de mim, botou a pistola aqui (aponta a cabeça), pensei que ele ia me matar. Eu comecei a gritar, para ver se alguém que me conhecia tomava alguma providência".

Imagens do entregador rendido pelos dois rapazes, sob o olhar de um segurança do shopping, foram gravadas e estão circulando pelas redes sociais.

Em nota, as Lojas Renner afirmaram que "os agressores não integram o nosso quadro de colaboradores ou de prestadores de serviço" e que "estamos tomando as medidas necessárias para esclarecer o fato e buscando contato com o Matheus Fernandes para dar a ele o suporte necessário". A empresa afirmou ainda que pediu esclarecimentos ao shopping Ilha Plaza "para entender o que ocorreu".

A assessoria de imprensa do shopping afirmou que "os agressores não são funcionários do shopping tampouco funcionários da empresa de vigilância do shopping". Segundo a empresa, "o vigilante do Ilha Plaza (que aparece uniformizado no vídeo) atuou de forma a contornar pacificamente a situação a fim de preservar não apenas o cliente, como também todas as pessoas que lá se encontravam". O shopping afirma que, embora os dois agressores tenham se identificado como policiais, eles não foram identificados, e isso caberá à polícia.

O caso está sendo investigado pela 37ª DP (Ilha do Governador), onde a vítima prestaria depoimento ainda nesta sexta-feira. Agentes estão em busca de testemunhas e solicitaram imagens do circuito interno do shopping, para esclarecer o episódio, segundo a Polícia Civil. Outras diligências estão em andamento, diz a polícia.

À TV Globo a mãe de Fernandes afirmou que seu filho foi vítima de racismo: "Foi por causa da cor da pele. Não tem outra explicação. Eu não sou tão negra, então eu posso ir ao shopping, mexer em todas as roupas, posso provar as coisas de graça. Se ele está sozinho, ele não pode fazer nada disso. Foi o que aconteceu. Ele sozinho não pode? Ele vai ter que sempre estar com alguém do lado? Alguém branco?", questionou Alice Fernandes Bione.

Também à emissora, Fernandes afirmou que chorou muito após o episódio: "Acontece, mas não era para acontecer. Não era para acontecer. Eu chorei muito, muito".

Nesta terça-feira (28) ocorre a abertura dos shoppings centers com sistema de ar-condicionado em Natal-RN. No Midway Mall, uma extensa fila se formou uma hora antes da reabertura.

Os shoppings ficaram quatro meses fechados. O decreto para retomada integral foi assinado pela Prefeitura de Natal na segunda-feira (27). O texto destaca que a reabertura é possível graças à diminuição de atendimentos de pacientes acometidos pela Covid-19 na rede municipal de saúde e pela estabilização da ocupação dos leitos.

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Em Natal, os shoppings estão incluídos na primeira fração da terceira fase de reabertura. A autorização limita a presença de pessoas em 30% da capacidade máxima de operação do local.

O decreto do prefeito Álvaro Dias estabelece o horário de funcionamento das 12 às 20h durante todos os dias da semana. Segue proibido o funcionamento dos serviços das praças de alimentação, que podem atender exclusivamente pelos sistemas de retirada e entrega em domicílio.

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A partir da próxima segunda-feira (13), os municípios do Agreste de Pernambuco, que estavam na Etapa 2 do Plano de Convivência com a Covid-19, avançam para  Etapa 4. Com isso, igrejas e templos religioso voltam a abrir na região, seguindo um protocolo de medidas preventivas.

Os espaços religiosos devem limitar o público a 30% de sua capacidade, podendo chegar ao máximo de 50 pessoas nos templos de até mil lugares e 300 pessoas nos locais com capacidade acima de mil. 

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Na entrada, deverá ser realizado o controle de fluxo de pessoas e, na hipótese de formação de filas, deve haver demarcação para manter o distanciamento mínimo. Sempre que possível, as portas de entrada devem ser distintas das de saída, havendo sinalização de sentido único e evitando que as pessoas se cruzem.

A Secretaria de Planejamento e Gestão também estabeleceu a regra de adoção de intervalo mínimo de três horas entre as celebrações. Os bancos de uso coletivo devem ser reorganizados e demarcados para garantir o afastamento recomendado. Práticas de aproximação entre as pessoas e contato físico como dar as mãos, beijos e abraços devem ser evitados.

O avanço também permite o funcionamento das lojas de varejo de rua, salões de beleza e estética, comércio de veículos, incluindo serviço de aluguel e vistoria, com 50% da carga, construção civil com 100% do efetivo e shoppings centers com atendimento presencial. Também fica determinado aos municípios do Agreste que a regulamentação de acesso a parques, praças e calçadões estará a cargo das gestões municipais. As prefeituras devem seguir protocolos para restabelecimentos das atividades de maneira gradual.

Nesta segunda (22), Pernambuco colocou em prática mais uma fase do Plano de Convivência com a Covid-19. Nesta fase de flexibilização das medidas restritivas, voltam a funcionar shoppings centers e templos religiosos, além de lojas de varejo com mais de 200 m². No Shopping Center Recife, localizado na Zona Sul da capital, as portas foram reabertas às 11h15 para que o público e trabalhadores pudessem voltar ao local. 

Pouco após às 11h, o centro de compras abriu as portas para que o público pudesse entrar aos poucos, evitando, assim, aglomeração. A Praça de Alimentação do shopping continua sem operação, com mesas e cadeiras interditadas e, ao longo dos corredores, é possível encontrar 60 dispenser de álcool em gel. Escadas rolantes e banheiros também receberam avisos alertando para a necessidade do distanciamento, mas, apesar dos aparentes cuidados do estabelecimento, várias pessoas ainda descumpriram os protocolos de segurança. 

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Às 12h, foram abertas as lojas, que estão recebendo clientes em número limitado, de acordo com seu espaço físico. Usuários só podem frequentar o shopping com máscaras de proteção, embora a reportagem tenha flagrado algumas pessoas sem o acessório. “É um processo de aprendizado contínuo e fiscalização. Teremos equipe para orientação e fiscalização, com o tempo as pessoas vão se adaptar a essas regras do novo normal”, garantiu a superintendente do centro de compras Danielle Vianna. 

Segundo Danielle, a estimativa para a retomada dos serviços é positiva e várias medidas de segurança foram pensadas para esse momento. “Nossa expectativa é boa depois de mais de 90 dias fechados, os lojistas estavam ansiosos, mas nossa maior preocupação é a segurança. Elaboramos mais de 30 protocolos de segurança enquanto o shopping ainda estava fechado e veremos como funciona com ele aberto”. 

A vendedora Rafaelly de Lacerda ratifica a preocupação: “O shopping está tratando bem essa questão, limitando a quantidade de pessoas, limpando, a gente está tomando cuidado também. Desde 20 de março estávamos sem fazer vendas diretas, só online. Foi difícil, a gente se acostuma com a rotina e faz falta ficar longe do trabalho. Também é difícil a volta, essa readaptação porque tem o medo”.

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Máscara

O Shopping Recife instalou um quiosque para comercializar máscaras de proteção individual. O valor obtido com as vendas será revertido para a Creche de Nossa Snehora da Boa Viagem, localizada na comunidde do Entra a Pulso. 

Entre o medo e a vontade de comprar

No primeiro dia de retomada do funcionamento, o Shopping Recife contou com um número considerável de clientes. A preocupação e o medo em relação ao coronavírus, no entanto, acompanhou lojistas e usuários nesta primeira manhã de funcionamento. “ Me deixa com medo porque a gente tem que se proteger para proteger o próximo. Um só se proteger não adianta”, disse a vendedora Rafaelly.

Já a usuária Andreza Vanusa, apesar de não concordar com a reabertura do lugar, decidiu aproveitar a oportunidade para resolver problemas burocráticos. “Precisava vir ao banco abrir uma conta. Para mim é um absurdo (o shopping) abrir agora. Deveria continuar fechado e ser resolvida a situação do desemprego. Eu acho que (as medidas adotadas) não resolvem. A gente pode se contaminar no ônibus”.  

*Com informações de Lara Tôrres. 

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Depois de mais de 80 dias fechados por determinação do Governo de Pernambuco para auxiliar no combate à Covid-19, os shoppings do Estado estão retomando aos poucos as suas atividades. Para além da movimentação on-line, o governo estadual autorizou que esses centros de compras iniciassem as vendas no sistema drive thru, onde os clientes fazem as compras antes, através de sites ou WhatsApp, e pegam os seus produtos nos próprios shoppings.

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Esse procedimento faz parte do plano de retomada do comércio divulgado no dia 1º de junho pelo Governo de Pernambuco, que pretende estabelecer a normalidade em 11 semanas. No entanto, para o lojista Thomaz Lera, 65 anos, o governo estadual está demorando para liberar a plenitude do funcionamento do comércio - em particular a retomada dos shoppings centers -. "Os shoppings estão sofrendo uma discriminação por parte do governo, uma vez que são centro de excelência", avalia o proprietário das lojas Broomer. 

Thomaz também aponta que essa retomada representa pouco diante de tudo o que o comércio está enfrentando com as medidas impostas. Para o lojista, os que mais estão sendo impactados são as pequenas empresas, que são maioria esmagadora nos shoppings. "Esses empreendimentos estão sofrendo demais e essa retomada lenta está prejudicando muito porque não pode esquecer que nós, brasileiros e pequenos empresários, estamos enfrentando uma crise de quatro a cinco anos de recessão. Agora, com as medidas recentes do governo federal, a gente estava começando a tirar um pouco o nariz para fora da água", explica

Em semana de compras para o Dia dos Namorados, movimentação nos centros de compras. Foto: Júlio Gomes/LeiaJá Imagens

O empresário Wilker Benicio, 43 anos, também critica a postura do governo estadual em não abrir os shoppings. "O que faz o shopping não ser seguro e a Ferreira Costa ser? O que faz um shopping não ser seguro e um supermercado ser? A única coisa que estão fazendo (nesses locais) é a medição da temperatura e passar álcool nas pessoas e nos carrinhos. Lá dentro o que tem a mais de segurança? Nada", compara o proprietário das lojas BluK.

Os lojistas garantem que os shoppings estão preparados para retomar as suas atividades reabrindo as lojas, já que, segundo eles, há toda uma estrutura para a segurança sanitária dos clientes. "O shopping é um ambiente que é totalmente fiscalizado pelos órgãos. Nós estamos prontos para seguir as normas e trabalharmos com segurança para os nossos clientes e funcionários", diz posicionamento dos comerciantes.

Sem o auxílio do governo federal, que permitia a suspensão do contrato dos funcionários desses empresários, garantindo o pagamento de 70% de seus salários, os trabalhadores devem retomar as suas atividades no sistema de drive thru, mas com a carga horária e o salário reduzidos. "Não fizemos demissões, mas ao mesmo tempo não pretendemos contratar ninguém nessa retomada do comércio, porque nós vamos trabalhar com horário reduzido, já que os shoppings não vão trabalhar no horário normal (9h às 22h). Vamos trabalhar com o time (de funcionários) que a gente tem para não aumentar nada de custo nesse momento de incerteza da volta", reforça Wilker.

Shopping Guararapes

O Shopping Guararapes, localizado em Jaboatão dos Guararapes, Região Metropolitana do Recife, instalou no piso térreo do seu edifício garagem o espaço drive thru. Funciona das 12h às 18h e da seguinte forma: quando o cliente entrar em contato com a loja desejada, ele fará o seu pedido e agendará o horário para fazer a retirada da sua compra, sem sair do carro - obedecendo as recomendações dos órgãos de saúde -. A assessoria do mall explica que o cliente terá uma hora para concluir a retirada das mercadorias no drive thru e nesse tempo a taxa de estacionamento não será cobrada.

Shopping Patteo Olinda

O Shopping Patteo, em Olinda, Região Metropolitana do Recife, instalou um ponto exclusivo de coleta instalado na Portaria P3. Para produtos adquiridos nas operações de alimentação, a entrega presencial funciona das 11h às 22h. Já a retirada de itens de lojas funciona das 11h às 18h.

Shopping Recife

A assessoria do centro de compra diz que o sistema de drive thru funciona no edifício garagem D, piso D1, onde os clientes são recepcionados e direcionados para uma vaga numerada e entram em contato com o vendedor para receber os seus produtos. No entanto, a nossa equipe de reportagem observou que a coleta dos produtos, na verdade, pode ser feita em vários pontos que estão espalhados pelo mall. O tempo de carência do estacionamento foi ampliado para uma hora. O atendimento ocorre das 12h às 18h.

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A reabertura dos seis shoppings centers na Região Metropolitana de Belém (RMB) levou milhares de pessoas à procura dos estabelecimentos, neste sábado, 6. Antes de abrir as portas, clientes se aglomeravam em longas filas do lado de fora, esperando dar meio-dia para entrarem. Mas o retorno às atividades não essenciais em meio à pandemia do coronavírus, decretado pelo Governo do Estado e pelas prefeituras de Belém e Ananindeua, fez com que a Justiça Estadual pedisse explicações às administrações sobre as condições do sistema de saúde público na capital, que justifique uma segurança à liberação. Os salões de beleza, clínicas de estética e barbearias também voltaram ao trabalho.

Apesar da intensa procura dos consumidores e dos registros de pontos de aglomeração, todos os estabelecimentos cumpriram regras de distanciamento social e de higiene. Os empreendimentos seguiram os protocolos da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), como a aferição de temperatura dos clientes à porta dos locais, limitação nos elevadores e espaçamento de três a quatro degraus nas escadas rolantes.

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No shopping Pátio Belém, localizado no bairro da Batista Campos, por volta de 10h30, uma fila de consumidores se formava ao lado de fora do estabelecimento. O horário de reabertura estava marcado para meio-dia. Devido ao sol intenso, muitos se abrigaram embaixo de uma árvore na calçada. Para conter a aglomeração, a administração abriu as portas 30 minutos antes da hora prevista, porém, as lojas, só reabriram ao meio-dia. No empreendimento, a maior procura dos consumidores foi pelas lojas com serviços de telefonia. Elas, durante à tarde, registraram filas, na entrada. Procuradas pelo Estadão, as gerências não quiseram se manifestar.

A camareira Vanessa Rodrigues Mendonça, 37 anos, foi ao local para resgatar o número de seu celular. "Fui assaltada há duas semanas e já estava querendo resgatar o chip, mas tive que esperar o shopping abrir. Usava o mesmo número há muitos anos, então quero resolver logo, por isso vim na abertura. Cheguei 10h, e estava tranquilo, pouca gente, estão respeitando, está bem organizado. Mas depois os clientes foram chegando e aglomerou", disse.

A administradora de empresas, Rosana Alves, de 45 anos, também foi ao shopping. Ela chegou por volta das 16h30, quando já estava em pleno funcionamento. "Rapidamente, muitas fotos de filas circularam nas redes sociais. Fiquei com medo de vir, porém, preciso comprar um computador, pois a empresa adotou o home office e o meu deu problema", contou.

O shopping, que é um dos mais movimentados da capital - por estar na região central de Belém- , estima que neste retorno, haverá cerca de 62% de queda no índice de clientes dentro do empreendimento, e consequentemente, nas vendas, comparado ao mesmo mês do ano passado. Em relação ao tempo médio de permanência do consumidor em tempo de coronavírus, os números também são negativos. "Antes, os clientes ficavam cerca de uma hora e meia dentro dos shoppings, mas, com a pandemia, acreditamos que esse tempo reduza para 35 minutos", explicou Tony Bonna, superintendente do shopping.

Tony Bonna atribui a redução de permanência dos clientes, à suspensão dos serviços de entretenimentos, eventos, cinemas, academias e de todo o segmento de alimentação dentro dos empreendimentos. Além das lojas, estão autorizados a funcionar dentro dos shoppings, as agências bancárias, petshops, clínicas médicas, lavanderias e laboratórios. O shopping Pátio Belém também terá o quadro de funcionários reduzido com a crise econômica provocada pela covid-19.

"Algumas lojas já sinalizaram a descontinuação de contratos, outras, já fecharam. Ainda não temos um levantamento completo, mas, tínhamos 2,5 mil funcionários diretos, que durante a pandemia, tiveram contratos suspensos, ou foram desligados", adiantou o superintendente.

Ainda em Belém, o Boulevard Shopping, que fica no bairro do Reduto, a fila, por volta das 11h30, já chegava às vias do entorno. Centenas de clientes esperaram por mais de uma hora para entrar no local. Mesmo com o fluxo intenso na abertura, no decorrer da tarde, o movimento foi diminuindo. "A fila ficou grande porque na porta estavam verificando a temperatura das pessoas. Depois disso, as lojas ficaram vazias. Por ser um shopping mais elitizado, os frequentadores estão tendo um cuidado maior", explicou a empresária Neiva Oliveira Grecchi, dona de uma loja de confecção dentro do empreendimento.

Já o Shopping Castanheira, na BR-316, a aglomeração também foi grande para aguardar a liberação para entrada. As lojas de departamento estavam com maior demanda no local. Segundo a assessoria de imprensa, "a reabertura seguirá normas rígidas de higienização e sanitização, bem como o uso de máscaras por todos os nossos colaboradores"

O Bosque Grão Pará, na avenida Centenário, registrou um movimento tranquilo. A assessoria de comunicação informou que o retorno "terá um horário de funcionamento reduzido, das 12h às 20h, de segunda a domingo. A abertura das lojas será progressiva e por segmentos, seguindo as recomendações do Governo do Estado e Prefeitura de Belém".

Já o Parque Shopping, na avenida Augusto Montenegro, na Grande Belém, teve fila na entrada, e aos poucos, o fluxo nas lojas reduziu. Através da assessoria de imprensa, o shopping informou que a reabertura foi "em alinhamento às diretrizes dos órgãos competentes, e como forma de garantir uma operação zelosa, segura e adequada ao momento atual".

A Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) estima que os cinco shoppings de Belém reúnam 966 negócios. Juntos, os empreendimentos geravam 26 mil postos de trabalho. Com o fechamento, desde o dia 21 de março, a estimativa é de que cerca de 100 lojas decretem falência.

Ananindeua

A prefeitura da cidade vizinha também autorizou o retorno dos shoppings em Ananindeua. O Shopping Metrópole, localizado na BR-16, no km 4, registrou poucas filas e um movimento calmo durante a tarde de sábado. Para esta retomada, o gerente de marketing, Marcelo Reuters, diz que todos os protocolos de distanciamento e higiene foram seguidos. "O que queremos mostrar à sociedade é que nós temos condições de retornar as atividades com segurança para os clientes e lojistas", afirmou. O shopping caçula da Região Metropolitana conta com 170 operações, e acredita que este retorno será desafiador. "Ainda não temos os números totais de queda no faturamento e nem de lojas fechadas. A pandemia nos pegou de surpresa, e tudo está sendo muito novo", finalizou Marcelo Reuters.

Justiça

A liberação do retorno das atividades econômicas no Pará terá de ser explicada na justiça pelo governo do Estado e pela prefeitura de Belém até este domingo, 7. As administrações precisam se manifestar sobre uma ação civil pública movida pelo Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) contra o plano de reabertura das atividades não essenciais, como os shoppings centers, salões de beleza e barbearias.

O prazo de manifestação do Estado foi estendido pelo juiz Raimundo Santana, da 5ª Vara da Fazenda e Tutelas Coletivas, após um pedido de dilação do Governo do Estado, por mais 24 horas. É que a primeira decisão da justiça determinava que a manifestações das administrações deveriam ser entregues até ao meio-dia deste sábado. A prorrogação será estendida ao município de Belém.

A promotora de justiça do Estado, Fabia Fornier, explica que o plano de reabertura das atividades econômicas dá à população a sensação de segurança quanto a não proliferação do novo coronavírus." Uma vez que o Estado e a Prefeitura liberam, as pessoas voltam às ruas, começam a fazer as velhas práticas de antes e ainda não temos uma garantia que a doença, de fato, está caindo. Com a liberação das atividades, as pessoas podem começar a ficar muito doentes novamente e colapsar o sistema de saúde", disse ao Estadão.

O pedido do MPPA e do MPT de que as medidas mais rígidas de isolamento social sejam adotadas novamente pelas administrações públicas, leva em consideração também o novo comportamento do vírus. "Começamos a ter índices maior no interior, que, por mais que tenham recebidos hospitais de campanha e reforço nos hospitais de referência, não vão comportar a demanda. Esses pacientes vão precisar se deslocar para Belém, e assim, contaminar mais pessoas na capital e termos um repique, com números mais expressivos que a primeira onda", observou a promotora.

O procurador do Trabalho, Sandoval Alves da Silva, que também assinou a ação contra o governo e a prefeitura, também questionou a retomada. "Temos um estudo da Universidade Federal do Pará (UFPA), o qual não garante que seja a hora ideal para a reabertura. Não temos quantidade suficiente de leitos de UTIs e testes. Os números atualizados são incertos. Nem todo mundo que morre de covid é diagnosticado. Os profissionais da saúde estão morrendo. Trabalham em plantão de 12h. Isso é desumano", garantiu o procurador do MPT. Caso a decisão do juiz seja favorável ao Governo do Estado e a Prefeitura de Belém, os órgãos garantem que vão recorrer.

Em nota enviada ao Estadão, a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) informa que irá apresentar manifestação e estudo que serviu de base para reabertura das atividades não essenciais dentro do prazo estipulado pela justiça.

Também por meio de nota, a prefeitura de Belém informou que o Comitê de Segurança Municipal, formado pela Ordem Pública, Guarda Municipal e Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (SeMOB), fiscalizou os shoppings de Belém, que reabriram às 12h deste sábado, 6, como parte do plano de retomada econômica do município. O objetivo da ação, segundo a nota, foi verificar se os estabelecimentos estavam cumprindo as medidas sanitárias e adequações necessárias para a reabertura. Dentre as exigências estão o distanciamento entre pessoas e uso obrigatório de máscaras e álcool em gel, para evitar a proliferação do novo Coronavírus na cidade.

A reabertura dos shopping centers e salões de beleza foi autorizada no decreto nº. 96.418/2020, publicado na última sexta-feira, 5, que altera o de nº 96.340, de 25 de maio de 2020, que dispõe sobre as medidas de distanciamento social controlado.

Casos

Até este sábado, o Pará já registra 53.176 casos e 3.612 mortes pela covid-19. Segundo o governo, há 653 leitos de UTI, com a disponibilidade de 78%.

Parado há mais de um mês, o comércio varejista de São Paulo de produtos não essenciais tenta dar a volta por cima para atenuar a perda de faturamento de mais de 60% desde a suspensão das atividades pela pandemia. Além da venda online, as lojas começam a colocar em prática outras formas de vender sem aglomeração: da retirada do produto no estacionamento da loja sem sair do carro até a venda de porta em porta.

A TelhanorteJá, bandeira de lojas de bairro de materiais de construção do grupo francês Saint-Gobain, por exemplo, começou na semana passada a vender por meio de caminhões itinerantes. A ideia é que, quando solicitados, esses veículos vão até condomínios para comercializar cerca de 700 itens básicos para reparos na casa. "O objetivo é atender ao cliente que não é familiarizado com a internet", diz Juliano Ohta, diretor geral da rede. Ele diz que os itens serão vendidos a preço de custo.

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Uma pessoa do condomínio entra em contato com a rede que envia um caminhão para o local, onde é montada uma espécie de feirinha, com o cuidado de não formar aglomerações. Como as pessoas estão isoladas e mais tempo dentro de casa, a tendência é que a necessidade de reparos aumente, prevê o executivo. Hoje são dois caminhões em operação: um em São Paulo (SP) e outro em Porto Alegre (RS). Mais dois veículos estão sendo preparados.

No início do confinamento, entre os dias 20 de março e 1.º de abril, as lojas do setor estavam proibidas de abrir. Depois, as revendas de materiais de construção foram liberadas para funcionar, mas com horários reduzidos e um número menor de consumidores nas lojas.

De carro

Outra saída para evitar o contato é a venda por drive-thru, em que o consumidor não precisa sair do carro para fazer a compra ou pode comprar pela internet e passar de carro no estacionamento da loja ou do shopping só para retirar o produto.

Faz duas semanas que o Shopping Cidade São Paulo, do grupo CCP, começou a vender por meio drive-thru. No início, eram cerca de dez lojas com essa opção de venda. Hoje, já são mais de 30. "É uma situação que a gente jamais imaginou", diz a gerente do shopping, Roberta Naveiro. Ela explica que o modelo diminui o gargalo do delivery, que está sobrecarregado. Por ele, o lojista abre um canal de venda direto com o cliente, que pode marcar o horário de retirada da mercadoria.

Hoje, além do Shopping Cidade São Paulo, mais quatro empreendimentos do grupo (Tietê Plaza, Grand Plaza, Shopping D e Shopping Cerrado) passaram a adotar esse sistema. O Morumbi Shopping, do Grupo Multiplan, também adotou a venda por meio de drive-thru, conforme foi anunciado na sua conta no Instagram.

Com a proximidade do Dia das Mães, comemorado neste ano no dia 10 de maio, e com a certeza de que o comércio não essencial ainda estará de portas fechadas, o varejo avalia que essa é uma alternativa para conseguir faturar na segunda melhor data depois do Natal. 

No primeiro dia de fiscalização do cumprimento do decreto que limitou o atendimento de bancos e supermercados, a presidenta do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) do Recife considerou as medidas como positivas e necessárias. A avaliação foi feita durante coletiva, sob duras críticas aos consumidores, na manhã desta quarta-feira (15).

A presidenta do Procon Recife, Ana Paula Jardim, acredita que o decreto foi importante para frear o afrouxamento do isolamento domiciliar. "A gente percebia que os supermercados tinham virado um shopping e serviam de passeio para as famílias, onde a gente detectava que com um carrinho de comprar tinham cinco integrantes da mesma família. Esse decreto veio para tentar coibir esse tipo de comportamento", pontuou ao criticar a postura dos clientes antes da deliberação.

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Desde a terça-feira (14), os supermercados devem atender com 50% da capacidade de funcionamento e apenas uma pessoa por veículo terá acesso ao estabelecimento. Os estacionamentos também sofreram restrições e apenas um terço da capacidade foi liberada.

O Plaza Shopping, centro de compras situado no bairro de Casa Forte, Zona Norte do Recife, recebeu críticas nas redes sociais. Internautas alegaram que um funcionário de uma das lojas do empreendimento estaria com diagnóstico confirmado para o novo coronavírus e que, com a manutenção do funcionamento do estabelecimento, outras pessoas, incluindo colaboradores e clientes, estariam em risco. Na noite desta quinta-feira (19), ao LeiaJá, a assessoria de imprensa do shopping informou que uma suspeita foi encaminhada para análise médica.

De acordo com posicionamento do Plaza, a administração do centro de compras recebeu a informação de que uma vendedora de uma loja, cuja identidade não foi revelada, estaria com suspeita de ter contraído o Covid-19. “Ao procurar assistência médica, por ter apresentado sintomas leves, referida funcionária não foi testada e recebeu a recomendação, via atestado médico, para ficar em isolamento domiciliar”, acrescentou a empresa.

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O empreendimento alega que, além de não ter ocorrido, por enquanto, confirmação do vírus na funcionária, não existe recomendação formal para que um estabelecimento feche diante de um afastamento de trabalhador com suspeita e em isolamento domiciliar. Ao LeiaJá, o shopping argumentou que a orientação recebida do Distrito Sanitário III, da Secretaria de Saúde do Recife, “é que deve ser adotada a desinfecção total dessa mesma loja, uma vez que o shopping está realizando a limpeza dos ambientes comuns de forma intensificada”.

Ainda de acordo com a administração do shopping, até o momento, não existe informação de outro caso suspeito no centro de compras. A empresa diz também que adotou medidas necessárias para combater o coronavírus.

Também nesta quinta-feira, o Governo de Pernambuco anunciou novas determinações para conter a pandemia. A partir do próximo sábado (21), shoppings, restaurantes, bares, lanchonetes, comércio de praia, entre outros estabelecimentos deverão ser fechados por tempo indeterminado. Confira, a seguir, a nota na íntegra do Plaza Shopping:

A Administração do Plaza Shopping confirma que recebeu a informação de um dos seus lojistas de que uma de suas vendedoras estaria com suspeita de ter contraído o novo coronavírus (Covid-19). Ao procurar assistência médica, por ter apresentado sintomas leves, referida funcionária não foi testada e recebeu a recomendação, via atestado médico, para ficar em isolamento domiciliar.

É importante se destacar que, além de não ter ficado comprovado o Covid-19 na referida funcionária, não existe nenhuma recomendação da Secretaria de Saúde do município para que se feche uma loja na ocorrência do afastamento de um funcionário com suspeita/isolamento domiciliar. A orientação que recebemos do Distrito Sanitário III, da Secretaria de Saúde do Recife, é que deve ser adotada a desinfecção total dessa mesma loja, uma vez que o shopping está realizando a limpeza dos ambientes comuns de forma intensificada.

O shopping informa que vem acompanhando as informações e aderiu às recomendações dos órgãos públicos para o enfrentamento da pandemia, reduziu o horário de funcionamento e tomou as seguintes medidas:

Aumentou a disponibilização de álcool em gel em pontos estratégicos do mall;

Intensificou a limpeza de áreas comuns, tais como corrimãos, botões de elevadores, guarda-corpos, banheiros e outros locais onde há maior contato das pessoas;

Solicitou que os lojistas atuem constantemente junto às suas equipes reforçando a necessidade de higienização e conscientização sobre medidas de segurança recomendadas pelas autoridades sanitárias;

Orientou os funcionários das operações a comunicarem aos responsáveis pelas lojas se viajaram recentemente para áreas em que há casos de contaminação, se apresentarem os sintomas do Covid-19 ou tenham o caso comprovado para que a comunicação seja feita à administração do shopping; 

Solicitou que os lojistas providenciassem a vacinação de suas equipes contra a gripe e afastassem os funcionários que tivessem sintomas do novo coronavírus ou a doença comprovada;

Recomendou para os lojistas limparem e desinfetarem, com mais frequência as superfícies passíveis à contaminação como: bebedouros, teclados, máquinas de pagamento por cartão, balcões, provadores, escadas rolantes, entre outros;

Recomendou para as operações de alimentação reforçarem a limpeza de suas instalações e de utensílios compartilhados, como talheres, pratos e bandeja, e sugestão de disponibilização de talheres descartáveis para os clientes que assim o desejarem;

Reduziu em 50% o número de cadeiras da Praça de Alimentação para aumentar o distanciamento entre as pessoas;

Recomendou a intensificação da limpeza das operações com atrações infantis e recomendou a troca de piscinas de bolinhas por outro brinquedo;

Criou comitê para avaliar a cada momento a orientação do Poder Público;

Aderiu à campanha de conscientização em parceria com o Poder Público;

Cancelou eventos com grande capacidade de aglomeração, a exemplo do Festival de Hambúrguer e evento do Dia das Mães.

Assim, esclarece a administração do Plaza Shopping que nenhum outro caso lhe fora relatado por qualquer dos seus demais lojistas e que o shopping já adotou todas as medidas preventivas e de orientação necessárias à operação do empreendimento, assim como de cada uma das suas lojas nele estabelecidas.

O Plaza Shopping, centro de compras situado no bairro de Casa Forte, Zona Norte do Recife, recebeu críticas nas redes sociais. Internautas alegaram que um funcionário de uma das lojas do empreendimento estaria com diagnóstico confirmado para o novo coronavírus e que, com a manutenção do funcionamento do estabelecimento, outras pessoas, incluindo colaboradores e clientes, estariam em risco. Na noite desta quinta-feira (19), ao LeiaJá, a assessoria de imprensa shopping negou que há trabalhador, até então, com a doença; o que houve, segundo a empresa, foi uma suspeita encaminhada para análise médica.

De acordo com posicionamento do Plaza, a administração do centro de compras recebeu a informação de que uma vendedora de uma loja, cuja identidade não foi revelada, estaria com suspeita de ter contraído o Covid-19. “Ao procurar assistência médica, por ter apresentado sintomas leves, referida funcionária não foi testada e recebeu a recomendação, via atestado médico, para ficar em isolamento domiciliar”, acrescentou a empresa.

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O empreendimento alega que, além de não ter ocorrido confirmação do vírus na funcionária, não existe recomendação formal para que um estabelecimento feche diante de um afastamento de trabalhador com suspeita e em isolamento domiciliar. Ao LeiaJá, o shopping argumentou que a orientação recebida do Distrito Sanitário III, da Secretaria de Saúde do Recife, “é que deve ser adotada a desinfecção total dessa mesma loja, uma vez que o shopping está realizando a limpeza dos ambientes comuns de forma intensificada”.

Ainda de acordo com a administração do shopping, até o momento, não existe informação de outro caso suspeito no centro de compras. A empresa diz também que adotou medidas necessárias para combater o coronavírus.

Também nesta quinta-feira, o Governo de Pernambuco anunciou novas determinações para conter a pandemia. A partir do próximo sábado (21), shoppings, restaurantes, bares, lanchonetes, comércio de praia, entre outros estabelecimentos deverão ser fechados por tempo indeterminado. Confira, a seguir, a nota na íntegra do Plaza Shopping:

A Administração do Plaza Shopping confirma que recebeu a informação de um dos seus lojistas de que uma de suas vendedoras estaria com suspeita de ter contraído o novo coronavírus (Covid-19). Ao procurar assistência médica, por ter apresentado sintomas leves, referida funcionária não foi testada e recebeu a recomendação, via atestado médico, para ficar em isolamento domiciliar.

É importante se destacar que, além de não ter ficado comprovado o Covid-19 na referida funcionária, não existe nenhuma recomendação da Secretaria de Saúde do município para que se feche uma loja na ocorrência do afastamento de um funcionário com suspeita/isolamento domiciliar. A orientação que recebemos do Distrito Sanitário III, da Secretaria de Saúde do Recife, é que deve ser adotada a desinfecção total dessa mesma loja, uma vez que o shopping está realizando a limpeza dos ambientes comuns de forma intensificada.

O shopping informa que vem acompanhando as informações e aderiu às recomendações dos órgãos públicos para o enfrentamento da pandemia, reduziu o horário de funcionamento e tomou as seguintes medidas:

Aumentou a disponibilização de álcool em gel em pontos estratégicos do mall;

Intensificou a limpeza de áreas comuns, tais como corrimãos, botões de elevadores, guarda-corpos, banheiros e outros locais onde há maior contato das pessoas;

Solicitou que os lojistas atuem constantemente junto às suas equipes reforçando a necessidade de higienização e conscientização sobre medidas de segurança recomendadas pelas autoridades sanitárias;

Orientou os funcionários das operações a comunicarem aos responsáveis pelas lojas se viajaram recentemente para áreas em que há casos de contaminação, se apresentarem os sintomas do Covid-19 ou tenham o caso comprovado para que a comunicação seja feita à administração do shopping; 

Solicitou que os lojistas providenciassem a vacinação de suas equipes contra a gripe e afastassem os funcionários que tivessem sintomas do novo coronavírus ou a doença comprovada;

Recomendou para os lojistas limparem e desinfetarem, com mais frequência as superfícies passíveis à contaminação como: bebedouros, teclados, máquinas de pagamento por cartão, balcões, provadores, escadas rolantes, entre outros;

Recomendou para as operações de alimentação reforçarem a limpeza de suas instalações e de utensílios compartilhados, como talheres, pratos e bandeja, e sugestão de disponibilização de talheres descartáveis para os clientes que assim o desejarem;

Reduziu em 50% o número de cadeiras da Praça de Alimentação para aumentar o distanciamento entre as pessoas;

Recomendou a intensificação da limpeza das operações com atrações infantis e recomendou a troca de piscinas de bolinhas por outro brinquedo;

Criou comitê para avaliar a cada momento a orientação do Poder Público;

Aderiu à campanha de conscientização em parceria com o Poder Público;

Cancelou eventos com grande capacidade de aglomeração, a exemplo do Festival de Hambúrguer e evento do Dia das Mães.

Assim, esclarece a administração do Plaza Shopping que nenhum outro caso lhe fora relatado por qualquer dos seus demais lojistas e que o shopping já adotou todas as medidas preventivas e de orientação necessárias à operação do empreendimento, assim como de cada uma das suas lojas nele estabelecidas.

Durante esse período de quarenta estipulado pelos órgãos governamentais é imprescindível que a população fiquem em casa para a segurança de todos, mas sabemos que isto não é uma opção para muitas pessoas que ainda precisam sair para trabalhar e, por isso, se alimentam em locais públicos ou shoppings.

Pensando nisso, o LeiaJá conversou com a nutricionista Daiane Gomes, para saber qual a melhor maneira de se alimentar na rua sem colocar a saúde em risco e quais alimentos devem ser consumidos preferencialmente.

Segundo a profissional, “as pessoas devem optar com fazer refeições ou lanches em estabelecimentos que estejam seguindo as orientações de higienização indicada pela OMS e/ou a Secretária de Saúde, locais que tenham procedimentos de higiene e limpeza redobrados”.

--> Covid-19: veja alimentos que ajudam a aumentar a imunidade

De acordo com Daiane Gomes, é importante observar se o local oferece um lugar onde o cliente possa lavar as mãos e sempre utilizar álcool em gel antes do consumo dos alimentos. Dando preferência aos locais que os funcionários e colaboradores estão treinados para atender nesta época de pandemia ou optar por serviços de entrega, que você recebe o alimento no local onde está sem precisar se locomover.

A nutricionista ainda ressalta a importância de optar por uma boa alimentação. “Tentar consumir alimentos mais caseiros, e que sejam mais saudáveis, dando preferência a saladas, carnes grelhadas ou guisadas, sucos de frutas naturais, e até mesmo consumir a fruta in natura. Quanto menos processados for o alimento melhor será, para que as vitaminas, minerais e outras substâncias desse alimentos possa auxiliar na manutenção da imunidade”, afirma Daiane Gomes.

Nesta sexta-feira (6) Pernambuco celebra a Data Magna - 6 de março marca o início da Revolução Pernambucana de 1817. O feriado foi instituído em junho de 2017 e celebrado pela primeira vez no ano seguinte.

Este ano, a data se junta ao final de semana formando, para alguns, um feriadão. Por conta do feriado, o comércio e órgãos públicos alteram o esquema de funcionando. Para se programar, confira o que abre e fecha:

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Centro e bairros

As lojas poderão abrir, de acordo com a Convenção Coletiva de Trabalho 2019/2020, funcionando das 9h às 17h.

Shoppings RMR

Shopping Recife

Todas as operações funcionarão normalmente, das 12h às 21h. Cinema, conforme programação.

Shopping Guararapes

Todas as operações funcionarão normalmente, das 9h às 22h. Cinema, conforme programação.

RioMar

Lojas e quiosques funcionarão das 12h às 21h. Alimentação a partir das 11h30 às 21h. Cinema, conforme programação.

Plaza Shopping

Todas as operações funcionarão normalmente, das 12h às 21h. Cinema, conforme programação.

Shopping Costa Dourada

Todas as operações funcionarão normalmente, das 10h às 22h. Cinema, conforme programação.

Camará Shopping

Lojas, das 13h às 21h; Alimentação e Parque, das 12h às 22h; Cartório, das 8h às 17h; Lotérica, fechada. Cinema, conforme programação.

Shopping Tacaruna

Todas as operações funcionarão normalmente, das 12h às 21h. Cinema, conforme programação.

Shopping Boa Vista

Lojas e Alimentação, das 10h às 19h; Game Station, das 10h às 21h; Loteria, fechada. Cinema, conforme programação.

Shopping Patteo Olinda

Todas as operações funcionarão normalmente, das 12h às 21h. Cinépolis e Smart Fit, conforme programação.

Paulista North Way

Todas as operações funcionarão normalmente, das 12h às 21h. Cinema, conforme programação.

Paço Alfândega

Todas as operações funcionarão das 12h às 19h, exceto administração, que estará fechada.

Bancos

As agências não funcionarão na próxima sexta-feira (6). A população poderá utilizar os canais alternativos de atendimento bancário, como mobile e internet banking, caixas eletrônicos, banco por telefone e correspondentes para fazer transações financeiras.

Ministério Público do Trabalho

O MPT em Pernambuco não funcionará nesta sexta-feira (6)

Paulista

- As repartições públicas vinculadas à Prefeitura do Paulista não funcionarão.

- Os serviços considerados essenciais à população estão mantidos, a exemplo do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e a coleta de lixo. 

As feiras e os mercados públicos do Centro, de Paratibe e de Jardim Paulista funcionam normalmente das 6h às 18h. As lojas localizadas no Centro da cidade estarão fechadas.

Olinda

Saúde

Quem buscar atendimento médico poderá se dirigir à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da PE-15; ao Serviço de Pronto Atendimento de Peixinhos (SPA); e o Hospital do Tricentenário, em Bairro Novo. Todos funcionarão em regime comum.

Educação

As unidades de ensino, como creches e escolas, estarão fechadas.

Lixo

O sistema de coleta de lixo funcionará com o regime semelhante ao praticao aos domingos, com a limpeza do Sítio Histórico, principais corredores do município e a limpeza das praias.

Mercados e feiras

Os mercados e feiras livres de Olinda funcionarão normalmente.

Detran-PE

 

 

 

A polícia local isolou e evacuou um centro comercial em um bairro nobre de Manila, capital do país, após uma série de disparos.

Segundo a agência de notícias AP, um ex-segurança do local, armado com uma pistola, mantém aproximadamente 30 pessoas como reféns.

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O vídeo divulgado pela rádio local DZRH mostra ao menos uma pessoa ferida sendo socorrida após a série de disparos.

Visitantes e funcionários do local afirmaram que houve uma série de disparos no local pela manhã.

O prefeito de San Juan, Francis Zamora, afirmou que uma pessoa foi baleada e estava recebendo os devidos cuidados em um hospital da região.

Um grupo de elite da polícia local chegou ao centro comercial a fim de iniciar os procedimentos para a libertação dos reféns.

O prefeito da cidade, Francis Zamora, também afirmou que as forças de segurança estão negociando a liberação dos reféns com o atirador. Além disso, ele confirmou que outro segurança do local ficou ferido e foi hospitalizado, segundo o The Phillippine Star.

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Da Sputnik Brasil

O prêmio Tacaruna Mulher comemora 20 anos de sua criação com 206 mulheres homenageadas pelo seu trabalho para a sociedade, a premiação visa dar reconhecimento profissional às mulheres pernambucanas. Nesta edição, a solenidade acontece na próxima quarta-feira (4), às 19h, no rooftop do Shopping Tacaruna. O evento é gratuito.

Distribuídas em 9 categorias, as homenageadas deste ano são: Daniela Rorato (Ação Social), Clarissa Goes (Comunicação), Educação (Rosa Amélia Muniz), Mércia Moura (Moda), Daniela Petribu (Política, Economia e Negócios), Lia de Itamaracá (Cultura), Mariana Russo (Design, Arquitetura e Decoração), Regina Coeli (Medicina e Saúde) e Christiana Caribé Costa Pinto (Atividades Jurídicas).

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Cada homenageada receberá o troféu feminilidade, criação da artista plástica Margot Monteiro. Na ocasião estarão expostas imagens com a biografia de cada personalidade que estará em cartaz no local até o dia 12 de março.

Os amantes do futebol e os fanáticos por um dos campeonatos mais vistos do mundo terão espaço reservado em São Paulo. A partir do dia 7 de maio, a Champions League Experience Brasil chega ao Shopping Parque da Cidade, na Zona Sul. O espaço será equipado com diversas atrações interativas e salas com passagens históricas do torneio que envolve os principais clubes do futebol europeu.

Em uma área de 1.000 m2 no piso térreo do centro comercial, os fãs da Liga dos Campeões da Europa poderão viajar no tempo para recordar gols históricos e partidas memoráveis das 64 edições da disputa. Também será possível se divertir com partidas de videogame em um espaço patrocinado pela PlayStation Sony e transmitir a emoção dos lances memoráveis da competição ao brincar de narrador esportivo por um dia.

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A curadoria do espaço é do jornalista esportivo Vitor Sergio Rodrigues, do Esporte Interativo, e o embaixador da Champions League Experience Brasil é o ex-jogador Beletti, autor de um dos gols mais emblemáticos da história da Champions. Em 2006 o brasileiro, então lateral do Barcelona, anotou o tento da virada dos catalães sobre o Arsenal da Inglaterra e levou o Barça ao segundo título do certame.

Apesar da abertura da Casa da Champions acontecer só daqui a mais de 60 dias, os ingressos para a visitação já estão à venda no site da Sympla.

Serviço

Champions League Experience Brasil

Quando: de 7 de maio a 7 de junho, de segunda a domingo, 10h às 21h; bar e loja, das 10h às 22h

Onde: Shopping Parque da Cidade - Av. das Nações Unidas, 14401 - Chácara Santo Antônio

Quanto: R$ 50 (de segunda a sexta) a R$ 60 (sábados e domingos)

Ingressos: www.sympla.com.br

A família de um jovem de 15 anos, falecido na última terça (25), acusa um segurança do Shopping Recife, na Zona Sul da capital pernambucana, de agressão. De acordo com os familiares de Emanoel Costa Nascimento da Silva, ele teria sido agredido dentro do estabelecimento por um funcionário da segurança, e por esse motivo, teria chegado a óbito. O centro de compras nega a agressão e alega que o adolescente teve um mal súbito. 

Segundo relato de um amigo de Emanoel, que o acompanhava durante visita ao shopping, eles foram até o estabelecimento para comprar uma blusa, na última terça (25). Em entrevista a TV Clube, o rapaz contou que ele e o colega foram abordados e revistados por um segurança que teria desferido um soco no rosto de Emanoel. O jovem foi socorrido para a UPA da Imbiribeira.

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Em nota enviada à imprensa, o Shopping Recife afirmou que não houve qualquer tipo de agressão e que as imagens das câmeras de segurança já foram entregues às autoridades competentes. "O centro de compras informa que está colaborando para a elucidação do caso, e já atendeu a solicitação da Polícia Civil cedendo as imagens na manhã desta quinta-feira (27)".

Segundo assessoria de comunicação da UPA Imbiribeira, Emanoel chegou à unidade por volta das 13h21, levado por bombeiros que atuam no centro de compras. De acordo com nota enviada ao LeiaJá, o jovem apresentava "história de mal estar e rebaixamento no local" e chegou "em situação de parada cardiorrespiratória, com duas tentativas de reanimação por choque realizadas pelos socorristas no trajeto".

Emanoel foi a óbito às 14h32 e o corpo encaminhado para o Instituto Médico Legal. A nota afirma, ainda, que o acompanhante do rapaz relatou "o uso de loló (substância entorpecente) em grande quantidade há cerca de quatro dias". 

Repercussão

Nas redes sociais, o caso tomou grande repercussão. Alguns familiares de Emanoel se manifestaram através da internet cobrando uma resolução para o caso que foi encaminhado para a Delegacia de Boa Viagem para apuração.

No Instagram, Adriana Nascimento, prima do jovem, postou: "O segurança bateu nele, sim. Queremos justiça. Ele só tinha 15 anos". Uma outra prima do rapaz, Natha SIlva, também postou uma declaração: "Mais uma vítima de um grande preconceito que enfrentamos, um jovem que perdeu a vida por conta de uma agressão dos seguranças do shopping".

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